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Sistema Ocergs mobiliza cooperativas para repactuação de dívidas

Sistema Ocergs mobiliza cooperativas para repactuação de dívidas

Reunião com Banco do Brasil, Mapa e MDA reforça apoio às cooperativas gaúchas na busca por novas linhas de crédito e repactuação de dívidas rurais.

As cooperativas gaúchas seguem em mobilização para aproveitar melhor as oportunidades de crédito e renegociação de dívidas já disponíveis. Em mais um movimento de articulação, o Sistema Ocergs, em parceria com a FecoAgro/RS, recebeu em sua sede representantes do Banco do Brasil, do Mapa e do MDA para alinhar estratégias de divulgação junto às cooperativas, reforçando a orientação sobre prazos e condições das políticas federais de repactuação.

Diálogo em defesa das cooperativas gaúchas

O encontro aproximou, em uma mesma mesa, liderança política, técnica e financeira. Participaram Gilson Bittencourt, vice-presidente do Banco do Brasil, acompanhado do superintendente do BB no Rio Grande do Sul, Ricardo Sehn. Pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), estiveram presentes o secretário de Política Agrícola, Guilherme Campos, e Wilson Vaz. Já o Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA) foi representado por José Henrique Silva, coordenador de crédito do Plano Safra da agricultura familiar, acompanhado do superintendente regional.

Sistema Ocergs esteve representado pelo presidente Darci Hartmann, pelo superintendente Mario De Conto e pelo gerente de Relações Institucionais e Sindical, Tarcísio Minetto. A FecoAgro/RS participou com o diretor Sérgio Feltraco, reforçando a sintonia entre o sistema cooperativista e a federação das cooperativas agropecuárias.

Novas alternativas de financiamento para o agro cooperativo

O primeiro eixo da reunião focou em alternativas de financiamento para as cooperativas, em um cenário de maior pressão de custos e instabilidade climática. As autoridades reconheceram o protagonismo do Sistema Ocergs e da FecoAgro/RS na construção de soluções para o campo, especialmente em momentos de crise.

Foram debatidas linhas alternativas já em operação, além das modalidades tradicionais de crédito rural. A orientação foi clara: usar a força das cooperativas para ampliar o alcance dessas ferramentas, garantindo capital de giro, investimento e fôlego financeiro para produtores e cooperativas que seguem sustentando a produção de alimentos no Rio Grande do Sul.

Repactuação de dívidas com condições especiais

No segundo momento, o foco esteve na execução da Medida Provisória 1.314/2025, que destinou R$12 bilhões para a repactuação do endividamento de produtores rurais. A norma foi regulamentada pela Resolução CMN nº 5.247 e prevê:

  • prazos de até nove anos para pagamento

  • juros diferenciados

  • condições específicas para produtores do Pronaf, Pronamp e demais agricultores

  • subsídios do Fundo Social administrado pelo BNDES

O Banco do Brasil apresentou uma adesão ainda abaixo do esperado à renegociação e pediu apoio do Sistema Ocergs para ampliar a busca pelas linhas de repactuação. A mensagem para as cooperativas é direta: há oportunidade concreta para reorganizar passivos e reduzir a pressão das dívidas, desde que os prazos sejam observados.

Compromissos assumidos e próximos passos

Como encaminhamento, o Sistema Ocergs e a FecoAgro/RS assumiram o compromisso de intensificar a divulgação das condições da MP 1.314/2025 junto às cooperativas e seus cooperados, evitando a perda de prazos e garantindo que quem tem estoques de dívida consiga acessar as condições especiais de repactuação oferecidas pelo governo federal.

O vice-presidente do Banco do Brasil também sinalizou disposição em atuar lado a lado com o sistema cooperativo, buscando soluções técnicas e financeiras ajustadas à realidade das cooperativas do ramo agro. O objetivo comum é a sustentabilidade das operações, a saúde financeira dos produtores e o fortalecimento do cooperativismo gaúcho como pilar do desenvolvimento rural.

Para o Sistema Ocergs, a agenda reforça um recado importante: em um cenário desafiador, dialogar, negociar e construir alternativas coletivas é o caminho para manter o campo produtivo e as cooperativas fortes, em todas as regiões do Estado.

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