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Publicada no DOU de hoje, 15 de abril, a Instrução Normativa 79 do Departamento de Registro Empresarial e Integração (DREI) que dispõe sobre a participação e votação a distância em reuniões e assembleias de sociedades anônimas fechadas, limitadas e cooperativas. A Regulamentação tem seu fundamento legal no art. 43-A da Lei 5.764/71, incluído pela Medida Provisória 931, de 30 de Março de 2020, que possibilita a participação e votação a distância em reuniões e Assembleias.
Segundo a Regulamentação, as Assembleias podem ser (1) semipresenciais ou (2) digitais. São Assembleias Semipresenciais, aquelas em que os associados puderem participar e votar presencialmente, no local físico da realização da reunião ou assembleia, mas também a distância. São digitais, aquelas em que associados só puderem participar e votar a distância, e a reunião ou assembleia não será realizada em nenhum local físico.
Em todos os casos, devem ser observados os mesmos requisitos de instalação, deliberação e votação estabelecidos na Lei 5.764/71.
A íntegra da IN 79 pode ser obtida clicando aqui.
O Sistema Ocergs-Sescoop/RS informa que sua área jurídica e de monitoramento se encontram disponíveis para atendimento remoto, de maneira a permanecer prestando a assessoria contínua às Cooperativas. Dúvidas podem ser enviadas para
Para a diretora-geral da Unicred Erechim, Vânia Bez Balestrin, os gestores, especialmente, os que atuam diretamente na área de negócios das suas empresas, sabem que toda a crise traz oportunidades, não sem alguns percalços. “O momento é difícil para todos, mas a Unicred Erechim tem como diferencial o atendimento personalizado e ele não foi interrompido. Mesmo de portas fechadas e horário de expediente externo reduzido, estamos atendendo a todos que têm procurado fisicamente nossas agências, mas de forma principal e preferencialmente, pelos nossos canais digitais, que a realidade nos exige”, comenta.
Como atenta executiva, antes mesmo da publicação de decretos de calamidade pública e outros fixando normas para o comércio e a indústria, orientando as pessoas a ficarem em casa, Vânia já havia tomado medidas para que a equipe de 22 colaboradores que comanda, tivesse condições de atuar neste novo cenário. “Reforçamos a higiene em todos os ambientes de nossas agências e disponibilizamos EPIs a toda a equipe. Aos que demandaram necessidade de atuar em home office foi dado todo o suporte necessário”, informa.
Ainda com relação à equipe, a gestora observa que mantém conversas semanais a fim de ouvir as dores dos colaboradores e, também, receber o feedback passado a eles pelos cooperados. “A preocupação em relação ao futuro, os medos e as angústias, diante de tantas incertezas, são comuns e até normais neste momento. A certeza que cada cooperado deve ter é que a Unicred Erechim está aqui para apoiá-lo e ser a solução que busca ou a força para ultrapassar este período, cujas taxas baixas e a possibilidades de prorrogações de dívidas favorecem o equilíbrio do caixa de todos”, pontua.
Conhecida e reconhecida pela sua coragem e proatividade, Vânia é otimista por natureza. “Tudo passa! As coisas não tão boas, também, não duram para sempre. Temos condições de juntos suportar este período e depois disso superado acredito que poderemos compartilhar as boas conquistas que ainda teremos este ano”, assegura.
A executiva recorda que John Kennedy sempre gostava de lembrar que, em chinês, a palavra crise tem dois significados: perigo e oportunidade. “Einstein pregava que no meio da dificuldade encontra-se a oportunidade. Winston Churchill afirmava que o pessimista vê dificuldade em cada oportunidade e o otimista vê oportunidade em cada dificuldade. Resumindo, tudo depende da maneira como vemos o problema e agimos sobre ele.Vejo muitas oportunidades neste cenário, todavia elas se concretizarão à medida que cada um fizer sua parte, mudar hábitos, rotinas, reinventar-se como pessoa e como empresa. Haverá muitas lições dessa pandemia, cujo antídoto também tem entre seus componentes a humanidade, a solidariedade e a empatia. Que sejamos vacina propagando além dos cuidados para evitar a disseminação deste vírus, o otimismo e a esperança de que juntos superaremos mais esta dificuldade”, acrescenta.
Texto: Assessoria de Imprensa Unicred Erechim
A perda no Valor Bruto da Produção (VBP) no Rio Grande do Sul por causa da estiagem que prejudicou a safra de verão deverá chegar a R$ 15,48 bilhões. A projeção foi feita pela Federação das Cooperativas Agropecuárias do Estado do Rio Grande do Sul (FecoAgro/RS). O estudo levou em conta as culturas da soja e do milho, na qual conforme dados da Rede Técnica Cooperativa (RTC) chegaram a quebras de 47,2% e 30%, respectivamente.
No caso da soja, segundo a FecoAgro/RS, a projeção de perdas é de 9,44 milhões de toneladas de uma previsão de cerca de 20 milhões de toneladas, ficando em 10,56 milhões de toneladas. De um VBP inicial de R$ 30 bilhões estimado, deve chegar a R$ 15,84 bilhões, fechando o número em R$ 14,16 bilhões. No caso do milho, a safra esperada era de 5,9 milhões de toneladas e reduziu para 4,13 milhões de toneladas, redução de 1,77 milhões de toneladas. A queda no VBP é de R$ 1,32 bilhões, passando de R$ 4,42 bilhões para R$ 3,09 bilhões.
O estudo da FecoAgro/RS foi feito com base em preços da segunda semana de abril e leva em conta ainda que as perdas podem ser maiores dado que restam parte da safra tanto de soja como de milho para serem colhidas. O levantamento ainda indica que as perdas superam em muito se levar em conta o desembolso que o produtor teve com os insumos usados e com perda da safra, que reduziu a receita esperada.
Fonte: FecoAgro/RS
Neste momento tão delicado, a solidariedade é importante e fundamental. Nesse intuito, a CAMNPAL - Cooperativa Agrícola Mista Nova Palma Ltda anuncia a doação de R$ 108.000,00, destinados para a compra de 02 respiradores (aparelho de ventilação pulmonar) para o auxílio no enfrentamento do novo Coronavírus (COVID-19), para o Hospital Nossa Senhora da Piedade de Nova Palma e Hospital de Caridade São Roque de Faxinal do Soturno.
A CAMNPAL também realizou a doação de R$ 5.000,00 para o Hospital Santo Antônio, de São Sepé, para auxiliar na aquisição de um respirador.
A cooperativa apoia e abraça iniciativas que visam combater o vírus e preservar a saúde de toda a comunidade.
Em decisão tomada pela diretoria da Aneel na última terça-feira, dia 07 de abril, foram assinados termos aditivos contratuais com 26 cooperativas de eletrificação rural do país, que tiveram estendidos os prazos de vigência de seus contratos de permissão. Essas cooperativas, dentre elas a Certaja, tinham suas outorgas concedidas antes da Lei nº 12.111/2009. As demais cooperativas, que assinaram os contratos a partir de 2010, já tinham seus contratos por 30 anos e prorrogáveis. A Infracoop, presidida pelo presidente da Coprel, Jânio Stefanello, teve participação fundamental nas medidas.
O aditivo foi assinado após estudos e consulta pública, aberta para toda sociedade brasileira, onde as 26 cooperativas tiveram a possibilidade de assinar a medida. Nos últimos três anos, com um trabalho intenso da confederação Infracoop junto a Agência Nacional de Energia Elétrica – Aneel, a medida foi trabalhada. Jânio Stefanello, ao analisar a medida, disse que considera um marco de sucesso essa decisão. “De tantos já alcançados, o conquistado hoje pelas Cooperativas e pela Infracoop, para as 26 cooperativas permissionárias, foi uma grande vitória”, destacou. O dirigente destaca ainda que tudo muda para estas 26 cooperativas, principalmente nos processos tarifários, na busca de financiamentos, na maior segurança nos investimentos e na confiança de que o futuro está viabilizado.
Portaria nº 150, de 7 de abril de 2020, altera a Portaria ME nº 139, de 3 de abril de 2020, que prorroga o prazo para o recolhimento de tributos federais, na situação que especifica em decorrência da pandemia relacionada ao Coronavírus.
O Ministério da Economia decidiu aumentar a lista de contribuições que poderão ter seu pagamento prorrogado de março e abril para os meses de julho e setembro. Entre as novas contribuições estão a Contribuição Previdenciária sobre a Receita Bruta (CPRB) e Funrural.
Art. 1º A Portaria ME nº 139, de 3 de abril de 2020, passa a vigorar com a seguinte alteração:
"Art. 1º As contribuições previdenciárias de que tratam os arts. 22, 22-A e 25 da Lei nº 8.212, de 24 de julho de 1991, o art. 25 da Lei nº 8.870, de 15 de abril de 1994, e os arts. 7º e 8º da Lei nº 12.546, de 14 de dezembro de 2011, devidas pelas empresas a que se referem o inciso I do caput e o parágrafo único do art. 15 da Lei nº 8.212, de 1991, e a contribuição de que trata o art. 24 da Lei nº 8.212, de 1991, devida pelo empregador doméstico, relativas às competências março e abril de 2020, deverão ser pagas no prazo de vencimento das contribuições devidas nas competências julho e setembro de 2020, respectivamente." (NR)
Art. 2º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União.
Com parte da safra já colhida, a Rede Técnica Cooperativa (RTC), realizou um novo levantamento sobre as perdas na safra de soja no Rio Grande do Sul. Os números atualizados nesta quinta-feira (1º) apontam para perdas de 47.2% na safra de soja do estado. Este número é 0.6% superior em ralação ao dado do último levantamento, realizado durante a primeira quinzena de março.
Os números foram coletados em mais de 20 cooperativas agropecuárias gaúchas, vinculadas ao projeto da RTC, que juntas representam cerca de 3 milhões de hectares da cultura no Rio Grande do Sul.
Fonte: CCGL
A Usina de Compostagem da Cooperativa dos Citricultores Ecológicos do Vale do Caí (Ecocitrus) desempenha um serviço essencial, o que impossibilita a suspensão das atividades frente ao avanço da pandemia de coronavírus. Entretanto, de forma a garantir a segurança de toda a população, a entidade estudou individualmente cada colaborador, colhendo informações a respeito da posição de trabalho, condições de saúde, moradia e núcleo familiar. A partir desta segunda-feira, 23, afastou dez funcionários que integram o grupo de risco à Covid-19 e aqueles que moram com pessoas que apresentam condições de saúde mais frágeis ou com idade acima de 60 anos.
De acordo com o vice-presidente da Ecocitrus, Marcos Lottermann, o estudo individual é importante porque permite o monitoramento mais próximo de cada funcionário, oferecendo, inclusive, apoio psicológico. “Não temos possibilidade de interromper as atividades. Tratamos resíduos agrossilvopastoris, ou seja, aqueles do setor alimentício. Se pararmos, as indústrias de alimentação também param”, explica Lottermann, que avalia, para a semana que vem, um plano de revezamento, reduzindo ainda mais a circulação de pessoas na planta da unidade em Montenegro - RS.
Os funcionários do setor administrativo e comercial já operam de forma remota, em home office. Além do estudo individual, a Ecocitrus ofereceu, desde quarta-feira passada, 28, treinamento aos colaboradores com as medidas de segurança necessárias e segue todas as orientações dos órgãos de saúde. Há a disponibilização de álcool em gel, informações aos motoristas terceirizados que entregam os resíduos das empresas e respeito à distância mínima exigida para evitar o contágio.
“É importante frearmos o avanço do vírus em escala mundial. A Ecocitrus tem feito sua parte e, para isso, estudou o contexto em que ele pode se disseminar, garantindo a continuidade dos nossos serviços, que são essenciais, e a segurança dos colaboradores e da população”, completa Lottermann. “Nosso compromisso é com o meio ambiente e com a saúde pública também”, finaliza.
Sobre a Ecocitrus
A Cooperativa dos Citricultores Ecológicos do Vale do Caí foi fundada em novembro de 1994, por meio de um acordo de cooperação técnica entre Brasil e Alemanha, iniciado com o Projeto PRORENDA, e conduzido, no Rio Grande do Sul, pela Secretaria de Agricultura e Abastecimento, com a colaboração da GTZ (Sociedade Alemã de Cooperação Técnica). 14 citricultores são sócios-fundadores da entidade, que hoje conta com mais de uma centena no quadro de associados.
A Ecocitrus é uma cooperativa consolidada no mercado, reconhecida internacionalmente pela produção de citros no modelo agroecológico em sua agroindústria. A produção atual de sucos e óleos essenciais orgânicos é exportada a países como França e Alemanha.
A Usina de Compostagem, por sua vez, é reconhecida internacionalmente e instalou, ano passado, seis biodigestores em escala inovadora no Brasil para garantir, ainda mais, a qualidade do tratamento de resíduos. O produto final é transformado em biofertilizantes, que são oferecidos gratuitamente a todos os associados da cooperativa e a qualquer agricultor interessado.
Assim, a cooperativa completa todo o ciclo de produção, da produção de citros até seu beneficiamento e comercialização, bem como o tratamento de resíduos e posterior transformação em adubo, beneficiando diretamente os agricultores e agricultoras associados.
Fonte: Assessoria de Comunicação da Ecocitrus
Esta semana, o presidente da Aliança Cooperativa Internacional (ACI), Ariel Guarco, enviou uma mensagem em vídeo ao movimento cooperativo, oferecendo seu apoio durante esse tempo de testes do COVID-19. Na breve mensagem, que enviou de sua casa, Guarco incentiva a comunidade cooperativa a unir-se na prevenção do vírus.
Os líderes cooperativos de todo o mundo estão convidados a transmitir essa mensagem às suas comunidades e membros cooperativos para oferecer apoio e solidariedade.
Confira o vídeo em espanhol e abaixo, a tradução em português:
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Queridos colegas, queridos amigos!
Hoje estou em Coronel Pringles, minha cidade natal, na Argentina, trabalhando em minha casa, como milhares de argentinos e como milhares de cooperativistas em todo o mundo.
Gostaria de aproveitar este momento e esta ocasião para fazer uma homenagem a todos aqueles colegas cooperativistas que estão trabalhando para fazer da nossa vida, uma vida o mais normal possível, a todos aqueles que trabalham nas cooperativas de saúde, cuidando-nos, protegendo-nos, mesmo que colocando em risco sua própria vida; ou aqueles cooperativistas que trabalham nas cooperativas de produção, de transporte ou de consumo, assegurando o alimento de cada dia; ou aqueles que trabalham nas cooperativas de serviços públicos, fazendo com que os serviços essenciais como a luz, a água e tantos outros serviços sociais estejam em pleno funcionamento e nos garantam a continuidade na prestação desses serviços; ou a todos aqueles que trabalham nas cooperativas de telecomunicação, fazendo com que a comunicação virtual tão importante nesse momento seja possível; e tantos outros companheiros em tantas outras cooperativas.
Para nós, que trabalhamos em nossas casas, a grande contribuição que podemos dar e a grande ferramenta que temos é o isolamento para que evitar que este vírus se espalhe ainda mais. Estou absolutamente convencido de que sairemos dessa crise econômica e de saúde, mas faremos com a solidariedade de cada um de nós.
Hoje mais do que nunca quero mandar a vocês - à distância - um forte abraço cooperativo e ratificar meu compromisso de contribuir para que este vírus não se expanda, isolando-me e ficando em minha casa.
Fonte: Alianza Cooperativa Internacional (ACI)
Informamos que a partir de hoje, dia 25/03/2020, de segunda a sexta-feira, contaremos com o serviço de portaria na sede da Félix da Cunha, de segunda à sexta-feira entre 09:00 e 15:00 horas.
Os serviços serão executados pelo profissional terceirizado que vinha atuando na Escoop. Esclarecemos que trata-se de mera transferência do local de trabalho deste colaborador (não envolve nosso quadro de pessoal). A finalidade é minimizar os problemas que são causados quando materiais ou documentos não são recebidos pelo Sistema. Os documentos ficarão na guarita. De acordo com o volume de documentos recebidos, faremos a triagem e distribuição dos mesmos. Este trabalho será programado para ser executado pela Secretaria Geral, mediante procedimentos que ainda serão avaliados. Por enquanto, a preocupação é receber os materiais.
Em tempos de impactos causados pela pandemia do Coronavírus, que assola todo o mundo, o cooperativismo gaúcho segue trabalhando firme mesmo em um cenário tenso e de perspectivas indefinidas. Não temos, neste momento, como medir em que proporção a situação econômica, social e mental das pessoas será afetada. Mesmo frente a esses desafios, as cooperativas gaúchas seguem as suas atividades e o Sistema Ocergs-Sescoop/RS acompanha a situação, sempre em defesa das cooperativas.
Nossos gestores, representando o cooperativismo, seguem trabalhando, em sintonia com a Unidade Nacional, no encaminhamento e na resolução de questões que são vitais para nossas cooperativas, em seus diferentes ramos de atividades. Como já divulgado e como medida adotada para redobrar o estado de alerta e proteger a saúde e integridade física dos colaboradores, familiares e público externo, estamos em trabalho remoto, através do qual os trabalhadores estarão atendendo as demandas e necessidades das cooperativas através de contatos por e-mail, site e outros canais de comunicação.
O presidente do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, Vergilio Perius, enviou mensagem aos cooperativistas gaúchos:
“Amigos presidentes, dirigentes, associados, colaboradores e respectivos familiares das Cooperativas e do Sistema Ocergs-Sescoop/RS.
Os dias e as semanas tornam-se longas para nós, que temos por missão trabalhar cooperativamente.
Vamos unir nossas mentes e corações para que a tempestade, que assola o mundo, passe logo.
Fé e esperança renovadas!”
Vergilio Perius
Presidente do Sistema Ocergs-Sescoop/RS
Porto Alegre, 25 de março de 2020
A partir desta terça-feira (24/03) a Coopatrigo está colocando em funcionamento para receber a safra de soja dos seus associados a Central de Recebimento e Armazenagem de Grãos (antiga Cesa) naquele que é o maior investimento em um único local já realizado pela Cooperativa em todos os seus 62 anos de história.
A informação foi repassada pelo presidente da Coopatrigo Ivo Batista, dizendo que foram realizados testes nos últimos dias para a verificação de todos os equipamentos instalados para deixar a estrutura adquirida pela cooperativa em condições de receber grãos. “Da estrutura antiga da Cesa permaneceram apenas os silos de concreto, o restante foi colocado tudo novo, mas mesmo assim, precisávamos testar para conferir estes equipamentos em funcionamento”, afirmou o presidente da Coopatrigo relatando que está tudo ok.
A entrega de produção em São Luiz Gonzaga ficará mais facilitada a partir de agora, acrescentou Ivo Batista: “ O associado não precisará mais entrar na cidade com seu caminhão carregado e além disso haverá mais agilidade, pois a Central de Recebimento foi preparada para receber rapidamente as cargas de grãos, com duas balanças rodoviárias, tombadores hidráulicos, maquinas de pré-limpeza de alto fluxo, dois secadores e caldeira movida a cavaco e casca de arroz, tudo isto para proporcionar esta rapidez”.
O valor total que está sendo investido pela Coopatrigo na Central de Recebimento e Armazenagem de Grãos vai totalizar em torno de R$31 milhões, englobando o valor pago à Cesa e os investimentos em novos equipamento e recuperação do que ficou da antiga estrutura.
O presidente da Coopatrigo somente lamentou não poder realizar o ato de inauguração deste novo investimento, mas assim que esta situação de pandemia estiver sob controle pretende marcar um novo ato para apresentar a Central de Recebimento e Armazenagem de Grãos para os associados, convidados e autoridades de toda a região.
Com informações e fotos da Assessoria de Comunicação da Coopatrigo
O Sistema Ocergs-Sescoop/RS comunica que, entre os dias 23 de março e 22 de abril de 2020, sua sede administrativa (rua Félix da Cunha, 12, Porto Alegre) e a Escoop (avenida Berlim, 409, Porto Alegre) estarão fechadas e os serviços serão prestados de maneira remota.
Durante o período citado, todos os canais de comunicação eletrônicos permanecem em operação.
O Sistema Ocergs-Sescoop/RS segue atento à situação, por meio de comitê responsável, seguindo as orientações do Ministério da Saúde e autoridades sanitárias. Quaisquer dúvidas podem ser enviadas ao e-mail
Queridos Associados e Amigos,
Nesses tempos difíceis, eu gostaria de expressar minha solidariedade a todos os membros da ACI e, em particular, a todos aqueles que estão passando por um momento doloroso e de isolamento.
A emergência em que estamos e as medidas divulgadas pelas autoridades nacionais para prevenir a disseminação do Covid-19 trazem um grande desafio para nossas comunidades, nas quais nossas cooperativas prestam um papel importante.
Para o bem de nossas comunidades, devemos demonstrar inteligência e uma grande compostura para enfrentar não só os riscos de saúde, mas também o funcionamento geral de nossas instituições e atividades.
Muitas cooperativas já reorganizaram seus modos de trabalho. Os escritórios da ACI fizeram o mesmo. Eu gostaria de elogiar os esforços que estão sendo feitos em suas respectivas organizações.
Está claro que adaptaremos nossas ações às recomendações das autoridades competentes para contribuir cada vez mais com a proteção das pessoas, como sempre fizemos.
No movimento cooperativista, sabemos que "a experiência do outro", baseado em valores como respeito, saber ouvir, aceitação, empatia, cuidado mútuo, boa vontade, responsabilidade, cidadania , etc., também é fundamental.
Em situações de crises, as cooperativas sempre estiveram à frente com lucidez, coragem e determinação. Hoje, graças à inerente solidariedade, unidade e espírito pioneiro, elas continuam a gerar ideias poderosas para o benefício de todos.
Vamos continuar a comunicar, compartilhar informação relevante e atender à responsabilidade e sensibilidade de todo o movimento cooperativista.
Desejo a vocês toda a força e coragem para enfrentar esse período turbulento.
Ariel Guarco
Presidente
*Confirma a publicação original aqui.
Fonte: ACI
A Rede Técnica Cooperativa (RTC), com o apoio da Federação das Cooperativas Agropecuárias do Estado do Rio Grande do Sul (FecoAgro/RS), estima que as perdas na safra de soja no Rio Grande do Sul serão de 46,6%. Os números, fechados na última sexta-feira, 13 de março, foram levantados com 21 cooperativas agropecuárias gaúchas representando cerca de 3 milhões de hectares da cultura no Estado.
Conforme o presidente da FecoAgro/RS, Paulo Pires, mesmo que haja previsão do retorno de chuvas, a situação é irrecuperável. "É um quadro muito sério para o Rio Grande do Sul, estas perdas são irreversíveis mesmo com previsão e ocorrência de chuvas, vamos nos encaminhar para um ano muito difícil. Além da perda de quantidade, temos uma perda de qualidade na produção", avalia.
Na última semana, juntamente com o governador do Estado, Eduardo Leite, e parlamentares gaúchos, entidades do setor entregaram à ministra da Agricultura, Tereza Cristina, documento com medidas para amenizar as perdas aos produtores rurais atingidos pela estiagem no Rio Grande do Sul. "Cada vez estas medidas se tornam mais necessárias para resolvermos os problemas desta safra, criar um impacto e condições para que o produtor pague esta conta", ressalta Pires, acrescentando também o problema da pandemia do Coronavírus que vai impactar na economia mundial.
Com informações e foto da FecoAgro RS/Divulgação
A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou que vivemos uma pandemia do novo coronavírus (COVID-19), situação que preocupa autoridades e órgãos competentes no combate e prevenção à propagação da doença infecciosa. Atento ao cenário atual, e preocupado com a saúde e o bem-estar dos aprendizes cooperativos e seus familiares, o Sescoop/RS informa que as aulas teóricas e práticas do programa Aprendiz Cooperativo estão suspensas a partir de hoje (17/3) até o dia 5 de abril, conforme a Circular 0020/20.
Para as cooperativas que possuem em seu quadro de profissionais contratos com aprendizes matriculados nos Programas de Aprendizagem oferecidos pelo Sescoop/RS, em decorrência da Lei 10.097/2000 e Decreto 5598/2005, a orientação é que a remuneração dos aprendizes durante o período da suspensão das aulas deve seguir o que consta no contrato especial de trabalho mantido entre a cooperativa e o aprendiz, conforme Artigo 428 da CLT.
Durante esse período, o Sescoop/RS estará acompanhando os fatos e encaminhando ações no sentido de contribuir para a retomada da normalidade.
A Unicred Porto Alegre está lançando uma linha de crédito estudantil semestral para alunos matriculados nos cursos de graduação de Medicina. Os estudantes associados à entidade poderão solicitar o financiamento que vai de R$ 1 mil a R$ 100 mil, com as menores taxas do mercado, independente do semestre que estejam cursando.
O Crédito Estudantil Uni, como o produto foi chamado, é atrativo pois está alinhado aos princípios cooperativistas norteadores da Unicred Porto Alegre, visando possibilitar maior acesso à educação, formação e informação, pilares do cooperativismo. O exercício de taxas atrativas para os estudantes acontece pois, diferentemente de instituições bancárias tradicionais, a Unicred Porto Alegre não visa o lucro, e sim a prosperidade e crescimento dos seus associados.
A contratação do Crédito Estudantil Uni acontecerá semestralmente pelo estudante. Cada semestre financiado terá seu pagamento dividido em 12 parcelas, ou seja, o aluno terá o dobro do tempo para realizar o pagamento do semestre, e dessa forma, caso contrate o crédito no início da sua jornada acadêmica, terá o dobro do tempo para efetuar o pagamento dos seus estudos de uma forma total. Após a contratação do primeiro semestre os próximos financiados terão sempre a carência necessária para que em nenhum momento as parcelas de um semestre se acumulem com as parcelas de outro. Os alunos poderão ainda negociar descontos com as universidades para liquidação integral pelo período.
Para o presidente da Unicred Porto Alegre, José Cesar Boeira, as operações de crédito estudantis são necessárias para que os alunos ingressem em uma faculdade ou possam concluir seus estudos com tranquilidade. Por isso, a “linha de crédito estudantil, que passamos a operar significa um marco no relacionamento com os estudantes, que desejam ser profissionais médicos. É em benefício de jovens como estes que “a cooperativa vem implementando projetos e ações que de alguma forma beneficiem a educação, em especial, na Região Metropolitana de nosso Estado” conclui.
Comunicamos que nos dias 24/02, 25/02 e 26/02 (manhã), as sedes do Sistema Ocergs-Sescoop/RS e da Faculdade de Tecnologia do Cooperativismo – Escoop estarão fechadas devido ao período de Carnaval. Nossas atividades serão retomadas normalmente a partir das 13h da próxima quarta-feira (26/02).
Desejamos a todos boas festividades e ótimo descanso!
O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) foi informado nesta quinta-feira (13) que o Kuwait passará a importar carne bovina do Brasil. “Mais uma boa notícia de abertura de mais um mercado para a carne bovina brasileira: o Kuwait, país que visitamos em setembro, quando iniciamos essa conversação. Hoje veio a boa notícia de mais um mercado para a carne bovina brasileira”, afirmou a ministra Tereza Cristina.
O Kuwait foi um dos países em que a ministra esteve em setembro do ano passado, durante a missão ao Oriente Médio. Atualmente, a carne de frango (in natura) é o produto agropecuário brasileiro mais comprado pelo Kuwait. Em 2018, foram importadas 122.945 toneladas, o equivalente a US$ 185,7 milhões.
O Brasil também exporta para o Kuwait milho, suco de laranja, café solúvel, farelo de soja, café verde, carne de frango (industrializada), carne de pato (in natura), castanha de caju e carne de peru (in natura). No ano passado, as exportações agropecuárias para o Kuwait totalizaram US$ 209,4 milhões, o equivalente a 215.463 toneladas.
Fonte: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
Fundada em 14 de fevereiro de 1931, a Cooperativa Vinícola Aurora teve o melhor desempenho comercial em quase nove décadas e para os próximos anos projeta duplicar a receita. Em dez anos, o faturamento quase triplicou, atingindo R$ 558 milhões em 2019, o melhor desempenho de toda sua história.
O resultado, mais uma vez, a consolida como a vinícola que mais fatura no País e também como líder de mercado nas categorias de vinhos finos, sucos de uva e coolers. O suco representa cerca de 60% da receita total da empresa. Hoje, a Aurora conta com a dedicação de 1,1 mil famílias associadas, em 11 municípios, e o engajamento de 500 funcionários divididos em três unidades em Bento Gonçalves e outra em Pinto Bandeira.
As exportações também vêm se destacando. Em 2019, 756 mil garrafas foram comercializadas para mais de 20 países, sendo Paraguai, China e Estados Unidos os principais compradores.
Por ano, são envasados 64,5 milhões de litros de produtos vinícolas, divididos em 220 itens que compõem o portfólio das 13 marcas da vinícola. Sem falar das novas bebidas: a cada safra, são, em média, cinco lançamentos. Atualmente, os vinhos, espumantes, sucos de uva, destilados e coolers da Aurora estão em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal. São Paulo, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro lideram o ranking.
15% da safra gaúcha vem da Aurora
Nessas quase nove décadas, a agricultura familiar continua sendo a base de sustentação do negócio: mais de 60 variedades de uvas Vitis Vinífera, Americanas e Híbridas são cultivadas pelos associados em 2,8 mil hectares nas cidades de Bento Gonçalves, Veranópolis, São Valentim do Sul, Guaporé, Cotiporã, Monte Belo do Sul, Santa Teresa, Pinto Bandeira, Vila Flores, Farroupilha e Garibaldi. Todas as propriedades ficam dentro de um raio de 50 quilômetros da unidade industrial da vinícola, o que garante melhor frescor da fruta e evita a fermentação indesejada.
Se na primeira vindima coletiva (1932) foram colhidos 317 mil quilos de uva, hoje os números impressionam, com a produtividade de cerca de 85 milhões de quilos da fruta (entre associados e terceiros) representando, aproximadamente, 15% do total da safra gaúcha para processamento. Durante a vindima, as unidades da vinícola chegam a receber 2,5 milhões de quilos da fruta por dia.
“A Aurora elabora produtos que atendem a todos os públicos, desde o suco de uva, passando pelos diferentes estilos de vinhos e espumantes, desde linhas mais simples até rótulos premium, até opções de soft drink, como o Keep Cooler. As bebidas são resultado do esforço e dedicação de famílias que estão sempre em busca da matéria prima de qualidade e com procedência. São pequenos produtores que unidos formam a maior vinícola do Brasil”, ressalta o diretor-superintendente da Cooperativa, Hermínio Ficagna.
A caminho do centenário
Duplicar o faturamento nos próximos cinco anos é um dos objetivos da Vinícola Aurora com a nova unidade inaugurada em maio de 2019, no Vale dos Vinhedos, em Bento Gonçalves. A nova planta industrial é a primeira fábrica do Brasil com certificado LEED versão 4.0, ou seja, é 100% sustentável. A unidade possui uma área total superior a 18 mil metros quadrados, com estrutura para abrigar o crescimento contínuo da vinícola por décadas.
O diretor-superintendente da Cooperativa, Hermínio Ficagna, lembra que as conquistas obtidas nesses 89 anos só foram possíveis graças à dedicação de vitivinicultores, à constante modernização do parque industrial, à alta tecnologia das unidades e aos rigorosos padrões exigidos nos processos de produção.
“O cuidado extremo com a rotina produtiva, observado a partir da plantação das mudas ao engarrafamento do produto, faz parte da receita de crescimento constante da Aurora durante todos esses anos”, analisa o superintende.
NÚMEROS QUE IMPRESSIONAM
Agricultura familiar:
- 1,1 mil famílias associadas;
- 2,8 mil hectares de área cultivada em 11 municípios da Serra Gaúcha: Bento Gonçalves, Veranópolis, São Valentim do Sul, Guaporé, Cotiporã, Monte Belo do Sul, Santa Teresa, Pinto Bandeira, Vila Flores, Farroupilha e Garibaldi;
- Mais de 60 variedades de uvas cultivadas. Entre as principais: Merlot, Cabernet Sauvignon, Chardonnay e Pinot Noir (Vitis Viníferas) e Isabel, Concord, Seibel e Bordô (Americanas e Híbridas);
- Previsão para a safra 2020: 85 milhões de quilos de uva, representando cerca de 15% da estimativa estadual.
Estrutura:
- 135 mil metros quadrados de área construída no município de Bento Gonçalves. Em 2009, eram 110 mil metros quadrados;
- Capacidade de recebimento de uva na unidade industrial: 2,5 milhões de quilos por dia. Em 2009, eram 1,9 milhões de quilos por dia;
- Tanques de aço inox com capacidade de estocagem de 74 milhões de litros;
- 375 barricas de carvalho francês e americanos;
- 500 funcionários. Em 2009, eram 322 profissionais;
- Responsável pela vinificação: Flávio Zílio (enólogo-chefe).
Comercializações:
- R$ 558 milhões em faturamento em 2019, o melhor desempenho dessas quase nove décadas. Em 2009, foram R$ 196 milhões;
- 64,5 milhões de litros envasados em 2019: 13,5 milhões de vinhos tranquilos; 4,1 milhões de espumantes; 42,7 milhões de sucos de uva; 3,3 milhões de cooler; 181 mil de filtrado doce e 528 mil de frisante. Em 2009, o total foi de 26 milhões de litros;
- Produtos vendidos para todos 26 estados brasileiros e o Distrito Federal, sendo São Paulo, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro os principais compradores;
- 756 mil garrafas exportadas para mais de 20 países, sendo Paraguai, China e Estados Unidos os principais compradores;
- Escritórios administrativos no Rio Grande do Sul, São Paulo e Rio de Janeiro e representantes comerciais em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal;
- Representes comerciais na China, nos Estados Unidos e em Portugal, além de importadores em outros países;
- 220 produtos, divididos em 13 linhas: Aurora, Pequenas Partilhas, Casa de Bento, Conde Foucauld, Marcus James, Keep cooler, Sangue de Boi, Contry Wine, Maison de Ville, Sain Germain, Prestige, Brazilian Soul (marca destinada ao mercado externo) e Clos des Nobles.
Enoturismo:
- Pioneira no enoturismo na Serra Gaúcha (1967);
- 202 mil visitantes em 2019: 12,22% a mais que o mesmo período do ano anterior (180 mil turistas). Em 2009, passaram pelo espaço 136 mil turistas.
Premiações:
- Vinícola mais premiada do País, com 698 condecorações conquistas em concursos brasileiros e internacionais, sendo 41 delas em 2019, em certames como o Decanter Wolrd Wine Awards (Inglaterra), International Wine Challenge (Inglaterra), Challenge International du Vin (França), Vinalies International (França), CataD'Or Wine Awards (Chile) e Vinus (Argentina).