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Com investimento de R$ 250 milhões, a Unimed Vale dos Sinos está inaugurando um novo hospital, em Novo Hamburgo, em valor que inclui também outros recursos na revitalização de todo o complexo.
Idealizado há dez anos e cuja obra avançou após muitos entraves judiciais e burocráticos, de acordo com o presidente da Unimed Vale do Sinos, Luis Carlos Melo, a nova unidade está prestes a se tornar uma referência em diferentes áreas da medicina nacional, assim como em tecnologias adotadas e em sustentabilidade.
"Começamos este projeto em 2011, e as obras em 2019, devido a muitos entraves, como é uma constante a quem quer empreender neste País. Agora, é um sonho realizado", destacou Melo, comemorando a inauguração após tanto tempo.
A nova unidade tem 40 mil metros quadrados e um edifício garagem com capacidade para 500 veículos, ambos interligados por passarelas áreas suspensas ao hospital São Rafael, já administrado pela Cooperativa médica no local. O novo empreendimento da Unimed Vale do Sinos, além de ampliar significativamente a capacidade de atendimento na região como um todo, também empregará cerca de 500 profissionais que se somam aos 1,8 mil já atuantes.
Na segunda-feira (24/5), o complexo começa a receber pacientes internados hoje na unidade localizada no centro de Novo Hamburgo, em um trabalho que deve ser concluído até dia 31 de maio. A área de tecnologia implantada no hospital é aparentemente simples, mas permitirá uma operação mais ágil do trabalho médico e dos próprios pacientes, por meio de chips inseridos na roupa. O hospital tem um sistema de localização individual em que os pacientes poderão circular melhor pelas unidades sabendo onde estão e para onde devem ir, assim como as equipes e profissionais de saúde.
Conheça o novo completo hospitalar
- O novo hospital tem 40 mil metros quadrados. O atendimento à população em geral será iniciado a partir do dia 31 de maio.
- A obra, que começou a ser construída em março de 2019, agora conta com serviços diferenciados na área médica. O novo hospital conta com sete salas cirúrgicas e 204 leitos, sendo 120 de internação, 25 de hospital-dia, 19 de internação obstétrica/materna, 20 UTI adulto e 20 UTI neonatal.
- A Cooperativa irá gerar 500 novas vagas diretas de emprego. Até o momento, já foram preenchidas mais de 150 vagas para funções como técnico de enfermagem, enfermeiro, maqueiro, técnico em radiologia, auxiliar de hospedagem, auxiliar de farmácia, assistente de farmácia, atendente de nutrição, cozinheiro, nutricionista e vagas administrativas.
- O Complexo contará com três prédios: o novo hospital, o hospital atual onde se iniciará um amplo retrofit (processo de melhoria de instalações antigas que busca atualizar o espaço, corrigir problemas e torná-lo mais seguro e confortável para os usuários) e o edifício garagem.
- Para ligar as duas unidades, além do estacionamento, foi construída uma passarela, içada sob a Rua Normélio Stabel com o objetivo de oferecer dois fluxos: um hospitalar, exclusivo para funcionários, pacientes já internados e abastecimento geral do complexo; e outro para o público em geral com livre acesso.
Fonte: Jornal do Comércio
Crédito da foto: Unimed Vale do Sinos/Divulgação
Uma verdadeira revolução na locomoção por automóveis está a caminho e os países devem se preparar para um novo tipo de demanda. Um relatório divulgado recentemente pela Rystad Energy prevê que a participação de veículos elétricos nas vendas globais de automóveis novos pode disparar ao longo da próxima década. Hoje, segundo a consultoria, esse tipo de carro responde por uma parcela de 4,6%, mas pode ultrapassar os 50% a partir do ano de 2033. O número é um alerta aos governos e planejadores do segmento de energia, que desde já precisam preparar seus parques de geração e redes de distribuição de energia para a demanda que está por vir. Em 2021, a Rystad Energy espera que os veículos elétricos representem cerca de 6,2% das vendas globais de automóveis de passageiros, com a participação subindo para 7,7% no ano seguinte.
Com o seu primeiro carro 100% elétrico adquirido em novembro passado e com o primeiro ponto de abastecimento da região inaugurado em fevereiro deste ano, integrando o seu 65º aniversário, a Certel norteia suas ações para a evolução da sustentabilidade. “A Cooperativa projeta ampliar futuramente sua frota, inclusive com caminhões elétricos. Paralelamente, investe consideravelmente em redes de transmissão, subestações, equipamentos e em capital humano para atender a demanda dos próximos anos”, assinala o diretor de operação e manutenção, Daniel Luis Sechi.
“Precisamos estar muito conectados com as tendências do futuro, para que nossos atendimentos sejam cada vez mais eficientes e que o meio ambiente seja preservado para as próximas gerações. O nosso ponto de abastecimento elétrico foi instalado para também beneficiar os moradores da região que possuam carros elétricos, e que não terão nenhum custo para abastecer conosco. É uma postura inovadora e pioneira da Certel que vem de encontro ao compromisso que temos com o nosso quadro social”, complementa o presidente, Erineo José Hennemann.
Carregamento do carro elétrico no posto de abastecimento da Certel
Energia e inovação caminhando lado a lado. É assim que podemos definir o Posto de Abastecimento para Carro Elétrico da Certel. Sendo também o primeiro da região, a estação foi inaugurada no dia 19 de fevereiro, data que marcou o 65º aniversário da cooperativa. Mas, se você tem curiosidade de como funciona um posto de abastecimento, contamos em detalhes os devidos processos de carregamento.
Com a geração de energia através de placas solares, que mantêm uma potência instalada de 10 quilowatts, o carro elétrico pode ser carregado em até 8h e também possibilita a recarga de dois veículos por vez.
O engenheiro eletricista da Certel, Felipe Drebes, explica sobre a energia gerada através das placas solares. “Um fator interessante que podemos destacar é sobre a energia que geramos no posto, mas que não é consumida pelo veículo. Essa sobra que não foi utilizada é injetada diretamente no sistema da Certel e fica de crédito para consumir em outros horários de carregamento do veículo”, pondera.
Caso esteja se perguntando “como faço para abastecer meu carro elétrico na Certel?”, os profissionais da Certel estão devidamente preparados para auxiliar. Pode parecer um processo simples, conectando somente o cabo na fonte de energia, mas Drebes explica que tudo depende do modelo e adaptadores necessários. “Se caso decidir realizar o carregamento conosco, é muito importante se atentar ao sistema de adaptação. Ele deve ter o mesmo padrão que o do posto de abastecimento. Aqui na Certel, utilizamos a tomada tipo dois” destaca.
Chegando à sede administrativa da cooperativa, o ideal é se dirigir até a recepção e conversar com a área técnica da Certel. Assim, você conhece um pouco mais do sistema elétrico e verifica se será possível realizar a recarga, ou caso necessário, a inclusão de um adaptador. “Estamos sempre abertos para esclarecer qualquer dúvida, tanto para o carro elétrico, quanto ao posto de abastecimento”, finaliza o engenheiro.
Fonte: Assessoria de Comunicação da Certel
Crédito da foto: Gabriela Santos/Divulgação
A Federação das Cooperativas Agropecuárias do Estado do Rio Grande do Sul (FecoAgro/RS) divulgou nessa segunda-feira, 17 de maio, a primeira estimativa dos custos de produção para a soja e o milho previstos para a safra 2021/2022. A indicação do estudo, conduzido pelo diretor técnico da entidade, Tarcísio Minetto, é que as duas culturas terão uma alta acima de 25% nos desembolsos para o próximo período.
Com isso, o desembolso do milho se elevou 27,36% em relação à safra 2020/2021. O custo operacional por hectare ficou em R$ 4.549,94, aumento de R$ 977,49 por hectare. Já o custo total de produção é de R$ 6.625,43. Em termos de comparação com a safra anterior, o valor é superior em R$ 1.590,85 por hectare. Mesmo assim, neste mês de maio de 2021, a relação de troca está mais favorável se comparado às últimas dez safras, desde a temporada 2011/2012, justificado pelos bons preços neste ano. Para cobrir os custos, conforme aponta o levantamento da FecoAgro/RS, o produtor precisará colher 51,70 sacas de milho ao preço atual de R$ 88,00 a saca para o desembolso e vai precisar colher 75,29 sacas para cobrir o custo total.
No caso da soja, os cálculos da FecoAgro/RS apontam um desembolso de R$ 3.098,25 por hectare, aumento de 29,98% comparado com safra passada e superior em R$ 714,70 por hectare. O custo total ficou em R$ 4.800,76 por hectare, elevação de 31,78% se comparado com o valor de R$ 3.643,02 da temporada passada. Para que o produtor gaúcho consiga cobrir o seu desembolso será necessário vender a um preço médio de R$ 51,64 a saca e para cobrir o custo total terá que vender a um preço médio de R$ 80,01 a saca. O sojicultor vai precisar colher 18,78 sacas de soja para cobrir o desembolso e de 29,10 sacas por hectare para cobrir o custo total. Ainda assim, é a relação de troca mais favorável das últimas nove safras, desde a safra 2012/2013.
Segundo o levantamento da FecoAgro/RS, a valorização do dólar frente ao real e a elevação dos preços dos principais produtos agrícolas em relação à ciclos anteriores impulsionaram a alta dos custos dos fertilizantes de demais insumos como defensivos, o que eleva o desembolso para próxima safra. Outro fator destacado na estimativa é o aumento dos combustíveis e nos preços das máquinas e equipamentos, que também apresentaram altas expressivas impactando na elevação nos custos das lavouras.
De acordo com o presidente da FecoAgro/RS, Paulo Pires, é importante ressaltar que, mantendo-se os atuais preços pagos e os custos projetados, o produtor terá uma rentabilidade melhor na cultura do milho do que na soja, o que é importante para a cadeia de produção animal e a economia do Rio Grande do Sul.
O levantamento da FecoAgro/RS salienta que, embora o produtor esteja mais capitalizado neste ano, é preciso ter cautela, pelo fato de ocorrer momentos cíclicos de bons preços, pois o mercado é volátil e o produtor enfrenta riscos. O estudo ainda conclui que é importante que o produtor se proteja com seguro agrícola e trave seus custos sempre buscando a sustentabilidade na produção.
Fonte: Assessoria de Imprensa da FecoAgro/RS
Foto: Paulo Pires/Divulgação
A Sicredi Fronteira Sul RS está com inscrições abertas para o Fundo Social Juntos pelo Bem. Entidades ou pessoas físicas que desenvolvam projetos sociais podem cadastrá-los no site www.cadastro.juntospelobem.com.br até o final do mês de junho. Importante ressaltar que pessoas físicas só podem inscrever projetos através de algum CNPJ, por isso, a cooperativa orienta que se alguém tem algum projeto, procure entidades assistenciais para apoiá-las com o cadastro.
O Juntos pelo Bem, que se tornou efetivamente Fundo Social no ano de 2020, teve início em 2019, atendendo 28 projetos de todos os 11 municípios de atuação da Sicredi Fronteira Sul com mais de R$ 187 mil. Já no ano passado, em virtude da pandemia de Covid-19, não foram abertas inscrições para projetos sociais. No entanto, a cooperativa não deixou de fazer sua parte para com as comunidades onde está inserida, e doou o valor do Fundo para todos os hospitais da região; cerca de R$ 206 mil.
Os projetos inscritos devem atender uma das categorias que constam no regulamento do Fundo Social: educação, cultura, saúde, empreendedorismo, segurança ou esportes (este com objetivo de inclusão social de crianças, adolescentes e jovens de até 21 anos de idade).
Após a submissão dos projetos, todos passam por uma análise criteriosa que avalia se não está faltando nenhuma informação, se estiver, os responsáveis serão informados via e-mail para ajuste. A escolha dos projetos é feita pelos gerentes das agências e os coordenadores de núcleos. No mês de setembro, os contemplados são divulgados, e os valores são distribuídos até o dia 15 de dezembro do ano vigente.
Importante destacar que a Sicredi contribui com 70% do valor solicitado para a realização do projeto selecionado. Os demais 30% devem ser aportados pela entidade e/ou responsável pelo mesmo.
Para mais informações, acesse o site www.cadastro.juntospelobem.com.br ou faça contato pelo whatsapp (51) 3358-4770.
Fonte: Assessoria de Comunicação Sicredi Fronteira Sul RS
Enfrentar a crise climática requer uma cooperação global sem precedentes, bem como um senso comum de urgência. Esse enfrentamento é o que fará a diferença entre um futuro promissor ou não. É por isso que as cooperativas têm feito a parte delas para contribuir com essa transição para uma economia verde e um mundo mais sustentável.
O assunto ganhou ainda mais evidência nesta semana por causa da reunião da Cúpula de Líderes sobre o Clima, liderada pelo governo dos Estados Unidos e com a participação de diversos países, dentre eles, o Brasil.
Por aqui, as cooperativas, por meio da OCB, e o Ministério do Meio Ambiente (MMA) têm estreitado cada vez mais sua relação, possibilitando que elas sejam elos fortes nessa corrente de orientação da população sobre a urgência de se desenvolver um olhar estratégico sobre o meio ambiente. Quer alguns exemplos dessa parceria que visa entre outras coisas a diminuição da emissão gases como o carbono? Vamos lá:
PROGRAMA ADOTE UM PARQUE
A Coopecredi Guariba assinou, em março, um protocolo de intenções o MME, visando a adoção da Reserva Extrativista de São João da Ponta (PA). Com isso, tornou-se a primeira coop e a terceira empresa brasileira a participar do programa. A reserva é uma das 132 unidades de conservação que fazem parte da primeira etapa do Adote um Parque, cujo objetivo é para fortalecer a proteção de áreas federais. A assinatura do protocolo ocorreu no dia 17/3. (Leia mais)
PAGAMENTOS POR SERVIÇOS AMBIENTAIS
A OCB tem estimulado que as cooperativas façam parte da Política Nacional de Pagamentos por Serviços Ambientais. A ideia é que elas sejam inseridas cada vez mais nessa cadeia de incentivo à preservação dos recursos naturais.
De acordo com essa Política, os pagamentos por serviços ambientais podem ser aplicados em atividades individuais ou coletivas que favorecem a manutenção, a recuperação ou a melhoria dos serviços considerados de provisão, ou seja, que fornecem bens ambientais para consumo ou comercialização, como é o caso dos alimentos, serviços de suporte, aqueles que mantém perenidade da vida na terra como renovação da fertilidade do solo e controle de pragas e serviços de regulação, que dão manutenção ao meio ambiente como sequestro de carbono e controle de erosões.
Os pagadores de serviços ambientais podem ser o poder público, organização da sociedade civil ou agente privado seja pessoa física ou jurídica, nacional ou internacional. As formas de pagamento poderão ser feitas de forma direta, monetária, em dinheiro ou por comodatos, títulos verdes, cotas de reserva ambiental, prestação de melhorias sociais a comunidades rurais e urbanas ou por compensação vinculada à certificação de redução de emissões por desmatamento e degradação.
A política também cria o Programa Federal de Pagamentos por Serviços Ambientais. Neste programa, a União – por meio do Sistema Nacional do Meio Ambiente (Sisnama) será responsável por executar os pagamentos e será dada prioridade aos contratos fechados com comunidades tradicionais, povos indígenas, agricultores familiares, cooperativas e associações civis.
Entre os territórios que podem ser objeto do programa, estão incluídas as propriedades privadas, situadas na zona rural, desde que estejam inscritas no Cadastro Ambiental Rural. As reservas legais e áreas de preservação permanente dos imóveis também serão elegíveis aos pagamentos por serviços ambientais com recursos públicos.
ENERGIA
Além disso, a OCB também estimula que as cooperativas de energia elétrica façam parte da cadeia de geração renovável, contribuindo assim para que todo o sistema brasileiro possa caminhar na direção da sustentabilidade. Entre os materiais que apoiam as coops nesse sentido estão:
- As energias renováveis no cooperativismo (clique aqui)
- Coopere e gere a própria energia (clique aqui)
- Novo Código Florestal e Cadastro Ambiental Rural (clique aqui)
- Guia de constituição de cooperativas de geração distribuída fotovoltaica (clique aqui)
UMA BANDEIRA, MUITAS MÃOS
“As cooperativas são parceiras naturais do desenvolvimento socioeconômico das nações. E nós sabemos que não há desenvolvimento sem que haja todas as questões que envolvem a sustentabilidade do planeta sejam levadas em consideração. A seu favor, as coops têm além do seu sétimo princípio – o interesse pela comunidade, a capacidade de mobilização social, pois são empresas de pessoas, atuando para pessoas. É muita gente envolvida na rotina da cooperativa, por isso, quando uma coop levanta uma bandeira, muitas pessoas estão sustentando esse movimento, transformando a realidade”, finaliza Márcio Lopes de Freitas, presidente do Sistema OCB.
Fonte: Sistema OCB
A Unicred Região dos Vales, juntamente com o Instituto Unicred RS, braço social do Sistema Unicred, estão continuamente dedicados ao propósito de estimular a educação de jovens e adultos nas comunidades em que estão inseridos. Desta forma, nas últimas semanas, a Instituição Cooperativa Financeira doou um total de 89 mochilas e estojos para crianças atendidas por três projetos assistenciais da região.
A primeira entrega da ação foi destinada para o projeto social Uma Sinfonia Diferente RS, que oferece musicoterapia para jovens e crianças com autismo. A Unicred Região dos Vales, que já havia doado instrumentos musicais no final do ano passado para as crianças atendidas pela iniciativa, destinou agora 19 mochilas e estojos para elas, no projeto que tem como coordenadora responsável a musicoterapeuta Graziela Pires.
Os alunos da Escola Municipal de Ensino Fundamental Presidente Affonso Penna, que participam do projeto social Tênis Para Todos, também foram beneficiados com a entrega de 40 mochilas feita para Michelle Bremm, Diretora, Andressa Fassbinder dos Santos, coordenadora pedagógica, e Cali Maier, vice-presidente esportiva da Sociedade Aliança. Na proposta, que atende crianças de 6 a 11 anos da rede pública de ensino, elas recebem horas complementares com o treinamento de tênis na sede da Sociedade Aliança, em Novo Hamburgo.
Por fim, mais 30 mochilas foram destinadas para o Projeto Social de Inclusão de Crianças Através do Karatê, realizado com alunos da APAE. A entrega foi realizada pelo médico Dr. Ricardo Ossanai, da agência de Montenegro, entusiasta do projeto.
“A Unicred está sempre dedicada com iniciativas que buscam diminuir as desigualdades sociais e incentivar a educação, esporte e lazer para crianças e adolescentes nas regiões em que atuamos. Ficamos imensamente felizes de apoiar essas crianças que estão envolvidas em projetos e causas tão importantes”, comenta o Presidente da Unicred Região dos Vales, Dr. Paulo Luiz Rech.
A iniciativa partiu da doação de mochilas que o Instituto Unicred RS adquiriu do Projeto Casulo RS, ação colaborativa de 2020 que reuniu empresas, organizações da sociedade civil, profissionais e voluntários. No projeto, pessoas físicas e empresas foram responsáveis pela doação de banners e materiais similares, enquanto costureiras autônomas em condições de vulnerabilidade social trabalharam na produção das mochilas.
Fonte: Assessoria de Comunicação Unicred Região dos Vales
Unir crescimento econômico com diminuição de emissão de CO2 na atmosfera. O que já pareceu utopia para muitas empresas tem sido o modus operandi da Cooperativa vinícola. No mesmo ano em que registrou um faturamento de R$ 701 milhões – o maior em 90 anos de história – a Vinícola Aurora reduziu a emissão de 316,8 mil toneladas de gás carbônico. Este volume é o equivalente a 8,8 mil mudas de árvores conservadas por 20 anos, a 3,1 mil veículos leves à gasolina percorrendo 500 quilômetros, ou, ainda, a 793 transportes de cargas de uma tonelada pelo mesmo trajeto.
Pelo terceiro ano consecutivo, a empresa recebeu o Certificado de Redução de Emissão de Gases de Efeito Estufa por utilizar apenas energia elétrica proveniente de usinas de fontes renováveis e incentivadas pelo Governo Federal, como eólica, solar, biomassa, de Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCH) e Centrais Geradoras Hidrelétricas (CGHs). O certificado foi emitido pela Consultoria em Energia Ludfor.
O diretor superintendente da Vinícola Aurora, Hermínio Ficagna, avalia que, mais do que a economia gerada pelo uso de energias renováveis, que chegou a R$ 828 mil no período - uma média de 25% do que seria gasto com fontes convencionais, o mais importante é conciliar produtividade com sustentabilidade.
“Temos uma preocupação muito grande com a preservação dos recursos naturais, visto que o que move a indústria vinícola depende da natureza e do clima. Para nós, é emblemático que em 2020, no ano em que tivemos uma das melhores safras da história, podemos receber uma certificação internacional por redução de CO2 no meio ambiente”, reforça.
Os dados dos cálculos de emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) seguem as metodologias reconhecidas internacionalmente, como o GHG Protocol Corporate Standart da The Green house Gas Protocol Initiative e o Intergovernmental Panel on Climate Change (IPCC).
Uma das plantas industriais da Aurora, inaugurada em 2019 no Vale dos Vinhedos, é a primeira fábrica do Brasil com certificado LEED versão 4.0 por ser 100% sustentável. A vinícola também possui outras duas unidades em Bento Gonçalves e uma no município vizinho de Pinto Bandeira. A Aurora conta com 1,1 mil famílias associadas, em 11 municípios, e mais de 500 funcionários. A empresa é líder de mercado em vinhos finos - foram mais de 9,7 milhões de litros comercializados em 2020 – e também está na dianteira do share de mercado de suco de uva integral e de coolers.
Fonte: Assessoria de Imprensa da Cooperativa Vinícola Aurora
Crédito da foto: André Majola
Uma rede que transforma e beneficia o cooperativismo agropecuário gaúcho. Assim é a RedeAgro, um sistema cooperativo de varejo, com sede no município de Soledade, que funciona de forma online. Em 2019, 21 cooperativas filiadas à RedeAgro movimentaram R$ 139,4 milhões em volume total de compras em conjunto, beneficiando mais de 130 mil cooperados.
Entre os seus objetivos estratégicos, a RedeAgro atua na realização de negócios em rede e em maior escala, na redução do custo unitário dos produtos em função do volume comprado e no aumento da comercialização de produtos industrializados ou beneficiados pelas cooperativas.
Redução de custos e vantagens para os cooperados
O trabalho da RedeAgro é fazer a aquisição de produtos para as cooperativas virtualmente, por meio da Central de Compras. “O objetivo é adquirir mercadorias que existem no varejo, em grande quantidade, diminuindo os custos para as filiadas e, consequentemente, para os sócios. A gente entrega diretamente no depósito das associadas”, esclarece o presidente da Redeagro, Gelso Manica.
A RedeAgro trabalha basicamente com varejo. Conforme Manica, a cooperativa de compras adquire mercadorias como ração, lâmpadas, produtos perecíveis, entre outros. “Um dos nossos princípios é melhorar a segurança alimentar. Quem ganha com tudo isso é o consumidor”, como revela a associada da Cotriel, Vera Lucia Zuchelli. “Fiz a escolha de comprar no supermercado não somente por ser uma sócia da Cooperativa, mas sim pela qualidade e diversidade dos produtos.” Muitas dessas mercadorias são compradas por meio da RedeAgro.
Para o presidente do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, o projeto é um case de sucesso que reforça o princípio cooperativista da intercooperação. "A união de esforços das cooperativas torna o cooperativismo mais competitivo na área de varejo e reforça a importância da intercooperação. Essa relação estabelece benefícios para as cooperativas, para os sócios e também para as comunidades nas quais elas estão inseridas", destaca.
A Unicred Ponto Capital, dedicada à transformação social das comunidades em que está inserida, promoveu uma série de doações que resultam do projeto “Eu Transformo”. A partir da ação, que busca demonstrar na prática a força do cooperativismo e da coletividade, foi possível a doação de 5.740 máscaras de proteção para beneficiados de projetos sociais, entidades assistenciais e grupos vulneráveis.
O projeto “Eu Transformo” foi desenvolvido para estimular o cooperativismo, fazendo com que, a partir da associação de novos cooperados, estes sejam responsáveis pela colaboração ao próximo em suas próprias comunidades. Para isso, a Unicred Ponto Capital investe o mesmo valor que o cooperado aplica em sua entrada no sistema em uma ação de incentivo à economia local, com a produção de máscaras de proteção, e, depois, com a doação delas para uma instituição da mesma cidade.
Para a produção das máscaras que foram doadas, a Unicred Ponto Capital selecionou nove projetos de suas cidades de atuação com potencial para fazer a diferença em suas comunidades e que, em razão da pandemia, passaram por desafios econômicos. Foram os seguintes: Projeto Arsele e Ateliê Elisa Camargo, de Santa Maria; Projeto Taifa, de Santiago; Pilche, de São Gabriel; Adri Malhas e Confecções, de Cachoeira do Sul; Rizzatti Malharia, de Alegrete; Apetrechos, de Uruguaiana; IProtect Brasil e Poliprodutos, de Recife (PE).
Para o presidente da Unicred Ponto Capital, Flávio Cabreira Jobim, o projeto “Eu Transformo” demonstra a importância da coletividade. “Em momentos delicados como no período em que estamos vivendo, o cooperativismo e o auxílio ao próximo são cada vez mais necessários. Devemos trabalhar juntos de nossa comunidade para atravessar esta pandemia, buscando um amanhã melhor para todos”, declara.
Foram mais de 17 entidades e instituições beneficiadas com a doação das máscaras pelo projeto “Eu Transformo”, colaborando com mais de 5 mil pessoas atendidas. As doações ocorreram com a seguinte distribuição:
Alegrete
• Doação de 100 máscaras para a Liga Feminina de Combate ao Câncer de Alegrete, instituição que existe há 60 anos e presta assistência para cerca de 350 pacientes com o apoio de 55 voluntárias.
Cachoeira do Sul
• Doação de 120 máscaras para a Liga Feminina de Combate ao Câncer de Cachoeira do Sul, associação sem fins lucrativos de caráter beneficente de assistência social e promoção da saúde.
• Doação de 120 máscaras para o Asilo da Velhice Nossa Senhora Medianeira, fundado em 1949, que acolhe, ampara e protege idosos em situação de vulnerabilidade social.
Santiago
• Doação de 100 máscaras para a Arpes - Associação dos Recicladores Profetas da Ecologia de Santiago, fundada em 2004, que beneficia 32 famílias que trabalham na seleção de lixo urbano.
Santa Maria
• Doação de 150 máscaras para a Sociedade Beneficente Lar de Míriam, instituição beneficente fundada em 1961 que, atualmente, atende cerca de 30 crianças e adolescentes no regime de proteção especial.
• Doação de 250 máscaras para a Associação de Amparo e Providência Lar das Vovozinhas, entidade fundada em 1946 e considerada o maior asilo do Brasil, atendendo quase 200 senhoras que residem no local.
• Doação de 1.300 máscaras para a Apae – Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais de Santa Maria, fundada em 1966 que atende cerca de 260 pessoas com deficiência e seus familiares.
• Doação de 500 máscaras para a Aapecan - Associação de Apoio à Pessoas com Câncer, entidade que atende gratuitamente pessoas com diagnóstico de câncer em situação de vulnerabilidade social.
• Doação de 500 máscaras para a instituição Caras do Bem, que oferece amparo para 110 famílias em situação de vulnerabilidade social em Santa Maria.
• Outras 500 máscaras já produzidas ainda serão doadas para entidade local a definir.
Uruguaiana
• Doação de 300 máscaras para a Aapecan - Associação de Apoio à Pessoas com Câncer de Uruguaiana.
• Doação de 250 máscaras para o Asilo Flores de Maria, instituição filantrópica fundada em 2012 para idosas, oferecendo moradia, alimentação, saúde e lazer.
• Doação de 250 máscaras para o Asilo Lar da Velhice, instituição que oferece moradia e todo o atendimento necessário para idosos.
• Doação de 300 máscaras para a Casa Vida, associação que oferece atendimento social e psicológico para pacientes em tratamento de saúde.
• Doação de 500 máscaras para a Secretaria Municipal de Saúde, que serão repassadas para os postos de saúde da comunidade local em situação de vulnerabilidade social.
• Doação de 250 máscaras para a Casa de Apoio ao Paciente Oncológico (Capo), instituição de acolhimento para pacientes em tratamento oncológico, com acomodação, alimentação e higiene para cerca de 800 pessoas por mês.
São Gabriel
• Doação de 150 máscaras ao Abrigo Espírita Manuel Viana de Carvalho, sociedade civil fundada em 1998 sem fins lucrativos que atende cerca de 40 idosos em situação de vulnerabilidade social.
Recife
• Doação de 200 máscaras para a Obra Assistencial São Sebastião, entidade que há mais de 20 anos beneficia cerca de 120 famílias com educação infantil e demais serviços básicos de apoio.
• Doação de 150 máscaras para a Instituição Passo de Anjo, que oferecem apoio e inclusão social por meio da música e cultura para crianças e seus familiares da comunidade Fosfato, localizada na cidade de Abreu e Lima (PE).
A campanha “Eu Transformo” segue sendo desenvolvida nas agências da Cooperativa, sempre beneficiando a própria região de origem dos cooperados, no Rio Grande do Sul e em Pernambuco, onde também há uma agência da Unicred Ponto Capital. Mais informações sobre a Cooperativa e o projeto "Eu Transformo" estão disponíveis em www.pontocapital.unicred.com.br/eutransformo.
Sobre Unicred Ponto Capital
Fundada há mais de 22 anos, a Unicred Ponto Capital é uma das maiores cooperativas do Sistema RS. Oferece soluções financeiras como opções de investimentos, linhas de financiamento, previdência privada exclusiva do sistema, consórcio, cartões, seguros, entre muitos outros, com atendimento presencial e digital, sempre focada no crescimento conjunto e na prosperidade de seus cooperados. Possui 14 pontos de atendimento que representam 6.450 cooperados, mais de R$ 300 milhões na carteira de crédito e a poucos passos de conquistar meio bilhão de reais em ativos totais. Conheça mais sobre a cooperativa no site http://bit.ly/PontoCapital.
Fonte: Assessoria de Imprensa da Unicred Ponto Capital
Oportunizar cursos e palestras para ter uma qualificação constante sempre foi prioridade em uma cooperativa da região Noroeste. Esse ano, em função da pandemia, a realidade precisou ser alterada, mas sem perder oportunidades. A tecnologia foi uma aliada dos profissionais que continuaram se atualizando mesmo sem sair da empresa.
Um das ações de destaque em 2020, na Cooperativa Tritícola Santa Rosa Ltda (Cotrirosa), foi o curso de Libras, a Língua Brasileira de Sinais. As aulas ocorreram através de uma parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo do estado do Rio Grande do Sul (Sescoop/RS). A instrutora do Programa de Desenvolvimento Profissional Cooperativo - Capacita, Regina Zambon Schmidt, destaca que o curso tratou assuntos como introdução e história do surdo no Brasil, parâmetros como configuração de mão, ponto de articulação, movimento, orientação, libras escrita e tácteis, alfabetos manuais e numerais, entre outras informações importantes para a comunicação.
As atividades iniciaram em fevereiro de forma presencial e terminaram no formato à distância. O curso teve um total de 40 horas e foi extremamente produtivo, segundo a assessora Zélia Savoldi. "Foi muito importante para promover a integração e socialização com os funcionários que possuem deficiência auditiva. O aprendizado é mútuo e só nos faz crescer como profissionais e seres humanos".
A Cooperativa também realizou a palestra "Os desafios e encantos da inclusão social no ambiente de trabalho", destinada para funcionários dos 18 municípios da região de atuação da Cotrirosa. A ação teve como objetivo capacitar e preparar os funcionários para disseminar a cultura da inclusão, promovendo o crescimento individual e coletivo pela convivência com as diferenças e o reconhecimento do valor da diversidade. Essa foi outra atividade desenvolvida de forma on-line e uniu profissionais de diversas unidades. Os eventos fazem parte do programa de inclusão social da Cooperativa.
Fonte: Cotrirosa
