Notícias ESG
Mais de 1.200 cooperados em todo o mundo responderam à Pesquisa de Identidade Cooperativa, que permanece disponível até 31 de outubro. Trata-se de um grande levantamento mundial sobre a diversidade e as convergências no entendimento do que é cooperativismo em todo o planeta. A pesquisa, que pode ser respondida em no máximo dez minutos, já está disponível em português e outros dez idiomas: árabe, chinês, inglês, francês, grego, italiano, japonês, coreano, nepalês e espanhol.
Os cooperados são incentivados a continuar compartilhando a pesquisa, enfatizando a oportunidade de respondê-la em qualquer um dos 11 idiomas listados acima. Aqueles que desejam aumentar a conscientização sobre a iniciativa podem fazê-lo usando o kit de ferramentas de mídia criado pela Aliança Cooperativa Internacional (ACI).
“A pesquisa é um passo importante em nosso exame para saber se a identidade cooperativa – nossos princípios e valores, nossa diferença cooperativa – está bem definida e compreendida. Você e seus membros responderam? Queremos ouvir sua voz!”, disse a presidente do Grupo Consultivo de Identidade Cooperativa da ACI, Alexandra Wilson.
Fonte: Aliança Cooperativa Internacional
O Sicredi, instituição financeira cooperativa com mais de 6 milhões de associados e presença em todos os Estados brasileiros e no Distrito Federal, lança um seguro para equipamentos de energia solar (placas fotovoltaicas e componentes). Denominado "Equipamento Energia Solar", o produto é oferecido em parceria com a Liberty Seguros e cobre danos materiais decorrentes de causa externa, além de roubos ou furtos qualificados.
O seguro está disponível para associados que adquirem crédito ou não para investir em equipamentos de energia sustentável no Sicredi. O produto tem cobertura em todo o Brasil com contratos de no mínimo 12 meses.
Os serviços incluem contratação e emissão da apólice na hora para projetos de até R$ 700 mil, cobertura para o valor total do projeto, incluindo mão-de-obra, amparo para quaisquer danos de causa externa como incêndio, queda de raio, explosão, granizo, roubo e furto qualificado e cobertura para danos elétricos.
Com a alta demanda e projeções de que o Brasil atingirá quase 25 gigawatts de capacidade instalada em energia solar no final de 2022, buscamos proporcionar aos associados proteção contra possíveis danos que possam ocorrer a seus equipamentos. Por esse motivo, procuramos por uma solução no mercado que trouxesse proteção, tranquilidade e confiança tanto para os associados, quanto para as agências que comercializam o seguro. Quem investe em energia solar colabora com o planeta, mas principalmente investe em sustentabilidade -, afirma o superintendente de Seguros, Consórcios e Previdência do Sicredi, Sávio Susin.
O seguro para equipamentos de energia solar faz parte do portfólio variado de ofertas do Sicredi que abrangem proteção para automóveis, residências, patrimonial, rural, acidentes pessoais e de vida, por meio de parcerias com as principais corretoras de seguro do Brasil.
Consórcio para energia solar
Além do seguro, o Sicredi possui modelos de financiamento a projetos de energia solar, por meio do Consórcio Sustentável. A modalidade é um sistema de compra cooperativada para energia solar e outros equipamentos ecoeficientes, em que o associado contribui mensalmente por meio de autofinanciamento, como uma poupança programada, e pode adquirir os equipamentos a partir de sorteios ou lances fixos e livres.
Crescimento de 30% no financiamento em energia solar
O Sicredi tem fomentado fortemente projetos em energia solar no Brasil. No primeiro semestre de 2022, a instituição concedeu mais de R$ 1,6 bilhão em financiamentos disponibilizados para a finalidade, o que representa um aumento de 30% em relação ao mesmo período do ano passado. Do total concedido, 53,9% foram a empresas, 26,2% a pessoas físicas e 19,9% ao agronegócio. Já a carteira de crédito para compra e instalação de equipamentos fotovoltaicos no mesmo período atingiu a marca de mais de R$ 5,2 bilhões, representando um aumento de 65% no saldo em relação a 2021.
Fonte: Assessoria de Comunicação da Sicredi
O mercado de Tecnologia da Informação (TI) é um dos mais aquecidos no mundo e cresce cada vez mais. Ainda assim, em 2021, o Brasil ofereceu 159 mil vagas para o setor e formou apenas 53 mil profissionais, segundo um levantamento da Brasscom. Consciente de seu papel no desenvolvimento de novos talentos, a Unicred acaba de lançar o programa Go <Tech>, que visa estimular a formação e colocação no mercado de trabalho de novos profissionais em TI de forma remunerada e com a possibilidade de efetivação.
O programa Go <Tech> será desenvolvido com especialistas da área em uma parceria da Unicred com a Zallpy Digital ao longo de 12 meses, com aprendizado teórico e prático no segmento de desenvolvimento mobile (iOS e Android) e evolução de função, a partir do seguinte cronograma: Estágio e Capacitação: três meses; Estágio e Onboarding em Produtos: três meses; DEV (desenvolvedor) Trainee: seis meses.
As inscrições para a primeira turma do programa Go <Tech> estão abertas até o dia 13 de outubro, voltadas para estudantes que cursam ensino superior na área de tecnologia e possuem noções básicas de lógica de programação. Também é necessário ter disponibilidade nos turnos de manhã e tarde, além de, nesta primeira edição, residir em Porto Alegre ou região metropolitana. Serão 14 vagas, sendo sete contratações diretas via Unicred do Brasil e sete via Zallpy Digital no modelo outsourcing.
Para o Diretor de Produtos e Tecnologia da Unicred do Brasil, Luis Augusto Soares Schuler, o Go <Tech> oferece uma oportunidade singular para a integração entre estudantes e o mercado de trabalho: “O programa Go <Tech> oferece vantagens tanto para os novos talentos, que buscam por aperfeiçoamento e pela oportunidade de inserção no mercado de trabalho, quanto para nós, da Unicred e Zallpy, em apoiar o desenvolvimento de novos profissionais – que podem inclusive trabalhar conosco no futuro. Além disso, será possível ao participante do programa se conectar a um ecossistema cooperativo de referência nacional, com mais de 250 mil cooperados”, declara.
Promovendo continuamente uma cultura voltada para inclusão da diversidade, a Unicred reitera que todas as pessoas candidatas qualificadas serão consideradas para a vaga, sem distinção de etnia, religião, orientação sexual, identidade de gênero, idade, nacionalidade ou deficiência. Para saber mais sobre o programa Go <Tech> e participar da iniciativa é possível acessar o site gotechunicred.gupy.io.
Fonte: Assessoria de Comunicação da Unicred
As cooperativas devem ser os agentes de inclusão dos produtores rurais gaúchos no mercado de créditos de carbono, um segmento com potencial de geração de US$ 100 bilhões ao ano, sendo US$ 75 bilhões em atividades ligadas ao uso da terra. Com regulamentação ainda em curso no Brasil, a comercialização dos créditos de carbono é uma fonte promissora de renda, ainda praticamente inexplorada pelo agronegócio. “O Brasil tem um potencial incrível e, particularmente, as cooperativas têm como ajudar os produtores a acelerarem a transição para uma agricultura de baixo carbono por meio da assistência técnica”, citou o CEO da My Carbon, Eduardo Bastos, nessa quinta-feira (15/9), durante o segundo dia da 2ª Jornada RTC, em Gramado (RS). O executivo está envolvido em projetos pioneiros de produção de carbono neutro da companhia, que integra o grupo Minerva Foods. Ele indica que o Brasil tem potencial para ser o maior trading de carbono do planeta e é preciso ajudar os setores que trabalham com o uso da terra a fazer a transição. “O mercado de carbono já deu certo e está rodando, só a gente é que não está lá”, frisou.
Segundo o presidente da CCGL, Caio Vianna, é preciso intensificar a produção vegetal em busca tanto da sustentabilidade ambiental quanto de soluções econômicas para o campo. E as cooperativas, disse ele, são o caminho para alcançar esse propósito por meio de empresas de gestão aberta e democrática. “As plantas são máquinas naturais para captar o CO2, e projetos como a RTC são a reposta para acessar esses mercados. Nós somos os responsáveis pelas transformações e seremos os responsáveis por fazer a coisa acontecer”. A RTC desenvolve o projeto Operação 365 lastreado exatamente em uma produção sustentável baseada na cobertura do solo durante todos os dias do ano.
A venda de créditos de carbono no Brasil ocorre apenas no chamado mercado voluntário, uma vez que não há regulamentação formalizada. A expectativa é que ela chegue entre 3 e 5 anos. Atualmente, o País dispõe apenas de decreto, publicado em maio deste ano, que traz linhas gerais e parâmetros. O processo consiste em compensar as emissões de gases do efeito estufa (metano, óxido nitroso e gás carbônico) do processo produtivo ou monetizar seus excedentes comercializando-os a outros setores da economia. “O Brasil precisa acelerar esse processo. É uma agenda incrível a destravar”, afirma o CEO da My Carbon, Eduardo Bastos. Uma das ideias propostas por ele foi valer-se do atributo de gerador de créditos como atrativos para negociações com países importadores de grãos como a China, onde esse mercado está mais avançado.
Bastos ainda citou que a questão ambiental deixou há tempo de ser uma preocupação de alguns nichos da sociedade. Em 2021, citou ele, lideranças do capitalismo mundial reuniram-se no Fórum Econômico Mundial e indicaram que quatro de cinco das suas principais preocupações da atualidade estão ligadas à temática ambiental: risco de questões de clima extremo, falha no combate às mudanças climáticas, destruição ambiental e perda de biodiversidade.
“Desenvolvimento não se sustenta sem a questão ambiental. Contem as boas histórias que vocês têm porque, se não contarem, alguém vai contar ela por vocês. E deve contar errado”, recomendou o painelista incitando a plateia a falar mais sobre as boas práticas de suas propriedades.
Fonte: Jardine Agência de Comunicação
Crédito da foto: Carolina Jardine
Abrir as portas do mercado de trabalho para jovens em um dos segmentos que mais crescem no Brasil: o cooperativismo. Essa é a proposta do Programa Aprendiz Cooperativo, desenvolvido pelo Sescoop/RS. E para organizar o fluxo de trabalho e projetar o orçamento de 2023, as cooperativas têm o prazo até 23 de setembro para preencherem o formulário com o planejamento para o ano que vem. O objetivo é mapear as necessidades das cooperativas para 2023 e quantificar o número de aprendizes cooperativos que serão demandados no próximo ano, por trimestre.
O Programa Aprendiz Cooperativo beneficiou em 2021 um total de 2.141 jovens no Rio Grande do Sul. E para que cada vez mais estudantes possam aprender uma profissão e entrar em contato com a cultura cooperativista, a sua coop é protagonista nesse projeto. Acesse aqui nosso formulário, preencha os dados e garanta as vagas solicitadas para 2023.
Sobre o Programa Aprendiz Cooperativo
O Programa Aprendiz Cooperativo do Sescoop/RS abre as portas do mercado de trabalho para estudantes entre 14 anos (completos) e 24 anos (incompletos no momento do encerramento do curso). Trabalhando em uma cooperativa, os jovens aprendem uma profissão e também entram em contato com a cultura cooperativista, pautada em valores como igualdade, solidariedade, honestidade e transparência. Além da formação técnico-profissional, o programa contribui para a inclusão social e o desenvolvimento das comunidades.
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A Unicred RS está presente na 45ª edição da Expointer. Durante este período, recebe suas cooperativas, parceiros, cooperados e visitantes da feira de agronegócios na nova Casa Unicred, espaço preparado para proporcionar momentos de troca sobre o cooperativismo e também oportunidades especiais de negócios para quem fizer uma visita. A Casa Unicred encontra-se na Quadra 32, em frente ao Pavilhão Internacional.
Com o tema “O agro do amanhã é hoje”, a instituição cooperativa oferece produtos, serviços e condições exclusivas ao longo de toda a feira, voltados à sustentabilidade e energias renováveis, como crédito e financiamento para veículos híbridos e elétricos, placas solares e outros novos equipamentos e tecnologias de ponta do agronegócio – considerando o público desta que é considerada a maior feira agropecuária da América Latina.
A inauguração da nova Casa Unicred aconteceu na tarde da quarta-feira, dia 31/08 e teve a participação do presidente do Sistema Ocergs, Darci Hartmann, e do gerente de Relações Institucionais e Sindicais do Sistema, Tarcisio Minetto.
A nova casa serve como espaço para encontros das singulares do Sistema Unicred e reuniões de representantes de diversas instituições, além de cooperados e do público geral do evento que desejarem conhecer o espaço. Para Paulo Abreu Barcellos, presidente do Conselho Administrativo da Unicred Central RS, a feira oferece uma vitrine única para a cooperativa: “É muito gratificante participar com a Casa Unicred na Expointer, ainda mais após os anos sem este encontro presencial. A feira proporciona às nossas cooperativas a realização de encontros e eventos, momentos de troca sobre o cooperativismo e, principalmente, nos aproximar e estreitar o relacionamento com nossos cooperados e o público vinculado ao agronegócio que nos visita”, destaca.
Fonte: Assessoria de Comunicação Unicred
A Casa do Cooperativismo na Expointer recebeu, no dia 31/08, o Seminário Sobre Aquisições de Alimentos da Agricultura Familiar pelos Órgãos Federais no RS, promovido pela Emater/RS, Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Superintendência Regional da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), com o apoio da Ocergs e da Associação da Rede de Cooperativas da Agricultura Familiar e Economia Solidária (Redecoop) e participação de entidades ligadas ao cooperativismo no Rio Grande do Sul.
O evento teve como objetivo discutir o marco legal da modalidade Compra Institucional do Programa Alimenta Brasil e os desafios e oportunidades nas aquisições de alimentos da agricultura familiar por órgãos federais. O evento foi idealizado para promover uma aproximação entre as instituições e entidades com vistas a fomentar a comercialização junto às Forças Armadas e demais órgãos, buscando um fornecimento de alimentos de melhor qualidade para os seus públicos e proporcionando o desenvolvimento da agricultura familiar regional e de suas organizações. Participaram o gerente de Relações Institucionais e Sindicais do Sistema Ocergs, Tarcisio Minetto, e o coordenador do ramo Agropecuário do Sistema OCB, João Prieto.
O presidente do Sistema Ocergs, Darci Hartmann, em sua fala de abertura do evento, destacou o avanço da Agricultura Familiar nos últimos anos e a importância do cooperativismo nas relações de mercado, bem como das cooperativas que através da união fazem o alimento chegar com qualidade no consumidor final. "Cerca de 70% dos produtores rurais de cooperativas são da agricultura familiar. Discussões como essa são importantes para pensarmos conjunta e sistematicamente o desenvolvimento do cooperativismo com tecnologia, assistência técnica e inovação e tornar o cooperativismo cada vez mais competitivo no mercado", reiterou.
Sobre o Programa
O Programa Alimenta Brasil, criado pelo Medida Provisória 1.061, de 9 de agosto de 2021, convertida na Lei 14.284, de 29 de dezembro de 2021, possui duas finalidades básicas: promover o acesso à alimentação e incentivar a agricultura familiar.
Para o alcance desses dois objetivos, o programa compra alimentos produzidos pela agricultura familiar, com dispensa de licitação, e os destina a pessoas em situação de insegurança alimentar e nutricional. Atendidos pela rede socioassistencial, pelos equipamentos públicos de segurança alimentar e nutricional e pela rede pública e filantrópica de ensino também são contemplados.
O Alimenta Brasil promove ainda o abastecimento alimentar por meio de compras governamentais de alimentos; fortalece circuitos locais e regionais e redes de comercialização; valoriza a biodiversidade e a produção orgânica e agroecológica de alimentos; incentiva hábitos alimentares saudáveis e estimula o cooperativismo e o associativismo.
O Alimenta Brasil é uma das ações do governo federal voltadas para a Inclusão Produtiva Rural das famílias mais pobres.
Muita alegria e diversão, comida e bebida farta e de qualidade, momentos de reencontro de famílias e amigos. Essa foi a 4ª Teutofrangofest, evento que reuniu, de 19 a 21 de agosto, mais de 3,8 mil pessoas na Associação dos Funcionários da Languiru. Considerado o principal evento gastronômico de Teutônia, valoriza a cadeia produtiva da avicultura. Foram mais de 35 opções de comidas e bebidas, além de atrações musicais.
A 4ª Teutofrangofest foi uma realização da CIC Teutônia, em parceria com a Cooperativa Languiru e apoio da Prefeitura de Teutônia, patrocínio de Languiru e outras cooperativas como Sicredi Ouro Branco, Certel, Santa Clara, Aurora e Unimed VTRP.
Sucesso
A comissão organizadora considera que o evento foi coroado de sucesso. O presidente da Cooperativa Languiru, Dirceu Bayer, idealizador do evento, se disse feliz com a repercussão. “A presença do governador Ranolfo Vieira Júnior atesta o reconhecimento estadual ao evento e à importância da avicultura para a economia do Rio Grande do Sul. Se o Vale do Taquari busca o selo de ‘Vale dos Alimentos’, com certeza a Teutofrangofest dá sua importante contribuição para isso, além de divulgar a força do cooperativismo, do agronegócio e outras riquezas regionais.”
Recomeço
Entre outras autoridades, o governador Ranolfo Vieira Júnior participou da solenidade de abertura da 4ª Teutofrangofest e referendou a força do agronegócio ao fazer uso da palavra. “A diversidade de produtos oriundos do trabalho no campo gera empregos e renda. O agronegócio representa cerca de 40% do Produto Interno Bruto (PIB) do Estado e o Rio Grande do Sul é o terceiro maior produtor de aves do Brasil.”
Ele também parabenizou a organização do evento. “Vivemos momento de saída da pandemia, então um evento dessa natureza tem também o significado de recomeço, de retomada e até mesmo de resiliência”, disse, acompanhado da Primeira-Dama do Estado, Sônia Vieira.
Além-fronteiras
Os discursos na abertura do evento qualificaram a proporção que a Teutofrangofest passa a ter. O presidente da CIC Teutônia, Airton Roque Kist, valorizou sua consolidação. “É uma programação que toma proporções com status de grande evento, elevando a cadeia produtiva da avicultura”, disse, agradecendo o apoio dos patrocinadores desde a primeira edição.
Próximo evento
Reunião da comissão organizadora deve ocorrer nos próximos dias para tratar dos pontos positivos e oportunidades de melhoria para a próxima edição, programada para 2023, com a possibilidade de nova denominação e ações que permitam a participação de maior quantidade de público. “Almejamos a inclusão do evento no calendário oficial do Estado e, por isso, a Teutofrangofest passaria a se chamar de Frangofest, com o selo de evento oficial da cadeia produtiva da avicultura no Rio Grande do Sul. Ele nasceu para valorizar o trabalho dos produtores no campo e, hoje, já ganha uma proporção ainda maior”, concluiu Bayer.
Fonte: Languiru
As cooperativas do Vale do Taquari registraram o crescimento de 23,5% e faturaram mais de R$ 6,5 bilhões em 2021. O resultado positivo é impulsionado pelo desempenho dos ramos agropecuário e crédito, que registraram expansão de 51% e 24%, respectivamente.
No acumulado de 2021, o saldo de empregos com carteira assinada nas cooperativas do Vale do Taquari obteve um crescimento de 8,3%. O crescimento dos postos de trabalho no setor, que em 2021 registrou 8.579 empregos diretos, representa 11,4% dos novos empregos gerados em cooperativas no Rio Grande do Sul. Com a expansão, a região amplia a sua participação na geração de postos de trabalho e passa a concentrar mais de 11,6% dos empregos diretos em cooperativas do Estado.
O ramo agropecuário registrou incremento de 8% nos empregos, com a abertura de 479 postos de trabalho em 2021. Outro setor que gerou novos empregos foi o crédito, impulsionado pela abertura de sete novos postos de atendimento cooperativo inaugurados no período. As cooperativas de crédito registram 946 postos de trabalho, o que corresponde um incremento de 19,9% em 2021. Atualmente, as instituições financeiras cooperativas estão presentes em todos os municípios do Vale do Taquari, com 64 postos de atendimento cooperativo distribuídos em 36 cidades.
Crescimento do número de associados
O número de associados cresceu 11% e chegou a 439.937 pessoas. Pela capilaridade e diversidade das atividades econômicas em que está presente, o cooperativismo reúne muitas vezes cooperados em mais de um ramo, o que explica o fato de o número total de associados ser 22,8% superior à população estimada da região do Vale do Taquari, de acordo com dados do IBGE.
Cooperativismo no Vale do Taquari
Ramo Agropecuário: 6 cooperativas
Ramo Crédito: 4 cooperativas
Ramo Transporte: 3 cooperativas
Ramo Infraestrutura: 3 cooperativas
Ramo Saúde: 2 cooperativas
Total: 18 cooperativas
Expressão do Cooperativismo Gaúcho 2022
As cooperativas gaúchas registraram em 2021 o faturamento recorde de R$ 71,2 bilhões, com incremento de 36,8% em relação ao período anterior. No último ano, o crescimento registrado nas sobras apuradas foi de 20,7%, atingindo o valor de R$ 3,6 bilhões. O saldo de empregos com carteira assinada nas cooperativas gaúchas em 2021 foi de 5.791, o que aponta variação relativa de 8,5%. O número de associados às 423 cooperativas gaúchas passou de 3,01 milhões para 3,2 milhões em 2021, o que reforça a confiança da sociedade no sistema cooperativista.
Além de viabilizar projetos voltados para a instalação de energia solar a seus associados, tanto em empresas, quanto em residências e propriedades rurais, a Sicredi das Culturas RS/MG também tem investido em soluções ecoeficientes para suas agências. A cooperativa conta com geradores fotovoltaicos instalados em suas agências de Santo Augusto e Nova Ramada, que atualmente fornecem energia para a agência e para o auditório de Santo Augusto, agência de Nova Ramada, agência de Coronel Barros e agência de Bozano. Além disso, foi implantada recentemente e aguarda apenas a ativação, a usina solar em São Valério do Sul, que irá fornecer energia para as agências de São Valério do Sul e Jóia, assim que iniciar suas operações.
O uso de energia renovável está alinhado a um movimento global em busca da redução das emissões de gases de efeito estufa, ao qual o Sicredi está engajado em todo o Brasil. Na usina solar da agência Santo Augusto, por exemplo, a energia gerada é suficiente para manter 8 mil geladeiras funcionando e evita que sejam liberadas 20,84 mil toneladas de carbono no meio ambiente, o que reduz o índice de poluição do ar. Na agência Nova Ramada, as 140 placas fotovoltaicas instaladas, com potência de 530 watts-pico cada, geram uma média mensal de 6.191 KW/h. Já na agência São Valério do Sul, a projeção é de que seja gerada, a partir das 68 placas, uma média mensal de 4.065 KW/h.
“Nossa gestão tem como foco a ampliação do nosso impacto positivo econômico, social e ambiental, reduzindo os impactos adversos e gerando valor para os associados, colaboradores, comunidade e demais partes interessadas. Internamente, o Sicredi segue uma Política de Sustentabilidade e Responsabilidade Socioambiental que tem entre seus pilares a difusão da sustentabilidade, a gestão de riscos socioambientais e operação com eficiência. Além disso, nossas iniciativas estão alinhadas com os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), com os quais o Sicredi é comprometido enquanto integrante do Pacto Global da ONU”, explica o diretor de Operações da Sicredi das Culturas RS/MG, Roberto Cortiani Ibanez.
O Sicredi também disponibiliza linhas de crédito para que seus associados possam financiar o projeto, a aquisição e a instalação dos recursos da tecnologia fotovoltaica para geração de energia elétrica, como sistemas de montagem, inversores e placas de captação. Com a linha de financiamento para energia solar do Sicredi, é possível adquirir equipamentos ecoeficientes e, assim, economizar na conta de luz e reduzir o impacto do consumo de energia no meio ambiente.
Fonte: Assessoria de Comunicação e Marketing da Sicredi das Culturas RS/MG
