Notícias ESG
Instalado em Teutônia, o eletroposto da Certel é a solução para quem precisa recarregar carros elétricos no Vale do Taquari. Recentemente, o empresário portoalegrense Diego Machado voltava de Encantado quando percebeu que seu carro possuía autonomia de somente 40% da bateria. Foi então que pesquisou no Google e localizou o eletroposto da Certel, situado junto à sede da cooperativa.
“Foi uma necessidade, e que bom que encontramos esse eletroposto, porque a região ainda é carente nessa área. Foi até uma bênção quando soube que a Certel oferece um. Graças a Deus, está dando tudo certo”, comentou, durante a recarga. “A Certel está à frente, o futuro é esse, e a cooperativa começou na frente de todos nesta região. Acredito que o futuro é o elétrico ou o híbrido, e parabenizamos a Certel pela iniciativa, pois ficamos extremamente surpresos com o fato de Teutônia contar com um eletroposto”, complementou.
A exemplo do que já é comum em Porto Alegre, o eletroposto da Certel é gratuito e pode estimular que o Vale do Taquari passe a contar com mais carros elétricos em breve. A capital também já conta com algumas estações de eletropostos gratuitos, um benefício para viajar sem emitir nada de gás carbônico, contribuindo com a preservação do meio ambiente. “E o melhor, sem ter de pagar pela recarga que, por enquanto, é gratuita. Quando retornar ao interior do Estado novamente, quero voltar a Teutônia não só para abastecer na Certel, mas, com mais tempo, poder conhecer um pouco mais deste bonito e acolhedor município, bem como o Vale do Taquari”, enfatizou.
O presidente da Certel, Erineo José Hennemann, observa que a cooperativa quer ser, cada vez mais, uma aliada da sociedade, disponibilizando soluções e alternativas que se alinhem ao tripé da sustentabilidade. “Convidamos os associados e clientes que possuam carros elétricos para que venham abastecer no eletroposto, e que aproveitem para também visitar e conhecer melhor a sede da cooperativa. Será uma grande alegria recebê-los”, assinala Hennemann.
Fonte: Assessoria de Comunicação da Certel
As inscrições para o Prêmio Mulheres Rurais Espanha Reconhece acabam de entrar na reta final e o prazo encerra na próxima segunda-feira (31/1). A premiação visa aumentar a visibilidade e conquistas das mulheres rurais (agricultoras, pescadoras, apicultoras, extrativistas, etc.) e as soluções inovadoras empreendidas por elas para o bem-estar de suas famílias, organizações e comunidades.
O prêmio é uma iniciativa do Escritório de Agricultura, Pesca e Alimentação da Embaixada da Espanha no Brasil, desenvolvido em parceria com o Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA), a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e a ONU Mulheres, com apoio do Ministério Da Agricultura Pecuária e Abastecimento (Mapa), da Organização dos Estados Ibero-Americanos (OEI), do Serviço Social do Comércio (Sesc), Sistema OCB e da Associação Brasileira das Entidades Estaduais de Assistência Técnica e Extensão Rural (Asbraer).
Categorias convocatórias
Podem se inscrever na convocatória empreendimentos coletivos de organização de mulheres voltados para a autonomia econômica das mulheres rurais. Serão consideradas as experiências de mulheres apresentadas na forma de produtos e/ou serviços que contribuam para:
- Segurança alimentar e nutricional;
- Redução da pobreza e que promovam o acesso equitativo a recursos produtivos, com impacto socioambiental positivo;
- Busca da saúde e bem-estar social;
- Fomentar comunidades sustentáveis;
- Preservação da (agro) biodiversidade.
Cada coletivo de mulheres pode inscrever até três experiências!
Inscrição online
Para formalizar a sua inscrição, as organizações ou coletivo de mulheres devem preencher o formulário online disponível aqui! As perguntas previstas no formulário de inscrição e a descrição das experiências/empreendimentos com informações complementares devem ser enviadas em formato de texto (máximo em uma página) e vídeo (máximo de cinco minutos), a serem anexados no link da inscrição, em campos específicos.
Reconhecimento
O prêmio consistirá em:
- 1° Prêmio: R$ 20.000,00 (destinado a melhorar o empreendimento);
- 2° Prêmio: R$ 10.000,00 (destinado a melhorar o empreendimento);
- 3° Prêmio: R$ 5.000,00 (destinado a melhorar o empreendimento).
As três experiências mais bem pontuadas receberão, além dos valores citados anteriormente, as seguintes premiações:
- Acompanhamento e assistência técnica ao empreendimento, por parte da Asbraer/Rural Commerce;
- Um curso, na modalidade ensino à distância EAD, da OEI, voltado para o Empoderamento pessoal e econômico das mulheres rurais;
- Um notebook HP 256 G8 Intel Core i3 8GB 256GB SS;
- Um (1) ano de uso gratuito da Plataforma Rural E-commerce. Isso significa que os empreendimentos terão acesso aos seguintes serviços durante esse período:
- Diagnóstico empresarial;
- Plano de Negócios (Modelo Canvas);
- Plano de lnternacionalização (digitalização do negócio, construção de portfólio de produtos, estruturação financeira, entre outros);
- Assistência Técnica para lmplementação do Plano de lnternacionalização (Negócios e Produtiva);
- Prospecção de Mercado.
- Publicações técnicas das instituições promotoras relacionadas às questões de gênero;
- Certificado de Reconhecimento Internacional de Experiência que contribui para o Trabalho e Autonomia Econômica das Mulheres Rurais, Redução da Pobreza e da Insegurança Alimentar e Nutricional.
Entrega do Prêmio
O prêmio será entregue no dia 8 de março de 2022, no Dia Internacional da Mulher, pelo embaixador da Espanha no Brasil. Para mais informações acesso o site http://www.premiomulheresrurais.com.br/.
Na última semana, os integrantes da Comissão das Práticas de Sustentabilidade da Unimed Vale do Caí estiveram em cinco creches e escolas do município realizando o plantio das mudas de árvores, acompanhados das equipes inscritas nas Práticas 2021. No total, foi realizado o plantio de 30 mudas de árvores frutíferas: Araçá, Cereja, Pitanga, Guabiroba, Guabiju. Cada instituição recebeu seis mudas, que foram distribuídas nas áreas verdes dos locais.
O projeto do plantio de árvores, assim como as diversas tarefas trabalhadas durante todo o ano nas Práticas, tem o objetivo de fortalecer o relacionamento com a sociedade e a conscientização do ambiente em que vivemos. A ideia de escolher as creches e escolas (com as turmas de Jardim) foi justamente para mostrar às crianças a importância de preservar e cuidar do meio ambiente. “A atividade, além de ser muito importante, foi divertida, pois as crianças interagiram e deram um show de explicações, mostrando que quanto mais pequenos eles são, mais conscientes estão em questão de preservar o meio ambiente”, destacou a assistente de Qualidade e integrante da Comissão Organizadora, Elisandra Moraes.
As escolas foram escolhidas mediante sorteio. No primeiro plantio, as instituições foram: EMEI Gente Miúda, Creche Pingo de Gente, Creche Lar do Menor (Soc. Beneficente Espiritualista), Escola Cinco de Maio e Escola Tanac. Em todas elas, as atividades foram realizadas com crianças da faixa etária entre 3 e 7 anos.
Fonte: Assessoria de Comunicação Unimed
Com o intuito de gerar impacto ambiental positivo ao mesmo tempo que gera crescimento econômico e social nas comunidades, o Sicredi, instituição financeira cooperativa com presença em 25 estados e Distrito Federal, neutralizou suas emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) em nível nacional. A neutralização das mais de 21 mil toneladas de GEE emitidas em 2020 pela instituição foi realizada por meio de apoio a cinco diferentes projetos de créditos de carbono, um em cada região do Brasil.
O Sicredi, integrante do Pacto Global do ONU, utilizou como critérios de escolha projetos que tenham impactos sociais, ambientais e econômicos positivos, auditados e certificados e que seguem padrões de qualidade reconhecidos internacionalmente, além de contribuírem para os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS).
"É importante destacar que as escolhas por esses respectivos projetos têm como objetivo, além de ratificar o nosso compromisso com a sustentabilidade, favorecer diretamente as regiões onde estamos presentes, apoiando projetos que estão próximos às comunidades", afirma Romeo Balzan superintendente da Fundação Sicredi.
Esta é a segunda iniciativa do Sicredi em nível nacional com foco em neutralização de Gases de Efeito Estufa e visa aprimorar as práticas sustentáveis de suas 108 cooperativas de crédito, localizadas em 25 estados brasileiros e no Distrito Federal. No último ano, a instituição financeira cooperativa apoiou o Projeto REDD+ Jari Pará, projeto de créditos de carbono voltado a conservação florestal na Amazônia. A aferição das emissões da instituição é realizada por meio do Inventário Sistêmicos de Emissões de GEE , publicado junto ao Programa Brasileiro GHG Protocol, sendo reconhecido pela organização com o Selo Ouro, maior nível de qualificação para inventários de emissões corporativos.
Conheça os cinco projetos apoiados pelo Sicredi:
- Projeto Compostagem : o projeto acontece em várias localidades de Santa Catarina, sendo direcionado a 13 famílias de pequenos produtores rurais de suínos, e contempla créditos de carbono de compostagem de resíduos da suinocultura. A iniciativa apresenta melhorias nos processos produtivos, proporciona a diversificação de renda para os produtores locais, a proteção de recursos hídricos e do solo e novos mercados para compostos orgânicos.
- Projeto Aterro Sanitário Bandeirantes : trabalha com geração de energia elétrica renovável por meio de coleta de biogás de aterro na cidade de São Paulo, com foco na melhoria da qualidade local do ar. Minimiza riscos de contaminação de águas subterrâneas, possibilita a recuperação de terrenos degradados e geração de emprego e renda às comunidades locais.
- Projeto Agrocortex : situado no Acre e no Amazonas, é voltado para créditos de carbono de conservação florestal na Amazônia. Visa a conservação de mais de 186 mil hectares do bioma amazônico, a proteção de espécies da fauna e flora ameaçadas de extinção, o manejo florestal sustentável, geração de fontes de renda alternativas para a comunidade local e incentivo a cooperativas de produtos florestais não madeireiros.
- Projeto Buenos Aires : situado no município de Buenos Aires, em Pernambuco, o projeto é destinado a substituição de lenha nativa como combustível por biomassa renovável, em uma fábrica de cerâmicas. O projeto gera investimento em educação para a comunidade local, apoio à cultura e ao lazer na comunidade e proteção do bioma Caatinga.
- Projeto Reunidas : de Cristalândia, no Tocantins, o projeto também realiza a substituição da lenha como combustível por biomassa renovável em fábrica de cerâmicas, protegendo o bioma Cerrado. Entre seus benefícios também estão a melhoria nas condições de trabalho e a inclusão social através de oportunidades para a comunidade local.
"Consideramos a busca por uma operação ecoeficiente essencial para a nossa estratégia de sustentabilidade, que visa a gestão do negócio sempre com foco no impacto positivo, seja ele ambiental, social ou econômico. Por isso, estamos sempre aprimorando a nossa Gestão de Emissões de Gases de Efeito Estufa, contribuindo com uma agenda positiva de combate às mudanças climáticas", finaliza Balzan.
Saiba mais sobre a Estratégia de Sustentabilidade do Sicredi.
Fonte: Assessoria de Comunicação Sicredi
O BNDES divulgou nesta semana, a linha Finame Baixo Carbono para aquisição de equipamentos com maiores índices de eficiência energética ou que contribuam para redução da emissão de gases de efeito estufa.
A divulgação da linha faz parte de uma estratégia do BNDES para colaborar com a adoção de tecnologias que possibilitem o alcance da neutralidade de carbono nos diversos setores da economia brasileira.
São itens financiáveis, por exemplo: sistemas de geração de energia renovável, aquecedores solares, ônibus e caminhões elétricos, híbridos e movidos exclusivamente a biocombustível e demais máquinas e equipamentos ambientalmente mais eficientes. Todos os produtos devem ser novos, de fabricação nacional e credenciados no Credenciamento Finame (CFI) do Sistema BNDES.
Assista ao vídeo no canal do Youtube do BNDES, e saiba tudo sobre a nova linha de financiamento: https://youtu.be/rt52e7ecidc.
INICIATIVAS COOP DE BAIXO CARBONO
No início de novembro o movimento cooperativista foi destaque no Espaço Brasil na COP26, em Glasgow, onde foram apresentados cases de cooperativas brasileiras que colaboram para o alcance da neutralidade de carbono. O cooperativismo está um passo à frente em ações e soluções nesse sentido. Para conhecer os principais cases e o manifesto em relação aos desafios apresentados COP26, acesse: www.cooperacaoambiental.coop.br.
Fonte: Sistema OCB
A Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) acredita que o Brasil tem vocação para ser protagonista na construção de uma economia de baixo carbono e que, unindo esforços com outros países, é possível deter o avanço do aquecimento global. Em manifesto divulgado nesta segunda-feira (8), a entidade compartilhou a visão e o posicionamento do cooperativismo brasileiro a respeito da sustentabilidade e preservação ambiental do planeta. A posição da OCB será reforçada em um painel na COP26, na sexta-feira (12), apresentado pela gerente-geral Fabíola Nader Motta.
O documento faz parte do conteúdo do site Cooperação Ambiental, também lançado nesta segunda, que traz ainda exemplos de casos de sucesso protagonizados por cooperativas na área da sustentabilidade, além de depoimentos de cooperativistas sobre as experiências compartilhadas. Um dos objetivos é mostrar que toda cooperativa já nasce com o compromisso de cuidar da comunidade onde atua, aliando produtividade e desenvolvimento com sustentabilidade e responsabilidade social.
Carbono
O manifesto publicado pela OCB apresenta cinco princípios norteadores voltados para os debates da COP 26 e enaltece a cooperação ambiental como estratégia para deter o avanço do aquecimento global.
No documento, as cooperativas defendem a regulamentação do mercado de carbono; o combate inflexível e abrangente ao desmatamento ilegal da Amazônia e dos demais biomas brasileiros; a regulamentação de leis que estimulem a adoção de medidas de proteção e preservação do meio ambiente; a produção brasileira de alimentos para o combate à fome e à segurança alimentar no mundo; e a adoção de políticas públicas de fomento ao cooperativismo como arranjo produtivo sustentável.
Para o cooperativismo brasileiro, reduzir as emissões de gases do efeito estufa na atmosfera é fundamental e uma das maneiras mais inteligentes de se fazer isso é regulamentando o mercado internacional de carbono e valorizando modelos produtivos de baixa emissão e captura de poluentes, além de viabilizar o acesso facilitado a recursos para projetos em prol da preservação, conservação e recuperação do meio ambiente.
Preservação
O desmatamento ilegal na Amazônia e em outros biomas brasileiros requer, de acordo com o manifesto, a plena e imediata aplicação da legislação ambiental e fundiária vigentes, com destaque para as normas do Código Florestal (Lei 12.651/2012), marco fundamental para a preservação ambiental do Brasil e que deve ser visto como exemplo para todas as nações.
A Política Nacional de Pagamento por Serviços Ambientais, sancionada em janeiro de 2021 é citada pela OCB como um bom exemplo de leis que estimulam a adoção de medidas de preservação e proteção ambiental. A norma institui incentivo — monetário ou não — a produtores rurais que adotem medidas efetivas de proteção e promoção da qualidade do meio ambiente. Essa remuneração depende da verificação e comprovação das ações implementadas.
A emissão de títulos verdes (green bonds) e o incentivo à produção de energia renovável também são ações defendidas pelo cooperativismo para aumentar o interesse de pessoas e instituições por projetos sustentáveis. “Consideramos de suma importância o reconhecimento global da necessidade de diversificação e da sustentabilidade da matriz energética, com a construção de políticas públicas e incentivos econômicos nacionais e internacionais de fomento ao setor”.
Políticas Públicas
Acabar com a fome, proporcionar acesso a alimentos seguros e nutritivos, além da garantia e disponibilidade de alimentos, são pilares direcionadores do cooperativismo. Para atingir esses objetivos, o manifesto da OCB defende o fomento de políticas públicas para o comércio internacional livre e um fundo global voltado para promover a fome zero, que ultrapasse as barreiras geográficas e políticas em zonas de conflito, especialmente para as populações mais vulneráveis.
Políticas públicas de fomento ao cooperativismo também são pleiteadas para fortalecer o modelo de negócios do movimento que busca proporcionar inclusão produtiva, economia de escala, geração de renda e desenvolvimento regional e local. Nesse sentido, o cooperativismo é considerado uma importante alternativa para o acesso a serviços de interesse público em diversas cidades e comunidades ao redor do mundo e precisa de incentivo para continuar a crescer.
Leia o manifesto na íntegra: https://www.cooperacaoambiental.coop.br/
Fonte: Assessoria de Comunicação do Sistema OCB
“O cooperativismo brasileiro é referência em sustentabilidade e um exemplo que deve ser reconhecido, valorizado e replicado”. Essa foi uma das afirmações de destaque feitas pela gerente-geral da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Fabíola Nader Motta, durante apresentação de painel sobre o tema Brasil Verde no estande Glasgow da COP 26 no dia 12 de novembro. Em sua fala, Fabíola ressaltou uma vez mais que o Brasil pode ser protagonista na construção de uma economia de baixo carbono e que, unindo esforços com outros países, é possível deter o avanço do aquecimento global.
Para mostrar a força do cooperativismo na produção sustentável, a gerente-geral utilizou como principal exemplo o caso da Cooperativa Agrícola Mista Camta, localizada em Tomé-Açu no Pará, e a história de Hajime Yamada, imigrante japonês hoje com 94 anos que chegou ao local em 1929. A história de vida de Yamada se confunde com a da cooperativa fundada em 1931 e que, desde meados da década de 1970, viu a região crescer e se desenvolver cada vez mais com a implantação do Sistema Agroflorestal de Tomé-Açú (Safta).
“O senhor Yamada aprendeu com os povos ribeirinhos, os nativos que vivem nas margens dos rios da Amazônia, que as árvores não sobrevivem sozinhas na floresta. Elas precisam uma das outras e de outros tipos de plantas e vegetais para crescerem e se fortalecerem. E esse aprendizado foi fundamental para o desenvolvimento desse sistema depois que os agricultores da região viram sua principal cultura, a pimenta do reino, ser completamente devastada por uma praga”, explicou Fabíola.
Com o Safta, atualmente, continuou ela, o açaí, o cacau, a mandioca e a pimenta do reino, entre outras culturas, convivem em harmonia, dividindo terreno umas com os outras e também com a floresta nativa. “São cinco mil hectares nos quais as plantas de uma cultura servem de adubo para o crescimento e fortalecimento das outras. O sistema agroflorestal mantém o solo úmido e fértil, respeita o clima e a biodiversidade local, não empobrece o solo e aumenta a produtividade”.
Entre os resultados alcançados pela Comta, Fabíola citou a recuperação total da área degradada com o tempo e a redução da emissão dos gases de efeito estufa em até cinco vezes quando comparada com outros sistemas da região. “A Camta transformou a região e gera impactos positivos para mais de 10 mil pessoas, além de seus 800 associados. Sua produção é exportada para vários países e, além disso, a cooperativa conta com uma agroindústria que produz polpas de frutas, geleias, sorvetes e óleos vegetais. O cacau, inclusive, recebeu o selo de produto das Olimpíadas em Tóquio 2020”.
Energia limpa
Outro exemplo de sucesso apresentado por Fabíola é o da energia limpa e renovável gerada por meio de pequenas centrais hidrelétricas, usinas fotovoltaicas e biomassa. “Já conseguimos produzir mais de 316 megawatts de energia renovável nas mais de 540 iniciativas de cooperativas distribuídas por todo o país”, destacou.
A gerente-geral também citou um projeto da unidade estadual da OCB em Minas Gerais, a Omceg, que inaugurou neste mês 30 usinas fotovoltaicas e pretende chegar a 100 em 2022 com o programa Minas Coop. “Um ponto importante a ressaltar é que parte dessa energia limpa é doada para entidades filantrópicas da região, atendendo, inclusive, um dos objetivos de desenvolvimento sustentável (ODS) propostos pela ONU. Além disso, o projeto trabalha ao mesmo tempo três pilares: o econômico, o social e o ambiental”.
Fabíola destacou ainda a importância do Código Florestal Brasileiro, reconhecido como uma das legislações mais modernas e eficazes para a preservação ambiental da atualidade, o Plano ABC (Agricultura de Baixo Carbono) e a Política Nacional de Pagamento por Serviços Ambientais como iniciativas que precisam ser reconhecidas e incentivadas não apenas no Brasil, mas em todo o mundo.
“Para que as metas propostas sejam atingidas é fundamental que tenhamos recursos financeiros, capacitação, equipamentos e assistência técnica. O Brasil ainda tem muito a avançar, mas não podemos deixar de reconhecer as iniciativas de sucesso já implantadas pelo governo e essas três são exemplos extremamente positivos e para os quais o cooperativismo contribui efetivamente”, concluiu.
O ministro do Meio Ambiente, Joaquim Leite, destacou a força do cooperativismo na busca de soluções coletivas e que trabalham a união de forças para fazer a diferença. “É o que o Brasil e outros países estão fazendo aqui na COP 26. Nosso país é uma potência capaz de transmitir tecnologias importantes e o cooperativismo é um deles. Levar esse conceito e exemplos do que o cooperativismo vem desenvolvendo para outros países, com certeza, tornará o mundo mais forte e unido”.
Para conferir a apresentação completa da OCB na COP 26, acesse o link: https://youtu.be/owVhXaBERmY?t=298.
E, para saber mais sobre os projetos de sustentabilidade das cooperativas com resultados sólidos e positivos, bem como o posicionamento do setor sobre a importância da preservação ambiental, acesse o site da OCB dedicado ao tema em www.cooperacaoambiental.coop.br.
Fonte: Sistema OCB
A OCB apresenta nesta sexta-feira (12), durante a COP 26 em Glasgow, na Escócia, o painel Cooperativismo como ferramenta para a economia de baixo carbono. A apresentação será feita dentro do tema Brasil Verde e mostrará cases, dados e histórias que comprovam que é possível aliar produtividade e desenvolvimento com responsabilidade social, equilíbrio ambiental e viabilidade econômica.
O painel será transmitido ao vivo às 7h (horário de Brasília) no Youtube do Ministério do Meio Ambiente (MMA).
O convite para a participação da OCB foi feito pelo ministro do Meio Ambiente, Joaquim Leite, em função do importante papel que as cooperativas desempenham em prol da sustentabilidade e preservação ambiental.
Entre os cases de sucesso, um dos destaques é o da Cooperativa Agrícola Mista Camta, localizada em Tomé-Açu no Pará. Fundada em 1931 por imigrantes japoneses e colhe, atualmente, os frutos do desenvolvimento do Sistema Agroflorestal de Tomé-Açu (Safta) inspirado na vivência dos povos ribeirinhos, habitantes das margens dos rios da Amazônia, que plantavam em seus quintais árvores frutíferas e florestais, imitando a Floresta.
O local reúne um mosaico de plantações e é considerado um verdadeiro laboratório agroflorestal, gerando impactos positivos para mais de 10 mil pessoas. O sistema de produção gera redução dos gases de efeito estufa em cinco vezes e é referência no desenvolvimento, inovação e disseminação da tecnologia Safta no Brasil, Bolívia e Ghana (África).
Outro exemplo de sucesso é protagonizado pela Cooperativa de São Gabriel do Oeste (Cooasgo), uma das primeiras do país a negociar créditos de carbono com parceiros internacionais, a partir do manejo sustentável de dejetos nas granjas de suínos, garantindo também o aumento da produtividade.
A iniciativa já garantiu a redução da emissão de 194,9 milhões de m3 de gás metano; a produção de 2,45 milhões de toneladas de biofertilizantes; a geração de 27,8 milhões de KW em energia elétrica sustentável; e a comercialização de R$ 3,5 milhões em créditos de carbono.
Para saber mais sobre os projetos de sustentabilidade das cooperativas com resultados sólidos e positivos, bem como o posicionamento do setor sobre a importância da preservação ambiental, acesse o site da OCB dedicado ao tema em www.cooperacaoambiental.coop.br.
Fonte: Sistema OCB
“Iniciamos as atividades no dia 17 de agosto e já estamos obtendo resultados. Ampliamos a participação de produtores rurais no quadro de associados, ampliamos o volume de captação de matéria-prima e temos realizado bons negócios. Viemos para ficar no Sul do Estado, podemos contribuir para o agronegócio da região.” A citação é do presidente da Languiru, Dirceu Bayer, na solenidade oficial de inauguração da loja Agrocenter de São Lourenço do Sul, realizada no dia 11 de novembro.
O evento integra programação da semana de aniversário da Languiru, que comemora 66 anos neste sábado, dia 13. O presidente ainda proferiu palestra à associados, parceiros e fornecedores da região. “Contamos com uma equipe qualificada, trabalhamos com grande diversidade de negócios e primamos pela agregação de valor à matéria-prima, levando ao consumidor produtos e serviços de qualidade”, frisou, falando também sobre mercados e cenários econômicos. “Se há crise, ela existe para todos. Sobrevive quem possui melhor produtividade, planejamento e estratégia.”
O vice-presidente Cesar Wilsmann referendou a intenção da Languiru em estar próxima dos seus associados. “Estamos entusiasmados e muito bem estruturados para atender a comunidade da região Sul do Estado. Temos grandes expectativas e apostamos muito nos próximos anos.”
Valor ao campo
“A instalação da Cooperativa Languiru em São Lourenço do Sul é muito importante. É um avanço e uma oportunidade de valorização dos diversificados produtos agrícolas encontrados no município. O acompanhamento técnico realizado pela Cooperativa e a venda de equipamentos e tecnologia para melhora das atividades no campo são extremamente positivos, com reflexos significativos também para a nossa economia. Dá mais segurança aos produtores rurais, que têm ao seu lado uma Cooperativa a quem entregar sua produção”, valorizou o prefeito Rudinei Härter, agradecendo pela vinda da Languiru.
Infraestrutura
A unidade é a 11ª loja Agrocenter Languiru. A área ocupada possui 4.400m², com amplo espaço de estacionamento e de manobra para caminhões. O prédio conta com 990m², dos quais 300m² de loja. Está localizado na Rua Coronel Nono Centeno, número 1184.
Oferece produtos para o campo e para a cidade, como itens de bazar, jardinagem e ferramentas, material elétrico e hidráulico, espaço pet, acessórios para ordenha, nutrição animal, forrageiras, farmácia veterinária e insumos para plantio, ferragens, fertilizantes, máquinas e implementos agrícolas, além do serviço de manutenção e pós-venda. O horário de atendimento é de segunda a sexta-feira, das 08h às 12h e das 13h30min às 18h; e aos sábados, das 08h às 12h. O local conta com 13 empregados, além de dois profissionais para assistência técnica aos associados. Mais informações pelo fone (53) 3251-3988.
Fonte: Assessoria de Comunicação da Languiru
O comprometimento com o meio ambiente é um dos princípios da Cooperativa Santa Clara. Assim, entre as ações realizadas em prol da sustentabilidade investe na utilização de energia limpa e totalmente renovável. Nesta semana, a Cooperativa recebeu a certificação da Ludfor Energia Ltda.
Em 2020, foram reduzidas 1.688,342 tCO2 totalizando 14.584,026 tCO2 nos últimos 11 anos. Os dados dos cálculos de emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) seguem as reconhecidas metodologias internacionais para essa finalidade. Os índices referentes ao período certificado representam:
- 46.652 mudas de árvores conservadas por 20 anos;
- 16.777 veículos leves à gasolina, percorrendo 500km;
- 4.203 transportes rodoviários de 1 toneladas de carga por 500km e 718 toneladas de papel/papelão enviadas para aterro sanitário.
A entrega da certificação ocorreu no dia 26 de outubro ao diretor Administrativo e Financeiro da Cooperativa, Alexandre Guerra, pelo presidente da Ludfor Energia Ltda Valdir Ludwig e pela diretora Financeira Inês Ludwig. Para Guerra, “a partir da política de sustentabilidade é possível adquirir energia renovável atendendo o propósito da Cooperativa. Esta é a nossa essência que se soma a importância socioeconômica de manter mais de 2.500 famílias na produção de leite junto ao campo, além dos 2.200 colaboradores em todas as nossas operações, e assim contribuir na satisfação das pessoas de uma forma mais sustentável”.
Atualmente, Cooperativa Santa Clara utiliza energia proveniente de usinas de fontes incentivadas pelo Governo Federal seja eólica, solar, biomassa, Pequenas Centrais Hidrelétrica (PCH) e Centrais Geradoras Hidrelétricas (CGH), com o objetivo de obter uma matriz energética ambientalmente limpa e sustentável.
Fonte: Assessoria de Comunicação Santa Clara
