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CCGL quebra barreiras e exporta lácteos para a China

CCGL quebra barreiras e exporta lácteos para a China

A Cooperativa Central Gaúcha Ltda (CCGL) começou a 'abrir mata' para traçar uma trilha que deve expandir os negócios do Brasil com a China no setor lácteo. Este importante parceiro internacional em commodities como a soja e a proteína animal pode ser um divisor de águas para o leite nacional.

Há cerca de dois anos, a China passou a aceitar produtos lácteos vindo do Brasil, mas fez uma série de exigências burocráticas e sanitárias para receber o produto. Em novembro, a CCGL conseguiu ultrapassar essas barreiras e fez história ao exportar um palete com diferentes tipos de leite em pó para o gigante asiático.

"Foi um volume pequeno, um palete apenas, não sei exatamente o peso que deu. Foi leite em pó em todas as especificações. Esta primeira vez foi para conhecermos este mercado, ter ideias dos custos de operação. O caminho ainda não está limpo. Foi uma primeira exportação para mostrarmos o produto brasileiro”, relata o presidente da CCGL, Caio Vianna.

A Cooperativa embarcou amostras de leite em pó integral, instantâneo, desnatado, semidesnatado e sem lactose, com a esperança de que a qualidade do lácteo produzido no País e, acima de tudo, no Rio Grande do Sul, seja reconhecida pelos chineses.

"Nesse leite exportado para lá foi necessário identificarmos produtor por produtor, rastrear leite desde o dia que saiu da vaca até chegar na indústria. Outra restrição, que nem todos os produtores podem cumprir, é que a propriedade precisa estar certificada como livre de brucelose e tuberculose. Só foi possível botar esse leite na China porque temos 60% das propriedades cooperadas certificadas”, afirmou Vianna.

São diversos os entraves burocráticos que precisam ser superados nesses primeiros negócios do setor com a China. São muitas exigências legais, sanitárias, burocráticas, tarifárias e logísticas para conseguir-se concretizar a operação para o outro lado do planeta.

Caso o Estado e o País consigam superar estes entraves e concretizar um ritmo de negócios estável com os chineses, pode ser um divisor de águas para o setor.

“No RS, tínhamos uma dificuldade muito grande de vender. Antes de 2003, os agricultores falavam que o governo precisava estocar o trigo, não havia liquidez, não havia comprador na safra. A partir de então, começou a se exportar trigo. A Cooperativa Gaúcha hoje exporta 1,5 milhão de toneladas de trigo, e, se o produtor quiser vender 100% da sua safra, tem comprador e tem dinheiro pra pagar. Quando se atinge reconhecimento internacional, temos o mercado externo para balizar, e ainda tem o mercado interno. Temos a garantia de que o produtor pode produzir que vai conseguir vender”, conta Vianna.

Futuro do mercado lácteo

O futuro do mercado lácteo brasileiro com a China deve ser focado no leite em pó, leite condensado e no queijo, que são produtos concentrados e mais fáceis de serem transportados. Hoje, com a tecnologia desenvolvida no Rio Grande do Sul, é possível embarcar leite em pó com validade de um ano sem necessidade de resfriamento. Mas, para que de fato exista um mercado externo consolidado no setor, é necessário fazer alguns ajustes legislativos junto aos ministérios de Agricultura e Relações Exteriores.

“Nós buscamos equivalência em realização à Nova Zelândia, que é o país que mais exporta lácteos hoje para a China, e tem uma alíquota menor para exportação. Permanecendo essa alíquota diferente, vai ser difícil termos um mercado externo sólido”, argumenta o presidente da CCGL.

Este primeiro negócio firmado com os chineses foi essencial para que se identifique os principais entraves, os custos de operação - que esbarra na taxa elevada para o frete marítimo que deve permanecer em 2022 - e as formas de como o Brasil pode ganhar mais este mercado. “Aí sim, vamos ter condições para os negócios fluírem em volumes maiores”, prevê Vianna.

Fonte: Jornal do Comércio

Crédito da foto: Wenderson Araujo/CNA/Divulgação/JC

PNAE - Novo limite para os agricultores familiares

PNAE - Novo limite para os agricultores familiares

O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) publicou a Resolução Nº 21/2021, que dispõe sobre o atendimento da alimentação escolar aos estudantes no âmbito do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE). A principal alteração está no limite individual de venda do agricultor familiar e do empreendedor familiar rural que passou de R$20 mil para R$40 mil.

O Sistema OCB tem participado ativamente nos últimos anos da formulação das políticas públicas voltadas à agricultura familiar, e o aumento do limite de comercialização no âmbito do PNAE era um dos pleitos para um escoamento mais efetivo da produção vinculada às cooperativas fornecedoras.

Com a instalação da pandemia, foram necessárias adaptações nos normativos do PNAE para que os impactos para os alunos, beneficiários da política pública, e para os agricultores familiares, fornecedores dos gêneros alimentícios, fossem minimizados, a exemplo da continuidade do fornecimento dos alimentos às famílias dos estudantes por meio de kits.

Com a retomada das aulas presenciais em todo o país, o FNDE percebeu a necessidade de adequar as condições do programa mais uma vez, ampliando o limite de fornecimento dos agricultores familiares, parceiros de suma importância na missão de garantir a segurança alimentar e nutricional dos estudantes.

Para as cooperativas da agricultura familiar que atuam ou que pretendem comercializar seus produtos no âmbito do PNAE as mudanças são positivas. Com o programa passando a operar com novos limites individuais de venda do agricultor familiar, o montante passível de ser comercializado por meio das cooperativas detentoras da DAP Jurídica segue sem alterações, onde o montante máximo a ser contratado deve ser o resultado do número de agricultores familiares, munidos de DAP Física, inscritos na DAP Jurídica multiplicado pelo limite individual de comercialização.

A OCB dispõe de um serviço especial voltados às cooperativas registradas, de acompanhamento dos editais lançados pelo governo nos níveis municipal, estadual e nacional. Acesse: https://conexao.coop.br/mercado-nacional/compras-publicas/

Fonte: Assessoria de Comunicação do Sistema OCB

Inclusão da definição do ato cooperativo na PEC 110 avança

Inclusão da definição do ato cooperativo na PEC 110 avança

A gerente geral da OCB, Fabíola da Silva Nader Motta, se reuniu nesta quarta-feira (17) com a assessoria técnica do senador Roberto Rocha (MA), relator da PEC 110/2019, que trata sobre a Reforma Tributária, para debater a importância da definição do ato cooperativo no novo modelo de tributação trazido pela proposta.

Durante a reunião, a OCB falou sobre a importância do ato cooperativo, que não é um benefício fiscal, e explanou ao gabinete o histórico de insegurança jurídica vivenciado pelas cooperativas pela falta de um texto que defina o ato cooperativo.

A assessoria do senador Roberto Rocha explicou o novo sistema proposto pela PEC 110/19, no modelo IVA Dual que tem por princípio a neutralidade e, no qual, acredita-se que não haverá uma tributação mais gravosa para as cooperativas. A assessoria também concordou com a necessidade de uma correta tributação para as sociedades cooperativas, por meio da definição do ato cooperativo.

Representantes da Receita Federal e do Comitê Nacional de Secretarias de Fazenda (Consefaz) também participaram da reunião. A Receita Federal apresentou ressalvas ao texto atual da emenda 8. Com isso, a OCB deverá trabalhar um texto que defina o ato cooperativo e que tenha consenso com a Receita Federal e o Consefaz.

Fonte: Assessoria de Comunicação do Sistema OCB

Cooperativas buscam aprovação de Projeto de Lei para regulamentar o serviço de telecomunicações

Cooperativas buscam aprovação de Projeto de Lei para regulamentar o serviço de telecomunicações

Ao longo de várias décadas, o cooperativismo tem sido fundamental para proporcionar serviços e benefícios fundamentais para o desenvolvimento do meio rural. O ramo de infraestrutura é um grande exemplo, pois as cooperativas foram responsáveis pela eletrificação rural em muitas regiões, e determinantes para a universalização do acesso à energia elétrica.

Hoje, a grande demanda na área de infraestrutura para as propriedades rurais é o acesso à comunicação: telefonia e internet. Contudo, pela legislação vigente no país, as cooperativas não são autorizadas a prestar serviços de telecomunicações.

No entendimento de muitas lideranças do setor, esta restrição não é adequada. Afinal, o cooperativismo foi fundamental para o desenvolvimento da eletrificação rural e para a universalização ao serviço de energia elétrica. E são os associados destas cooperativas que demandam o acesso à internet atualmente. Com a permissão da prestação destes serviços por parte das cooperativas, certamente o avanço da internet no campo será muito mais rápido.

Para atender as reivindicações de seus cooperantes para ofertar internet no meio rural, a Coprel criou uma empresa comercial, a operadora de telecomunicações Coprel Telecom, controlada pela Coprel Cooperativa de Geração e Desenvolvimento. Mesmo não sendo uma cooperativa, a Coprel Telecom tem realizado muitos projetos que envolvem a cooperação entre famílias, prefeituras e a própria Coprel para viabilizar a construção das redes de fibra ótica e a conexão das famílias.

Mas a expectativa é de que essa realidade melhore em breve. A Coprel, em conjunto com cooperativas de infraestrutura de todo o país, através da Infracoop (Confederação Nacional das Cooperativas de Infraestrutura), está defendendo o Projeto de Lei 8.824/2017. A proposição é de autoria do deputado Evair de Melo, do Espírito Santo, presidente da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop). O texto prevê a autorização para as cooperativas operarem os serviços de telefonia móvel e banda larga. O Projeto de Lei foi aprovado na Câmara dos Deputados e segue para tramitação no Senado. “Esta proposição é muito importante para o cooperativismo de infraestrutura. Juntamente com a OCB (Organização das Cooperativas Brasileiras) estamos mobilizados para a aprovação do PL 8.824 no Senado. Tramitando na Câmara desde 2017, somente agora neste ano foi aprovado. Esta legislação é fundamental para ampliarmos os serviços de internet no meio rural”, destaca o presidente da Coprel e Infracoop, Jânio Vital Stefanello.

O acesso à internet no campo é fundamental para o desenvolvimento do setor agrícola. “Que jovem ficará no interior sem internet? A tecnologia é um componente fundamental para a sucessão familiar, para a segurança, para o desenvolvimento econômico no campo. Se esta proposição virar Lei, nós vamos criar uma cooperativa de telecomunicações, para ampliar os serviços, sendo sempre parceiros da união, dos estados e dos municípios para alocar recursos públicos e entregar um serviço de qualidade. Já temos realizado muito com o apoio de prefeituras, dos nossos cooperantes e com recursos próprios, destinados em Assembleia Geral. Mas certamente, como cooperativa poderemos ampliar muito mais os serviços, e muitas cooperativas poderão fazer o mesmo em outras regiões”, finaliza Stefanello.

Fonte: Assessoria de Comunicação Coprel

Conheça a influenciadora digital do coop gaúcho!

Conheça a influenciadora digital do coop gaúcho!

Tem novidade na área!

Em outubro, o Sistema Ocergs e o Projeto Geração Cooperação passaram a ter um reforço na divulgação das mídias digitais. Conhecida como a blogueirinha do cooperativismo, Carolina Mussolini é jornalista e já desenvolve um trabalho nas redes sociais junto a jovens e adultos, englobando público cooperativista e a sociedade em geral.

A escolha da Carolina se dá pelo fato dela ser uma das principais lideranças femininas jovens do cooperativismo brasileiro e, consequentemente, conhecer sobre o universo cooperativista e falar de forma simples sobre ele. Além disso, participou da primeira turma do Programa Somos Líderes da OCB e também foi uma das mulheres embaixadoras do 14º Congresso Brasileiro do Cooperativismo - oportunidade em que foram estabelecidas as diretrizes estratégicas do cooperativismo. Sem contar que recentemente foi selecionada entre 12 jovens do mundo para participar da Conferência Mundial das Cooperativa de Crédito de 2022, em Glasgow, na Escócia.

Um dos objetivos do Sistema Ocergs é disseminar os valores e os princípios do cooperativismo e, junto com o movimento Somoscoop de todo o País, despertar o orgulho de ser coop e ninguém melhor que a Carol, como chamamos, para ser nossa parceira para mobilizar mais o público, ter audiência engajada, maior alcance, público segmentado, diversificar os canais de comunicação, aumentar a produção de conteúdo e mensurar resultados.

Conheça mais sobre a Carol no vídeo: https://fb.watch/954JLpKCgl/

E fica ligado que vem muito conteúdo novo, leve e interessante sobre o cooperativismo. E pra não perder, siga nossas redes sociais:

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Últimos dias para aproveitar a 7ª Estrela Multifeira

Últimos dias para aproveitar a 7ª Estrela Multifeira

Motivos para visitar a 7ª Estrela Multifeira não vão faltar. O evento de negócios, cultura e entretenimento prossegue sua programação nesta sexta-feira (5/11) e vai até domingo (7/11), no Porto de Estrela, com uma ampla programação. O Sescoop/RS está presente na feira, com atendimento ao público em seu estande, que além de informações sobre o cooperativismo, traz também espaço para as cooperativas escolares exporem o seu trabalho.

A expectativa é repetir o bom público do primeiro fim de semana, fechando com sucesso essa que é considerada a feira da retomada. “Ver a alegria dos expositores e a presença do público nos mostra que acertamos na decisão de realizar a feira esse ano”, destaca o presidente da comissão organizadora, Leandro Kremer. Reforçando o convite, ele lembra que são muitas opções para toda a família.

A agenda de atividades técnicas abre os trabalhos desta sexta-feira, antes mesmo da abertura da bilheteria. Na parte da noite, tem o primeiro round do Desafio de Pitches Sebrae Like a Boss, que finaliza no sábado premiando a startup vencedora com uma avaliação de pré-investimento no valor de R$ 350 mil da Stars Aceleradora. Ao todo, serão 27 atividades ao longo dos três dias nos três auditórios.

Na parte comercial, são 270 expositores à espera dos visitantes. Praça da Alimentação, Minifestival do Chucrute com café colonial, Parque de Diversões, tirolesa e parede de escalada, além de Exposição de Carros Antigos (domingo) também estão entre as oportunidades oferecidas. No Salão do Agronegócio, um dos focos é a divulgação dos ganhadores do 1º Concurso Leiteiro, no sábado à noite, sem falar na diversidade de animais expostos e até um lago artificial com peixes.

Entre os shows, destaque para as bandas locais e o estilo sertanejo universitário, com o show nacional de Guilherme Mecca nesta sexta; Armandinho & Banda no sábado; e Os Atuais no domingo, fechando o evento.  A programação completa está disponível no site www.estrelamultifeira.com.br . O evento é uma realização da Câmara de Indústria, Comércio e Serviços (Cacis) e tem o patrocínio de Governo de Estrela e Câmara de Vereadores, Lojas Benoit, Sicredi, Charrua – Combustível para sua vida, Forla – Visão do futuro, Certel 65 anos, A.C. Müller, Cooperativa de Transportes Vale Log, Conpasul, Launer Química, Redemac Morelli, Nutritec.

Fonte: Estrela Multifeira 2021

Crédito da foto: Frederico Sehn

Agro Fraterno: coops cuidando dos brasileiros

Agro Fraterno: coops cuidando dos brasileiros

Quando o assunto é cuidar das pessoas, nada melhor do que as cooperativas, constituídas por gente de todos os cantos e que colocam a mão na massa todos os dias. E uma das provas disso é o resultado parcial do movimento Agro Fraterno, no que diz respeito à contribuição das coops. Até o dia 6 de outubro, elas doaram, de forma direta, praticamente 382 mil cestas básicas, num valor estimado de R$ 28,9 milhões, beneficiando cerca de 1,6 milhão de pessoas.

O Agro Fraterno é realizado pelos ministérios da Agricultura e Cidadania e conta com apoiadores como a OCB, a Confederação Nacional da Agricultura e o Instituto Pensar Agro, entre outros.

Segundo a superintendente do Sistema OCB, Tânia Zanella, o objetivo do Agro Fraterno é estimular as empresas e cooperativas do setor agropecuário a abraçar ainda mais as ações de combate à fome no País, que se agravou por conta da pandemia, por meio da doação de alimentos. Contudo, todas as contribuições, mesmo as de coops de outros ramos, são além de importantes, necessárias.

“Nós sabemos que a pandemia é o maior desafio humanitário do mundo. Todos nós fomos e somos afetados pelos efeitos da crise, mas nós, cooperativistas, temos a certeza de que as atitudes simples transformam o mundo. Se cada cooperativa fizer um pouquinho, a gente consegue um resultado muito expressivo. Por isso, eu convido a família cooperada brasileira a se engajar ainda mais nessa iniciativa. Vem com a gente!”.

FAÇA SUA DOAÇÃO

Para saber como fazer sua doação, clique aqui.

Fonte: Assessoria de Comunicação do Sistema OCB

Projeto de cooperação entre DGRV e OCB comemora 25 anos

Projeto de cooperação entre DGRV e OCB comemora 25 anos

Em 2021 comemoramos 25 anos de cooperação entre a OCB e DGRV. Para celebrar, será realizado um encontro virtual, no dia 3 de novembro (quarta-feira), das 10h30 às 12h (horário de Brasília).

DGRV - Confederação Alemã das Cooperativas está presente no Brasil desde 1996 fomentando o cooperativismo. O primeiro projeto ocorreu no Mato Grosso, auxiliando uma cooperativa central de crédito na sua estruturação. Atualmente já expandimos essa exitosa experiência nas atuações em energias renováveis e com cooperativas agropecuárias no norte e nordeste do país.

As inscrições podem ser feitas através do link: https://in.coop.br/25anos_ocbdgrv

Confira a programação completa:

Lista Forbes das 100 Mulheres Poderosas do Agro destaca jovem presidente de coop gaúcha

Lista Forbes das 100 Mulheres Poderosas do Agro destaca jovem presidente de coop gaúcha

Mulheres de destaque estão por toda parte. Cada vez mais, elas têm ocupado espaços importantes dentro da sociedade. E no agronegócio não é diferente. A Forbes Brasil acaba de divulgar a lista das 100 Mulheres Poderosas do Agro, com destaque para Micheli Bresolin Jacoby, 31 anos, que assumiu em março a presidência da Coomafitt (Cooperativa Mista de Agricultores Familiares de Itati, Terra de Areia e Três Forquilhas), no Rio Grande do Sul.

A jovem agricultora e liderança representa uma importante figura feminina dentro do cooperativismo gaúcho. Aos 24 anos, Micheli já ocupava o cargo de coordenadora da produção de alimentos da Cooperativa e, logo em seguida, assumiu como vice-presidente. Além de ser presidente da Coomafitt, atua também como diretora da Cresol, no município de Itati.

Sobre a Coomafitt

Localizada no litoral norte do Rio Grande do Sul, a Coomafitt tem 15 anos de história e reúne 223 famílias que produzem 6,4 mil toneladas de 88 variedades de alimentos vendidos sem atravessadores. Todos os 272 associados têm acesso a uma plataforma digital que auxilia no controle dos cultivos e garante a rastreabilidade adequada da produção. O uso da tecnologia vem mudando a rotina dos agricultores que, unidos e conectados, estão alcançando resultados importantes e se diferenciando no mercado.

Protagonismo feminino

O dia 15 de outubro marcou o Dia Internacional da Mulher Rural, instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 1995 com o intuito de elevar a consciência mundial sobre a importância dessa figura feminina como protagonista nas mudanças econômicas, sociais, ambientais e políticas. A Forbes Brasil aproveitou a data para lançar sua primeira lista “100 Mulheres Poderosas do Agro”, com nomes que estão transformando diferentes segmentos do setor. Além da Micheli, o ranking tem outras mulheres cooperativistas por lá! Confira quem são:

  • Tânia Zanella, superintendente do Sistema OCB;
  • Aureliana Rodrigues Luz, presidente do Sistema OCB/MA;
  • Cecília Falavigna, cooperada da Cocamar e bicampeã nacional em produtividade de soja;
  • Debora Noordegraaf, coordenadora da Comissão Mulher Cooperativista da Castrolanda (PR);
  • Ministra da Agricultura Tereza Cristina, uma grande influenciadora do coop.

Acesse aqui a lista completa e saiba quem são as super poderosas na produção de alimentos, pesquisa, empresas, foodtechs, consultorias, instituições financeiras, política, entidades, grupo e, mais do que nunca, influenciadoras digitais.

Fonte: Forbes Brasil e Coomafitt

Certaja celebra 52 anos de existência

Certaja celebra 52 anos de existência

Desde o distante 17 de outubro de 1969 os dias têm a força e as noites têm o brilho de uma energia elétrica que mudou a vida de comunidades rurais atendidas pela CERTAJA. Pode-se falar em um antes e um depois da chegada desse insumo fundamental para o desenvolvimento do interior do Rio Grande do Sul. Por isso, os 52 anos da CERTAJA se misturam com a história de progresso de homens e mulheres em suas batalhas cotidianas, cada um com suas lutas e sua colaboração para um todo maior, que tem o bem comum como horizonte.

Fundada em 1969 através de um programa de eletrificação rural fomentado pelo governo federal brasileiro, a CERTAJA hoje atende 19 municípios e mais de 28 mil cooperados e clientes ao longo de 5 mil km de redes. “É um trabalho intenso, de dedicação, pesquisa e qualificação de nossas tarefas em todos os setores”, assegura o presidente Renato Pereira Martins.

A história de lidas e vitórias iniciou com o primeiro presidente, Alcides Antunes, o primeiro funcionário, Alberto Lengler - o Tio Hugo, e o primeiro cooperado ligado, Otávio Azevedo. Segundo Renato, “esses pioneiros jogaram luz e energia e abriram os caminhos que seguimos percorrendo”. As dificuldades de acesso às propriedades rurais, com uma estrutura técnica enxuta, tornavam o trabalho das equipes certajanas um desafio diário naqueles anos longínquos. Na sequência, Adão Rodrigues Martins, Nero Pereira Freitas e Frederico Damião Arnt Bavaresco ocuparam a presidência da Cooperativa com doses generosas de dedicação e espírito visionário.

E o que veio a seguir faz parte da história de Taquari, da região eletrificada pela CERTAJA e de todo o imaginário de peleias grandiosas que os gaúchos estão acostumados a enfrentar com grandeza: em 1993 a CERTAJA incorporou a Cooperativa de Produção de Grãos de Taquari – COMITAL. Em 2008, Renato Martins assumiu o desafio deixado pelo lendário Bavaresco, líder comunitário e dirigente cooperativista que semeou ideias de que um outro mundo é possível. Nesse mesmo ano, a CERTAJA Energia foi regulamentada como Permissionária de Serviço Público de Energia, e em 2013 inaugurou o sistema de 69kV, em Taquari e Vendinha. Em 2014, Pedro Maia foi empossado presidente da CERTAJA Desenvolvimento. Dois anos mais tarde, a CERTAJA recebe o Prêmio IASC 2016 da ANEEL, considerada como a melhor permissionária brasileira de distribuição de energia na categoria Maior Crescimento 2016 no grau de satisfação do consumidor cooperado.

INVESTIMENTOS - Em 2021, com sobras na ordem de R$10.233.000,00, cuja destinação foi votada na Assembleia Geral Ordinária – AGO digital, a CERTAJA destaca-se pela vantagem de iniciar a compra da energia que distribuiu em leilão, no ACL (Ambiente de Contratação Livre), com um preço inferior ao praticado pelas supridoras CEEE e RGE. Essa ação permitiu que os cooperados, em julho/20, tivessem uma redução média na tarifa na ordem de menos 4,62% e, em julho/21 de menos 6,29%, chegando, em algumas classes a menos 10%.

Outro fato importante exposto na AGO de 2021 foi o início da construção de uma linha de 69.000V, com uma extensão de 25 km, que vai ligar Venâncio Aires a Vale Verde, com uma subestação rebaixadora. Esse investimento trará uma energia mais forte e mais confiável para a região, levando a possibilidade de maior desenvolvimento. A obra deverá estar concluída em maio 2022 e está orçada em R$ 26 milhões.

Fonte: Assessoria de Comunicação Certaja

Estudo aponta as tendências de mercado diante de um novo mundo

Estudo aponta as tendências de mercado diante de um novo mundo

O Sistema OCB acaba de divulgar a segunda parte do estudo Coop de olho no futuro: tendências de mercado diante de um novo mundo, elaborado em parceria com o Instituto Superior de Administração e Economia (ISAE). O material aborda questões sobre o que está acontecendo no mundo e como isso impacta a sua cooperativa, além de apresentar as principais tendências globais que as cooperativas dos ramos Agro, Crédito, Transporte e Saúde precisam ter em seu radar.

O estudo é um dos produtos que podem ser encontrados gratuitamente no site ConexãoCoop, que reúne em um só lugar informações e serviços focados no acesso aos mercados nacional e internacional, intercooperação, além de conteúdos e ferramentas de inteligência de mercado. Para ter acesso, basta que a cooperativa esteja regular com o Sistema OCB.  

Vale destacar que o material foi elaborado de forma customizada para a OCB, e estruturado em três partes: forças estruturantes, dinâmicas emergentes e mapeamento econômico dos ramos selecionados.

Segundo a gerente de Relações Institucionais do Sistema OCB, Clara Maffia, com base nas informações desse estudo será possível às coops analisar tendências para uma tomada de decisões mais segura, tornando a cooperativa ainda mais relevante no mercado.

“Esse segundo bloco do estudo abre-se para um olhar de tendências específicas chamadas Dinâmicas Emergentes. São narrativas somadas a estudos de casos, que inspiram a partir da visão de novos modelos de negócio, maneiras de gestão, métodos, produtos, serviços e comunicação, e que servem para concretizar os conceitos nas megatendências”, explicou.

O QUE VOCÊ VAI ENCONTRAR

Entre as muitas informações que o leitor poderá encontrar, estão, por exemplo, tendências específicas para cada um dos ramos do cooperativismo. Quer um spoiler? Confere aqui:

Ramo Agropecuário

  • O mercado de alimentação saudável
  • Rastreabilidade e transparência
  • Fazendas Verticais

Ramo Crédito

  • Baas (Bank as Service ou Banco como serviço)
  • Open Banking e PIX – descentralização bancária
  • Criptomoedas

Ramo Transporte

  • Carros, bicicletas, patinetes e aviões compartilhados
  • Mobilidade verde e emissão de CO²
  • Drones

Ramo Saúde

  • Comunidades Inteligentes de Saúde (Smart health communities)
  • Desospitalização:
  • E-health (saúde virtual):

Além de explicações sobre essas e outras tendências, você também vai encontrar exemplos de cooperativas que já vivem o futuro agora, no presente.

CONFIRA

Para acessar a segunda parte do estudo clique aqui.

E, caso queira acessar a primeira parte do estudo, lançado no fim de agosto, pelo Sistema OCB, como parte da programação da Semana ConexãoCoop, clique aqui.

Fonte: Assessoria de Comunicação do Sistema OCB

Terceiro e-book da série exportação está no ar

Terceiro e-book da série exportação está no ar

Sabe aquelas questões operacionais na hora de exportar seu produto, como processos relacionados a contratos, normas, pagamentos e logística? Pois é, elas são o tema do terceiro e-book da série Exportação para Cooperativas – Questões Operacionais, lançado nesta segunda-feira, pelo Sistema OCB.

Nos dois volumes anteriores, foram apresentadas todas as etapas necessárias à preparação da cooperativa para a entrada no mercado de exportação. Então, feito o dever de casa inicial, ela estará pronta para comercializar produtos e serviços com outros países. Para isso, é importante conhecer os métodos de exportação, garantindo que a negociação seja realizada dentro da legalidade, de forma segura, eficiente e conforme as condições estabelecidas no contrato com o importador.

A série de e-books tem por objetivo ajudar as cooperativas que planejam iniciar a exportação de seus produtos. E vale destacar que os manuais também são úteis para cooperativas que buscam ampliar suas exportações e para organizações que pretendem se tornar cooperativas.

Para o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, estimular as exportações com DNA coop é uma forma de fortalecer as cooperativas e, claro, melhorando os índices econômicos dentro e fora do país. 

“Ao exportar, a cooperativa contribui não só para a economia mundial, mas também para a local. Um exemplo é que, em 2020, o cooperativismo foi responsável por 100% das exportações de 74 municípios brasileiros. Ao todo, naquele ano, segundo dados do Ministério da Economia, 451 unidades exportadoras cooperativas, de ramos variados, exportaram ou importaram produtos de forma direta, ou seja, sem utilização de intermediários, como tradings”, enfatiza Márcio Freitas.

BAIXE AGORA MESMO

VOLUME 1: Primeiros passos para exportação: Este é o nome do primeiro e-book que já está disponível. O material apresenta de forma clara e simples tudo o que você precisa saber para sua cooperativa começar a exportar. Nele você encontra informações sobre escala, embalagens, padronização e outros fatores exigidos pelo mercado internacional que farão toda a diferença na hora de a coop acessar os clientes de fora do Brasil. Para acessar, clique aqui.

VOLUME 2: Estratégia comercial e o marketing para exportação são o tema do segundo e-book da série, que tem por objetivo facilitar o entendimento sobre como funcionam as exportações diretas e indiretas e qual modelo se encaixa melhor em cada perfil de organização. Além disso, o material também reúne dois estudos de caso que demonstram, na prática, alguns pontos teóricos tratados no manual. Para acessar, clique aqui.

VOLUME 3: Clique aqui.

VEM POR AÍ

Volume 4: Cooperativismo como estratégia para exportação, que vai mostrar como constituir ou integrar uma cooperativa pode ser uma ótima opção para quem deseja exportar produtos.Tagseconomia exportação cooperativismo cooperativa e-book

Fonte: Sistema OCB

Curso sobre felicidade está no ar

Curso sobre felicidade está no ar

Para estimular a busca constante do bem-estar, as práticas de responsabilidade socioambiental e da qualidade de vida dos colaboradores das cooperativas, o Sescoop criou o programa Felicidade Interna do Cooperativismo (FIC), realizado por pessoas chamadas Felicitadores – um trocadilho com as palavras felicidade e facilitador.

E, para que o trabalho dessas pessoas seja cada vez mais eficiente, o Sescoop também acaba de formatar e disponibilizar o curso O jeito coop de ser feliz. A ideia é capacitar os interessados para que sejam multiplicadores do conceito de felicidade, colocando-o em prática no dia a dia, visando a um melhor desempenho e uma melhor aplicação das diretrizes do FIC.

SOBRE O CURSO

O curso é totalmente gratuito, tem 8 horas, ocorre na modalidade EAD e é realizado por meio da maior plataforma de desenvolvimento profissional do cooperativismo brasileiro: a Capacitacoop. Vale destacar que é direcionado aos Felicitadores do Programa FIC, mas pode ser feito por quem deseja conhecer um pouco mais sobre o assunto.

Logo no primeiro módulo você vai conhecer como os filósofos e pesquisadores da neurociência abordam o conceito de felicidade ao longo do tempo. Além disso, compreenderá como cultivar uma mentalidade mais feliz, desenvolvendo habilidades específicas.

Já no módulo 2, o constructo da felicidade será aprofundado. Por meio da compreensão do surgimento da psicologia positiva, será possível entender os seus cinco pilares e como colocá-los em prática. Você poderá aprofundar seu autoconhecimento através do Teste Via e compreender as forças de caráter necessárias para a aplicação do bem-estar.

Por último, serão exploradas as principais diferenças entre o conceito do PIB e do FIB e seus paradoxos com a felicidade, além de compreendermos os nove domínios do FIB relacionados a um novo modelo do desenvolvimento sustentável possível.

INSCREVA-SE

Você se identificou? Então participe do curso: O jeito coop de ser feliz. Ele foi criado para tornar essa experiência mais potente e ainda contagiar outras pessoas!

Acesse CapacitaCoop e faça sua inscrição.

Fonte: Sistema OCB

No ar, curso com técnicas e ferramentas de negociação

No ar, curso com técnicas e ferramentas de negociação

Vender, comprar e ganhar é o desejo de dez em cada dez cooperativas, não é mesmo? Mas como fazer isso com o máximo de resultados possíveis? Pensando em responder a esta pergunta, o Sistema OCB acaba de lançar o curso Vender, comprar, ganhar - técnicas e ferramentas de negociação. O objetivo é trazer a melhor forma de negociar, com técnicas, ferramentas e muita preparação.

É um curso que vai trazer a negociação com dois grandes aspectos: o famoso ganha-ganha numa relação a longo prazo e, o segundo, é quando a negociação é para o curto prazo, em uma relação menos duradoura – nesse caso será explorado como negociar para obter maior vantagem num curto espaço de tempo. E por falar em tempo, a duração do curso é de cerca de cinco horas, entre aulas e leituras.

Todo o conteúdo será facilitado pelo estudioso Lucas Silveira. Além de trabalhar na área comercial da Red Bull, Lucas é um aficionado por estudos e leitura e desenvolveu uma metodologia própria para esse conteúdo. Para ele, nós já negociamos diariamente, seja na vida pessoal ou profissional e, por isso, é algo que podemos e devemos melhorar ainda mais.

Ficou interessado? Então acesse o ConexãoCoop, o site de negócios do Sistema OCB e invista em sua estratégia de expansão de mercado.

Fonte: Assessoria de Comunicação do Sistema OCB

OCB defende manutenção de regras do crédito rural

A Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) defendeu a manutenção da atual arquitetura do crédito rural no País, assim como as exigibilidades a serem cumpridas para o financiamento do setor. A defesa foi feita durante reunião técnica da Comissão Externa – Manual de Crédito Rural (MCR), da Câmara dos Deputados, nessa terça-feira (28/9).

"É muito importante que instrumentos de financiamento privado sejam desenvolvidos e adequados às necessidades do setor cooperativista, mas é ainda mais fundamental que a estrutura do crédito rural oficial seja mantida e fortalecida de acordo com o desenvolvimento do agro nacional, garantindo o adequado acesso aos diferentes perfis dos beneficiários da política pública", afirmou o coordenador do ramo Agro na OCB, João Prieto.

Coordenada pelo deputado Jerônimo Goergen (RS), a reunião contou com a participação de entidades representativas do setor produtivo que debateram os desafios do crédito rural e do financiamento privado, em especial no que se refere à Cédula de Produto Rural (CPR), títulos do agronegócio, Fiagro (Fundos de Investimento nas Cadeias Produtivas Agroindustriais), Patrimônio Rural em Afetação e demais instrumentos de crédito e garantias das operações de financiamento rural.

O trabalho da comissão externa consiste em revisar o manual e elaborar uma proposta legislativa sobre o tema. O MCR, por sua vez, reúne todas as normas aprovadas pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) e editadas pelo Banco Central do Brasil que se referem aos financiamentos destinados aos produtores rurais.

Além da OCB também participaram do encontro a presidente da Comissão de Agricultura, deputada Aline Sleutjes (PR), e representantes da Associação das Empresas Cerealistas do Brasil (Acebra), da Associação Brasileira dos Produtores de Maçã (ABPM), da Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS), da Associação Brasileira dos Produtores de Soja (Aprosoja) e da Confederação Nacional da Agricultura (CNA).

Fonte: Assessoria de Comunicação do Sistema OCB

ACI Europa elege a primeira mulher como presidente

ACI Europa elege a primeira mulher como presidente

A Assembleia-Geral da ACI Europa elegeu a dinamarquesa Susanne Westhausen como presidente para os próximos quatro anos. A eleição ocorreu nessa sexta-feira (24/9), em Paris. Susanne, que atua há mais de 30 anos no setor cooperativista, é presidente da Confederação de Cooperativas da Dinamarca e entra para a história da entidade como a primeira mulher a assumir o cargo na ACI Europa.

Durante o evento, também foram eleitos os novos membros para o Conselho de Administração. A ACI Europa é a organização regional da Aliança Cooperativa Internacional para o Continente Europeu. A entidade tem sede em Bruxelas e congrega as mais de 40 organizações representativas de cooperativas europeias que estão espalhadas por 33 países.

O representante do Brasil junto ao Conselho de Administração da Aliança Cooperativa Internacional, Onofre Filho, parabenizou a nova líder do cooperativismo europeu e se colocou à disposição para fortalecer a intercooperação entre as cooperativas brasileiras e europeias.

Fonte: Assessoria de Comunicação do Sistema OCB

Presidente da Cotribá recebe Medalha do Mérito Farroupilha

Presidente da Cotribá recebe Medalha do Mérito Farroupilha

O presidente da Cotribá, Celso Leomar Krug, foi agraciado com a maior honraria do parlamento gaúcho. Em solenidade realizada junto à casa da Cotribá na Expointer nesta quarta-feira (08), Celso foi condecorado com a Medalha do Mérito Farroupilha. A distinção foi entregue pelo presidente da Assembleia Legislativa, deputado Gabriel Souza, juntamente com o deputado proponente da homenagem, Clair Kuhn.

No ano em que a Cotribá celebra 110 anos e o presidente completa 45 anos de trabalho junto à cooperativa, a distinção valoriza a trajetória e o legado deixado por Celso Krug em prol do desenvolvimento do agronegócio.

Celso iniciou sua vida profissional na Cotribá, na função de engenheiro agrônomo, no ano de 1976. Seu trabalho estava voltado aos serviços de assistência técnica para os produtores rurais. Logo nos primeiros meses junto à Cooperativa, conheceu o projeto da CCGL pelo desenvolvimento da bacia leiteira no estado do Rio Grande do Sul. Celso abraçou a ideia e passou a incentivar os associados e demais produtores rurais a investir na produção de leite, liderando um grande desafio.  Desacreditada por muitos no início, hoje a pecuária leiteira é uma das grandes fontes de renda dos agricultores da região do Alto Jacuí, e o pioneirismo liderado por Celso Krug no desenvolvimento da atividade também proporcionou que a Cotribá realizasse a implantação de diversas tecnologias na atividade leiteira.  Filho de pequenos produtores rurais, Celso conseguiu, na prática, demonstrar que é possível obter renda na agricultura familiar e melhorar a qualidade de vida das famílias que vivem no interior.  Em uma trajetória profissional marcada pela dedicação, trabalho, seriedade e comprometimento, Celso assumiu novos desafios junto à Cotribá. Em 1981, foi eleito vice-presidente, e em 1993, presidente da cooperativa. Além de ser sempre atuante no cooperativismo gaúcho, sua liderança foi muito importante para o desenvolvimento dos negócios da Cotribá como um todo. Hoje, a cooperativa faz parte do desenvolvimento do agronegócio com atuação direta em 26 municípios gaúchos através de pontos de negócio, no entanto, seus produtos e serviços estão disponíveis em mais de 300 municípios do Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

O deputado Clair Kuhn, proponente da homenagem, destaca que Celso é um exemplo não só para o agronegócio, mas uma inspiração para todo o Estado. “É  uma alegria muito grande estar no parlamento gaúcho e poder fazer este reconhecimento, divulgar a todo o Estado a trajetória do Celso. A sua dedicação ao trabalho é um exemplo para todos. A sua caminhada vitoriosa é um exemplo de vida, de um líder que superou inúmeros desafios. Certamente, a nossa região não seria a referência de desenvolvimento e qualidade de vida sem este trabalho capitaneado pelo esforço deste líder que homenageamos”, salienta Clair.

Emocionado, Celso agradeceu a homenagem. "É uma grande honra, como presidente da Cotribá, ser prestigiado pelos deputados, pelas lideranças que aqui estão, e receber esta homenagem. Um reconhecimento ao trabalho desenvolvido em uma cooperativa que tem 110 anos de história, de caminhada, de sucesso, sem interrupção. É sinal de que fizemos um trabalho pela agricultura e pecuária do Rio Grande do Sul. Se estamos aqui, é porque o associado confia em nosso trabalho. Um agradecimento aos colaboradores, equipe diretiva, ao vice-presidente Enio Nascimento, à minha família, todos fazem parte desta homenagem”

O presidente da Assembleia, deputado Gabriel Souza, salientou a importância do parlamento gaúcho ter a oportunidade de valorizar o trabalho de lideranças como Celso. “É uma liderança em uma cooperativa que traduz toda a força do agro. Esta homenagem é em nome do povo gaúcho, porque o trabalho que o Celso e que a Cotribá fazem é muito importante para o desenvolvimento do Estado do Rio Grande do Sul.

A solenidade de outorga da Medalha do Mérito Farroupilha ao presidente da Cotribá contou com a participação do secretário de Logística e Transportes, Juvir Costella, do deputado federal Alceu Moreira (MDB), dos deputados estaduais Beto Fantinel (MDB) e Elton Weber (PSB), prefeitos Abel Grave (Ibirubá) e Gustavo Stolte (Quinze de Novembro), vereadores e representantes de entidades. Também prestigiaram o evento os familiares do presidente (irmão Ernesto, esposa Lúcia, filhos Vinicius e Cristiano, enteada, noras e netos), o vice-presidente Enio Nascimento, gerentes da cooperativa, colaboradores, associados e imprensa. A solenidade também foi transmitida ao vivo e está disponível, na íntegra, no canal do Youtube da Assembleia Legislativa: https://youtu.be/hscXw_bGlEk

Acordo entre OCB e Apex-Brasil já tem resultados

Acordo entre OCB e Apex-Brasil já tem resultados

Uma boa notícia para as cooperativas agropecuárias que pensam aumentar sua participação no mercado internacional ou mesmo iniciar essa jornada! Graças ao acordo de cooperação entre OCB e Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), as coops brasileiras terão vagas reservadas em nove feiras internacionais organizadas pela entidade. 

Assim, as cooperativas que poderão participar das feiras são aquelas que, em 2020, exportaram até US$ 500 mil. Vale destacar que cada cooperativa poderá contar com um estante de até 4m² cada (com a seguinte estrutura: balcão de atendimento com logomarca da cooperativa à frente, cadeira, armário interno e expositor vertical de vidro).

É importante ressaltar que as coops terão o menor custo de participação entre todas as modalidades. Esse custo equivale a 33% do valor de um estande básico, que varia de acordo com cada feira, conforme descrito no regulamento das feiras do ano que vem.

Para a superintendente do Sistema OCB, Tânia Zanella, essa é mais uma conquista que resulta das tratativas com a Apex. “Temos muita satisfação de anunciar esse marco às nossas cooperativas, pois vemos, com isso, a oportunidade de melhorarmos cada vez mais a qualidade de vida dos cooperados”, analisa a superintendente.

PROGRAMAÇÃO

Confira o calendário de eventos:

Feiras em 2022Número de vagasDatas
Gulfood, Emirados Árabes Unidos313 a 17/2/2022
Biofach, Alemanha1015 a 18/2/2022
Foodex, Japão38 A 11/2/2022
SIAL America, Estados Unidos322 a 24/2/2022
EXPO Antad & Alimentaria, México31 a 2/5/2022
SIAL Paris, França315 a 19/10/2022
CIIE, China35 a 10/11/2022
SIAL Interfood, Indonésia3 9 a 12/11/2022
ISRAFOOD, Israel315 a 17/11/2022
POR QUE PARTICIPAR DE FEIRAS INTERNACIONAIS?  

Para quem participa das feiras, as vantagens são muitas. Confira algumas delas:

  • As feiras e exposições nacionais e internacionais são eventos nos quais empresas de um mesmo setor apresentam seus produtos, novidades e tendências para o setor. Por isso é um meio eficaz de aproximação com o mercado que se quer conquistar. É possível aprofundar o conhecimento sobre o mercado-alvo, tendências e estratégias dos concorrentes; 
  • Esses eventos contam com uma publicidade global e são visitados por todos os interessados em determinado segmento econômico. Assim, com todos os atores reunidos em um mesmo lugar, é possível reduzir custos de promoção;
  • É um dos mais eficientes canais de contato com potenciais clientes, bem como para já realizar negócios;
  • As feiras também são consideradas plataformas estratégicas para ampliar a visibilidade dos produtos e promover contatos;
  • E permitem verificar em tempo real a reação do público ao seu produto. Assim é possível propor mudanças para melhor adequar o produto ao público alvo.
PARTICIPE 

Quer participar das próximas feiras internacionais? Então fique de olho na agenda do ConexãoCoop e na seção Mercado Internacional, se prepare para atender aos requisitos dos editais de seleção e faça as malas!  

SE PREPARE

Para conhecer o caminho para internacionalizar a sua coop, acesse a série de e-books Exportação para Cooperativas no ConexãoCoop. Você vai encontrar todas as informações que precisa para começar o plano de internacionalização da sua coop.

Fonte: Sistema OCB

Sancionada lei que permite uso de livros digitais por coops

Sancionada lei que permite uso de livros digitais por coops

Agora é lei: as cooperativas estão autorizadas a usarem livros e fichas digitais. Esse passo importante na simplificação dos processos de escrituração e na adequação do setor à realidade digital, veio com a sanção da Lei nº 14.195/21 pelo presidente Jair Bolsonaro. A lei é originária da Medida Provisória 1040/21, que trata da modernização do ambiente de negócios, inclusive das sociedades cooperativas. E valer ressaltar, o Sistema OCB atuou fortemente na discussão da pauta, destacando as particularidades do cooperativismo, e para isso contou com o apoio direto do deputado Evair de Melo (ES) e da senadora Soraya Thronicke (MS), que são integrantes da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop).   

De acordo com a Lei 5.764/1971, as cooperativas devem contar com os livros para registro de matrícula, atas das assembleias e registro de presença dos associados, atas dos Órgãos de Administração e do Conselho Fiscal, entre outras ações, como registros fiscais e contábeis, que são obrigatórios.

Normas societárias

Outro ponto importante – Foram vetados os dispositivos que extinguiam as sociedades simples e, consequentemente, o texto que equiparava as cooperativas a todas as sociedades empresariais. Com isso, ficam preservadas todas as normas societárias atuais do modelo cooperativista, inclusive as regras de direito tributário aplicáveis às cooperativas. Da mesma forma, são mantidas as normas previstas em legislações específicas do cooperativismo, as quais já eram preservadas pelo projeto a partir de sugestão feita diretamente pelo Sistema OCB com o objetivo de preservar as especificidades do modelo de negócios cooperativo.

Outros pontos de modernização

Com a sanção, as cooperativas também ficam autorizadas a emitir Nota Comercial, título de crédito extrajudicial, de livre negociação – neste caso emitido exclusivamente sob a forma escritural. E isso, elas podem fazer por meio de instituições autorizadas a prestar o serviço de escrituração pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

E tem mais: a lei traz novas facilidades para abertura e registro de novos negócios e facilita a liberação de licenciamentos em empreendimentos de baixo risco.

Para as unidades do Sistema OCB – outro ponto a ser destacado diz respeito à permissão para realização de Assembleia Geral Ordinária (AGO) remota também para associações, contribuindo para a segurança jurídica também nesse ponto.

Texto completo

Você pode conferir o texto completo aqui. 

Fonte: Assessoria de Comunicação do Sistema OCB

Começou o Seminário de Direito Cooperativo da Região Sul 2021

Doença ocupacional Covid: decisões dos Tribunais foi o tema do painel que abriu a programação do Seminário de Direito Cooperativo da Região Sul, na sexta-feira (3/9), com a participação do ministro Alexandre Agra Belmonte e de Marco Antônio Villatore, que irão apresentar palestras e depois ficarão à disposição dos participantes para esclarecer as dúvidas.

Ao todo serão realizados quatro painéis, em formato on-line. Os demais ocorrerão nos dias 10, 17 e 24 de setembro, sempre com duração de duas horas cada. O Sistema Ocepar é o anfitrião desta edição do Seminário.

PRÓXIMOS PAINÉIS

No dia 10, o painel será sobre LGPD e Compliance: responsabilidade e direito dos titulares, com a participação de Evelyn Moreno Weck e Camilla Jimene. No dia 17, o tema Medidas atípicas do processo de execução para recuperação de crédito, alienação fiduciária e decisão do STF será discutido com a presença de Liliane Maria Busato Batista e Oksandro Gonçalves. O evento encerra no dia 24, com Cinthia Obladen de Almeida Freitas e Amanda Souto, no painel sobre Gestão eletrônica de documentos e assembleias digitais.

O Seminário é destinado a advogados e assessores jurídicos de cooperativas e das Unidades Estaduais do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Desde sua primeira edição, em 2017, é realizado em cooperação entre os Sistemas Ocepar, Ocesc e Ocergs e tem contado com a participação de representantes do Sistema OCB.

INSCRIÇÕES

As inscrições estão abertas e podem ser efetivadas pelo link: https://bit.ly.3CCbPE5.

Fonte: Sistema Ocepar