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A guerra entre Rússia e Ucrânia já dura mais de 150 dias. Inúmeras vidas foram perdidas e o conflito ainda não parece ter um fim próximo. Cooperativas ucranianas também foram atingidas pelos bombardeios russos e precisam de ajuda para reconstruir um legado de anos.
A União Central das Sociedades de Consumidores de Toda a Ucrânia (Ukrkoopspilka), organização similar ao Sistema OCB, congrega 25 cooperativas de consumo e tem sede na cidade de Kiev. Ela é uma das entidades destruídas pelos bombardeios, entre tantas outras.
Por isso, a Organização das Cooperativas da Ucrânia está fazendo uma campanha internacional para receber ajuda financeira e humanitária de colegas estrangeiros. No Brasil, o Sistema OCB será responsável pelas arrecadações de doações financeiras a serem repassadas para a instituição. Para isso, foi criada uma conta exclusiva para depósito.
Confira os dados:
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Organização das Cooperativas Brasileiras
“A Ucrânia tem sido vítima de atos injustificáveis com danos pemanentes em grande escala para as comunidades locais. O movimento cooperativo precisa se unir nesse momento para ajudar no que for possível. Sabemos que declarações e estratégias são importantes, mas nesse momento, precisamos, acima de tudo, de ações”, afirma o presidente Márcio Lopes de Freitas.
Ainda segundo o presidente, as cooperativas ucranianas têm funcionado como linhas de proteção para cooperados e suas comunidades ao manter sua principal missão que é a de servir as pessoas. “Precisamos, portanto, nos unir para mostrar que a unidade, a perseverança, a resiliência e a confiança são legados do nosso movimento e que são justamente nos tempos difíceis que nos tornamos mais fortes. Convido todas as cooperativas brasileiras a participarem dessa campanha”, acrescenta.
Não deixe de contribuir. Juntos, construímos um mundo melhor!
Fonte: Sistema OCB
A Escoop tendo como missão de promover o desenvolvimento sustentável das cooperativas por meio de soluções inovadoras e de excelência na aprendizagem e pesquisa, tem exercitado sua função de disseminar o conhecimento do cooperativismo em seus aspectos sociais e econômicos através de diferentes iniciativas.
Recentemente, em parceria estabelecida mediante Acordo de Cooperação Técnica com o Sistema OCB e o Banco Central, através da Universidade Banco Central, a Escoop contribuiu com conteúdos audiovisuais que estão sendo disponibilizados na trilha de aprendizagem sobre cooperativismo de crédito que foi entregue aos servidores do Banco Central.
Os materiais produzidos pela Escoop também farão parte do curso “Noções sobre cooperativismo” do módulo básico que está sendo disponibilizado à sociedade na EscolaVirtual de Governo através do acesso livre e gratuito no link https://www.escolavirtual.gov.br/curso/862.
Segundo o diretor geral da Escoop, José Máximo Daronco, iniciativas como esta estão alinhadas aos objetivos estratégicos sistêmicos que tratam de disseminar conhecimentos em prol do cooperativismo e fortalecer a cultura cooperativista junto aos diferentes públicos onde as cooperativas estão inseridas.
A Escoop
A Escoop foi credenciada pelo Ministério da Educação através da Portaria n° 994, de 19 de julho de 2011, assinada pelo ministro da Educação, Fernando Haddad, que autorizou o funcionamento da primeira Faculdade voltada exclusivamente ao Cooperativismo no Brasil, publicado no Diário Oficial da União no dia 25 julho de 2011. A Escoop é uma iniciativa do Sescoop/RS que pretende formar gestores de cooperativas, buscando qualificar ainda mais o Cooperativismo Gaúcho.
Acesse www.escoop.edu.br e saiba mais!
A 45ª edição da Expointer inicia no próximo sábado (27/8) e segue até 4 de setembro. Durante esse período, a Ocergs, uma das entidades copromotoras da Feira, terá uma programação de eventos e reuniões na Casa do Cooperativismo, sede da instituição no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio. O destaque fica por conta do lançamento do Plano RSCOOP150 no dia 31 de agosto, que reúne pilares de atuação e projetos estruturantes para que o faturamento das cooperativas gaúchas dobre seu faturamento nos próximos anos.
No dia 30 de agosto, o auditório recebe às 10h a palestra Cooperativismo e Financiamento Rural, com a participação de representantes do BNDES. Às 11h ocorrerá a palestra Oportunidades e Desafios para o Cooperativismo Agropecuário, com a presença de representantes do Sistema OCB.
RSCOOP150
O lançamento do planejamento estratégico do RSCOOP 150 ocorre no dia 31 de agosto, a partir das 9h30 para diretores e conselheiros do Sistema Ocergs, presidentes, dirigentes e executivos de cooperativas; e a partir das 11h para a imprensa, através de coletiva no auditório da Casa do Cooperativismo, com a participação do presidente do Sistema Ocergs, Darci Hartmann.
A Casa do Cooperativismo receberá também reuniões de cooperativas durante a Feira e será palco de exposição de produtos de coops para o público que visitar o local durante a Expointer.
O primeiro eixo da publicação do Sistema OCB Propostas para um Brasil mais Cooperativo tem como foco o protagonismo do movimento na busca por uma nova economia. O documento entregue aos candidatos à Presidência da República tem o objetivo de auxiliá-los na elaboração de políticas públicas que contribuam para melhorar as condições de atuação das cooperativas, permitindo sua expansão e reconhecimento.
O eixo destaca que o modelo de negócios cooperativista é pautado em propósitos, com valores e resultados compartilhados, senso de comunidade, transparência, sustentabilidade e integridade. E que seu principal objetivo é a construção de um mundo melhor, focado no bem coletivo.
“O cooperativismo é uma força social e econômica bastante expressivas. Os dados comprovam essa força e o movimento já está adequado aos anseios da nova geração, que quer um mundo mais próspero, com uma economia mais compartilhada, mais solidária. Então, nossa intenção é que nosso modelo de negócios esteja presente em todas as discussões, nos mais variados setores e órgãos determinantes da economia”, pondera o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas.
A publicação também destaca que a compreensão do poder público em relação ao modelo de negócios cooperativista é necessária para incentivar um maior desenvolvimento de seus ramos, o que reflete diretamente na geração de emprego e renda, no acesso a mercados e no desenvolvimento de regiões. Assim, o Sistema OCB esclarece esperar que o próximo governo busque fortalecer o papel do cooperativismo como parte da agenda estratégica do país, reconhecendo os diferenciais do modelo de negócios e seu alto impacto para o desenvolvimento de pessoas e comunidades.
As principais propostas apresentadas no primeiro eixo abordam o adequado tratamento tributário ao ato cooperativo; legislações e políticas de apoio e estímulo ao cooperativismo; inserção do cooperativismo em novos mercados e; espaços de representatividade e de participação.
Adequado tratamento tributário ao Ato Cooperativo
O adequado tratamento tributário ao Ato Cooperativo, dispositivo Constitucional (Art. 146) ainda não regulamentado, é considerado primordial para garantir um ambiente de segurança tributária e jurídica às cooperativas e seus cooperados; bem como de ampliar o protagonismo do movimento cooperativista em todo o país.
Para tanto, o Sistema OCB considera como fundamental que, no avanço das discussões de políticas públicas, novos marcos regulatórios e decisões judiciais, seja reconhecida pelos tomadores de decisão a neutralidade fiscal na cooperativa e a incidência de tributos, quando e se configurar fato gerador tributário, no cooperado, onde se fixa efetivamente a riqueza, evitando a duplicidade de cobrança e a ocorrência de tributação mais gravosa ao modelo cooperativo.
Estruturação
O entendimento do movimento cooperativista sobre a modernização das estruturas de gestão e governança pode auxiliar o próximo governo na elaboração de políticas públicas que estimulem o cooperativismo. Para isso, as adequações de regras de convocação e de representatividade dos associados em assembleias, órgãos de administração e execução dos negócios também representam uma demanda prioritária do setor.
A publicação aponta que, para garantir as atuais políticas de fomento do movimento, são necessárias novas fontes orçamentárias para além das linhas de financiamento e de crédito já existentes. As adequações de normas já vigentes são assinaladas como alternativas para a criação dessas novas fontes, a exemplo da instituição de regras de Certificado de Crédito Cooperativo e de Contratos de Parceria.
A aprovação do Projeto de Lei 815/22, que permite a reorganização de cooperativas em momentos de instabilidade é outro caminho descrito para o fortalecimento do modelo de negócios. Em cenários de crise econômico-financeira, as cooperativas ainda não dispõem de uma legislação que lhes permita superar seus entraves e preservar suas características ao mesmo tempo. Neste contexto, entre outros entraves, o movimento fica em situação de desvantagem competitiva quando comparado a outros modelos societários empresariais.
Educação como base de promoção da cultura cooperativista
Entre as prioridades do documento também está a inclusão, de forma interdisciplinar, da educação cooperativa na Base Nacional Curricular Comum (BNCC) como forma de estimular o conhecimento, a discussão e o aprendizado sobre o tema cooperação desde a infância. Nesta vertente, também são apontadas a importância de promover pesquisas em Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I) na área de cooperativismo, bem como a ampliação dos incentivos a elaboração de estudos acadêmicos como acontece entre o Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop) e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).
Melhoria do ambiente de negócios
A participação em processos de licitação é outra vertente que a publicação destaca para ampliar a atuação das cooperativas em benefício da economia brasileira. Embora já garantida pela Lei 12.690/12, que regulamentou as Cooperativas de Trabalho, por exemplo, o modelo cooperativista ainda se depara com entraves, principalmente jurídicos, para participar de processos para contratações públicas de bens e serviços.
Além das contratações públicas, o movimento quer ampliar, por meio de legislações específicas, o acesso a mercados, as relações de trabalho, os mecanismos de crédito e capitalização e a promoção e estímulo à inovação. Outra demanda considerada prioritária é assegurar que as cooperativas de pequeno porte tenham acesso aos mesmos benefícios não-tributários das microempresas, empresas de pequeno porte e agricultores familiares.
Novos mercados
O fomento à inserção do cooperativismo em novos mercados também é um ponto-chave das propostas. Um exemplo é a autorização para que as cooperativas possam atuar no mercado de seguros privados, prevista no Projeto de Lei Complementar (PLP) 519/18. O texto apresenta, inclusive, dados que comprovam que a prática é aplicada com sucesso comprovado no mercado internacional.
A conectividade no campo e a possibilidade da oferta de serviços de telecomunicações por cooperativas também são temas prioritários do primeiro eixo. Para isso, o movimento sugere a aprovação do Projeto de Lei (PL) 1303/22, em tramitação no Senado. “As cooperativas, por estarem tão próximas de suas comunidades são as ‘ferramentas’ mais eficientes e viáveis para levar o acesso à internet e novas tecnologias no campo. As coops do ramo Infraestrutura estão preparadas para ajudar o Governo a ampliar as conexões”, afirma o texto.
Representatividade
O Sistema OCB, que, por meio da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), já atua com bom o diálogo junto aos Três Poderes, seja em conselhos técnicos e consultivos, câmaras setoriais ou em audiências públicas, quer ampliar sua capacidade de comunicação e representação, conforme previsto na Lei Geral das Cooperativas (5.764/71). O objetivo é garantir que políticas públicas e marcos regulatórios levem em conta os anseios do movimento.
Para os temas trabalhistas, por exemplo, a Confederação Nacional das Cooperativas (CNCoop) pretende continuar atuando em fóruns de deliberação e sindicais, defendendo a categoria econômica das cooperativas. Pretende ainda, capacitar equipes e implementar processos específicos para o cooperativismo nos ministérios, agências reguladoras e demais órgãos como já acontece no Banco Central do Brasil (BCB), no Ministério da Agricultura (Mapa) e na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). A colaboração busca aprimorar a base de dados públicos e de conhecimento especializado de servidores sobre o modelo cooperativista.
Além disso, o movimento quer estender a participação de representantes como vogais em juntas comerciais e assegurar conhecimento sobre o cooperativismo nos órgãos de registro.
Fonte: Sistema OCB
A intercooperação mostrou sua força e importância novamente nesta segunda-feira (15). Um temporal atingiu a área da cooperativa Certaja Energia (Taquari/RS) causando queda de árvores, e dificultando acesso de equipes, além de deixar a população sem energia elétrica.
Para auxiliar e agilizar a solução dos problemas, a Certaja acionou o Plano de Contingência coordenado pelo Sistema da Federação das Cooperativas de Energia, Telefonia e Desenvolvimento Rural do Rio Grande Sul (Fecoergs). Dessa forma, as equipes das cooperativas Certel (Teutônia) e Coopernorte (Viamão) auxiliaram no reestabelecimento energético das cidades de Paverama e Triunfo, regiões duramente atingidas.
O coordenador de Energia e Meio Ambiente do Sistema OCB, Marco Morato, destacou o impacto positivo desta intercooperação para as cooperativas e para a população local. “O benefício social dessa iniciativa das cooperativas para a comunidade é expressivo e real. Essa é uma prova da atuação do cooperativismo dentro da comunidade, que faz de tudo para melhorar a qualidade de vida das pessoas mesmo em momentos difíceis. Esse plano, inclusive, já foi premiado pelo Sistema OCB como relevante case de intercooperação”.
O Plano de Contingência foi implementado pelo Sistema Fecoergs em 2016, quando um temporal assolou a cidade de Porto Alegre. Em uma prática de intercooperação, as cooperativas se uniram para atuar em ocorrências similares provocadas por eventos climáticos.
A iniciativa foi reconhecida pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável do Rio Grande do Sul (Sema/RS) que, desde então, repassa informações do monitoramento e previsão das condições hidro meteorológicas e de clima. Com isso, as cooperativas podem se antecipar sobre vendavais e temporais, diminuindo custos e minimizando estragos.
O Plano de Operação e Manutenção em dias de Contingência do Sistema Fecoergs é composto por 24 cooperativas de distribuição e geração de energia elétrica.
Fonte: Sistema OCB
Fortalecer a imagem do agronegócio e contribuir para que ele seja admirado pelo brasileiro é o objetivo da pesquisa “Percepções Sobre o Agro. O Que Pensa o Brasileiro”, do Movimento Todos A Uma Só Voz. A pesquisa iniciada em agosto de 2021 está em sua última fase, que é a análise dos dados e dos materiais levantados. A apresentação dos resultados está prevista para a segunda quinzena de setembro.
O projeto integra a construção da marca Agro do Brasil e o Sistema OCB, juntamente com outras associações, entidades e profissionais de diversos setores da economia, prestam apoio institucional para disseminar os conhecimentos levantados e estimular a simpatia da população urbana pelo campo e seus produtores.
“Muitas informações sobre o agronegócio são baseadas em críticas destrutivas. Evidente que apoiamos este e outros estudos que valorizem o trabalho dos produtores, em especial, dos cooperados que com seus valores e princípios produzem mais que alimentos, levam prosperidade para suas localidades”, afirma o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas.
O coordenador geral da pesquisa, Paulo Rovai, explica que, logo na fase qualitativa do levantamento de dados, surgiram percepções que contribuíram como um guia para a construção do questionário quantitativo. "Foram feitas 38 entrevistas em profundidade com executivos, consumidores e jornalistas que acompanham o setor e de outras editorias, análises de mais de 30 papers acadêmicos do exterior e do Brasil e workshop com associações ligadas ao agronegócio. Isso porque, na etapa quantitativa, precisávamos ter o maior número de referências como artigos, reportagens, webinars, que são fontes riquíssimas para complementar a pesquisa".
A mediadora, Ana Luisa Almeida, que participa do grupo de mentores e condutores da pesquisa, avalia que cada vez mais as pessoas constroem suas percepções e, a partir delas, agem – seja para comprar um produto, para recomendar um serviço ou até mesmo para criticar uma marca ou um setor específico da economia.
Questionário
"Foram aplicados rigor científico, metodologias e base teórica sólida para uma abordagem ampla", assevera Pedro Scrivano, responsável pelos métodos quantitativos da pesquisa. O questionário, aplicado em amostra nacional, já congrega 4.215 entrevistas com a finalidade de representar todos os estados e perfis da sociedade brasileira.
"Esse número é bastante representativo, atingindo uma amostra nacional relevante, o que confere uma margem pequena de erro para garantir a confiabilidade da pesquisa”, acrescenta Claudio Vasquez, condutor da pesquisa de campo quantitativa. Segundo ele, as respostas são divididas seguindo os parâmetros do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE): distribuição de gênero (feminino e masculino), por idade (15-29 anos; 30-59 anos e 60 anos ou mais), por renda (Classes A, B, C e D/E) e por região (Sudeste, Nordeste, Sul, Norte e Centro-Oeste) com as respectivas porcentagens estabelecidas pelo órgão público.
Pioneirismo
De acordo com o professor da Universidade de São Paulo (USP) e da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), Eduardo Eugênio Spers, a pesquisa é inédita tanto por não haver dados sobre a percepção dos brasileiros sobre o agro, como por olhar diretamente para o consumidor final.
"A pesquisa é inédita porque entende a necessidade de o agro querer se comunicar e se esforçar para ser compreendido pelo público urbano. Por isso, é importante compreender o que esse consumidor final, que está muito distante do agro, pensa sobre o setor para que consiga se comunicar de uma forma melhor e mais próxima da realidade. Outro ponto é que este estudo será amplamente divulgado, daí o pioneirismo”, pontua.
O grupo de mentores e condutores do projeto é composto pelo presidente da Associação Brasileira de Marketing Rural e Agro (Abmra) e idealizador do Movimento Todos A Uma Só Voz, Ricardo Nicodemos; pela presidente da ALL+ Consultoria em Excelência Corporativa, Ana Luisa Almeida; pela embaixadora do Capitalismo Consciente, Ana Vaz; pela professora PhD da Fundação Dom Cabral (FDC), Áurea Puga; pela sócia-diretora da Hilo, Claudia Leite; pelo diretor da Brazil Panels, Claudio Vasques; pelo professor da USP/Esalq, Eduardo Eugênio Spers; pela coordenadora do Movimento Todos A Uma Só Voz, Isabel Araujo; pela PhD em Economia de Empresas, Luciana Florêncio; pela diretora da Attuale Comunicação, Mariele Previdi; e pelo diretor da Paulo Rovai Marketing e Negócios e professor da ESPM, Paulo Rovai.
Mais um passo importante foi dado pela Certel na busca por avanços tecnológicos e oportunidades para os seus associados. A Cooperativa inaugurou no dia 4 de agosto a sua segunda estação de recarga para veículos elétricos, localizada em Lajeado. A inovação fica junto ao Escritório de Energia, no Bairro Montanha, nº 3.533, e está à disposição de toda comunidade de forma gratuita, 24 horas por dia (com localização também disponível via Google Maps ou www.plugshare.com).
Conforme o presidente da Certel, Erineo José Hennemann, o eletroposto vem para ampliar um benefício que a Cooperativa já oferece desde o ano passado em Teutônia, onde está instalado o seu primeiro eletroposto. "O carro elétrico ainda é uma novidade para todos nós, mas a frota da região já conta com alguns exemplares, como a própria Certel, que possui um carro 100% elétrico. É uma vantagem econômica, se comparada com a utilização de combustíveis fósseis, mas, principalmente, de ordem sustentável, por envolver o uso de energia oriunda de fontes renováveis. A sociedade clama por atitudes mais responsáveis em relação ao meio ambiente, e queremos facilitar para que nossos associados e toda sociedade consigam dar a sua contribuição também", ressaltou.
A exemplo de todos os investimentos que realiza para manter a qualidade no abastecimento energético, a Certel se torna ainda mais protagonista ao disponibilizar, gratuitamente, a recarga veicular. "Lajeado é o município em que temos o maior número de associados, 21 mil, e é o polo de desenvolvimento do Vale do Taquari. E para contribuir com este crescimento, inauguraremos, juntamente com uma nova loja da Cooperativa, no Bairro Conventos, mais uma estação de recarga que estará disponível já no dia 19 deste mês", complementou, demonstrando o interesse em também contemplar a área central da cidade.
Segundo o vice-presidente da Certel, Daniel Luis Sechi, os eletropostos da Cooperativa são muito positivos considerando-se a estimativa de que, até 2033, aproximadamente 50% da frota seja de veículos elétricos. “E a Certel, com este gesto, demonstra novamente a sua vontade de melhor atender a todos, sempre com tecnologia de ponta e cumprindo fielmente seus princípios e valores”, enalteceu.
Proximidade
Para o prefeito de Lajeado, Marcelo Caumo, a inauguração da estação de recarga simboliza a relação cada vez mais próxima da Certel com os lajeadenses. Caumo afirma que trata-se de um momento de muita alegria sempre que um grande parceiro realiza uma inovação e uma entrega relevante para a comunidade. “Não saberia dizer o número de pedidos já existentes para instalações similares a esta, mas acredito que esta seja a primeira no município. Mais uma vez, a Certel inova e demonstra estar atenta ao que os moradores reivindicam e postulam. É um grande benefício para a sustentabilidade e, inclusive, ficamos felizes em saber que a Cooperativa instalará brevemente um eletroposto no Bairro Conventos e que se interessa em também instalar um no Centro de Lajeado, ao que seremos parceiros, sem dúvida alguma”, avalia.
O poder legislativo de Lajeado esteve representado por seu presidente, o vereador Deolí Gräff, que cumprimentou pelo ineditismo. “Ficamos felizes com mais este significativo avanço proposto pela Cooperativa, e nos colocamos inteiramente à disposição para que novas melhorias sejam possíveis em benefício de toda a comunidade”, afirmou.
Fonte: Assessoria de Comunicação da Certel
Foto: Gabriela Santos/Divulgação
No dia 3 de agosto, o Sistema Ocergs, a Fecoagro/RS e representantes de cooperativas, estiveram em agenda com o governador do Estado do Rio Grande do Sul, Ranolfo Vieira Junior e o secretário da Casa Civil, Artur Lemos.
Dentre os assuntos tratados, o presidente do Sistema Ocergs, Darci Hartmann, fez uma apresentação sobre o dimensionamento econômico e social do sistema OCERS além do direcionamento estratégico da entidade para os próximos anos, e a relação do sistema cooperativo gaúcho com o poder público.
Na oportunidade também foi tratado sobre a cedência de uma área de propriedade do estado em Rio Grande, para possibilitar a ampliação dos terminais Termasa e Tergrasa, administrados pela CCGL. Para o gerente de Relações Sindicais e Institucionais da Ocergs, Tarcisio Minetto, a central precisa melhorar a operação de fluxo de carregamento sendo, portanto, a cedência da área de suma importância para os investimentos previstos.
Para ele, a agenda demonstrou a unidade do sistema cooperativo nos pleitos encaminhados ao governo. Também nesta agenda, foi encaminhado ao governador pleito do Sicredi sobre a inclusão das cooperativas de crédito no desconto de crédito consignado para servidores públicos. A solicitação é para fazer ajustes na legislação incluindo o cooperativismo de crédito nesta operação. O governador observou que fará avalição dos pleitos e dará retorno sobre as demandas encaminhadas.
Estiveram presentes na reunião também o deputado estadual e presidente da Frencoop/RS, Elton Weber, o presidente da Fecoagro/RS, Paulo Pires, o presidente da CCGL, Caio Vianna, o gerente de Relações Institucionais e Sindicais da Ocergs, Tarcisio Minetto, o vice-presidente da Cotrijal, Enio Schroeder, o vice-presidente da Cotripal, Tiago Sartori, o superintendente da Cotrisal, Helvio Debona e o diretor da CCGL, Guillermo Enrique Dawson Jr.
O Plano Safra 2022/2023, que vai disponibilizar um total de R$ 340,88 bilhões em financiamentos para apoiar a produção agropecuária nacional até junho do próximo ano, deve começar a distribuição dos recursos aos produtores no País até a segunda quinzena de agosto, segundo o diretor da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), deputado Sérgio Souza (PR).
“Para complementar o Plano Safra 2022/2023 votamos os Projetos de Lei do Congresso Nacional (PLN) 14 e 18, bem como a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO). Os PLNs já foram transformados em Lei e a LDO já foi para a sanção presidencial e, após, segue para o Ministério da Economia, que define e orienta como deve ser feita a distribuição dos recursos aos bancos. Com base na safra anterior, acreditamos que estará tudo implementado até a segunda quinzena de agosto”, afirma.
Anunciado no fim de junho, o valor do Plano Safra 2022/23, que contou com forte atuação da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) e da Frencoop, representa aumento de 36% em relação ao do período 2020/2021, que disponibilizou R$ 251 bilhões aos produtores rurais.
Sérgio Souza destaca que o montante oferecido pelo governo dará ao pequeno e médio produtor condições adequadas para o plantio. Além disso, o parlamentar considera o novo Plano Safra robusto e de qualidade. “Estávamos preocupados com a possibilidade de ter uma taxa de juros alta e volume menor, mas aconteceu ao contrário. Conseguimos cuidar de quem mais necessita”.
O parlamentar também ressaltou a importância das cooperativas para o desenvolvimento do Brasil. “O cooperativismo é um instrumento de organização que deu certo no País inteiro, especialmente no meu estado, o Paraná. É fantástico a gente ver a presença das cooperativas na vida do produtor rural, seja na pecuária, agricultura, inclusive com a verticalização e industrialização, gerando empregos para a população”, disse.
Ainda segundo ele, o cooperativismo é peça-chave no desenvolvimento agropecuário do Brasil. “O cooperativismo não poderia ficar de fora do Plano Safra 2022/2023. Nosso presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, fez uma belíssima fala durante o lançamento no Palácio do Planalto, que retrata muito bem o agradecimento que as cooperativas dão a este governo por dar a elas atenção especial com possibilidade de atender ainda melhor ainda o seu cooperado”, completou.
Para o presidente Márcio Lopes de Freitas, os recursos desta safra são fundamentais para apoiar as cooperativas que respondem por 53% da produção agrícola do País. “As projeções da equipe do Ministério da Agricultura nos apontam para uma safra de quase 340 milhões de toneladas. Contribuindo diretamente com esse desempenho, temos atualmente 1,2 mil cooperativas agropecuárias que congregam mais de 1 milhão de cooperados. Além disso, 71% dos estabelecimentos rurais de produtores associados a cooperativas são de perfil da agricultura familiar”, complementa.
Fonte: Assessoria de Comunicação do Sistema OCB
A edição 15 do Boletim Informativo está de cara nova e chega repleta de novidades. Com uma nova identidade visual, marcada pelo tradicional grafismo colorido no cabeçalho e linhas que dão sensação de movimento e leveza, o documento traz uma ampla análise sobre os impactos do Plano Safra 2022/2023 para o coop. A publicação apresenta os principais indicadores do cooperativismo gaúcho e destaca o prazo para as cooperativas se inscreverem no Prêmio SomosCoop Melhores do Ano, que segue até 1° de setembro.
Plano Safra 2022/2023
Saiba como o novo Plano Safra anunciado pelo Governo Federal pode impactar os negócios da sua coop. Fique por dentro dos recursos anunciados para custeio e comercialização, detalhes do Programa de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) e Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp), acompanhe a evolução da faixa de juros do crédito rural, pontos de destaque e atenção.
Ritmo de crescimento
As cooperativas gaúchas registraram em 2021 o faturamento recorde de R$ 71,2 bilhões, com incremento de 36,8% em relação ao período anterior. Esse e outros indicadores que confirmam a posição de destaque do setor no Rio Grande do Sul você confere nesta edição do boletim.
Reconhecimento às boas práticas
A cada dois anos, um seleto grupo de cooperativas recebe do Sistema OCB o título de “Melhores do Ano” – um reconhecimento à criatividade, à visão e aos resultados obtidos por elas ao longo do biênio. O Prêmio SomosCoop Melhores do Ano é uma forma de destacar as boas práticas de cooperativas que tenham proporcionado benefícios aos seus cooperados e à comunidade. Acesse o boletim e fique por dentro das categorias que a sua coop pode participar. E atenção ao prazo, as inscrições ficam abertas até o dia 1° de setembro, às 18h, horário de Brasília (DF).
Ciclo 2022 do PDGC
Nesta edição do boletim, você confere também informações sobre o Ciclo 2022 do PDGC, aberto até 31 de agosto. Com foco nos processos de gestão e governança das cooperativas, o programa gera diagnósticos para a melhoria contínua a cada ciclo de planejamento, execução, controle e aprendizado.
A edição 15 do boletim informativo também traz informações sobre as devolutivas do Eixo Desempenho, o lançamento do site Cooperativismo e Eleições 2022 e outras novidades que você só fica sabendo por aqui!
