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A capacidade cooperativista de aliar produtividade e desenvolvimento com equilíbrio ambiental, prosperidade e responsabilidade social inspiraram a definição do tema do Dia Internacional do Cooperativismo (#CoopsDay) para este ano de 2023: Cooperativas pelo desenvolvimento sustentável. Definido pela Aliança Cooperativa Internacional (ACI), o tema convida os cooperados de todo o mundo a divulgarem e ações e atividades desenvolvidas pelo coop para a construção de uma economia verde. Comemorado sempre no primeiro sábado de junho, o DIC deste ano será em 1º de julho.
“As cooperativas já nascem com o compromisso de cuidar das comunidades onde atuam, o que só pode ser feito com justiça social, equilíbrio ambiental e viabilidade econômica. Por isso, nossas atividades contribuem de forma significativa para o aumento da produtividade aliada à sustentabilidade, com a redução dos gases de efeito estufa e a construção de uma economia de baixo carbono. O tema deste ano vai ser fundamental para ampliarmos ainda mais nosso protagonismo e posicionamento nesse sentido”, afirmou o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas.
O presidente frisou ainda o programa ESGCoop, recém lançado pelo Sistema OCB, que estimula cooperativas e cooperados a refletirem e atuarem considerando os aspectos ambiental; de inovação e acesso às tecnologias; de equidade e diversidade; e de liderança e governança para criar métodos e indicadores. “Somos uma força social expressiva e os dados comprovam nossa força. Nosso movimento, desde sua origem, é adequado aos anseios das novas gerações que clamam por um mundo mais próspero e uma economia mais compartilhada e solidária”.
Com o tema, a ACI espera reverberar, mais uma vez, a importância do cooperativismo para a construção de um mundo melhor com base no diálogo, na confiança e no trabalho coletivo. Esta será a 101ª edição da celebração da data que conta com o reconhecimento da Organização das Nações Unidas (ONU) em seu calendário oficial e de suas 193 entidades associadas. “As Nações Unidas já deixaram bem claro que p modelo econômico e social do cooperativismo ajuda a construir um mundo onde ninguém fica de fora e onde ninguém é deixado para trás”, lembrou o presidente da ACI, Ariel Guarco.
Sobre o dia
O Dia Internacional das Cooperativas é celebrado desde 1923, mas foi somente em 1995, ano do centenário da ACI, que a Assembleia Geral das Nações Unidas o proclamou oficialmente e estabeleceu sua comemoração anualmente, sempre no primeiro sábado de julho.
O objetivo do #CoopsDay é chamar atenção para as cooperativas e promover os ideais do movimento, como a solidariedade internacional, a eficiência econômica, a igualdade e a paz mundial. Desde 1995, a ACI e as Nações Unidas estabelecem o tema para a celebração por meio do Comitê para a Promoção e o Avanço das Cooperativas (Copac).
O #CoopsDay dá aos formuladores de políticas locais, nacionais e internacionais, às organizações da sociedade civil e ao público em geral, a oportunidade de descobrir como as cooperativas contribuem para criar um futuro justo para todos.
Sobre a ACI
A Aliança Cooperativa Internacional é uma organização não-governamental independente que reúne, representa e atende organizações cooperativas em todo o mundo. Ela é a voz mundial das cooperativas e trabalha com governos e organizações globais e regionais para criar ambientes legislativos que possibilitem a formação e o crescimento das cooperativas. Para os meios de comunicação e o público, a ACI promove a importância do modelo de negócios baseado nos valores das cooperativas centrados nas pessoas.
Uma em cada seis pessoas no mundo é cooperativista. Por meio de seus membros, a ACI representa mais de 1 bilhão pessoas cooperadas. Atuando do escritório global em Bruxelas (Bélgica), a ACI está organizada em quatro Escritórios Regionais (Europa, África, Américas e Ásia-Pacífico) e oito Organizações Setoriais (Bancos, Agricultura, Pesca, Seguros, Saúde, Habitação, Consumo e cooperativas na indústria e serviços).
Fonte: Sistema OCB
Os produtores de leite da Coopermil, durante o ano de 2022, produziram mais de 95 milhões de litros de leite em suas propriedades, sendo esta produção entregue em sua totalidade para a indústria da CCGL, em Cruz Alta.
A industrialização deste volume de leite gerou um valor adicionado de ICMS industrial no montante de R$33.871.258,00, o qual conforme convênio mantido pelos municípios da região e a prefeitura de Cruz Alta é retornado aos municípios de origem para que o valor seja somado ao cálculo de ICMS de cada um e, desta forma, faça parte do cálculo do rateio do retorno de que eles têm direito.
Segundo o Presidente da Coopermil, Ernani Thober, este número de mais de 33,8 milhões de reais que os associados da Coopermil estão injetando na economia regional via ICMS reforça a importância do cooperativismo como fomentadora do desenvolvimento com atividades produtivas e rentáveis. "Hoje a Coopermil responde por 25% do leite industrializado pela CCGL, sendo a maior fornecedora de leite da indústria, produzindo um leite de excelente qualidade, graças ao trabalho de parceria da Coopermil através do Programa Produz Mais Leite e dos associados da Cooperativa", afirmou Ernani Thober.
Confira a seguir a listagem completa do adicional de ICMS industrial por município atendido pela Cooperativa e que vai impactar no cálculo do retorno a ser devolvido pelo Estado a cada município.
Santo Cristo - R$5.752.706,85
Tuparendi - R$4.433.458,82
Cândido Godói - R$2.998.533,19
Santa Rosa - R$2.050.647,11
Giruá - R$1.741.402,97
Guarani das Missões - R$1.607.061,13
São Pedro do Butiá - R$1.562.956,97
São Paulo das Missões - R$1.011.663,48
Novo Machado - R$1.008.131,50
Santo Ângelo - R$964.270,77
Cerro Largo - R$512.874,17
Horizontina - R$214.654,82
Porto Lucena - R$921.624,39
Três de Maio - R$227.812,90
Tucunduva - R$418.777,79
São Luiz Gonzaga - R$10.864,64
Alecrim - R$564.378,25
Caibaté - R$19.637,28
Campina das Missões - R$690.378,80
Independência - R$479.086,90
Roque Gonzalez - R$272.968,76
São Martinho - R$ 178.953,52
Dr. Maurício Cardoso - R$641.314,78
Entre-Ijuís - R$309.629,57
Eugênio de Castro - R$89.485,66
São Miguel das Missões - R$370.866,89
Porto Mauá - R$274.021,52
Porto Vera Cruz - R$111.479,73
Salvador das Missões - R$623.234,93
São José do Inhacorá - R$91.014,26
Vitória das Missões - R$696.834,17
Senador Salgado Filho - R$877.185,68
Sete de Setembro - R$729.438,76
Ubiretama - R$864.120,13
Mato Queimado - R$219.641,73
Rolador - R$330.144,87
Fonte: Coopermil
Todos os anos as cooperativas fortalecem a transparência de seus processos de gestão e governança ao aprovarem, no âmbito da Assembleia Geral Ordinária (AGO), as contas e o planejamento dos trabalhos, bem como demonstrar o foi que desenvolvido no último período. O prazo legal para a realização das assembleias e prestação de contas de 2022 se encerra no próximo dia 31 de março, com exceção das coops do Ramo Crédito, que têm até 30 de abril para realizarem o consílio.
A Cooperativa de Trabalho especializada em Soluções de TI, Coopersystem, desenvolveu software facilitar a realização destes encontros, em formato virtual, o Curia. A ferramenta permite registro de presença on-line; votação de itens de pauta; eleições de conselhos e/ou diretorias - com apresentação de resultados instantâneos; e consulta aos perfis dos candidatos aos cargos em votação.
"Com a inovação, todas as fases da transparência da gestão de uma coop pode ser acessada pelo seu associado onde quer que ele esteja. Ao mesmo tempo, garante a votação, mesmo à distância. Com a plataforma temos mais possibilidades de viabilizar a aprovação do que foi feito e o que está planejado”, afirma o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas.
Há ainda, disponibilizado pelo Sistema OCB, materiais de orientação para a realização do evento como o e-book Como Realizar Assembleias Digitais; os cursos Assembleia Geral na Prática e Assembleias Semipresenciais e Digitais disponíveis na plataforma CapacitaCoop, ambos com 4 horas de duração.
Assembleias digitais
É válido ressaltar que a possiblidade da realização das assembleias digitais é fruto de forte articulação entre o Sistema OCB e a Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), que atuaram pela sanção da Lei 14.030/20, que alterou dispositivo da Lei das Cooperativas (5.764/71), permitindo a participação de cooperados em votações de interesse da coop de maneira virtual.
Fonte: Sistema OCB
Os comitês de mulheres e jovens do Sistema OCB, Elas Pelo Coop e Geração C, elegeram seus novos coordenadores e secretários-executivos, nesta quinta-feira (23), para comandar os colegiados pelos próximos dois anos. Os grupos integram o programa ESGCoop que, entre outros objetivos, pretende aumentar a participação de mulheres e jovens em cargos estratégicos dentro das coops.
O Geração C escolheu a chapa Geração Cooperação, que indicou a paraense Alana Adinaele, da Cooperativa dos Educadores Autônomos de Castanhal (CEAC) para coordenar os trabalhos do grupo. A mineira Ana Paula Faria, da Cooperativa Educacional de São Roque de Minas (CES), é a nova vice-coordenadora. Já a gaúcha Larissa Zambiasi, da Cooperativa de Trabalho Educacional Cooperconcórdia, foi nomeada secretária-executiva com suplência do capixaba Crístrofer Barbosa Almeida, do Sicredi Aliança RS/SC/ES.
A gerente de Desenvolvimento de Cooperativas do Sistema OCB, Débora Ingrisano, parabenizou os integrantes pelo trabalho proativo, interessado e com resultados. "Percebemos um amplo interesse em fazer acontecer, fazer dar certo. É uma verdadeira motivação. Vocês são líderes natos, ainda que jovens. Agradecemos o trabalho desempenhado até aqui que deixou o caminho preparado para a nova coordenação".
Alana agradeceu a confiança de todos e foi pontual ao dizer que “no comitê todo o trabalho é conjunto, colaborativo, assim como o modelo de negócios cooperativista”. A nova coordenadora destacou também que há muitos planos para este ano e que o comitê vai fazer ainda mais.
O Geração C ganhou o reforço de dois novos integrantes: César de Santana Nascimento, da Cooperativa de Eletrificação e Desenvolvimento Rural Centro Sul de Sergipe, AL; e Lucas Zorzette Braga Gomides, do Sicredi Cerrado, GO.
Elas Pelo Coop
O comitê feminino elegeu a chapa Mulheres do Coop, que indicou para coordenação a sul-mato-grossense, Luzi Jorge dos Reis Vergani, do Sicredi União MS/TO. A baiana Vera Lucia Ventura, do Sicoob Norte-Sul é a vice-coordenadora; e a rondoniense Fabiana da Silva Andrade, do Sicoob Credip, foi escolhida para secretaria-executiva. A capixaba Nadya Bronelle, da Cooabriel, ficou com a suplência da secretaria-executiva.
Emocionada, Luzi relembrou quando foi incentivada pelo presidente do Sicredi União MS/TO a integrar o comitê de mulheres, que nasceu em 2019, e agradeceu o apoio de todas. "Tive a grata satisfação de começar a participar deste comitê e tudo o que se fala de crescimento e empoderamento das mulheres eu quero fazer parte. Temos um trabalho grande para dar prosseguimento ao que vem sendo feito até aqui. Estou como coordenadora, mas a responsabilidade de fazer crescer e frutificar comitês em todos os estados é de todas nós”, pontuou.
O comitê recebeu duas novas integrantes: a amazonense Fabiula Martins de Barros, da Cooperativa Agroextrativista do Mapiá e Médio Purus (Cooperar) e a sergipana Lyslene Andrade, da cooperativa Sicredi. Atualmente, o Elas Pelo Coop está representado em 21 estados e no planejamento do colegiado está prevista a expansão para todas as regiões.
Fonte: Sistema OCB
Os procedimentos da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) para revalidação e atualização dos dados cadastrais das cooperativas de transporte de carga inscritas no Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Carga (RNTRC) começou nesta segunda-feira (27). O processo é direcionado para aqueles transportadores com registros ativos, pendentes ou suspensos. As solicitações de revalidação podem ser efetuadas na plataforma do registro ou em ponto de atendimento habilitado. No caso das Cooperativas, na Organização Estadual na qual está registrada.
O prazo para realizar a revalidação e atualização dos dados é de aproximadamente dez meses. Para o analista técnico e econômico do Ramo Transporte do Sistema OCB, Tiago Barros, o tempo é adequado e suficiente para realizar as alterações e garantir a continuidade e efetividade da função de transportador remunerado de cargas. “Para as cooperativas que estiverem em dia, em conformidade com todos os requisitos para manutenção do registro, a revalidação será automática”, informou.
O analista frisou ainda o relacionamento entre o cooperativismo e a ANTT. “Somos uma categoria organizada, que traz condições positivas em relação a esta interlocução com a agência”.
As cooperativas terão até o dia 21 de janeiro de 2024 para concluir a revalidação. Já para os Transportadores Autônomos de Cargas (TAC) o prazo será aberto em 27 de abril e se estende até 22 de março de 2024. Terão os registros suspensos os transportadores que não realizarem o procedimento.
Fonte: Sistema OCB
O cenário de perdas severas em todas as culturas no Rio Grande Sul, entre elas milho, soja, criação de gado de corte e produção leiteira, motivou manifestação pública da Federação das Cooperativas Agropecuárias do Estado do Rio Grande do Sul (FecoAgro/RS). A entidade, que congrega 42 cooperativas agropecuárias gaúchas, representando 173 mil produtores, na sua maioria formada por pequenos agricultores, pede medidas severas e urgentes para auxiliar o campo.
A nota traz o dado divulgado pela Rede Técnica Cooperativa (RTC/CCGL) de que as perdas na soja serão de 43%. O percentual foi calculado após levantamento realizado no dia 6 de março de 2023 em 21 cooperativas.
Entre as reivindicações, a FecoAgro/RS pede repactuação de todos os compromissos de custeio e investimento das culturas de verão que tiveram perdas devido à estiagem. “O produtor não vai ter colheita para pagar seus compromissos. Essa repactuação deve ser feita e estimulada pelo governo, Banco Central e Conselho Monetário Nacional. O problema este ano é no Rio Grande do Sul, mas é muito grave”, afirma Paulo Pires, presidente da Federação. Além disso, a entidade quer recursos para custeio das culturas de inverno, para irrigação e condições legais de reservação de água.
A nota também pede recursos emergenciais para as cooperativas repactuarem com os associados compromissos financeiros e que seja dada uma atenção especial para a questão da subvenção do seguro rural para a próxima safra. Conforme o presidente da FecoAgro/RS a cooperativa “tem que alcançar uma condição para o produtor continuar sua atividade, porém não pode comprometer seu capital de giro para suas atividades que são importantes geradoras de emprego e renda na sociedade gaúcha”.
Leia, abaixo, a nota na íntegra:
A Federação das Cooperativas Agropecuárias do Estado do Rio Grande do Sul (FecoAgro/RS), que congrega 42 cooperativas agropecuárias gaúchas, representando 173 mil produtores, na sua maioria formada por pequenos agricultores, traz a seguinte manifestação:
Conforme divulgação da Rede Técnica Cooperativa (RTC/CCGL) em levantamento realizado no dia 6 de março de 2023 em 21 cooperativas prevê o que segue: na soja, as perdas serão de 43%. Baseando-se nas perdas da soja, milho, produção leiteira, gado de corte e outras culturas, reivindicamos com urgência:
- Repactuação de todos os compromissos de custeio e investimento das culturas de verão que tiveram perdas devido à estiagem;
- Recursos emergenciais para as cooperativas agropecuárias do Rio Grande do Sul para repactuarem com seus associados compromissos fora do sistema financeiro;
- Recursos para custeio das culturas de inverno, pois o produtor deve já olhar para a próxima safra;
- Recursos para investimentos em irrigação e condições legais de reservação de água, já que esta é uma saída estritamente efetiva para mitigar os efeitos da seca no Rio Grande do Sul;
- Dar uma atenção especial para a questão da subvenção do seguro rural para os produtores gaúchos para a próxima safra;
Fonte: Assessoria de Comunicação da AgroEffective
As contribuições do coop para a agricultura familiar, combate à fome e valorização dos agentes ambientais (antigamente chamados de catadores) foram temas de reunião entre o Sistema OCB e o secretário-executivo do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), Osmar Júnior, nesta segunda-feira (20). A pasta é estratégica, uma vez que é responsável pela Política Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, pela Política Nacional de Desenvolvimento Social, pela coordenação do Grupo Gestor do Programa Alimenta Brasil, além da aprovação dos orçamentos gerais do Serviço Social do Transporte (Sest).
Para fomentar a agricultura familiar, a principal sugestão do Sistema OCB é garantir, por meio de regulamentações e na Lei Orçamentária Anual (LOA), a continuidade das compras governamentais de produtos desses produtores. Para isso, a entidade destacou a importância do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e de outras modalidades de contratação pública com foco na produção sustentável.
“As cooperativas do Ramo Agro já estão alinhadas às boas práticas ambientais em seus processos desde o cultivo até a industrialização de alimentos. Sabemos do nosso importante papel como instrumentos para operacionalizar as políticas públicas, gerar economia de escala e agregar valor à produção dos pequenos produtores rurais. Pretendemos continuar contribuindo cada vez mais”, destacou a superintendente Tania Zanella.
As cooperativas do agro são responsáveis pela produção de 53% da safra nacional de grãos. Essa presença relevante na cadeia produtiva pode e deve ser utilizada para ações de combate à fome, salientou Tania. “Elas promovem a capilaridade em redes produtivas de hortifrúti e tantas outras de origem animal e vegetal. O Brasil é ator-chave para a segurança alimentar mundial e isto também passa pelo cooperativismo”.
A superintendente defendeu ainda a organização de produtores rurais cooperativistas como forma de fortalecer o poder de escala das coops e atuação no mercado, desde a produção de insumos até a comercialização, passando também pela industrialização e armazenagem dos produtos agropecuários.
Reciclagem
O Sistema OCB congrega 97 cooperativas de reciclagem que reúnem cerca de 4 mil catadores de materiais. A inclusão deles nas políticas públicas de distribuição de renda e habitação também foram abordadas na reunião. “Os catadores precisam estar no rol de beneficiários priorizados nessas políticas voltadas para a população em vulnerabilidade, por meio do Cadastro Único. A relevância destes profissionais para que a Política Nacional de Resíduos Sólidos seja efetiva é inquestionável. Eles precisam ser reconhecidos por estes programas, pois, além do excelente papel de proteção ambiental, eles trabalham muitas vezes em ambientes insalubres, com baixa segurança e remuneração instável”, explicou Tania.
Natural do Piauí, Osmar Júnior é advogado e já exerceu cargos públicos como vice-governador, deputado federal, secretário de governo, secretário de Transportes de Teresina, vereador, e presidiu a Fundação Cultural do Piauí. Ele parabenizou a atuação do cooperativismo brasileiro na inclusão social e na distribuição de renda e disse que as sugestões do Sistema OCB serão acolhidas no escopo das políticas públicas da pasta.
“O cooperativismo é uma ótima ferramenta para a inclusão produtiva e geração de renda. Vamos considerar as contribuições do setor na formulação de políticas públicas que preconizam a redução das desigualdades sociais e combate à fome. Fiquei muito animado em saber mais sobre a organização das cooperativas em diversos segmentos, como reciclagem e agricultura familiar”.
Fonte: Sistema OCB
As pautas de interesse do Ramo Saúde em tramitação no Congresso Nacional foram debatidas, nesta terça-feira (21), na Casa do Cooperativismo. O Sistema OCB recebeu a visita de cortesia dos deputados Arnaldo Jardim (SP), presidente da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop) e Pedro Westphalen (RS). O encontro sinaliza a continuidade da boa relação entre Sistema OCB, Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frenccoop) e Sistema Unimed para o avanço das pautas de interesse do cooperativismo de saúde.
Os parlamentares ouviram os principais pleitos levantados pelo presidente da Unimed, Omar Abujamra Junior. Entre as prioridades, destacou-se a importância de se fortalecer as parcerias público-privadas entre poder público e cooperativas na oferta de seus serviços como instrumentos para fortalecer o Sistema Único de Saúde (SUS).
O encontro teve a participação do presidente Márcio Lopes de Freitas; da superintendente Tania Zanella; da gerente-geral, Fabíola Nader Motta; e da gerente de Relações Institucionais, Clara Maffia. O deputado Arnaldo Jardim também anunciou o deputado Westphalen como novo coordenador do Ramo Saúde da Frencoop.
Fonte: Sistema OCB
O gerente de Relações Institucionais e Sindicais do Sistema Ocergs, Tarcisio Minetto, representando o presidente da entidade, Darci Hartmann, visitou na tarde desta quarta-feira (15/3) o gabinete de deputados federais gaúchos na Câmara dos Deputados, em Brasília/DF, junto com representantes do Sistema OCB. O dirigente do Sistema Cooperativista Gaúcho convidou os deputados para fazerem parte da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), que tem como objetivo contribuir para o marco regulatório de interesse do setor.
"Essa agenda é extremamente importante do ponto de vista da relação política-institucional. A Frencoop é formada por deputados e senadores que abraçam a causa cooperativista e defendem a implementação de políticas públicas em prol do cooperativismo. A recepção foi muito positiva e já obtivemos a sinalização positiva de adesão à Frencoop por parte da maioria da bancada gaúcha", afirma o gerente de Relações Institucionais e Sindicais do Sistema Ocergs, Tarcisio Minetto.
O tema de representação inclusive foi pauta do Eleva, evento promovido pelo Sistema OCB nessa terça e quarta-feira, em Brasília/DF, que estabelece metas para as Unidades Estaduais contribuírem com a proposta do Sistema OCB, o programa Brasil Mais Cooperativo, o BRC1TRI de prosperidade, que visa alcançar até 2027 o faturamento de R$ 1 trilhão dentro do sistema cooperativo nacional.
No Rio Grande do Sul, a meta é alcançar até 2027 o faturamento de R$ 150 bilhões nas cooperativas, o que representa um crescimento superior a 110% em relação ao último balanço divulgado pelo Sistema Ocergs na Expressão do Cooperativismo Gaúcho 2022. A iniciativa integra o programa RSCOOP150, que conta com a participação de presidentes, dirigentes e técnicos de cooperativas de diferentes ramos de atuação.
Lançamento da Agenda Institucional do Cooperativismo
No dia 18 de abril, o Sistema OCB promoverá o lançamento da Agenda Institucional 2023, que incluirá as principais pautas de interesse do cooperativismo, com proposições em tramitação nos poderes Legislativo, Executivo e Judiciário.
Foto: Divulgação Gabinete Giovani Cherini
“O cooperativismo tem valores, tem princípios, tem caráter, esse é o diferencial do nosso modelo de negócios. Temos as respostas que a humanidade precisa. A grande família cooperativista tem capacidade de construir esse horizonte de futuro. Construímos com equipe, com cada um de vocês e com nossa capacidade de multiplicar isso nas nossas bases, nas cooperativas, na nossa gente. Vamos juntar nossa energia e construir esse horizonte de futuro. Se nós sonharmos com esse futuro, eu tenho certeza de que vamos alcançá-lo”.
O discurso do presidente Márcio Lopes de Freitas deu o tom do Eleva Sistema OCB, evento realizado nos dias 14 e 15 de março, para instrumentalizar colaboradores das Organizações Estaduais (OCEs) e da Unidade Nacional para impulsionar o cooperativismo. A imersão reuniu 300 pessoas presencialmente, em Brasília/DF, e foi transmitido on-line para todo o Brasil. Na programação, palestras, grupos de trabalho e momentos de integração, com base em quatro eixos de aprimoramento: comunicação, desenvolvimento de cooperativas, planejamento e representação.
A condução cerimonial do evento ficou a cargo de Marcio Ballas, ator, apresentador e especializado na linguagem clown e de improviso. O especialista em negócios e inovação, Arthur Igreja, palestrou sobre Como se tornar um multiplicador dos produtos e serviços do Sistema OCB. O médico, palestrante, treinador, escritor e gestor, Elias Leite, falou sobre A Estratégia da Magia, seguindo o modelo da chamada “experiência Disney”.
No encerramento do evento, a superintendente Tania Zanella abordou metas para as Organizações Estaduais e como elas vão contribuir para o BRC1TRI, desafio do movimento cooperativista que pretende movimentar R$ 1 trilhão em faturamento e chegar a 30 milhões de associados até 2027.
Fonte: Sistema OCB
