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Sancionada lei que adequa o prazo para regularização ambiental

Sancionada lei que adequa o prazo para regularização ambiental

A Presidência da República publicou na última quinta-feira (15/9) a sanção da Lei nº 13.335/2016 que vincula o prazo para os produtores rurais aderirem ao Programa de Regularização Ambiental (PRA) à mesma data-limite de adesão ao Cadastro Ambiental Rural (CAR).

Recentemente, a Lei nº 13.295/2016 (MPV 707/2015) estendeu o prazo para adesão ao CAR a todos os proprietários de imóveis rurais do País até o dia 31 de dezembro de 2017, prevendo, ainda, a possibilidade de prorrogação, por mais um ano, por ato do Poder Executivo. Porém, essa lei não tratava expressamente da prorrogação do PRA.

Assim, a Lei nº 13.335/2016 dá maior segurança jurídica aos produtores rurais de todo o País, quanto à interpretação do art. 59 do novo Código Florestal, indicando expressamente as regras de adesão ao PRA. A lei é oriunda da MPV 724/2016, que contou com a atuação do Sistema OCB para adequação do texto.

Em 2015, com o intuito de prestar esclarecimentos sobre os procedimentos de regularização ambiental, o Sistema OCB lançou cartilha junto ao Ministério do Meio Ambiente (MMA) sobre o tema. Para saber mais, clique aqui.

Fonte: Assessoria de Imprensa do Sistema OCB

 

Comissão aprova gestão de recursos de prefeituras por cooperativas

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) aprovou nessa terça-feira (13/9) o parecer do deputado Osmar Serraglio (PR), presidente da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop) pela constitucionalidade, juridicidade e boa técnica legislativa do Projeto de Lei Complementar (PLP) 100/2011, que possibilita que as disponibilidades de caixa dos entes públicos municipais sejam depositadas em cooperativas de Crédito. A proposta, integrante da Agenda Institucional do Cooperativismo 2016, faz parte da pauta mínima de prioridades do cooperativismo no Congresso Nacional.

Em seu parecer, Serraglio destacou o comando constitucional de apoio e estímulo ao cooperativismo brasileiro. "O que a Constituição prevê é que o Brasil estimulará o cooperativismo (art. 174, §2º), ao mesmo tempo em que proclama que o sistema financeiro nacional – incluídas expressamente as cooperativas de Crédito – seja estruturado de forma a promover o desenvolvimento equilibrado do País e a servir aos interesses da coletividade (art. 192). Assim, a proposição confere efetividade ao comando constitucional, na medida em que destaca o papel das cooperativas para a inclusão financeira e geração de renda a milhões de brasileiros".

Segundo o autor da proposta, deputado Domingos Sávio, representante do ramo Crédito na diretoria da Frencoop, o projeto visa fortalecer a economia local por meio das cooperativas de Crédito, hoje presentes como única instituição financeira em mais de 10% dos municípios brasileiros.

"O que ocorre, atualmente, é uma distorção em que cidades de todo o País possuem uma cooperativa de Crédito, vigorosa e eficiente, absolutamente legalizada, empregando na cidade, financiando a economia local, mas que sofre com a situação em que entes públicos acabam tendo que depositar suas disponibilidades de caixa em cidades vizinhas, muitas vezes em bancos privados".

Com maior alavancagem, as cooperativas poderão potencializar e pulverizar o financiamento de produtores, cooperativas e micro e pequenos empreendedores do interior do País. Hoje, 76% das operações de crédito das cooperativas estão abaixo de R$ 5 mil reais. Por meio de emenda do deputado Evair de Melo, o Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop) também poderá organizar, administrar e executar suas disponibilidades de caixa em cooperativas de Crédito.

O PLP 100/2011 segue agora para a análise do plenário da Câmara dos Deputados.

Fonte: Assessoria de Imprensa do Sistema OCB

 

Ramo Transporte reelege Abel Paré como coordenador nacional

Ramo Transporte reelege Abel Paré como coordenador nacional

O presidente da Rede Transporte e diretor da Ocergs, Abel Paré, que também responde pela Coordenação nacional do Conselho Consultivo do Ramo Transporte foi reconduzido ao cargo, no último dia 30/8, durante reunião ordinária do colegiado, realizada em Porto Alegre. Abel foi eleito por aclamação. Os conselheiros também discutiram assuntos de importância para o segmento.

Dentre eles, está o marco regulatório do setor de transporte. O Conselho sugeriu o compartilhamento de todos os documentos relacionados ao tema, subsidiando, assim, uma avaliação das propostas ao marco legal enviadas por outras entidades do setor. Em relação às proposições da OCB, a sugestão foi a divulgação do posicionamento e ações às cooperativas do ramo Transporte, afim de dar publicidade à atuação estratégica da Organização.

Outro tema discutido na reunião do conselho e que afeta às cooperativas que operam no transporte escolar foi a questão da padronização da frota do transporte escolar. Os conselheiros decidiram solicitar uma audiência com representantes da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), visando obter esclarecimentos e demonstração do impacto de uma possível normatização dos veículos que realizam o serviço de transporte escolar. 

A OCB irá intensificar sua participação no grupo de estudos da ABNT que trabalha o tema da padronização da frota do transporte escolar. Também elaborará um estudo de impacto para ser apresentado na audiência com a ABNT.

 

Fonte: Assessoria de Imprensa do Sistema OCB

 

Conselho de Secretários Estaduais de Agricultura do Brasil reúne-se na 39ª Expointer

Conselho de Secretários Estaduais de Agricultura do Brasil reúne-se na 39ª Expointer

A 39ª edição da Expointer também contou com reunião do Conselho de Secretários Estaduais da Agricultura do Brasil (Conseagri), realizado na quinta-feira, dia 01 de setembro, na casa da Ocergs. 12 secretários de agricultura estiveram presentes, recepcionados pelo secretário Ernani Polo, para discutir temas comuns aos Estados, especialmente em defesa agropecuária.  

No encontro, conduzido pelo presidente do Conseagri, deputado João Cruz (MG), foi debatida a integração das esferas federal, estadual e municipal em prol das cadeias agropecuárias: defesa, pesquisa e extensão, incluindo as temáticas de gestão de recursos e adequação legal.

O secretário da agricultura do RS, Ernani Polo, falou sobre ações da pasta no Estado, como o programa estadual de olivicultura, a lei do leite, recentemente aprovada e que visa coibir fraudes, o decreto que simplifica a obtenção de outorgas de água para construção de açudes e o Conservar para Produzir Melhor, programa estadual de conservação do solo e da água, que visa o aumento da produtividade com sustentabilidade. O secretário destacou que, em relação a este último, há a intenção manifestada pelo ministro da agricultura, Blairo Maggi, de criar um programa nacional de Conservação do Solo e da Água.

Com informações da Assessoria de Imprensa da Secretaria da Agricultura do RS

Legislação sanitária brasileira unificada é debatida em audiência do Senado na Expointer

Legislação sanitária brasileira unificada é debatida em audiência do Senado na Expointer

Alternativas para uniformização do sistema de fiscalização para desburocratizar o processo, mantendo a qualidade e a segurança alimentar dos produtos de origem animal e vegetal foram debatidas no dia 02 de setembro por representantes do setor agropecuário em audiência na 39ª Expointer, por iniciativa da presidente da Comissão de Agricultura do Senado, senadora Ana Amélia.  O debate reuniu autoridades federais, estaduais e municipais, além de lideranças dos fiscais federais agropecuários, técnicos agropecuários e representantes de várias áreas da fiscalização sanitária, animal e vegetal.

O debate foi em torno de uma legislação sanitária unificada. A fiscalização dos produtos de origem animal e vegetal está hoje a cargo da União, dos estados e dos municípios. A diversidade das regras e a burocracia em vigor impedem, por exemplo, que um produto de um determinado município possa ser vendido no estado vizinho, gerando prejuízos para a agroindústria e a economia local.

Os produtores avaliaram que a unificação de medidas sanitárias, bem como a adoção de padrões objetivos de inspeção, fiscalização e qualidade dos produtos, resultaria na agilização dos processos e na abertura de novos mercados. O debate, ocorrido durante a Expointer 2016, em Esteio (RS), foi proposto pela senadora Ana Amélia.

“O Brasil é protagonista na exportação agropecuária, que gerou superávit extraordinário no último ano. Temos que ter cuidado cada vez maior com a segurança alimentar, com os produtos consumidos no Brasil e destinados à exportação. O rigor na inspeção e fiscalização, tem que ser o mesmo com os produtos consumidos aqui e por quase 200 países que compram produtos agrícolas brasileiros”, disse Ana Amélia.

O secretário de Agricultura do Rio Grande do Sul, Ernani Polo, disse que a sanidade animal e vegetal na qualidade dos alimentos é fator determinante para a segurança do consumidor. “No entanto, a legislação que temos hoje, em três níveis de inspeção, gera questionamento. O produto pode ser consumido num município e, logo adiante, em outro município ou estado, não”, afirmou.

O presidente do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, Vergilio Perius, defendeu que a fiscalização deve ser feita pela União. “Não podemos admitir que seja cogitada a possibilidade de terceirização da fiscalização. Esse é um assunto de saúde pública”, alertou.

A diversidade de regras afeta a agropecuária de modo geral. Atualmente, determinado produto pode ser comercializado em nível estadual quando fiscalizado por órgão estadual; no município, quando fiscalizado por órgão municipal; e em todo o Brasil, só quando aprovado por organismo federal.

Agroindústrias familiares

Presidente da Federação dos Trabalhadores na Agricultura (Fetag-RS), Carlos Joel da Silva ressaltou que as regras em vigor punem principalmente as agroindústrias familiares. Ele não quer que a fiscalização seja enfraquecida, mas sim que ocorram mudanças nas regras para não "emperrar" o desenvolvimento". Os sistemas, avaliou, têm que ser unificados de forma adequada para que não sejam criados novos problemas. “Tem que rever parâmetros que levem em conta principalmente o tamanho dos empreendimentos, pois tem agroindústria que mata um porco por semana, e tem agroindústria que mata um porco a cada cinco minutos. Isso tem que ser levado em consideração”, afirmou.

O presidente da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), Paulo Ziulkoski, citou pesquisa nacional mostrando que, de 2.200 municípios já avaliados pela entidade, apenas 38,9% possuem sistema de inspeção. O sistema está presente em 66,7% dos municípios gaúchos, disse Paulo. Mas, segundo ele, a falta de financiamento e de estrutura técnica impedem a criação dos sistemas, e muitos dos já existentes funcionam precariamente.

Atribuições dos estados

O setor agropecuário responde por mais de 90% do saldo da balança comercial e por 40% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional, segundo informações do presidente do Conselho Nacional de Secretários de Agricultura, João Cruz. Ele apontou desproporcionalidade entre as atribuições dos estados e a contrapartida da União. “É desproporcional a maneira que o Ministério da Agricultura trata os sistemas estaduais de inspeção. Às vezes, o ministério fiscaliza o ente federativo da mesma forma que é fiscalizado pelas missões internacionais da Rússia e da União Européia. Essa desproporcionalidade causa impacto de acesso aos mercados”, afirmou.

O auditor Fernando Fagundes Fernandes defendeu autonomia para o serviço de fiscalização. No entanto, ele criticou o projeto de lei (PL 334/2015), em tramitação na Câmara dos Deputados, que descentraliza o serviço de inspeção industrial e sanitária. De autoria do deputado Marco Tebaldi, o projeto aguarda parecer na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC). “O projeto cria duas classes de consumidor e limita a atuação do médico do Ministério da Agricultura aos produtos que vão para o exterior. A agroindústria vai ter que pagar pelo médico veterinário que vai fazer a inspeção, e não o Estado. Os valores são exorbitantes. Há separação entre inspeção e fiscalização”, afirmou.

O PL 334/2015 também foi criticado pelo integrante do Ministério Público Federal, Estevan Gavioli da Silva. “Não podemos, a pretexto de resolver os problemas, criar outros. O projeto sugere a transferência do poder de polícia do Estado para o particular, e cria um problema. O serviço de fiscalização exige autonomia funcional. Qualquer alteração legislativa produzida resultará em lei inconstitucional. O afrouxamento das regras de controle necessariamente gera risco à sociedade e à segurança alimentar”, afirmou.

Fonte: Agência Senado e Assessoria de Imprensa da senadora Ana Amélia

Sistema Ocergs-Sescoop/RS recebe visita do ministro do Desenvolvimento Social e Agrário

Na tarde dessa quinta-feira (1/9), o Sistema Ocergs-Sescoop/RS recebeu em sua sede, no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio, a visita do ministro do Desenvolvimento Social e Agrário, Osmar Terra. Com agendas no Estado e em visita à 39ª Expointer, o ministro ouviu as propostas de políticas públicas a favor do cooperativismo.

O encontro serviu para reforçar os pleitos apresentados pelo presidente do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, Vergilio Perius, em sua visita ao ministro Osmar Terra no dia 23 de junho, em Brasília (DF).

BOLSA FAMÍLIA - De acordo com Perius, uma das principais preocupações do ministro do Desenvolvimento Social e Agrário é com o programa Bolsa Família, como dar uma saída econômica e social aos beneficiados. Vergilio Perius ressalta que a proposta apresentada pelo movimento cooperativista une trabalho, ensino e habitação.

“No momento em que nós temos 14 milhões de beneficiados do Bolsa Família, as pessoas que ainda não tem casa própria desse grupo, e são a grande maioria, seriam selecionados livremente, sem perder o Bolsa Família, e num projeto de dois a três anos se construiriam habitações por municípios em áreas em todo o Brasil, para que alguém desse grupo familiar pudesse se preparar para o futuro para ter uma profissão”, explica Perius.

O projeto consiste em preparar alguém do grupo familiar para ter uma profissão na construção civil e, principalmente, trabalhar a gestão cooperativa no processo de formação desse cidadão. O programa seria desenvolvido pelo Senai e o Sescoop, com participação de cooperativas, com quatro horas em sala de aula e quatro horas de trabalho em canteiro de obras, construindo casas e apartamentos para os próprios beneficiados do Bolsa Família.

“Essas quatro horas, depois de dois anos vão gerar 1.600 horas de trabalho, que serão convertidas em pagamento de mão de obra correspondente a R$ 15 mil de todo o custo da obra”, comenta o presidente do Sistema Ocergs-Sescoop/RS. Perius ressalta que a União Federal precisaria entrar, através do Ministério das Cidades, com verba do programa Minha Casa Minha Vida em torno de R$ 28 mil a R$ 34 mil para cada unidade de 40 metros quadrados (m2), para custear os materiais de construção, enquanto que as prefeituras e o governo do Estado entrariam com a infraestrutura, com terrenos, com urbanização.

Perius afirma que o Estado teria que ser acionado também por um convênio amplo de participação do processo, para que ele entrasse com luz elétrica e facilitasse o processo de saneamento, água e esgoto. “É fundamental que o Estado e também os municípios tenham uma participação na infraestrutura do imóvel”, destaca.

A proposta está sendo analisada e estudada por um grupo de trabalho, do qual a OCB faz parte.

Revigoramento das cooperativas de Trabalho

Outra pauta importante foi apresentada ao ministro do Desenvolvimento Social e Agrário, Osmar Terra. “Encaminhamos a proposta de um revigoramento geral das cooperativas de Trabalho para que possam ser instrumentos valiosos para geração de trabalho e renda, no momento em que no Brasil há 12 milhões de desempregados”, explica Vergilio Perius. O presidente do Sistema Ocergs-Sescoop/RS disse que a proposta foi muito bem aceita e haverá dentro do governo uma negociação com todos os ministérios para terem intercâmbio entre eles no sentido de favorecer essa proposta. “Pedimos para ele ajudar a conversar porque ele é o ministro do Desenvolvimento Social e Agrário e as cooperativas de Trabalho geram postos de trabalho e renda, o que é portanto uma questão social”, conclui Perius.

Estiveram presentes também na reunião o secretário do Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo, Tarcisio Minetto; o deputado federal Alceu Moreira; os diretores da Ocergs, Irno Pretto e Margaret Garcia da Cunha, o presidente da Emater/RS, Clair Kuhn; o coordenador jurídico do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, Tiago Machado; o gerente de Promoção Social do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, José Zigomar Vieira dos Santos, e representantes de entidades ligadas ao cooperativismo e à agricultura.

Sistema participa de reunião de Comissão de Agricultura, Pecuária e Cooperativismo

O secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), Neri Geller, disse, na manhã desta quinta-feira (1º), que estão sendo criadas rubricas específicas no orçamento federal para programas de melhoria de energia para o meio rural. A afirmativa do secretário aconteceu durante reunião da Comissão de Agricultura, Pecuária e Cooperativismo (CAPC) da Assembleia Legislativa, que tratou das possibilidades de implantação de projetos que qualifiquem a eletrificação rural. O encontro foi realizado na Casa da Assembleia, nas dependências da Expointer, em Esteio (RS).

O secretário ratificou apoio ao programa “Energia – A Qualidade que o Brasil Precisa”, sugerido pelo presidente da CAPC, deputado Adolfo Brito (PP). Ele explicou que os recursos a serem disponibilizados devem ficar alinhavados com contrapartidas dos governos estaduais, municipais, produtores rurais e concessionárias de energia. “Queremos fazer parte da solução. Vamos trabalhar alinhados com o Ministério do Planejamento, Assembleia Legislativa e demais parceiros, cada um com sua contribuição”, sublinhou. Geller revelou, ainda, que o governo federal pode estabelecer linhas de crédito para agricultores financiarem os investimentos pretendidos.

O secretário de Política Nacional do Mapa admitiu a carência de energia de qualidade no meio rural, conforme ele, fruto do crescimento da produção agrícola, especialmente nos Estados do Sul do país. Geller acredita que a iniciativa privada pode contribuir positivamente para que se tenha um levantamento das necessidades e que tipo de energia cada região possa dispor. Para ele, o potencial de crescimento da produção agropecuária brasileira é grande. “Podemos chegar a 400 milhões de toneladas de grãos, sem derrubar uma árvore.”, assegura.

Brito
O presidente da Comissão de Agricultura, deputado Adolfo Brito, inicialmente mostrou um vídeo com relato de agricultores gaúchos sobre a inexistência e precariedade do abastecimento de energia elétrico no meio rural. Posteriormente, Brito falou sobre o seminário e de diversas audiências pelo Estado e em Brasília promovidos pela CAPC. “Desde 2015, atuamos no sentido de promover o debate sobre as possibilidades de implantação de projetos que qualifiquem a eletrificação rural em nosso Estado e os recursos necessários para tanto”, resumiu.

A CAPC sugeriu aos governos estadual e federal o programa “Energia – A Qualidade que o Brasil Precisa”, que prevê a melhoria na distribuição elétrica que chega às propriedades rurais (na maioria dos casos, monofásica), possibilitando mais investimentos em tecnologias, fator preponderante para a qualidade de vida e a permanência dos agricultores no campo.

Elton Weber
O deputado Elton Weber (PSB) certificou que o meio rural não pode mais viver sem energia de qualidade. Destacou a relação da energia e da alta tecnologia necessárias aos produtores, especialmente para os pequenos agricultores e seus empreendimentos.

Seapi
O secretário estadual de Agricultura, Pecuária e Irrigação, (SEAPI), Ernani Polo, se disse parceiro do programa para qualidade de energia para o campo. Ele defendeu mais e diferentes investimentos em energia para o meio rural e a necessidade de ampliação dos investimentos no setor. Conforme Polo, há um descompasso dos investimentos em infraestrutura no meio rural, o que é fator limitador do avanço econômico na agropecuária. “A precariedade da rede limita o crescimento do agronegócio.” lamentou. Por último, o secretário relatou os trabalhos conjuntos entre diversos órgãos estaduais para tentar equacionar o problema.

SDR
O secretário estadual de Desenvolvimento Rural (SDR), Tarcísio Mineto, por sua vez, disse que estava ansioso com a melhoria da qualidade da energia distribuída para mais de 440 mil agricultores no Estado e expressou apoio a iniciativa da AL. Mineto atestou que, por meio da Emater, podem ser realizados levantamentos, estratificação das dificuldades e da disponibilidade de fontes energéticas. O secretário destacou que a SDR está elaborando pilotos de pequenos biodigestores com o intuito de ampliar a oferta de energia renovável.

Minas e Energia
O secretário estadual substituto de Minas e Energia, Artur Lemos, reconhece as limitações econômicas do RS, mas afirmou que será parceiro à constituição de uma “rede de qualidade”, a partir das substituições de rede bifásica, transformadores e na edificação de novas subestações, no meio rural gaúcho. Lemos entende que os organismos internacionais de investimentos estão se movimento em direção à infraestrutura. Ele disse que aguarda para os próximos dias um estudo da Fundação de Economia e Estatística (FFE) apontando os gargalos da produção e as carências energéticas das regiões do Estado. “O nosso papel, seguramente, será equalizar a taxa de juros a ser cobrada para este fim”, resumiu.

Cooperativas
Em sua manifestação, o presidente do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, Vergilio Perius, foi taxativo. “O produtor rural não vai ficar no campo sem energia. O que aconteceria se os 100 mil produtores gaúchos sem luz se direcionassem às cidades?”. Ele declarou que, atualmente, a energia é o maior insumo do produtor. “Mais que o adubo”, acrescentou. De acordo com ele, as cooperativas gaúchas criaram 24 microestações de energia elétrica e mas 22 estão em projeto. Vergílio solicitou que a Fepam acelere a divulgação dos processos de liberação de Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs). “Mesmo que seja para dizer não”.

Folha Verde
Aproveitando a reunião da CAPC na Expointer, os parlamentares lançaram a edição deste ano do Prêmio Folha Verde da Assembleia Legislativa. A distinção é concedida a pessoas, instituições e empresas que trabalham para garantir o crescimento do setor primário e o desenvolvimento da economia gaúcha. O Prêmio será entregue no dia 5 de dezembro, a partir das 16h, em solenidade no Teatro Dante Barone.

Os candidatos às categorias do Folha Verde serão indicados pelos deputados estaduais à CAPC, até o dia 30 de setembro, e escolhidos por uma comissão julgadora formada por jornalistas e representantes dos poderes públicos estadual e federal, ligados ao setor. “O prêmio retorna nesta sexta edição com a convicção de que a homenagem valoriza a cadeia produtiva do Estado, especialmente a agricultura familiar, como um dos principais alicerces da economia gaúcha”, apontou Adolfo Brito. O parlamentar acrescenta que o Prêmio Folha Verde é a maior distinção do Parlamento gaúcho para o setor.

Este ano, por iniciativa da Comissão de Agricultura, o Prêmio Folha Verde foi reformulado, com aprovação unânime, passando, desta forma, a entregar 12 premiações, divididas nas seguintes categorias: 1. Agrícola; 2. Pecuário; 3. Florestal; 4. Cooperativas Agrícolas; 5. Trabalhadores Rurais; 6. Rural, 7. Propriedade Agropecuária Modelo; 8. Mídia Agrícola; 9. Desenvolvimento Agrário; 10. Público Agropecuário; 11. Agricultura Ecológica; 12. Agricultura Familiar. Também foi ampliado o número de integrantes da Comissão Julgadora, com a maior participação da mídia especializada.

Presenças
Além do deputado federal Heitor Schuch (PSB/RS), e da coordenadora do Centro de Apoio Operacional de Defesa do Consumidor e Ordem Econômica do Ministério Público, Caroline Vaz, também estiveram presentes à reunião representantes da CEEE, RGE, AESul, Cooperativas de Eletrificação Rural, Emater, Agergs e Farsul.

XL Encontro Nacional do Sistema Infracoop debate situação atual das cooperativas de Infraestrutura

XL Encontro Nacional do Sistema Infracoop debate situação atual das cooperativas de Infraestrutura

 

A Confederação Nacional das Cooperativas de Infraestrutura (Infracoop) realizou na tarde desta quarta-feira (31/8), na casa do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio, o XL Encontro Nacional do Sistema Infracoop. Na pauta foram abordados o processo de revisão tarifária e de enquadramento das cooperativas permissionárias e tarifas autorizadas.

Em seu discurso, o presidente da Infracoop e da Fecoergs, Jânio Stefanello, chamou a atenção para o desafio que o setor tem pela frente referente à perda do desconto das cooperativas. “Um dos momentos importantes que nós temos no debate hoje é justamente como vamos enfrentar a perda do desconto das cooperativas no período que está entrando agora a segunda revisão tarifária para as cooperativas”, disse.

Entre os temas debatidos, o Decreto 6.160/2007 prevê, para atender ao disposto no inciso XI do art. 3o da Lei no 9.427, de 1996, que a Aneel deverá estabelecer as tarifas para o suprimento de energia elétrica realizado às concessionárias e permissionárias de distribuição, inclusive às cooperativas de eletrificação rural enquadradas como permissionárias de serviço público de distribuição de energia elétrica, cujos mercados próprios sejam inferiores a 500 GWh/ano. O superintendente da Fecoergs, José Zordan, apresentou três propostas de alterações no artigo 3° da Lei n° 9.427, dentre as quais a mudança na quantidade de energia gerada pelas permissionárias, cujos mercados próprios passariam de 500 para 1000 GWh/ano.

Zordan também apresentou proposta de alteração em relação ao desconto tanto para fornecimento em alta como em baixa tensão por parte das cooperativas autorizadas, passando esse desconto a ser de 50%. Nesse contexto, o secretário estadual do Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo, Tarcisio Minetto, reforçou a necessidade de discutir o tema. “O debate hoje aqui é muito importante porque o econômico leva ao social e aqui está sendo discutido uma questão econômica, que é de 25% de diferença, e esse econômico, se não reverter vai impactar no social e quem mais faz o social é o cooperativismo, fundamentalmente no interior”, explicou Minetto.

Stefanello ressaltou a importância de políticas públicas consistentes em prol do ramo. O dirigente tratou de enaltecer a qualidade do trabalho e do serviço prestados pelas cooperativas. “Das 16 melhores empresas na pesquisa Índice Aneel de Satisfação do Consumidor, as 15 primeiras foram cooperativas, o que só reforça a qualidade do serviço prestado ao associado, que está sendo muito bem atendido”, destacou.

O presidente da Infracoop reforçou o papel fundamental que as cooperativas de eletrificação rural desenvolvem para as famílias do campo. “Nós temos diferenciais importantes em serviço e qualidade, principalmente no que tange à busca de solução de renda para as famílias rurais”, complementou.

Cooperativas de Infraestrutura no Rio Grande do Sul

Com 488 mil associados e 2,6 mil empregados, o ramo Infraestrutura cresceu em 2015 no Rio Grande do Sul, alcançando a marca de R$ 946,8 milhões em faturamento, o que representa um crescimento de 8,2% em relação a 2014.

Nesse sentido, o presidente do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, Vergilio Perius, elogiou o trabalho realizado pelas cooperativas do setor. “Quero destacar o belo trabalho de nossas cooperativas de Infraestrutura do Rio Grande do Sul, com 24 Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) funcionando, gerando energia e mais 22 PCHs com plantas, além de possuir mais de 62 mil quilômetros de extensão rede elétrica. Há uma qualidade de prestação de serviço muito forte para os nossos produtores, especialmente os da agricultura familiar, para que eles não abandonem o campo”, afirmou Perius.

Para o presidente do Sistema Ocepar e diretor do ramo Infraestrutura da OCB, José Roberto Ricken, o setor passa por um momento de readaptação e necessita de soluções para o crescimento das cooperativas. “O ramo que pode ter soluções e que precisa de soluções é o de Infraestrutura. O ramo vai ter um período para se readaptar à realidade, potencial tem, energia precisa, energia é cara e está cada vez mais escassa”, comentou.

Como representante nacional da OCB, Ricken afirmou que a entidade cooperativista apoia todas as causas em prol do ramo. “No que precisar de mobilização política a OCB tem uma experiência muito importante, tem uma Frencoop que é uma frente organizada que poucos setores da economia têm, e poucos têm uma bandeira tão forte e tão importante para a sociedade como o cooperativismo”, concluiu o dirigente.

Estiveram presentes também no Encontro o deputado federal Alceu Moreira, representantes do Sistema OCB, de cooperativas e federações do ramo Infraestrutura de diversos estados do País.


   

Frencoop/RS reúne deputados na Casa da Ocergs na Expointer

Reunidos na manhã de hoje (31/08) na casa da Ocergs na Expointer, deputados integrantes da Frente Parlamentar de Apoio ao Cooperativismo da Assembleia Legislativa do RS ouviram a pauta de reivindicações do cooperativismo gaúcho. Participaram em nome do setor o presidente do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, Vergilio Perius, os diretores Jânio Stefanello, do ramo Infraestrutura, Irno Pretto, do ramo Saúde, além do coordenador jurídico, Tiago Machado. Como pauta do encontro, foram debatidas a questão da implementação da nota fiscal eletrônica e a consignação em folha de pagamento dos servidores públicos estaduais. O presidente da Frencoop estadual, deputado Elton Weber, conduziu os trabalhos que tiveram ainda a participação dos deputados estaduais Liziane Bayer e Gilberto Capoani, além da presença do deputado federal Heitor Schuch e do secretário estadual do Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo, Tarcisio Minetto.
Sobre a decreto estadual nº 52.849, que trata da ampliação da obrigatoriedade de NF-e para o produtor rural, o diretor da Ocergs e presidente da Fecoergs, Jânio Stefanello, disse ser necessário financiamentos do governo federal para que se tenha a possibilidade de financiar a internet no campo para os produtores rurais, o que garantiria a permanência do jovem no campo. Dentre as dificuldades estão a inexistência de sinal de Internet em inúmeros municípios gaúchos, a falta de capacitação para preenchimento do documento e problemas técnicos do sistema da Secretaria da Fazenda. Sobre o tema, os deputados integrantes da Frencoop presentes na reunião, disseram que trabalharão junto ao governo estadual para o adiamento da obrigatoriedade da NF-e para os produtores rurais.
Já a situação do crédito consignado para as cooperativas de crédito, reguladas pelo decreto estadual 43.337/2004, os parlamentares buscarão junto ao governo estadual aprofundar as discussões sobre o tema, com o objetivo de que as cooperativas possam operar junto aos servidores públicos estaduais.
O presidente da Fetag, Carlos Joel da Silva e o presidente da Contag, Albertinho Broch, também participaram da reunião, bem como integrantes de cooperativas vitivinícolas, representados pelo superintendente da Fecovinho, Hélio Marchioro.

OCB realiza 1ª Rodada de Negócios para cooperativas do Ramo Transporte

OCB realiza 1ª Rodada de Negócios para cooperativas do Ramo Transporte

A Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) realizou nesta terça-feira (30/8), na sede do Sistema Ocergs-Sescoop/RS no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio, a 1ª Rodada de Negócios para Cooperativas do Ramo Transporte. O evento tem o objetivo de apoiar as cooperativas na sua inserção em mercados diversos e aconteceu durante a 39ª edição da Expointer.

Na abertura, o presidente do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, Vergilio Perius, ressaltou que o ramo Transporte do cooperativismo gaúcho é muito importante para o crescimento da economia do RS e principalmente dos associados das cooperativas. “Em 2015, o ramo Transporte foi o setor que mais cresceu no Estado sob o ponto de vista econômico. O faturamento cresceu 35,75%, mostrando a força do setor, que em 2015 faturou R$ 362,1 milhões”.

Na sequência, o coordenador nacional do ramo Transporte, presidente da Rede Transporte e diretor da Ocergs, Abel Paré, agradeceu o apoio e a parceria do Sistema OCB e do Sistema Ocergs-Sescoop/RS. Em seu discurso, Paré disse que o ramo trabalhou em harmonia nos últimos seis anos e que o crescimento e os números positivos obtidos pelo setor são provenientes de um trabalho desenvolvido em conjunto com as cooperativas e as entidades cooperativistas nacional e estadual.

O presidente da Ocepar e diretor da OCB, José Roberto Ricken, ressaltou que a forma mais fácil de fazer negócio é sentar junto e conversar, exatamente o que propõe a iniciativa da Rodada de Negócios para Cooperativas do Ramo Transporte. “Esse exercício de hoje me deixou muito entusiasmado, vendo a forma de organização simples e objetiva, com visão de mercado”. Ricken chamou a atenção para importância do princípio da Intercooperação entre as cooperativas de Transporte e entre todos os ramos.

1ª Rodada de Negócios para Cooperativas do Ramo Transporte

O evento permitiu que cooperativas de transporte de cargas demonstrassem suas possibilidades de serviços para empresas ou outras cooperativas, que buscam parceiros logísticos para a movimentação de suas cargas. A Rodada se consolidou como uma ocasião especial para o fechamento de negócios. “Foi excelente. Se a gente fosse marcar entrevista com todas essas cooperativas a gente demoraria uns dois anos para conseguir falar com cada uma, e hoje nós conseguimos falar com 20 fornecedores em um dia só. Foi objetivo, prático e com certeza saímos daqui com várias perspectivas de fechamento de negócios”, afirma a gerente comercial da Cooperacab (Botucatu/SP), Márcia Rodrigues.

De acordo com a organização da Rodada, 15 embarcadores e outras 30 cooperativas estiveram presentes, oferecendo o serviço, com as demandantes negociando preços e prazos com as ofertantes.

Para o superintendente da OCB, Renato Nobile, o evento oportuniza às cooperativas excelentes oportunidades de negócios. “Acredito que daqui sairão grandes oportunidades de negócios efetivos para as nossas cooperativas. A minha impressão é muito positiva, a melhor possível e tenho percebido já com nossos dirigentes das cooperativas que participaram, de embarcadores e nossas lideranças que acompanharam o desenvolvimento da Rodada de Negócios, que todos ficaram encantados com essa dinâmica, uma modelagem simples, mas que a gente percebe de uma eficiência e uma eficácia muito grande”, explica Nobile.

Para 2017, Nobile afirma que o Sistema OCB trabalha com esse horizonte de fazer a Rodada de Negócios entre as cooperativas de variados ramos. “Acredito ser muito oportuno a gente conseguir colocar num ambiente desse, cooperativas de Transporte, junto com as cooperativas de Saúde, com as cooperativas agropecuárias, com as cooperativas de Trabalho e as demais, porque todas elas, de uma forma ou de outra, usam, aplicam ou necessitam de serviços ou produtos das outras cooperativas”, complementa o superintendente da OCB.

Prêmio O Futuro da Terra homenageia pesquisadores e entidades que contribuem para o desenvolvimento do plantio de arroz e soja

Pesquisadores e entidades que contribuem para o desenvolvimento do plantio de arroz e soja, da integração da lavoura e pecuária, da entomologia agrícola, do cultivo de espécies frutíferas, além da conservação do bioma pampa foram agraciados com o prêmio O Futuro da Terra, entregue nesta segunda-feira (29/8), durante a 39ª Expointer, no Parque Assis Brasil, em Esteio. O evento é promovido pelo Jornal do Comércio, em parceria com a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul (Fapergs). São nove prêmios divididos em quatro categorias.

“O reconhecimento de pesquisas, práticas e iniciativas que estimulem a sustentabilidade e a produção de conhecimento em favor do agronegócio merece ser aplaudido. É o caminho para garantir mais produção e produtividade”, destacou o governador José Ivo Sartori, que também afirmou que os homenageados se “dedicam e trabalham para agregar valor às cadeias produtivas e desenvolvem estudos para impulsionar um setor que responde por mais de 40% do PIB”.

O diretor-presidente do Jornal do Comércio, Mércio Tumelero, falou que o Futuro da Terra destaca e homenageia trabalhos de gaúchos em busca de melhoria das técnicas utilizadas pelos agricultores. "Nos últimos 20 anos aumentamos 39% a área plantada da agricultura e crescemos 141% a produção. Caminhamos para ser o maior exportador mundial", afirmou.
Estiveram presentes, o secretário de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia, Fábio Branco; o diretor-presidente da Fapergs, Marco Antônio Baldo; o vice-presidente da Farsul, Gedeão Pereira; o vice-presidente da Assembleia Legislativa, deputado Adilson Troca; o prefeito de Porto Alegre, José Fortunati e o presidente da FecoAgro/RS e diretor-secretário da Ocergs, Paulo Pires.

Confira os premiados por categoria:

Prêmio Especial

Maurício Miguel Fischer

Cadeias de Produção e Alternativas Agropecuárias

Alencar Junior Zanon

Jamir Silva da Silva

Antonio Ricardo Panizzi

Preservação Ambiental

Carlos Nabinger

Josué Sant’Ana

Laboratório de Fixação Biológica do Nitrogênio – Fepagro

Inovação, Tecnologia Rural e Empreendedorismo

Yara Suñé

Departamento de Horticultura e Silvicultura – FA – Ufrgs

Fonte: Assessoria de Comunicação do Governo do RS

Acordo entre o Sescoop/RS e o governo do Estado leva ensino do cooperativismo a escolas técnicas agrícolas

Acordo entre o Sescoop/RS e o governo do Estado leva ensino do cooperativismo a escolas técnicas agrícolas

O auditório da Ocergs foi sede na manhã de hoje (29/08) de assinatura de termo de cooperação entre o Sescoop/RS e o governo do Estado, através das Secretarias da Educação e do Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo. O termo assinado prevê a implementação da educação cooperativista nas escolas técnicas agrícolas estaduais, comunidades e cooperativas dos municípios onde se localizam as escolas. Com a assinatura, o Sescoop/RS deverá possibilitar a ampliação do conhecimento e vivências sobre o cooperativismo, através da criação de cooperativas-escola nas escolas técnicas agrícolas estaduais. A assinatura, que ocorreu no Parque de Exposições Assis Brasil, foi realizada pelo governador do Estado, José Ivo Sartori, o presidente do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, Vergilio Perius, o secretário da Educação, Luís Alcoba e o secretário do Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo, Tarcisio Minetto. Prestigiaram ainda a solenidade diversas autoridades cooperativistas e a diretoria da Ocergs.

“É uma parceria importante que abre novos caminhos para o desenvolvimento e prepara as pessoas para trabalhar nessas áreas. O cooperativismo é orgulho de todos nós e as pessoas que trabalham nessas escolas técnicas vão estar preparadas para ensinar e demonstrar outros conhecimentos fora do que é normal dentro do currículo das escolas”, salientou o governador José Ivo Sartori.

O secretário da Educação, Luís Alcoba, disse que o Rio Grande do Sul tem 26 escolas agrícolas e que esse trabalho vem para melhorar e qualificar a educação. “O cooperativismo traz em seus ensinamentos os princípios da cooperação, da solidariedade e do trabalho coletivo e vai possibilitar que possamos passar esses conhecimentos para nossos estudantes”, afirmou.

“Esse trabalho é para começar já, nossas escolas precisam dessa iniciativa. A educação tem que ser uma prioridade e o cooperativismo, através do Sescoop/RS, está fazendo a sua parte para um mundo melhor”, destacou o presidente do Sistema Ocergs, Vergilio Perius.
De acordo com o diretor superintendente da Educação Profissional do Estado do Rio Grande do Sul (Suepro), Eloi Flores da Silva, a primeira ação é começar a introduzir no plano de aula o conhecimento cooperativista em ações transversais, para depois fortalecer a relação das escolas com o setor da agricultura familiar, que tem uma ligação direta com as cooperativas. “E num terceiro momento precisamos introduzir os jovens no conhecimento do negócio agrícola com base no cooperativismo”, afirmou.

Cooperativismo gaúcho consolida sua participação na Expointer

 

O cooperativismo passou a contar, desde a manhã de hoje, com uma sede fixa no Parque de Exposições Assis Brasil, onde ocorre a Expointer. A feira, realizada em Esteio, é uma das mais importantes da América Latina quando o assunto é disseminação de tecnologia para o homem do campo e, ainda, geração de negócios. Em sua 39ª edição, a feira é promovida pelo governo gaúcho, por meio da Secretaria Estadual de Agricultura e Pecuária, e conta com o apoio da Ocergs.
A casa da Ocergs ocupa o espaço localizado no acesso principal do Parque Estadual de Exposições Assis Brasil e conta com auditório com capacidade para 70 pessoas. Com infraestrutura moderna, está pronto para receber as cooperativas e eventos importantes do calendário do cooperativismo gaúcho.
Com uma área de 750 m², o prédio da Ocergs dispõe de estrutura com total acessibilidade, área de convivência, sala da diretoria, sala de imprensa, três salas de reuniões e é o único no Parque que conta com elevador.
O objetivo é ser uma referência local responsável por estimular o desenvolvimento das cooperativas, por meio da realização de palestras, workshops e demais eventos que mostram a importância econômica do cooperativismo não só no Rio Grande do Sul, mas em todas as regiões do país.
Em seu pronunciamento de abertura, o presidente do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, Vergilio Perius agradeceu a presença de todos e os esforços dos responsáveis pela construção do prédio e apresentou alguns números expressivos do cooperativismo gaúcho. “Inauguramos nesse momento não apenas uma obra, mas inauguramos também pessoas: 2,7milhões de associados de cooperativas, 60 mil empregos diretos e um crescimento econômico de 15,75%. O segredo do crescimento das cooperativas em época de crise é a união. Somos sociedades de pessoas, que quando há uma crise, nos unimos mais, discutimos mais e investimos mais, a exemplo do 1,7 bilhão de reais investidos em 2016 pelas cooperativas gaúchas”. Comparou, por fim, as cooperativas com grandes árvores. “Temos profundas raízes nas comunidades, representados pelos princípios do cooperativismo, troncos fortes representados pelas administrações e flores e frutos que representam os bens e serviços das cooperativas”. E finalizou: “o cooperativismo gaúcho constrói um Rio Grande cada vez melhor”.
Em seguida, o superintendente da OCB, Renato Nóbile, representando o presidente Márcio Lopes de Freitas, falou do orgulho de ver a materialização da obra. “Não tenho dúvida de que essa realização fará com que o cooperativismo gaúcho, através do Sistema Ocergs-Sescoop/RS faça valer a missão do cooperativismo que é representar, defender e desenvolver as cooperativas. Estamos no caminho correto para atingirmos a missão do planejamento estratégico de 2025 que é fazer com que a sociedade reconheça o cooperativismo brasileiro por sua competitividade, integridade e capacidade de gerar felicidade a todos os cooperados e associados”, finalizou.
Após a saudação do prefeito do município de Esteio, Gilmar Rinaldi, que parabenizou a Organização pelo espaço que será um centro de qualificação do sistema cooperativista, o governador do Estado do Rio Grande do Sul, José Ivo Sartori, falou da importância da estrutura. “Esse é um espaço para eventos e qualificação das cooperativas, o resultado de uma boa parceria do Estado do Rio Grande do Sul com a Ocergs. Essa é a nossa missão: incentivar a forma colaborativa de planejamento social, econômico, cultural e do ensino. Isso é extremamente importante para assumirmos cada vez mais os fatores do associativismo e união numa época em que todos pensam apenas em si próprios. O cooperativismo traz um testemunho de que é preciso união e compartilhamento, auxiliando no desenvolvimento da economia gaúcha, através dos seus exemplos positivos na saúde, agricultura, crédito, por exemplo”. E finalizou: “Somos parceiros de um setor que empreende, gera emprego e renda. Juntos, vamos fazer do Rio Grande um estado mais moderno, com serviços qualificados e mais sustentável”.
A solenidade contou ainda com a presença dos diretores da Ocergs, Irno Pretto, Margaret Cunha, Jânio Stefanello, Valdir Feller, Paulo Pires, Orlando Müller, Abel Paré, do superintendente do Sistema Ocergs-Sescoop, Norberto Tomasini, do cônsul da Alemanha, Robert Strnadl, e do cônsul da Suíça, Gernot Haeberlin, dos ex-ministros da Agricultura, Alysson Paulinelli, Pedro Simon, Roberto Rodrigues e Francisco Turra, do secretário de Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo, Tarcísio Minetto, do secretário da Agricultura e Pecuária, Ernani Polo, do presidente do BRDE, Odacir Klein, do presidente do Simers, Cláudio Bier, do presidente da Fetag, Carlos Joel da Silva, do presidente da Febrac, Eduardo Finco, do subsecretário do Parque Assis Brasil, Sérgio Bandoca Foscarini da Silva, do integrante da Comissão de Obras, Darci Hartmann e inúmeras autoridades e lideranças ligadas ao setor cooperativo.

INVESTIMENTO – Aprovado na Assembleia Geral Ordinária da Ocergs, em 2015, o projeto é oriundo do termo firmado entre a Organização Estadual Gaúcha e o governo do Estado do Rio Grande do Sul, que cedeu à entidade cooperativa uma área no Parque Assis Brasil para uso pelo prazo de 25 anos. O investimento foi de cerca de R$ 2 milhões.
 
A casa da Ocergs ocupará o espaço localizado no acesso principal do Parque de Exposições Assis Brasil e contará com auditório e uma infraestrutura moderna, para receber as cooperativas e eventos importantes do calendário do cooperativismo gaúcho.
 
PROGRAMAÇÃO – A 39ª Expointer começou no último sábado, dia 27/8, e prossegue até o dia 4 de setembro com uma programação bastante variada.

Sistema Ocergs-Sescoop/RS recebe cooperativistas pernambucanos

Primeira instituição de ensino superior do Brasil focada em cooperativismo, a Faculdade de Tecnologia do Cooperativismo – Escoop recebeu na noite dessa segunda-feira (29/08) a visita do presidente e da superintendente da OCB/PE, Malaquias Ancelmo de Oliveira e Cleonice Pedrosa.
Com o objetivo de promover a troca de experiências entre os estados e disseminar bons exemplos de educação cooperativista, o presidente Malaquias ministrou uma palestra aos alunos da Escoop sobre o tema “As cooperativas do Nordeste e os Projetos de Educação Cooperativista”. Na ocasião, ele apresentou um contexto histórico sobre as guerras e lutas que influenciaram na cultura da região, bem como suas dificuldades, além do cenário urbano e rural. Malaquias ainda discorreu sobre o surgimento da primeira cooperativa de Pernambuco, o cooperativismo moderno, dentre outros temas, defendendo que o cooperativismo é auto gestionário, ou seja, sem influência do poder público.
A programação da visita técnica ao Rio Grande do Sul, organizada pela analista técnica de Promoção Social do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, Ubiracy Barbosa Ávila, segue até hoje, dia 31 de agosto, com a participação em reuniões sobre os projetos da Escoop, em Porto Alegre, encontro com as OCES do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, e participação em reuniões e eventos do setor na Expointer, em Esteio.

Feira da Agricultura Familiar atinge a marca de 227 expositores

Feira da Agricultura Familiar atinge a marca de 227 expositores


A 18ª Feira da Agricultura Familiar foi aberta, oficialmente, neste sábado (27/8), na 39ª Expointer. Realizada pela Secretaria do Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo (SDR) e pela Secretaria Especial da Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário, a Feira da Agricultura Familiar vai reunir este ano 227 expositores de vinhos, sucos, queijos, embutidos, artesanato, plantas e flores, produzidos por 1.607 famílias de pequenos agricultores do Rio Grande do Sul.

Entre as novidades dessa edição, está a ilha de produtos orgânicos. A feira foi aberta na tarde deste sábado, no Pavilhão da Agricultura Familiar da Expointer, no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio, e contou com a presença do governador do Estado, José Ivo Sartori; do secretário do Desenvolvimento Agrário, Pesca e Cooperativismo, Tarcisio Minetto; do secretário especial da Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário, ligada à Casa Civil, José Ricardo Roseno; do presidente da FecoaAgro/RS, Paulo Pires, e demais autoridades municipais e estaduais. O pavilhão é coordenado pela Secretaria do Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo (SDR).

As famílias vêm de 131 municípios e os espaços de subdividem em 170 agroindústrias, 44 estandes de artesanato, nove expositores especializados em plantas e flores e quatro cozinhas para comercializar produtos da agricultura familiar. Os produtos orgânicos estão presentes na feira em 16 expositores das agroindústrias, com itens como sucos, chás, temperos, mel, rapaduras e cachaças com certificação.

Dos 227 expositores, 83% já estiveram em edições anteriores da feira, e 94% participam do Programa Estadual de Agroindústria Familiar (Peaf) e utilizam o Selo Sabor Gaúcho, 38% empregam matéria-prima vegetal e 35% animal em seus produtos, e 15%  trabalham com produtos orgânicos. Em 2015, foram R$ 2,2 milhões em negócios na Feira da Agricultura Familiar. Para este ano, a expectativa é de que as vendas cresçam, ao menos, 5%.

“Estas 1.607 famílias que estão na Expointer são vitrine do Rio Grande que produz”, destacou o governador do Estado, José Ivo Sartori. O secretário da SDR, Tarcisio Minetto, afirmou que mais de 50% das pessoas das bancas são jovens e mulheres. “A agricultura familiar é responsável por 74% da mão de obra do campo e 70% dos alimentos que vão para mesa das pessoas”, enfatizou Minetto, lembrando ainda que o setor representa 27% do PIB gaúcho.

Na oportunidade, foi assinado contrato entre o presidente da Fetag, Carlos Joel da Silva, e o superintendente do Banco do Brasil, Edson Bündchen, para o programa nacional de Crédito Fundiário, que possibilita aos trabalhadores, sem terra ou com pouca terra, comprar e estruturar um imóvel rural com financiamento.

O secretário especial da Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário, ligada à Casa Civil, José Ricardo Roseno, falou que o Estado se destaca na produção da agricultura familiar. "O Rio Grande do Sul está em primeiro lugar na implementação do Pronaf”, informou.

A organização do Pavilhão da Agricultura Familiar conta com o apoio da Secretaria Especial da Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário, ligada à Casa Civil da Presidência da República, em parceria com a Federação dos Trabalhadores na Agricultura no Rio Grande do Sul (Fetag-RS), Federação Nacional dos Trabalhadores e Trabalhadoras na Agricultura Familiar (Fetraf) e Emater/RS-Ascar.

Com informações da Secretaria de Comunicação do Governo do RS

Comitê sindical cooperativista avança em discussões sobre filiação e contribuição

Comitê sindical cooperativista avança em discussões sobre filiação e contribuição

 

Promover debates, disseminar conteúdos e capacitar dirigentes e colaboradores em matérias sindicais e de relações de trabalho. Tudo isso com o objetivo de aprimorar o sistema sindical cooperativista. Foi com esse foco que a Confederação Nacional das Cooperativas, a CNCoop, instituiu em setembro de 2015 o Comitê Sindical. Na última terça-feira (23/8), o grupo realizou sua 5ª Reunião Ordinária, dando sequência a uma pauta que incluiu boas práticas sindicais e a organização do sistema sindical cooperativista, dentre outros temas.

O Comitê é composto por membros da Gerência Sindical da CNCoop, representantes indicados por seis Federações (Fecoop Sulene, Fecoopar, Fecoop CO/TO, Fecoop/NE, Fecoop/SP e Fecoop/Norte, do Sindicooper/RS, além de representantes indicados pelos Sindicatos e Organizações de Cooperativas Estaduais do Sistema OCB.

Na programação, foram tratados assuntos relativos à filiação, contribuição sindical e conjuntura do Ministério do Trabalho. Após os debates, foram propostos encaminhamentos e sugestões para a deliberação das diretorias da OCB e da CNCoop, com a finalidade de integrar todas as entidades do Sistema e definir linhas de ação conjuntas na defesa dos interesses da categoria econômica das cooperativas.

“O Comitê Sindical é uma ferramenta de participação democrática e integrada das entidades do Sistema Sindical Cooperativista, e tem como objetivo ser uma ponte entre as equipes técnicas e a alta direção dos sindicatos, federações e confederação, para cumprir a diretriz de representar sindicalmente as cooperativas”, resumiu a gerente sindical da CNCoop, Jucélia Ferreira.

Estiveram presentes no evento, representando o Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado do Rio Grande do Sul (Ocergs), o analista administrativo da entidade, Pedro Malheiros e o assessor jurídico da Ocergs, José Pedro Pedrassani.

Com informações da Assessoria de Imprensa do Sistema OCB

 

4º Seminário Contabilidade do Setor Cooperativo acontece na Escoop

 

O Conselho Regional de Contabilidade do Rio Grande do Sul (CRCRS) está promovendo hoje, dia 23, na sede da Escoop, com o apoio do Sistema Ocergs-Sescoop/RS e da Comissão de Estudos de Contabilidade do Setor Cooperativo do CRCRS, o 4º Seminário Contabilidade do Setor Cooperativo.

O Seminário é destinado aos profissionais da contabilidade em situação regular no CRCRS e aos estudantes da área contábil com cadastro no sistema Conselho e tem o objetivo de atualizar e disseminar conhecimentos específicos de contabilidade e tributação aos profissionais de entidades cooperativas. 

Na programação do evento, o público poderá assistir palestras sobre Gestão de Riscos para as Entidades Cooperativas; Fusões e Incorporações em Sociedade Cooperativa e Tributação das Sobras e Juros sobre o Capital. 

Na abertura do evento, o coordenador da Comissão de Estudos de Contabilidade do Setor Cooperativo, Aristeu Costa dos Santos, agradeceu a presença de todos, falou sobre os desafios do Conselho e apresentou a Comissão que foi criada em 2012 e tem como um dos objetivos propor a estruturação, do ponto de vista técnico, de cursos, seminários e palestras. 

O presidente do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, Vergilio Perius, agradeceu o trabalho do Conselho que proporcionou a integração do grupo cooperativo através de atividades já desenvolvidas e sobre a importância dos temas abordados no evento. “Precisamos falar da crise. A crise para as cooperativas faz bem, porque as pessoas e cooperativas se unem. Não nos dividimos na crise, somamos. Essa é a nossa melhor resposta. Muito obrigado ao Conselho pelo belo trabalho que desenvolve com as nossas cooperativas. Continuamos lutando e trabalhando juntos, fazendo o cooperativismo crescer”, finalizou.

O presidente do CRCRS, Antônio Carlos de Castro Palácios falou sobre a parceria com o Sistema. “Uma das coisas mais certas nessa nossa gestão, foi a parceria com o Sistema Ocergs-Sescoop/RS. Hoje temos a alegria de ver a contabilidade dentro dessa casa sendo mais valorizada e voltada aos interesses das cooperativas. Ou seja, o associado tem cada vez mais a noção da importância da contabilidade dentro da sua sociedade”, concluiu.

 

Confira abaixo a programação completa:

8h30 - Credenciamento

9h - Solenidade de abertura

9h15 - Palestra:

Gestão de Riscos para as Entidades Cooperativas

Palestrante:

Dario Fonseca Júnior, contador, supervisor de Auditoria Interna da Central Sicredi Sul e integrante da Comissão de Estudos de Contabilidade do Setor Cooperativo do CRCRS.

Coordenadora:

Margit Martina Kochenborger Kasper, técnica em contabilidade, integrante da Comissão de Estudos de Contabilidade do Setor Cooperativo do CRCRS.

10h - Intervalo

10h30 - Painel:

Crise, Compliance e Oportunidades

Painelistas:

José Maximo Daronco, contador, conselheiro e integrante da Comissão de Estudos de Contabilidade do Setor Cooperativo do CRCRS;

Ciro Weber, contador, integrante da Comissão de Estudos de Contabilidade do Setor Cooperativo do CRCRS.

Debatedora:

Elizabeth Pavoni Chiminazzo Rossi, contadora e integrante da Comissão de Estudos de Contabilidade do Setor Cooperativo do CRCRS.

12h - Almoço livre

13h30 - Palestra:

Fusões e Incorporações em Sociedade Cooperativa

Palestrante:

Marco Túlio de Rose, bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais, mestre em Direito, com especialização em Direito do Estado.

Coordenador:

Leonardo Dangel, contador, integrante da Comissão de Estudos de Contabilidade do Setor Cooperativo do CRCRS.

15h - Intervalo

15h15 - Painel:

A Tributação das Sobras e Juros sobre o Capital

Painelista:

Dorly Dickel, contador, administrador de empresas, instrutor de cursos para o sistema OCB/Sescoop, membro do Comitê contábil/tributário da OCB e integrante da Comissão de Estudos de Contabilidade do Setor Cooperativo do CRCRS.

Debatedor:

Aristeu Costa dos Santos, contador, coordenador da Comissão de Estudos do Setor Cooperativo do CRCRS.

17h - Encerramento

 

Rede Transporte promove III Workshop Ramo Transporte

Rede Transporte promove III Workshop Ramo Transporte

Com o objetivo de promover o lançamento oficial no Rio Grande do Sul dos Manuais Técnicos do Ramo Transporte, a Rede Transporte, com o apoio do Sescoop/RS, promoverá no dia 29 de agosto, na nova sede do Sistema Ocergs-Sescoop/RS no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio, o III Workshop Ramo Transporte.

A série conta com o Manual Contábil, o Manual Operacional e o Manual Tributário, todos voltados para cooperativas de transporte de cargas e de passageiros. Os conteúdos permitem orientar os profissionais das cooperativas e os prestadores de serviço, contribuindo para o estabelecimento de padrões nos processos contábil, tributário, fiscal e operacional, garantindo o atendimento às legislações específicas. 

O trabalho foi desenvolvido com o apoio de um Grupo Técnico constituído especialmente para a elaboração destes manuais e contou com a participação de representantes de todas as regiões do País, além da realização de visitas técnicas às cooperativas para compreender seu modo de operação no atual cenário produtivo.

Segundo o coordenador nacional do Ramo Transporte do Sistema OCB e diretor da Ocergs, Abel Paré, o evento reforça a importância do ramo que mais cresceu em 2015 no Rio Grande do Sul. “Os manuais fazem parte de um conjunto de ações que contribuem para a melhoria da competitividade das cooperativas de transporte no país, destacando-se as mais recentes: conceituação de frota CTC pela ANTT, Missão de Negócios na Argentina e a Rodada de Negócios a realizar-se dia 31/8 também na Expointer", destaca o dirigente.

ABERTURA - A abertura do evento contará com a participação do presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, do coordenador nacional do Ramo Transporte do Sistema OCB e diretor da Ocergs, Abel Paré, e do presidente do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, Vergilio Perius. 

Além disso, a terceira edição do Workshop Ramo Tranporte também contará com os painéis "Central de Compras: novos negócios e plataforma bandeira única" e "A importância da harmonização de processos nas cooperativas de transporte".

INSCRIÇÕES – O III Workshop Ramo Transporte é gratuito e os interessados podem clicar aqui para se inscreverem. O prazo de inscrições é até o dia 24 de agosto de 2016. 

 

PROGRAMAÇÃO

Melhora na percepção da economia faz agronegócio recuperar otimismo

Melhora na percepção da economia faz agronegócio recuperar otimismo

O agronegócio brasileiro retomou o otimismo neste segundo trimestre de 2016. O Índice de Confiança do Agronegócio (ICAgro), medido pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e pela Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), saiu de 82,6 para 102,1 pontos, na comparação entre trimestres. A alta de 19,4 pontos, que volta aos maiores patamares da série histórica, iniciada no terceiro trimestre de 2013, foi causada, principalmente, pela combinação entre a melhora na percepção da economia e os bons preços das commodities.

De acordo com a metodologia do estudo, uma pontuação igual a 100 pontos corresponde à neutralidade. Resultados abaixo disso indicam baixo grau de confiança.

A confiança do setor na economia brasileira subiu 40 pontos em relação ao último levantamento, passando de 43,8 para 83,8 pontos.  Para o presidente da Fiesp, Paulo Skaf, esse resultado é um termômetro de que realmente o Brasil está voltando aos trilhos do crescimento.

“É o que sempre digo, confiança gera confiança, e não tenho dúvidas de que esses números mostram que as coisas estão voltando para os trilhos”, afirma Skaf. “Hoje estamos melhor do que estávamos a três meses e até o final do ano estaremos melhor do que estamos hoje. Retomada da economia pressupõe confiança, credibilidade e equilíbrio. Um exemplo disso está na venda de fertilizantes, que cresceu 13%, e na venda de máquinas, com alta de 19% em relação ao mês anterior”. 

A visão mais positiva a respeito das condições gerais do País também impulsionou o avanço nos índices de confiança, tanto dos Produtores Agropecuários quanto das Indústrias Antes e Depois da Porteira.

A confiança dos produtores apresentou alta de 11,6 pontos em relação aos três primeiros meses do ano, fechando o segundo trimestre com 103,5 pontos. A pontuação acima dos 100 é inédita para este elo da cadeia, ou seja, é a primeira vez em que o otimismo aparece para os produtores agropecuários. 

Segundo o presidente da OCB, Márcio Lopes de Freitas, a retomada na confiança dos produtores vai além do atual momento de reorganização da economia do País. “Os bons preços das principais commodities agrícolas, que se mantiveram em alta em boa parte do segundo trimestre de 2016, favoreceram o sentimento mais otimista por parte do produtor rural, melhorando também sua percepção em relação aos custos, uma vez que a relação de troca entre os produtos agrícolas e os fertilizantes e defensivos torna-se mais vantajosa”.

Já os fornecedores de insumos agropecuários (Indústria Antes da Porteira), além da melhora na percepção da economia, tiveram também como fator positivo para o aumento da confiança uma evolução significativa na percepção das empresas quanto às condições do setor. 

Com uma relação de troca favorável em referência aos principais produtos agrícolas, como soja e milho, os fabricantes de adubos e defensivos têm conseguido antecipar com os produtores a negociação de insumos para a próxima safra de verão. Este cenário propício fez com que o ICAgro deste elo subisse 28,5 pontos, alcançando 101,8 pontos.

A Indústria Pós Porteira, por sua vez, conseguiu sair da condição pessimista – na qual ficou durante oito trimestres consecutivos – e volta a um nível neutro, com 100,7 pontos. A alta de 23,7 pontos em relação ao primeiro trimestre de 2016 mostra que a percepção com relação à situação atual melhorou menos do que suas expectativas para o futuro, o que é condizente com a situação desse grupo de indústrias, composto principalmente por fabricantes de alimentos.

Segundo Skaf, isso mostra que os produtores acreditam na retomada da confiança também pelas famílias. “Com os trabalhadores menos preocupados com o desemprego, volta também o consumo e aumentam os pedidos em carteira, que, no final, é o que move a indústria”, conclui.

Fonte: Assessoria de Imprensa do Sistema OCB

Ocergs inaugura sua sede na Expointer no dia 29 de agosto

Ocergs inaugura sua sede na Expointer no dia 29 de agosto

Aprovada na Assembleia Geral Ordinária de 2015, a construção da sede da Ocergs no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio, está prestes a se tornar realidade. O projeto é oriundo do termo firmado entre a Ocergs e o governo do Estado do Rio Grande do Sul, que cedeu à entidade cooperativa uma área no Parque Assis Brasil para uso pelo prazo de 25 anos. A inauguração será às 8h30 do dia 29 de agosto e contará com a presença de diversas autoridades.

A casa da Ocergs ocupará o espaço localizado no acesso principal do Parque de Exposições Assis Brasil e contará com auditório e uma infraestrutura moderna, para receber as cooperativas e eventos importantes do calendário do cooperativismo gaúcho.

De acordo com o diretor técnico sindical da Ocergs, Irno Pretto, que acompanha o andamento das obras de perto, a sede própria representa não somente uma conquista importante para o Sistema Ocergs-Sescoop/RS, mas para todo o movimento cooperativista. 

Com um investimento de cerca de R$ 2 milhões, a casa da Ocergs será inaugurada no dia 29 de agosto às 8h30 e estará pronta para receber as cooperativas e o público na 39ª edição da Expointer, que ocorrerá entre os dias 27 de agosto e 4 de setembro.

 

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