fbpx
cooperativas constroem um mundo melhor • cooperativas constroem um mundo melhor • cooperativas constroem um mundo melhor • cooperativas constroem um mundo melhor • cooperativas constroem um mundo melhor • cooperativas constroem um mundo melhor • cooperativas constroem um mundo melhor • cooperativas constroem um mundo melhor
Cooperativistas têm reunião com novo ministro de Minas e Energia

Cooperativistas têm reunião com novo ministro de Minas e Energia

Da esquerda para direita: Deputado Edinho Bez; presidente da Infracoop e Fecoergs, Jânio Vital Stefanello; ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho; deputado Alceu Moreira e deputado Heitor Schuch / Foto: Divulgação Sistema OCB e Coprel

Nessa terça-feira (5/7), representantes das cooperativas do ramo Infraestrutura, acompanhados pelo superintendente do Sistema OCB, Renato Nobile, foram recebidos pelo ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, em Brasília (DF). A audiência foi intermediada pelos deputados federais Alceu Moreira (RS), Heitor Schuch (RS) e Edinho Bez (SC), integrantes da diretoria da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), com a intenção de discutir o fim dos descontos concedidos às cooperativas de eletrificação na compra de energia.

A audiência contou com a participação do presidente da Confederação Nacional das Cooperativas de Infraestrutura (Infracoop) e da Federação das Cooperativas de Energia, Telefonia e Desenvolvimento Rural do Rio Grande do Sul (Fecoergs), Jânio Vital Stefanello, do superintendente da Fecoergs, José Zordan, representantes da Federação das Cooperativas de Energia do Estado de Santa Catarina (Fecoerusc) e da Federação das Cooperativas de Eletrificação Rural do Estado de São Paulo (Fecoeresp).  

Os cooperativistas apresentaram ao ministro os argumentos que colocam o setor em uma posição contrária ao fim dos descontos. Eles explicaram que é preciso encontrar, junto com o Poder Executivo e com o Congresso Nacional, uma alternativa para a questão. As lideranças deixaram claro que, o ideal, seria a prorrogação dos descontos, pois é preciso ter tempo para que se busque formas de estruturar políticas públicas de acesso à energia em valores compatíveis ao mercado das cooperativas.

“O grande diferencial das cooperativas é atenderem um mercado em que a média é de 5 consumidores por quilômetro de rede, enquanto nas concessionárias a média passa a 20 consumidores por quilômetro. Esta diferença gera um custo muito maior para a manutenção do sistema elétrico e por isso as cooperativas precisam se uma política tarifária diferenciada, para que este custo não onere o setor agropecuário e a produção agroindustrial”, explica Stefanello.

O ministro Fernando Coelho Filho disse que, devido ao seu pouco tempo na pasta, ainda está tomando pé dos assuntos ministeriais, mas que reunirá sua equipe a fim de tratar do tema, comprometendo-se a dar um encaminhamento para a questão apresentada pelas cooperativas de distribuição de energia elétrica.

ENTENDA – Em março deste ano, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) decidiu retirar os descontos concedidos às cooperativas de eletrificação na compra de energia a uma fração de 25% ao ano. Com o fim dos descontos, o setor estima, entre outros impactos: o fechamento de parcela significativa das cooperativas de Infraestrutura do País; perda de capilaridade e precarização da oferta de energia em diversos municípios e expressiva queda de competitividade dos produtores rurais nas regiões Sul e Sudeste. 

AUDIÊNCIA PÚBLICA – Ontem (5/7), antes da reunião com o ministro, os representantes das cooperativas de Infraestrutura participaram de uma audiência pública conjunta das comissões de Minas e Energia e de Agricultura, da Câmara dos Deputados, também com o objetivo de discutir a questão dos descontos tarifários. Os parlamentares expuseram a importância de uma política tarifária que proteja as cooperativas, levando em conta o mercado em que atuam e a produção agroindustrial que seria onerada. Ainda em reunião na OCB, foi debatida a Medida Provisória (MP) 735, que trata da mesma matéria e possui emendas dos deputados Edinho Bez (SC), Jerônimo Goergen (RS) e Luis Carlos Heinze (RS), na defesa das cooperativas.

Atualmente, as cooperativas de distribuição de energia são responsáveis pela luz que chega todos os dias à casa de milhares de brasileiros, em mais de 620 mil unidades consumidoras, perfazendo um total de cerca de quatro milhões de brasileiros atendidos com energia elétrica. Entretanto, para os deputados Alceu Moreira e Edinho Bez, as cooperativas têm potencial para ampliar sua área de atuação, desde que seja dado o adequado tratamento regulatório às suas atividades. 

CENÁRIO – Atualmente, existem 67 cooperativas de distribuição de energia elétrica (dez envolvidas na geração) operando no Brasil, com mais de 100 mil km de rede. Juntas, elas investem R$ 2 bilhões no setor elétrico. No Rio Grande do Sul, as cooperativas do setor congregam 488 mil associados e atendem cerca de 277 mil consumidores diretos. Elas operam no Estado em 358 municípios e possuem mais de 62 mil km de extensão de rede elétrica.

Em 2015, na última edição do prêmio “Índice Aneel de Satisfação do Consumidor” (IASC), as cooperativas obtiveram média 69,31, ao passo que as demais empresas de distribuição de energia obtiveram uma nota pouco maior que 57. 

É importante destacar que, do total de distribuidoras analisadas, 15 cooperativas obtiveram uma nota superior a todas as concessionárias de energia, ficando à frente de todos os outros agentes do setor elétrico. Cabe mencionar que o serviço de distribuição de energia elétrica nas áreas das cooperativas é particularmente mais oneroso em função do menor número de usuários por km de rede, já que levam energia ao meio rural.

Fonte: Assessoria de Imprensa do Sistema OCB e Assessoria de Imprensa da Coprel

Comissão aprova constituição de fundos por cooperativas de transporte

Comissão aprova constituição de fundos por cooperativas de transporte

Foto: Shutterstock

Com apoio do Sistema OCB e da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), foi aprovado hoje (6/7), na Comissão de Finanças e Tributação (CFT) da Câmara dos Deputados, o Projeto de Lei 4.844/2012, que permite aos transportadores de pessoas ou cargas se organizarem em associação ou cooperativa com o objetivo de constituir fundo próprio, desde que esse fundo seja custeado pelos cooperados interessados e destinado exclusivamente à prevenção e à reparação de danos ocasionados aos seus veículos por infortúnios como furto, roubo, acidente e incêndio. 

A matéria recebeu emenda do relator, deputado Benito Gama (BA), que incluiu o setor cooperativista de transporte no texto. Apoiaram a inserção da emenda os deputados Osmar Serraglio (PR), presidente da Frencoop, e Lelo Coimbra (ES), líder do governo na Comissão e integrante da diretoria da Frencoop.

Durante a votação os deputados defenderam a importância do projeto para as cooperativas, em especial as de transporte de carga, visto os altos valores praticados pelas seguradoras de veículos. Em defesa das cooperativas, o deputado Luiz Carlos Hauly (PR) destacou a importância do setor para a economia do País. “No dia em que as cooperativas ocuparem o espaço que lhe é devido na economia brasileira, nos 13 ramos do cooperativismo, nós teremos um país muito mais sólido e vigoroso”.

A matéria, que integra os projetos de lei prioritários do Sistema OCB listados na Agenda Institucional do Cooperativismo, segue para apreciação da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC), que analisará o mérito da matéria, além dos aspectos constitucionais e de técnica legislativa.

Para acessar o texto aprovado, clique aqui.

Fonte: Assessoria de Imprensa do Sistema OCB

 

Dia C mobiliza mais de 7 mil voluntários no RS

As cooperativas gaúchas participaram da maior rede cooperativista de voluntariado do País, o Dia de Cooperar (Dia C), em alusão ao Dia Internacional do Cooperativismo, comemorado no primeiro sábado de julho. Em 2016, o projeto, que tem o apoio do Sescoop/RS e do Sistema OCB, contou com mais de 7 mil voluntários de 190 cooperativas e entidades parceiras, totalizando mais de 140 mil pessoas beneficiadas em 90 municípios gaúchos.

Em Porto Alegre, uma grande festa de voluntariado e solidariedade aconteceu em frente ao Mercado Público Municipal, com diversos serviços gratuitos de saúde, educação e cidadania para cerca de 23 mil pessoas que passaram pelo local das 9h às 17h.

Com espírito cooperativista do início ao fim, a população participou de brechó solidário, campanha de incentivo à doação de órgãos, educação financeira para crianças, medição de pressão, massagem relaxante, corte de cabelo, maquiagem e campanha de incentivo à doação de sangue, além de receber orientações sobre o cooperativismo, reciclagem, trabalho e emprego, planejamento financeiro e orçamento doméstico. O público presente também teve a oportunidade de prestigiar diversos shows como Os Fagundes, Los 3 Plantados, Gabriel Farias, Grupo Zueira, Banda Melody e Mc Jean Paul.

Um dos primeiros a chegar no evento foi o presidente do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, Vergilio Perius, que comemorou a chegada do grande dia. “São muitas ações para quem mais precisa de auxílio”. O presidente do Sistema cooperativista gaúcho ressaltou a importância do cooperativismo diante do atual momento econômico. “É um grande momento para aderir ao cooperativismo. O Estado e o País crescem porque os resultados das cooperativas ficam nas comunidades onde atuam”. Perius acrescentou ainda que fazer parte de uma cooperativa vai além de pensar em bens materiais. “Vamos nos unir, discutir, conversar mais como família, de mãos dadas. É uma alternativa de trabalho, que socializa renda, riqueza e poder”.

Foi o que fez o catador Jorge Ori Rosa, 54 anos, que convidou a família para participar do Dia C. Além de ter sido beneficiado com brinquedos para presentear a neta no Brechó Solidário, organizado pela Coeducars, ele também contribuiu para a revitalização da brinquedoteca do Instituto Infantil de Câncer de Porto Alegre, doando uma grande quantidade de tampinhas de garrafa pet. “Eu me sinto bem em poder ajudar”.

Mas para que o Dia C acontecesse, também foi preciso contar com a disposição de pessoas que trabalharam voluntariamente. Uma delas é a Luciana Feijó, tia de Patrick Wulfhorst, doador de órgãos, que morreu em 2013, aos 11 anos de idade. Ela participou da ação da Unicred Porto Alegre, que levou a campanha de incentivo à doação de órgãos para o evento.

Para Luciana, a melhor forma de fazer as pessoas pensarem na causa é através da sensibilização. E para isso, nada melhor do que o relato de alguém que já passou pela situação. Há três anos, no Dia das Mães, o sobrinho sentiu uma forte dor na cabeça e faleceu 48 horas depois. “Na hora de decidir, a minha irmã perguntou o que ela deveria fazer, eu disse para ela fazer o que ela gostaria que fizesse para o filho dela, caso ele tivesse uma chance”. Foi assim que Patrick salvou diversas vidas.

Outro voluntário que fez o Dia C acontecer, foi o enfermeiro do Hospital São Lucas, Dagoberto Rocha. O profissional explica que a informação e o acolhimento à família do doador em potencial são essenciais. “Nós explicamos, esclarecemos as dúvidas e damos a oportunidade da família salvar outras vidas”. Rocha comenta que caso seja possível doar todos os órgãos, o doador pode salvar, no mínimo, oito vidas.

Com três projetos no Dia C, o Sesc contou com a participação voluntária da coordenadora técnica de Educação Complementar, Fernanda Moehlecke. Para ela, o Dia C é um espaço para trocar e reunir instituições preocupadas com a sociedade, que acabam se complementando. Além de ser um espaço para disseminar o cooperativismo. “Nós ficamos muito satisfeitos em participar do Dia C e cumprir nossa missão, que é levar o bem-estar social”.

Acostumada a circular pelo Mercado Público durante quase todos os dias, a moradora de rua, Marli Pires Pereira, 53 anos, estava ansiosa para participar das ações do Dia C. O primeiro serviço que utilizou foi o brechó solidário, onde ganhou uma mochila que tanto desejava, e também um par de tênis. Cadeirante, ela mora nas ruas de Porto Alegre há dois anos e viu no Dia C a oportunidade de suprir algumas de suas necessidades. Para agradecer pelos presentes recebidos, Marli fez um desenho e expressou o seu amor pelas crianças. “Eu gostei muito de vir aqui porque eles estão ajudando as pessoas. Se eu pudesse, também ajudaria”.

 

 

Cooperativas podem participar de seleção do governo para evento no Peru

Cooperativas podem participar de seleção do governo para evento no Peru

Foto: Divulgação Expoalimentaria 

A Secretaria Especial da Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário selecionará seis empreendimentos da agricultura familiar e da reforma agrária para participar da feira Expoalimentaria, que ocorrerá de 28 a 30 de setembro, deste ano, em Lima, no Peru. As inscrições vão até o próximo domingo, dia 10/7. Cooperativas também podem participar, desde que atendam os pré-requisitos do edital. 

Os produtos selecionados ficarão expostos no estande “Brasil – Agricultura Familiar”. O objetivo é promover a imagem e ampliar o mercado da agricultura familiar brasileira. A Expoalimentaria é uma feira de negócios multissetorial, uma das maiores da América do Sul.

Trata-se de um evento de negócios no qual não é permitida a venda direta de produtos aos visitantes e compradores. No entanto, os empreendimentos podem expor produtos, promover degustações, conhecer novas tecnologias e prospectar ou realizar negócios. Os agricultores interessados em participar do evento devem verificar os requisitos da chamada pública e preencher o questionário online.

A iniciativa para expor os produtos na feira é da Secretaria Especial da Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário, em parceria com Ministério das Relações Exteriores (MRE) e a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO), por meio da Organização da Missão Comercial ao Peru. 

Foto: Divulgação Expoalimentaria

Fonte: Assessoria de Comunicação da Secretaria Especial de Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário e Assessoria de Imprensa do Sistema OCB

 

Dia de Cooperar ocorre nesse sábado no Largo Glênio Peres

Dia de Cooperar ocorre nesse sábado no Largo Glênio Peres

As cooperativas gaúchas estão mais uma vez mobilizadas na maior rede cooperativista de voluntariado do País: o Dia de Cooperar – também chamado Dia C. Nesse sábado (2/7), data em que se comemora o Dia Internacional do Cooperativismo, os voluntários se reúnem no Largo Glênio Peres, das 9h às 17h, para oferecer serviços de saúde, educação e cidadania, gratuitos à população. 

Esta é a segunda vez que as cooperativas gaúchas participam do Dia de Cooperar, campanha realizada com o apoio do Sistema OCB (Organização das Cooperativas Brasileiras) e do Sescoop/RS (Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo do Estado do Rio Grande do Sul). No ano passado, mais de 107 mil pessoas foram beneficiadas com ações de responsabilidade social em todo o Rio Grande do Sul. Este ano, 158 projetos mobilizam mais de 7 mil voluntários em 90 cidades do Estado, com a participação de 176 cooperativas.

Neste dia (2/7), o Sescoop/RS promoverá no Largo Glênio Peres a comemoração dos resultados e a celebração das ações de voluntariado realizadas em todo o Estado. Durante o evento, que contará com a presença de serviços gratuitos aos visitantes e atrações musicais, serão divulgadas iniciativas que estarão ocorrendo em municípios do Rio Grande do Sul. 

Para o presidente do Sistema Ocergs/Sescoop-RS, Vergilio Perius, a adesão das cooperativas gaúchas ao Dia C, mais uma vez, superou todas as expectativas. "O homem é cooperativista por natureza, ele só precisa de um estímulo para ajudar a quem mais precisa. O Dia C é uma oportunidade de enxergar as necessidades das pessoas ao nosso redor e se mobilizar para uma sociedade mais justa e igualitária", afirma.

TODO DIA É DIA DE COOPERAR 

O Dia de Cooperar, também conhecido com Dia C, nasceu em 2009, em Minas Gerais, e logo ganhou a adesão de cooperativas de todo o País. Com o apoio do Sistema OCB e de suas unidades estaduais, o Dia C é um programa de responsabilidade social, promovido pelas cooperativas brasileiras por meio do voluntariado. A grande novidade este ano é que as cooperativas passam a contribuir para alcançar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), nova agenda da ONU para acabar com toda forma de desigualdade e destruição ambiental (saiba mais: nacoesunidas.org). Em todo o País, são mais de 1200 cooperativas mobilizadas nesta grande corrente do bem. Somente em 2015, o Dia C já beneficiou mais de 2,5 milhões de pessoas com projetos que trazem uma verdadeira transformação social para as comunidades. 

 

Serviço – Dia C em Porto Alegre

Local: Mercado Público, Largo Glênio Peres.

Data: 2 de julho

Horário: das 9 às 17h

 

OS SERVIÇOS:

Saiba quais serviços serão oferecidos no dia 2 de julho:

- Unicred POA: Campanha de incentivo à doação de órgãos

- Mitra: Oficina de libras e orientação sobre orçamento doméstico

- Chimarródromo - disponibilização de erva mate e água quente

- Sesc: Orientação sobre alimentação saudável e Oficina sobre educação sustentável

- Cooperpoa: Geloteca (Biblioteca dentro de geladeiras velhas) e massagem relaxante

- Pinhão, pipoca e quentão

- Unimed Federação/RS: Medição de pressão e outros

- Aurora Alimentos: Turminha da Reciclagem

- Secretaria do Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo (SDR): Orientações sobre Cooperativismo

- Coeducars: Brechó Solidário – 10 tampinhas de garrafa pet podem ser trocadas por uma peça de roupa e corte de cabelo

- Sicredi: Consultoria sobre planejamento financeiro familiar

- Banco de remédios: campanha para evitar o desperdício. Recolhimento e triagem de remédios 

- Secretaria Municipal do Trabalho e Emprego – esclarecimento de oportunidades de trabalho e emprego

- Fepps: Campanha de incentivo à doação de sangue

- Unicred Central: teatro de fantoches

 

PROGRAMAÇÃO:

9h às 11h – Apresentação com Luciano Périco

11h às 12h - Os Fagundes

12h às 12h10 – Apresentação com Sérgio Zambiasi 

12h10 às 12h45 – Los 3 Plantados

12h45 às 13h – Intervalo 

13h às 13h45 – Gabriel Farias

13h45 às 13h50 – Encerramento com Sérgio Zambiasi

13h50 às 14h – Apresentação com Gugu Streit

14h às 14h45 – Banda Melody Sixz

14h45 às 15h – Intervalo

15h às 15h45 – Grupo Zueira

15h45 às 16h – Intervalo

16h às 16h45 – MC Jean Paul

16h45 às 17h -  Encerramento com Gugu Streit

 

Para saber mais sobre o Dia C acesse diac.brasilcooperativo.coop.br.

 

Cooperativas gaúchas faturam R$ 36,1 bilhões em 2015

Cooperativas gaúchas faturam R$ 36,1 bilhões em 2015

O Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado do Rio Grande do Sul (Ocergs) promoveu hoje (29), na sede da Federasul, o lançamento da revista Expressão do Cooperativismo Gaúcho 2015, onde divulgou os números oficiais do Cooperativismo no Rio Grande do Sul. A solenidade ocorreu durante o evento Tá na Mesa, da Federasul, oportunidade em que a entidade homenageou a Ocergs por seus 45 anos.

"Os números oficiais e as informações apresentadas na quinta edição da revista Expressão do Cooperativismo Gaúcho 2015 demonstram o desempenho positivo dos ramos com indicadores econômicos e sociais. Esse cenário favorável só respalda o trabalho e o papel fundamental e insubstituível realizado pelas cooperativas, que geram desenvolvimento econômico e social para o Estado e beneficiam milhares de gaúchos", destacou o presidente do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, Vergilio Perius.

O cooperativismo gaúcho vive um momento muito bom. Em 2015, as cooperativas do Rio Grande do Sul apresentaram crescimento de 15,75% em relação ao ano anterior e registraram um faturamento de R$ 36,1 bilhões. O desenvolvimento do cooperativismo gaúcho se reflete no aumento dos seus ingressos, que nos últimos seis anos registrou uma expansão de 94,6%. Neste contexto de crescimento das cooperativas, destacam-se as atividades relacionadas aos ramos: Agropecuário com 11,6%; o Crédito com 33,8%; a Saúde com 18%; a Infraestrutura com 8,2% e o Transporte com 35,5%.

O setor de agronegócio cooperativista registrou um faturamento de R$ 22,1 bilhões em 2015, representando um aumento de 11,6% em relação ao ano anterior. O ramo Crédito registrou um faturamento de R$ 6,8 bilhões em 2015, valor que representa um crescimento de 33,8% em relação a 2014. 

As cooperativas de Crédito são responsáveis pela geração de R$ 805,5 milhões nas sobras antes das destinações, valor que indica uma expansão de 21,8% em relação a 2014, o que representa 61,2% do total. O indicador reforça a eficiência econômica das cooperativas gaúchas, que registraram em 2015 um crescimento de 33% nas sobras apuradas, atingindo o valor de R$ 1,3 bilhão.

Quanto ao patrimônio líquido, formado pelas quotas partes dos associados, resultados do exercício, fundos e reservas legais e estatutárias, o sistema cooperativista gaúcho alcançou R$ 10,7 bilhões, o que representa um aumento de 12,95% entre 2014 e 2015. 

Em relação aos ativos, o cooperativismo gaúcho registrou um acréscimo de 15,25% entre 2014 e 2015. Nos últimos cinco anos houve um crescimento de 103,9% no total desses ativos, que em 2015 atingiu o valor de R$ 54,5 bilhões. Na geração de tributos, as cooperativas alcançaram R$ 1,8 bilhão, o que representa um crescimento de 6,1% em relação a 2014.

Na contramão de um cenário de austeridade e recessão econômica, o sistema cooperativista gaúcho continua atuando como um agente propulsor de desenvolvimento socioeconômico do Estado. O presidente do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, Vergilio Perius ressaltou que o cooperativismo gaúcho investirá neste ano R$ 1,7 bilhão em setores fundamentais da economia, contemplando investimentos em agroindústrias, tecnologia da informação, assistência técnica, comunicação, melhoria nos processos operacionais, capacitação (formação, orientação e inclusão) e ampliação da capacidade física de armazéns, silos, pequenas centrais hidrelétricas (PCHs), habitações, transporte e novos hospitais. 

Ramos Saúde, Infraestrutura e Transporte geram R$ 6,71 bilhões em volume de negócios

Os ramos Saúde, Infraestrutura e Transporte também apresentaram destaque em 2015, com um faturamento de R$ 6,71 bilhões. O valor representa 18,5% do faturamento total das cooperativas gaúchas. Juntos, os três setores geram 13 mil empregos diretos e contam com 515,4 mil associados. 

Cooperativismo no Rio Grande do Sul

As cooperativas do Rio Grande do Sul apresentaram crescimento em seu quadro de pessoal e, em 2015, atingiram a marca de 58,8 mil empregos diretos, colocando o Estado na terceira colocação no ranking nacional. 

Com 434 cooperativas ativas, o Estado é o segundo com o maior número de associados no Brasil, com 2,7 milhões de pessoas, o que representa 20,5% do quadro de associados do País, que conta com 13 milhões de sócios. O Rio Grande do Sul é o segundo Estado com maior índice de adesão da população ao cooperativismo, com 23,5%. Os ramos Agropecuário, Crédito e Saúde concentram 65% das cooperativas no RS.

O evento na Federasul contou com a participação do secretário do Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo, Tarcísio Minetto; diretor técnico sindical da Ocergs, Irno Pretto; presidente da FecoAgro/RS e diretor-secretário da Ocergs, Paulo Pires; presidente da Central Sicredi Sul e diretor da Ocergs, Orlando Müller e do presidente da Fecoergs e Infracoop, o diretor da Ocergs, Jânio Stefanello. Os diretores apresentaram o panorama dos ramos Saúde, Agropecuário, Crédito e Infraestrutura. Além deles, o evento também contou com a presença da presidente da Fetrabalho/RS e diretora do ramo Trabalho da Ocergs, Margaret Garcia da Cunha; do secretário da Agricultura, Ernani Polo; do deputado estadual e presidente da Frencoop/RS, Elton Weber; além de presidentes e dirigentes de cooperativas e entidades representativas do setor.    

Presidente do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, Vergilio Perius, ressaltou o momento positivo do cooperativismo no RS

 

 

 

 

 

 

 

Propostas do cooperativismo são apresentadas aos Ministérios do Trabalho e Desenvolvimento Social

Propostas do cooperativismo são apresentadas aos Ministérios do Trabalho e Desenvolvimento Social

Foto: Camilla Soares – ASCOM/Ministério do Trabalho

O presidente do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, Vergilio Perius, acompanhado do deputado estadual e presidente da Frencoop/RS, Elton Weber, do presidente da Fetag, Carlos Joel da Silva e do deputado estadual, Vilmar Zanchin, esteve nessa quinta-feira (23) em Brasília, para apresentar propostas do cooperativismo ao Ministério do Trabalho e Previdência Social (MTPS) e ao Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário (MDS). 

Na audiência com o ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, o presidente do Sistema Ocergs-Sescoop/RS expôs as dificuldades que as cooperativas de Trabalho enfrentam junto ao Ministério do Trabalho. Segundo Perius, as cooperativas não têm sido apoiadas e não recebem o estímulo necessário por parte do poder público federal. “O artigo 17 da Lei n° 12.690/2012 prevê que cabe ao Ministério do Trabalho, no âmbito de sua competência, a fiscalização do cumprimento do disposto na lei”. 

Vergilio Perius ressalta que compete ao Ministério do Trabalho incentivar e organizar as cooperativas de Trabalho. Segundo o dirigente, é necessário criar dentro do MTPS um departamento de promoção e apoio às cooperativas de Trabalho, como a lei prevê, mas que não foi feito até hoje. 

“Atualmente, as cooperativas de Trabalho estão vinculadas ao departamento equivocado na estrutura do Ministério, nós estamos trabalhando no departamento de Emprego e Salário, nós não temos emprego, nós trabalhamos no departamento de cooperativismo, porque o cooperativismo não é só de trabalho, envolve habitação, envolve promoção social, cooperativas sociais, envolve cooperativas educacionais”, explica Perius.

O presidente do Sistema Ocergs-Sescoop/RS entregou ao ministro Ronaldo Nogueira, a proposta de criação do Departamento de Cooperativismo (Decoop), que contemplaria as cooperativas de Trabalho, atendendo à Lei n° 12.690/2012. Para o dirigente, essas cooperativas quando bem orientadas e bem assistidas, conseguem fazer excelentes trabalhos em prol do desenvolvimento e da geração de trabalho e renda.

A proposta foi bem recebida pelo ministro, que incluiu a demanda em sua pauta. A criação do Decoop reforça o apoio ao movimento cooperativista e as cooperativas do ramo Trabalho, com o objetivo de fomentar a criação de novos postos de trabalho e reduzir o número de 12 milhões de brasileiros que não têm emprego.

Revigoramento das cooperativas de Trabalho

Outra pauta importante foi apresentada ao ministro do Desenvolvimento Social e Agrário, Osmar Terra. “Encaminhamos a proposta de um revigoramento geral das cooperativas de Trabalho para que possam ser instrumentos valiosos para geração de trabalho e renda, no momento em que no Brasil há 12 milhões de desempregados”, explica Vergilio Perius. O presidente do Sistema Ocergs-Sescoop/RS disse que a proposta foi muito bem aceita e haverá dentro do governo uma negociação com todos os ministérios para terem intercâmbio entre eles no sentido de favorecer essa proposta.

BOLSA FAMÍLIA - De acordo com Perius, uma das principais preocupações do ministro do Desenvolvimento Social e Agrário é com o programa Bolsa Família, como dar uma saída econômica e social aos beneficiados. Vergilio Perius ressalta que a proposta apresentada pelo movimento cooperativista une trabalho, ensino e habitação.

“No momento em que nós temos 14 milhões de beneficiados do Bolsa Família, as pessoas que ainda não tem casa própria desse grupo, e são a grande maioria, seriam selecionados livremente, sem perder o Bolsa Família, e num projeto de dois a três anos se construiriam habitações por municípios em áreas em todo o Brasil, para que alguém desse grupo familiar pudesse se preparar para o futuro para ter uma profissão”, explica Perius. 

O projeto consiste em preparar alguém do grupo familiar para ter uma profissão na construção civil e, principalmente, trabalhar a gestão cooperativa no processo de formação desse cidadão. O programa seria desenvolvido pelo Senai e o Sescoop, com participação de cooperativas, com quatro horas em sala de aula e quatro horas de trabalho em canteiro de obras, construindo casas e apartamentos para os próprios beneficiados do Bolsa Família.

“Essas quatro horas, depois de dois anos vão gerar 1.600 horas de trabalho, que serão convertidas em pagamento de mão de obra correspondente a R$ 15 mil de todo o custo da obra”, comenta o presidente do Sistema Ocergs-Sescoop/RS. Perius ressalta que a União Federal precisaria entrar, através do Ministério das Cidades, com verba do programa Minha Casa Minha Vida em torno de R$ 28 mil a R$ 32 mil para cada unidade de 40 metros quadrados (m2), para custear os materiais de construção, enquanto que as prefeituras e o governo do Estado entrariam com a infraestrutura, com terrenos, com urbanização.

Perius afirma que o Estado teria que ser acionado também por um convênio amplo de participação do processo, para que ele entrasse com luz elétrica e facilitasse o processo de saneamento, água e esgoto. “É fundamental que o Estado e também os municípios tenham uma participação na infraestrutura do imóvel”, destaca. 

A proposta está sendo analisada e estudada por um grupo de trabalho, do qual a OCB foi convidada a fazer parte, de forma permanente.

 

Dia de Cooperar mobiliza cooperativas gaúchas em ações de responsabilidade social

Dia de Cooperar mobiliza cooperativas gaúchas em ações de responsabilidade social

Foto: Donaldo Hadlich

As cooperativas gaúchas estão mais uma vez mobilizadas na maior rede cooperativista de voluntariado do País: o Dia de Cooperar – também chamado Dia C. No primeiro sábado de julho (2/7), data em que se comemora o Dia Internacional do Cooperativismo, os voluntários se reúnem no Largo Glênio Peres, das 9h às 17h, para oferecer serviços de saúde, educação e cidadania, gratuitos à população. 

Esta é a segunda vez que as cooperativas gaúchas participam do Dia de Cooperar, campanha realizada com o apoio do Sistema OCB (Organização das Cooperativas Brasileiras) e do Sescoop/RS (Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo do Estado do Rio Grande do Sul). No ano passado, mais de 107 mil pessoas foram beneficiadas com ações de responsabilidade social em todo o Rio Grande do Sul. Este ano, 158 projetos mobilizam mais de 7 mil voluntários em 90 cidades do Estado, com a participação de 176 cooperativas.

Neste dia (2/7), o Sescoop/RS promoverá no Largo Glênio Peres a comemoração dos resultados e a celebração das ações de voluntariado realizadas em todo o Estado. Durante o evento, que contará com a presença de serviços gratuitos aos visitantes e atrações musicais, serão divulgadas iniciativas que estarão ocorrendo em municípios do Rio Grande do Sul. 

Para o presidente do Sistema Ocergs/Sescoop-RS, Vergilio Perius, a adesão das cooperativas gaúchas ao Dia C, mais uma vez, superou todas as expectativas. "O homem é cooperativista por natureza, ele só precisa de um estímulo para ajudar a quem mais precisa. O Dia C é uma oportunidade de enxergar as necessidades das pessoas ao nosso redor e se mobilizar para uma sociedade mais justa e igualitária", afirma.

TODO DIA É DIA DE COOPERAR 

O Dia de Cooperar, também conhecido com Dia C, nasceu em 2009, em Minas Gerais, e logo ganhou a adesão de cooperativas de todo o País. Com o apoio do Sistema OCB e de suas unidades estaduais, o Dia C é um programa de responsabilidade social, promovido pelas cooperativas brasileiras por meio do voluntariado. A grande novidade este ano é que as cooperativas passam a contribuir para alcançar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), nova agenda da ONU para acabar com toda forma de desigualdade e destruição ambiental (saiba mais: nacoesunidas.org). Em todo o País, são mais de 1200 cooperativas mobilizadas nesta grande corrente do bem. Somente em 2015, o Dia C já beneficiou mais de 2,5 milhões de pessoas com projetos que trazem uma verdadeira transformação social para as comunidades. 

 

Serviço – Dia C em Porto Alegre

Local: Mercado Público, Largo Glênio Peres.

Data: 2 de julho

Horário: das 9 às 17h

 

OS SERVIÇOS:

Saiba quais serviços serão oferecidos no dia 2 de julho:

- Unicred POA: Campanha de incentivo à doação de órgãos

- Mitra: Oficina de libras e orientação sobre orçamento doméstico

- Chimarródromo - disponibilização de erva mate e água quente

- Sesc: Orientação sobre alimentação saudável e Oficina sobre educação sustentável

- Cooperpoa: Geloteca (Biblioteca dentro de geladeiras velhas) e massagem relaxante

- Pinhão, pipoca e quentão

- Unimed Federação/RS: Medição de pressão e outros

- Aurora Alimentos: Turminha da Reciclagem

- Secretaria do Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo (SDR): Orientações sobre Cooperativismo

- Coeducars: Brechó Solidário – 10 tampinhas de garrafa pet podem ser trocadas por uma peça de roupa e corte de cabelo

- Sicredi: Consultoria sobre planejamento financeiro familiar

- Banco de remédios: campanha para evitar o desperdício. Recolhimento e triagem de remédios 

- Secretaria Municipal do Trabalho e Emprego – esclarecimento de oportunidades de trabalho e emprego

- Fepps: Campanha de incentivo à doação de sangue

- Unicred Central: teatro de fantoches

 

PROGRAMAÇÃO:

9h às 11h – Apresentação com Luciano Périco

11h às 12h - Os Fagundes

12h às 12h10 – Apresentação com Sérgio Zambiasi 

12h10 às 12h45 – Los 3 Plantados

12h45 às 13h – Intervalo 

13h às 13h45 – Gabriel Farias

13h45 às 13h50 – Encerramento com Sérgio Zambiasi

13h50 às 14h – Apresentação com Gugu Streit

14h às 14h45 – Grupo Zueira

14h45 às 15h – Intervalo

15h às 15h45 – Banda Melody

15h45 às 16h – Intervalo

16h às 16h45 – MC Jean Paul

16h45 às 17h -  Encerramento com Gugu Streit

 

Para saber mais sobre o Dia C acesse diac.brasilcooperativo.coop.br.

Presidente do Sistema Ocergs-Sescoop/RS estará em Brasília e levará propostas do setor cooperativo

 

O presidente do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, Vergilio Perius, acompanhado do deputado estadual Elton Weber, presidente da Frencoop/RS e do presidente da OCB, Márcio Lopes de Freitas, terá agendas amanhã, dia 23 de junho, em Brasília. No Ministério de Desenvolvimento Social, será entregue ao ministro Osmar Terra uma proposta de geração de trabalho e renda através do cooperativismo. Já no Ministério do Trabalho e Emprego, o ministro Ronaldo Nogueira receberá a proposta de criação de um Departamento de Cooperativismo (Decoop) para tratar do cooperativismo no MTE.

De acordo com Perius, “as Cooperativas são sociedades que contribuem para o desenvolvimento econômico e social, cujo modelo é preconizado pelos Organismos Internacionais, como a ONU e OIT, e por esse motivo estamos trazendo a nossa contribuição para o desenvolvimento do país”. No caso do Brasil, o Cooperativismo se apresenta plenamente compatível com o paradigma do Estado Democrático de Direito, que eleva os valores sociais do trabalho e da livre iniciativa a fundamento da República e determina ao Estado que, como regulador da atividade econômica, deve apoiar e estimular o cooperativismo e outras formas de associativismo. 

Vergilio Perius diz ainda que o Cooperativismo se apresenta apto a contribuir para o desenvolvimento econômico e social do país, que, em momento de crise econômica, precisa superar dificuldades e criar postos do trabalho. Para tanto, faz-se necessário o estabelecimento de políticas públicas de estímulo ao cooperativismo, a serem desenvolvidas em cooperação com o Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário, o Ministério do Trabalho, o Ministério da Fazenda e o Ministério das Cidades.

 

Seminário incentiva o cooperativismo habitacional popular

 

Cerca de 300 associados de cooperativas do Rio Grande do Sul participaram do 1º Seminário de Cooperativismo de Habitação Popular nesta quinta-feira (16), no teatro Dante Barone, na Assembleia Legislativa. Na abertura do evento, o governador José Ivo Sartori afirmou que as políticas de apoio a essa prática têm a missão de estimular a forma cooperativa de planejamento social, econômico e cultural. "Na habitação popular esse sentido se fortalece porque está em pauta o lugar onde vidas humanas têm guarida", afirmou Sartori.  

O governador destacou que o encontro tem o objetivo de amadurecer esta modalidade de cooperação. "O cooperativismo puxa a economia gaúcha para frente. Temos exemplos bem sucedidos na saúde, na agricultura e no setor de crédito. Na área habitacional, tenho a convicção que podemos avançar", disse.   

O Rio Grande do Sul possui mais de 2,2 mil cooperativas com 2,6 milhões de associados e mais de 58 mil empregos gerados. O secretário de Obras, Saneamento e Habitação, Gerson Burmann, destacou que habitação popular é importante para a autoestima das pessoas e frisou que o governo está priorizando a regularização fundiária, principalmente dos imóveis da extinta Cohab.  

O secretário de Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo, Tarcísio Minetto, enfatizou que o objetivo do seminário é incentivar a organização de cooperativas habitacionais para reduzir o déficit do setor. "O cooperativismo é o caminho para o desenvolvimento econômico e social com qualidade de vida", afirmou.

O presidente do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, Vergilio Perius, participou do Painel "Caminhos para o desenvolvimento da habitação popular através do cooperativismo", juntamente com o secretário Minetto e o presidente da Fracab, Antônio Carlos Damasceno Lima. Na oportunidade, mostrou aos presentes os números do cooperativismo gaúcho, em especial do ramo Habitacional e sua representatividade na economia gaúcha. 

Também participaram da abertura do evento a presidente da Assembleia Legislativa, Silvana Covatti e o presidente da Federação Rio Grandense das Associações Comunitárias de Moradores e Bairros (Fracab), Antônio Carlos Damasceno Lima; entre outros representantes do setor.

 

Com informações da Secom/Governo do Estado

Foto: Luiz Junior

Cadastro Ambiental Rural é prorrogado até final de 2017

Agora é oficial. Os produtores rurais brasileiros têm até o dia 31 de dezembro de 2017 para aderir ao Cadastro Ambiental Rural (CAR). A prorrogação do CAR está disposta na Lei nº 13.295/2016, proveniente da Medida Provisória (MPV) 707/15, sendo sancionada nessa terça-feira (14/6) e publicada no Diário Oficial ontem (15/6).

A partir de agora, todos os produtores que ainda não realizaram o cadastro têm até o fim de dezembro do ano que vem para concluir o processo. A conquista foi resultado do trabalho conjunto de deputados e senadores das Frentes Parlamentares da Agropecuária (FPA) e do Cooperativismo (Frencoop), ao lado de diversas instituições, como a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB).

A lei determina que, após 31 de dezembro de 2017, as instituições financeiras só concederão crédito agrícola, em qualquer modalidade, para os proprietários rurais que estejam inscritos no CAR. O presidente Michel Temer vetou dispositivos que ampliavam a renegociação de dívidas de crédito rural, mas editou a Medida Provisória 733 para tratar do assunto.

OUTROS DESTAQUES – A lei também adequa o refinanciamento de dívidas de cooperativas de transporte e sociedades, associações e fundações cuja receita operacional bruta ou renda anual ou anualizada seja de até R$ 2,4 milhões, desde que sejam do segmento de transporte rodoviário de carga. 

O texto contempla proposta do Sistema OCB para permitir que associados de cooperativas de transporte que fizeram o financiamento do Procaminhoneiro como autônomos, refinanciem seus débitos dentro das normas estabelecidas na proposta. 

Fonte: Assessoria de Imprensa do Sistema OCB

 

OCB instala Comitê Técnico que tratará de demandas do ato cooperativo

A Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) instalou nessa segunda-feira (13/6) o Comitê Técnico do Ato Cooperativo, formado por representantes dos departamentos ligados ao assunto e, ainda, de integrantes dos ramos Agropecuário, Crédito, Trabalho, Consumo e Saúde. A coordenação dos trabalhos está a cargo da assessoria jurídica da OCB.

A intenção é a construção de posicionamentos técnicos para subsidiar a atuação do Sistema OCB junto aos Três Poderes, em demandas envolvendo o ato cooperativo e seu adequado tratamento tributário. Embora o debate seja eminentemente jurídico, não será restrito às questões legais, estendendo-se ainda aos aspectos econômicos, sociais e contábeis que permeiam a atuação das sociedades cooperativas.

O comitê técnico é composto por assessores jurídicos oriundos de cooperativas de alguns ramos, mas a intenção é que os materiais produzidos reflitam a avalição de todos os segmentos do cooperativismo. São eles: 

Ramo Crédito: Evandro Kotz

Ramo Saúde: José Cláudio Oliveira e Guilherme Krueger

Ramo Consumo: Ana Paula Baiochi

Ramo Agropecuário: Rogério Coscrato

Ramo Trabalho: Élbio Senna

Além destes profissionais, uma equipe interna do Sistema OCB e os consultores das áreas tributárias, João Muzzi e Marcos Caetano, também integram o grupo.

 

Fonte: Assessoria de Imprensa do Sistema OCB

 

Instalado no Palácio Piratini o Conselho Estadual do Cooperativismo

Instalado no Palácio Piratini o Conselho Estadual do Cooperativismo

Foto: Luiz Chaves/Palácio Piratini 

Com participação do governador José Ivo Sartori, o Conselho Estadual de Cooperativismo (Cecoop), empossou, nesta quinta-feira (9), em solenidade no Galpão Crioulo do Palácio Piratini, os seus novos membros. O colegiado reúne de forma paritária representantes do governo do Estado e da sociedade civil, representando os 13 ramos do cooperativismo. A presidência do Cecoop será do secretário do Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo, Tarcisio Minetto. 

Ao dar posse aos novos integrantes do Conselho Estadual de Cooperativismo (Cecoop), Sartori afirmou que as políticas estaduais de apoio ao setor têm a missão de estimular a forma cooperativa de planejamento social, econômico e cultural, tendo desde a raiz valores de associativismo e união. O governador ressaltou ainda a força do movimento cooperativo e sua representatividade na economia do Estado. 

Em 2014, o faturamento foi de R$ 31,2 bilhões, conforme dados da Ocergs - os números de 2015 serão divulgados no dia 29 de junho. "Lembro que é preciso fomentar a inclusão do ensino do cooperativismo nas escolas, porque mudar parâmetros de organização, de produção e de consumo é vital para construirmos uma sociedade mais forte e colaborativa, que avança para crescer", completou. 

O Conselho Estadual de Cooperativismo terá como presidente o secretário do Desenvolvimento Rural, Tarcísio Minetto. A primeira reunião será no próximo dia 29. O secretário, que já foi superintendente da Federação das Cooperativas Agropecuárias (Fecoagro), salientou a importância do setor para a economia do Estado e ressaltou o trabalho articulado dos diferentes segmentos. "Nossa sociedade precisa da cooperação para superar os desafios", disse. O presidente da Ocergs, Vergílio Perius, afirmou que governo e cooperativas devem firmar mais parcerias e que mesmo num momento de dificuldades o setor terá crescimento. Acrescentou que em 2 de julho ocorre o Dia C, o Dia de Cooperar, que terá uma série de atividades em Porto Alegre e no interior.

Lançamento de livro 

Durante o evento o deputado federal constituinte por Santa Catarina, Ivo Vanderlinde, lançou o livro intitulado O Senhor Cooperativa - Memória política e biográfica de Ivo Vanderlinde – A saga de um desbravador. O ex-deputado teve destacado papel durante a constituição de 1988, que foi um marco para o cooperativismo brasileiro, e ainda, teve a sua trajetória marcada como um dos pilares do cooperativismo catarinense e brasileiro.

Conselho

O Cecoop foi instituído na Política Estadual de Apoio ao Cooperativismo, sob a Lei 11.995, de 30 de outubro 2003, e alterada pela Lei 14.482, de 28 de janeiro de 2014, e tem como atribuições:

- Coordenar as políticas de apoio ao cooperativismo;

- Acompanhar a elaboração da proposta orçamentária do Estado para o cooperativismo;

- Celebrar convênios com organismos públicos ou entidades privadas para a execução de projetos de apoio ao desenvolvimento do sistema cooperativista.

Participaram do ato os secretários Maria Helena Sartori (Políticas Sociais), Carlos Búrigo (Geral de Governo), Cleber Benvegnú (Comunicação), Ernani Polo (Agricultura, Pecuária e Irrigação), o presidente do Sistema Ocergs-Sescoop, Vergílio Perius, o presidente da Fecoagro e diretor-secretário da Ocergs, Paulo Pires, além dos diretores Irno Pretto, Margaret Garcia da Cunha, Valdir Feller, o vice-presidente do BRDE, Odacir Klein, o presidente da Fetag, Carlos Joel da Silva, além de representantes de cooperativas, de secretarias e órgãos vinculados.

MEMBROS DO CONSELHO ESTADUAL DO COOPERATIVISMO

1) ÓRGÃOS PÚBLICOS

Secretaria do Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo: Tarcísio

José Minetto (titular) - Presidente do Cecoop - e Lino Ivânio Hamann (suplente)

Secretaria da Fazenda: Eduardo Jaeger (titular) e Adelar Vendruscolo

(suplente)

Secretaria da Agricultura, Pecuária e Irrigação: André Lionir Petry da Silva

(titular) e Carlos Pereira de Carvalho (suplente)

Secretaria do Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia: Carlos

Alberto Hundertmarker e Érbio Assis Webster Andretto

Secretaria do Trabalho e do Desenvolvimento Social: Denoir José da Silva

(titular) e Rosane Nardi da Silva (suplente)

Secretaria de Obras, Saneamento e Habitação: Edson Solon Burmann (titular)

e José Clovis Souza Gonçalves (suplente)

Secretaria da Saúde: Bruno Leonardo Naundorf Santos (titular) e Loiva

Schardosim (suplente)

Secretaria de Minas e Energia: Fabrício Dutra (titular) e Jonatan Bronstrup

(suplente)

Secretaria dos Transportes: Luís Vicente Batista Cabeleira Aquino (titular) e

Paulo Toledo da Luz (suplente)

Secretaria da Educação: Eloí Flores da Silva (titular) e Ivo dos Santos Lautert

(suplente) 

2) SOCIEDADE CIVIL

Organização das Cooperativas do Estado do RS - Sistema Ocergs:

Ramo Membros (titular e suplente)

Agropecuário Paulo Cézar Vieira Pires e Jeferson Adonias Smaniotto

Crédito Orlando Borges Muller e Paulo Abreu Barcellos

Educacional Valdir Bernardo Feller e Natanael Machado Barreto

Habitacional Juarez da Rosa Cândido e Ronei Alberto Lauxen

Infraestrutura Jânio Vital Stefanello e Renato Martins

Saúde Irno Augusto Pretto e Alcides Mandelli Stumpf

Trabalho Margaret Garcia da Cunha e Gustavo André Lange

Transporte Abel Moreira Paré e Adelar Steffler

DEMAIS RAMOS NÃO REPRESENTADOS (CONSUMO, ESPECIAL/SOCIAL,

MINERAÇÃO, PRODUÇÃO, TURISMO E LAZER)

VERGILIO FREDERICO PERIUS E NORBERTO TOMASINI

UNIÃO DAS COOPERATIVAS DA AGRICULTURA FAMILIAR E ECONOMIA

SOLIDÁRIA DO RIO GRANDE DO SUL (UNICAFES/RS):

GERVÁSIO PLUCINSKI E VOLMIR OLDONE

Com informações da Assessoria de Imprensa do Palácio Piratini

 

Organizações de Cooperativas da região Sul discutem ações conjuntas

 

Os presidentes das OCEs da região Sul se reuniram na sede a Ocesc, em Florianópolis, na última segunda-feira (06/06). Luiz Vicente Suzin, presidente da Ocesc, Vergilio Perius, presidente da Ocergs, e José Roberto Ricken, presidente da Ocepar, discutiram ideias de ações conjuntas para fortalecer as relações institucionais entre as organizações e, dessa maneira, melhorar o serviço prestado às cooperativas. Foram discutidas propostas para capacitação de dirigentes, intercâmbio com cooperativas da América do Sul, alinhamento de demandas e sugestões comuns aos três Estados, possíveis de serem encaminhadas ao Sistema OCB. Participaram ainda da reunião o superintendente da Ocesc, Neivo Panho, e da Ocergs, Norberto Tomasini.

 

Conselho Estadual de Cooperativismo empossa membros nesta quinta-feira

 

O Conselho Estadual de Cooperativismo (Cecoop) empossará seus membros nesta quinta-feira (09/06), em solenidade no Galpão Crioulo do Palácio Piratini, com participação do governador José Ivo Sartori. O colegiado reúne de forma paritária representantes do governo do Estado e da sociedade civil, representando os 13 ramos do cooperativismo. A presidência do Cecoop será do secretário do Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo, Tarcisio Minetto.

O Ceccop foi instituído na Política Estadual de Apoio ao Cooperativismo, sob a Lei 11.995, de 30 de outubro 2003, e alterada pela Lei 14.482, de 28 de janeiro de 2014, e tem como atribuições:

- Coordenar as políticas de apoio ao cooperativismo;

- Acompanhar a elaboração da proposta orçamentária do Estado para o cooperativismo;

- Celebrar convênios com organismos públicos ou entidades privadas para a execução de projetos de apoio ao desenvolvimento do sistema cooperativista.

Conheça os membros do Conselho Estadual do Cooperativismo:

I) Órgãos Públicos:

Secretaria do Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo: Tarcísio José Minetto (titular) - Presidente do Cecoop - e Lino Ivânio Hamann (suplente)

Secretaria da Fazenda: Eduardo Jaeger (titular) e Adelar Vendruscolo (suplente)       

Secretaria da Agricultura, Pecuária, Pesca e Irrigação: André Lionir Petry da Silva (titular) e Carlos Pereira de Carvalho (suplente)

Secretaria do Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia: Carlos Alberto Hundertmarker (titular) e Érbio Assis Webster Andretto (suplente)

Secretaria do Trabalho e do Desenvolvimento Social: Denoir José da Silva (titular) e Rosane Nardi da Silva (suplente) 

Secretaria de Obras, Saneamento e Habitação: Edson Solon Burmann (titular) e José Clovis Souza Gonçalves (suplente)

Secretaria da Saúde: Bruno Leonardo Naundorf Santos (titular) e Loiva Schardosim (suplente)        

Secretaria de Minas e Energia: Fabrício Dutra (titular) e Jonatan Bronstrup (suplente)       

Secretaria dos Transportes: Luís Vicente Batista Cabeleira Aquino (titular) e Paulo Toledo da Luz (suplente)

Secretaria da Educação: Eloí Flores da Silva (titular) e Ivo dos Santos Lautert (suplente)

II – Sociedade Civil

A) Organização das Cooperativas do Estado do Rio Grande do Sul – Sistema Ocergs:

Ramo                        Membros (titular e suplente)

 

Agropecuário            Paulo Cézar Vieira Pires e Jeferson Adonias Smaniotto 

Crédito                      Orlando Borges Muller e Paulo Abreu Barcellos 

Educacional              Valdir Bernardo Feller e Natanael Machado Barreto   

Habitacional             Juarez da Rosa Cândido e Ronei Alberto Lauxen  

Infraestrutura           Jânio Vital Stefanello e Renato Martins  

Saúde                       Irno Augusto Pretto e Alcides Mandelli Stumpf

Trabalho                   Margaret Garcia da Cunha e Gustavo André Lange  

Transporte                Abel Moreira Paré e Adelar Steffler    

Demais ramos não representados (consumo, especial/social, mineração, produção, turismo e lazer)

Vergílio Frederico Perius e Norberto Tomasini    

B) União das Cooperativas da Agricultura Familiar e Economia Solidária do Rio Grande do Sul (Unicafes/RS):

Gervásio Plucinski e Volmir Oldone

 

Governo fecha parceria com a CCGL para qualificar cadeia leiteira

Governo fecha parceria com a CCGL para qualificar cadeia leiteira

Para incrementar a cadeia leiteira do estado, foi assinado nessa quinta-feira (2/6) termo de cooperação técnica entre o Estado, por meio da Secretaria da Agricultura, e a Cooperativa Central Gaúcha do Leite (CCGL). A parceria representa mais qualidade na produção do leite, assim como maior controle de doenças como a tuberculose e brucelose, o que contribuirá para a expansão do leite gaúcho a novos mercados consumidores. 

Durante o ato de assinatura, no Palácio Piratini, o governador José Ivo Sartori elogiou a iniciativa. “Esse termo de compromisso da CCGL é um exemplo a ser seguido por outras empresas, pois como já disse inúmeras vezes, sozinho o Estado não pode fazer tudo”, destacou. Conforme o governador, as parcerias possibilitam a articulação de ações que resultam em maior desenvolvimento para todas as regiões e também para os mais diversos segmentos da economia gaúcha.

O chefe do Executivo também ressaltou a importância da cadeia leiteira, “por sua grande abrangência, já que está presente em quase todos os municípios, contribuindo com as economias locais, gerando uma renda fixa para um grande número de trabalhadores rurais”. Além disso, segundo Sartori, a cadeia leiteira exerce um papel considerado por ele fundamental, “que é a missão de fazer com que as famílias permaneçam no campo”.

Ao assinar o documento, o presidente da CCGL, Caio Vianna, enfatizou a importância do convênio firmado com o governo estadual e Secretaria da Agricultura. “A partir de agora vamos melhorar as propriedades dos fornecedores de leite da CCGL a fim de que seja possível fornecermos a certificação de propriedade livre de tuberculose e brucelose”. Segundo Vianna, são esses dois problemas que retiram o Brasil dos principais mercados de leite e carne do mundo, como os Estados Unidos, países da Europa, Ásia e outros.

A CCGL, com sede em Cruz Alta, está presente em 350 municípios gaúchos e possui 3.800 produtores cadastrados, sendo que 74% são pequenos agricultores, e o restante pode ser classificado como médios e grandes.

Programa de sanidade

O programa para melhoria do leite produzido no Estado foi elaborado pelos técnicos do Departamento de Defesa Agropecuária da Secretaria da Agricultura, juntamente com a CCGL, e será colocado imediatamente em prática. Na primeira fase, serão tratadas 20 mil vacas e, na segunda, mais 20 mil animais. O programa tem respaldo do Ministério da Agricultura.

Para o secretário da Agricultura, Ernani Polo, a ação é um avanço para o tratamento das doenças que impedem que os produtos gaúchos cheguem a outros mercados. De acordo com Polo, a Secretaria está aberta a todas as cooperativas e também indústrias que queriam fazer projetos conjuntos, "visando o beneficiamento e o crescimento dos setores e a consequente abertura ao mercado internacional”.

Fonte: Assessoria de Comunicação do Governo do RS

Banco Central publica resolução com novas regras para o Crédito Rural

Banco Central publica resolução com novas regras para o Crédito Rural

O Banco Central do Brasil publicou nessa terça-feira (31/5) a Resolução nº 4.494/16 que alterou as disposições do capítulo 5 do Manual de Crédito Rural (MCR), que trata da concessão de créditos para cooperativas agropecuárias. A medida contempla as ações do GT de Crédito Rural do Sistema OCB que, durante mais de 18 meses, se empenhou em defender junto ao Governo Federal a necessidade de adequação do texto à realidade dos negócios das cooperativas, além de simplificar a concessão e acesso ao crédito.

Depois de um ano e meio de negociações com o Governo Federal e diversas reuniões presenciais em Brasília, amparadas por discussões técnicas e, contando com a abertura do Governo Federal, no sentido de ouvir a argumentação do movimento cooperativista, os parâmetros de alteração nos limites do capítulo V do MCR foram publicados na íntegra, conforme o resultado da última reunião do Grupo de Trabalho do Crédito Rural com representantes dos Ministérios da Agricultura, Fazenda e Banco Central, realizada no início de abril.

Para o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, a publicação da Resolução n° 4.494/16 foi uma importante e merecida conquista, uma vez que as proposições de reformulação, a partir dos limites propostos pelo Executivo, por influência da crise fiscal, estavam aquém das necessidades operacionais de nossas cooperativas afiliadas. 

O QUE MUDA

1) Limite de financiamento para as linhas de crédito de adiantamento a cooperados e de custeio aquisição de insumos.

2) Limite de financiamento para a linha de Custeio Beneficiamento e Industrialização.

INCLUSÃO – Além das alterações acima, houve ainda a inclusão da seção Industrialização e Comercialização: DR, NPR, FGPP e FAC, não alterando o mérito ou conteúdo dos normativos antes vigentes, apenas unificando-os a um único capítulo.

RECONHECIMENTO – “Reconhecemos o contínuo apoio, envolvimento e profissionalismo dos representantes das unidades estaduais e das cooperativas agropecuárias participantes que foram fundamentais para mantermos o ritmo de crescimento dos negócios de nossos empreendimentos”, comenta o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas.

Fonte: Assessoria de Imprensa do Sistema OCB

 

Lançada a Frente Parlamentar em Defesa do Sistema S

O Sistema OCB, por meio do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop), participou hoje (1/6) do lançamento da Frente Parlamentar em Defesa do Sistema S. A frente foi criada a partir da iniciativa do deputado Major Rocha (AC) e conta com o apoio de deputados e senadores. Durante café da manhã realizado no Restaurante Escola Senac Gastronomia, no Anexo IV da Câmara dos Deputados, os representantes das entidades do Sistema S discutiram temas de interesse do setor, tais como, por exemplo, a criação de um ambiente favorável para a aprovação de projetos de lei que beneficiem o setor e garantam a não redução da arrecadação destinada ao Sistema.

A gerente geral da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Tânia Zanella, que representou o Sescoop durante o evento, evidenciou a importante contribuição das ações de estímulo à melhoria contínua de processos que envolvem a gestão e a governança das cooperativas brasileiras. “São diversas as iniciativas desenvolvidas pelo Sescoop e que visam ao desenvolvimento das cooperativas. Dentre elas podemos destacar programas de qualificação da mão-de-obra, de educação financeira, incentivo ao aperfeiçoamento da gestão com foco no aumento da competitividade e, também, de promoção à cultura cooperativista”, destacou.

A gerente elencou, ainda, os objetivos estratégicos finalísticos que pautam as ações do Sescoop. Dentre eles, Tânia Zanella fez questão de destacar quatro deles. “O Sescoop atua fortemente objetivando promover a profissionalização da governança cooperativista; apoiar iniciativas voltadas para a saúde e segurança no trabalho e de qualidade de vida; ampliar o acesso das cooperativas às soluções de formação e qualificação profissional; e apoiar práticas de responsabilidade socioambiental”, comenta.

A Frente Parlamentar terá a seguinte composição: presidente: Major Rocha (AC); 1º vice-presidente: Rosângela Gomes (RJ); 2º vice-presidente: Evair de Melo (ES), diretor da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop); e 3º vice-presidente Maria do Rosário (RS). 

SOBRE O SISTEMA S

O Sistema S trabalha em cooperação com o poder público e é formado pelo conjunto de organizações das entidades corporativas voltadas para o treinamento profissional, assistência social e técnica, consultoria e pesquisa. Essas entidades, além de terem seu nome iniciado com a letra S, têm raízes comuns e características organizacionais similares. Seus integrantes são: 

- SESCOOP (Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo): responsável pelo aprimoramento e desenvolvimento das cooperativas e capacitação profissional dos cooperados para exercerem funções técnicas e administrativas.

 

- SENAI (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial): a quem cabe a educação profissional e aprendizagem industrial, além da prestação de serviços de assistência técnica e tecnológica às empresas industriais.

 

- SESI (Serviço Social da Indústria): promove a melhoria da qualidade de vida do trabalhador e de seus dependentes por meio de ações em educação, saúde e lazer.

 

- IEL (Instituto Euvaldo Lodi): responsável pela capacitação empresarial e pelo apoio à pesquisa e à inovação tecnológica para o desenvolvimento da indústria. As três instituições acima são subordinadas à Confederação Nacional da Indústria. Além dessas, outras organizações do Sistema S são: 

 

- SENAC (Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial): que cuida da educação profissional para trabalhadores do setor de comércio e serviços.

 

- SESC (Serviço Social do Comércio): que atua na promoção da qualidade de vida dos trabalhadores do setor de comércio e serviços.

 

- SENAR (Serviço Nacional de Aprendizagem Rural): seu foco é a educação profissional para trabalhadores rurais.

 

- SENAT (Serviço Nacional de Aprendizagem em Transportes): educação profissional para trabalhadores do setor de transportes.

 

- SEST (Serviço Social de Transportes): promoção da qualidade de vida dos trabalhadores do setor dos transportes.

 

Fonte: Assessoria de Imprensa do Sistema OCB

 

Censo do Cooperativismo de Leite 2016

 

As cooperativas do leite são importantes atores responsáveis pela produção, processamento e distribuição de leite e derivados no Brasil e no Mundo. A Fonterra, por exemplo, referência na produção e comercialização de lácteos, é uma cooperativa da Nova Zelândia cuja atuação repercute no preço do leite em escala planetária. O cooperativismo do leite permite que o pequeno se insira no mercado, cada vez mais exigente e competitivo, dando a ele possibilidade de crescer, gerando trabalho e renda. Sua importância, assim, suplanta o aspecto econômico e atinge o social, por permitir a inserção do pequeno nesta importante cadeia de valor.

O sucesso do cooperativismo depende de políticas públicas e privadas que visem o posicionamento do setor frente ao ambiente e aos seus concorrentes. Para isso, é necessário o conhecimento do setor, seus números, seus agentes sociais. Mas, o que é o cooperativismo do leite? Qual sua importância na cadeia de lácteos e no país?

No ano de 2002 foi feito um amplo levantamento sobre a realidade das cooperativas de leite do país, o Censo do Cooperativismo de Leite. Esta importante iniciativa da Confederação Brasileira das Cooperativas de Laticínios (CBCL), da Organização das Cooperativas do Brasil (OCB), com a participação da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (CEPEA), possibilitou conhecer em profundidade este setor com seus números, seus desafios e suas oportunidades. As informações levantadas permitiram a construção e implementação do Plano de Desenvolvimento Estratégico para o Cooperativismo de Leite, visando a retomada de sua participação no mercado de lácteos. Naquele ano as cooperativas, com seus 150 mil filiados, contribuíram com 40% do leite captado do Brasil. Passados 16 anos, após a entrada de novos agentes de peso, fusões e aquisições no setor, como estará este número? A participação aumentou ou diminuiu? E o número de cooperados? O estado de Minas Gerais possuía o maior número de cooperativas, mais de 100. Mas o Rio Grande do Sul exibia o maior contingente de cooperados entre as unidades de federação: mais de 55 mil. Este quadro se alterou? Em média, cada cooperado entregava 95 litros de leite por dia à sua cooperativa. Esta escala de produção se mantém após estes anos?

No estado do Rio Grande do Sul as cooperativas empregavam 2.563 funcionários e possuíam 55.987 afiliados. Captaram 3,3 milhões de litros por dia, 74% do total estadual, acima dos 40% médios observados no Brasil. Como estarão estes números hoje?

Para responder a estas e outras questões relacionadas ao cooperativismo do leite a OCB e a Embrapa lançaram a nova edição do Censo do Cooperativismo. Questionários estão sendo enviados a todo o país para que se possa tirar a fotografia atualizada deste importante setor da cadeia de lácteos, da agricultura familiar e do agronegócio brasileiro. A atenção de cada cooperativa ao responder ao questionário é primordial neste esforço. Participe. Cada um de nós faz parte desta realidade e é chamado a contribuir para o seu conhecimento e a sua transformação. Façamos o Censo do Cooperativismo do Leite 2016 juntos. Unidos, nós somos mais fortes.

Fonte: Assimp da Embrapa.

 

Congresso derruba vetos sobre gestão do Seguro Rural

Congresso derruba vetos sobre gestão do Seguro Rural

Em sessão conjunta realizada nesta terça-feira (24/5), o plenário do Congresso Nacional derrubou o veto da Presidência da República que proíbe a venda casada nas contratações de apólices de seguro rural. A reintegração do texto à Lei nº 13.195/2015 foi aprovada por 293 votos favoráveis e 11 contrários na Câmara; e por 51 votos favoráveis e 4 contrários, no Senado, sendo fruto da mobilização da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), com apoio do Sistema OCB e de outras entidades do setor produtivo. 

A derrubada do veto se refere a duas emendas à Medida Provisória (MPV) 682/2015, de autoria do senador Waldemir Moka (MS), presidente de honra da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), com o intuito de dar mais transparência e democratizar o gerenciamento dos recursos do seguro rural. De acordo com o texto, é exigido que a instituição financeira apresente ao cliente pelo menos duas propostas de diferentes seguradoras na contratação de apólice de seguro rural como garantia para empréstimos rurais.

Haverá ainda livre escolha do tipo de apólice e dos riscos cobertos quando da concessão de subvenção econômica pela União na contratação do seguro rural. O poder público também não poderá exigir a contratação desse seguro como condição para acesso ao crédito de custeio agropecuário. O governo tinha vetado essas partes com o argumento de que as medidas desconsideravam a inexistência de padronização das apólices de seguro rural e sua ampla variação de cobertura. Quanto à dispensa de seguro para o crédito de custeio, o argumento foi de que isso poderia acarretar prejuízos aos cofres públicos.

Confira como votaram os deputados e os senadores.

VETO DO IPI DOS VINHOS É MANTIDO -  Mesmo com a mobilização do Sistema OCB, da Frencoop, da FPA e de outras entidades do setor agropecuário, o número de deputados necessário para derrubada do veto que reduziria a tributação inadequada sobre o IPI dos vinhos (que, em alguns casos, aumentou em mais de 245%) não foi alcançado. 

Ao todo, 168 deputados votaram pela reintegração do texto à Lei 13.241/2015, número inferior aos 257 votos necessários para a derrubada do veto na Câmara. Como o veto não caiu na Câmara, não foi necessária a deliberação do Senado Federal sobre o tema.

O presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, lamentou o resultado da votação. “A derrubada do veto do IPI dos vinhos corrigiria uma grande injustiça em relação à tributação do setor, que foi onerado a mais, de uma única vez, em 245%. Isso tem trazido um revés muito grande aos pequenos produtores, indústrias e cooperativas do setor, que muitas vezes estão indo para a informalidade”, destacou. Confira como votaram os deputados.

Launch Modal