O Sistema Ocergs-Sescoop/RS promoveu na manhã desta quarta-feira (30), na sede do Centro de Formação Profissional Cooperativista (CFC), um café da manhã que reuniu representantes do governo, deputados, presidentes e dirigentes de cooperativas para tratar de questões referentes ao Fundo de Desenvolvimento da Cadeia Produtiva do Leite do Rio Grande do Sul (Fundoleite/RS), vinculado à Secretaria da Agricultura, Pecuária e Agronegócio (Seapa).
Primeiramente, o coordenador jurídico do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, Tiago Machado, explanou sobre o Projeto de Lei 281/2013, destacando os pontos principais do Projeto. Machado salientou que os recursos do Fundoleite/RS são destinados para custear e financiar as ações, projetos e programas de desenvolvimento da cadeia produtiva do leite bovino e dos seus produtos lácteos. Logo após, o consultor da Câmara Temática do Leite (CTL) e presidente da Câmara da Indústria, Comércio e Serviços do Vale do Taquari, Oreno Ardêmio Heineck, falou também sobre detalhes técnicos do Projeto, ressaltando a importância do fortalecimento das relações entre os setores públicos e privados da cadeia produtiva do leite e dos seus produtos lácteos.
Na sequência foi a vez do secretário de Estado da Agricultura, Pecuária e Agronegócio do RS, Luiz Fernando Mainardi, que enfatizou o potencial do Estado. “Temos mercado no Brasil e no mundo, temos consciência disso. O Rio Grande do Sul pode fazer a diferença, tem muito que crescer em termos de produtividade. Mainardi defendeu a importância de uma ação conjunta entre o Estado, o produtor e a indústria. “O produtor não pode ser inimigo da indústria e nem do governo, nós temos que agir de forma articulada, de forma conjunta, e com programas que perpassem os números, que dê estabilidade para o setor”, afirmou. O secretário da Seapa falou também sobre a meta estabelecida, de chegar, em dez anos, a uma produção diária de 20 milhões de litros de leite.
O presidente do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, Vergilio Perius, explanou sobre a importância das indústrias cooperativas na cadeia produtiva do leite do Estado, enaltecendo o fato de que as cooperativas gaúchas geram a metade de todo ICMS do Estado nesse setor, reforçando o papel de destaque do cooperativismo nesse segmento.
Participaram do encontro, nesta manhã (30), o secretário de Estado da Agricultura, Pecuária e Agronegócio do RS, Luiz Fernando Mainardi; o presidente do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, Vergilio Perius; o presidente da Frencoop/RS e deputado estadual, Heitor Schuch; os deputados estaduais José Sperotto, Marisa Formolo, Jeferson Fernandes, Alexandre Postal, Edson Brum, Zilá Breitenbach, Catarina Paladini, Gilmar Sossella; representantes dos deputados estaduais Adolfo Brito e Ernani Polo; o subchefe da Casa Civil, Cezar Martins; o presidente da CTL da Ocergs e presidente da Cosuel, Gilberto Piccinin; o presidente da Cooperativa Piá, Gilberto Kny; representantes das cooperativas Santa Clara, Cosulati e Languiru; o consultor da CTL e presidente da Câmara da Indústria, Comércio e Serviços do Vale do Taquari, Oreno Ardêmio Heineck; o diretor geral da Escoop, Derli Schmidt; o superintendente do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, Norberto Tomasini; o gerente de Monitoramento do Sistema, José Máximo Daronco; o coordenador jurídico do Sistema, Tiago Machado, e demais representantes e dirigentes.
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O secretário de Estado da Agricultura, Pecuária e Agronegócio do RS, Luiz Fernando Mainardi, ressaltou o potencial do Estado na cadeia produtiva do leite
Representação
Na sessão plenária desta quarta-feira (23/10), o deputado Heitor Schuch, presidente da Frencoop/RS (Frente Parlamentar de Apoio ao Cooperativismo) homenageou os 50 anos da Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Rio Grande do Sul (Fetag). A entidade surgiu a partir de um grupo de bispos do Rio Grande do Sul que organizaram a Frente Agrária Gaúcha (FAG) a partir de encontro realizado em Campina Grande, na Paraíba, em 1959. O maior motivo para a organização dos agricultores foram as condições de vida a que estavam submetidos, com restrição de direitos e baixo poder aquisitivo.
As primeiras tentativas de organização sindical aconteceram em 1903, porém em 1960 havia apenas oito instituições reconhecidas. A expansão dos sindicatos iniciou-se apenas a partir da década de 60. Entre os anos de 1960 e 1969, 196 Sindicatos dos Trabalhadores Rurais foram criados. Esta expansão rápida foi impulsionada pelos padres, que se reuniam com os agricultores para discutir seus problemas e encontrar soluções. No Sul, pelo Movimento dos Agricultores Sem Terra, que contou com a participação de Leonel Brizola, imigrantes italianos, alemães, poloneses e japoneses deram grande contribuição para o movimento.
Em 06 de outubro de 1963, foi fundada a Federação dos Trabalhadores na Agricultura no Rio Grande do Sul. Em 2013, no mesmo dia, cerca de três mil lideranças sindicais comemoraram as bodas de ouro da entidade em cerimônia no Parque de Exposições Assis Brasil. A Fetag também foi responsável por conquistas como a aposentaria para homens a partir dos 60 anos e mulheres a partir dos 55 anos e o crédito rural. Atualmente, 625,7 mil benefícios previdenciários são pagos mensalmente no Rio Grande do Sul. Anualmente, isso corresponde a 12% do orçamento estadual.
O deputado Heitor Schuch, que foi tesoureiro e presidente da Fetag, destacou as conquistas do setor agrário: "Estamos falando de um setor que hoje integra e faz bonito nas grandes feiras como a Expointer, Expoagro Afubra, Expodireto, entre outras feiras estaduais e nacionais. O setor também se tornou um dos grandes consumidores de máquinas, implementos agrícolas e insumos modernos, atingindo níveis de produção e produtividade jamais vistos, com pouca expansão de área”.
O presidente da Fetag, Élton Weber, e os presidentes do Sindicatos dos Trabalhadores Rurais de Porto Alegre, Taquari, Santa Maria, Caxias do Sul, Veranópolis, Antônio Prado, Torres e Farroupilha receberam medalhas e uma placa em homenagem aos 50 anos da entidade. O presidente do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, Vergilio Perius, representou as cooperativas gaúchas na solenidade.
Com informações da Agência de Notícias da Assembleia Legislativa.
Representação
A Federação das Cooperativas Vinícolas do Rio Grande do Sul (Fecovinho), em conjunto com o Comitê Internacional Organizador, promove o “I Fórum Mundial das Cooperativas Vitivinícolas” e o “II Encontro de Cooperativas Vitivinícolas EU – Mercosul”, com o tema “A Economia Social/Solidária Vitivinícola Contemporânea”, que ocorre nos dias 4 e 5 de novembro, no Hotel Swan Tower, em Caxias do Sul. Nos dias 2 e 3 de novembro serão realizados roteiros de visitas às vinícolas da região.
O evento é decorrência do acordo estabelecido na Primeira Reunião Mundial das Cooperativas Vitivinícolas, realizada em setembro de 2012 na França. Na ocasião, o encontro reforçou a necessidade da troca de conhecimentos e da construção de um caminho de entendimento comum, de produção e benefícios sustentáveis. Assim, estabeleceu-se um convênio, cujo objetivo era permitir o fluxo permanente de dados relacionados aos mercados de trabalho, preços, volumes, perspectivas e safras. Além disso, o encontro salientou a importância de se efetuarem intercâmbios técnicos que envolvessem jovens, produtores, enólogos e outros especialistas que pudessem contribuir nesse processo.
O estabelecimento de convênios, o crescimento do movimento ligado à uva em espaços internacionais e o fortalecimento de conceitos como Cooperativa, Economia Solidária e Identidade, foram também resultados dessa Primeira Reunião Mundial das Cooperativas, que acordou unanimemente a realização do “I Fórum Mundial das Cooperativas Vitivinícolas”, no Rio Grande do Sul.
O evento que ocorre este ano na Serra Gaúcha tem como objetivos principais o fluxo de informações, a atualização sobre o setor, suas conquistas e demandas e a aprendizagem sustentada em experiências concretas. Além disso, ele enfatiza o destacado trabalho do Brasil na atividade e em sua relação com o mundo, com a proposta de construir uma possibilidade mais sólida de crescimento e qualidade, gerando a repercussão de um produto com historia, valor e muita identidade.
O Fórum contará com a presença de dirigentes de cooperativas do mundo, da presidente da Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV), Claudia Quini, do governador do Estado do Rio Grande do Sul, Tarso Genro, e de outros governadores e deputados de Estados produtores de uva e vinho de vários países. O presidente do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, Vergilio Perius, estará presente nos dois dias do evento e será um dos palestrantes no dia 5 de novembro, na abertura da sessão de trabalho, com o painel “O Cooperativismo no mundo. A Economia de Paz: perspectivas para o futuro”.
Para mais informações sobre o evento acesse o site www.fecovinho.coop.br/eventos.php.
Contatos:
E-mail:
Telefones: (0055) 54 9176-7453 / (0055) 54 8402-1544
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Representação
Mais quatro obras foram selecionadas para a final do 7º Festival O Rio Grande Canta o Cooperativismo, na etapa que aconteceu na noite de ontem (18/10), no Ginásio Municipal Albino Sossella, na cidade de Tapejara. Um público estimado em duas mil pessoas prestigiou a eliminatória do Festival organizado pelo Sescoop/RS, que tem dentre seus objetivos promover os princípios e valores do cooperativismo através da música. O show de encerramento ficou por conta do grupo Os Serranos e animou o público presente.
A primeira eliminatória aconteceu no município de Candelária, no dia 04 de outubro. A próxima etapa será no dia 15 de novembro, em Dona Francisca, e classificará as quatro últimas obras, que no dia 06 de dezembro farão a grande final na cidade de Santo Antônio da Patrulha.
Prestigiaram a etapa o presidente do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, Vergilio Perius; o presidente da Sicredi Altos da Serra, Mario Maurina; o prefeito de Tapejara, Seger Luiz Menegaz; e o deputado estadual Gilmar Sossella, que representou a Assembleia Legislativa, dentre outras autoridades e presidentes de cooperativas de Tapejara e da região.
Músicas classificadas escolhidas pelos jurados:
Música: DE UM A UM
Ritmo: milonga
Autor da Letra: Vaine Darde
Autor da Música: Érlon Péricles
Representando a Cooperativa Sicredi União Metropolitana da cidade de Porto Alegre
Intérprete: Paullo Costa
Música: PARCERIA GAÚCHA
Ritmo: canção
Autor da Letra: Maninho Pinheiro
Autor da Música: Cristiano Quevedo
Representando a Cooperativa Sicredi Região Centro da cidade de Piratini
Intérprete: Gisele Guimarães
Música: LUZ DO SABER
Ritmo: canção
Autores da Letra: Luiz Carlos Ranoff e Máximo Cirano Fortes
Autor da Música: Elias Resende
Representando a Cooperativa Sicredi Região Centro RS da cidade de Santa Maria
Intérprete: Jean Kirchoff
Música classificada escolhida pelo público:
Música: ASSIM FAZ O POVO GAÚCHO
Ritmo: chamamé
Autor da Letra: Marco Antonio Nunes
Autor da Música: Halber Lopes
Representando a Cooperativa Sicredi Vale do Jaguari da cidade de Santiago
Intérprete: Adams Cezar e Cristiano Fantinel
Representação
No período dedicado ao Grande Expediente na Sessão Plenária desta quarta-feira (09/10), o deputado Alexandre Postal prestou homenagem à Cooperativa de Eletricidade Rural de Teutônia Ltda., a Certel. Em seu pronunciamento, o parlamentar afirmou que “a Certel é a síntese do que há de melhor no cooperativismo do Rio Grande do Sul, estado destaque nesta área no Brasil”, disse o deputado. O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Pedro Westphalen, recepcionou os convidados e dirigiu os trabalhos da Sessão Plenária que homenageou a cooperativa de Teutônia.
Criada em 19 de fevereiro de 1956, a Certel é a maior e a mais antiga cooperativa de eletrificação rural do país. Em 1º de maio de 2009, a Certel desmembrou-se em duas novas cooperativas: de Distribuição de Energia Teutônia (Certel Energia) e a Regional de Desenvolvimento Teutônia (Certel). As duas cooperativas possuem 1.350 colaboradores, 4.293 quilômetros de redes elétricas; 65.384 postes, dos quais somente 287 são de madeira; três hidrelétricas; 69 lojas de eletromóveis e materiais de construção; e mais de 11 mil assinantes de internet.
Ao longo de sua história, a Certel recebeu diversos prêmios, entre eles “Referência Estadual” do Prêmio Cooperativa do Ano 2012, na categoria Desenvolvimento Sustentável; Responsabilidade Social, da Assembleia Legislativa; Distinção das 30 melhores empresas para se trabalhar no Rio Grande do Sul, conforme a revista Amanhã, premiações que foram destacadas pelo parlamentar durante seu pronunciamento.
Em 2010, por meio do projeto Energia Verde em Harmonia Ambiental, que neutraliza e reduz a emissão dos gases de efeito estufa de entidades públicas e privadas, a Certel Energia foi agraciada com o prêmio Cooperativa do Ano 2010, concedido pela Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop) e Revista Globo Rural. Também conquistou a premiação meritória da Revista Guia Exame/Você S/A., destacando-se entre as 150 melhores empresas do País para os colaboradores trabalharem. Ainda foi classificada na pesquisa Marcas de Quem Decide, promovida, em 2011, pelo Jornal do Comércio.
“Em recente pesquisa de opinião junto aos consumidores de energia elétrica, 94,7% mostraram-se satisfeitos com o atendimento da cooperativa. Isso é um caso muito raro. Tanto a Certel como a Certel Energia são fundamentais, principalmente para as propriedades rurais que, com energia de qualidade, podem produzem alimentos com qualidade e em quantidade”, ressaltou Postal.
Projetos
Entre as ações da Certel, o deputado Postal destacou o Projeto Energia Verde em Harmonia Ambiental, que concede o selo Carbono Neutro a instituições públicas e privadas; Projeto Mãos Dadas com a Saúde, em benefício dos hospitais; e o Programa Peso Leve, que estimula a reeducação alimentar e direciona a uma melhor qualidade de vida.
O presidente do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, Vergilio Perius, disse que “estão de parabéns todos os associados desta valorosa cooperativa. É em função deles que a cooperativa existe e para eles que a direção e os conselheiros concentram seus esforços”, assegurou.
Compareceram à homenagem o presidente da Cooperativa, Egon Édio Hoerlle; o vice-presidente, Erineo José Hennemann; o vice-prefeito de Teutônia, Evandro Biondo; o presidente da Câmara de Vereadores de Teutônia, Gilberto Frigo; vice-presidente da Câmara de Indústria e Comércio de Teutônia, Ido Sulzbach; entre outras lideranças locais; o presidente do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, Vergilio Perius; o diretor do Departamento de Cooperativismo da Secretaria de Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo, Gervásio Plucinski; e associados, conselheiros, diretores e colaboradores da Certel.
Participaram da homenagem, através de apartes, a deputada Marisa Formolo (PT), Miki Breier (PSB), Gerson Burmann (PDT), Lucas Redecker (PSDB), Jurandir Maciel (PTB), Silvana Covatti (PP), Cassiá Carpes (SDD) e Giovani Feltes (PMDB).
Com informações da Agência de Notícias da Assembleia Legislativa.
Representação
O Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo do Estado do Rio Grande do Sul (Sescoop/RS) promove nessa sexta-feira (4), no Ginásio Municipal Gigante do Botucaraí, em Candelária, a partir das 20h30, a primeira etapa do 7° Festival O Rio Grande Canta o Cooperativismo. O show de encerramento fica por conta de Joca Martins.
O Festival tem como objetivos promover a integração das comunidades cooperativistas do Estado e os princípios e valores do cooperativismo através da música, proporcionar aos artistas cooperativistas do Rio Grande do Sul uma maior integração e troca de experiências entre músicos e poetas, fornecendo condições para que possam expressar a sua arte. E ainda estimular os associados, empregados de cooperativas e os seus familiares a participação em eventos culturais, promovendo o bem-estar social e a melhor qualidade de vida.
Em sua sétima edição, o Festival O Rio Grande Canta o Cooperativismo irá percorrer neste ano os municípios de Candelária, Tapejara, Dona Francisca e Santo Antônio da Patrulha, local onde ocorre a etapa final, no dia 6 de dezembro. As obras musicais selecionadas retratam o tema: “O Cooperativismo faz o Rio Grande crescer”, e o contexto “O cooperativismo gaúcho já se faz por merecer, um olhar mais atencioso, voltado a esse povo, que faz o Rio Grande crescer”.
Em cada etapa classificatória do Festival haverá a apresentação de dez obras, sendo que quatro dessas serão classificadas para a etapa final. Das quatro obras classificadas, três serão por avaliação da comissão avaliadora (jurados) e uma será pelo voto popular, votada na noite do evento, como música preferida pelo público.
A ordem de apresentação das obras musicais selecionadas para a 1ª etapa do 7º Festival O Rio Grande Canta o Cooperativismo são as seguintes:
1º - Música: FORÇA DE COOPERADO
Ritmo: vaneira
Autor da Letra: Luciano Lopes Ferreira
Autor da Música: Jorge Freitas
Representando a Cooperativa Cotribá da cidade de Cruz Alta
Intérpretes: Jorge Freitas e Ênio Medeiros
2º - Música: NOVOS RUMOS
Ritmo: chamarra
Autor da Letra e Música: Leonardo Sarturi
Representando a Cooperativa Sicredi Vale do Jaguari da cidade de Santiago
Intérprete: Leonardo Sarturi
3º - Música: CANÇÃO DO APRENDIZ
Ritmo: toada
Autor da Letra e Música: Mario Tressoldi
Representando a Cooperativa Sicredi Nordeste da cidade de Rolante
Intérprete: Grupo Chão de Areia
4º - Música: COOPERATIVISMO, IDEAL DE FORÇA E LUZ!
Ritmo: xote
Autores da Letra: Luiz Carlos Ranoff e Máximo Cirano Fortes
Autor da Música: Jair Oliveira de Medeiros
Representando a Cooperativa Sicredi Região Centro RS da cidade de Santa Maria
Intérprete: Renato Mirailh
5º - Música: O RIO GRANDE NUM SÓ IDEAL
Ritmo: milonga
Autores da Letra: Guilherme Suman, Thiago Suman e Kako Xavier
Autor da Música: Kako Xavier
Representando a Cooperativa Sicredi Mil da cidade de Porto Alegre
Intérpretes: Kako Xavier e Luciano Maia
6º - Música: GESTO SIMPLES
Ritmo: milonga
Autor da Letra: José Maria Medeiros
Autor da música: Felipe Barreto Costa
Representando a Cooperativa Certaja da cidade de Taquari
Intérprete: Flávio Hanssen
7º - Música: PARCERIANDO
Ritmo: canção
Autores da Letra: Leonardo Quadros de Medeiros e Rosalda de Cássia Saldanha
Autor da Música: Leonardo Quadros de Medeiros
Representando a Cooperativa Coopernorte da cidade de Viamão
Intérprete: Cassiano Santos
8º - Música: O RIO GRANDE COOPERATIVO
Ritmo: milonga
Autor da Letra: Orides de Souza (Amigo Souza)
Autor da Música: Flávio Sartori
Representando a Cooperativa Sicredi União RS da cidade de São Borja
Intérprete: Amigo Souza
9º - Música: PARA QUEM QUISER VER
Ritmo: chamamé
Autor da Letra: Caio Martinez
Autor da Música: Samuel Costa
Representando a Cooperativa Sicredi União Metropolitana da cidade de Porto Alegre
Intérpretes: Analise Severo
10º - Música: AS RAZÕES DO MEU CANTAR
Ritmo: chamamé
Autor da Letra: João Quintana
Autores da Música: Vane Vieira, Feliciano Saucedo e João Quintana
Representando a Cooperativa Sicredi Itaquiense da cidade de Uruguaiana
Intérprete: João Quintana
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Representação
Uma boa notícia para as cooperativas do ramo agropecuário do País: após acordo entre os líderes partidários, a Câmara dos Deputados aprovou, nessa segunda-feira (9), a Medida Provisória (MPV) nº 615/2013, que autoriza o pagamento de subvenção econômica aos produtores de etanol e de cana-de-açúcar (safra 2011/2012) da região Nordeste. Além disso, a soja também foi uma das grandes beneficiadas com a aprovação da MPV.
Além da subvenção aos produtores do Nordeste, a medida garantiu a reforma do PIS/Cofins da cadeia da soja, desonerando o grão comercializado no mercado interno. A emenda possibilita que as empresas e as cooperativas passem a calcular os créditos presumidos na comercialização dos produtos derivados de sua industrialização, sem limitações de aproveitamento, mesmo que vendidos com alíquota zero.
A conquista foi possível graças ao importante trabalho realizado pelo Sistema OCB, que participou de intensas negociações junto ao Governo Federal e a entidades de representação, além de sensibilizar os parlamentares sobre a importância da aprovação da MPV.
E para assegurar que a mudança proposta pela Comissão Mista fosse aprovada pela Câmara dos Deputados sem alterações, as cooperativas contaram com o apoio do deputado Luis Carlos Heinze (RS), coordenador político da região Sul da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), que garantiu a permanência do tema no texto acordado entre os líderes partidários, evitando ainda a aprovação de destaques.
“Essa reforma traz impactos positivos imediatos às grandes e às pequenas cooperativas, sendo pleiteada há muito tempo pelo Sistema OCB”, comemora o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas. “Diversas reuniões entre nós e a Receita Federal foram realizadas a fim de apresentarmos sugestões à MPV, objetivando revogar a legislação atual que limita o aproveitamento de créditos presumidos pelas cooperativas na comercialização da produção recebida por seus cooperados”.
BENEFÍCIO - Estima-se que, com a aprovação da matéria, o incremento de créditos a serem aproveitados anualmente pelas cooperativas ultrapasse a casa dos R$ 300 milhões. A medida de desoneração melhorará, ainda, a renda do produtor rural (cooperado/cooperativa), já que haverá igualdade de condições tributárias na disputa pela produção do setor. Ou seja, os preços se equilibrarão com a neutralização de eventuais atravessadores entre a cooperativa e o mercado (industrialização e exportações), assim como ocorreu com o setor de café.
COOPERATIVAS DE TÁXI: A aprovação da MPV nº 615/2013 atendeu também à demanda das cooperativas de taxistas. Pela proposta, a permissão para realizar transporte de passageiros poderá ser repassada, como herança, aos sucessores diretos, caso o condutor venha a falecer. Isso proporciona o direito à exploração do serviço pelos familiares do titular, durante o período de validade da concessão. Tal medida proporciona às famílias um tempo de recuperação e reorganização patrimonial. Uma medida justa, visto que elas também herdam as dívidas relativas aos veículos.
REFIS: A matéria também traz a reabertura do prazo de adesão ao programa de refinanciamento de dívidas da Receita Federal, conhecido por “Refis da Crise” (Lei nº 11.941/09). A medida é favorável a todos os contribuintes com dívidas vencidas na Receita Federal até 30 de novembro de 2008, que não tenham aderido ao Refis. Se a MPV nº 615/13 for aprovada, eles terão até 31 de dezembro deste ano, para concluir o procedimento. O último prazo para adesão venceu em julho de 2011.
PRÓXIMO PASSO - O texto aprovado segue agora para apreciação do Senado Federal, que tem até o dia 16/9 para deliberar sobre a MPV.
(Fonte: Sistema OCB)
Representação
Aconteceu hoje pela manhã (10-09) na sede da Escoop (Faculdade de Tecnologia do Cooperativismo) a 3ª Reunião do Comitê Gestor do Projeto de Cooperação Bilateral da Confederação das Cooperativas e Entidades de Auditoria do Sistema de Cooperativismo Alemão (DGRV/Alemanha) com o Sescoop/RS. O Projeto, que iniciou em 2010, é uma parceria entre o Sescoop/RS e o Ministério de Alimentação, Agricultura e Defesa do Consumidor (BMELV) da Alemanha e tem como objetivo principal fortalecer as estruturas do cooperativismo no setor agropecuário do Rio Grande do Sul.
Durante o encontro, foram apresentados relatórios sobre a situação do Projeto por representantes dos dois países, apresentado o planejamento da segunda fase, e ainda a apresentação das novas propostas, que foram aprovadas pelo Comitê Gestor. Ao final do encontro, foi assinado o acordo que terá a duração de três anos, com vigência de 2014 até 2016.
Nos últimos dias, um grupo de auditores da Alemanha esteve no Rio Grande do Sul para avaliar o Projeto, incluindo a análise do contrato, visitas a propriedades agropecuárias gaúchas e reuniões com diferentes setores, entre elas o parlamento gaúcho e órgãos do executivo estadual e federal.
O presidente do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, Vergilio Perius, salientou que “este projeto visa buscar o fortalecimento e o desenvolvimento das cooperativas agropecuárias gaúchas. E a renovação dele por mais três anos, após criteriosa avaliação, tanto pelo lado alemão quanto por nós, do Sescoop/RS, mostra que estamos no caminho certo”, assegurou.
O superintendente federal de Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Ministério da Agricultura no Rio Grande do Sul, Francisco Signor, disse que é “uma satisfação o Ministério acompanhar de perto o setor cooperativo brasileiro, por seu compromisso social. Parabenizamos o Sescoop/RS pela iniciativa que foi tomada, de implementar uma nova dinâmica de relação com as cooperativas alemãs, com quem sempre podemos aprender. Em particular as cooperativas agropecuárias, que são aquelas que temos uma relação mais estreita.”
O cônsul geral da Alemanha, Stefan Traumann, por sua vez, disse que “a atenção voltada para o projeto é grande e isso foi muito bem compreendido pelos envolvidos. Esse projeto é muito bem sucedido e pode servir como ponto de iluminação, como base para ampliar essa cooperação entre Alemanha e Brasil”, destacou. Traumann disse ainda que o projeto já alcançou grandes resultados e que o Consulado Geral o continuará apoiando.
A reunião contou com a presença também do representante da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Agronegócio (Seapa), Valdir Pedro Zonin, do gerente adjunto da Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha, Dietmar Sukop, e do vice-presidente do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, Irno Pretto, além de gerentes e diretores do Sistema Ocergs-Sescoop/RS e de representantes da DGRV e do Ministério da Agricultura da Alemanha.
Objetivos e áreas de atuação do Projeto
O objetivo da cooperação consiste em fortalecer as estruturas do cooperativismo no setor agropecuário do Rio Grande do Sul. O Sistema Cooperativo e de Aprendizagem do Cooperativismo amplia sua possibilidade de assessorar e atender as cooperativas agrícolas, de qualificar seus funcionários e de melhorar as estruturas existentes no setor.
Com isso, as cooperativas se tornam mais eficientes e conseguem, no longo prazo, oferecer serviços competitivos para as propriedades rurais a elas associadas. Assim, aumentam-se a produtividade, eficiência e sustentabilidade do setor agropecuário do Rio Grande do Sul.
Áreas de atuação importantes:
- Qualificação de técnicos e lideranças, bem como o desenvolvimento de recursos humanos de acordo com as necessidades reais;
- Melhoria das auditorias interna e externa e qualificação dos auditores;
- Fortalecimento da intercooperação entre as cooperativas no Rio Grande do Sul e
- Promoção de contatos e relações econômicas com organizações alemãs.
Parceiros e formas de cooperação do Projeto
O Projeto é executado por incumbência do Ministério de Alimentação, Agricultura e Defesa do Consumidor (BMELV) da Alemanha.
Os parceiros brasileiros são o Sescoop/RS, Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo no Estado do Rio Grande do Sul, vinculado à Ocergs, Organização das Cooperativas do estado; ambos fazem parte do sistema de cooperativismo do Brasil representado pela Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB). Também faz parte do Sistema a Escoop, 1ª Faculdade de Tecnologia do Cooperativismo do País, localizada em Porto Alegre.
O parceiro alemão é a DGRV - Deutscher Genos-senschafts- und Raiffeisenverband, que é a confederação das cooperativas e entidades de auditoria do sistema de cooperativismo alemão. No Projeto, a DGRV pode contar com o know-how de especialistas de instituições e organizações das cooperativas e dos centros de formação como, por exemplo, a Academia das Cooperativas Alemãs.
Em decorrência do Projeto, já foram firmados acordos de cooperação com organizações alemãs – por exemplo, nas áreas de laticínios e fontes alternativas de energia.
Representação
No último dia 30 de agosto, em evento realizado pela Fecovinho no Seminário de Caravágio, em Farroupilha, na Serra Gaúcha, o presidente do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, Vergilio Perius, foi um dos palestrantes de evento que reuniu conselheiros, suas esposas, dirigentes e associados das cooperativas vitivinícolas filiadas à Federação. Na pauta do encontro, questões ligadas à participação do associado das cooperativas vitivinícolas na vida da cooperativa, com ênfase às questões relacionadas à Igreja e aos Sindicatos, passando pela participação dos jovens.
O diretor executivo da Fecovinho, Hélio Marchioro, destacou que o objetivo do encontro foi debater o papel das cooperativas na atualidade, bem como a participação da Igreja e dos Sindicatos junto aos associados das cooperativas. Marchioro lembrou ainda que “convidamos os conselheiros e suas esposas para esse encontro pois queremos a família integrada na cooperativa, não apenas fiscalizando, mas também dizendo para que lado temos que ir. Queremos a participação de todos, dialogando, participando, opinando, discutindo. Outra questão que queremos salientar é sobre a participação do associado. A direção de uma cooperativa é uma delegação por prazo determinado. Amanhã o associado que não está aqui pode estar na direção da mesma. A responsabilidade é de todos”, assegurou.
Vergilio Perius levou uma mensagem de otimismo aos presentes. Ao apresentar os números da participação das cooperativas gaúchas na economia do Estado, ressaltou aos presentes a importância da participação das mulheres e dos jovens na vida da cooperativa.
Participaram ainda o presidente da Fecovinho, Oscar Ló, o bispo de Caxias do Sul, Dom Alessandro Rufinoni, o bispo emérito de Vacaria, Dom Orlando Dotti, o diretor executivo do Ibravin, Carlos Paviani e o deputado estadual Adão Villaverde, dentre outros palestrantes.
Representação
Na manhã desta quinta-feira (29/08), durante a 36ª Expointer aconteceram atividades relacionas ao setor leiteiro, no dia que foi designado para a discussão de assuntos do setor na Feira. Promovido pela Câmara Setorial do Leite da Secretaria da Agricultura, o evento contou com a participação de cerca de 150 agricultores associados às cooperativas. Na programação, foram assinados convênios, termos de cooperação e termos de adesão ao Programa Mais Leite de Qualidade, além das assinaturas de protocolos de adesão ao Programa Estadual de Controle e Erradicação da Tuberculose e Brucelose Bovídea (Procetube), que envolveram cerca de 13 municípios.
O evento contou com a participação do governador Tarso Genro, do secretário da Agricultura, Luiz Fernando Mainardi, do presidente do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, Vergilio Perius, do presidente da Fetag, Élton Weber, do presidente da Apiu, Marcelo Roesler, do secretário adjunto da Agricultura, Cláudio Fioreze, do presidente do Sindilat, Wilson Zanatta, além de representantes do Sicredi e demais instituições financeiras.
O governador Tarso Genro afirmou que a cadeia do leite orgulha o Rio Grande do Sul. “Temos uma visão de desenvolvimento que não se subordina a visão tradicional. Precisamos que todos os envolvidos no setor ganhem, em especial aqueles tradicionalmente deixados de lado. O cadeia do leite tem esse papel em nossa economia”, afirmou.
Para o presidente do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, Vergilio Perius, as cooperativas cumprem um papel social importantíssimo. “Seus associados levantam na madrugada, enfrentam o frio para sustentar essa cadeia importante para nossa economia. A indústria cumpre seu papel, o governo quer fazer cada vez melhor a sua função. Somos a maioria dos produtores de leite do RS, cerca de 62 mil ligados às cooperativas. Queremos fazer parte dos programas que estão sendo propostos, queremos o Instituto Gaúcho do Leite, com a participação igual da indústria, dos produtores e do governo. Somos favoráveis ao Fundoleite, onde pretendemos que 50% do que for investido seja creditado em forma de incentivo para as nossas cooperativas”, pronunciou Perius.
Participaram do evento ainda presidentes e representantes das cooperativas integrantes da Câmara Temática do Leite. Da CCGL, Darci Hartmann; da Cosuel, Gilberto Piccinini; da Cosulati, Raul Amaral; da Languiru, Dirceu Bayer; da Santa Clara, Rogério Sauthier e Alexandre Guerra e da Cooperativa Piá, Jefferson Smaniotto. Representando todos os prefeitos que assinaram convênios, participou o prefeito de Arroio do Meio, Sidnei Eckert.
Com 121 mil famílias produtoras de leite, distribuídas em mais de 90% dos municípios gaúchos, o Rio Grande do Sul é o segundo maior produtor do Brasil, com mais de 4 bilhões de litros/ano. E é o primeiro em produtividade, com aproximadamente 2,3 mil litros/vaca/ano. Em 2012, a cadeia do leite teve um faturamento de R$ 7 bilhões, representando aproximadamente 2,5% do PIB estadual.
Representação
O vice-presidente do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, Irno Pretto, participou nesta terça-feira (27) da edição especial do programa Democracia, da TV Assembleia Legislativa (ALTV), na Casa da Assembleia Legislativa na Expointer, que tratou de temas diversos da Feira e abordou questões específicas do setor do agronegócio.
O programa foi apresentado pelo jornalista Batista Filho e contou com a presença do deputado estadual Ernani Polo, responsável pela criação da Radiografia da Agropecuária Gaúcha, e o assessor da Farsul, Eduardo Condorelli.
O programa exibido na terça-feira (27), às 23h, no Canal 16 da Net, seguirá sendo reprisado dentro da grade de programação da emissora durante a semana da Expointer.
Representação
Os bons resultados do setor leiteiro gaúcho, em especial a participação das cooperativas nessa cadeia, foram debatidos na tarde de hoje (28) durante a 36ª Expointer. O Fórum, transmitido ao vivo para todo o Brasil pelo Canal Rural, foi uma parceria do Canal com a Cooperativa Piá e o Sistema Ocergs-Sescoop/RS e reuniu cooperativas, entidades ligadas ao setor, parlamentares e produtores.
Na abertura dos trabalhos, que teve como título “O Futuro do Leite no Rio Grande do Sul" e debateu a importância do setor no Estado, o presidente da Cooperativa Piá, Gilberto Kny, disse que a fidelização do produtor a uma cooperativa é essencial para a cadeia do leite. “Nós prestamos toda a assistência técnica que ele precisa e estamos todos os dias do ano ao seu lado. É uma parceria em que todos ganham”, completou Kny.
O segmento leiteiro é uma das principais atividades agropecuárias do Estado. O Rio Grande do Sul é segundo maior produtor do Brasil, com mais de 4 bilhões de litros por ano. Kny destacou ainda que o valor pago ao leite aumentou 4% e a produção cresceu 10,5% nos meses de maio e junho deste ano.
O presidente da Ocergs-Sescoop/RS, Vergilio Perius, disse que o Estado possui 121 mil sócios de cooperativas ligados ao setor leiteiro. “O setor do leite agrega mão de obra e tem incentivado o produtor a se manter na propriedade. Isso gera mais riqueza ao Estado”, lembrou. Perius destacou ainda que o Estado possui mais de 2 mil técnicos ligados às cooperativas que prestam assistência aos produtores.
Segundo Perius, em 2012, as cooperativas ligadas ao Sistema Ocergs-Sescoop/RS faturaram R$ 29,5 bilhões, um crescimento de 8% em relação ao ano anterior, atingindo 11,48% do Produto Interno Bruto (PIB) do RS.
“Investimos um valor de R$ 2 milhões para ajudar o produtor. Para incentivar no uso de tecnologia. Além de programas de informação e cultura. O segmento vem crescendo nos últimos anos. O ano de 2012 foi muito bom, O Rio Grande do Sul é responsável por cerca de 11% da produção nacional de leite”, afirmou.
O coordenador da Câmara Setorial do leite da Secretaria Estadual da Agricultura, João Milton Cunha, enfatizou que programas do governo em parceria com as cooperativas devem contribuir para que o setor mantenha os bons resultados. “Sabemos que existem muitos gargalos para serem resolvidos, mas estamos fazendo um alinhamento estratégico para solucionar e manter os bons resultados”, disse. De acordo com Cunha, um convênio com seis cooperativas do Estado e outras entidades estão aderindo ao programa Programa de Desenvolvimento da Cadeia do Leite no Rio Grande do Sul (Prodeleite-RS), que tem propostas para a organização e a sustentação da cadeia produtiva do leite, que incidirão sobre a alimentação, a sanidade, a genética e o manejo, com um planejamento estratégico para os próximos dez anos e a consequente elevação do PIB do setor.
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O presidente Vergilio Perius destacou o trabalho das cooperativas na cadeia do leite
Representação
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O Fórum promoveu debate sobre infraestrutura e logística e foi transmitido ao vivo pelo Canal Rural
O Sistema Ocergs-Sescoop/RS participou, na tarde dessa segunda-feira (26), do Fórum Interativo Infraestrutura e Logística, realizado na Casa RBS, no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio.
Organizado pela Klein & Associados, o programa foi coordenado pelo diretor da empresa e ex-ministro dos Transportes, Odacir Klein, e teve como painelista o presidente da Empresa de Planejamento e Logística (EPL), Bernardo Figueiredo. O evento contou com a presença dos deputados federais Luis Carlos Heinze e Alceu Moreira, do deputado estadual Lucas Redecker, do superintendente da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), Glauco Lisboa Melo, do presidente da Associação Brasileira de Empresas de Consultoria de Infraestrutura de Transportes (Anetrans), Roberto Portella, do diretor da FecoAgro/RS, Paulo Pires, do vice-presidente da CCGL, Darci Hartmann, além de outros dirigentes e autoridades.
Representando o Sistema Ocergs-Sescoop/RS estiveram presentes o presidente Vergilio Perius, o primeiro vice-presidente e o segundo vice-presidente, Irno Pretto e Rui Polidoro Pinto, respectivamente, o coordenador jurídico do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, Tiago Machado, além de técnicos do Sistema.
O Fórum abordou assuntos relacionados aos sistemas de transporte rodoviário, ferroviário e hidroviário, além de discutir o escoamento de grãos no País e outros temas e matérias importantes. O presidente da EPL, Bernardo Figueiredo, falou sobre os projetos do governo em infraestrutura e logística e destacou a necessidade de melhoria no transporte rodoviário. “Nossa logística é dependente do transporte rodoviário. Não temos no modelo rodoviário um exemplo de eficiência e modernidade. A maior parte das linhas ferroviárias não são utilizadas ou estão abandonadas. A solução a curto prazo é melhorar o transporte rodoviário, dando condições aos caminhões, as estradas”. Figueiredo reafirmou a importância de se construir uma malha ferroviária nova, que seja eficiente e permita ganhos de produtividade a quem utilizá-la. Ele ressalta que 90% da malha ferroviária brasileira é centenária e está obsoleta para os padrões de eficiência logística do mercado atual. Ele também alertou para o custo gerado pela ineficiência em logística, que atinge R$ 250 bilhões por ano.
O presidente do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, Vergilio Perius, participou do debate e encaminhou ao presidente da EPL a proposta dos trabalhadores de cooperativas de transporte autônomo, que propõem a devolução da frota de caminhões antigos à União Federal, envelhecida em 46%, e um financiamento do BNDES com a alíquota de juros de 2%, no prazo de oito anos com dois anos de carência. Segundo o presidente Vergilio Perius, a proposição da união das cooperativas de transporte do RS traria benefícios como a redução substancial da poluição ambiental e a diminuição da perda de grãos por parte do produtor agropecuário. Figueiredo recebeu a proposta e se colocou à disposição para construir e segmentar ela, e enfatizou a importância do programa para dar sustentação à logística nos próximos anos como uma ação a curto prazo.
Representação
Durante encontro na manhã de hoje no Mundo Cooperativo Gaúcho, espaço do Sistema Ocergs-Sescoop/RS na 36ª Expointer, em Esteio, o Ministro do Trabalho e Emprego, Manoel Dias, recebeu das mãos do presidente do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, Vergilio Perius, reivindicação para a criação de estrutura no MTE que atenda ao cooperativismo.
Acompanharam o ministro na reunião o deputado federal Giovani Cherini, secretário da Frencoop Nacional, o deputado federal Vieira da Cunha, e o secretário do Trabalho de Porto Alegre, Pompeo de Matos. Também estiveram presentes representando o cooperativismo gaúcho o presidente da Cosulati, Arno Kopereck, os representantes do Sicredi, Rafael Chidem e Daniel Dalprá e o supervisor jurídico do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, Tiago Machado. Acompanharam ainda o encontro o presidente do Sindicato dos Técnicos Agrícolas do RS, Carlos Dinarte Coelho, e os representantes do Sintec/RS (Sindicato dos Técnicos Industriais do RS), João Abelardo Brito e Júlio Lopes.
O presidente Vergilio Perius manisfestou-se no sentido da criação do Decoop (Departamento de Cooperativismo do Ministério do Trabalho), que deverá servir como base para incentivar o cooperativismo no país, assim como disseminar uma compreensão translúcida do setor, especialmente no que concerne às cooperativas de trabalho (produção e serviços), que passam a expressar um novo modelo de relação de trabalho, diferente do existente, que é baseado essencialmente na relação empregatícia. “Há necessidade de concebermos a ideia do trabalho coletivo, distinta da relação empregatícia, pois temos uma relação societária, em que os próprios sócios estabelecem em Assembleia Geral às regras as quais irão se submeter”, disse o presidente.
O ministro do Trabalho disse ser um fã das cooperativas, onde, segundo ele, existe uma forma justa de democratizar o trabalho, de incluir as pessoas. ”Irei acatar, no que for possível legalmente fazer. Tudo o que for no sentido de fortalecer o cooperativismo, de criar estruturas para sustentar com maior vigor, para dar uma importância ainda maior para esse setor, avançar nesse campo e construir um cooperativismo mais sólido, seremos parceiros”, salientou Dias. No final do encontro, o ministro Manoel Dias recebeu das mãos do presidente Vergilio Perius uma pasta com livros, documentos e produtos de cooperativas gaúchas.
Representação
Na última sexta-feira (16), o Sistema Ocergs-Sescoop/RS, através do seu vice-presidente, Irno Augusto Pretto, esteve presente no jantar de comemoração de 60 anos de fundação da Federação das Cooperativas de Arroz do Rio Grande do Sul (Fearroz), que aconteceu na Sociedade Germânia de Porto Alegre. Fundada em 5 de agosto de 1953, a Fearroz representa as cooperativas de arroz gaúchas, defendendo os interesses destas em questões políticas e legais.
Na ocasião, o presidente da Federação, André Barretto, após agradecer a presença de todos, destacou as conquistas da instituição e realizou uma breve contextualização histórica, destacando a importância da Federação para o desenvolvimento do setor agropecuário do Rio Grande do Sul, considerando que 27% da produção e armazenamento de arroz no Estado é feito por cooperativas. Barretto destacou que a Fearroz é uma consequência do cooperativismo, pois foi resultado da união de dirigentes de cooperativas singulares, o que tem assegurado por toda sua existência, coerência e sustentabilidade de seus atos políticos. “O cooperativismo como doutrina,como conjunto de princípios destinados a amparar indivíduos e ampliar sua força na produção, sempre buscando retirá-lo da atividade de subsistência para estabelecê-lo no mercado é um fantástico instrumento capitalista de transformação social e econômica”, reiterou.
Em seguida, o presidente da Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (Farsul), Carlos Sperotto, além de lembrar momentos marcantes da Fearroz, discorreu sobre o momento que o setor agropecuário do Estado está vivendo e sobre sua capacidade de recuperação. E ainda entregou ao presidente da Instituição uma placa pela dedicação e comprometimento dos dirigentes da Instituição que, focados nos melhores resultados institucionais, construíram credibilidade e respeito na representação política e econômica, convidando-o a receber o Prêmio Senar O Sul, no dia 25 de agosto.
Após os pronunciamentos do deputado estadual Frederico Antunes e do deputado federal Luiz Carlos Heinze, o presidente do Instituto Riograndense do Arroz (Irga), Cláudio Pereira, representando o governador Tarso Genro, trouxe o reconhecimento do povo gaúcho à Fearroz, instituição protagonista do desenvolvimento econômico e social do Rio Grande do Sul. “Nosso governador sempre fala que a economia do Estado depende do produtor rural que participa da cooperativa, pois fica na comunidade”, afirmou Pereira e concluiu: “Apostamos no cooperativismo, no associativismo. O cooperativismo é como a democracia: possui problemas, mas ainda não inventaram nada melhor para a vida em sociedade”.
Por fim, o presidente do Conselho Administrativo da Fearroz, Antonio Dorneles, surpreendeu o presidente André Barretto, com uma homenagem das cooperativas arrozeiras por seus 21 anos de dedicação à Fearroz.
O jantar contou com a presença de produtores, conselheiros e presidentes de cooperativas, dirigentes de instituições públicas e privadas. Estiveram presentes ainda o presidente da Câmara Setorial Nacional do Arroz, Francisco Schardong, presidente da FecoAgro/RS, Rui Polidoro Pinto, presidente da Fecolã, Álvaro Lima da Silva, representando o presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Arroz, André Anelli, e representando o presidente do Sindiarroz, Carlos Eduardo Nunes, dentre outras autoridades.
Na ocasião, o presidente da Federação, André Barretto, após agradecer a presença de todos, destacou as conquistas da instituição e realizou uma breve contextualização histórica, destacando a importância da Federação para o desenvolvimento do setor agropecuário do Rio Grande do Sul, considerando que 27% da produção e armazenamento de arroz no Estado é feito por cooperativas. Barretto destacou que a Fearroz é uma consequência do cooperativismo, pois foi resultado da união de dirigentes de cooperativas singulares, o que tem assegurado por toda sua existência, coerência e sustentabilidade de seus atos políticos. “O cooperativismo como doutrina,como conjunto de princípios destinados a amparar indivíduos e ampliar sua força na produção, sempre buscando retirá-lo da atividade de subsistência para estabelecê-lo no mercado é um fantástico instrumento capitalista de transformação social e econômica”, reiterou.
Em seguida, o presidente da Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (Farsul), Carlos Sperotto, além de lembrar momentos marcantes da Fearroz, discorreu sobre o momento que o setor agropecuário do Estado está vivendo e sobre sua capacidade de recuperação. E ainda entregou ao presidente da Instituição uma placa pela dedicação e comprometimento dos dirigentes da Instituição que, focados nos melhores resultados institucionais, construíram credibilidade e respeito na representação política e econômica, convidando-o a receber o Prêmio Senar O Sul, no dia 25 de agosto.
Após os pronunciamentos do deputado estadual Frederico Antunes e do deputado federal Luiz Carlos Heinze, o presidente do Instituto Riograndense do Arroz (Irga), Cláudio Pereira, representando o governador Tarso Genro, trouxe o reconhecimento do povo gaúcho à Fearroz, instituição protagonista do desenvolvimento econômico e social do Rio Grande do Sul. “Nosso governador sempre fala que a economia do Estado depende do produtor rural que participa da cooperativa, pois fica na comunidade”, afirmou Pereira e concluiu: “Apostamos no cooperativismo, no associativismo. O cooperativismo é como a democracia: possui problemas, mas ainda não inventaram nada melhor para a vida em sociedade”.
Por fim, o presidente do Conselho Administrativo da Fearroz, Antonio Dorneles, surpreendeu o presidente André Barretto, com uma homenagem das cooperativas arrozeiras por seus 21 anos de dedicação à Fearroz.
O jantar contou com a presença de produtores, conselheiros e presidentes de cooperativas, dirigentes de instituições públicas e privadas. Estiveram presentes ainda o presidente da Câmara Setorial Nacional do Arroz, Francisco Schardong, presidente da FecoAgro/RS, Rui Polidoro Pinto, presidente da Fecolã, Álvaro Lima da Silva, representando o presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Arroz, André Anelli, e representando o presidente do Sindiarroz, Carlos Eduardo Nunes, dentre outras autoridades.
Representação
O presidente do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, Vergilio Perius, participou dia 16 de agosto do encontro da Fecoergs (Federação das Cooperativas de Eletrificação do Rio Grande do Sul), no Grande Hotel, em Porto Alegre, quando estiveram reunidas para tratar dos processos de regularização, discutir as tratativas com a Aneel e os projetos de interesse do setor no Ministério do Meio Ambiente e no Congresso Nacional.
Participaram do evento o presidente da Fecoergs, Jânio Stefanello, o superintendente José Zordan, o representante do ramo Infraestrutura da OCB, Marco Pereira e representantes das Federações de Santa Catarina e de São Paulo, além de dezenas de cooperativas gaúchas.
Em seu pronunciamento, o presidente do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, Vergilio Perius, trouxe proposta de parceria com cooperativas de eletrificação da Alemanha, com o objetivo de buscar novas tecnologias inspiradas nas usinas de energia eólica do país europeu.
Representação
A FecoAgro/RS realizará nos dias 14 e 15 de agosto, no Itaimbé Palace Hotel, em Santa Maria, a partir das 18h30min, o Encontro de Dirigentes e Executivos das Cooperativas filiadas do ramo Agropecuário do Rio Grande do Sul. O evento tem por finalidade discutir a visão estratégica da Federação e do ramo agropecuário para os próximos anos, visando à integração do sistema para enfrentamento dos desafios futuros do setor agropecuário.
A abertura do evento contará com a participação do presidente do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, Vergilio Perius, e como painelista o presidente da Ocepar (Organização das Cooperativas do Estado do Paraná) e diretor do Ramo Agropecuário da OCB, João Paulo Koslovski, que abordará o tema Estratégia Nacional do ramo agropecuário. Mais informações com o diretor executivo da FecoAgro/RS, Paulo Pires (055) 9972-8106 e com o presidente da Federação, Rui Polidoro Pinto (051) 9102-1432.
Representação
A insatisfação dos associados de cooperativas de trabalho com relação a exigências feitas pelo Ministério Público do Trabalho (MPT), tidas como ilegais, foi o tema debatido em audiência pública promovida pela Comissão de Agricultura, Pecuária e Cooperativismo, na manhã desta quinta-feira (8). Proponente do debate, o deputado Heitor Schuch, presidente da Frencoop/RS (Frente Parlamentar de Apoio ao Cooperativismo da Assembleia Legislativa) lamentou a ausência de representantes do MPT e da Superintendência Regional do Trabalho na audiência. Segundo o parlamentar, sem a presença desses órgãos, pouco se pode evoluir quanto à questão problemática. O Sistema Ocergs-Sescoop/RS foi representado pelo presidente Vergilio Perius e pelo coordenador jurídico, Tiago Machado, e as cooperativas de trabalho pela presidente da Federação das Cooperativas de Trabalho do Rio Grande do Sul (Fetrabalho), Margaret Cunha. Estiveram presentes ainda dezenas de representantes do Ramo Trabalho de cooperativas ligadas ao Sistema Ocergs-Sescoop/RS.
O coordenador jurídico da Ocergs, Tiago Machado, expôs o problema pelo qual estão passando as cooperativas de trabalho. Conforme ele, mesmo após a edição da Lei Federal 12.690/2012, que trata da organização e do funcionamento dessas cooperativas, o MPT continua impondo a elas a formalização de termos de ajustamento de conduta (TAC), nos quais se exige que as cooperativas de trabalho registrem seus associados como empregados, em carteira de trabalho. “Há uma falta de entendimento por parte do MPT, pois cooperativa de trabalho é uma sociedade de pessoas para prestar serviços a terceiros. Não tem como ser associado da cooperativa e ser empregado da cooperativa, ao mesmo tempo. É uma falta de conhecimento de direito societário por parte do MPT. Isso demonstra um preconceito com as cooperativas de trabalho”, afirmou Machado.
Manifestações parlamentares
O presidente da Comissão de Agricultura, Pecuária e Cooperativismo, deputado Edson Brum, sugeriu que uma comitiva de parlamentares, representando o órgão técnico, visite o MPT para tratar do tema. O deputado criticou a celebração de termos de ajustamento de conduta, que acabam por se sobrepor ou até por substituir a atividade legislativa parlamentar.
O deputado João Fischer também criticou a ausência do MPT. Argumentou que as cooperativas do trabalho são muito importantes na geração de renda. Ressaltou que o sistema cooperativista é uma tradição no Rio Grande do Sul.
O deputado Jeferson Fernandes disse que, se por um lado a ação autogestionada com distribuição dos lucros é um modelo a ser buscado, na prática, continuam existindo situações em que as cooperativas de trabalho escondem uma relação de opressão. Contudo, para o parlamentar, não é possível fazer generalizações nesse sentido. O parlamentar defendeu que os órgãos envolvidos, com destaque para o MPT, aceitem discutir a questão e dialogar com a população.
Dificuldades
O presidente do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, Vergilio Perius, trouxe dados que comprovam a dificuldade de manutenção das cooperativas de trabalho no Estado. Segundo ele, em 2005, estavam em funcionamento 292 cooperativas de trabalho que reuniam 107 mil associados. Atualmente, existem apenas 43 cooperativas, com 8.800 associados. “Eu diria que esses 100 mil trabalhadores em cooperativas estão na exclusão social hoje”, disse. Ele ressaltou que, em países europeus, o sistema de cooperativas de trabalho recebe incentivos por ser um quarto tipo de relação entre capital e trabalho, que não fragiliza as relações trabalhistas.
Perius criticou a postura do MPT em continuar impondo TACs, mesmo após a edição da Lei 12.690. Segundo ele, trata-se de um ato de “desobediência civil” desse órgão. Ele citou que, em um documento de 2005, a Assembleia Legislativa já afirmava que o MPT devia se abster de formalizar novos TACs e anular os já firmados, uma vez que tais termos eram afrontosos à Constituição Federal e exorbitavam as competências legais do MPT.
A presidente da Fetrabalho, Margaret Cunha, também lamentou a ausência do MPT no debate. “Não vieram negociar conosco, mas nós vamos continuar chamando para sentar e conversar”, disse. Segundo Margaret, no passado, o MPT afirmava que, quando o setor contasse com um marco legal, os TACs iriam desaparecer, o que não vem ocorrendo. “Dizem que os nossos trabalhos são todos subordinados e só podemos exercê-los com carteira assinada. Quem são eles para dizer isso, se no nosso objeto de objeto social está listado esse trabalho?”, questionou. Conforme Margaret, as cooperativas não desejam falta de fiscalização e de controle da atividade, mas também não aceitam que existam obrigações não previstas em lei. “Temos uma lei que nos rege e nos protege, observem as leis”, pediu.
Representação
O cooperativismo gaúcho esteve representado nesta quarta-feira (7), às 12h, em Brasília (DF), pelo gerente de Monitoramento do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, José Máximo Daronco. O encontro ocorreu no gabinete do vice-presidente da República, Michel Temer, e também contou com a presença do deputado estadual Edson Brum; do superintendente do Sistema OCB/Sescoop, Renato Nobile; da gerente geral do Sistema OCB/Sescoop, Tânia Zanella, e do deputado federal Alceu Moreira.
A reunião teve como pauta a entrega do documento de solicitação de investimentos para as cooperativas gaúchas através da captação de recursos pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). No relatório entregue a Temer, consta o pedido de avaliação para a criação de uma linha de crédito com taxas de juros mais acessíveis ao ano, prazo de amortização mais longo, período de carência de três anos, consideração dos ativos a serem criados como a própria garantia e análise de crédito compatível com as especificidades do modelo cooperativo de empresa.
O documento também propõe adequações no estatuto do BNDESPAR (Art. 5°, item IV), com o objetivo de viabilizar parcerias com as cooperativas, além de identificar os potenciais setores para parcerias estratégicas do BNDES-PAR com as mesmas.
O cooperativismo gaúcho possui atualmente 2,3 milhões de associados e 52,6 mil empregos diretos, sendo o segundo Estado com maior quantidade de associados de cooperativas no Brasil, com cerca de 22%. Em 2012, o faturamento das cooperativas gaúchas alcançou R$ 29,4 bilhões, valor 36,7% superior ao verificado em 2010, o que representa 11,4% do Produto Interno Bruto (PIB) estadual.
Representação
O Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado do Rio Grande do Sul (Ocergs) realizou na manhã desta terça-feira (30), no Hotel Deville, em Porto Alegre, a Assembleia Geral Extraordinária (AGE), que tratou da reforma do Estatuto Social da entidade. O evento contou com a presença do presidente e do vice-presidente do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, Vergilio Perius e Irno Pretto, respectivamente; segundo vice-presidente do Sistema, Rui Polidoro Pinto; secretário da Ocergs, Orlando Borges Muller; superintendente do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, Norberto Tomasini; e o gerente jurídico do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, Mario De Conto, além de presidentes, vice-presidentes e dirigentes de cooperativas.
A Assembleia teve início às 11h, a partir da terceira convocação, com a presença de 84 cooperativas adimplentes. Em pauta, foi tratada a adequação do Estatuto Social da Ocergs ao modelo nacional.
Com um discurso de abertura que enfatizou o crescimento médio de 14,5% no patrimônio líquido das cooperativas gaúchas, Vergilio Perius deu início à Assembleia agradecendo a presença de todos os presentes. Após a fala do presidente do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, foi a vez do gerente jurídico do Sistema, Mario De Conto, explanar sobre as adequações propostas ao Estatuto Social da Ocergs, seguindo o modelo nacional da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB).
No primeiro momento, De Conto relembrou aos presidentes, vice-presidentes e dirigentes das cooperativas presentes, o cronograma com as etapas que antecederam à realização da Assembleia Geral Extraordinária. Ele destacou a reunião do Conselho Diretor e a aprovação da minuta prévia, que ocorreu no dia 28 de maio deste ano, possibilitando às cooperativas o envio de sugestões e propostas de emendas à minuta inicial. As cooperativas receberam a minuta inicial no dia 30 de maio e tiveram até o dia 24 de junho para enviar propostas de emendas ao Conselho Diretor. No dia 9 de julho, ocorreu a reunião do Conselho Diretor e a aprovação da proposta, que passou por adequações nas redações dos artigos até o dia 25 de julho.
Após explicar o cronograma que antecedeu à realização da Assembleia Geral Extraordinária, De Conto prosseguiu sua explanação apresentando o Estatuto Social atual da Ocergs, com destaque à inserção dos itens que sofreram modificações em relação à minuta inicial enviada às cooperativas. Depois de passar as alterações a todos os presidentes, vice-presidentes e dirigentes de cooperativas presentes, o presidente do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, Vergilio Perius, colocou o Estatuto Social da Ocergs apresentado em votação, que acabou por obter aprovação unânime dos presentes.
Posteriormente à aprovação em bloco do Estatuto Social, foi analisada a proposição de emenda sugerida pelo presidente da Sicredi Pioneira RS, Márcio Port, que propôs uma alteração na alínea “g” do artigo 8°, que previa o prazo de 110 dias para as cooperativas encaminharem os documentos para a Ocergs. Ele justificou a necessidade de alteração do prazo em função da Lei Complementar 130, a qual prevê que as cooperativas de Crédito podem realizar assembleias até o final de abril. Em virtude dessa prerrogativa, a sugestão de alteração foi votada em destaque e obteve aprovação dos presentes, sendo prontamente corrigida na redação do artigo 8°.
Para aqueles que quiserem obter mais informações acerca da reforma do Estatuto Social da Ocergs e as adequações do mesmo ao modelo nacional da OCB, o departamento jurídico do Sistema Ocergs-Sescoop/RS coloca-se à disposição para esclarecimento de dúvidas.
Adequação estatutária
No ano de 2012, a OCB passou por um processo de Reforma Estatutária que, entre outras mudanças, provocou alterações significativas no que concerne aos órgãos sociais da entidade. As mudanças relacionam-se, notadamente, a uma nova configuração da administração da entidade, buscando adequá-la as chamadas “Boas Práticas de Governança Corporativa”.
Com efeito, segundo dispõe o Código das Melhores Práticas de Governança Corporativa, a Governança Corporativa é o sistema pelo qual as organizações são dirigidas, monitoradas e incentivadas, envolvendo os relacionamentos entre proprietários, Conselho de Administração, Diretoria e órgãos de controle. Os princípios de Governança Corporativa são a transparência, equidade, prestação de contas e responsabilidade corporativa. No que concerne à administração de sociedades, em linhas gerais, pode-se dizer que as práticas de Governança Corporativa preconizam a segregação entre as funções estratégicas e executivas.
Nesse sentido, foi apresentada para a Assembleia Geral Extraordinária a adequação integral do Estatuto Social da Ocergs ao Estatuto Social da OCB (aprovado em 2012), o que foi aprovado com uma emenda.
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Representação