O foco contínuo na gestão cooperativista de excelência e na qualidade assistencial acaba de provar sua eficácia. É que a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) divulgou nessa segunda-feira (16/9) os resultados do Programa de Qualificação das Operadoras 2018 (ano-base 2017) e, das dez melhores notas, sete foram obtidas por cooperativas singulares do Sistema Unimed.
Os dados divulgados apontam que o Índice de Desempenho da Saúde Suplementar (IDSS) geral do setor em 2017 foi de 0,7295, sendo 1,0 o valor máximo que pode ser atingido. Das 1.019 operadoras ativas em 2017, 858 atenderam aos requisitos para a divulgação dos resultados.
A nota do Programa de Qualificação é apurada através do cálculo da média ponderada dos Índices de Desempenho (o IDSS é um deles) das operadoras, que permite a comparação entre empresas. Esse índice estimula a disseminação de informações de forma transparente, a redução da assimetria de informação e a ampliação da concorrência no setor.
As cooperativas que figuram na lista das melhores notas são:
Ranking |
Nome |
1º lugar |
Unimed Belo Horizonte - Cooperativa de Trabalho Médico |
4º lugar |
Unimed – Cooperativa de Serviços de Saúde dos Vales do Taquari e Rio Pardo |
5º lugar |
Unimed de Santa Bárbara D’Oeste e Americana – Cooperativa de trabalho Médico |
6º lugar |
Unimed Pato Branco – Cooperativa de Trabalho Médico |
7º lugar |
Unimed Encosta da Serra/RS – Sociedade Coop de Serviços de Saúde |
8º lugar |
Unimed Cascavel – Cooperativa de Trabalho Médico |
9º lugar |
Unimed Goiânia – Cooperativa de Trabalho Médico |
Fonte: Sistema Qualificação – ANS
QUALIFICA
Esse resultado, segundo a Gerência Técnica e Econômica da OCB, evidencia o alinhamento estratégico das cooperativas médicas com as diretrizes estabelecidas pela ANS para todo o setor. E uma das ferramentas que ilustram esse alinhamento é o programa Qualifica Unimed, desenvolvido em parceria pela Fundação Unimed, Unimed do Brasil e Sescoop. Ele possibilita às operadoras participantes a obtenção da melhoria de gestão, padronização e foco na qualidade, pontos fundamentais para o setor e que tornam as operadoras aptas a serem acreditadas.
E a acreditação é um grande diferencial. A prova disso é que as sete operadoras listadas acima são acreditadas. Vale destacar, ainda, que as operadoras acreditadas têm IDSS médio superior às operadoras não acreditadas.
Para obter mais informações sobre os resultados do Programa de Qualificação das Operadoras clique aqui.
Fonte: Assessoria de Imprensa do Sistema OCB
Representação
Nos dias 25 e 26 de setembro, a Embrapa Soja reunirá em sua sede, em Londrina, especialistas da cadeia da soja para debater a competitividade da cadeia produtiva da soja sob o ponto de vista técnico e de qualidade. O seminário Desafios da Liderança Brasileira no Mercado Mundial da Soja tem como objetivo discutir os caminhos e critérios que podem manter o Brasil na condição de maior e melhor ofertante mundial de soja e derivados. O evento conta com o apoio da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB).
Serão quatro painéis, que abordarão exportações e implicações dos resíduos químicos e de microtoxinas na exportação de grãos brasileiros; qualidade dos grãos de soja no Brasil e perdas relacionadas a logística; soja e nutrição animal; e processo de classificação de soja, envolvendo práticas atuais e cenários futuros.
Para José Renato Bouças Farias, chefe-geral da Embrapa Soja, “o encontro permitirá avançar em discussões importantes e que tenham como objetivo aumentar a competitividade da cadeia produtiva brasileira”.
Promovido pela Embrapa Soja, o seminário tem o apoio da ABIOVE (Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais), ACEBRA (Associação das Empresas Cerealistas do Brasil), ANEC, OCB (Organização das Cooperativas Brasileiras) e Sindirações (Sindicato Nacional da Indústria de Alimentação Animal).
A programação completa será publicada em breve, e as inscrições já podem ser feitas através do e-mail
SAIBA MAIS
Seminário Desafios da liderança brasileira no mercado mundial de soja
Data e horário: 25/9 – das 14h às 18h30; e 26/9 – das 8h às 12h45
Local: Embrapa Soja, Londrina (PR) - Rodovia Carlos João Strass, s/nº
Atendimento à imprensa
FSB Comunicação - Luiza Franco / Letícia Volponi
(19) 99796-3236 / (11) 99164-3278
Fonte: Sistema OCB
Representação
Os produtores agropecuários brasileiros estão muito confiantes nas políticas públicas voltadas para o agronegócio. Pesquisa realizada em setembro pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) em conjunto com a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), com 645 produtores agropecuários, mostrou níveis inéditos de satisfação com a condução das políticas públicas destinadas ao setor.
A pesquisa “Avaliação de Políticas Públicas para o Agronegócio”, realizada a cada trimestre, mostra que 65% dos entrevistados concordam/concordam plenamente com a afirmação de que o governo brasileiro valoriza o setor agropecuário. É o maior percentual desde o início do levantamento iniciado no final de 2013. Desde a eleição de Bolsonaro, esse indicador vem subindo (25% no último trimestre de 2018; 55% no primeiro trimestre de 2019; 61% no segundo trimestre de 2019). O recorde anterior era 16% registrado no terceiro trimestre de 2016.
“O elevado nível de confiança do setor deve se traduzir em mais investimentos que contribuirão com a tão esperada retomada do crescimento da economia e com a geração de empregos”, diz Paulo Skaf, presidente da Fiesp e do Ciesp.
Dos produtores agropecuários entrevistados, 61% acreditam que o governo está empenhado em investir em infraestrutura logística, como portos, rodovias e ferrovias para escoamento da produção. Novamente, é o melhor resultado da série histórica, que orbitava entre 3% e 11% até o terceiro trimestre do ano passado.
Estão em curso obras importantes para o setor, como a pavimentação da BR-163, entre o norte de Mato Grosso e o Porto de Mirituba (PA), e a concessão dos terminais portuários e de um trecho de 1,5 mil quilômetros da ferrovia Norte-Sul, por exemplo. “Este é um forte indicativo de que o governo está em linha com os anseios do setor e empreende a importância do agronegócio para a economia e para a sociedade”, diz Marcio Lopes de Freitas, presidente do Sistema OCB.
O terceiro indicador pesquisado foi o nível de satisfação com as políticas públicas relacionadas mais diretamente à infraestrutura, como energia, telefone, internet e celular destinados ao campo. Na visão de 38% dos entrevistados, o Brasil está empenhado em investir nesse segmento. Desde o início do ano, esse dado está oscilando entre 38% e 41%.
No passado, só atingiu o patamar de 20% em dois momentos: no primeiro trimestre de 2014 (para 20% dos entrevistados) e no segundo trimestre de 2014 (para 24% dos entrevistados). Neste sentido, o governo federal lançou recentemente a Câmara Agro 4.0, uma iniciativa que reúne os ministérios da Agricultura e da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações.
Fonte: FIESP/OCB
Representação
Com o objetivo de proporcionar a atualização sobre aspectos contábeis e fiscais relevantes às sociedades cooperativas e abordar questões pertinentes aos trabalhos de auditoria interna e externa e de peritos contábeis, a Dickel Consultores Associados promove nos dias 24 e 25 de setembro, no Hotel Everest, em Porto Alegre, seminário sobre atualização contábil e tributária para cooperativas. Com palestrantes renomados na área, o evento está com inscrições abertas e conta com o apoio da Ocergs para a divulgação das inscrições, que podem ser feitas no endereço www.dsmconsultores.com.br
Confira os palestrantes do Seminário
Renato Lopes Becho - Juiz Federal em São Paulo/SP. Professor Doutor de Direito Tributário na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo - PUC-SP (graduação, especialização, mestrado e doutorado). Graduado pela Faculdade de Direito da Universidade Federal de Minas Gerais - UFMG. Especialista em Cooperativismo pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos - UNISINOS/RS. Publicou os livros Sujeição passiva e responsabilidade tributária e Elementos de direito cooperativo, pela Editora Dialética.
Emerson Costa Lemes - contador e pós-graduado em Direito do Trabalho e Previdenciário e mestrando em Economia. Atuou por 20 anos com rotinas trabalhistas e previdenciárias, e desde 2006 ministra cursos, palestras, aulas e treinamentos nestes dois temas. Há mais de 10 anos atua como perito judicial e extrajudicial nas áreas trabalhista, previdenciária e bancária (CNPC 2344).
Dorly Dickel - Contador, Administrador, Especialista em Administração e em Cooperativismo, Pesquisador em cooperativismo, Contabilidade e tributação de cooperativas, Consultor, Perito Contábil e Auditor de cooperativas, Professor de Cursos de Graduação e Pós-Graduação em Cursos de Cooperativismo, Pesquisador, Instrutor e Palestrante do Sistema OCB - SESCOOP, membro integrante da Comissão de Estudos contábeis para o Cooperativismo do CRC/RS. Sócio - fundador e Presidente da Dickel Consultores Associados.
Diego Booni - Contador, Pós-Graduação em Direito Tributário, Pesquisador em cooperativismo, Contabilidade e tributação de cooperativas, Consultor, Instrutor de cursos técnicos, Sócio da Dickel Consultores Associados.
Luciane Cristina Lagemann - Contadora, Especialista em Controladoria, e com MBA em Contabilidade e Direito Tributário, Pesquisadora em cooperativismo, em Contabilidade e em tributação de cooperativas, Consultora e Instrutora de cursos técnicos, Sócia da Dickel Consultores Associados.
Cristiano Crivelaro Dickel - Advogado, Contador, Pesquisador em cooperativismo, Direito, Contabilidade e tributação de cooperativas, Consultor, Instrutor e Auditor de cooperativas. Sócio da Dickel Consultores Associados.
Erni Dickel - Contador, possui curso de pós-graduação em Auditoria e Controladoria pela FGV, atua no cooperativismo desde 1980, sócio da Dickel & Maffi Auditoria e Consultoria S/S.
Márcio Maciel Pletz - Advogado, sócio fundador do Escritório Maciel Pletz Advogados e Consultores, atualmente com atuação em diversos estados brasileiros, há mais de 13 anos na área do direito tributário cooperativo, com MBA em direito Empresarial, e pesquisador sobre os temas fundamentais pertinentes às cooperativas.
Representação
Identificar boas práticas no cooperativismo de crédito brasileiro que possam servir de referência para a construção de um projeto de lei que estimule o cooperativismo de crédito na Argentina. É com essa proposta que um grupo de seis pessoas, coordenado pela Confederação Intercooperativa Argentina (Coniagro), visitou na manhã dessa quarta-feira (11/09) a Faculdade de Tecnologia do Cooperativismo – Escoop.
A delegação argentina assistiu à palestra do diretor geral da Escoop, Mário De Conto, apresentou a Escoop, seus objetivos e seu novo contexto, os cursos de graduação e pós-graduação disponíveis, sua importância e como ela se insere dentro do Planejamento Estratégico do Sescoop/RS e da Escoop. “Antes, nosso foco era formar pessoas e, atualmente, além disso, o foco é aproximar as cooperativas da inovação”, destacou.
Na sequência, o grupo prestigiou a palestra “Expressão do Cooperativismo Gaúcho”, ministrada pelo presidente do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, Vergilio Perius, que falou sobre o crescimento do cooperativismo no Estado. “São 2,9 milhões de associados e 63,8 mil empregos diretos gerados no Estado. As cooperativas gaúchas apresentaram crescimento de 12,13% em 2018 e registraram faturamento de R$ 48,2 bilhões”.
A viagem de intercâmbio da delegação também contou com reuniões com a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Banco Central, Fundo Garantidor das Cooperativas de Crédito (FGCoop) e Confederação Nacional Sicoob nos dias 9 e 10 de setembro.
Representação
A Languiru acaba de receber o Prêmio Quem é Quem - Maiores e Melhores Cooperativas de Aves e Suínos, realizado pelas revistas Avicultura Industrial e Suinocultura Industrial, com apoio da Agroceres Pic, Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) e DeHeus (empresa especializada em nutrição animal). A Cooperativa gaúcha com sede em Teutônia recebeu a distinção na categoria Responsabilidade Social.
“Muito contente por ter recebido esse prêmio em nome da cooperativa. Merecido por tudo o que a Languiru vem fazendo tanto no quadro social e no quadro de funcionários também. É muito gratificante”, afirma o gerente comercial da Languiru, Cristiano Sieben.
Em sua quarta edição, o prêmio celebra por mais um ano o trabalho de milhares de famílias cooperadas brasileiras. No total, a premiação reconheceu os vencedores de 12 categorias a partir da votação de integrantes do setor e a avaliação de especialistas no agronegócio.
Maior faturamento da história da Languiru
A Languiru apresentou em sua Assembleia Geral Ordinária deste ano o faturamento bruto de R$ 1,33 bilhão, o maior da sua história. A Cooperativa distribuiu neste ano R$ 6,9 milhões em sobras aos associados. O resultado líquido demonstrado é o segundo melhor em 63 anos, chegando a R$ 20,5 milhões, o que representa um crescimento de 16% em relação ao exercício anterior.
Destaque de cooperativas no mercado
O cooperativismo brasileiro vem ganhando cada vez mais destaque no mercado. As cooperativas de aves e suínos registram crescimento ano após ano. Apenas a C.Vale apontou que conseguiu crescer 23% no ano passado, com um faturamento de R$ 8,5 bilhões e sobras de R$ 100 milhões. Enquanto isso, a Lar registrou um avanço de 26% no faturamento, chegando a R$ 6,38 bilhões. O ano foi de avanço também nos balanços de cooperativas como a C.Vale, Cooperativa Lar, Castrolanda, Frimesa, Languiru, Dália Alimentos, entre outras.
Vencedores
Econômico Financeiro – Frimesa
Responsabilidade Social – Languiru
Melhor Cooperado Suínos – Luciano Miotto (C.Vale)
Assistência Técnica – Bruno Alves da Luz (C.Vale)
Responsabilidade Ambiental – C.Vale
Sustentabilidade – C.Vale
Gestão Operacional Agroindústria – Antonio Alexandre Wanzuit (Aurora)
Melhor Cooperado Aves – Roque Besen (Cooperativa Lar)
Inovação – Cooperativa Lar
Biomassa e Bionergia – Cooperativa Lar
Melhor Cooperada – Eleane Hartmann (Copagril)
Varejo – Cooperativa Primato
Confira como foi a premiação das maiores e melhores cooperativas dos setores de aves e suínos:
Representação
Na sua terceira edição, em 2020, o Fórum Sul Brasileiro de Biogás e Biometano volta à cidade onde foi plantada a semente do evento: Caxias do Sul (RS). O evento deve ocorrer entre os meses de junho e julho, em data a ser definida. Antes de ganhar alcance para os três estados do Sul, o Fórum teve na cidade gaúcha uma edição estadual, que serviu de base para construir o sul-brasileiro. A primeira edição nesse formato ocorreu em 2018, em Foz do Iguaçu (PR) e fechou o ciclo regional neste ano, de 4 a 6 de setembro, em Chapecó (SC), reunindo 250 pessoas na Universidade Comunitária da Região de Chapecó (Unochapecó). Além dos participantes catarinenses, gaúchos e paranaenses, o evento atraiu interessados de outros estados, como São Paulo, Rio de Janeiro, Mato Grosso e Rondônia.
“Convidamos os nossos realizadores, patrocinadores, apoiadores, entidades presentes, o poder público e participantes para que estejam presentes no Rio Grande do Sul para alavancar novos temas importantes para a cadeia do biogás”, convocou o coordenador do fórum, Clóvis Leopoldo Reichert, citando os temas que foram eixo dos debates nessa edição: políticas públicas, inovação, tecnologia e processos e panorama setorial e oportunidades. “Para a próxima edição, agregaremos novos temas para ampliar e fortalecer o debate”, antecipou. “Vimos nesse palco, pessoas trazendo a sua contribuição, seu conhecimento, compartilhando experiências e casos de sucesso, e mostrando uma visão de futuro para esse negócio que é a energia no Brasil: renovável, sustentável, distribuída e de acesso a todos”, destacou.
A programação deste ano privilegiou o debate. Em cada painel, as palestras e cases foram reduzidos a 20 minutos para apresentação de cada um e, após, os painelistas permaneciam no palco para um debate com cerca de uma hora de duração, com muitas perguntas e grande participação do público presente. Outra característica especial dessa edição foi a valorização do evento como oportunidade real negócios. O Espaço Biogás de Negócios, com 17 expositores (entidades, fornecedores de equipamentos e serviços para a cadeia do biogás e instituições financeiras), proporcionou resultados efetivos na construção de parcerias comerciais. Diversas empresas levaram à Unochapecó seus equipamentos, versões compactas de suas tecnologias e veículos movidos a biometano. Sete veículos atraíram os participantes ao estacionamento e deram uma amostra do avanço da cadeia do biogás no Brasil.
Além dos painéis e apresentação de cases, o Fórum deu espaço à Reunião de Produtores e Segmento do Biogás de Santa Catarina. O encontro, que debateu os desafios, propôs sugestões e encaminhamento das demandas do setor, reunindo mais de 80 pessoas, entre produtores, empresários, entidades e representantes do poder público.
Na sexta-feira (6), a programação se encerrou com as visitas técnicas, que ocorreram em dois roteiros: na Central de Tratamento de Resíduos Industris – CETRIC, Concórdia, na Embrapa Suínos e Aves; e em Videira, no Sistema de Tratamento de Efluentes da Suinocultura (SISTRATES) na Granja São Roque do Grupo Master.
Realização do Fórum
A realização do 2º Fórum Sul Brasileiro de Biogás e Biometano é do Arranjo Produtivo Local Metalmecânico e Automotivo da Serra Gaúcha (APL MMeA), do Centro Internacional de Energias Renováveis–Biogás (CIBiogás), do Instituto SENAI de Tecnologia em Petróleo, Gás e Energia (IST PGE), da Embrapa Suínos e Aves e da Universidade de Caxias do Sul (UCS)/TecnoUCS. A correalização é da Unochapecó/Parque Científico e Tecnológico Chapecó@ e do Sebrae.
O evento tem patrocínio Ouro da Sicoob e FAPESC, patrocínio Prata do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) e patrocínio Bronze de Bombas Beto, ENC Energy, Grupo Cetric, CHP Brasil, Germek, Janus & Pergher, PESA CAT, Companhia de Gás de Santa Catarina (SCGÁS) e Companhia de Gás do Estado do Rio Grande do Sul (Sulgás).
O apoio é da Associação Brasileira do Biogás (ABiogás), Governo do RS por meio da Secretaria de Meio Ambiente e Infraestrutura, Fiesc, Fiergs, Sindicato da Indústria de Carnes e Derivados no Estado de Santa Catarina, Sistema Ocergs Sescoop/RS, Sociedade Brasileira dos Especialistas em Resíduos das Produções Agropecuária e Agroindustrial (Sbera), Low Carbon Business Action Brazil, Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial - UNIDO, Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Chapecó e Região Convention & Visitors Bureau, Prefeitura de Chapecó, Associação Brasileira de Recuperação Energética de Resíduos (ABREN), Associação Comercial Industrial Chapecó (ACIC), Federação Nacional de Engenharia Mecânica e Industrial (Fenemi), Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), NRG Hub e Associação da Indústria de Cogeração de Energia (Cogen).
Fonte: AdriSilva Agência de Conteúdo
Representação
O embaixador especial da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) para o cooperativismo mundial e coordenador do Centro de Agronegócios da Fundação Getúlio Vargas/SP (FGV), Roberto Rodrigues, palestrou na manhã desta quinta-feira (5/9), na Multifeira de Estrela, sobre as perspectivas do agronegócio brasileiro. O ex-ministro da Agricultura e ex-presidente da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) e da Aliança Cooperativa Internacional (ACI) afirmou que as cooperativas são a única saída para ganho de escala e agregação de valor aos pequenos produtores.
Rodrigues destacou que o cooperativismo é fundamental no contexto contemporâneo, pois 71% da renda do agronegócio está Depois da Porteira.
"As cooperativas têm um papel central na vida dos produtores, pois são elas que agregam valor, distribuem, industrializam e importam produtos".
Reconhecido como uma liderança no cenário do cooperativismo brasileiro, o ex-ministro da Agricultura defende a importância da cooperativa na vida do pequeno produtor. “A economia globalizada está reduzindo a margem por unidade de produto, ou seja, só se faz lucro na escala. O pequeno produtor não tem escala, logo ele só vai conseguir ter ganho de escala através da cooperativa. E é por isso que o cooperativismo ganha no mundo inteiro hoje um dimensão muito maior do que tinha há dez anos atrás, porque é a única saída para escala e agregação de valor”.
Força do agronegócio
O ex-ministro destaca a importância do agronegócio como um vetor crucial do crescimento econômico brasileiro. Em 2018, a soma de bens e serviços gerados no agronegócio chegou a R$1,43 trilhão ou 21% do PIB brasileiro. Desse montante, 41% tem origem na distribuição, 30% na agroindústria, 24% na agropecuária e 5% em insumos. O agronegócio é responsável por 20% dos empregos gerados no Brasil e 42% das exportações do País em 2018.
“O agronegócio sustenta os empregos, o PIB e as importações brasileiras”, ressaltou Rodrigues.
Apesar dos números que demonstram a importância e a força do agronegócio, Rodrigues chamou atenção para a necessidade de mudar a imagem do País, principalmente em relação à repercussão recente que a mídia internacional concedeu à questão do desmatamento. “Essa questão do desmatamento é mentira! Os estudos mostram que o desmatamento caiu 74% de 2004 a 2018”. O coordenador do Centro de Agronegócios da Fundação Getúlio Vargas/SP (FGV) comentou também que o Brasil deve trabalhar para mudar a imagem que se tem no mercado global sobre a questão de gastos com defensivos agrícolas. “No âmbito internacional, existe a imagem de que o Brasil é o país que mais gasta com defensivos agrícolas no mundo, o que também é mentira”. O Brasil aparece apenas na sétima posição em gastos com defensivos agrícolas por área plantada em 2017, atrás de países como Japão, Coreia do Sul, Alemanha, Itália, França e Reino Unido. E figura na 13ª posição por tonelada de alimentos produzidos.
Desafio da Comunicação
“Nosso grande defeito é de comunicação. Nós não sabemos comunicar direito nossa competência. Nenhuma agricultura no mundo inteiro é mais competente do que a nossa”. Com essa afirmação, Roberto Rodrigues, alertou a necessidade de sabermos comunicar claramente a importância do agro nas cadeias produtivas, demonstrando o quanto a agricultura brasileira é moderna. “O herói brasileiro é o agricultor”.
De acordo com a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), a oferta de alimentos no mundo precisa crescer 20% nos próximos dez anos para que não haja fome, e para que isso aconteça é necessário que a capacidade de crescimento do Brasil seja de 41%, número que estabelece um contraste com o cenário de muitos outros países, os quais não chegam a 10%.
“O Brasil tem pela frente a expectativa de ser o campeão mundial de segurança alimentar. Nós temos um valor incomensurável e podemos ser campeões do mundo da paz”.
O ex-ministro da Agricultura afirmou que o Brasil é o único país no mundo que consegue congregar três fatores: clima tropical, excesso de terras e tecnologia, e mão de obra qualificada. Segundo Rodrigues, 74,3% do território brasileiro são cobertos por área destinada à vegetação protegida, preservada e conservada, o que evidencia a ocupação e uso de terras no País.
Debate sobre o cenário agro no Brasil
Após a palestra de Roberto Rodrigues, representantes do cooperativismo gaúcho se juntaram ao coordenador do Centro de Agronegócios da Fundação Getúlio Vargas/SP (FGV) para debater acerca das perspectivas do agronegócio brasileiro. Participaram o presidente do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, Vergilio Perius, o presidente da Sicredi Ouro Branco, Neori Ernani Abel, o presidente da Certel, Erineo José Hennemann, o presidente do Conselho de Administração da Dália Alimentos, Gilberto Antônio Piccinini, o presidente executivo da Dália Alimentos, Carlos Alberto de Figueiredo Freitas e o gerente regional da Emater/RS-Ascar de Lajeado, Marcelo Antônio Araldi Brandoli. A Ocergs também esteve representada por seu diretor técnico sindical, Irno Pretto.
Representação
A Ocergs recebeu na manhã dessa terça-feira (3/9), na Faculdade de Tecnologia do Cooperativismo – Escoop, o cônsul-geral de Cuba, Pedro Monzón Barata, e o cônsul econômico comercial de Cuba, Raúl González Segarte. O encontro tratou do futuro dos negócios entre Cuba e as cooperativas gaúchas, com ênfase na possível aquisição de leite em pó e carnes de frango, além de carne suína e derivados lácteos.
O presidente do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, Vergilio Perius, saudou os presentes e destacou a força do cooperativismo agro no RS. As cooperativas agropecuárias formam hoje o segmento economicamente mais forte do cooperativismo gaúcho. As 128 cooperativas congregam 350,2 mil produtores associados e empregam diretamente 36,6 mil trabalhadores. O ramo Agropecuário registrou um faturamento de R$ 31,7 bilhões em 2018, representando um aumento de 19,22% em relação ao período anterior. Nas sobras apuradas, o crescimento foi de 45,6%, com um total de R$ 546,9 milhões. Atualmente, 62 cooperativas do Rio Grande do Sul possuem planta agroindustrial, onde processam a matéria-prima e agregam valor em mais de 131 produtos diferentes.
Potencial de Exportação do RS
Segarte reforçou que o país tem a necessidade de comprar os produtos e que o Rio Grande do Sul é um estado estrategicamente muito importante no âmbito de negócios, principalmente o sistema cooperativo gaúcho. Segundo o cônsul econômico comercial de Cuba, o Estado é o terceiro maior exportador para Cuba, responsável por cerca de 30% das exportações do país caribenho.
O deputado estadual Elton Weber, presidente da Frencoop, destacou a importância do sistema cooperativo gaúcho. O parlamentar destacou que a próxima etapa envolve uma reunião com o superintende estadual do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Rio Grande do Sul, Bernardo Todeschini, na qual devem ser discutidas questões que envolvem estratégias de negócios entre os Ministérios da Agricultura de Brasil e Cuba. A reunião deverá contar com representantes da bancada gaúcha de deputados federais, da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (SEAPDR), da Casa Civil do Estado, Ocergs, FecoAgro/RS, CCGL, Languiru, Cosulati e Santa Clara.
Para o ex-deputado estadual, Juliano Roso, uma missão parlamentar de visita a Cuba está dentro do planejamento, com o objetivo de estreitar relações e dialogar com o governo do país para tratar das validações das plantas industriais gaúchas e o processo de exportação de produtos. Rosso explica que é importante envolver as cooperativas gaúchas nesse processo, especialmente pela experiência que algumas já têm na questão de exportação de produtos para Cuba.
O encontro contou com a participação do diretor técnico sindical da Ocergs, Irno Pretto, superintendente da FecoAgro/RS, Tarcisio Minetto, diretor executivo da FecoAgro/RS, Sérgio Feltraco, organizações envolvidas com o agronegócio e representantes das cooperativas Cosulati, Santa Clara, Languiru e CCGL.
Representação
Café, leite e suco de uva produzidos por cooperativas foram oferecidos, de 3 a 5 de setembro, àqueles que passaram pelo Hall da Taquigrafia do Congresso Nacional. Mais de 15 mil pessoas passaram no estande para conferir. Essa é mais uma iniciativa realizada pela Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), com o apoio da OCB (Organização das Cooperativas Brasileiras), com a intenção de divulgar não só os produtos, mas o potencial que o cooperativismo tem de transformar o país em um lugar mais justo, feliz, equilibrado e com melhores oportunidades para todos.
Os produtos apresentados ao público têm origem em 19 cooperativas, que demonstram a força da agricultura nacional e a rica qualidade dos alimentos e bebidas produzidos pelo setor. São elas: Coocapec, Cooabriel, Coopfam, Cooxupé, Agrocoop, Expocaccer, Minasul, CooperRita, Cemil, Coopatos, Cativa, Frísia, Frimesa, Witmarsum, Castrolanda, Fecovinho, Nova Aliança, Garibaldi e Cooperativa Vinícola Aurora.
A iniciativa também conta com o apoio das Frentes Parlamentares da Agropecuária e do Café, da Associação Brasileira de Cafés Especiais, do Conselho Nacional do Café, da Confederação Nacional de Agricultura e Pecuária e da Embrapa.
Fonte: Sistema OCB
Representação
Representando o cooperativismo brasileiro, a OCB participou da segunda reunião do Conselho de Administração da ACI, ocorrida na cidade de Ixtapa, no México, entre os dias 28 e 30 de agosto. Dirigentes cooperativistas dos 22 países americanos onde estão as organizações membro da Aliança enviaram representantes.
A reunião tratou do planejamento estratégico da Aliança Cooperativa Internacional para as Américas para os próximos anos. O colegiado priorizou quatro áreas de atuação para a Organização. A partir do próximo ano, a ACI-Americas se dedicará a promover atividades de acesso a mercados, desenvolverá novos serviços de apoio aos membros, apoiará as ações voltadas aos ODS e reforçará sua atuação junto a organismos internacionais de interesse como a OIT, OEA e ONU.
Participando da ACI há 30 anos, a OCB apoia os projetos de integração e cooperação internacional desenvolvidos no âmbito desta que é a principal organização cooperativista do mundo. A participação no Conselho de Administração visa a contribuir para o aprimoramento das atividades oferecidas pela Aliança no continente americano.
Fonte: Sistema OCB
Representação
A Cotribá está prestes a atingir um novo marco histórico e para celebrar, lançou o logotipo comemorativo e abriu a contagem dos 500 dias para os 110 anos. O evento aconteceu no estande da cooperativa na Expointer, na tarde desta quinta-feira, 29 de agosto. Além da direção, conselheiros, associados, gerentes, e colaboradores, o momento contou com a presença de convidados como prefeitos de municípios onde a cooperativa está presente, produtores, clientes, representantes de empresas parceiras e entidades representativas do agronegócio.
O vice-presidente, Enio Cezar Moura do Nascimento, abriu a série de pronunciamentos relembrando acontecimentos importantes do primeiro século de história e destacando pontos estratégicos para manter a competitividade no mercado e o ritmo de crescimento na construção do segundo século. Investimentos em novas tecnologias e foco no capital humano estiveram entre as ações citadas pelo diretor, que aproveitou a oportunidade para anunciar o lançamento do livro histórico e da construção do museu da cooperativa entre as atividades comemorativas aos 110 anos.
Já o presidente, Celso Leomar Krug, se encarregou de apresentar aos convidados o excelente momento de expansão e inovação que a cooperativa vive e da importância de pessoas engajadas e parcerias sólidas para construir uma história de sucesso. Também participaram do ato o presidente do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, Vergilio Perius, o representante da Faculdade de Tecnologia do Cooperativismo (Escoop), Ernesto Krug, o representante da Assembleia Legislativa, deputado Sérgio Turra, e representando os executivos municipais, o prefeito do município de Ibirubá, onde fica a sede da cooperativa, Abel Grave.
O ápice da cerimônia foi a inauguração da marca comemorativa, a qual teve a sua representatividade explanada pelo vice-presidente, Enio. Projetada pelo próprio departamento de Comunicação e Marketing da cooperativa, o logotipo traz o número 110 simbolizando o novo marco histórico, com o último zero aberto conotando o movimento de continuidade, seguimento da história, construção do novo século e da perenidade que se busca para a cooperativa. A sensação de movimento também remete às constantes inovações, transformações e adaptações a que a Cotribá se propõe para continuar existindo, crescendo e se desenvolvendo. O desenho também lembra a letra “C”, de cooperação. Já a edificação resgata a arquitetura da primeira sede própria da Cotibá, isto é, a “nossa casa”. Já a cor dourada representa a vitória diante de tantas superações vivenciadas ao longo das onze décadas de história, bem como o êxito e a prosperidade que se projeta para o futuro.
Representação
O projeto de reforma tributária busca simplificar e racionalizar a cobrança de impostos. E na manhã desta quinta-feira (29/8), a Casa da Ocergs, no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio, foi palco do Painel Reforma Tributária: Proposições, promovido pelo Governo do RS, Assembleia Legislativa do RS e Sescon RS.
O anfitrião da Casa do Cooperativismo, presidente do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, Vergilio Perius, saudou os presentes e parabenizou pela iniciativa de debater o tema. “É importante na Reforma Tributária que o País tem que fazer a inversão da pirâmide do atual sistema tributário brasileiro, que privilegia a União Federal com a maior fatia de tributos. Invertendo essa pirâmide temos que colocar em primeiro lugar os municípios, onde os cidadãos estão mais presentes. Em segundo lugar vêm os estados e em terceiro lugar vem a União. Nosso dever de casa é diminuir as despesas federais porque a nossa receita tributária é muito pequena em termos de participação, então por isso temos que reverter essa pirâmide”, comentou.
Para o presidente do Sescon RS, Celio Luiz Levandovski, a criação de um ambiente favorável aos negócios pode recuperar a economia e o Estado do Rio Grande do Sul. Nesse sentido, Levandovski ressalta outras reformas importantes que precisam ser feitas, como o pacto federativo e a reforma política. A preocupação também é apontada pelo deputado estadual, Frederico Antunes, que manifestou a necessidade de se ter uma Reforma Tributária voltada para a sociedade e os empreendedores. “Precisamos de uma reforma tributária verdadeira, com o equilíbrio e a segurança jurídica que a nossa população merece ter, principalmente nossos empreendedores”.
Processo modernizado e dinâmico
O deputado federal e presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), Alceu Moreira, defende que a Reforma Tributária deve ser um processo modernizado e dinâmico, em consonância com o ambiente de tecnologia em que vivemos. “Nada pode ser mais injusto que cobrar de quem não deve para pagar quem não merece. Essa verdade é o eixo da Reforma Tributária. A transversalidade exige que o governo proponha ferramentas de soluções políticas e públicas que cheguem à cidadania”.
Moreira afirma que a Reforma Tributária precisa ter um ângulo multifacetado, com visão do cenário do agronegócio, industrial, comercial, de serviços e governamental, formando uma sincronia nessa engrenagem. E para o governador do RS, Eduardo Leite, essa é uma questão primordial, com ênfase na redução da complexidade do sistema tributário.
Eduardo Leite lembra que o relatório do Banco Mundial, Doing Business 2018, coloca o Brasil na 184ª posição entre os 190 países analisados. O levantamento aponta o Brasil como um dos modelos mais complexos de gestão do sistema tributário, o que significa que no País as empresas gastam mais tempo para pagar os impostos. “No Brasil se gasta seis vezes mais tempo que a média dos países da América Latina, que não são nenhum benchmarking do sistema de gestão tributária no mundo”, complementa o governador do RS.
A simplificação do sistema tributário gera bens coletivos, muito grandes
PEC 45
O autor da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 45/2019, deputado federal Baleia Rossi, explica que a proposição consiste em reorganizar a carga tributária, promover a simplificação do sistema tributário, visando reduzir a carga burocrática e aumentar a produtividade. Para isso, a proposta prevê a substituição de cinco tributos: Imposto sobre Produtos Industrializados – IPI (Federal), Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social – Cofins (Federal), Contribuição para o PIS-Pasep (Federal), ICMS (Estadual) e ISS (Municipal) por um único tributo, o imposto sobre Bens e Serviços (IBS).
“O sistema tributário atrapalha o crescimento do País, ele é da década de 60, estamos discutindo há mais de 30 anos. A tributação não pode ser o fator principal para o investimento. Precisamos melhorar a competitividade das empresas”, ressaltou Rossi. As mudanças propostas na PEC 45 têm como referência o modelo tributário desenvolvido pelo Centro de Cidadania Fiscal (CCiF).
Para o deputado, com a PEC 45 é possível melhorar o ambiente de negócios, diminuir o custo Brasil, aumentar o poder de compra das famílias em pelo menos 20% e gerar crescimento no PIB. “Nós temos condições, com esta Reforma Tributária, de aumentar em dez pontos o PIB nos próximos dez anos e isso combate o desemprego. Hoje, no Brasil nós temos 13 milhões de desempregados e 7 milhões que nem estudam e nem trabalham. Portanto, nós temos 20 milhões de pessoas que estão aptas a trabalhar e não tem utilidade, isso é muito triste para a realidade de um país com as dimensões que tem o Brasil”, disse Rossi.
Reduzir complexidade
Rossi destaca que o objetivo principal é reduzir a complexidade e organizar o sistema tributário para dar possibilidade de baixar a carga tributária atual. “O brasileiro trabalha 153 dias por ano para pagar impostos. Precisamos reduzir o tempo gasto por empresas com tributação”.
Cooperativismo na pauta
A analista tributária na Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Amanda Carvalho, destacou a preocupação do setor em função da especificidade do modelo de gestão do cooperativismo. Amanda comentou que o Sistema OCB tem acompanhado os debates acerca da Reforma Tributária, e que a questão que preocupa é justamente em relação ao impacto que ela pode trazer em termos de aumento da carga tributária para as cooperativas e cooperados.
“O Sistema tem consciência que a Reforma Tributária é necessária, que a simplificação tributária é necessária, mas também tem a preocupação no sentido de que os contribuintes não sejam prejudicados”.
Participaram também do painel, o ex-governador do RS, Germano Rigotto, o presidente da Fenacon, Sérgio Approbato Machado Júnior, o superintendente da Receita Federal, Luiz Fernando Lorenzi, e o secretário estadual da Fazenda, Marco Aurélio Cardoso. Estiveram presentes no evento o secretário da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural, Covatti Filho, deputados, secretários, presidentes e dirigentes de entidades e cooperativas, além dos diretores da Ocergs, Irno Pretto e Margaret Garcia da Cunha e o superintendente do Sescoop/RS, Gerson José Lauermann.
Representação
O auditório da Casa do Cooperativismo na Expointer ficou lotado na tarde de quarta-feira (28/8) para o Seminário Regional de Cooperativismo, promovido pela Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr). Participaram 110 pessoas, entre eles o presidente do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, Vergilio Perius, representantes de cooperativas, do Exército e de instituições de ensino federais.
No evento, produtores e compradores de alimentos da agricultura familiar puderam dialogar sobre o processo de compra de produtos da agricultura familiar e de cooperativas por órgãos públicos, no contexto do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) do governo federal, que em 2015 instituiu que os órgãos da União devem ter 30% das suas aquisições de alimentos provenientes da agricultura familiar.
A coordenadora de Compras Institucionais do Ministério da Cidadania, Viviane Albuquerque, mostrou no seminário que a aquisição de alimentos da agricultura familiar pela União tem potencial para chegar a R$ 328 milhões no Rio Grande do Sul. No ano passado, porém, foram movimentados cerca de R$ 60 milhões, valor que representa 61% dos 30% que constituem a meta do PAA. Ou seja, a agricultura familiar ainda tem muito espaço para crescer no Estado. Para Viviane, o valor do seminário, “mais do que esclarecer o que é o PAA, é promover esse encontro das duas partes envolvidas”.
Entre os compradores dos produtos de agricultura familiar, estavam presentes representantes de diversas unidades militares no Rio Grande do Sul, do Instituto Federal do Rio Grande do Sul (IFRS) e da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Segundo o primeiro-sargento Leandro Luís da Silva, o Exército já é comprador dos produtos de agricultura familiar e tem bons resultados neste negócio, mas a aquisição ainda é um pouco complexa. “Estamos aqui buscando azeitar esse processo, para que ele seja melhor ainda, para que possamos usufruir mais ainda desse cooperativismo e da agricultura familiar”, afirmou.
Os produtores foram representados no evento pelas cooperativas que integram. O cooperativismo, aliás, tem um papel central no âmbito do PAA. “Como eles produzem em pequena quantidade, não têm como vir aqui na capital trazer o produto, então se organizam em cooperativas”, explicou o diretor do Departamento de Cooperativismo da Seapdr, Flávio Smaniotto. As cooperativas dão segurança aos potenciais compradores e, neste evento, objetivavam mostrar a eles “que temos produtos, que estamos organizados via cooperativas para entregar os produtos que eles precisarem”, destacou Smaniotto.
Com apenas 23 anos, Bruno Justin é vice-presidente da Cooperativa Mista de Agricultores Familiares de Itati, Terra de Areia e Três Forquilhas (Coomafitt). Ele destacou a importância do programa para o futuro da agricultura familiar. “A garantia da venda por meio da política pública é importante para garantir a sucessão rural, para que o jovem continue no campo, tendo geração de renda, qualidade de vida. E isso é fundamental para a gente pensar o futuro da produção de alimentos”, avaliou.
Para mostrar a qualidade da produção da agricultura familiar, as cooperativas, ao final do seminário, promoveram uma degustação de produtos. Os participantes do evento puderam conhecer e apreciar os alimentos, além de fazerem uma visita guiada ao Pavilhão da Agricultura Familiar.
Representação
O Senado Federal aprovou nesta terça-feira (27) o Projeto de Lei 2.107/2019, de autoria do deputado Giovani Cherini (RS), que concede o título de Patrono do Cooperativismo Brasileiro ao padre Theodor Amstad. O texto segue, agora, para sanção da Presidência da República, mas lá, no Rio Grande do Sul, a importância da atuação do religioso suíço em prol da disseminação da cultura cooperativista já foi reconhecida. Em 2003, por meio de uma lei estadual, o governo gaúcho concedeu ao padre o título de Patrono do Cooperativismo em nível estadual.
Para o autor do projeto, deputado Giovani Cherini que integra à diretoria da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop) e também é cooperado, a homenagem é mais do que merecida. É necessária. “Estamos valorizando aquilo que o cooperativismo tem de melhor, desde sua origem. Esse reconhecimento é essencial para que as gerações futuras sempre se lembrem daquele que se empenhou tanto em disseminar esse modelo tão inovador de gerar negócios”, avalia. O relator do projeto, senador gaúcho Lasier Martins, destacou a atuação do padre e agradeceu aos colegas pela concessão da homenagem.
PRIMEIRA COOPERATIVA
Theodor Amstad nasceu em 9 de novembro de 1851, em Beckenried, na Suíça. No ano de 1885 chegou ao Brasil e se dedicou a prestar assistência econômica, social e cultural aos colonos do Rio Grande do Sul, dando início ao processo de fundação das associações de lavradores e cooperativas no estado.
O padre foi o responsável por constituir, em 1902, a primeira cooperativa de crédito brasileira no município de Nova Petrópolis/RS, batizada como Caixa de Economia e Empréstimos Amstad. A cooperativa continua em atividade, porém agora com o nome de Cooperativa de Crédito de Livre Admissão de Associados Pioneira da Serra Gaúcha, a Sicredi Pioneira/RS.
Fonte: Sistema OCB e Agência Senado
Representação
O Rio Grande do Sul tem mais de 506 mil propriedades rurais eletrificadas – próximo de 100% do total. Porém, somente pouco mais de um terço são redes trifásicas, causando um gargalo no desenvolvimento destas propriedades e na economia do Estado.
Com o intuito de qualificar as redes de distribuição de energia elétrica na zona rural gaúcha, o governo lançou, nesta quarta-feira (28/8), o Programa Energia Forte do Campo, em cerimônia na casa do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, na Expointer 2019.
Por meio de financiamento do BRDE, o projeto prevê investimentos em obras de melhorias e transformação para rede trifásica. O público-alvo são os produtores organizados em cooperativas ou associações.
Na abertura do evento, o presidente do Sistema Ocergs-Sescoop/RS destacou a importância do programa anunciado pelo Estado em parceria com a Fecoergs. “A energia forte no campo, levada por nossas cooperativas aos seus associados, será de fundamental importância para a economia do Rio Grande. Sem falar na permanência do jovem no campo, com viabilidade financeira. Estamos hoje dando um importante passo para a retomada do crescimento econômico do Rio Grande com o apoio do cooperativismo. Hoje é um dia muito feliz para todos nós e o Estado todo deve comemorar pois se o cooperativismo vai bem, o RS pode ir também, e de forma muito mais rápida. Afinal, o cooperativismo não divide, sempre soma”, afirmou.
Em seguida, o presidente da Fecoergs, Iloir de Pauli, falou sobre a representatividade das cooperativas de energia do estado. “As cooperativas tem no seu DNA levar qualidade e energia para seus associados. Temos certeza que nos próximos anos cada vez mais as cooperativas continuem levando energia e qualidade de vida para seus 290 mil associados. Haverá cada vez mais desenvolvimento e renda e como consequência. Valorizamos muito esse programa e esperamos que futuramente seja criado um projeto para levar internet ao meio rural”, solicitou.
O representante da Frente Parlamentar do Cooperativismo, Elton weber, reconheceu a iniciativa e destacou também a importância de avançar em tecnologia e informação através da internet para manter o jovem no campo.
Em seguida, o secretário do Meio Ambiente e Infraestrutura, Artur Lemos, apresentou o Programa, fazendo uma breve contextualização do agronegócio familiar. Segundo ele, o Energia Forte no Campo está sendo lançado neste ano para dar início à formação de parcerias com cooperativas, concessionárias e municípios – e, quem sabe, também do governo federal – para começar a ser implementado no ano que vem, seguindo até 2022.
“Já na primeira fase, em 2020, o programa deve beneficiar 1,2 mil propriedades rurais do Estado, com a construção de 365 quilômetros de redes trifásicas. Para isso, o programa prevê uma linha de crédito de R$ 20 milhões do BRDE, com carência de dois anos e oito anos para pagamento. O custo do investimento será dividido entre produtores, cooperativas, concessionárias, permissionários, prefeituras e governo do Estado.
O Energia Forte no Campo prevê a qualificação das redes de distribuição de energia elétrica no meio rural, incluindo investimentos em obras de complementação de fases, reforço da bitola dos condutores e melhorias como substituição de postes de madeira por postes de concreto, reformas da rede elétrica, instalação de transformadores, modernização nos sistemas de proteção e segurança da rede, adequação dos níveis de tensão, qualificando o atendimento ao consumidor rural.
O governador do Estado, Eduardo Leite, destacou que o povo gaúcho é forte, trabalhador e talentoso, mas se não houver energia forte, não terá capacidade de transformar o talento e o trabalho em produtividade. “Buscamos um programa consistente que reduza os custos para os produtores que permita com as cooperativas viabilizar o investimento. As cooperativas têm essa visão de associação, de compartilhamento de esforços para um resultado melhor para todos”, destacou Eduardo Leite.
Entenda
A distribuição da energia elétrica é feita de acordo com a necessidade de cada estabelecimento residencial, comercial ou industrial. Antes de ser utilizada, a energia elétrica fornecida pelas concessionárias passa por transformadores instalados em postes. Esses equipamentos podem ser mono, bi ou trifásicos.
Monofásica: a rede monofásica é feita com dois fios, um fase e outro neutro. A tensão máxima é de 127V e a potência chega a 8.000 watts. É distribuída através de tomadas de uso doméstico comuns e utilizada para a alimentação de equipamentos do cotidiano, como notebooks, iluminação e televisões.
Bifásica: a ligação da rede bifásica é feita com três fios, dois fases e um neutro. As tensões máximas são de 127V e 220V, e a potência vai de 12.000 watts até 25.000 watts. Ela não é utilizada em zonas urbanas porque geralmente os moradores das cidades têm um maior número de equipamentos elétricos.
Trifásica: a instalação da rede trifásica é feita com quatro fios, três fases e um neutro. As tensões são de 127V ou 220V, e a potência vai de 25.000 watts até 75.000 watts. É a forma mais eficiente de distribuir energia para longas distâncias, e permite a operação mais eficiente de grandes equipamentos industriais.
Participaram do evento, promovido pela Fecoergs, presidentes de cooperativas filiadas à Federação secretários de Estado e o presidente da Infracoop, Jânio Stefanello.
Texto com colaboração de Vanessa Kannenberg
Representação
Todo ser humano possui algum talento incrível e o coloca em prática a todo minuto. Alguns vão além e utilizam seus dons junto a um bem muito precioso: o tempo. Com isso passam a realizar trabalhos que beneficiam comunidades inteiras e, então, transformam vida por vida, até alcançar milhares de pessoas. Esses são os voluntários e, no Brasil, esses ganharam um dia especial: 28 de agosto, Dia Nacional do Voluntário.
Se olharmos para o trabalho desempenhado pelas cooperativas brasileiras ao longo dos anos, podemos encontrar milhares dessas pessoas executando tarefas incríveis graças ao movimento nacional Dia de Cooperar. Há dez anos, cooperativas incentivam projetos voluntários diferenciados, contínuos e transformadores que mudaram a vida de mais de 2,2 milhões de pessoas em todo o país. Para se ter uma ideia, ao longo de uma década, foram mais de 120 mil voluntários atuando incansavelmente para que mais de mil municípios brasileiros pudessem receber iniciativas que, alinhadas aos princípios da ONU, melhoram a qualidade de vida, a saúde, a educação e o meio ambiente.
A partir dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), voluntários cooperativistas têm trabalhado para o alcance das mais de 169 metas da agenda 2030. Os objetivos são grandiosos, do tamanho das questões contemporâneas. Tarefas como acabar com a fome, a insegurança alimentar e a agricultura predatória; garantir a educação inclusiva e equitativa de qualidade; alcançar a igualdade de gênero; reduzir as desigualdades; combater a mudança do clima e os seus impactos e, a cada minuto, é possível encontrar alguém cooperando para que mudanças aconteçam. NECESSIDADE
Uma das pessoas que procura contribuir para que estas metas sejam alcançadas é a Tatiana Pereira de Souza, instrutora de informática da Cooperativa de Ensino de Ourinhos (SP). Para ela, todos os dias, ao acordar, devemos recordar que fazemos parte de uma sociedade que precisa cooperar por um mundo melhor. “São as nossas escolhas e atitudes que determinam se vivemos bem ou mal. A semente do voluntariado aumenta cada vez mais a corrente do bem, pois as atitudes simples movem o mundo. Juntos somos mais e fazemos melhor", diz. UNIÃO
Lá no Norte do país a transformação a partir do trabalho voluntário também acontece. Por lá está o Artur Almeida, presidente da Cooperativa de Tecnologia do Acre (Cooperatec). Para ele, o Dia C é a porta para celebrarmos o cooperativismo. “É incrível saber que cooperados brasileiros estão unidos com o propósito de promover projetos que mudam vidas de Norte a Sul do Brasil. Ser um voluntário cooperativista é prazeroso é reconfortante”, pondera o presidente. TALENTO
“O voluntário precisa ter uma força interior para não desistir frente aos obstáculos; seriedade para atuar com comprometimento e profissionalismo; desprendimento para doar seu tempo e energia, calor humano sobressalente para aquecer outras pessoas. E talento: não necessariamente uma habilidade específica, mas a capacidade de caminhar olhando para frente e, ao mesmo tempo, se preocupando em não deixar ninguém para trás”, comenta Márcio Lopes de Freitas, presidente do Sistema OCB, e parabeniza todos os voluntários pelo seu dia.
“A nossa forma de trabalho torna as cooperativas empresas únicas, distintas de centenas de milhares de estabelecimentos focados no lucro pelo lucro e não no lucro pelas pessoas, como se o ter fosse mais importante que o ser. Aproveito para convidar quem ainda não experimentou esta forma de trabalho que impacta positivamente a sociedade pra se unir ao movimento Dia de Cooperar e assim fazer com que mais atitudes simples mudem o nosso país e consequentemente o mundo”, finaliza.
SAIBA MAIS
A pesquisa Outras Formas de Trabalho 2017, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostra que 7,4 milhões de pessoas realizaram trabalho voluntário, o equivalente a 4,4% da população de 14 anos ou mais de idade. O aumento foi de 12,9% em comparação a 2016.
Entretanto a pesquisa da World Giving Index 2018 – Charities Aid Foundation que publica o Índice Global de Solidariedade, com a medição da solidariedade em 146 países, aponta que o Brasil aparece em sétimo lugar em número absolutos (21 milhões de voluntários) e percentualmente na posição 109 (13%) da população envolvida em ações voluntárias. A pesquisa leva em consideração três modalidades: doação em dinheiro, ajuda a um desconhecido e voluntariado.
Fonte: Sistema OCB
Representação
Maior colegiado organizado no Congresso Nacional, a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) foi recebida na segunda-feira, dia 26 de agosto, na casa da Ocergs no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio, durante a 42ª Expointer. O presidente da FPA, deputado Alceu Moreira, foi recepcionado pelos presidentes do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, Vergilio Perius, e Paulo Pires, da FecoAgro/RS. Na pauta do encontro, o Acordo Mercosul e União Europeia, e os desafios e oportunidades para o agro e a construção de políticas para o setor cooperativo no congresso nacional.
O parlamentar destacou a importância das cooperativas gaúchas e sua competitividade, impulsionada pela participação de seus associados. Destacou também que em momentos de dificuldades econômicas globais, essa união se faz ainda mais necessária. “Enquanto empresas de capital, nos momentos de crise se retraem, as cooperativas concentram suas forças em virtude de sua capacidade de aglutinação”, disse Moreira. O deputado frisou ainda a importância do Agro brasileiro como o propulsor da economia e principal ativo brasileiro a competir mundo afora. Falou também que a agropecuária é responsável por mais de 40% das exportações, enviando nossos produtos com segurança e qualidade para cerca de 200 países. Por fim, discutiu com os cooperativistas sobre a manutenção e abertura de novos mercados para os produtos nacionais, tanto que participou das missões passadas e irá participar das futuras para abrir mercados, como na Ásia e Oriente Médio.
Participaram também do encontro o vice-presidente da FecoAgro/RS e diretor-secretário da Ocergs, Darci Hartamnn, os deputados estaduais Zilá Breitenbach e Edson Brum, o superintendente do Sescoop/RS, Gerson Lauermann, o diretor de Cooperativismo do Mapa, Márcio Madalena, além de dirigentes de cooperativas agropecuárias gaúchas.
Representação
A 42ª edição da Expointer, organizada pelo governo do Estado e Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural, inicia nesse sábado, 24 de agosto, no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio. E o Sistema Ocergs-Sescoop/RS, uma das entidades copromotoras da feira, estará presente para receber as cooperativas gaúchas e o público em geral.
Durante a feira, a sede da Ocergs no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio, será palco de eventos dos ramos do cooperativismo e das cooperativas gaúchas e entidades parceiras.
Confira a programação do Sistema Ocergs-Sescoop/RS durante a Expointer:
26/08 (Segunda-feira)
Na Área de Convivência
- 10h – 11h30
Rádio Bandeirantes – Programa 90 min – André Machado
- 13h –17h
Cooperativa Piá – Lançamento de produtos
No Auditório
- 14h30
Reunião de Cooperativas gaúchas com a Frente Parlamentar Agropecuária do Congresso Nacional
- 14h30 – Lançamento do Prêmio Ocergs de Jornalismo
Na Sala de Reuniões 2
- 19h – 22h
Reunião das Gerências da Unicred Região dos Vales
27/08 (Terça-feira)
Na Área de Convivência
- 10h –17h
2º Encontro Nacional das Cooperativas Escolares
No Auditório
- 14h30 – 16h
Evento do BNDES e Cooperativas de Crédito
Na Sala de Reuniões 1
- 8h – 9h
Reunião das unidades do Sescoop dos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná
- 11h – 12h
Reunião do Conselho Administrativo do Sescoop/RS
- 13h – 15h
Reunião da Diretoria da OCB
Na Sala de Reuniões 2
- 9h – 19h
Reunião das Gerências da Unicred Região dos Vales
28/08 (Quarta-feira)
Na Área de Convivência
- 14h – 17h
Encontro de Prefeitos – Famurs
No Auditório
- 10h – 13h
Reunião ordinária do Conselho Consultivo do Ramo Infraestrutura – Fecoergs, Infracoop e OCB (com a presença do governador do RS, Eduardo Leite)
- 14h – 17h
Seminário Regional de Cooperativismo, promovido pela Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural
Na Sala de Reuniões 1
- 9h:30 – 11h
Competitividade Tributária do Leite – Ocergs e Sindilat
- 14h – 15h
Na Sala de Reuniões 2
- 14h – 17h
Reunião da Diretoria Executiva da Cresol
No Restaurante
- 11h – 12h30
BNDES e cooperativas de crédito
29/08 (Quinta-feira)
Na Área de Convivência
- 9h – 12h
Painel Reforma Tributária – Proposições – Assembleia Legislativa, Secretaria da Agricultura, Sescon-RS e Ocergs (com a presença do governador do RS, Eduardo Leite)
No Auditório
- 10h – 12h
Conselho Regional de Medicina Veterinária
- 14h – 17h
Grupo Amanhã – Força do Sul
Na Sala de Reuniões 1
Reunião Infracoop, DGRV e Fecoergs- 16h – 17h – Reunião Ocergs, cooperativas agropecuárias e DGRV
30/08 (Sexta-feira)
Na Área de Convivência
- 15h – 16h
Programa Pampa Debates – TV Pampa
No Auditório
- 9h30min – 12h
Sindicato Ocergs – Aspectos trabalhistas, previdenciários, segurança e saúde – Irno Pretto e José Hermes Pedrassani
- 14h – 17h
Reunião do Conselho da Unicred Central
Na Sala de Reuniões 2
- 10h – 12h
Reunião da Comissão do Conselho Regional de Contabilidade
31/08 (Sábado)
Na Área de Convivência
- 8h30 – 9h30
Rádio Guaíba – Programa Correio Rural – Lucas Rivas
Representação
A 42ª edição da Expointer, organizada pelo governo do Estado e Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural, inicia no próximo dia 24 de agosto, no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio. E o Sistema Ocergs-Sescoop/RS, uma das entidades copromotoras da feira, estará presente para receber as cooperativas gaúchas e o público em geral.
Durante a feira, a sede da Ocergs no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio, será palco de eventos dos ramos do cooperativismo e das cooperativas gaúchas e entidades parceiras.
Confira a programação do Sistema Ocergs-Sescoop/RS durante a Expointer:
26/08 (Segunda-feira)
Na Área de Convivência
- 10h – 11h30
- 13h –17h
- 14h30
- 14h30 – Lançamento do Prêmio Ocergs de Jornalismo
- 19h – 22h
- 10h –17h
- 14h30 – 16h
- 8h – 9h
- 11h – 12h
- 13h – 15h
- 9h – 19h
- 14h – 17h
- 10h – 13h
- 14h – 17h
- 9h:30 – 11h
- 14h – 15h
- 16h – 17h – Reunião Ocergs, cooperativas agropecuárias e DGRV
- 14h – 17h
- 11h – 12h30
- 9h – 12h
- 10h – 12h
- 14h – 17h
- 15h – 16h
- 9h30min – 12h
- 14h – 17h
- 10h – 12h
- 8h30 – 9h30
Representação