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Ocergs debate vigilância 24 horas em instituições financeiras

Ocergs debate vigilância 24 horas em instituições financeiras

A Ocergs reuniu no dia 19 de julho, em conjunto com a prefeitura de Bento Gonçalves e o Sistema de Crédito Cooperativo do RS, na Casa das Artes de Bento Gonçalves, vereadores e prefeitos da região de Bento Gonçalves para, juntamente com dirigentes e técnicos do Sicredi e da Ocergs, debater a legislação municipal que trata da vigilância 24 horas em instituições bancárias públicas e privadas ou cooperativas de crédito a manterem uma vigilância armada em tempo integral. O evento contou com a presença do presidente do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, Vergilio Perius, do presidente da Sicredi Pioneira RS, Tiago Schmidt, do presidente da Sicredi Serrana RS, Marco Balbinot, do conselheiro do Sicoob Meridional, Sadi Donazzolo, e ainda, com a participação do deputado estadual Elton Weber, presidente da Frencoop/RS, do presidente da Câmara de Vereadores de Bento Gonçalves, Rafael Pasqualo:o e do prefeito de Bento Gonçalves, Guilherme Pasin.

O prefeito de Bento Gonçalves Guilherme Pasin, destacou o fato de ter sido o prefeito que sancionou a lei municipal, e que sua ação foi em defesa da segurança da população. “Sou cooperativista convicto, pela forma como se relaciona com a comunidade. Mas estamos aqui discutindo a segurança, e isso é o ponto do debate”, lembrou. Disse ainda que quando da sanção, foi levado em questão a segurança dos munícipes. Por fim, disse que as questões de monitoramento remoto e outros aspectos de segurança, poderão e deverão ser importantes para o debate sobre a legislação que está em vigor em Bento Gonçalves.

Os representantes das cooperativas de crédito Sicredi Pioneira RS, Sicredi Serrana RS e Sicoob Meridional alertaram para a presença nas comunidades das cooperativas de crédito, onde a questão econômica tem igual destaque para a questão social, sendo que a vida das pessoas e dos associados das cooperativas está sempre em primeiro lugar. Alertaram também sobre a importante presença das cooperativas de crédito em municípios de todo o Rio Grande do Sul, sendo que a viabilidade econômica das unidades são sempre analisadas quando da decisão de permanência ou de nova instalação em municípios.

O deputado Elton Weber disse que a legislação vigente cumpre um clamor popular, e que é compreensível que os vereadores, assim como os deputados, atentem para questões como estas, onde a segurança é debatida. Disse ainda que, como ocorre na Assembleia Legislativa, as argumentações das partes envolvidas precisam ser ouvidas. “Quando a questão da segurança das agências bancárias e dos vigilantes foi colocada em pauta, ficamos atentos a isso. Mas temos que verificar também o que as instituições bancárias e cooperativas de crédito estão fazendo e ponderar, antes de apresentarmos e votarmos temas como esses”, destacou Weber.

O presidente do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, Vergilio Perius, alertou para a existência da lei municipal para segurança armada por 24 horas e, paralelamente, a lei federal que obriga a ter segurança monitorada nesse modelo à qual as cooperativas de crédito e redes bancárias já estavam adaptadas.

Representando a Central Sicredi Sul/Sudeste, o assessor jurídico Tiago Machado discorreu sobre os aspectos legais da norma em discussão, e os responsáveis pela área de segurança das cooperativas, Wagner Gotardo e Ricardo Golder, apresentaram as medidas que o Sicredi vem tomando para minimizar os impactos da criminalidade. Tiago Machado discorreu ainda sobre todas as medidas de segurança que a cooperativa está tomando, o que tem reduzido os índices de acessos dos criminosos aos numerários. Salientou que a maior das preocupações do Sicredi é com a segurança de seus colaboradores, terceirizados e associados. A questão da viabilidade econômica também foi esclarecida, já que em caso de presença de vigilantes por 24h nas unidades de atendimento, a manutenção de algumas agências poderá ser inviabilizada em função dos altos custos.

Participaram da reunião os prefeitos de Guaporé, Valdir Fabris; de Pinto Bandeira, Adair Ferrari; de São Valentim do Sul, Geri Macagnan, além do prefeito em exercício de Cotiporã, Ivaldo Wearich. O município de Garibaldi foi representado pelos secretários municipais Dalci de Pauli e Fernando Romio; Farroupilha foi representado por Paulo Fabiano. Estiveram presentes os vereadores de Bento Gonçalves, Anderson Zanella, Élvio Atzler de Lima, Sidnei da Silva e Volnei Christófoli, além de representantes dos vereadores Jocelito Tonie e Paulo Cavalli; de Novo Hamburgo, vereadores Cristiano Coller e Ênio Brizola. De São Francisco de Paula, o vereador Agostinho André Arnhold. Os deputados estaduais integrantes da Frencoop/RS, Sérgio Turra e Fran Somensi, estiveram representados por suas assessorias.

O capitão da Brigada Militar, Diego Caetano de Souza, explicou algumas dificuldades encontradas na comunicação das agências com as instituições de segurança e o vereador de Bento Gonçalves, Anderson Zanella, autor da lei municipal em vigência em Bento Gonçalves, explicou que na época da apresentação da proposição não foi feito debate que esclarecesse os pontos abordados durante o encontro deste dia.

Formação da Frencoops municipais Outra pauta abordada no encontro foi a criação de Frentes Parlamentares de Apoio ao Cooperativismo nas Câmaras Municipais de Vereadores da região, em função da importância do setor para a economia dos municípios. Vergilio Perius disse que a Ocergs está à disposição dos vereadores para orientações quanto à instalação da Frencoop.

Iniciadas atividades das duas primeiras Farmácias Languiru

Iniciadas atividades das duas primeiras Farmácias Languiru

Estão de portas abertas as duas primeiras Farmácias Languiru, novo negócio da cooperativa teutoniense. Instaladas junto ao Hospital Ouro Branco (HOB) e ao Supermercado Languiru, no Bairro Languiru, em Teutônia, as unidades atendem associados e a comunidade em geral. O ingresso no novo ramo econômico foi aprovado pelos associados em assembleia e os primeiros estabelecimentos foram negociados com a casa de saúde teutoniense, com expectativa bastante positiva.

“É um negócio que, bem administrado, deverá surpreender com relação ao seu desempenho econômico-financeiro. A partir do início das operações, após autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), passamos a incrementar a variedade de medicamentos e produtos disponíveis, atendendo à demanda dos consumidores, beneficiando a comunidade como um todo”, destaca o presidente da Languiru, Dirceu Bayer.

Ele ressalta que a negociação com o HOB é, também, uma forma de auxiliar o hospital, que passa por dificuldades financeiras a partir de atrasos nos repasses de recursos por parte do Governo do Estado. “Neste momento, firmamos contrato de locação da sala comercial que pertence ao Hospital Ouro Branco. Certamente isso auxilia para que a instituição dê continuidade ao seu processo de recuperação e siga oferecendo assistência em saúde à comunidade local e regional”, valoriza o presidente, mencionando a origem do hospital, que por um longo período foi administrado pela cooperativa. “No passado, o hospital pertenceu à Languiru. Hoje ele é mantido pela Associação Beneficente Ouro Branco. Mais uma vez a cooperativa estende a mão e auxilia essa importante casa de saúde. No cooperativismo, além do desempenho econômico, o pilar social é muito importante.”

Diferenciais

Entre os diferenciais, a Farmácia Languiru instalada junto ao hospital possui atendimento 24 horas e oferece o serviço de tele-entrega. Além do incremento no mix de produtos em medicamentos, perfumaria e bem-estar, a unidade também presta serviços farmacêuticos com profissionais qualificados e habilitados (aplicação de injetáveis, verificação de glicemia, verificação da pressão arterial e colocação de brincos), além de descontos em medicamentos e convênio com laboratórios.

Ampliação

A partir da experiência e desempenho dessas duas primeiras unidades, a cooperativa já estuda a possibilidade de ampliação do negócio. “Nossa ideia é estender também esse benefício a outros municípios, especialmente com a possibilidade de instalação de farmácias junto aos nossos Supermercados Languiru. Acreditamos no segmento”, adianta Bayer.

Ramo Saúde busca práticas de sucesso na Europa

Ramo Saúde busca práticas de sucesso na Europa

Cooperativas de Saúde iniciaram nesta segunda-feira uma missão técnica na Europa. A viagem técnica, realizada pela Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), tem por objetivo proporcionar o conhecimento aprofundado da realidade das cooperativas europeias de saúde, sobretudo com relação a financiamentos. A equipe é formada por representantes dos Sistemas Unimed e Uniodonto, da Confemed (Confederação Nacional das Cooperativas Médicas) e da OCB, e conta com a presença do diretor técnico sindical da Ocergs, Irno Pretto.

A programação desta segunda-feira ocorreu em Bruxelas, na Bélgica, e incluiu uma reunião com o diretor Geral da ACI, Bruno Roelants, e com a diretora geral da ACI Europa, Agnés Mattis. O objetivo foi conhecer aspectos gerais do cooperativismo em nível internacional e, mais detalhadamente, na União Europeia. A equipe verde-amarela, obteve informações sobre o cooperativismo de saúde, as modalidades de seguros e o trabalho de lobby da ACI Europa em prol do fortalecimento do modelo no continente europeu.

A missão brasileira também participou de uma audiência com o diretor para Sistemas de Saúde, Produtos Médicos e Inovação da União Europeia, Andrej Rys. A discussão girou em torno de assuntos como regulação, supervisão, financiamento e integração dos serviços públicos e privados nos países da União Europeia. Os cooperativistas também conheceram um pouco mais sobre a atuação da União Europeia no setor de saúde e a participação da iniciativa privada no mercado.

SOBRE A MISSÃO

A programação da missão técnica continua até sexta-feira, dia 19/7, e inclui reuniões e audiências com representantes da Federação Belga de Cooperativas, da Associação Alemã dos Fundos Estatutários de Saúde, do Ministério da Saúde da Alemanha, da Associação Alemã de Seguros Privados de Saúde e, ainda, da Confederação das Cooperativas Alemãs e da Fundação de Ciências da Saúde da Alemanha.

 
Fonte: Sistema OCB
Cotrirosa integra movimento SomosCoop

Cotrirosa integra movimento SomosCoop

Na semana em que se comemora o Dia Internacional do Cooperativismo e com o slogan Cooperar é a nossa vida, a Cooperativa Tritícola Santa Rosa - Cotrirosa integra na sua identidade visual e em seus produtos, o carimbo do movimento SomosCoop. Entre as ações está a inclusão, por exemplo, de spots que são utilizados nos programas de rádios da Cooperativa em oito emissoras da região, identificação no site e nas redes sociais da Cotrirosa.

A Cooperativa também trabalha num projeto de reestruturação da logomarca Nutrirosa, o que incluirá a marca SomosCoop nas embalagens dos seus 52 produtos, tanto os de alimentação humana quanto os de pássaros.

Para mostrar o quanto o cooperativismo cresce e está presente no dia a dia do brasileiro, o Sistema OCB criou o movimento SomosCoop - uma campanha nacional de valorização das cooperativas brasileiras, seus cooperados e empregados. O movimento serve também para sinalizar os produtos cooperativos e tem a vantagem de atrair um novo perfil de consumidor, que tende a ter mais autonomia sobre suas escolhas, mais engajado com questões tecnológicas, sociais e ambientais.

SomosCoop  

O SomosCoop foi criado para identificar, ressignificar e dar visibilidade ao cooperativismo no País. O Sistema OCB é seu principal representante, mas é só com o engajamento das unidades estaduais e das cooperativas que o movimento ganha força.

Marca SomosCoop

A marca gráfica SomosCoop está alinhada, estratégica e visualmente, com o movimento cooperativista internacional COOP. Por isso, traz seu logotipo como parte da marca. Junto à palavra coop, vem o somos, responsável por congregar os brasileiros ao movimento. A palavra somos é construída a partir da tipografia Intro e garante uma marca harmônica, humana e inclusiva.

A marca é composta por dois importantes símbolos: o elo, presente em coop, que reflete a essência do cooperativismo, e a bandeira do Brasil dentro de um círculo, que identifica o movimento no País.

Quer saber mais sobre o SomosCoop e como aderir ao nosso movimento? Então acesse https://www.somos.coop.br/ e saiba mais. Confira também o Guia SomosCoop e como você pode utilizar a marca SomosCoop em sua cooperativa.

Minha cooperativa já usa a marca SomosCoop

Queremos saber como estão as adesões ao movimento SomosCoop no Rio Grande do Sul. Se sua cooperativa já aderiu e faz parte do movimento SomosCoop, nos enviem relatos de como estão usando a marca e/ou carimbo SomosCoop! O Sistema OCB quer publicar em suas redes todas as cooperativas que já estão espalhando o movimento Brasil afora.

As informações que precisamos são:

Nome da cooperativa Ramo Observações: como a marca/carimbo estão sendo aplicados

Encaminhem para o e-mail Este endereço para e-mail está protegido contra spambots. Você precisa habilitar o JavaScript para visualizá-lo..

Com informações da Assessoria de Comunicação e Educação da Cotrirosa
Empregos crescem 17,8% no cooperativismo brasileiro

Empregos crescem 17,8% no cooperativismo brasileiro

São praticamente 50 milhões de brasileiros que têm no cooperativismo, seja direta ou indiretamente, uma fonte de trabalho e de renda. O modelo de negócio cooperativo contribui para o desenvolvimento econômico, social e sustentável do Brasil. A variação histórica dos últimos quatro anos (2014-2018) aponta um percentual de 17,8% de crescimento na geração de empregos, comprovando a relevância e resistência do setor no mercado.

Enquanto a população brasileira cresceu 5% de 2014 a 2018, o cooperativismo gerou 425,3 mil empregos diretos em 2018, uma expansão de 42,72% nos últimos oito anos. A região Sul é a que mais oferece oportunidades de trabalho, registrando 226,4 mil empregos diretos, o que representa 53,23% do total.

Ramos

Em relação a 2017, a variação de crescimento nos empregos no cooperativismo nacional ficou em 6,83%. Esse incremento é puxado pelos ramos Trabalho (441,4%), Turismo e Lazer (54,5%), Habitacional (28,6%) e Consumo (13%).

Confira o desempenho nacional de todos os ramos no último ano.

Essas e outras informações estão disponíveis no Anuário do Cooperativismo Brasileiro 2019.

Prêmio de Responsabilidade Social 2019 está com inscrições abertas

Prêmio de Responsabilidade Social 2019 está com inscrições abertas

A 20ª edição do Prêmio de Responsabilidade Social está com as inscrições abertas até 31 de julho. Instituído pela Lei n° Estadual nº 11.440/2000, o prêmio promovido pelo Parlamento Gaúcho tem como objetivo incentivar, no âmbito das organizações rio-grandenses, a realização de projetos voltados para o bem-estar social e para a preservação do meio ambiente.

Podem participar do certame empresas e sociedades cooperativas, entidades governamentais e instituições de ensino, entidades sem fins econômicos e municípios. A realização deste prêmio ocorre em parceria com entidades da Sociedade Civil representadas por uma Comissão Mista Organizadora, da qual faz parte o Sistema Ocergs-Sescoop/RS.

Inscrição

Para concorrerem às distinções, as organizações deverão informar seus dados de até 31 de julho de 2019, mediante o preenchimento do formulário eletrônico constante no portal do prêmio, no site www.al.rs.gov.br/responsabilidadesocial/2019, adotando o padrão previsto nos anexos, conforme o tipo jurídico da organização/categoria.

Troféu Destaque RS

As organizações que desejarem concorrer ao Troféu Destaque RS, em cada categoria, deverão apresentar, junto com o Balanço Social, até o dia 31 de julho de 2019, o Relatório de Responsabilidade Social, mediante preenchimento do formulário eletrônico disponível no sistema, adotando o padrão previsto nos anexos, conforme o tipo jurídico da organização/categoria.

Grupos e Categorias

1. Grupo - Empresas privadas

Podem participar do Prêmio, neste grupo, todas as empresas privadas que tenham atuação no Rio Grande do Sul, sendo que serão premiadas com o Troféu de Responsabilidade Social Destaque RS três empresas, uma em cada categoria, segundo a seguinte classificação por receita bruta:

- Micros e pequenas empresas: receita bruta anual até R$ 16.000.000,00.

- Médias empresas: receita bruta anual entre R$ 16.000.000,01 e R$ 300.000.000,00.

- Grandes empresas: receita bruta anual acima de R$ 300.000.000,00.

2. Categoria - Sociedades Cooperativas

Nesta categoria, estão aptas a participarem todas as cooperativas que tenham atuação no Estado, sendo que será premiada com o Troféu de Responsabilidade Social Destaque RS aquela que obtiver melhor nota na categoria.

3. Grupo - Governo

3.1 Categoria - Entidades Governamentais: Podem participar do Prêmio, nesta categoria, todas as empresas governamentais, fundações criadas ou mantidas pelos cofres públicos, autarquias e demais entidades da administração pública indireta que tenham atuação no Estado.

3.2 Categoria - Municípios: Podem participar, nesta categoria, todos os municípios do Rio Grande do Sul com uma única inscrição por prefeitura.

4. Grupo - Instituições de ensino

Podem participar do Prêmio, neste grupo, instituições de ensino fundamental, médio, técnico, profissionalizante e superior, públicas, privadas ou sem fins econômicos do Rio Grande do Sul, reconhecidas oficialmente, sendo que serão premiadas com o Troféu de Responsabilidade Social Destaque RS uma instituição em cada categoria, segundo a seguinte classificação:

4.1 Instituições de ensino fundamental, médio, técnico e profissionalizante.

4.2 Instituições de ensino superior.

5. Grupo - Entidades sem fins econômicos

Estão aptas a participarem do Prêmio, neste grupo, todas as instituições do Estado legalmente constituídas, não compreendidas nos grupos/categorias 2, 3 e 4, que não tenham fins econômicos e que tenham desenvolvido suas ações no Estado, sendo premiadas com o Troféu de Responsabilidade Social Destaque RS uma instituição em cada subcategoria, segundo a seguinte classificação, por montante de receita anual:

5.1 Receita anual total até R$ 250.000,00

5.2 Receita anual total acima de R$ 250.000,00

Premiação

O Prêmio abrange quatro tipos de reconhecimento: o Troféu de Responsabilidade Social - Destaque RS, a Medalha de Responsabilidade Social, bem como o Certificado de Participação no Prêmio de Responsabilidade Social e o Diploma Mérito Social.

Para mais informações sobre o Prêmio de Responsabilidade Social 2019 acesse o edital.

Texto da Reforma da Previdência garante direitos das cooperativas

Texto da Reforma da Previdência garante direitos das cooperativas

A comissão especial da Reforma da Previdência (PEC 6/2019) finalizou, na noite da última quinta-feira (4/7), a votação dos destaques que alteram trechos do substitutivo do relator, deputado Samuel Moreira (PSDB-SP).

Um deles retirou do texto da Reforma da Previdência dois dispositivos: o primeiro, que vedava qualquer nova prorrogação ou remissão de dívidas fora da folha de pagamentos, a exemplo do Funrural; e o segundo, que tributava as contribuições previdenciárias substitutivas da folha de pagamento nas exportações (o que afetaria algumas cadeias do setor agropecuário, como aves e suínos).

Esses dois pontos, que impactam diretamente o cooperativismo agro, foram alcançados a partir da atuação de integrantes das frentes parlamentares do Cooperativismo (Frencoop) e Agropecuária (FPA), como os deputados Evair de Melo (PP-ES), Alceu Moreira (MDB-RS), Sérgio Souza (MDB-PR) e Jerônimo Goergen (PP-RS).

Outros temas que envolvem as cooperativas e seus cooperados e que merecem destaque são:

CSLL para cooperativas de crédito: após mobilização da OCB e da Frencoop, o relator retornou alíquota de 15% de CSLL para as cooperativas de crédito. No caso dos bancos, a alíquota foi ampliada para 20%.

Aposentadoria Rual: O relatório manteve as regras atuais para quem exerce atividade econômica familiar, incluindo trabalhadores rurais, garimpeiros e pescadores artesanais. Ou seja, a idade mínima deve permanecer em 55 anos para mulheres e 60 para homens - contudo, eles deverão contribuir por 20 anos, ao invés dos 15, previstos na regra atual. No caso das mulheres, o tempo de contribuição não sofre alterações. Essas considerações também valem para os casos de segurados especiais.

A proposta do governo previa idade mínima de 60 anos para a aposentadoria de homens e mulheres, com 20 anos de tempo de contribuição para ambos os sexos.

A matéria agora segue para votação em dois turnos no plenário da Câmara dos Deputados. Clique aqui para conferir o texto aprovado na comissão especial.

Pacote de medidas é assinado pelo Mapa

Pacote de medidas é assinado pelo Mapa

Grandes notícias para as cooperativas agropecuárias! Um pacote de medidas que favorecem o cooperativismo no segmento foi assinado nessa quinta-feira (4/7) pela ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina. As novidades são fruto do esforço do Sistema OCB junto à pasta para que cooperativas e agricultores familiares tenham ampliados sua participação e acesso em políticas públicas voltadas ao setor.

A primeira medida assinada cria o programa Brasil Mais Cooperativo, cuja base é o documento “Propostas Para Um Brasil Mais Cooperativo”, de autoria do Sistema OCB, entregue a representantes do Governo Federal. O intuito do documento foi apresentar ao novo governo do País as propostas de como o cooperativismo pode contribuir para o desenvolvimento do Brasil. Seguindo a mesma ideia, o programa vai abranger todas as políticas em favor do cooperativismo que o Mapa pretende adotar.

Uma dessas políticas públicas também foi assinada nessa quinta-feira. Trata-se da Portaria nº 62/2019 que altera a forma de cálculo para concessão da Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP) para as cooperativas agropecuárias, tornando a DAP mais acessível a cooperativas que possuam agricultores familiares em seus quadros sociais.

COMBUSTÍVEL SOCIAL

A ministra Teresa Cristina também anunciou o envio, à Casa Civil, do decreto que vai permitir que 40 mil agricultores familiares, por meio de suas cooperativas, possam fornecer matérias-primas para a produção de biodiesel no âmbito do Selo Combustível Social. O programa viabiliza que usinas produtoras de biodiesel tenham acesso às alíquotas de PIS/Pasep e Cofins com coeficientes de redução diferenciados, oferecendo, em contrapartida, meios para uma adequada assistência técnica aos agricultores familiares fornecedores, ampliando assim a oferta qualificada de matéria-prima e a renda familiar desses produtores.

“Contamos com as cooperativas para, juntas, oferecer aos pequenos proprietários rurais mais acesso à informação e geração de renda”, disse Tereza Cristina durante a solenidade.

IMPORTÂNCIA

O secretário de Agricultura Familiar e Cooperativismo do Mapa, Fernando Schwanke, disse que essas medidas são de extrema importância para a inclusão de mais cooperativas nos programas do governo federal. “Estamos muito contentes em poder atender esses pedidos da OCB na semana em que o País celebra os 50 anos da OCB, o Dia de Cooperar e, também, o Dia Internacional do Cooperativismo”.

COMPROMISSO COM O PAÍS

O presidente da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Márcio Lopes de Freitas, avaliou as medidas como um marco na história do cooperativismo do País. “Nós elaboramos o documento Propostas para um Brasil Mais Cooperativo com a intenção de mostrar ao novo governo o quanto também estamos comprometidos com o desenvolvimento socioeconômico no Brasil. Então, a partir desse programa do Ministério da Agricultura, esperamos que outras áreas também vejam as cooperativas como estratégicas nesse processo de retomada do crescimento”.

EM BREVE

Outros dois acordos de cooperação entre OCB, Sescoop e Governo Federal serão assinados em um futuro próximo: um visa fomentar a intercooperação de boas práticas em gestão e inserção em mercados entre as regiões Norte e Sul, e outro voltado para cooperação técnica no desenvolvimento dos profissionais de ciências agrárias das cooperativas em defesa agropecuária.

Fonte: Assessoria de Imprensa do Sistema OCB
Cootravipa completa 35 anos nesta sexta-feira

Cootravipa completa 35 anos nesta sexta-feira

A Cootravipa – Cooperativa de Trabalho, Produção e Comercialização dos Trabalhadores Autônomos das Vilas de Porto Alegre Ltda – completa 35 anos com uma história de lutas, conquistas e superação, promovendo o desenvolvimento social através da geração de trabalho e renda de seus mais de 2 mil associados.

Atualmente, a Cootravipa é responsável pela limpeza urbana, limpeza de praças, capina de vias, coleta seletiva e operação das casas de bombas do município de Porto Alegre além de contratos firmados junto a iniciativa privada.

Compromisso Social - Oportunizar trabalho a todos, mas principalmente às pessoas menos favorecidas e, por isso, discriminadas pela sociedade, como apenados, idosos, pessoas em situação de rua, mulheres chefes de família, entre outros, investindo no desenvolvimento humano através de projetos sociais e capacitação continuada. Reconhecida pelos órgãos de representação, a Cootravipa é referência nacional no cooperativismo de trabalho.

História - A Cootravipa nasceu da necessidade de trabalho e renda das comunidades carentes das vilas de Porto Alegre, mais precisamente da Grande Cruzeiro, onde na década de 80 mais de 3 mil desempregados viviam com suas famílias à margem da sociedade, muitos desses há mais de nove meses sem trabalho. Após as manifestações que reivindicavam aos governos oportunidades de trabalho não surtirem grande efeito, a comunidade da Vila Cruzeiro decidiu fundar uma cooperativa, a exemplo do que vinham fazendo trabalhadores de outros países da América Latina.

Foi então que um grupo de 20 pessoas conseguiu, em um esforço coletivo, arrecadar a quantia necessária para registrar os documentos e levar adiante a ideia do novo modelo de negócio. Assim que no dia 05 de julho de 1984 nascia a Cooperativa de Trabalho, Produção e Comercialização dos Trabalhadores Autônomos das Vilas de Porto Alegre Ltda., a Cootravipa, com o lema “A União que deu Certo”.

Para a presidente da Cootravipa, Imanjara Marques de Paula, os 35 anos de existência da instituição representa um exemplo de como a força da união entre pessoas em prol de um objetivo coletivo pode transpor barreiras e gerar valor socioeconômico a todos os envolvidos: “Assim se consolidou a Cootravipa, uma cooperativa de pessoas de origem simples, porém empreendedoras que através do trabalho e dedicação coletivos quebraram paradigmas e conquistaram espaço, provando que é possível promover o desenvolvimento social através da geração de trabalho e renda que vise, sem discriminação, a sustentabilidade coletiva sendo essa uma das principais razões que fazem o cooperativismo resistir e crescer perante as adversidades. Muitos são os desafios que enfrentamos e ainda enfrentaremos, mas acreditamos que juntos sairemos sempre vitoriosos. É a união que deu certo mostrando o seu melhor!”, relata a presidente.

 
Fonte: Assessoria de Comunicação da Cootravipa
OCB completa 50 anos e divulga números do cooperativismo

OCB completa 50 anos e divulga números do cooperativismo

O cooperativismo gera trabalho, emprego, renda e confirma sua importância socioeconômica para o desenvolvimento estratégico do País. É o que apontam os números do Anuário do Cooperativismo Brasileiro (2019), lançando nessa quinta-feira (4/7), durante sessão solene conjunta realizada no Plenário do Senado Federal, em homenagem aos 50 anos da OCB, celebrados em 2019.

Senadores, deputados federais, representantes dos poderes Executivo e Judiciário, e cooperativistas participaram do evento, acompanhando o discurso do presidente da OCB, Márcio Lopes de Freitas, que falou em nome dos 50 milhões de brasileiros ligados ao cooperativismo.

Além do resultado das 6.828 cooperativas, a liderança cooperativista destacou a necessidade de um olhar mais cuidadoso por parte dos parlamentares para as questões que tramitam no Congresso Nacional.

“Diante da relevância das cooperativas para o País, gostaria de aproveitar a oportunidade para agradecer a todos pelo empenho em desenvolver o cooperativismo brasileiro, mas também para pedir que continuem olhando com o cuidado que as cooperativas merecem. Nós já fazemos muito social e economicamente falando, mas queremos e podemos fazer muito mais! Por isso contamos com cada um de vocês, inclusive dos representantes do governo federal e do Judiciário aqui presentes. Temos demandas urgentes tramitando nas Comissões desta Casa de Leis e nos ministérios e, juntos, podemos transformar o Brasil num país muito mais cooperativo”, enfatizou.

TRABALHO E EMPREGO

Dentre os principais resultados obtidos pelas cooperativas nos últimos anos e destacados pelo presidente da OCB estão o aumento no ingresso de novos cooperados e o crescimento na geração de empregos diretos.

“Estamos na contramão do desemprego! Geramos, entre 2014 e 2018, cerca de 18% a mais de postos de trabalho – bem mais do que os outros setores econômicos. Segundo o IBGE, a empregabilidade brasileira, no mesmo período, cresceu apenas 5%. Tanto que o número de cooperados, ou seja, quem trabalha por um país melhor, também cresceu e o percentual é de encher os olhos: 15%”, destaca o presidente da OCB.

DEPOIMENTOS

CRESCIMENTO: “O cooperativismo promove, diariamente, o crescimento da nação e, por isso, me coloco a disposição das cooperativas brasileiras para defender seus interesses. Acredito muito nesse jeito de olhar o mundo, fazer negócios e de agir em prol de um mundo melhor”.

Senador Luis Carlos Heinze (RS), que propôs a sessão solene pelo Senado.

DESAFIO: “Celebrar 50 anos pode ser traduzido como superação de dificuldades e em aprendizados importantes. O grande desafio agora é saber aproveitar as oportunidades de um mercado cada vez mais exigente, sem, contudo, esquecer dos valores e princípios, praticados em mais de 100 países e que torna o cooperativismo um modelo de negócios único”.

Deputado Evair de melo (ES), que propôs a sessão solene pela Câmara dos Deputados.

HISTÓRIA: “Aproveito esta celebração para agradecer a todas as pessoas que trabalharam, ao longo dessas cinco décadas, para fortalecer o cooperativismo. A história não nasce sozinha. É gente que a faz e não podemos esquecer daqueles que não mediram esforços para chegarmos nesses 50 anos”.

Roberto Rodrigues, embaixador especial da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) para o cooperativismo mundial.

AGRICULTURA: “Hoje, o Brasil pode dizer que só tem uma agricultura, integrando os grandes, os médios e os pequenos para alimentar o País e o mundo. É assim que as cooperativas agem: direcionando o esforço para um único foco. Não temos dúvida de que as cooperativas agropecuárias vão fortalecer o papel do Brasil no cenário internacional”.

Fernando Schwanke, Secretário de Agricultura Familiar e Cooperativismo do Ministério da Agricultura.

CRÉDITO: “Pretendemos aumentar de 8% para 20% a participação das cooperativas no Sistema Financeiro Nacional e, para isso, pretendemos estimular o crescimento delas nas regiões Norte e Nordeste, não apenas para levar crédito, mas para levar o espírito cooperativo”.

Paulo Souza, diretor de Fiscalização do Banco Central do Brasil.

LINKS

  1. ANUÁRIO: Clique aqui para acessar os dados.
  2. ENTREVISTA: Clique aqui para conferir a entrevista com Márcio Freitas sobre outros destaques do anuário.
  3. FOTOS: Clique aqui para conferir as fotos da sessão solene.
Fonte: Assessoria de Imprensa do Sistema OCB
Cooperativas de Santa Rosa se unem em ação do Dia C

Cooperativas de Santa Rosa se unem em ação do Dia C

As Cooperativas de Santa Rosa, Cooperconcórdia, Cotrirosa, Coopermil, Cresol, Cooperluz, Unicred e Sicredi, com o apoio do Sistema Ocergs–Sescoop/RS, se unem para integrar o movimento do Dia C – Dia de Cooperar 2019. A ação consiste na mobilização dos funcionários das cooperativas para doação de sangue no hemocentro de Santa Rosa, durante o mês de julho.

“Doar sangue é doar vida, quando cooperamos melhoramos a vida de todos”. Esta frase reforça o material de divulgação da campanha, no sentido de sensibilizar as pessoas sobre a importância da ação solidária em benefício da vida.

A celebração do Dia de Cooperar, coordenado pelo Sistema OCB, coincide com o Dia Internacional do Cooperativismo, comemorado no primeiro sábado de julho de cada ano. A data da celebração este ano é dia 6, nesse próximo sábado. Por meio do Dia C, cooperativistas e voluntários de todo o País promovem iniciativas que transformam a realidade das pessoas e contribuem para a construção de um país mais justo, equilibrado e com mais oportunidades para todos.

Fonte: Assessoria de Comunicação, Educação e Marketing da Cotrirosa
Governo amplia possibilidade de acesso de cooperativas agro ao Pronaf

Governo amplia possibilidade de acesso de cooperativas agro ao Pronaf

A Portaria nº 62, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), que altera a forma de cálculo para concessão da Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP) para as cooperativas agropecuárias, foi publicada no Diário Oficial da União dessa quarta-feira (3/7).

A partir da publicação, para que uma cooperativa singular possa ser beneficiária da DAP Jurídica, o quadro de cooperados deve ser constituído por mais da metade de agricultores familiares com DAP ativa. Anteriormente, a exigência é que fosse comprovado que, no mínimo, 60% de seus associados fossem agricultores familiares com DAP.

CENTRAIS

Houve alteração também para a concessão da DAP Jurídica para as cooperativas centrais. Com o novo normativo, para que essas cooperativas possam acessar a Declaração, a soma dos agricultores familiares com DAP ativa deve constituir mais da metade do número de cooperados pessoas físicas da totalidade das cooperativas singulares. Para deterem a DAP anteriormente, essas cooperativas deviam ser constituídas exclusivamente por cooperativas singulares da agricultura familiar com DAP Jurídica.

Desde o início da nova gestão do governo federal, a OCB vem trabalhando junto à equipe da Secretaria de Agricultura Familiar e Cooperativismo do Mapa um melhor enquadramento das cooperativas e seus cooperados nas políticas públicas da agricultura familiar.

Com essa nova formatação, um número maior de cooperativas agropecuárias e, consequentemente, de agricultores familiares cooperados, poderão ter acesso às políticas de fomento destinadas a esse público, possibilitando assim um tratamento mais adequado às necessidades desses agricultores, agregando valor à sua produção e gerando renda para essas famílias.

Fonte: Assessoria de Imprensa do Sistema OCB
Cotrirosa arrecada mais de 5 mil peças na Campanha do Agasalho

Cotrirosa arrecada mais de 5 mil peças na Campanha do Agasalho

A solidariedade também esteve presente nas comemorações dos 51 anos de fundação da Cotrirosa, através da Campanha do Agasalho, realizada nos 18 municípios de atuação da Cooperativa. Em 30 dias de campanha, mais de 5 mil peças de roupas e 200 pares de calçados foram arrecadados entre os funcionários, associados e clientes da Cotrirosa.

Como parte integrante das atividades da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa), a campanha, além de beneficiar funcionários e familiares que tinham necessidade de agasalhos, também destinou doações para as seguintes entidades de Santa Rosa: Maternidade Solidária, Escola Ciep, Escola Educação infantil São Franscisco, Abefra, Avipae, Asilo, Afapene e grupo de voluntárias que trabalham com crianças. Além dessas, foram destinadas doações para a Assistência Social de Alecrim, Assistência Social/Defesa Civil de Roque Gonzales, Secretaria de Assistência Social de Senador Salgado Filho, Assistência Social de Santo Cristo, através do Lions Clube, Brechó solidário da Associação Hospitalar Tucunduva/Novo Machado e Lar da Velhice de Giruá.

Fonte: Assessoria de Comunicação e Educação da Cotrirosa
Cooperativismo brasileiro celebra acordo comercial entre Mercosul e União Europeia

Cooperativismo brasileiro celebra acordo comercial entre Mercosul e União Europeia

Um marco para a economia e para o cooperativismo! Após quase 20 anos de negociações, as autoridades do Mercosul e da União Europeia acabam de anunciar a conclusão das negociações em torno do Acordo de Associação entre os dois blocos. A decisão foi anunciada após reunião das equipes negociadoras em Bruxelas, na Bélgica. O acordo comercial tem grande potencial para a ampliação das exportações brasileiras, já que se consolida, assim, uma área de livre-comércio composta por mais de 775 milhões de habitantes e US$ 20 trilhões de Produto Interno Bruto unificado.

Falando especialmente sobre o setor cooperativista, os ganhos podem chegar a cerca de US$ 70 bilhões na exportação de produtos gerados por cooperativas, com 98% deste valor concentrado no ramo agropecuário, sendo carnes (US$ 12 bilhões, principalmente para carne de frango), açúcar (US$ 9 bilhões) e milho (US$ 4 bilhões) os com mais potencial. As cooperativas produtoras de café, rações, sucos, frutas, especiarias, mel e algodão também serão beneficiadas. O acordo traz pontos de atenção para as cooperativas focadas em vinhos, lácteos, trigo e malte e a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) destaca que sempre defendeu o posicionamento destes setores com relação as propostas do acordo.

Os ramos Mineral, de Produção, Transportes, Consumo, Infraestrutura e Saúde também são contemplados e somam potencial de US$1,4 bilhão em exportações. Neste contexto, as cooperativas de garimpo de quartzo e estanho, e as produtoras de alguns tipos de calçados (especialmente sandálias e componentes de calçados), são as principais beneficiadas.

Na importação, o potencial de venda dos produtos de cooperativas da União Europeia para o Brasil também se aproxima de US$ 70 bilhões, sendo 70% no agronegócio. A inclusão de produtos como fertilizantes ou maquinário europeu no acordo de livre-comércio, e a possível autorização de participação de prestadores europeus de serviços na economia brasileira, podem reduzir o custo de produção no campo e nas cidades do país. Cooperativas de Transportes, Consumo, Infraestrutura e Saúde, por exemplo, podem ter os custos de compra de seus insumos reduzidos pelo acordo.

Este é o marco da finalização das tratativas. Contudo, para que entre em vigor, o acordo ainda deverá passar pela ratificação dos Parlamentos das nações envolvidas. Nos últimos acordos semelhantes esse processo levou até 5 anos, e a Organização das Cooperativas Brasileiras seguirá acompanhando os novos passos e empenhada, ao lado da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), na defesa dos interesses do setor junto ao Poder Executivo e ao Congresso Nacional.

 
Fonte: Sistema OCB
Banco Central aposta em cooperativas como aliadas

Banco Central aposta em cooperativas como aliadas

Menos de um mês após o Banco Central anunciar os quatro eixos de sua Agenda BC#, o presidente da autarquia, Roberto de Oliveira Campos Neto, esteve na sede da Organização das Cooperativas Brasileiras, em Brasília, nesta terça-feira (25), para explicar como o Sistema Nacional de Crédito Cooperativo (SNCC) pode contribuir com as ações da chamada democratização financeira, foco da Agenda. O cooperativismo, conforme anunciado, faz parte do eixo Inclusão.

Campos Neto, que, durante o evento, estava acompanhado por diversos diretores do Banco Central, fez questão de destacar o crescimento das cooperativas de crédito em tempos de crise, com índices superiores ao desempenhado pelos demais integrantes do Sistema Financeiro Nacional. Segundo ele, as cooperativas possuem diferenciais muito estratégicos. Dentre eles: o atendimento diferenciado, o foco no cooperado, o estímulo à poupança e a democratização do acesso ao crédito, sobretudo entre os pequenos investidores.

Sobre a participação das cooperativas de crédito nesse grande projeto de retomada econômica nacional, Campos Neto disse que pretende ouvir, ainda mais, o setor para saber o que pode ser melhorado. Como exemplo, o presidente do Banco Central disse que pretende aprimorar a Lei Complementar nº 130/2009, tida como marco legal do SNCC e que acaba de completar 10 anos.

INCLUSÃO

A dimensão Inclusão, que engloba as cooperativas de crédito, pode ser traduzida na facilidade de acesso ao mercado para todos: pequenos e grandes, investidores e tomadores, nacionais e estrangeiros. Entre as medidas para alcançar esse objetivo, estão plataformas digitais, menos burocracia e simplificação de procedimentos.

O objetivo desse eixo é expandir o cooperativismo de crédito. Para isso, o Banco Central atuará, em conjunto com as cooperativas, em três grandes vetores: 1) Fomento de atividades e negócios; 2) Aprimoramento da organização sistêmica e promoção do aumento da eficiência do segmento; e 3) Aprimoramento da gestão e da governança.

Um dos desafios lançados pelo presidente do Banco Central é ampliar a presença do cooperativismo de crédito nas regiões Norte e Nordeste. “Precisamos de um projeto de expansão”, comenta Campos Neto, informando que gostaria de ver os primeiros resultados dessa ação ainda no segundo semestre deste ano. “Sei que é um trabalho conjunto e, por isso, irei acompanhar esse projeto pessoalmente”, declara.

Por fim, o presidente do Banco Central afirmou que já está na hora de todos trabalharem por um país melhor para todos: “Precisamos crescer a torta. Chega de nos preocuparmos apenas com o nosso pedaço”.

DESAFIO

O presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, disse que os desafios são enormes, mas que nessa tarefa de contribuir com o Banco Central, contará com a participação de cada cooperativa, dirigente ou cooperado do país. “É a oportunidade de nos tornarmos uma expressão cada vez maior na economia do país e de mostrarmos o nosso trabalho. Aquilo que fazemos de melhor: cuidar do nosso cooperado”.

Segundo Márcio Freitas, o cooperativismo é ideal para incluir mais brasileiros no Sistema Financeiro Nacional (SFN), por isso, é uma das estratégias do Banco. De acordo com o IBGE, ainda há cerca de 60 milhões de pessoas ‘desbancarizadas’ no país, ou seja, cerca de ¼ da população ainda é considerada “sem-instituição financeira”.

O coordenador do Conselho Consultivo do Ramo Crédito (CECO), Manfred Dasenbrock, destacou que a proposta do Banco Central é, de fato, desafiadora, mas exequível. “Nosso propósito é servir as pessoas, oferecendo serviços financeiros de qualidade, com preço justo e atendimento personalizado. Somos apaixonados por inclusão financeira. Tanto é verdade que, em centenas de municípios do país, as cooperativas de crédito são as únicas instituições financeiras presentes”, avalia Manfred.

VANTAGENS

Presentes em praticamente todo o território brasileiro, as cooperativas de crédito possuem, juntas, a maior rede de atendimento bancário do país e um portfólio de produtos e serviços (tais como: conta corrente, empréstimos, financiamentos, investimentos, planos de previdência e seguros) similar à dos demais integrantes do SFN, mas com taxas e tarifas cerca de 30% menores.

Além de economia, as cooperativas oferecem inclusão e educação financeira a mais de 10 milhões de brasileiros, muitos deles moradores de uma das dezenas de cidades onde elas são as únicas instituições financeiras presentes. Só na última década, o número de pessoas que se vincularam à uma cooperativa de crédito cresceu praticamente 180%.

Outro aspecto que torna uma cooperativa de crédito a alternativa mais viável para cidadãos e empreendedores que buscam opções mais vantajosas no Sistema Financeiro Nacional, é o Fundo Garantidor do Cooperativismo de Crédito (FGCoop). Criado para assegurar valores de até R$ 250 mil, por depositante, em casos de intervenção ou liquidação extrajudicial, o fundo trouxe mais segurança institucional, credibilidade e competitividade para todo o Sistema Nacional de Crédito Cooperativo (SNCC).

COMPROMETIMENTO

O evento também contou com a participação de deputados e senadores, integrantes da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), que manifestaram seu comprometimento com a causa cooperativista especialmente no que diz respeito ao estímulo ao desenvolvimento do setor, visando o fortalecimento de toda a economia brasileira. Representando toda a diretoria da OCB, esteve Edivaldo Del Grande, presidente do Sistema Ocesp. E representando o Rio Grande do Sul, Márcio Port, vice-presidente da Central Sicredi Sul/Sudeste e Paulo Abreu Barcellos, conselheiro administrativo da Unicred e conselheiro fiscal da Ocergs.

Estiveram presentes prestigiando o evento da Agenda BC# os parlamentares:

Deputado Evair de Melo (ES) – presidente da Frencoop

Senador Luis Carlos Heinze (RS)

Deputado Domingos Sávio (MG)

Deputado Arnaldo Jardim (SP)

Deputado Zé Silva (MG)

Deputado Celso Maldaner (SC)

Deputada Aline Sleutjes (PR)

Deputada Caroline de Toni (SC)

QUATRO DIMENSÕES

A reformulação da agenda foca em quatro aspectos:

INCLUSÃO: Facilidade de acesso ao mercado para todos: pequenos e grandes, investidores e tomadores, nacionais e estrangeiros.

COMPETITIVIDADE: Adequada precificação por meio de instrumentos de acesso competitivo aos mercados.

TRANSPARÊNCIA: No processo de formação de preço e nas informações de mercado e do BC.

EDUCAÇÃO: Conscientização do cidadão para que todos participem do mercado e cultivem o hábito de poupar.

 
Fonte: Sistema OCB
Abertura da Casa Memória e Cultura Unimed Federação/RS é celebrada

Abertura da Casa Memória e Cultura Unimed Federação/RS é celebrada

O cenário cultural de Porto Alegre celebra a abertura da Casa Memória e Cultura Unimed Federação/RS. A cerimônia de inauguração do espaço - na manhã da quarta-feira, 26 de junho - reuniu personalidades da área médica, histórica, cultural, museólogica e imprensa, que pode conferir a Casa antes da abertura ao público.

Com visitação gratuita - de segunda à sexta-feira, das 12h às 18h -,  a Casa Memória e Cultura tem no andar térreo a exposição permanente sobre a história da Federação - em âmbito nacional e regional. No andar superior: sala multifuncional, espaço para exposições temporárias, palestras e oficinas, que na abertura recebe a mostra Homo Machina nos 500 anos pós Leonardo da Vinci, com obras assinadas pelo escultor e cirurgião plástico Paulo Favalli, com uma peça criada exclusivamente para a Casa em homenagem ao artista renascentista.

O presidente da Unimed Federação/RS, Nilson Luiz May, explicou que o processo de seleção do material iniciou despretensiosamente há quase 10 anos. “Separamos documentos, atas e registros importantes. De dois anos para cá formamos uma equipe especializada, para que pudéssemos reconstruir de forma profissional a história da Federação”, contou May. “A Casa foi pensada não só para a Unimed. Entendemos a importância do passado, das artes e da cultura e queremos eles inseridos no dia a dia. Essa Casa é para isso!” completou o presidente.

Também presente na ocasião, o Secretário da Cultura de Porto Alegre, Luciano Alabarse, afirma que a abertura da Casa Memória e Cultura é motivo de júbilo para profissionais que trabalham no meio cultural, “quem não valoriza e reconhece seu passado não tem elementos para projetar o futuro”, destacou. Representando o Governo do Estado, o diretor de Memória e Patrimônio da Secretaria de Estado da Cultura, Eduardo Hahn,  comentou que em um momento de valorização da tecnologia, novas áreas para valorização cultural devem ser exaltadas. “Todos os documentos e dados aqui preservados fazem a continuidade da história”, finalizou.

Casa Memória e Cultura Unimed Federação/RS

Rua Santa Terezinha, 263 - Bairro Farroupilha

Visitas mediadas: 12h às 18h - segunda a sexta-feira

Horário de pesquisa: mediante agendamento

Entrada gratuita

Informações: 51 3395-9599 | Este endereço para e-mail está protegido contra spambots. Você precisa habilitar o JavaScript para visualizá-lo.

   
Fonte: Unimed Federação/RS
OIT reconhece cooperativas como geradoras de trabalho decente

OIT reconhece cooperativas como geradoras de trabalho decente

O modelo cooperativo de negócios acaba de ser reconhecido pela Organização Internacional do Trabalho (OIT). Na sexta-feira (21/6), durante sua 108ª reunião, realizada em Genebra, na Suíça, mais de 6 mil representantes dos 170 países-membros aprovaram a Declaração Centenária da OIT para o Futuro do Trabalho, que aprimora o arcabouço jurídico global, voltado às relações de trabalho.

A OIT é diferente da Aliança Cooperativa Internacional (ACI). Trata-se de um organismo internacional de direito público, composto por estados e governos de dezenas de países. Com apoio de alguns governos, inclusive o do Brasil, a declaração incluiu o cooperativismo. O texto aprovado afirma o seguinte:

“A OIT deve direcionar seus esforços para (...) apoiar o papel do setor privado como principal fonte de crescimento e criação de empregos, promovendo um ambiente propício ao empreendedorismo e às empresas sustentáveis, bem como às cooperativas e à sociedade de economia social e solidária, a fim de gerar trabalho decente, emprego produtivo e melhores padrões de vida para todos”.

A declaração reconhece que, em tempos de “mudança transformadora no mundo do trabalho” e “desigualdades persistentes”, “é imperativo agir com urgência para aproveitar as oportunidades e enfrentar os desafios para moldar um futuro de trabalho justo, inclusivo e seguro para todos”.

“O movimento cooperativo saúda a Declaração final e deseja destacar a frutífera colaboração com a OIT desde sua criação. Como responsáveis ​​por proporcionar emprego a 10% da população mundial empregada, as cooperativas são atores cruciais para a construção de um futuro melhor hoje”, declarou o presidente da ACI, Ariel Guarco.

SOBRE A OIT

Atualmente com 170 membros, a Organização Internacional do Trabalho foi criada em 1919, no âmbito do Acordo de Versailles, que pôs fim à Primeira Guerra Mundial. Sua principal função é promover as condições adequadas de trabalho em todo o mundo.

O cooperativismo colabora com a OIT desde sua criação, em 1919. De fato, o primeiro diretor geral da OIT, o francês Albert Thomas, era também membro do Conselho de Administração da ACI. Atualmente, a OIT é o único organismo internacional vinculado à ONU com um departamento exclusivamente dedicado a estatísticas de cooperativas.

VITÓRIA

A inclusão das cooperativas na declaração da OIT representa uma vitória para a ACI (membro observador da OIT), que trabalhou incessantemente para isso. A OCB, por sua vez, apoiou o esforço, pedindo ao governo brasileiro a defesa de uma emenda que incluísse o modelo cooperativista na Declaração. A delegação brasileira atendeu ao pedido, apresentando junto com o grupo de países latino-americanos a emenda que acabou sendo aprovada pela plenária da OIT.

Com efeito, as decisões tomadas no âmbito da OIT têm implicações nas legislações dos países-membros. Em 2002, por exemplo, ocorreu a publicação da Recomendação 193, que estimulava os membros a promover o cooperativismo de trabalho em seus países. Um dos desdobramentos dessa recomendação, aqui no Brasil, foi a proposta e aprovação da Lei 12.690/2012, que trata especificamente do cooperativismo de Trabalho.

Fonte: Assessoria de Imprensa do Sistema OCB
Desafio cultural sobre cooperativismo une estudantes em Taquari

Desafio cultural sobre cooperativismo une estudantes em Taquari

Uma manhã repleta de bons sentimentos, ideias, cultura e diversão. Assim foi o encontro do Projeto Sementes do Cooperativismo, realizado pela Certaja no dia 18 de junho, na Acerta, em Taquari. O desafio cultural proposto mobilizou os estudantes de três instituições após uma visita do Núcleo de Comunicação da Cooperativa, quando foi lançada a proposta para que cada uma delas produzisse e apresentasse atividades seguindo os quesitos de adequação ao tema cooperativismo e aos 50 anos da Certaja, criatividade, clareza e originalidade.

Representando o município de Bom Retiro do Sul, a Escola Anita Ferreira de Moraes trouxe uma encenação em que a vida real se misturou com a ficção. Como se estivessem rodando um filme em um set cinematográfico, os alunos contaram o quanto os habitantes da zona rural gaúcha sofriam com a precariedade de uma vida sem energia elétrica, quando se usavam lampiões e não havia televisão, geladeira ou chuveiro elétrico. As coisas tomaram outro rumo quando os governos se uniram para viabilizar a criação da Certaja. Uma bela canção entoada em conjunto mostrou a potência dos talentos reunidos em torno de uma ideia em comum e garantiu o primeiro lugar na disputa.

A Escola Gonçalves Dias, de Triunfo, construiu um jornal filosófico com situações importantes ocorridas em 1969, quando iniciou o Jornal Nacional, Gilberto Gil lançou Aquele abraço, o homem pisou na Lua e a Certaja foi fundada. O programa humorístico do grupo inglês Monty Pyton, que em um dos episódios encenou um futebol filosófico, serviu como mote para discutir o Mito da Caverna, de Platão, pensador encenado como um técnico de time que propunha abandonar a escuridão através do esclarecimento originado pelo saber. Kant, Locke, Rousseau foram alguns dos iluministas convocados e ajudaram a trazer o troféu de vice-campeões do Projeto.

A Escola Nossa Senhora da Saúde, de Passo do Sobrado, também recuperou fatos marcantes em 1969. A realidade das comunidades gaúchas às escuras naquele longínquo ano foi rememorada, mostrando como surgiu a ideia da fundação da Cooperativa e as mudanças importantes que transformaram a vida de seus cooperados. Através da dança e encenações marcantes, os alunos interpretaram com a melhoria do cotidiano por conta dos benefícios da energia elétrica e destacaram a importância do seu uso consciente.

A abertura da atividade contou com a apresentação do novo jingle da Certaja, comemorativo aos seus 50 anos celebrados ao longo de 2019, bem como a nova mascote, um eletricista que precisa ser “batizado” com um nome, proposta lançada aos estudantes presentes. O Abelix, mascote que há mais de uma década anima os eventos da Cooperativa, também compareceu. Uma vasta mesa de jurados foi convocada para a difícil tarefa de avaliar as intervenções culturais. Nos intervalos, o mágico Alex Meyer divertiu a plateia com truques e brincadeiras.

EXPERIÊNCIA COLETIVA - A atividade é o ponto alto de uma etapa iniciada em março deste ano, com visitas às três escolas, palestras sobre o cooperativismo e o lançamento de desafios culturais em uma experiência coletiva, intensa e que lança sementes que irão germinar em um futuro próximo.

Criado em 1998 e reformatado em 2010, o objetivo do Sementes do Cooperativismo é ampliar a educação cooperativista para além dos cooperados, visando preparar os futuros líderes e o corpo social da Certaja a contribuírem com um desenvolvimento mais amplo e igualitário. O projeto atende ao princípio do cooperativismo “Educação, formação e informação”, que trata da educação cooperativa, manifestando o compromisso com a comunidade, através de ações em escolas da área de atuação da Cooperativa. A valorização do ser, ao invés do ter, é um dos alicerces do Projeto Sementes do Cooperativismo. A organização está sob a responsabilidade do Núcleo de Comunicação da Certaja, com a parceria e apoio do Sescoop/RS.

Fonte: Núcleo de Comunicação da Certaja
Fecoergs e Sefaz debatem incidência de ICMS

Fecoergs e Sefaz debatem incidência de ICMS

As cooperativas do ramo Infraestrutura filiadas a Federação das Cooperativas de Energia, Telefonia e Desenvolvimento Rural do Rio Grande do Sul (Fecoergs) foram recebidas no dia 19 de junho pelo secretário estadual da Fazenda, Marco Aurélio Santos Cardoso e pelo sub-secretário da Receita Estadual Ricardo Neves. A audiência foi acompanhada pelo deputado estadual Elton Weber, presidente da Frencoop/RS e tratou da incidência de ICMS na subvenção tarifária sobre as contas de energia dos associados das cooperativas. Participaram da audiência o presidente do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, Vergilio Perius, o presidente e o superintendente da Fecoergs, Iloir de Pauli e José Zordan, respectivamente, além de presidentes e técnicos ligados à Federação.

A pauta das cooperativas de Infraestrutura junto às autoridades fazendárias do Rio Grande do Sul diz respeito à cobrança deste ICMS retroativo há cinco anos, o que, segundo a Fecoergs e por norma da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) é ilegal. Perius ressaltou a natureza jurídica das cooperativas, que são formadas por produtores associados, e ressaltou a questão social do trabalho desenvolvido pelas cooperativas. “Também reforço o fato das cooperativas levarem a internet ao homem do campo, o que está contribuindo com o Estado nas questões da NFE (Nota Fiscal Eletrônica). A energia é um insumo fundamental para que possamos aumentar a produção e a produtividade de nossos agricultores, e as cooperativas estão diretamente ligadas a esse processo. Sem falar do investimento que é feito no meio rural por nossas cooperativas”, disse Perius.

O superintendente da Fecoergs, José Zordan, lembrou que desde 1941 as cooperativas atendem o meio rural, antes somente com energia e agora levando a internet no campo, o que possibilitará a implantação da NFE. “Fazemos esse serviço com qualidade e eficiência. Temos também redes construídas pelas cooperativas para levar a energia gerada pela PCHs (Pequenas Centrais Hidrelétricas), também com investimento de nossas associadas . Agora, o assunto que nos traz aqui é a cobrança de ICMS sobre a subvenção da tarifa de energia, pois 70% de nossos associados são do meio rural. Se persistir essa cobrança, o valor terá que ser suportado pelas cooperativas, o que acarretará em custos mais altos para o produtor. A Aneel não reconhece essa cobrança retroativa a cinco anos”, argumentou Zordan. Somente dois Estados, Rio Grande do Sul e Pernambuco, estão fazendo essa cobrança. Os dirigentes fazendários, Marco Aurélio Santos Cardoso e Ricardo Neves solicitaram mais documentações para a Fecoergs, para que possam responder ao questionamento com maior embasamento.

Reunião ordinária para atualização de informações

Durante a manhã do dia 19 de junho, as cooperativas gaúchas filiadas a Fecoergs estiveram reunidas na sede do CFPC (Centro de Formação Profissional Cooperativista) para uma reunião ordinária, onde foram abordados assuntos referentes ao Atlas Solar do Rio Grande do Sul, apresentado pelo engenheiro Eberson Thimmig Silveira, diretor da Secretaria de Meio Ambiente e Infraestrutura do RS. Outras pautas, como a possibilidade de áreas rurais atendidas pela CEEE passarem às cooperativas e uma viagem de estudos para os Estados Unidos, com recursos do Sescoop/RS, também foram discutidas.

O superintendente do Sescoop/RS, Gerson Lauermann e gerente de Monitoramento, José Máximo Daronco, apresentaram a resolução 127/2019, do Sescoop/RS, que alterará a forma de liberação de recursos para as cooperativas. A reunião foi aberta pelo presidente da Fecoergs, Iloir de Pauli e pelo presidente da Ocergs, Vergilio Perius, e conduzida pelo superintendente da Federação, José Zordan. Participaram presidentes e técnicos das cooperativas de Infraestrutura do RS.

Governo lança Plano Safra com R$ 225,59 bilhões

Governo lança Plano Safra com R$ 225,59 bilhões

O Governo Federal lançou nesta terça-feira (18/6) o Plano Safra 2019/2020, que atenderá pequenos, médios e grandes produtores. Foram disponibilizados R$ 225,5 bilhões para apoiar a produção agropecuária nacional. Do total, R$ 222,74 bilhões são para o crédito rural (custeio, comercialização, industrialização e investimentos), R$ 1 bilhão para o Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR) e R$ 1,85 bilhão para apoio à comercialização. Essa é a primeira vez, em 20 anos, que o governo une numa mesma política pública os planos Safra da Agricultura Familiar e o Agrícola e Pecuário.

O lançamento ocorreu no Palácio do Planalto, em Brasília (DF), e contou com a presença do presidente Jair Bolsonaro, do vice-presidente Hamilton Mourão, de diversos ministros, dentre os quais, Tereza Cristina (Agricultura) e Onyx Lorenzoni (Casa Civil), além do presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, que discursou em nome de todo o setor agropecuário. A cerimônia foi prestigiada, ainda, por secretários do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), parlamentares e representantes do setor agrícola.

COOPERAÇÃO

O presidente Jair Bolsonaro elogiou a construção conjunta da equipe de governo para o Plano Safra e destacou inovações como a disponibilização de R$ 500 milhões para os pequenos produtores construírem ou reformarem suas casas. “Foi uma elaboração que passou por muita gente. Eu fico muito feliz de estar à frente de um governo onde todos falam entre si. Aqui não há brigas políticas, apenas o empenho em servir o Brasil”, disse Bolsonaro.

PAPEL FUNDAMENTAL

A ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, destacou que toda a agricultura, independentemente de seu porte, desempenha papel fundamental para garantir a segurança alimentar não só do Brasil, mas de outros 160 países, parceiros comerciais. “Temos, enfim, uma só agricultura alimentando com qualidade o Brasil e o mundo”, destacou.

DISCURSO

Márcio Freitas agradeceu o esforço do Governo Federal em ampliar a política pública em um momento em que o País busca o equilíbrio fiscal e o caixa está baixo. O cooperativista também homenageou os agricultores brasileiros que, resilientes, têm enfrentado situações difíceis. “Estamos batendo outro recorde: quase 240 milhões de toneladas de grãos. E isso só grãos! Se somarmos tudo, é mais de 1 bilhão de toneladas” disse.

SEGURANÇA ALIMENTAR

Ainda segundo o presidente do Sistema OCB, é notável o crescente protagonismo do Brasil em relação à segurança alimentar mundial, aprimorando os bons resultados em sua legítima e maior vocação: a de alimentar o mundo. “Até 2026/2027, o Brasil será o País que mais ampliará a produção, com previsão de aumento de 41% no período, graças à tecnologia tropical sustentável, aplicada ao uso agropecuário de apenas 30,2% do território nacional e à conservação dos recursos naturais disponíveis”, avalia. Para a liderança, o crescimento da produção graças à utilização de insumos modernos, tecnologia e pesquisa permitiu, nos últimos 30 anos, aumentos expressivos na produção.

IC AGRO

Freitas também se referiu ao aumento da confiança do setor agropecuário no atual governo. “Pela primeira vez em seis anos, desde a criação do Índice de Confiança do Agronegócio Brasileiro (ICAgro), houve uma forte mudança na percepção do setor em relação ao olhar do Governo federal para a agropecuária: 79% dos respondentes mencionaram que o governo apoia o setor. Antes, esse número não atingia sequer os 40%. Isso, sem sombras de dúvidas, é um excelente indício do reconhecimento pelos esforços direcionados ao desenvolvimento sustentável das atividades do campo”.

SEGURO RURAL

Por fim, o presidente do Sistema OCB fez questão de ressaltar a importância do seguro rural. “Não podemos nos esquecer do seguro rural, dos efeitos do clima e da alta volatilidade dos mercados, com variações expressivas nos preços. Assim, planejar o que e como produzir seria uma tarefa menos complexa e, portanto, bastante favorecida com a maior previsibilidade dos orçamentos para o seguro rural e com o aperfeiçoamento dos instrumentais já existentes. Aqui, devemos um especial agradecimento aos representantes do Governo Federal e do Congresso Nacional, que ratificaram o volume de R$1 bilhão para a safra 2019/20, o maior orçamento da história.

Fonte: Assessoria de Imprensa do Sistema OCB
 
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