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OCB moderniza ramos do cooperativismo

OCB moderniza ramos do cooperativismo

Tornar mais efetiva a comunicação com a base e ampliar o alcance das ações de representação dos interesses do cooperativismo brasileiro, no âmbito do Executivo, do Legislativo e do Judiciário. Essas são as razões da reorganização do número de ramos do movimento cooperativista nacional, aprovada pela assembleia geral ordinária da OCB, na quarta-feira passada (27/3/19).

Antes disso, o cooperativismo brasileiro era classificado nos seguintes segmentos: agropecuário, consumo, crédito, educacional, especial, habitacional, infraestrutura, mineral, produção, saúde, trabalho, transporte, turismo e lazer. Com a aprovação dessa nova classificação, as quase sete mil cooperativas brasileiras passam a integrar sete ramos.

O presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, explicou que nada muda na rotina das cooperativas e que a mudança se faz necessária para promover o fortalecimento e dar maior representatividade para alguns segmentos de cooperativas. Confira na entrevista!

Porque o cooperativismo é dividido em ramos?

A classificação das cooperativas brasileiras em ramos é necessária para que a OCB se organize internamente e, assim, otimize os esforços de suas equipes, com vista ao máximo aproveitamento das ações de representação dos interesses dos cooperados junto aos Três Poderes. Vale dizer que a Lei nº 5.764/1971 não faz essa classificação, mas a OCB, seguindo a tendência mundial de segmentar para melhor representar e visando dar cumprimento às suas competências legais, deliberou fazer o mesmo.

Simplificando: o que queremos é conversar melhor com a nossa base, debatendo com elas as suas necessidades, agrupando-as conforme suas afinidades e, por fim, construindo um ambiente cada vez mais sólido para que se desenvolvam com sustentabilidade.

Porque repensar esse formato?

Para darmos cumprimento às competências da OCB, em especial a de defesa e representação das cooperativas, de maneira mais efetiva. A reclassificação traz como principal benefício o atendimento do Sistema OCB com maior representatividade, em uma organização que apresenta ramos robustos. Além disso, a organização em grandes setores é mais adequada e flexível para se adaptar às rápidas mudanças de mercado e inovação. E como consequência temos uma maior padronização, alinhamento de discurso e comunicação mais assertiva.

Como foi o processo de reorganização dos ramos?

A OCB, através de um grupo de trabalho constituído por representantes de todas as regiões, indicados pela Diretoria, estudou critérios elegíveis para aglutinação, como legislação própria, regulação específica e impactos tributários. Em dezembro (2018), apresentamos o resultado desse processo tanto à Diretoria quanto à assembleia geral extraordinária, oportunizando que fossem apresentadas sugestões, que seriam posteriormente avaliadas pelo grupo de trabalho. E, agora no dia 26/3, validamos a reorganização junto à Diretoria da OCB, apresentando os resultados e encaminhamentos na assembleia geral ordinária, realizada no dia seguinte (27/3).

Como fica agora?

Então, como já dissemos, dos 13 ramos que tínhamos, contaremos agora com sete. Alguns deles foram agrupados a outros, podendo haver reclassificação das cooperativas a partir desta reorganização. As mudanças são as seguintes:

Ramo Produção de Bens e Serviços: é a nova denominação do antigo Ramo Trabalho. A partir de agora, esse novo ramo engloba as cooperativas que prestam serviços especializados a terceiros ou que produzem bens tais como beneficiamento de material reciclável e artesanatos, por exemplo. Ele reúne todas as cooperativas de professores e dos antigos ramos: produção, mineral, parte do turismo e lazer e, por fim, especial.

Ramo Infraestrutura: composto por cooperativas que prestam serviços relacionados à infraestrutura a seus cooperados. Por exemplo: geração e compartilhamento de energia elétrica e, agora, com a incorporação do Ramo Habitacional, também terá as cooperativas de construção de imóveis para moradia.

Ramo Consumo: composto por cooperativas que realizam compra em comum tanto de produtos quanto de serviços para seus cooperados (supermercados, farmácias). Engloba, também, as cooperativas formadas por pais para contratação de serviços educacionais e também aquelas de consumo de serviços turísticos (antigamente classificadas dentro do Ramo Turismo e Lazer).

Ramo Transporte: este ramo preserva sua nomenclatura, mas seu conceito foi ajustado. A definição do ramo passa a trazer expressamente a condição do cooperado de proprietário ou possuidor do veículo. Deste modo, cooperativas formadas de motoristas de veículos de carga ou de passageiros, que não detenham a posse ou propriedade destes, devem ser classificadas no Ramo Produção de Bens e Serviços; Além disso, as cooperativas que se dediquem a transporte turístico, transfers, bugues, cujos cooperados sejam proprietários ou possuidores dos veículos e que eventualmente estejam enquadrados no Ramo Turismo e Lazer devem ser reclassificadas para o Ramo Transporte.

Ramo Saúde: composto por cooperativas formadas por médicos, odontólogos ou profissionais ligados à área de saúde humana, enquadrados no CNAE 865. O novo Ramo Saúde também engloba as cooperativas de usuários que se reúnem para constituir um plano de saúde, pois são consideradas operadoras.

Ramo Agropecuário: composto por cooperativas relacionadas às atividades agropecuária, extrativista, agroindustrial, aquícola ou pesqueira. Não sofreu alteração.

Ramo Crédito: composto por cooperativas que prestam serviços financeiros a seus cooperados, sendo-lhes assegurado o acesso aos instrumentos do mercado financeiro. Não sofreu alteração.

Diante da modernização dos ramos, como fica o modelo de governança?

Com essa simplificação, também estamos estudando a alteração do modelo de governança deles. Dessa forma, a proposta a ser debatida trará apenas sete conselhos consultivos e, dentro deles, câmaras temáticas. Com isso, cada coordenador de cada câmara assume, automaticamente, a função de conselheiro. Basicamente, as mudanças a serem discutidas ao longo deste ano no âmbito dos Conselhos Consultivos são as seguintes:

Ramo Produção de Bens e Serviços

- Câmara Temática das Cooperativas de Trabalho;

- Câmara Temática das Cooperativas Sociais (antigo Ramo Especial);

- Câmara Temática das Cooperativas de Garimpeiros;

- Câmara Temática das Cooperativas de Produção;

- Câmara Temática das Cooperativas de Professores;

- Câmara Temática das Cooperativas de Profissionais do Turismo.

Ramo Infraestrutura

- Câmara Temática das Cooperativas de Geração Distribuída;

- Câmara Temática das Cooperativas de Energia e Telecom;

- Câmara Temática das Cooperativas de Irrigação;

- Câmara Temática das Cooperativas Habitacionais.

Ramo Consumo

- Câmara Temática das Cooperativas de Consumo;

- Câmara Temática das Cooperativas de Consumo de Serviços de Turismo;

- Câmara Temática das Cooperativas de Pais.

Ramo Transporte

- Câmara Temática das Cooperativas de Transporte de Cargas;

- Câmara Temática das Cooperativas de Transporte de Passageiros.

E, por último, os Conselhos Consultivos dos ramos Agropecuário, Crédito e Saúde não sofreram alterações em sua estrutura.

O que muda, na prática, para as cooperativas?

Nada. As cooperativas não terão nenhum ônus com essa reclassificação. A rotina delas segue normalmente. É importante reforçar que a classificação, como dito, tem seu alcance apenas internamente, na organização da representação e defesa das cooperativas. Não se presta, portanto, para definir o tratamento tributário, o enquadramento sindical ou mesmo a legislação aplicável a cada ramo. Todos esses pontos seguem sendo analisados a partir do objeto social e dos atos praticados pela cooperativa com seus cooperados.

Qual o papel das organizações estaduais nesta reorganização?

As organizações estaduais têm um papel essencial no processo de transição dessa nova forma de classificação. Além de divulgar a novidade, nossas equipes nos estados têm a tarefa de reclassificar, internamente, as cooperativas de acordo com essa nova conceituação. Elas têm até o dia 31/10 para concluir essa fase e, para informar à unidade nacional, as mudanças ocorridas em seus sistemas. Isso é importante para que nós, do nacional, realizemos a atualização no nosso sistema, até o dia 31/12. Estimamos que, pelo menos, mil cooperativas necessitem de reclassificação, mas repito: na prática, nada muda para as cooperativas.

 
Fonte: Sistema OCB
Inscrições para o concurso Embaixadoras Coop encerram nessa quinta

Inscrições para o concurso Embaixadoras Coop encerram nessa quinta

As inscrições para o concurso Embaixadoras Coop, promovido pelo Sistema OCB, encerram nessa quinta-feira (28/3). A iniciativa da entidade representante nacional do cooperativismo vai levar 20 lideranças femininas, com tudo pago, para ser congressista no mais importante evento cooperativista do Brasil – 14° Congresso Brasileiro do Cooperativismo (CBC), que ocorre entre os dias 8 e 10 de maio, em Brasília (DF), no ano em que a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) completa 50 anos.

Serão selecionadas 20 mulheres com mais de 18 anos, que sejam sócias de uma cooperativa.

Para participar é preciso:

  • Ter mais de 18 anos.
  • Ser cooperada.
  • A cooperativa precisa estar ativa e regular, conforme Regimento Interno do 14º CBC.
  • Morar no Brasil.

Como participar:

  • Enviar uma frase com até 250 caracteres (incluindo espaços) respondendo a pergunta: Como podemos construir juntos o cooperativismo do futuro?
  • Realizar a inscrição na página do CBC;
  • Preencher o formulário com as informações e a frase e anexar o comprovante de vínculo com a cooperativa e a cópia do seu RG ou CNH (frente e verso).

    As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas até o dia 28 de março. O resultado será divulgado no dia 5 de abril no  Facebook do Sistema OCB (@SistemaOCB). As vencedoras serão premiadas com passagem + hospedagem + refeições + credenciais de CONGRESSISTA para o CBC!

Leia o REGULAMENTO AQUI!

5 perguntas para Márcio Lopes de Freitas

5 perguntas para Márcio Lopes de Freitas

1) Quem é Marcio Lopes de Freitas e como o cooperativismo surgiu para você?

Sou Márcio Lopes de Freitas, presidente do Sistema OCB, graduado em Administração de Empresas pela Universidade de Brasília (UnB). Agropecuarista e cooperativista há mais de 30 anos, tenho 59 anos de idade, e sou natural de Patrocínio Paulista, interior de São Paulo (SP). A paixão pela agricultura e pelo cooperativismo vem de família. A primeira está concretizada em uma propriedade localizada na região de minha cidade natal, onde cultivo café, produzo olerícolas orgânicas e crio gado.
Por acreditar e defender os valores e princípios do cooperativismo, busquei na atividade cooperada uma melhor alternativa de vida. Minha participação direta no cooperativismo teve início em 1994, nas diretorias da Cooperativa de Cafeicultores e Agropecuaristas (Cocapec) e da Cooperativa de Crédito Rural (Credicocapec), nas quais atuei como presidente.
Minha contribuição para o desenvolvimento do cooperativismo teve continuidade na gestão frente à Organização das Cooperativas do Estado de São Paulo (Ocesp), entre 1997 e 2001, e, finalmente, como representante máximo do setor, no exercício de presidente da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) e também do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop), desde 2001. A presidência da Confederação Nacional das Cooperativas (CNCoop) assumi em 2005, com a criação da entidade.

2) Qual é a importância da OCB para as cooperativas?

A OCB foi criada para ser a voz das cooperativas brasileiras. Estamos sempre presentes, mostrando todos os benefícios que o cooperativismo é capaz de trazer, tanto às pessoas quanto ao país. Atuamos, principalmente, junto aos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário e com entidades internacionais em busca de conquistas e avanços para o setor.
É importante destacar que a OCB tem por missão promover um ambiente favorável para o desenvolvimento das cooperativas brasileiras, por meio da representação político-institucional.

3) Cite uma conquista da sua gestão à frente da OCB.

Antes de falar de conquistas, gostaria de ressaltar que o Sistema OCB atua com base nas necessidades das cooperativas brasileiras. Para isso, a participação delas, a dedicação das nossas equipes e o comprometimento dos integrantes da nossa Frente Parlamentar são fundamentais. Só é possível celebrar as conquistas quando celebramos o trabalho de tanta gente dedicada em fazer com que as três casas do Sistema OCB cumpram sua missão.
Ao longo de minha atuação como presidente do Sistema OCB, tivemos, sem dúvida alguma, muitas conquistas. Podemos dizer que todo marco regulatório construído em prol do cooperativismo no Brasil nas últimas três décadas é resultado de uma atuação forte e conjunta entre OCB, Frencoop e cooperativas. Atualmente, temos uma das legislações mais modernas e estruturantes do mundo, inclusive com a consolidação de marcos regulatórios específicos, como no caso da Lei nº 12.690/2012, que regulamenta as cooperativas de trabalho, e a Lei Complementar nº 130/2009, que instituiu o Sistema Nacional de Crédito Cooperativo.
Nos últimos anos, também fomos protagonistas na formulação de políticas públicas voltadas ao desenvolvimento de todo o setor produtivo brasileiro, como no caso do novo Código Florestal (Lei nº 12.651/2012), da adequação das condições de renegociação de dívidas do Funrural, da continuidade dos programas de compras públicas da agricultura familiar e de diversos planos agrícolas e pecuários, que reconheceram a importância das cooperativas na política agrícola.
Para o Ramo Infraestrutura, adequamos a legislação à realidade das cooperativas, para que elas pudessem se adequar às mudanças estruturais de geração e distribuição de energia no país, inclusive como protagonistas no desenvolvimento de energia fotovoltaica.
Cabe lembrar, também, a recente aprovação da Lei Complementar nº 161/2018, que reconhece o papel do cooperativismo financeiro para o desenvolvimento regional do país, ao permitir que as cooperativas de crédito realizem a captação de recursos de prefeituras e outros entes públicos municipais. Consideramos que essas são vitórias do bom senso e do trabalho cooperativo entre OCB e Frencoop, buscando sempre o equilíbrio entre os diversos atores interessados nos temas em discussão.
Até aqui já deu para ver que nossas conquistas foram muitas e que ainda temos bastante a conquistar. Agora, é importante frisar que todos os frutos do trabalho realizado por cooperativas, unidades da OCB e parlamentares, ao longo dessas décadas, têm uma mesma raiz: a inclusão do cooperativismo na Constituição Federal, em 1988.

4) Qual é o maior desafio que a OCB enfrenta atualmente?

O nosso ponto de partida é a compreensão, pelo poder público, do papel do cooperativismo como modelo econômico sustentável e socialmente responsável, capaz de proporcionar inclusão produtiva, geração de renda, acesso a mercados e desenvolvimento regional. Todas as propostas estão sendo discutidas no âmbito da Diretoria Colegiada da OCB, que deverá em breve, aprovar os pontos a serem apresentados.
A partir das propostas que apresentaremos, acreditamos que teremos as portas abertas para o movimento ser cada vez mais entendido como parte da agenda estratégica do país, com a efetivação de políticas públicas que estimulem nossa atuação, com destaque para o adequado tratamento tributário ao ato cooperativo.
Com este reconhecimento, também conseguiremos evoluir no entendimento da necessidade de novas linhas de financiamento para o devido atendimento às nossas cooperativas, garantir maior clareza nos critérios adotados pelos órgãos de fiscalização das atividades do negócio cooperativo, assegurar a devida participação das cooperativas em licitações e fomentar o desenvolvimento de marcos regulatórios de apoio ao cooperativismo, em seus diversos setores econômicos.

5) Para onde ruma o cooperativismo no Brasil?

Para o sucesso! Essa tem de ser a nossa meta. É claro que os problemas são muitos, mas eles não são maiores do que a nossa capacidade de aprender com as dificuldades e de aproveitar as oportunidades. Já passamos por muitas crises ao longo da histórica econômica do país e o que nos mantém firmes e nos faz continuar trilhando esse caminho de desenvolvimento sustentável é a confiança gerada entre os quase 15 milhões de brasileiros que vivem diariamente o modelo de negócio baseado na cooperação.
É por isso que nós, do Sistema OCB, trabalhamos muito para promover um ambiente favorável ao desenvolvimento das cooperativas brasileiras. A luta é diária e as conquistas merecem muita comemoração. As cooperativas têm melhorado bastante os seus indicadores mais expressivos, tais como: exportação, participação do mercado consumidor interno, profissionalização e desenvolvimento humano. E para isso, elas contam, sempre, com as três casas do Sistema (OCB, Sescoop e CNCoop), cada uma delas com sua lista de atribuições e sempre atentas ao desenvolvimento sustentável de cada cooperativa do país. Então, com todo esse trabalho, é fundamental acreditar que o rumo do cooperativismo brasileiro é, sem dúvida, o sucesso.
OCB e Embrapa iniciam nova série de capacitações

OCB e Embrapa iniciam nova série de capacitações

O tema agricultura conservacionista e fertilidade do solo abriu a série de módulos programados na capacitação Embrapa e Organização das Cooperativas do Brasil (OCB) na cadeia produtiva de cereais de inverno. O primeiro módulo terminou hoje (20/03). Neste ano, participam 17 cooperativas totalizando 40 profissionais que atuam em departamentos técnicos nos estados do RS, SC e PR.

O engenheiro agrônomo José Henrique Seko integra a equipe da Cocamar, com sede em Maringá, PR, e, junto com mais quatro colegas, percorreu 800 km até à Embrapa Trigo, em Passo Fundo, RS, para participar da 5ª edição da capacitação. Ele mostrou grande expectativa quanto a oportunidade de aperfeiçoamento técnico: “os colegas que já fizeram o curso recomendaram aproveitar ao máximo o conhecimento dos pesquisadores e esclarecer todas as dúvidas, principalmente sobre trigo. Depois voltamos para a correria do plantio e acabamos isolados para resolver sozinhos os problemas que aparecem. Precisamos estar bem preparados para prestar a melhor assessoria ao produtor”.

Participam da edição deste ano as cooperativas Cooperante, Cocamar, Coamo, Camnpal, Cotriel, Coopatrigo, Coasa, Cotapel, Cotripal, Coagril, Cotribá, Coopermil, Cotrisal, Cotricampo, Cotrijal, CCGL, Auriverde, além da Fecoagro/SC e do Senar.

RECONHECIMENTO AO PRODUTOR

Na noite de 19 de março, um jantar contou com a palestra do produtor Humberto Falcão apresentando a experiência da família com agricultura conservacionista. A propriedade de 149 hectares em Sarandi, RS, serviu de base para uma nova forma de dimensionar e projetar terraços nas lavouras, a tecnologia “Terraços for Windows”, desenvolvida pela Universidade Federal de Viçosa e validada na Fazenda Sementes Falcão pela Embrapa Trigo e a Emater/RS.

De acordo com o produtor Humberto Falcão, os terraços tradicionais, de base larga em desnível, requeriam canais escoadouros, que se transformavam em voçorocas e roubavam considerável área propícia ao cultivo. A partir do método de “Terraços for Windows”, toda a propriedade foi sistematizada para uniformidade de cobertura do solo e calculados o espaçamento e o tamanho de terraços a serem estabelecidos em nível.

Este trabalho foi consolidado em 1997, resultando na construção de 5 km de terraços. “Os terraços foram projetados para suportar 130 mm de chuva em 24 horas, volume que pode acontecer nos anos mais chuvosos aqui na região”, conta Humberto Falcão, lembrando que houve um ano em que choveu 400 mm em seis dias e os terraços suportaram o grande volume de água sem qualquer vazamento.

No longo prazo, o planejamento dos 570 hectares de lavouras apresentou resultados surpreendentes: em cinco anos, a economia de fertilizantes ultrapassou a R$ 1 milhão, sem considerar a economia de mão-de-obra e de combustível; foram cinco safras de soja e três safras de com cereais de inverno somente com reposição de nitrogênio e 11 anos sem calagem; a média de rendimentos nas últimas safras foi de 80 sacos/hectare de trigo e 63 sacos/hectare de soja.

“Estamos sempre fazendo adaptações nas máquinas e nas próprias técnicas de agricultura de precisão, como diferentes profundidades da amostragem do solo, já que não seguimos mais a tabela oficial de adubação”, explica a engenheira agrônoma Fernanda Falcão, concluindo que “não nos interessa bater recordes de produtividade, mas garantir a máxima rentabilidade. Isso não se consegue de um ano para outro, mas no planejamento a longo prazo”.

Ao final, o produtor Humberto Falcão recebeu uma homenagem da Embrapa Trigo pela contribuição à agricultura brasileira, como reconhecimento pelo esforço da família em aplicar e difundir os fundamentos da agricultura conservacionista. Veja aqui a programação do primeiro módulo da capacitação Embrapa e Sistema OCB na cadeia produtiva de cereais de inverno.

 
Fonte: Sistema OCB
Estão abertas as inscrições para o concurso Embaixadoras Coop

Estão abertas as inscrições para o concurso Embaixadoras Coop

No ano em que a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) completa 50 anos, Brasília recebe, de 8 a 10 de maio, a 14ª edição do Congresso Brasileiro do Cooperativismo (CBC). O evento propõe o desafio de planejar e construir, juntos, o futuro do cooperativismo brasileiro.

No congresso são tomadas as grandes decisões e definidos os rumos do movimento. A própria OCB surgiu a partir de um consenso durante o 4º CBC, em 1969. Hoje, celebra cinco décadas de atuação como representante nacional do cooperativismo incansável na defesa dos interesses do setor cooperativista.

Aproveitando a oportunidade, o Sistema OCB vai levar 20 lideranças femininas, com tudo pago, para ser congressista no mais importante evento cooperativista do país! Serão selecionadas 20 mulheres com mais de 18 anos.

Para participar é preciso:

  • Ter mais de 18 anos.
  • Ser cooperada.
  • A cooperativa precisa estar ativa e regular, conforme Regimento Interno do 14º CBC.
  • Morar no Brasil.

Como participar:

  • Enviar uma frase com até 250 caracteres (incluindo espaços) respondendo a pergunta: Como podemos construir juntos o cooperativismo do futuro?
  • Realizar a inscrição na página do CBC;
  • Preencher o formulário com as informações e a frase e anexar o comprovante de vínculo com a cooperativa e a cópia do seu RG ou CNH (frente e verso).

    As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas até o dia 28 de março. O resultado será divulgado no dia 5 de abril no  Facebook do Sistema OCB (@SistemaOCB). As vencedoras serão premiadas com passagem + hospedagem + refeições + credenciais de CONGRESSISTA para o CBC!

Leia o REGULAMENTO AQUI!

Dia C 2019 – Inscreva as ações de sua cooperativa!

Prestes a completar dez anos de existência, o movimento Dia de Cooperar (Dia C), iniciado em 2009, demonstra, a partir de iniciativas práticas, a força do cooperativismo no Brasil. No Rio Grande do Sul, o Dia C integra o calendário das cooperativas desde 2015. Com o propósito de mostrar à sociedade seu comprometimento com o desenvolvimento socioeconômico local, as cooperativas já podem inscrever suas iniciativas para 2019.

O objetivo é ilustrar que existem várias possibilidades de atuar em ações duradouras, que visam transformar a realidade da comunidade local, contribuindo para o desenvolvimento contínuo, sustentável e responsável. Para o presidente do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, Vergilio Perius, o Dia C traz em sua essência o espírito cooperativista. “O Dia C estende as mãos para as pessoas que precisam de ajuda, que precisam de um sorriso, de uma cultura, de uma instrução, que necessitam de um apoio”, afirma.

Dia C no Brasil

Em 2018, o número de cooperativas engajadas com as iniciativas do Dia C cresceu 8,4% em relação ao ano anterior. Ao todo, 1.706 cooperativas, com o apoio de quase 120 mil voluntários, dedicaram tempo, talento e muito trabalho para beneficiar mais de 2,2 milhões de pessoas com iniciativas que melhoram a qualidade de vida, a saúde, a educação, o meio ambiente e que estão alinhadas com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, da Organização das Nações Unidas (ONU).

Aliás, vale destacar que das 1.355 iniciativas realizadas em 1.136 cidades do País, 509 são projetos contínuos, tornando as cooperativas aliadas naturais da ONU, para o alcance das metas de erradicação da pobreza extrema no mundo até 2030, conforme previsto em sua agenda.

Dia C no Rio Grande do Sul

O Dia C já mobilizou 30 mil voluntários e contou com 800 projetos desenvolvidos por cooperativas no Rio Grande do Sul, que beneficiaram mais de 770 mil pessoas no Estado nos últimos quatro anos. Em 2018, o projeto realizado pelo Sistema OCB, pelas unidades estaduais e pelas cooperativas contou com 9.841 voluntários de 307 cooperativas e entidades parceiras, totalizando mais de 251 mil pessoas beneficiadas em 186 municípios gaúchos.

Cooperativas em ação

Outro dado bastante relevante sobre as iniciativas do Dia C diz respeito aos ODS, estabelecidos pela ONU. Todos os 17 objetivos foram contemplados pelas iniciativas que, em alguns casos, abrange mais de um ODS. “Encerramos 2018 satisfeitos com os resultados alcançados, mas certos de que em 2019 podemos fazer ainda mais. Por este motivo, convidamos as cooperativas que ainda não realizam projetos com base nos ODS para estarem conosco nesta caminhada”, destaca o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas.

Na aba downloads, você pode conferir todo o material publicitário: campanha 2019, edições da Revista Dia de Cooperar e infográficos atualizados com números de ações regionais e nacionais, separados por Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e ramos cooperativistas. Confira! Afinal, sua cooperativa é parte desse sucesso!

As cooperativas que desejarem unir sua força ao Dia C devem cadastrar suas ações no site nacional do Dia C durante o ano todo e enviar ao Sescoop/RS as notícias para divulgação destas ações (email: Este endereço para e-mail está protegido contra spambots. Você precisa habilitar o JavaScript para visualizá-lo.).

Existem várias possibilidades de atuar em ações permanentes, com comprometimento, e que cabem no seu dia a dia. Inscreva sua cooperativa aqui!

SEJA PARTE DESSA CORRENTE DO BEM!

#VEMCOOPERAR

Acompanhe o Dia C na fan page do Sescoop/RS e no Instagram.

20ª Expodireto Cotrijal é aberta em clima de otimismo

20ª Expodireto Cotrijal é aberta em clima de otimismo

Grande público acompanhou a abertura da 20ª edição da Expodireto Cotrijal, em Não-Me-Toque, na manhã desta segunda-feira (11). A cerimônia foi marcada por um clima de otimismo em relação ao volume de negócios, com a presença de dezenas de autoridades do país e do exterior, além de uma quantidade recorde de jornalistas. A feira conta com 534 expositores e projeta-se uma comercialização superior a R$ 2 bilhões.

A abertura oficial foi realizada no Auditório Central, com destaque para a presença do vice-presidente da República, Hamilton Mourão, que parabenizou a direção da Cotrijal pela grandiosidade da feira e destacou o compromisso do governo federal com o agronegócio.

"Temos em nosso país em torno de 5 milhões de produtores rurais, a grande maioria sem acesso à pesquisa, desenvolvimento e tecnologia. A nossa Embrapa tem que voltar, realmente, a apoiar nossos homens e mulheres do campo", afirmou Mourão.

A ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, relatou que a agricultura é uma das atividades que mais embarca tecnologia, tornando-se um motor da economia brasileira. Atendendo a um pedido do setor, ela relatou que o governo federal trabalha para oferecer um novo Programa de Modernização da Frota de Tratores Agrícolas e Implementos Associados e Colheitadeiras (Moderfrota).

"R$ 3,5 bilhões antes do novo Plano Safra. Este é o pedido deste segmento que cada vez mais tem trazido tecnologia para o campo", salientou Tereza Cristina.

O financiamento do setor também foi enfatizado pelo presidente da Cotrijal, Nei César Manica. Ele apontou a necessidade da ampliação de recursos complementares para aquisição de máquinas e equipamentos.

"Esperemos agora que o governo olhe com muito carinho para que, no primeiro semestre, o setor produtivo tenha atendido um pedido de suplementação. Como a feira é um palco de reivindicações, pelo sorriso do vice-presidente e da ministra, acho que seremos atendidos", brincou Manica para aplausos de todos os presentes.

O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, chamou atenção para a competitividade do setor e as dificuldades enfrentadas pelos produtores. Ele enalteceu a capacidade dos agricultores em se sobressair perante as dificuldades.

“Estamos em uma feira que trata do nosso agronegócio e sempre que tive a oportunidade de me dirigir a quem se dedica ao agro, faço com o reconhecimento de se lançarem em empreendimentos que são dependentes, além do próprio esforço, também do clima. Quem trabalha no campo se submete ao imponderável das intempéries. E isso precisa ser saldado e reconhecido”, disse Leite.

Também participaram da cerimônia de abertura o prefeito de Não-Me-Toque, Pedro Paulo Falcão da Rosa; o presidente da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, Luis Augusto Lara; os senadores Luis Carlos Heinze e Lasier Martins. No total, estavam presentes 15 deputados estaduais, sete deputados federais, seis secretários de Estado e os embaixadores de Nigéria, Gabão, Benim e África do Sul.

O cooperativismo esteve representado na cerimônia de abertura pelo presidente do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, Vergilio Perius; pelos conselheiros administrativos do Sescoop/RS, Darci Hartmann e Márcio Port; pelos diretores da Ocergs Irno Pretto, Roberto Bresolin, além de presidentes de federações e cooperativas singulares.

A feira segue até sexta-feira (15), no Parque da Expodireto Cotrijal, em Não-Me-Toque. São esperados cerca de 265 mil visitantes nesta edição do evento.

Fonte: Assessoria de Imprensa da Expodireto Cotrijal

Cooperativismo define seus jovens embaixadores

O Sistema OCB divulgou os nomes dos 20 jovens embaixadores que representarão as cooperativas do país na 14ª edição do Congresso Brasileiro do Cooperativismo. Mais de 170 jovens com idades entre 18 e 29 anos encaminharam vídeos respondendo à pergunta: Como podemos construir juntos o cooperativismo do futuro?

Os jovens escolhidos irão a Brasília, com tudo pago (passagens, hospedagem, refeições e credenciais para participar do evento) para participar do Congresso, que ocorrerá entre os dias 8 a 10 de maio. Os Jovens Embaixadores Coop participarão como congressistas o que dá direito a fala durante as plenárias e voto, nos processos de decisão. Na semana que vem, uma equipe para do Sistema OCB entrará em contato com os jovens para acertar todos os detalhes da viagem.

Confira abaixo o resultado em ordem alfabética:
  • Ágatha Francini de Mello Santos (Cotripal/RS)
  • Bruno Cassoli Bortoloto e Diego Figueredo (Sicredi Vale do Piquiri ABCD PR/SP)
  • Crístofer Barbosa Almeida (Sicoob Sul Litorâneo)
  • Daniele Carmo Scopel (Sicoob Costa do Descobrimento)
  • Deivid Milhomem dos Santos (Sicoob Unicentro Brasileira)
  • Elias Freires da Costa (Coopcafa)
  • Elida Nascimento Vieira (Sicredi União MS/TO)
  • Giordano Schiochet (Cotrijal/RS)
  • Jessyca Leon Bolzan (Sicredi Serrana/RS)
  • João Paulo Libério da Silva (Cooperbom)
  • Kaio Eduardo Ribeiro (Sicredi Nossa Terra PR/SP)
  • Keila Koehler (Sicredi Pioneira RS)
  • Larissa de Souza Zambiasi (Sicredi Cooperação RS/SC)
  • Larissa Gonçalves da Silva (Sicredi União MS/TO)
  • Luana Magna Nascimento da Paixão (Sicredi União MS/TO)
  • Mariana Cristina Brancatti (Sicoob Cocre)
  • Neuryson Santana Nascimento (Sicredi União MS/TO)
  • Pamella Fernandes (Sicoob Unicoob Meridional)
  • Víctor Emannuel de Souza Teixeira (Bordana)
 
COMPROMETIMENTO

“É muito bom ver que os jovens estão se comprometendo com o futuro do cooperativismo. A participação deles, representando 20 estados do país, mostra o quanto estamos presentes de Norte a Sul e isso aumenta nossa responsabilidade em fazer mais e melhor, todos os dias, pelo desenvolvimento socioeconômico do Brasil. Obrigado por participaram e parabéns aos vencedores. Juntos, podemos transformar nosso país num lugar mais justo, feliz, equilibrado e com melhores oportunidades para todos”, enfatiza o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas.

 
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Cooperativas constroem modelo empreendedor sobre os alicerces da igualdade de gênero

Cooperativas constroem modelo empreendedor sobre os alicerces da igualdade de gênero

Hoje é dia de celebrar a importância das mulheres no movimento cooperativista, no Dia Internacional da Mulher, celebrado em 8 de março. A Aliança Cooperativa Internacional (ACI) divulgou a mensagem de sua presidente do Comitê de Igualdade de Gênero, María Eugenia Pérez Zea. Confira abaixo o texto na íntegra:

"Pense Igual, Construa Inteligente, Inove para Mudar" é o slogan do Dia Internacional da Mulher das Nações Unidas. Cooperados de todo o mundo estão chamando para mostrar como as cooperativas são um modelo empreendedor e inovador que se baseia em uma base de igualdade de gênero.

Com um dos nossos princípios cooperativos sendo adesão voluntária e livre, a igualdade de gênero sempre foi uma característica fundamental do movimento cooperativo. O cooperativismo está liderando o caminho em termos de inovação, porque a inovação vem das pessoas - e as cooperativas, colocando o ônus sobre os próprios associados para resolver suas necessidades e aspirações, se adaptam constantemente às demandas de uma sociedade em constante evolução.

O 8 de março é uma oportunidade para reconhecer as contribuições das mulheres para o desenvolvimento das sociedades e do mundo, através do trabalho remunerado e não remunerado. Em diferentes países do mundo, o Comitê de Igualdade de Gênero da ACI está mostrando como as cooperativas estão apoiando as mulheres no equilíbrio entre vida pessoal e profissional, proporcionando empregos de qualidade e de longo prazo.

É essencial que construamos processos inclusivos, participativos e integrais em nossos governos para criar políticas estatais que visem alcançar a igualdade em todos os setores por meio de estratégias inovadoras nas quais as mulheres desempenham um papel decisivo na construção do país.

Apelamos ao avanço de uma economia solidária, como uma saída para as questões de disparidade social, alcançáveis ​​graças aos seus valores e essência da participação democrática, inclusão, bem comum e igualdade.

Hoje, queremos lembrar também o papel das cooperativas que oferecem oportunidades de trabalho e inclusão social para mulheres vítimas de violência. Nosso trabalho é acabar com o tráfico de mulheres e meninas, a mutilação genital feminina, o casamento infantil, as disparidades salariais entre homens e mulheres, o femicídio, o abuso sexual e o assédio no local de trabalho.

Esta é uma tarefa para todos, não apenas mulheres. Uma vez que possamos oferecer educação decente e inclusiva, justiça igualitária e rejeitar a impunidade daqueles que cometeram violência e abuso contra as mulheres, eliminaremos todos os atos de violência, fome e pobreza, investindo em projetos que promovam a igualdade.

Agora temos os recursos para nos aproximar, estar mais conectados e mais bem informados sobre o que está acontecendo no mundo. Podemos nos basear na globalização e nas relações que temos entre os países para pensar sobre a igualdade.

Precisamos enfrentar desafios e gerar mudanças transversais através da inovação, considerando como as sociedades estão se transformando. Vemos que as cooperativas podem ajudar nesse sentido.

O modelo cooperativo é particularmente adequado para resolver esses desafios, porque tem a capacidade de educar completamente os diversos atores envolvidos nas atividades, através do controle coletivo e democrático.

Temos a árdua tarefa de contribuir e unir a construção de um futuro ideal, melhor para todas as mulheres e meninas. Vamos trabalhar para tornar o quinto Objetivo de Desenvolvimento Sustentável “Alcançar a igualdade de gênero e capacitar todas as mulheres e meninas” uma realidade!

Fonte: Aliança Cooperativa Internacional
ASA e Sicredi firmam parceria para construção de matrizeiro

ASA e Sicredi firmam parceria para construção de matrizeiro

Mais uma parceria entre a Dália Alimentos e o Sicredi Região dos Vales foi firmada no dia 1º de março. Desta vez com a assinatura do contrato de financiamento no valor de R$ 15,5 milhões para a construção de um matrizeiro, etapa que inclui o Projeto Frango de Corte da Dália Alimentos.

O matrizeiro, etapa número 1, abrigará as aves de postura que produzirão os ovos férteis para abastecer o incubatório, etapa número 2, que fornecerá os pintos aos nove condomínios em fase de edificação em oito municípios localizados nas regiões dos vales do Taquari e do Rio Pardo – o nono empreendimento aguarda definição de onde será instalado.

Participaram da assinatura do documento a diretoria do Programa América Sociedade Avícola (ASA), constituída pelo presidente Reinaldo José Cornelli, vice Rodrigo Werner e tesoureiro Ivo Dirceu Villa. Pela Dália Alimentos estiveram presentes o presidente Executivo, Carlos Alberto de Figueiredo Freitas e o presidente do Conselho de Administração, Gilberto Antônio Piccinini. Representando o Sicredi Região dos Vales/RS participou do ato o diretor Executivo, Roberto Scorsatto e os assessores de Crédito, Marcos De Conto e Magnor Genezini.

Cornelli explicou que a previsão é de que até o final deste mês sejam encerradas as negociações com a empresa que construirá os pavilhões e fará a aquisição dos equipamentos e maquinários necessários para a operacionalidade do empreendimento. “Foi um importante passo dado pelo grupo, que conta com 37 integrantes, todos funcionários da Dália, mais a Cooperativa, que tem uma cota participante. Estamos motivados para que, tão logo se encerre a terraplenagem e possamos dar início às obras e, posteriormente, à produção, geremos renda e riqueza para o município e para a Cooperativa. Cabe salientar o apoio dos poderes Legislativo e Executivo do município de Vale Verde, que não mediram esforços para auxiliar na aprovação do projeto de incentivo e na infraestrutura da área, bem como ao Sicredi Região dos Vales, pela viabilização do financiamento, e à Dália por acreditar e ser parceira do ASA”, ressaltou Cornelli.

Para o diretor Executivo do Sicredi Região dos Vales/RS, Roberto Scorsatto, a parceria com o ASA e com a Dália é de grande importância. “Participar deste projeto coletivo e inovador fortalece nossa instituição, reforça nossa forma de atuação e o nosso compromisso com os associados e com o desenvolvimento regional”. O Sicredi Região dos Vales está financiando três etapas do Projeto Frango de Corte da Dália Alimentos, incluindo o matrizeiro, o incubatório e os nove condomínios para a produção de aves de corte. Todo processo culminará na produção do Frango Dália, batizado de “Golden Chicken”, que ainda neste ano estará no mercado.

A área onde o matrizeiro será edificado possui 76 hectares, está localizada no município de Vale Verde, em Monte Alegre, na ERS-244, entre os municípios de Vale Verde e General Câmara. O empreendimento compreenderá quatro galpões para recria de matrizes e oito pavilhões para matrizes de postura.

Saiba mais

O frigorífico de aves, a fábrica de rações e a fábrica de farinhas estão em fase adiantada de construção no município de Arroio do Meio, em Palmas, na ERS-130, totalizando investimento de R$ 96 milhões por parte da Dália Alimentos. Os condomínios para produção dos frangos de corte também estão com os processos de terraplenagem em andamento e em alguns municípios com os pavilhões já erguidos. Em relação ao incubatório, localizado em Mato Leitão, possui a estrutura civil erguida e com obras em andamento.

Quanto aos condomínios para produção de frangos de corte, aqueles situados em Encantado I (Linha São Luiz), Vespasiano Corrêa (Linha Tenente Fialho), Anta Gorda (Linha Quinta) e Mato Leitão (Linha Sampaio Baixo) contam com parte dos aviários em fase de construção. Nos municípios de Marques de Souza (Linha Vasco Bandeira), Cruzeiro do Sul (Linha Sítio), Encantado II (Linha São Luiz) a terraplenagem encontra-se em andamento. Já a granja de Venâncio Aires (Linha 17 de Junho) tem previsão para início das obras no mês de abril. A nona e última área está em trâmites para definição.

Fonte: Assessoria de Imprensa Dália Alimentos
Escoop e Unisinos nos últimos preparativos para o Mestrado em Cooperativismo

Escoop e Unisinos nos últimos preparativos para o Mestrado em Cooperativismo

O diretor geral da Escoop, Mário De Conto, liderou uma comitiva de professores da instituição de ensino cooperativista em reunião realizada na sede da Unisinos, em Porto Alegre, no dia 28 de fevereiro. Na oportunidade, foram definidos detalhes finais para o curso de Mestrado Profissional em Gestão e Negócios – Turma Cooperativismo, que iniciará as aulas no dia 1º de abril de 2019. O Mestrado Profissional em Cooperativismo é uma parceria entre as duas instituições de ensino, e faz parte da concretização de um plano de ação que irá propiciar um novo avanço na educação cooperativista. O coordenador do Mestrado Profissional pela Unisinos, Guilherme Trez, recepcionou os cooperativistas, que apresentaram dados do Cooperativismo mundial, brasileiro e gaúcho, bem como os programas do Sistema OCB e as pesquisas que estão sendo realizadas pela Escoop.

Segundo De Conto, “temos muito orgulho desse projeto, é uma alegria muito grande ele estar se tornando realidade. Temos a convicção de estarmos dando um grande passo para o aperfeiçoamento do ensino cooperativista", destacou. Durante a reunião de trabalho, que contou com a participação da professora Paola Londero, coordenadora da pós-graduação e de José Máximo Daronco, diretor de Ensino, Pesquisa e Extensão da Escoop, foram anunciados os nomes dos professores Heitor José Cademartori Mendina, Roberto Tadeu Ramos Morais e Rejane Inês Kieling, que, além de Mário De Conto, irão atuar como docentes no Mestrado Profissional. A próxima etapa do processo de seleção será a prova de inglês e entrevistas, que acontecerão no dia 11 de março.

Dia C 2019 – Inscreva as ações de sua cooperativa!

Prestes a completar dez anos de existência, o movimento Dia de Cooperar (Dia C), iniciado em 2009, demonstra, a partir de iniciativas práticas, a força do cooperativismo no Brasil. No Rio Grande do Sul, o Dia C integra o calendário das cooperativas desde 2015. Com o propósito de mostrar à sociedade seu comprometimento com o desenvolvimento socioeconômico local, as cooperativas já podem inscrever suas iniciativas para 2019.

O objetivo é ilustrar que existem várias possibilidades de atuar em ações duradouras, que visam transformar a realidade da comunidade local, contribuindo para o desenvolvimento contínuo, sustentável e responsável. Para o presidente do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, Vergilio Perius, o Dia C traz em sua essência o espírito cooperativista. “O Dia C estende as mãos para as pessoas que precisam de ajuda, que precisam de um sorriso, de uma cultura, de uma instrução, que necessitam de um apoio”, afirma.

Dia C no Brasil

Em 2018, o número de cooperativas engajadas com as iniciativas do Dia C cresceu 8,4% em relação ao ano anterior. Ao todo, 1.706 cooperativas, com o apoio de quase 120 mil voluntários, dedicaram tempo, talento e muito trabalho para beneficiar mais de 2,2 milhões de pessoas com iniciativas que melhoram a qualidade de vida, a saúde, a educação, o meio ambiente e que estão alinhadas com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, da Organização das Nações Unidas (ONU).

Aliás, vale destacar que das 1.355 iniciativas realizadas em 1.136 cidades do País, 509 são projetos contínuos, tornando as cooperativas aliadas naturais da ONU, para o alcance das metas de erradicação da pobreza extrema no mundo até 2030, conforme previsto em sua agenda.

Dia C no Rio Grande do Sul

O Dia C já mobilizou 30 mil voluntários e contou com 800 projetos desenvolvidos por cooperativas no Rio Grande do Sul, que beneficiaram mais de 770 mil pessoas no Estado nos últimos quatro anos. Em 2018, o projeto realizado pelo Sistema OCB, pelas unidades estaduais e pelas cooperativas contou com 9.841 voluntários de 307 cooperativas e entidades parceiras, totalizando mais de 251 mil pessoas beneficiadas em 186 municípios gaúchos.

Cooperativas em ação

Outro dado bastante relevante sobre as iniciativas do Dia C diz respeito aos ODS, estabelecidos pela ONU. Todos os 17 objetivos foram contemplados pelas iniciativas que, em alguns casos, abrange mais de um ODS. “Encerramos 2018 satisfeitos com os resultados alcançados, mas certos de que em 2019 podemos fazer ainda mais. Por este motivo, convidamos as cooperativas que ainda não realizam projetos com base nos ODS para estarem conosco nesta caminhada”, destaca o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas.

Na aba downloads, você pode conferir todo o material publicitário: campanha 2019, edições da Revista Dia de Cooperar e infográficos atualizados com números de ações regionais e nacionais, separados por Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e ramos cooperativistas. Confira! Afinal, sua cooperativa é parte desse sucesso!

As cooperativas que desejarem unir sua força ao Dia C devem cadastrar suas ações no site nacional do Dia C durante o ano todo e enviar ao Sescoop/RS as notícias para divulgação destas ações (email: Este endereço para e-mail está protegido contra spambots. Você precisa habilitar o JavaScript para visualizá-lo.).

Existem várias possibilidades de atuar em ações permanentes, com comprometimento, e que cabem no seu dia a dia. Inscreva sua cooperativa aqui!

SEJA PARTE DESSA CORRENTE DO BEM!

#VEMCOOPERAR

Acompanhe o Dia C na fan page do Sescoop/RS e no Instagram.

ACI define tema e local de sua Conferência Mundial

As cooperativas são aliadas naturais da Organização das Nações Unidas (ONU) no alcance dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), elaborados com o objetivo de reduzir a pobreza extrema no mundo até 2030. E mostrar isso ao mundo é o propósito da Aliança Cooperativa Internacional, ao realizar sua Conferência Mundial, neste ano. O tema do evento é Cooperativas em prol do Desenvolvimento e a programação ocorrerá entre os dias 14 e 17 de outubro, na cidade de Kigali, em Ruanda, na África.

A conferência reunirá dirigentes e cooperados de mais de 100 países, dentre eles o Brasil, e contará, também, com a presença de atores da sociedade civil, agências de desenvolvimento, formuladores de políticas públicas, agentes governamentais, representantes de organizações internacionais e regionais e pesquisadores.

DIA 14

Recepção e encaminhamento dos participantes.

DIA 15

O evento será aberto com discursos de representantes institucionais. A programação continuará com seminários temáticos a serem realizados simultaneamente e organizados por cada um dos escritórios regionais da ACI.

DIA 16

Será focado na apresentação de boas práticas de cooperativas em termos de desenvolvimento local, em nível global, mas com prioridade para a África. Essas experiências buscarão mostrar que as cooperativas estão florescendo em todos os lugares porque respondem aos desafios da atualidade e atendem às necessidades dos cidadãos. Além disso, os resultados do trabalho da ACI sobre a contribuição das cooperativas para os ODS serão apresentados no final da sessão plenária. A tarde será dedicada a seminários que abordarão os esforços do cooperativismo ao redor do globo têm feito para alcançar os ODS.

DIA 17

A conferência será encerrada com recomendações feitas pelo movimento cooperativista perante um painel de representantes de instituições internacionais. Em paralelo ao evento, ocorrerá uma exposição para conscientizar o público sobre a ampla gama de questões ligadas ao desenvolvimento, dentre as quais, o potencial das cadeias de valor e do comércio justo.

IDIOMAS

A conferência terá como idiomas oficiais: o inglês, o espanhol e o francês.

SOBRE A ACI

Fundada em 1895 em Londres, a Aliança Cooperativa Internacional é o principal organismo global de representação do movimento cooperativista no mundo. Seus integrantes são as organizações representativas, como a OCB, em 104 países. A estimativa é que a Aliança represente cerca de 1,2 bilhão de pessoas, com vínculo em mais de 3 milhões de cooperativas. A OCB é membro da ACI há 30 anos e tem participado ativamente do conselho de administração e dos projetos internacionais desenvolvidos pela Aliança. O ex-presidente da OCB, Roberto Rodrigues, foi o primeiro presidente não europeu da ACI.

Fonte: Sistema OCB
Cooperativismo é o caminho!

Cooperativismo é o caminho!

Durante a primeira reunião de trabalho na 56ª Legislatura da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), o novo presidente, deputado federal Evair de Melo (ES), fez questão de frisar para os novos integrantes da Frente, a importância do comprometimento com a causa cooperativista. Confira abaixo uma breve entrevista, na qual, Evair de Melo explica o porquê de o cooperativismo ser uma solução para muitos problemas do país.

Quais devem ser as prioridades da Frencoop em 2019?

Nós, aqui na Câmara Federal, junto com o Senado, temos uma agenda já estruturada, que passa pelo encaminhamento do chamado ato cooperativo. Também temos como foco uma atuação mais intensa no que se refere à lei geral das cooperativas, à lei dos seguros e pela lei que permite a oferta de serviços de telecomunicação por cooperativas.

Além disso, trabalharemos junto ao Executivo em questões como, por exemplo, crédito rural e fundos constitucionais. Nosso compromisso é com o trabalho diário para dar mais segurança às cooperativas.

O que o senhor diria aos novos parlamentares que estão aderindo à Frente?

O movimento cooperativo brasileiro tem se mostrado bastante eficiente, entendendo as necessidades de seus cooperados e produzindo muito, mesmo diante das enormes dificuldades enfrentadas pelo país. Passamos por uma crise econômica e por turbulências políticas e o cooperativismo conseguiu dar respostas muito expressivas.

Portanto, nos comprometer com a causa cooperativista é um dever nosso, porque, assim, estaremos comprometidos com o crescimento do Brasil. Aliás, o cooperativismo é um modelo de negócio que integra e qualifica as pessoas, por isso ele pode ser a grande mola de referência para o crescimento do país nos próximos anos.

Porque o cooperativismo é um modelo que deve ser oferecido ao país?

Sabemos que os desafios do país são enormes em função de seu tamanho e de sua diversidade cultural. Por isso, precisamos encontrar uma ferramenta que converse com todos, independentemente do estado ou do município. E o cooperativismo é essa ferramenta, pois prima pela transparência, pela participação democrática na gestão e nos resultados financeiros, além de aliar o econômico ao social.

É por isso que digo: é preciso investir em formação profissional e em educação cooperativista para, assim, mostrar aos brasileiros que, juntos, podemos fazer muito mais – e de forma organizada – pelo nosso país. O cooperativismo é o caminho.

Para se ter uma ideia, o cooperativismo no Brasil, hoje, conta com aproximadamente 6,8 mil cooperativas, onde atuam mais de 14, 2 milhões de pessoas, gerando quase 400 mil empregos formais. Isso forma uma rede de relações de quase 15 milhões de brasileiros ligados ao setor. Portanto, o cooperativismo já se consolidou como uma organização social capaz de integrar e equacionar os desafios da diversidade trazida pelas dimensões territoriais do país.

Fonte: Sistema OCB
Parlamentares manifestam apoio ao cooperativismo

Parlamentares manifestam apoio ao cooperativismo

Com a presença de mais de 80 pessoas, a Assembleia Legislativa do Estado presenciou no café dessa manhã o início de uma discussão que pode mudar os caminhos do cooperativismo no Rio Grande do Sul e no Brasil. Entre os presentes, o presidente da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul - ALRS, Luis Augusto Lara, o senador Luiz Heinze, o presidente da Frente Parlamentar do Cooperativismo do RS – Frencoop/RS, Elton Weber, o superintendente da Organização das Cooperativas do Brasil – OCB, Renato Nobile, o superintendente do Sistema Ocepar, Leonardo Boesch  e o presidente do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, Vergilio Perius.

Em seu discurso, o presidente da ALRS exaltou o cooperativismo e disse que o sentimento de pertencimento pode ser a salvação da sociedade. O senador Heinze ressaltou a importância do Sistema S não apenas para o cooperativismo e colocou o empenho e o trabalho do Senado no compromisso com a defesa desses temas. Ao anunciar o reativamento das Frencoops, Weber lembrou da importância dos recursos na formação profissional: “Temos inclusive cooperativas escolares apoiadas por esses recursos. Se não tivermos esses recursos, com certeza vai faltar essa formação, o conhecimento e a cidadania”, afirmou.

O superintendente da OCB, Renato Nobile, falou sobre a importância da valorização do sistema, a origem do Sescoop e seus objetivos, que vieram como uma resposta no processo de gestão, governança e desenvolvimento das cooperativas. Também discursaram o deputado federal Alceu Moreira, que trouxe a importância de aprofundar a discussão da importância de cada S do Sistema S e o superintendente da Organização das Cooperativas do Paraná – Ocepar, Leonardo Boesch, que apresentou evidências do crescimento das cooperativas paranaenses nos últimos anos.

O presidente do Sistema Ocergs-Sescoop/RS apresentou dados do cooperativismo e reforçou a necessidade de comprometimento dos parlamentares gaúchos. “Precisamos fazer um pacto muito forte com o parlamento gaúcho: união, força, determinação e luta pela manutenção do Sistema S”, afirmou. Segundo o dirigente, o Sescoop/RS realizou em 2018 ações de formação e capacitação profissional que beneficiaram mais de 38 mil pessoas, além de programas de promoção social, como o Aprendiz Cooperativo, que formou 17 mil jovens nos últimos dez anos, e o Dia de Cooperar (Dia C), que mobilizou 30 mil voluntários e 800 projetos desenvolvidos por cooperativas no Rio Grande do Sul, que beneficiaram mais de 770 mil pessoas no RS nos últimos quatro anos. Perius também ressaltou que no Rio Grande do Sul, 76% dos recursos do Sescoop/RS são destinados para atividades-fim.

No âmbito da educação e capacitação profissional, o dirigente destacou o papel da Faculdade de Tecnologia do Cooperativismo - Escoop no atendimento às necessidades das cooperativas, com a formação de 4.728 pessoas nos últimos seis anos.

Estiveram também presentes os diretores da Ocergs Irno Pretto, Margaret Garcia da Cunha, Iloir de Pauli, Valdir Feller, os superintendentes do Sistema Ocergs-Sescoop/RS Gerson Lauermann e Norberto Tomasini e os gerentes Mário De Conto e José Máximo Daronco.

O café da manhã foi um balizador da importância da manutenção dos recursos no Sistema S e reforçou a importância do envolvimento da comunidade e dos parlamentares no apoio ao Sescoop. Compreender o impacto positivo do cooperativismo em nossa sociedade é um dos principais indicadores que evidenciam a necessidade da manutenção dos recursos no Sistema S do Cooperativismo.

Sistema OCB promove concurso Jovens Embaixadores Coop

Em maio, o Sistema OCB vai realizar o 14º Congresso Brasileiro do Cooperativismo (CBC). E você pode fazer parte deste marco histórico, com tudo pago.

Está no ar o concurso “Jovens Embaixadores Coop”, que vai selecionar 20 jovens, entre 18 e 29 anos, para participar do evento como congressista – com direito a fala e voto.

O CBC acontece de 8 a 10 de maio, em Brasília (DF). Os interessados devem enviar um vídeo de até 15 segundos respondendo à pergunta: “Como podemos construir juntos o cooperativismo do futuro?” – e observar as outras regras previstas no REGULAMENTO.

As inscrições vão de 11 a 28/2 e o resultado sai no dia 8/3 no Facebook do Sistema OCB. Os vencedores serão premiados com passagem, hospedagem, refeições e credenciais de congressista para o CBC!

É a sua chance de ser a voz da juventude cooperativista do Brasil.

CLIQUE AQUI e saiba tudo sobre o concurso.

Cooperativas, divulguem entre os seus jovens!

Cooperativas podem inscrever iniciativas no Dia C 2019

Cooperativas podem inscrever iniciativas no Dia C 2019

Prestes a completar dez anos de existência, o movimento Dia de Cooperar (Dia C), iniciado em 2009, demonstra, a partir de iniciativas práticas, a força do cooperativismo no Brasil. No Rio Grande do Sul, o Dia C integra o calendário das cooperativas desde 2015. Com o propósito de mostrar à sociedade seu comprometimento com o desenvolvimento socioeconômico local, as cooperativas já podem inscrever suas iniciativas para 2019.

O objetivo é ilustrar que existem várias possibilidades de atuar em ações duradouras, que visam transformar a realidade da comunidade local, contribuindo para o desenvolvimento contínuo, sustentável e responsável. Para o presidente do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, Vergilio Perius, o Dia C traz em sua essência o espírito cooperativista. “O Dia C estende as mãos para as pessoas que precisam de ajuda, que precisam de um sorriso, de uma cultura, de uma instrução, que necessitam de um apoio”, afirma.

Dia C no Brasil

Em 2018, o número de cooperativas engajadas com as iniciativas do Dia C cresceu 8,4% em relação ao ano anterior. Ao todo, 1.706 cooperativas, com o apoio de quase 120 mil voluntários, dedicaram tempo, talento e muito trabalho para beneficiar mais de 2,2 milhões de pessoas com iniciativas que melhoram a qualidade de vida, a saúde, a educação, o meio ambiente e que estão alinhadas com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, da Organização das Nações Unidas (ONU).

Aliás, vale destacar que das 1.355 iniciativas realizadas em 1.136 cidades do País, 509 são projetos contínuos, tornando as cooperativas aliadas naturais da ONU, para o alcance das metas de erradicação da pobreza extrema no mundo até 2030, conforme previsto em sua agenda.

Dia C no Rio Grande do Sul

O Dia C já mobilizou 30 mil voluntários e contou com 800 projetos desenvolvidos por cooperativas no Rio Grande do Sul, que beneficiaram mais de 770 mil pessoas no Estado nos últimos quatro anos. Em 2018, o projeto realizado pelo Sistema OCB, pelas unidades estaduais e pelas cooperativas contou com 9.841 voluntários de 307 cooperativas e entidades parceiras, totalizando mais de 251 mil pessoas beneficiadas em 186 municípios gaúchos.

Cooperativas em ação

Outro dado bastante relevante sobre as iniciativas do Dia C diz respeito aos ODS, estabelecidos pela ONU. Todos os 17 objetivos foram contemplados pelas iniciativas que, em alguns casos, abrange mais de um ODS. “Encerramos 2018 satisfeitos com os resultados alcançados, mas certos de que em 2019 podemos fazer ainda mais. Por este motivo, convidamos as cooperativas que ainda não realizam projetos com base nos ODS para estarem conosco nesta caminhada”, destaca o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas.

Na aba downloads, você pode conferir todo o material publicitário: campanha 2019, edições da Revista Dia de Cooperar e infográficos atualizados com números de ações regionais e nacionais, separados por Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e ramos cooperativistas. Confira! Afinal, sua cooperativa é parte desse sucesso!

As cooperativas que desejarem unir sua força ao Dia C devem cadastrar suas ações no site nacional do Dia C durante o ano todo e enviar ao Sescoop/RS as notícias para divulgação destas ações (email: Este endereço para e-mail está protegido contra spambots. Você precisa habilitar o JavaScript para visualizá-lo.).

Existem várias possibilidades de atuar em ações permanentes, com comprometimento, e que cabem no seu dia a dia. Inscreva sua cooperativa aqui!

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Sistema OCB promove concurso Jovens Embaixadores Coop

Sistema OCB promove concurso Jovens Embaixadores Coop

Em maio, o Sistema OCB vai realizar o 14º Congresso Brasileiro do Cooperativismo (CBC). E você pode fazer parte deste marco histórico, com tudo pago.

Está no ar o concurso “Jovens Embaixadores Coop”, que vai selecionar 20 jovens, entre 18 e 29 anos, para participar do evento como congressista – com direito a fala e voto.

O CBC acontece de 8 a 10 de maio, em Brasília (DF). Os interessados devem enviar um vídeo de até 15 segundos respondendo à pergunta: “Como podemos construir juntos o cooperativismo do futuro?” – e observar as outras regras previstas no REGULAMENTO.

As inscrições vão de 11 a 28/2 e o resultado sai no dia 8/3 no Facebook do Sistema OCB. Os vencedores serão premiados com passagem, hospedagem, refeições e credenciais de congressista para o CBC!

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Cooperativas, divulguem entre os seus jovens!

Fonte: Assessoria de Imprensa do Sistema OCB
Otimismo atinge toda a cadeia do agronegócio

Otimismo atinge toda a cadeia do agronegócio

Desde o início da série que mede a confiança do agronegócio brasileiro (IC Agro), pela primeira vez o otimismo é recorde em todos os elos da cadeia - agricultores, pecuaristas e indústrias antes e depois da porteira. O IC Agro encerrou o 4º trimestre de 2018 marcando 115,8 pontos - alta de 15,4 pontos sobre o 3º trimestre. A série histórica do índice foi iniciada em 2013 e de acordo com a metodologia do estudo, resultados superiores a 100 pontos demonstram otimismo e quando ficam abaixo dessa linha indicam pessimismo. O IC Agro é um indicador medido pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB).

Segundo Paulo Skaf, presidente da Fiesp, o resultado reflete, principalmente, a percepção extremamente otimista do setor em relação à economia brasileira, uma das variáveis de maior peso para a formação do índice. “Foi possível constatar, de fato, um sentimento de euforia. As entrevistas foram realizadas no final de novembro e início de dezembro, pouco depois das eleições presidenciais – e a vitória de Jair Bolsonaro alimentou a expectativa de um novo ciclo de crescimento econômico e de um ambiente de negócios mais favorável a partir de uma agenda de reformas estruturais”, avalia Skaf.

O crescimento na confiança observada no final de 2018 só é comparável ao constatado em meados de 2016, com a posse de Michel Temer na Presidência da República.

O índice de confiança do produtor agropecuário (agrícola e pecuário) teve alta de 12,1 pontos, para 113,8 pontos, mostrando que houve disseminação do otimismo, com crescimentos sensíveis em praticamente todas as variáveis avaliadas. No entanto, o destaque ficou com a melhora da avaliação sobre a economia do Brasil, um dos aspectos com maior peso para a formação do índice. Segundo Márcio Lopes de Freitas, presidente da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), o resultado reflete a expectativa do setor agropecuário em relação à agenda indicada pelo novo Governo, seja para o setor, seja para a economia como um todo.

O Índice de Confiança dos produtores agrícolas atingiu 115,2 pontos, avanço de 9,2 pontos. Desde o último trimestre de 2017, o indicador é superior a 100 pontos, na faixa considerada otimista pelo estudo. No entanto, vale destacar que, dentre os aspectos levantados, os custos de produção destoaram do panorama de otimismo. A confiança nesse item está no nível mais baixo já registrado, muito próximo ao patamar que se encontrava em 2015, quando uma desvalorização do real aumentou os preços dos insumos, fortemente atrelados ao dólar. As boas expectativas com relação à produtividade, por outro lado, foram suficientes para sustentar a melhora no índice. As entrevistas, em sua quase totalidade, foram realizadas antes da seca observada em alguns estados produtores, em um momento importante do desenvolvimento da lavoura. “Por isso, para o próximo trimestre, consideramos alguma retração na confiança advinda da quebra de safra em importantes regiões produtivas como o Paraná e o Mato Grosso do Sul e de um possível aumento nos custos de produção para a safra 2019/2020”, complementa Freitas.

Entre os pecuaristas houve um incremento de 20,7 pontos, para 109,6 pontos. Dos 21 trimestres em que o estudo já foi realizado, esta é apenas a terceira vez em que o índice dos pecuaristas fechou acima de 100 pontos. O crédito, a produtividade e as condições gerais da economia sustentaram o inédito nível de confiança.

Já para o Índice da Indústria (Antes e Depois da Porteira) a alta foi de 18 pontos sobre o 3º trimestre de 2018, atingindo 117,3 pontos. As indústrias antes da porteira (insumos agropecuários – máquinas e equipamentos agrícolas, fertilizantes, defensivos e sementes) apresentaram avanço de 27,6 pontos, para 122,9 pontos, refletindo o bom desempenho desse ramo de atividade ao longo do ano.

Para fertilizantes, por exemplo, segundo dados da Associação Nacional para Difusão de Adubos (ANDA), o volume entregue no mercado interno cresceu 3,9% no acumulado de janeiro a outubro de 2018 (último dado disponível) em comparação ao mesmo período de 2017. No caso dos fabricantes de defensivos, as empresas começaram a safra 2018/2019 num mercado mais enxuto, encerrando um período de duas ou três safras de estoques elevados de produtos. Além disso, as entrevistas para o Índice de Confiança mostram que nesta safra os produtores estão mais preocupados com o controle de pragas e doenças do que em anos anteriores. Em relação às máquinas agrícolas, o crescimento foi de 25% na produção e de 11% nas vendas totais do ano, segundo a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea).

O índice das indústrias Depois da Porteira (Alimentos) passou de 101,0 pontos no terceiro trimestre para 114,8 pontos no último trimestre de 2018, alta de 13,9 pontos. Embora menor do que as empresas de insumos, o aumento não deixa de ser expressivo, já que o ano de 2018 foi desafiador para a maioria das indústrias deste segmento, com margens apertadas e ambiente de negócio ruim, causados pela greve dos caminhoneiros e pelas incertezas trazidas pela guerra comercial entre EUA e China, dentre outros fatores. Dessa forma, “mesmo com a melhora bastante significativa na percepção das condições gerais da economia no último trimestre do ano, ainda persiste uma preocupação quanto às condições do negócio em particular, o que impediu um avanço ainda maior do índice da Indústria Depois da Porteira”, avalia Roberto Ignacio Betancourt, diretor titular do departamento do agronegócio da Fiesp.

Fonte: OCB
Frencoop/RS é reativada na Assembleia Legislativa

Frencoop/RS é reativada na Assembleia Legislativa

Com a retomada dos trabalhos na Assembleia Legislativa, o deputado Elton Weber coletou, nessa terça-feira (5/2), assinaturas para a reativação da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), que se manterá em funcionamento nos próximos quatro anos.

Para reativação, era necessária a adesão de 19 dos 55 deputados empossados. Ao todo, 36 deputados assinaram pela reativação da Frencoop/RS.

O que é a Frencoop

As Frencoops municipal, estadual e federal atuam integradas ao Sistema Cooperativista – Organização das Cooperativistas do Estado do Rio Grande do Sul (Ocergs) e ao Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo do Estado Rio Grande do Sul (Sescoop/RS), através de ações conjuntas que fortalecem a educação cooperativista, visando à promoção social dos trabalhadores e os associados das cooperativas em todo o município.

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