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Unimed planta 50 árvores em Pelotas

Unimed planta 50 árvores em Pelotas

Com o propósito de sensibilizar a comunidade para a preservação do meio ambiente, promovendo a sustentabilidade do planeta, a Unimed Pelotas/RS através do programa Quem Clica Cuida plantou 50 árvores nesta sexta-feira (25/6). O plantio foi realizado na avenida República do Líbano, no entroncamento com a avenida Juscelino Kubitschek de Oliveira e contou com a presença da presidente da cooperativa, Drª Rosana van der Laan e da vice-presidente, Drª Susane Passos, além do secretário de Qualidade Ambiental de Pelotas, Eduardo Schaefer.

O projeto Quem Clica Cuida procura estimular que os clientes e beneficiários da Unimed Pelotas/RS utilizem os recursos on-line que a cooperativa oferece, como Guia Médico, resultados de exames, faturamento e demonstrativos, etc. Os acessos devem ser feitos pelo hotsite www.unimedpelotas.com.br/quemclicacuida, e a cada mil cliques, a Unimed Pelotas/RS plantará uma árvore. O objetivo é que até o final de 2021 sejam plantadas 200 árvores.

De acordo com a presidente da Unimed Pelotas/RS, Drª Rosana van der Laan, esse ato mostra a responsabilidade da nossa cooperativa com o meio ambiente, cuidando e promovendo a saúde do nosso planeta. A vice-presidente, Drª Susane Passos, falou sobre a importância do projeto e destacou que com esse plantio inserimos a Unimed no contexto da sociedade, promovendo saúde, lazer e parceira no cuidado do meio ambiente.

O secretário de Qualidade Ambiental de Pelotas, Eduardo Schaefer, agradeceu a parceria da Unimed Pelotas/RS e a mobilização da cooperativa em cuidar do meio ambiente e promover a sustentabilidade em nosso município. “Isso se chama compartilhamento do meio ambiente e uma rede de sustentabilidade que envolve diversos atores: pode público, empresas parceiras e a comunidade”, diz.

Das 50 árvores, foram plantadas as seguintes espécies: 25 mudas de frutíferas, quatro mudas ipês, sete mudas de pata de vaca, sete mudas de quaresmeira e sete extremosas.

Fonte: Assessoria de Comunicação Unimed Pelotas

Projeto incentiva empreendedorismo feminino na Cooperativa Vinícola Aurora

Projeto incentiva empreendedorismo feminino na Cooperativa Vinícola Aurora

Muito mais do que uma renda extra para as mulheres cooperadas. É com esse norte que a Vinícola Aurora lançou o projeto Mulheres Aurora Empreendedoras (MAE), com o objetivo de reunir associadas, esposas e filhas de viticultores associados para encontros sobre empreendedorismo feminino e cooperativismo. O primeiro grupo é formado por 25 mulheres, e inclui tanto empreendedoras que já comercializavam seus produtos e que desejam ampliar os canais de vendas, como jovens que querem começar a empreender. 

A assessora de Programas Sociais da cooperativa, Jacqueline Aubel, explica que o MAE foi apresentado justamente em maio, o mês das mães, para ajudar as mulheres a se inserirem ainda mais no universo da Aurora. Ela conta que a ideia surgiu a partir da necessidade de aumentar a venda online dos produtos que já são comercializados no espaço da Associação dos Artesãos da Aurora, junto à unidade Matriz, em Bento Gonçalves (RS).         

“Percebemos que essa iniciativa deveria ir além do treinamento sobre o uso de ferramentas de vendas pela internet e, com o suporte da direção e do próprio Conselho de Administração, resolvemos aprofundar o programa. O foco principal é fomentar os princípios do cooperativismo, que são educação, formação, informação e o interesse pela comunidade”, diz.   

Esse respaldo da direção da Cooperativa é reforçado pelo presidente do Conselho de Administração, Renê Tonello. O dirigente afirma que o MAE deverá fortalecer ainda mais a participação das mulheres na Cooperativa, ampliando a renda das famílias, melhorando a qualidade de vida e estimulando a continuidade do trabalho no meio rural. Tonello acrescenta que o MAE também atende ao preceito de aproximar ainda mais a Cooperativa ao quadro social

“As mulheres têm um papel fundamental que vai além da produção da matéria-prima da nossa Cooperativa. O cooperativismo tem justamente esse caráter de estímulo à diversificação da produção, de um retorno justo para as famílias de cooperados. A nossa história de 90 anos sempre foi calcada nesses princípios e isso só reforça o nosso DNA cooperativista”, destaca Tonello, que assim como todos os integrantes do Conselho, também é viticultor e cooperado desde a década de 1970.

Encontros virtuais          

Jacqueline Aubel informa que todos os encontros do MAE serão realizados de forma virtual devido às restrições da pandemia do coronavírus. Ela antecipa que o programa gratuito abrange três encontros sobre vendas e estratégias de comercialização online, e que devem ocorrer, ao todo, seis encontros, nos meses de junho e julho.

A assessora de Programas Sociais conta ainda que a primeira turma comprova a diversidade mencionada pelo presidente Renê Tonello. O grupo será composto por empreendedoras que trabalham desde a confecção de máscaras, toalhas com pinturas de elementos da fruticultura, restauração de imagens católicas, arranjos de flores, sabonete de vinho, joias, até a produção de geleias, massas, capeletti, pães, entre outros produtos.

“A pandemia nos trouxe de uma forma muito latente a necessidade de estímulo aos produtos locais, de fortalecimento dos empreendimentos da nossa cidade, das comunidades em que a cooperativa está inserida. O que fizemos foi associar essa tendência ao estímulo ao empreendedorismo feminino e ao cooperativismo”, resume. 

O gerente de Atendimento ao Cooperado da Vinícola Aurora, Gaspar Rotava, acrescenta que o MAE é uma forma de aumentar a divulgação do trabalho das integrantes da Associação dos Artesãos da Aurora. 

“São mais de 60 associadas que vendem seus produtos na loja e queremos que mais pessoas conheçam o trabalho destas cooperadas. Esse fomento à economia local, de fazer com que o dinheiro circule na nossa cidade e na nossa região também são fatores importantes deste projeto”, resume.

No lançamento, que ocorreu no dia 19 de maio, além de profissionais da Cooperativa, a atividade teve como convidada a analista técnica do Sescoop/RS, Ubiracy Barbosa Ávila. Ela abordou os diferentes papéis das mulheres associadas, mães e empreendedoras. Ubiracy é criadora do movimento “Mulheres que cooperam”. 

Fonte: Assessoria de Comunicação Vinícola Aurora

Languiru retorna mais de R$ 3 milhões aos associados na Conta Movimento

Languiru retorna mais de R$ 3 milhões aos associados na Conta Movimento

A Cooperativa Languiru segue com o agendamento para retirada da Conta Movimento. O benefício é destinado aos associados que realizaram operações de compra ou venda na matrícula durante o exercício de 2020 (os valores recebidos variam conforme essa movimentação em cada matrícula). Serão distribuídos R$ 3,027 milhões, conforme deliberado pelo quadro social na Assembleia Geral Ordinária, quando foi anunciada a distribuição de sobras total de R$ 10,9 milhões (o saldo de R$ 7,876 milhões foi destinado pelos associados à Reserva Legal).

É obrigatória a presença do titular da matrícula, tendo em vista também a entrega do novo Cartão de Identificação. Por meio desse, o associado poderá realizar compras com o valor da Conta Movimento ao longo do ano, não sendo mais necessário o recibo em papel utilizado em anos anteriores. A cooperativa orienta que associados com 60 anos ou mais, assim como demais pessoas que integram o chamado “grupo de risco” diante da situação de pandemia da Covid-19, posterguem a retirada do seu Cartão de Identificação e Conta Movimento.

Locais de atendimento

A Languiru disponibiliza 11 locais de atendimento ao quadro social. O associado pode optar pelo Setor de Atendimento Social do Departamento Técnico; Supermercados Languiru (Bairro Alesgut, Arroio do Meio, Cruzeiro do Sul, Estrela, Poço das Antas e Shopping Lajeado); e lojas Agrocenter Languiru (Bairro Languiru, Arroio do Meio, Shopping Lajeado e Venâncio Aires).

Contatos

O agendamento deve ser realizado previamente no Setor de Atendimento Social do Departamento Técnico. O procedimento é necessário para atender aos beneficiários com organização e preservando a saúde de todos. Para esse agendamento e mais informações, os associados podem contatar a Cooperativa pelo WhatsApp (51) 99678-4176 ou pelos fones (51) 3762-5647 e 0800-645-3062.

Cooperativa facilita a vida do associado

A avicultora e produtora de suínos Márcia Lagemann investiu o valor da Conta Movimento em compras no supermercado. “É um gesto louvável e uma contrapartida pela fidelidade dos associados”, define. A associada também já retirou o novo Cartão de Identificação. “É mais uma atitude da Languiru que facilita a vida dos associados”, enaltece.

Cartão oferece praticidade e segurança

O produtor de leite e suinocultor Ademir Rutz retirou a sua Conta Movimento e destinou o valor para compras no Supermercado Languiru do Bairro Languiru. “Quase já deu para fazer dois ranchos”, brinca. O Cartão de Identificação do Associado foi usado pela primeira vez na companhia da esposa, Liane. “É uma grande novidade que oferece praticidade e mais segurança nas compras dos associados”, ressalta. 

Novo cartão

O Cartão de Identificação do Associado é a chave para movimentação de créditos do quadro social em compras nas unidades da Languiru. O novo modelo sintético é codificado, de maior durabilidade, de identificação rápida do cooperado no atendimento, garante segurança com venda exclusiva ao portador e atualização automática do crédito disponível, além da possibilidade de inclusão de novos créditos no cartão. A tecnologia do sistema para codificação e leitura do cartão foi desenvolvida por equipe própria de TI da Cooperativa, com o apoio de fornecedores especializados.

Fonte: Assessoria de Comunicação Languiru

Ceriluz aprova projeto de recuperação florestal

Ceriluz aprova projeto de recuperação florestal

No dia 5 de junho foi comemorado o Dia Mundial do Meio Ambiente, que neste ano teve como tema central a Restauração dos Ecossistemas. Considerando essa data, a Ceriluz realizou na véspera, dia 04, um ato simbólico para comemorar a aprovação do seu projeto de Reposição Florestal, pelo Departamento de Biodiversidade da Secretaria do Meio Ambiente e Infraestrutura do RS. O ato aconteceu em uma propriedade de cinco hectares adquirida pela Cooperativa, na comunidade de Chorão, em Ijuí, onde está sendo feito o plantio de árvores nativas nas áreas degradadas. A iniciativa contou com a participação de representantes das entidades envolvidas: da Ceriluz, Romeu de Jesus, diretor-secretário, Bráulio Schussler, engenheiro eletricista, e Roger Dallepiane, técnico ambiental; da Unijuí, Márcia Sostmeyer Jung, mestranda, e da JS Florestal, Jorge Schirmer, engenheiro florestal. Também participou da atividade o responsável pelo plantio, Vilmar Batista.

O projeto contempla o plantio de oito mil mudas nativas e atende a Licença Única 341/2019, emitida pela FEPAM/RS, que solicita reposição florestal para compensar o impacto gerado pelo manejo de espécies nativas na chamada Faixa de Segurança das redes de distribuição de Energia da Cooperativa, espaço de 15 metros sob as redes. “A vegetação pode gerar conflito com as redes de distribuição e visando manter a qualidade da energia a Ceriluz necessita fazer a limpeza periódica das faixas de domínio dessas redes. Atendendo a legislação a Cooperativa desenvolveu esse projeto de reposição florestal para fazer a compensação da vegetação retirada”, explica o engenheiro eletricista, Bráulio Schussler.

Além do plantio das mudas nativaso projeto inclui acoleta e análise de águas superficiais de nascentes em propriedades rurais de associados da Ceriluz e sua proteção. “Esse projeto é amplo e tem o objetivo de reflorestar nascentes e proteger cursos d’água afluentes do rio Ijuí, para que eles tenham uma vasão normal e com cada vez mais qualidade”, afirma o diretor Romeu de Jesus. O trabalho de avaliação da qualidade da água é coordenado pela engenheira química, Márcia Sostmeyer Jung, mestranda em Sistemas Ambientais e Sustentabilidade pela Unijuí. A coleta é feita em cinco propriedades de associados da Ceriluz, que serão contemplados com o plantio de mudas nas Áreas de Preservação Permanentes das nascentes observadas.  

Todo o trabalho se concentra nos municípios de Ijuí e Bozano, na microrregião de atuação das Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCH’s) José Barasuol e RS-155, que exploram o potencial hidrelétrico do Rio Ijuí.

Fonte: Assessoria de Comunicação Ceriluz

Aprendizes do Projeto Semeadores da Inclusão doam tampinhas ao Hospital de Soledade

Aprendizes do Projeto Semeadores da Inclusão doam tampinhas ao Hospital de Soledade

Os 11 aprendizes cooperativos que participam do projeto Semeadores da Inclusão, uma iniciativa desenvolvida pela Coagrisol em parceria com a CooperConcórdia, realizaram a entrega de tampinhas plásticas ao Hospital de Caridade Frei Clemente (HCFC), de Soledade. Na terça-feira, 1/6, as integrantes do Grupo de Humanização da casa de saúde estiveram no auditório para, simbolicamente, receber o que foi arrecadado pelos alunos.

Ao todo, 16,5 mil tampinhas foram entregues, em um trabalho que teve início em 2020. “Em razão da pandemia, suspendemos as atividades, porém eles continuaram guardando em suas casas. Na segunda-feira (31), quando retomamos as aulas, fizemos a contagem e nos surpreendeu a quantidade. O interessante é que eles mantiveram o foco, mesmo sem nos encontrarmos presencialmente”, assinala Cândida Grotto, responsável pelo projeto.

O que foi arrecadado será comercializado e o valor revertido em ações realizadas pelo próprio Grupo de Humanização, que é composto por colaboradores do hospital. “Nós realizamos atividades externas com os funcionários, como também ações sociais com a comunidade. Agradecemos imensamente esta doação, que para nós se mostra como um grande gesto de carinho com nossa casa de saúde”, afirma Ana Flávia Marafon, assessora de comunicação do HCFC.

Cândida pontua que o projeto das tampinhas atingiu o propósito. “Trabalhamos com os aprendizes a cooperação, a integração com a comunidade, que são uns dos principais pilares do cooperativismo. Da mesma forma, abordamos a união, já que no momento em que fomos contar as tampinhas, nos dividimos em grupos, o que ressaltou a importância do trabalho em conjunto. Com certeza tivemos nosso objetivo alcançado”, finaliza.

Semeadores da Inclusão

O projeto, que é desenvolvido pela primeira vez Coagrisol, tem parceria CooperConcórdia, e reúne jovens portadores de necessidades especiais. Semanalmente, os aprendizes cooperativos participam de aulas teóricas, quando são trabalhados diferentes assuntos. Posteriormente, todos irão para as atividades práticas, que serão desenvolvidas nas unidades da cooperativa.

Fonte: Assessoria de Comunicação da Coagrisol

Sicredi Nordeste RS agora é Sicredi Caminho das Águas

Na última sexta-feira, 21, a Sicredi Nordeste RS passou por mais uma mudança em seu nome para reforçar sua ligação com as cidades da sua área de atuação. Agora, passa a se chamar Sicredi Caminho das Águas, em referência ao fato de todas suas 33 cidades serem banhadas por rios, lagos ou mar. A mudança do nome já pode ser notada nas agências, documentos e nas redes sociais.

Ao longo da história ocorreram muitas histórias e transformações das mais variadas formas. Nada é permanente em um mundo onde a transformação é um elemento constante. Uma característica em comum sempre ligou às cidades que fazem parte da Sicredi Nordeste RS. Cada uma delas é banhada por águas, sejam elas de um rio, lago ou mesmo do mar. Das águas provem a vida. Pelas águas provém os mais diversos negócios que fortalecem a economia de suas comunidades: a fertilidade, transformação, purificação, força e limpeza. “A nossa região não é apenas a encosta superior nordeste, nós tínhamos outras identidades geográficas aqui na região que não estavam contempladas. Nós entendemos que o cooperativismo é um movimento de inclusão. [...] Assim como a água, que tem seu nascedouro, nasce pura, límpida e vai trazer renovação, a nossa empresa pode ser isso também” comenta Álvaro Link, diretor executivo da Sicredi Caminho as Águas.

Para explicar esse processo de mudança e as motivações, a coop preparou um minidocumentário. Para conferir, acesse: https://youtu.be/OteXJ2_-Q64

Fonte: Assessoria de Comunicação Sicredi Nordeste RS

Unimed Vale do Sinos inaugura novo hospital e investe R$ 250 milhões na região

Unimed Vale do Sinos inaugura novo hospital e investe R$ 250 milhões na região

Com investimento de R$ 250 milhões, a Unimed Vale dos Sinos está inaugurando um novo hospital, em Novo Hamburgo, em valor que inclui também outros recursos na revitalização de todo o complexo.

Idealizado há dez anos e cuja obra avançou após muitos entraves judiciais e burocráticos, de acordo com o presidente da Unimed Vale do Sinos, Luis Carlos Melo, a nova unidade está prestes a se tornar uma referência em diferentes áreas da medicina nacional, assim como em tecnologias adotadas e em sustentabilidade.

"Começamos este projeto em 2011, e as obras em 2019, devido a muitos entraves, como é uma constante a quem quer empreender neste País. Agora, é um sonho realizado", destacou Melo, comemorando a inauguração após tanto tempo.

A nova unidade tem 40 mil metros quadrados e um edifício garagem com capacidade para 500 veículos, ambos interligados por passarelas áreas suspensas ao hospital São Rafael, já administrado pela Cooperativa médica no local. O novo empreendimento da Unimed Vale do Sinos, além de ampliar significativamente a capacidade de atendimento na região como um todo, também empregará cerca de 500 profissionais que se somam aos 1,8 mil já atuantes.

Na segunda-feira (24/5), o complexo começa a receber pacientes internados hoje na unidade localizada no centro de Novo Hamburgo, em um trabalho que deve ser concluído até dia 31 de maio. A área de tecnologia implantada no hospital é aparentemente simples, mas permitirá uma operação mais ágil do trabalho médico e dos próprios pacientes, por meio de chips inseridos na roupa. O hospital tem um sistema de localização individual em que os pacientes poderão circular melhor pelas unidades sabendo onde estão e para onde devem ir, assim como as equipes e profissionais de saúde.

Conheça o novo completo hospitalar

  • O novo hospital tem 40 mil metros quadrados. O atendimento à população em geral será iniciado a partir do dia 31 de maio.
  • A obra, que começou a ser construída em março de 2019, agora conta com serviços diferenciados na área médica. O novo hospital conta com sete salas cirúrgicas e 204 leitos, sendo 120 de internação, 25 de hospital-dia, 19 de internação obstétrica/materna, 20 UTI adulto e 20 UTI neonatal.
  • Cooperativa irá gerar 500 novas vagas diretas de emprego. Até o momento, já foram preenchidas mais de 150 vagas para funções como técnico de enfermagem, enfermeiro, maqueiro, técnico em radiologia, auxiliar de hospedagem, auxiliar de farmácia, assistente de farmácia, atendente de nutrição, cozinheiro, nutricionista e vagas administrativas.
  • O Complexo contará com três prédios: o novo hospital, o hospital atual onde se iniciará um amplo retrofit (processo de melhoria de instalações antigas que busca atualizar o espaço, corrigir problemas e torná-lo mais seguro e confortável para os usuários) e o edifício garagem.
  • Para ligar as duas unidades, além do estacionamento, foi construída uma passarela, içada sob a Rua Normélio Stabel com o objetivo de oferecer dois fluxos: um hospitalar, exclusivo para funcionários, pacientes já internados e abastecimento geral do complexo; e outro para o público em geral com livre acesso.

Fonte: Jornal do Comércio

Crédito da foto: Unimed Vale do Sinos/Divulgação

Certel se antecipa à participação de veículos elétricos nas vendas globais, que devem chegar a 50% em 2033

Certel se antecipa à participação de veículos elétricos nas vendas globais, que devem chegar a 50% em 2033

Uma verdadeira revolução na locomoção por automóveis está a caminho e os países devem se preparar para um novo tipo de demanda. Um relatório divulgado recentemente pela Rystad Energy prevê que a participação de veículos elétricos nas vendas globais de automóveis novos pode disparar ao longo da próxima década. Hoje, segundo a consultoria, esse tipo de carro responde por uma parcela de 4,6%, mas pode ultrapassar os 50% a partir do ano de 2033. O número é um alerta aos governos e planejadores do segmento de energia, que desde já precisam preparar seus parques de geração e redes de distribuição de energia para a demanda que está por vir. Em 2021, a Rystad Energy espera que os veículos elétricos representem cerca de 6,2% das vendas globais de automóveis de passageiros, com a participação subindo para 7,7% no ano seguinte.

Com o seu primeiro carro 100% elétrico adquirido em novembro passado e com o primeiro ponto de abastecimento da região inaugurado em fevereiro deste ano, integrando o seu 65º aniversário, a Certel norteia suas ações para a evolução da sustentabilidade. “A Cooperativa projeta ampliar futuramente sua frota, inclusive com caminhões elétricos. Paralelamente, investe consideravelmente em redes de transmissão, subestações, equipamentos e em capital humano para atender a demanda dos próximos anos”, assinala o diretor de operação e manutenção, Daniel Luis Sechi.

“Precisamos estar muito conectados com as tendências do futuro, para que nossos atendimentos sejam cada vez mais eficientes e que o meio ambiente seja preservado para as próximas gerações. O nosso ponto de abastecimento elétrico foi instalado para também beneficiar os moradores da região que possuam carros elétricos, e que não terão nenhum custo para abastecer conosco. É uma postura inovadora e pioneira da Certel que vem de encontro ao compromisso que temos com o nosso quadro social”, complementa o presidente, Erineo José Hennemann.

Carregamento do carro elétrico no posto de abastecimento da Certel

Energia e inovação caminhando lado a lado. É assim que podemos definir o Posto de Abastecimento para Carro Elétrico da Certel. Sendo também o primeiro da região, a estação foi inaugurada no dia 19 de fevereiro, data que marcou o 65º aniversário da cooperativa. Mas, se você tem curiosidade de como funciona um posto de abastecimento, contamos em detalhes os devidos processos de carregamento.

Com a geração de energia através de placas solares, que mantêm uma potência instalada de 10 quilowatts, o carro elétrico pode ser carregado em até 8h e também possibilita a recarga de dois veículos por vez.

O engenheiro eletricista da Certel, Felipe Drebes, explica sobre a energia gerada através das placas solares. “Um fator interessante que podemos destacar é sobre a energia que geramos no posto, mas que não é consumida pelo veículo. Essa sobra que não foi utilizada é injetada diretamente no sistema da Certel e fica de crédito para consumir em outros horários de carregamento do veículo”, pondera.

Caso esteja se perguntando “como faço para abastecer meu carro elétrico na Certel?”, os profissionais da Certel estão devidamente preparados para auxiliar. Pode parecer um processo simples, conectando somente o cabo na fonte de energia, mas Drebes explica que tudo depende do modelo e adaptadores necessários. “Se caso decidir realizar o carregamento conosco, é muito importante se atentar ao sistema de adaptação. Ele deve ter o mesmo padrão que o do posto de abastecimento. Aqui na Certel, utilizamos a tomada tipo dois” destaca.

Chegando à sede administrativa da cooperativa, o ideal é se dirigir até a recepção e conversar com a área técnica da Certel. Assim, você conhece um pouco mais do sistema elétrico e verifica se será possível realizar a recarga, ou caso necessário, a inclusão de um adaptador. “Estamos sempre abertos para esclarecer qualquer dúvida, tanto para o carro elétrico, quanto ao posto de abastecimento”, finaliza o engenheiro.

Fonte: Assessoria de Comunicação da Certel

Crédito da foto: Gabriela Santos/Divulgação

Custos das culturas de soja e milho sobem acima de 25% na próxima safra

Custos das culturas de soja e milho sobem acima de 25% na próxima safra

A Federação das Cooperativas Agropecuárias do Estado do Rio Grande do Sul (FecoAgro/RS) divulgou nessa segunda-feira, 17 de maio, a primeira estimativa dos custos de produção para a soja e o milho previstos para a safra 2021/2022. A indicação do estudo, conduzido pelo diretor técnico da entidade, Tarcísio Minetto, é que as duas culturas terão uma alta acima de 25% nos desembolsos para o próximo período.

Com isso, o desembolso do milho se elevou 27,36% em relação à safra 2020/2021. O custo operacional por hectare ficou em R$ 4.549,94, aumento de R$ 977,49 por hectare. Já o custo total de produção é de R$ 6.625,43. Em termos de comparação com a safra anterior, o valor é superior em R$ 1.590,85 por hectare. Mesmo assim, neste mês de maio de 2021, a relação de troca está mais favorável se comparado às últimas dez safras, desde a temporada 2011/2012, justificado pelos bons preços neste ano. Para cobrir os custos, conforme aponta o levantamento da FecoAgro/RS, o produtor precisará colher 51,70 sacas de milho ao preço atual de R$ 88,00 a saca para o desembolso e vai precisar colher 75,29 sacas para cobrir o custo total.

No caso da soja, os cálculos da FecoAgro/RS apontam um desembolso de R$ 3.098,25 por hectare, aumento de 29,98% comparado com safra passada e superior em R$ 714,70 por hectare. O custo total ficou em R$ 4.800,76 por hectare, elevação de 31,78% se comparado com o valor de R$ 3.643,02 da temporada passada. Para que o produtor gaúcho consiga cobrir o seu desembolso será necessário vender a um preço médio de R$ 51,64 a saca e para cobrir o custo total terá que vender a um preço médio de R$ 80,01 a saca. O sojicultor vai precisar colher 18,78 sacas de soja para cobrir o desembolso e de 29,10 sacas por hectare para cobrir o custo total. Ainda assim, é a relação de troca mais favorável das últimas nove safras, desde a safra 2012/2013.

Segundo o levantamento da FecoAgro/RS, a valorização do dólar frente ao real e a elevação dos preços dos principais produtos agrícolas em relação à ciclos anteriores impulsionaram a alta dos custos dos fertilizantes de demais insumos como defensivos, o que eleva o desembolso para próxima safra. Outro fator destacado na estimativa é o aumento dos combustíveis e nos preços das máquinas e equipamentos, que também apresentaram altas expressivas impactando na elevação nos custos das lavouras.

De acordo com o presidente da FecoAgro/RS, Paulo Pires, é importante ressaltar que, mantendo-se os atuais preços pagos e os custos projetados, o produtor terá uma rentabilidade melhor na cultura do milho do que na soja, o que é importante para a cadeia de produção animal e a economia do Rio Grande do Sul.

O levantamento da FecoAgro/RS salienta que, embora o produtor esteja mais capitalizado neste ano, é preciso ter cautela, pelo fato de ocorrer momentos cíclicos de bons preços, pois o mercado é volátil e o produtor enfrenta riscos. O estudo ainda conclui que é importante que o produtor se proteja com seguro agrícola e trave seus custos sempre buscando a sustentabilidade na produção.

Fonte: Assessoria de Imprensa da FecoAgro/RS

Foto: Paulo Pires/Divulgação

Sicredi está com inscrições abertas para o Fundo Social Juntos pelo Bem

Sicredi está com inscrições abertas para o Fundo Social Juntos pelo Bem

A Sicredi Fronteira Sul RS está com inscrições abertas para o Fundo Social Juntos pelo Bem. Entidades ou pessoas físicas que desenvolvam projetos sociais podem cadastrá-los no site www.cadastro.juntospelobem.com.br até o final do mês de junho. Importante ressaltar que pessoas físicas só podem inscrever projetos através de algum CNPJ, por isso, a cooperativa orienta que se alguém tem algum projeto, procure entidades assistenciais para apoiá-las com o cadastro. 

O Juntos pelo Bem, que se tornou efetivamente Fundo Social no ano de 2020, teve início em 2019, atendendo 28 projetos de todos os 11 municípios de atuação da Sicredi Fronteira Sul com mais de R$ 187 mil. Já no ano passado, em virtude da pandemia de Covid-19, não foram abertas inscrições para projetos sociais. No entanto, a cooperativa não deixou de fazer sua parte para com as comunidades onde está inserida, e doou o valor do Fundo para todos os hospitais da região; cerca de R$ 206 mil. 

Os projetos inscritos devem atender uma das categorias que constam no regulamento do Fundo Social: educação, cultura, saúde, empreendedorismo, segurança ou esportes (este com objetivo de inclusão social de crianças, adolescentes e jovens de até 21 anos de idade).  

Após a submissão dos projetos, todos passam por uma análise criteriosa que avalia se não está faltando nenhuma informação, se estiver, os responsáveis serão informados via e-mail para ajuste. A escolha dos projetos é feita pelos gerentes das agências e os coordenadores de núcleos. No mês de setembro, os contemplados são divulgados, e os valores são distribuídos até o dia 15 de dezembro do ano vigente. 

Importante destacar que a Sicredi contribui com 70% do valor solicitado para a realização do projeto selecionado. Os demais 30% devem ser aportados pela entidade e/ou responsável pelo mesmo. 

Para mais informações, acesse o site www.cadastro.juntospelobem.com.br ou faça contato pelo whatsapp (51) 3358-4770. 

Fonte: Assessoria de Comunicação Sicredi Fronteira Sul RS

Cooperativismo: aliado natural da economia verde

Cooperativismo: aliado natural da economia verde

Enfrentar a crise climática requer uma cooperação global sem precedentes, bem como um senso comum de urgência. Esse enfrentamento é o que fará a diferença entre um futuro promissor ou não. É por isso que as cooperativas têm feito a parte delas para contribuir com essa transição para uma economia verde e um mundo mais sustentável.

O assunto ganhou ainda mais evidência nesta semana por causa da reunião da Cúpula de Líderes sobre o Clima, liderada pelo governo dos Estados Unidos e com a participação de diversos países, dentre eles, o Brasil.

Por aqui, as cooperativas, por meio da OCB, e o Ministério do Meio Ambiente (MMA) têm estreitado cada vez mais sua relação, possibilitando que elas sejam elos fortes nessa corrente de orientação da população sobre a urgência de se desenvolver um olhar estratégico sobre o meio ambiente. Quer alguns exemplos dessa parceria que visa entre outras coisas a diminuição da emissão gases como o carbono? Vamos lá:


PROGRAMA ADOTE UM PARQUE

A Coopecredi Guariba assinou, em março, um protocolo de intenções o MME, visando a adoção da Reserva Extrativista de São João da Ponta (PA). Com isso, tornou-se a primeira coop e a terceira empresa brasileira a participar do programa. A reserva é uma das 132 unidades de conservação que fazem parte da primeira etapa do Adote um Parque, cujo objetivo é para fortalecer a proteção de áreas federais. A assinatura do protocolo ocorreu no dia 17/3. (Leia mais)

PAGAMENTOS POR SERVIÇOS AMBIENTAIS

A OCB tem estimulado que as cooperativas façam parte da Política Nacional de Pagamentos por Serviços Ambientais. A ideia é que elas sejam inseridas cada vez mais nessa cadeia de incentivo à preservação dos recursos naturais.

De acordo com essa Política, os pagamentos por serviços ambientais podem ser aplicados em atividades individuais ou coletivas que favorecem a manutenção, a recuperação ou a melhoria dos serviços considerados de provisão, ou seja, que fornecem bens ambientais para consumo ou comercialização, como é o caso dos alimentos, serviços de suporte, aqueles que mantém perenidade da vida na terra como renovação da fertilidade do solo e controle de pragas e serviços de regulação, que dão manutenção ao meio ambiente como sequestro de carbono e controle de erosões.

Os pagadores de serviços ambientais podem ser o poder público, organização da sociedade civil ou agente privado seja pessoa física ou jurídica, nacional ou internacional. As formas de pagamento poderão ser feitas de forma direta, monetária, em dinheiro ou por comodatos, títulos verdes, cotas de reserva ambiental, prestação de melhorias sociais a comunidades rurais e urbanas ou por compensação vinculada à certificação de redução de emissões por desmatamento e degradação.

A política também cria o Programa Federal de Pagamentos por Serviços Ambientais. Neste programa, a União – por meio do Sistema Nacional do Meio Ambiente (Sisnama) será responsável por executar os pagamentos e será dada prioridade aos contratos fechados com comunidades tradicionais, povos indígenas, agricultores familiares, cooperativas e associações civis.

Entre os territórios que podem ser objeto do programa, estão incluídas as propriedades privadas, situadas na zona rural, desde que estejam inscritas no Cadastro Ambiental Rural. As reservas legais e áreas de preservação permanente dos imóveis também serão elegíveis aos pagamentos por serviços ambientais com recursos públicos.

ENERGIA

Além disso, a OCB também estimula que as cooperativas de energia elétrica façam parte da cadeia de geração renovável, contribuindo assim para que todo o sistema brasileiro possa caminhar na direção da sustentabilidade. Entre os materiais que apoiam as coops nesse sentido estão:

  • As energias renováveis no cooperativismo (clique aqui)
  • Coopere e gere a própria energia (clique aqui)
  • Novo Código Florestal e Cadastro Ambiental Rural (clique aqui)
  • Guia de constituição de cooperativas de geração distribuída fotovoltaica (clique aqui)
UMA BANDEIRA, MUITAS MÃOS

“As cooperativas são parceiras naturais do desenvolvimento socioeconômico das nações. E nós sabemos que não há desenvolvimento sem que haja todas as questões que envolvem a sustentabilidade do planeta sejam levadas em consideração. A seu favor, as coops têm além do seu sétimo princípio – o interesse pela comunidade, a capacidade de mobilização social, pois são empresas de pessoas, atuando para pessoas. É muita gente envolvida na rotina da cooperativa, por isso, quando uma coop levanta uma bandeira, muitas pessoas estão sustentando esse movimento, transformando a realidade”, finaliza Márcio Lopes de Freitas, presidente do Sistema OCB.

Fonte: Sistema OCB

Unicred Região dos Vales realiza doação de mochilas e estojos para crianças

Unicred Região dos Vales realiza doação de mochilas e estojos para crianças

Unicred Região dos Vales, juntamente com o Instituto Unicred RS, braço social do Sistema Unicred, estão continuamente dedicados ao propósito de estimular a educação de jovens e adultos nas comunidades em que estão inseridos. Desta forma, nas últimas semanas, a Instituição Cooperativa Financeira doou um total de 89 mochilas e estojos para crianças atendidas por três projetos assistenciais da região.

A primeira entrega da ação foi destinada para o projeto social Uma Sinfonia Diferente RS, que oferece musicoterapia para jovens e crianças com autismo. A Unicred Região dos Vales, que já havia doado instrumentos musicais no final do ano passado para as crianças atendidas pela iniciativa, destinou agora 19 mochilas e estojos para elas, no projeto que tem como coordenadora responsável a musicoterapeuta Graziela Pires.

Os alunos da Escola Municipal de Ensino Fundamental Presidente Affonso Penna, que participam do projeto social Tênis Para Todos, também foram beneficiados com a entrega de 40 mochilas feita para Michelle Bremm, Diretora, Andressa Fassbinder dos Santos, coordenadora pedagógica, e Cali Maier, vice-presidente esportiva da Sociedade Aliança. Na proposta, que atende crianças de 6 a 11 anos da rede pública de ensino, elas recebem horas complementares com o treinamento de tênis na sede da Sociedade Aliança, em Novo Hamburgo.

Por fim, mais 30 mochilas foram destinadas para o Projeto Social de Inclusão de Crianças Através do Karatê, realizado com alunos da APAE. A entrega foi realizada pelo médico Dr. Ricardo Ossanai, da agência de Montenegro, entusiasta do projeto.

“A Unicred está sempre dedicada com iniciativas que buscam diminuir as desigualdades sociais e incentivar a educação, esporte e lazer para crianças e adolescentes nas regiões em que atuamos. Ficamos imensamente felizes de apoiar essas crianças que estão envolvidas em projetos e causas tão importantes”, comenta o Presidente da Unicred Região dos Vales, Dr. Paulo Luiz Rech.

A iniciativa partiu da doação de mochilas que o Instituto Unicred RS adquiriu do Projeto Casulo RS, ação colaborativa de 2020 que reuniu empresas, organizações da sociedade civil, profissionais e voluntários. No projeto, pessoas físicas e empresas foram responsáveis pela doação de banners e materiais similares, enquanto costureiras autônomas em condições de vulnerabilidade social trabalharam na produção das mochilas.

Fonte: Assessoria de Comunicação Unicred Região dos Vales

Vinícola Aurora concilia faturamento recorde com redução de 316,8 mil toneladas de CO2 na atmosfera

Vinícola Aurora concilia faturamento recorde com redução de 316,8 mil toneladas de CO2 na atmosfera

Unir crescimento econômico com diminuição de emissão de CO2 na atmosfera. O que já pareceu utopia para muitas empresas tem sido o modus operandi da Cooperativa vinícola. No mesmo ano em que registrou um faturamento de R$ 701 milhões – o maior em 90 anos de história – a Vinícola Aurora reduziu a emissão de 316,8 mil toneladas de gás carbônico. Este volume é o equivalente a 8,8 mil mudas de árvores conservadas por 20 anos, a 3,1 mil veículos leves à gasolina percorrendo 500 quilômetros, ou, ainda, a 793 transportes de cargas de uma tonelada pelo mesmo trajeto.      

Pelo terceiro ano consecutivo, a empresa recebeu o Certificado de Redução de Emissão de Gases de Efeito Estufa por utilizar apenas energia elétrica proveniente de usinas de fontes renováveis e incentivadas pelo Governo Federal, como eólica, solar, biomassa, de Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCH) e Centrais Geradoras Hidrelétricas (CGHs). O certificado foi emitido pela Consultoria em Energia Ludfor.  

O diretor superintendente da Vinícola Aurora, Hermínio Ficagna, avalia que, mais do que a economia gerada pelo uso de energias renováveis, que chegou a R$ 828 mil no período - uma média de 25% do que seria gasto com fontes convencionais, o mais importante é conciliar produtividade com sustentabilidade. 

“Temos uma preocupação muito grande com a preservação dos recursos naturais, visto que o que move a indústria vinícola depende da natureza e do clima. Para nós, é emblemático que em 2020, no ano em que tivemos uma das melhores safras da história, podemos receber uma certificação internacional por redução de CO2 no meio ambiente”, reforça.

Os dados dos cálculos de emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) seguem as metodologias reconhecidas internacionalmente, como o GHG Protocol Corporate Standart da The Green house Gas Protocol Initiative e o Intergovernmental Panel on Climate Change (IPCC).

Uma das plantas industriais da Aurora, inaugurada em 2019 no Vale dos Vinhedos, é a primeira fábrica do Brasil com certificado LEED versão 4.0 por ser 100% sustentável. A vinícola também possui outras duas unidades em Bento Gonçalves e uma no município vizinho de Pinto Bandeira. A Aurora conta com 1,1 mil famílias associadas, em 11 municípios, e mais de 500 funcionários. A empresa é líder de mercado em vinhos finos - foram mais de 9,7 milhões de litros comercializados em 2020 – e também está na dianteira do share de mercado de suco de uva integral e de coolers.

Fonte: Assessoria de Imprensa da Cooperativa Vinícola Aurora

Crédito da foto: André Majola

Coops movimentam mais de R$ 139 milhões através da Central de Compras

Coops movimentam mais de R$ 139 milhões através da Central de Compras

Uma rede que transforma e beneficia o cooperativismo agropecuário gaúcho. Assim é a RedeAgro, um sistema cooperativo de varejo, com sede no município de Soledade, que funciona de forma online. Em 2019, 21 cooperativas filiadas à RedeAgro movimentaram R$ 139,4 milhões em volume total de compras em conjunto, beneficiando mais de 130 mil cooperados.

Entre os seus objetivos estratégicos, a RedeAgro atua na realização de negócios em rede e em maior escala, na redução do custo unitário dos produtos em função do volume comprado e no aumento da comercialização de produtos industrializados ou beneficiados pelas cooperativas.

Redução de custos e vantagens para os cooperados

O trabalho da RedeAgro é fazer a aquisição de produtos para as cooperativas virtualmente, por meio da Central de Compras. “O objetivo é adquirir mercadorias que existem no varejo, em grande quantidade, diminuindo os custos para as filiadas e, consequentemente, para os sócios. A gente entrega diretamente no depósito das associadas”, esclarece o presidente da Redeagro, Gelso Manica.

A RedeAgro trabalha basicamente com varejo. Conforme Manica, a cooperativa de compras adquire mercadorias como ração, lâmpadas, produtos perecíveis, entre outros. “Um dos nossos princípios é melhorar a segurança alimentar. Quem ganha com tudo isso é o consumidor”, como revela a associada da Cotriel, Vera Lucia Zuchelli. “Fiz a escolha de comprar no supermercado não somente por ser uma sócia da Cooperativa, mas sim pela qualidade e diversidade dos produtos.” Muitas dessas mercadorias são compradas por meio da RedeAgro.

Para o presidente do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, o projeto é um case de sucesso que reforça o princípio cooperativista da intercooperação. "A união de esforços das cooperativas torna o cooperativismo mais competitivo na área de varejo e reforça a importância da intercooperação. Essa relação estabelece benefícios para as cooperativas, para os sócios e também para as comunidades nas quais elas estão inseridas", destaca.

Unicred Ponto Capital doa mais de 5.700 máscaras com projeto “Eu Transformo”

Unicred Ponto Capital doa mais de 5.700 máscaras com projeto “Eu Transformo”

Unicred Ponto Capital, dedicada à transformação social das comunidades em que está inserida, promoveu uma série de doações que resultam do projeto “Eu Transformo”. A partir da ação, que busca demonstrar na prática a força do cooperativismo e da coletividade, foi possível a doação de 5.740 máscaras de proteção para beneficiados de projetos sociais, entidades assistenciais e grupos vulneráveis.

O projeto “Eu Transformo” foi desenvolvido para estimular o cooperativismo, fazendo com que, a partir da associação de novos cooperados, estes sejam responsáveis pela colaboração ao próximo em suas próprias comunidades. Para isso, a Unicred Ponto Capital investe o mesmo valor que o cooperado aplica em sua entrada no sistema em uma ação de incentivo à economia local, com a produção de máscaras de proteção, e, depois, com a doação delas para uma instituição da mesma cidade.

Para a produção das máscaras que foram doadas, a Unicred Ponto Capital selecionou nove projetos de suas cidades de atuação com potencial para fazer a diferença em suas comunidades e que, em razão da pandemia, passaram por desafios econômicos. Foram os seguintes: Projeto Arsele e Ateliê Elisa Camargo, de Santa Maria; Projeto Taifa, de Santiago; Pilche, de São Gabriel; Adri Malhas e Confecções, de Cachoeira do Sul; Rizzatti Malharia, de Alegrete; Apetrechos, de Uruguaiana; IProtect Brasil e Poliprodutos, de Recife (PE).

Para o presidente da Unicred Ponto Capital, Flávio Cabreira Jobim, o projeto “Eu Transformo” demonstra a importância da coletividade. “Em momentos delicados como no período em que estamos vivendo, o cooperativismo e o auxílio ao próximo são cada vez mais necessários. Devemos trabalhar juntos de nossa comunidade para atravessar esta pandemia, buscando um amanhã melhor para todos”, declara.

Foram mais de 17 entidades e instituições beneficiadas com a doação das máscaras pelo projeto “Eu Transformo”, colaborando com mais de 5 mil pessoas atendidas. As doações ocorreram com a seguinte distribuição:

Alegrete
• Doação de 100 máscaras para a Liga Feminina de Combate ao Câncer de Alegrete, instituição que existe há 60 anos e presta assistência para cerca de 350 pacientes com o apoio de 55 voluntárias.

Cachoeira do Sul
• Doação de 120 máscaras para a Liga Feminina de Combate ao Câncer de Cachoeira do Sul, associação sem fins lucrativos de caráter beneficente de assistência social e promoção da saúde.

• Doação de 120 máscaras para o Asilo da Velhice Nossa Senhora Medianeira, fundado em 1949, que acolhe, ampara e protege idosos em situação de vulnerabilidade social.

Santiago
• Doação de 100 máscaras para a Arpes - Associação dos Recicladores Profetas da Ecologia de Santiago, fundada em 2004, que beneficia 32 famílias que trabalham na seleção de lixo urbano.

Santa Maria
• Doação de 150 máscaras para a Sociedade Beneficente Lar de Míriam, instituição beneficente fundada em 1961 que, atualmente, atende cerca de 30 crianças e adolescentes no regime de proteção especial.

• Doação de 250 máscaras para a Associação de Amparo e Providência Lar das Vovozinhas, entidade fundada em 1946 e considerada o maior asilo do Brasil, atendendo quase 200 senhoras que residem no local.

• Doação de 1.300 máscaras para a Apae – Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais de Santa Maria, fundada em 1966 que atende cerca de 260 pessoas com deficiência e seus familiares.

• Doação de 500 máscaras para a Aapecan - Associação de Apoio à Pessoas com Câncer, entidade que atende gratuitamente pessoas com diagnóstico de câncer em situação de vulnerabilidade social.

• Doação de 500 máscaras para a instituição Caras do Bem, que oferece amparo para 110 famílias em situação de vulnerabilidade social em Santa Maria.

• Outras 500 máscaras já produzidas ainda serão doadas para entidade local a definir.

Uruguaiana
• Doação de 300 máscaras para a Aapecan - Associação de Apoio à Pessoas com Câncer de Uruguaiana.

• Doação de 250 máscaras para o Asilo Flores de Maria, instituição filantrópica fundada em 2012 para idosas, oferecendo moradia, alimentação, saúde e lazer.

• Doação de 250 máscaras para o Asilo Lar da Velhice, instituição que oferece moradia e todo o atendimento necessário para idosos.

• Doação de 300 máscaras para a Casa Vida, associação que oferece atendimento social e psicológico para pacientes em tratamento de saúde.

• Doação de 500 máscaras para a Secretaria Municipal de Saúde, que serão repassadas para os postos de saúde da comunidade local em situação de vulnerabilidade social.

• Doação de 250 máscaras para a Casa de Apoio ao Paciente Oncológico (Capo), instituição de acolhimento para pacientes em tratamento oncológico, com acomodação, alimentação e higiene para cerca de 800 pessoas por mês.

São Gabriel
• Doação de 150 máscaras ao Abrigo Espírita Manuel Viana de Carvalho, sociedade civil fundada em 1998 sem fins lucrativos que atende cerca de 40 idosos em situação de vulnerabilidade social.

Recife
• Doação de 200 máscaras para a Obra Assistencial São Sebastião, entidade que há mais de 20 anos beneficia cerca de 120 famílias com educação infantil e demais serviços básicos de apoio.

• Doação de 150 máscaras para a Instituição Passo de Anjo, que oferecem apoio e inclusão social por meio da música e cultura para crianças e seus familiares da comunidade Fosfato, localizada na cidade de Abreu e Lima (PE).

A campanha “Eu Transformo” segue sendo desenvolvida nas agências da Cooperativa, sempre beneficiando a própria região de origem dos cooperados, no Rio Grande do Sul e em Pernambuco, onde também há uma agência da Unicred Ponto Capital. Mais informações sobre a Cooperativa e o projeto "Eu Transformo" estão disponíveis em www.pontocapital.unicred.com.br/eutransformo.

Sobre Unicred Ponto Capital

Fundada há mais de 22 anos, a Unicred Ponto Capital é uma das maiores cooperativas do Sistema RS. Oferece soluções financeiras como opções de investimentos, linhas de financiamento, previdência privada exclusiva do sistema, consórcio, cartões, seguros, entre muitos outros, com atendimento presencial e digital, sempre focada no crescimento conjunto e na prosperidade de seus cooperados. Possui 14 pontos de atendimento que representam 6.450 cooperados, mais de R$ 300 milhões na carteira de crédito e a poucos passos de conquistar meio bilhão de reais em ativos totais. Conheça mais sobre a cooperativa no site http://bit.ly/PontoCapital.

Fonte: Assessoria de Imprensa da Unicred Ponto Capital

Cotrirosa oferece curso de libras

Cotrirosa oferece curso de libras

Oportunizar cursos e palestras para ter uma qualificação constante sempre foi prioridade em uma cooperativa da região Noroeste. Esse ano, em função da pandemia, a realidade precisou ser alterada, mas sem perder oportunidades. A tecnologia foi uma aliada dos profissionais que continuaram se atualizando mesmo sem sair da empresa.

Um das ações de destaque em 2020, na Cooperativa Tritícola Santa Rosa Ltda (Cotrirosa), foi o curso de Libras, a Língua Brasileira de Sinais. As aulas ocorreram através de uma parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo do estado do Rio Grande do Sul (Sescoop/RS). A instrutora do Programa de Desenvolvimento Profissional Cooperativo - Capacita, Regina Zambon Schmidt, destaca que o curso tratou assuntos como introdução e história do surdo no Brasil, parâmetros como configuração de mão, ponto de articulação, movimento, orientação, libras escrita e tácteis, alfabetos manuais e numerais, entre outras informações importantes para a comunicação.

As atividades iniciaram em fevereiro de forma presencial e terminaram no formato à distância. O curso teve um total de 40 horas e foi extremamente produtivo, segundo a assessora Zélia Savoldi. "Foi muito importante para promover a integração e socialização com os funcionários que possuem deficiência auditiva. O aprendizado é mútuo e só nos faz crescer como profissionais e seres humanos".

A Cooperativa também realizou a palestra "Os desafios e encantos da inclusão social no ambiente de trabalho", destinada para funcionários dos 18 municípios da região de atuação da Cotrirosa. A ação teve como objetivo capacitar e preparar os funcionários para disseminar a cultura da inclusão, promovendo o crescimento individual e coletivo pela convivência com as diferenças e o reconhecimento do valor da diversidade. Essa foi outra atividade desenvolvida de forma on-line e uniu profissionais de diversas unidades. Os eventos fazem parte do programa de inclusão social da Cooperativa.

Fonte: Cotrirosa

Sistema Ocergs realiza Sipat para colaboradores

Sistema Ocergs realiza Sipat para colaboradores

Os colaboradores do Sistema Ocergs-Sescoop/RS participaram no dia 19 de novembro, via Plataforma Microsoft Teams, da programação referente à Semana Interna de Prevenção de Acidentes no Trabalho (SIPAT).

A ação, realizada pela Comissão Internas de Prevenção de Acidentes (CIPA), foi conduzida pela secretária da Comissão, Caroline Juchem, contou com as boas vindas do presidente do Sistema, Vergilio Perius, que reforçou a importância de cuidarmos do bem estar físico e emocional em tempos de pandemia.

Em seguida, os colaboradores assistiram à palestra "A era da ansiedade - Dê um ESC", ministrada pela psicóloga, pedagoga empresarial, orientadora educacional, palestrante de inclusão de pessoas com deficiência, diversidade e motivação, Isaura Gisele de Oliveira.

Ela falou sobre como identificar quando a ansiedade se torna patológica, quando devemos buscar ajuda profissional, deu algumas dicas de como gerenciá-la, como estar mais presente e quais as práticas possíveis para a administração da ansiedade em tempos de pandemia. Na ocasião, a palestrante também sorteou duas sessões de couseling para os participantes.

Conexão Haiti x Dália: um “voo” que iniciou há oito anos

Conexão Haiti x Dália: um “voo” que iniciou há oito anos

Outubro é o mês de aniversário para todos os haitianos que encontraram na Cooperativa Dália Alimentos, em Encantado, espaço e abrigo para um recomeço.  Chegados em 2012, quando o primeiro grupo com cerca de 50 estrangeiros começaram a trabalhar na cooperativa, ou agora, quando semanalmente aqui chegam em busca de novas oportunidades.

Já se passaram oito anos desde que o primeiro grupo de 50 pessoas foi selecionado na cidade de Brasileia, no Acre, para começar a trabalhar na Dália. Na viagem e na pequena bagagem, o sonho de um trabalho digno e de um (re) começo de vida, já que a terra natal havia sido devastada pelo terremoto em 2010. Era a mão de obra que a cooperativa necessitava à época e a oportunidade que os imigrantes tanto almejavam.

Hoje o número de haitianos que são funcionários da Dália chega a 478 de um total de 2.747 empregados, o equivalente a 18% do quadro total. O número expressivo se deve à adaptação que eles tiveram em relação à empresa, ao município, à região e também à necessidade de trabalhar para garantir renda às suas famílias, muitas delas deixadas no Haiti. Vários exemplos de companheirismo, amizade e convívio são registrados diariamente dentro da empresa, seja nas indústrias frigoríficas, nas unidades de lácteos ou nas fábricas de rações.

E por falar em fábrica de rações, sete haitianos são mais que colegas de trabalho no setor de apoio de recebimento de grãos e farelo de soja da unidade localizada junto à sede da Dália, em Encantado. De um total de 11 funcionários do setor, sete são do Haiti. Todos carregam em suas histórias aspectos em comum, como a busca por dignidade no Brasil e, principalmente, por uma nova vida, pautada pelo trabalho, pelo desejo de juntar dinheiro e de um dia poder voltar à terra-mãe.

Deste grupo, o primeiro a chegar à Dália foi Guy Jeudy (37), em dezembro de 2015, por indicação de um primo que já estava trabalhando na empresa. Depois, em agosto de 2017, chegou Samuel Nicolas (32) seguido por Presnel Jean Baptiste (35), ambos em dezembro do mesmo ano. No início deste ano, mudaram-se para Encantado Valex Theobal (30) e Mousseau Zilerne (23). Kenson Sudre (29) e Marc Henry Joseph (24) chegaram no mês de maio.

Guy é o que melhor fala compreende fluentemente a língua portuguesa e ajuda os demais na tradução do idioma diante das dificuldades de comunicação. Até o encarregado, Leandro Daniel Roos (34), entrou no ritmo dos haitianos e aprendeu algumas palavras em “crioulo”, dialeto da língua francesa falada pelos haitianos. “Admiro e respeito muito o trabalho deles, pois exige força e resistência, principalmente no verão. Além de trabalhadores, são unidos e honestos. Embora a saudade dos familiares, deixaram tudo para trás em busca de novos sonhos aqui na Dália”.

Pontuais quanto ao horário de trabalho, se adaptaram à realidade de um país e de um povo totalmente diferente, contudo, não deixaram os costumes do Haiti de lado, como as refeições, as danças, a língua, a música e a religiosidade. Segundo Guy, o mais difícil para todos ainda é o idioma. “Hoje a gente se ajuda, somos todos amigos e gostamos de morar aqui. O trabalho é bom, somos tratados bem e isso nos deixa felizes. Quando um não entendo o português, eu ajudo e assim eles começam a aprender sozinhos, como eu”. Além dos 478 haitianos, 36 estrangeiros de outras nacionalidades também trabalham na cooperativa, oriundos da Argentina, do Paraguai, do Uruguai, da Venezuela, da República Dominicana e de Gana.

Saudade da família e do país

Uma palavra da língua portuguesa e muito falada pelos haitianos é saudade. Questionados do que mais sentem falta do Haiti, relatam em coro a família, em especial a mãe e o pai. O desejo de um dia retornar não foge de cogitação, tampouco a de trazer familiares para o Brasil. Mas devido aos altos custos, no momento a distância continua sendo um empecilho para estes estrangeiros sonhadores. Kenson é casado e pai de Kenline (10) e Kensley (1), os quais ficaram no Haiti com a esposa; assim como Presnel, que também é pai de Richard Jean (13), que permaneceu com a mãe na América Central. O único que conseguiu visitar o Haiti para rever a família foi Samuel, no ano passado, e programa o retorno para 2021.

De acordo com o supervisor das fábricas de rações, Walter Rahmeier, diariamente, uma média de 600 toneladas de milho e 200 toneladas de farelo de soja são descarregadas na cooperativa, trabalho este desenvolvido pelos sete haitianos, mais os funcionários Onei Luiz Andriolli (60), na Dália há 18 anos, Gismar Costaneski (51), funcionário há sete anos e Amarildo Scartezini (47), há dois anos na Dália.

Gratidão pelo trabalho

A supervisora do Setor Pessoal, Sandra Simonis Lucca, foi quem acompanhou toda a saga dos haitianos até chegada à cooperativa, inclusive, foi ao Acre para buscá-los. Ela lembra que se deparou com a situação de vulnerabilidade que se encontravam, passando por necessidades, fome e higiene. “O que oferecemos em 2012 foi a possibilidade de uma vida melhor e mais digna em uma região em que há emprego e possibilidades de concretizarem sonhos. Felizmente foi o que aconteceu. Muitos que chegam à Dália solicitando uma vaga de emprego buscam justamente por um recomeço”.

Quanto à mão de obra, classifica como a brasileira: comprometida e assídua. “Fizemos um grande esforço para trazê-los, enfrentamos dificuldades e quebramos paradigmas. Hoje a Dália é um território de trabalho, convício e amizade para centenas de haitianos que deixaram um país devastado e encontraram aqui o carinho que tanto necessitavam. Muitos já estão estabelecidos, com casa própria, automóvel, família, filhos e são felizes no Brasil, e, acima de tudo, trabalhando conosco. O maior orgulho é ver que nossa ideia deu certo e que hoje os haitianos que permaneceram conosco tem a felicidade estampada no olhar de quem passou a viver com dignidade”.

Criando raízes e família

Para o presidente Executivo da Dália Alimentos, Carlos Alberto de Figueiredo Freitas, a decisão de trazê-los ocorreu pela economia da época, muito ativa, e pela consequente falta de trabalhadores disponíveis na região. “À época, sabíamos que a contratação de mão de obra estrangeira seria um grande desafio, devido às diferenças culturais, que começava pelo idioma. Por isso, seguimos um protocolo com cuidados especiais, o qual permitiu um resultado positivo, tanto para a Dália quanto para os imigrantes. Esse protocolo incluiu um estudo sobre a história do Haiti, para entendermos seu povo, reconhecidamente altruísta e trabalhador e dotado de personalidade forte”.

Conforme Freitas, o Haiti foi o primeiro país da América Latina a abolir a escravatura e o segundo a declarar independência. “Nesse contexto foi possível concluir que não aceitariam tratamento benevolente e, por isso, a primeira orientação repassada aos gerentes e supervisores foi de que os imigrantes deveriam ser respeitados e tratados em igualdade de condições aos trabalhadores brasileiros, ou seja, não poderia haver qualquer diferenciação no tratamento enquanto empregados. Inicialmente foram hospedados em um hotel da cidade, onde, durante seis meses, permaneceram em condições dignas de vida”, recorda.

Nesse período, a Dália recebeu auxílio da Comissão de Direitos Humanos do Estado para a correta introdução dos imigrantes na região. “Depois, inovamos e criamos um novo tipo de contrato de locação com as imobiliárias, permitindo residência fixa a eles. Todas essas ações resultaram no reconhecimento da UNESCO, que concedeu à Dália o registro como Case de Sucesso em trabalho digno com seu quadro de funcionários”.

O presidente executivo olha para o passado com carinho. "Já se passaram oito anos e acreditamos que a situação dos trabalhadores haitianos, hoje, é bem diferente de quando chegaram ao Brasil, pois estão adaptados à realidade de vida brasileira, onde estão criando raízes e família. De fato, percebemos que estão felizes e vivendo como nós, pois a Dália, desde o início, concedeu o respeito que confere a todos os seus funcionários, pois todos são iguais e pertencem à família Dália Alimentos”.

Fonte: Assessoria de Imprensa Dália Alimentos

3º Webinário Direito Cooperativo debate Compliance em Cooperativas

O próximo webinar da edição 2020 do Seminário de Direito Cooperativo da Região Sul acontece no dia 1º de outubro, das 16h às 18h, totalmente online na Plataforma Teams. O evento é promovido pela Faculdade de Tecnologia do Cooperativismo (Escoop), em parceria com os Sistemas Ocergs, Ocepar e Ocesc, com o intuito de reunir os profissionais para tratar dos desafios do direito cooperativo na região Sul.

O evento tratará sobre Compliance em Sociedades Cooperativas, com o objetivo de entender as oportunidades da criação de um programa de Compliance vinculado à cultura da cooperativa, gerando valor e sustentabilidade através dos seus pilares: código e canal de ética e conduta, gestão de riscos, procedimentos e controles, treinamento e comunicação. A palestrante será a advogada, especialista em Direito Civil e Processo Civil, compliance Officer e Data Protection Officer – DPO de empresa de saúde e integra o Fórum de Mulheres em Conselho IBGC/RS, Sabrina Pezzi.

As inscrições podem ser realizadas AQUI e as vagas são limitadas. Após o preenchimento do formulário de inscrição, o participante receberá em seu e-mail um link de acesso ao evento na Plataforma Microsoft Teams.

Confira a programação completa e faça sua inscrição em: https://bit.ly/35MkgyA

Para mais informações: Este endereço para e-mail está protegido contra spambots. Você precisa habilitar o JavaScript para visualizá-lo.

Trabalho de formação de jovens lideranças do Sicredi é referência em evento mundial

Trabalho de formação de jovens lideranças do Sicredi é referência em evento mundial

A edição 2020 do Fórum do WYCUP (World Council Young Credit Union People) ressaltou que os projetos desenvolvidos pelo Sicredi no Brasil são referência para cooperativas de todo o mundo. O evento, que é uma das principais atividades do programa que tem o objetivo de estimular a formação de jovens lideranças e que premia participantes que desenvolveram iniciativas com potencial de causar influência global no cooperativismo de crédito, foi realizado entre os dias 22 e 24 de julho, virtualmente, e contou com a presença de centenas de profissionais do setor, em diversos países.

Já no primeiro dia, o Sicredi teve papel de relevância no cenário internacional. Convidado para falar na cerimônia de abertura, Manfred Alfonso Dasenbrock, presidente da SicrediPar, da Central Sicredi PR/SP/RJ e conselheiro recém-reeleito do Woccu (sigla em inglês para Conselho Mundial de Cooperativas de Crédito), ressaltou a importância do trabalho de fomento às jovens lideranças.

“Esse é um programa que nós no Sicredi estimulamos fortemente há mais de uma década e, desde 2019, passamos a contar também com a participação de associados, integrantes dos comitês jovem, além dos colaboradores. A partir desse trabalho, estamos formando jovens lideranças com visão de futuro e que vão por muitos anos colaborar com a sustentabilidade das cooperativas de crédito e perenidade desse modelo”, afirmou.

Em seguida, Gisele Gomes, associada do Sicredi, membra do Steering Committee do WYCUP e Embaixadora da Global Women Leadership Network, fez uma apresentação no painel “Institucionalização da Inclusão, Legado de ex-Alunos e Engajar, Inspirar e Conectar”, voltado às questões de inclusão e diversidade. “Precisamos fazer um exercício diário em nosso dia a dia para ler, ouvir e receber opiniões de pessoas diferentes de nós”, comentou.

O destaque do primeiro dia de WYCUP foi o reconhecimento conquistado pelo associado do Sicredi Vinícius Mattia, de 26 anos, com o projeto “Agricultura Familiar e Alimentos Sustentáveis“, que ficou entre as três melhores iniciativas apresentadas na edição deste ano. Como prêmio, Mattia ganhou uma bolsa de estudos que inclui a participação na Conferência Mundial das Cooperativas de Crédito de 2021, que será realizada na Escócia. “Com este prêmio, espero poder inspirar outros a seguirem o mesmo caminho, gerando transformações em suas comunidades e tendo engajamento global”, afirmou Mattia, que é associado e membro do Comitê Jovem da Sicredi Vale do Piquiri ABCD PR/SP.

Na edição do WYCUP deste ano, o Sicredi concorreu também com outros seis cases. As iniciativas foram lideradas por colaboradores e associados em municípios do Acre, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Rondônia, Tocantins e uma delas no Haiti, país do Caribe. Os projetos tiveram foco em temas como participação dos jovens no Cooperativismo de Crédito, no relacionamento das cooperativas com a comunidade local com o objetivo de contribuir para o desenvolvimento econômico e social, educação financeira, agricultura familiar, empoderamento feminino, entre outros.

No dia 23, segundo do evento, foi a vez das wycupers vencedoras de 2019 pelo Sicredi, Micheli Thiesen e Carla Borré, contarem um pouco sobre seus projetos premiados na edição de 2019. Michele contou que este ano deu prosseguimento ao trabalho na região e desenvolveu o programa “Maratona de Carreiras”, que, mesmo com as dificuldades impostas pela pandemia do novo coronavírus, já atendeu mais de 200 jovens para a realização de diversas atividades de capacitação. “Participar de eventos globais como esse é uma maneira de adquirir novos conhecimentos e realizar intercâmbios culturais e profissionais para contribuir com o cooperativismo”, comentou.

Já a sua colega Carla Borré disse que o trabalho realizado junto às mulheres, apresentado no case vencedor do ano passado, foi um divisor de águas em sua vida. “Com este trabalho, passei a acreditar cada vez mais no conceito de comunidade unida e prospera e sigo atuante na minha cooperativa, onde recebi novas oportunidades e responsabilidades”.

Ainda no segundo dia de WYCUP, o trabalho de apoio ao desenvolvimento de jovens lideranças desenvolvido pelo Sicredi foi reconhecido positivamente por representantes de cooperativas de outros países. O wycuper polonês e vencedor no ano passado, Piotr Palka, contou como uma visita técnica feita ao Sicredi em 2019, durante o Summit Jovem organizado pela instituição aqui no Brasil lhe proporcionou importantes conhecimentos sobre boas práticas, as quais ele tem levado para sua cooperativa na Polônia, entre elas a própria criação de comitês jovem. Já Thomas Belekevich, colaborador do Woccu, também destacou exemplos conhecidos em viagem ao país, mais especificamente a visita à propriedade do associado do Sicredi Marcos Antonio Paulino, wycuper em 2019, que desenvolve um trabalho com produtores do município de Iporã (PR), disseminando técnicas de manejo e nutrição animal para gerar melhores resultados nas propriedades rurais.

No último dia de evento, Manfred Dasenbrock voltou a ressaltar a valorização de jovens líderes pelo Sicredi. “Apostamos em projetos para o desenvolvimento de jovens como uma maneira de garantir a sucessão de lideranças. A partir dessa visão de futuro, conseguimos gerar inovação, motivação e sustentação da causa cooperativista”, afirmou em seu discurso de encerramento.

Também no dia 24, o gerente de Desenvolvimento do Cooperativismo de Central Sicredi PR/SP/RJ, André Alves de Assis, contou o histórico da formação dos comitês jovem constituídos em diversas cooperativas filiadas ao Sicredi. “Passamos a identificar profissionais em estágio inicial de carreira que poderiam assumir posições de liderança, além disso oferecemos programas de capacitação a eles”. Como resultado, os comitês jovem do Sicredi são, hoje em dia, um modelo admirado em cooperativas de todo o mundo e replicado em diversos países. O reconhecimento é tão evidente que Thomas Belekevich, finalizou o evento afirmando que o Woccu pretende, a partir de agora, formar um comitê jovem global, inspirado no modelo criado no Brasil.

Fonte: Sicredi
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