No dia 23 de novembro, ocorre a Assembléia Geral Ordinária do Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado do Rio Grande do Sul (OCERGS). Todas as cooperativas associadas devem participar. A reunião se realizará também no Centro de Eventos de Nova Petrópolis - Rua Padre Theobald, 1.700. A ordem do dia inclui a apreciação e deliberação sobre o Plano de Trabalho e Orçamento do exercício de 2008, além de assuntos gerais.
A primeira convocação será às 15h, com a presença da maioria das cooperativas associadas com direito a voto; às 16h, será a segunda convocação com a presença de um terço das cooperativas associadas com direito a voto; e às 17h a última convocação com a presença mínima de 5% das cooperativas associadas com direito a voto.
Representação
O Sistema OCERGS-SESCOOP/RS realizou, nesta quarta-feira (7/11), uma reunião com representantes de cooperativas do Ramo Trabalho. O encontro foi realizado na sede do Sistema. A reunião promoveu um debate acerca do projeto de Lei n° 7009/06, que propõe uma nova regulamentação para as cooperativas de Trabalho. A pauta também incluiu questões que envolvem as ações do Ministério Público do Trabalho relativas ao Ramo e à Super Receita do Brasil.
A Lei em questão foi analisada minuciosamente pelos participantes da reunião, que sugeriram diversas alterações no projeto. Houve espaço para reflexões e debate. No final da tarde, o presidente do Sistema OCERGS-SESCOOP/RS, Vergilio Perius, propôs às cooperativas de Trabalho a realização de uma reunião, amanhã (08/11), com os representantes cooperativistas e os advogados do Ramo Trabalho, para que as alterações sugeridas sejam justificadas e fundamentadas em argumentos legais. Este encontro será realizado, também na sede do Sistema OCERGS-SESCOOP/RS (Rua Félix da Cunha, 12, Bairro Floresta, Porto Alegre), a partir das 14h.
Perius declarou que as cooperativas de Trabalho estão entre as mais recentes dos treze ramos do cooperativismo gaúcho e, por este motivo, demandam a definição – de forma coletiva – de seus processos operacionais e sociais. “Este processo de definição pode ocorrer via regimento, estatuto ou regimento próprio – que é quando cada uma faz seu dever de casa – ou ainda pelos critérios de identificação que a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) adotou em 1994. Não importa qual é a forma de regimento, desde que ele atenda os interesses e necessidades das cooperativas.” – afirmou o presidente.
Representação
A posição das cooperativas gaúchas em relação ao Plano de Recuperação do governo do Estado e suas contribuições para o projeto foram apresentadas, nesta terça-feira (30/10), pelo presidente do Sistema OCERGS-SESCOOP/RS, Vergilio Perius. A exposição foi realizada durante o Encontro de Dirigentes de Cooperativas Agrícolas, em Santa Maria. O evento reuniu mais de 50 presidentes das principais cooperativas filiadas à Federação das Cooperativas Agropecuárias do Rio Grande do Sul (FECOAGRO).
Perius apresentou um documento, aprovado pelos participantes do Encontro, onde destacou medidas alternativas para aumentar a arrecadação e cobrir o déficit das contas do Estado em 2008. Entre as propostas, foram citadas a maior revisão dos incentivos fiscais concedidos pelo governo, um forte controle e fiscalização no combate á sonegação e contrabando, o leilão da folha de pagamentos e a venda dos mais de 3.500 imóveis que o governo possui.
O texto apontou, ainda, os motivos que levam as cooperativas do Rio Grande do Sul a rejeitar qualquer aumento de alíquota de ICMS. A posição negativa ao acréscimo do imposto pelas frentes cooperativistas se dá, principalmente, pelo fato de as cooperativas serem bastante punidas com as alterações, pelo seu forte vínculo com a produção primária e atividades agroindustriais. Além disso, os ramos Agropecuário, Infra-estrutura e Transporte sofrerão efeitos negativos, com aumentos significativos de carga tributária.
As medidas apontadas foram resultado da reunião da Frente Parlamentar de Apoio ao Cooperativismo (Frencoop/RS), que aconteceu no dia 18 de outubro, e reuniu deputados estaduais e cooperativistas para discutir o pacote orçamentário.
Representação
O Gerente Jurídico do Sistema OCERGS-SESCOOP/RS, Mário De Conto está em Montevidéu, no Uruguai, participando da XXXIV Reunião do Subgrupo de Trabalho nº 5 “Transportes”, do MERCOSUL. A programação, que está sendo realizada no Ministério de Transporte e Obras Públicas do Uruguai iniciou na manhã de hoje (24/10) e se encerra na sexta-feira, (26/10).
De Conto representa a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), perante a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), além da Câmara Temática dos Transportes Internacionais da OCERGS. Com a participação de representantes dos governos e da iniciativa privada do Uruguai, Brasil, Argentina, Chile, Paraguai e Venezuela, a reunião de hoje teve como tema principal os aspectos a respeito da aplicação do Acordo de Transporte Terrestre no Mercosul.
O Gerente Jurídico apresentou o pleito das Cooperativas de Transporte Brasileiras, quanto ao procedimento relativo à obtenção e ampliação de permissos internacionais, com vistas à atuação em território uruguaio. “As cooperativas enfrentam dificuldades na obtenção desses documentos junto ao governo uruguaio”. De Conto ainda sugeriu o agendamento de uma reunião Bilateral entre Uruguai e Brasil, para tratar dessa questão, “já que se trata do único estado membro do Mercosul que impõe obstáculos à concessão de permissos às Cooperativas de Transporte Brasileiras.
Representação
A Medalha do Mérito Farroupilha
O presidente do Sistema OCERGS-SESCOOP/RS, Vergilio Frederico Perius, recebeu, no dia 25 de setembro, a mais alta condecoração concedida pela Assembléia Legislativa (AL) do Rio Grande do Sul: a Medalha do Mérito Farroupilha. O deputado Giovani Cherini, coordenador da Frente Parlamentar de Apoio ao Cooperativismo (Frencoop), foi o proponente da homenagem, que é recebida por personalidades que prestam serviços relevantes para o desenvolvimento do Estado.
A cerimônia de outorga foi realizada no Salão Júlio de Castilhos e a medalha foi entregue pelo presidente da AL, deputado Frederico Antunes. “À frente do Sistema OCERGS-SESCOOP/RS, Perius tem demonstrado mais do que o compromisso de fortalecer o cooperativismo gaúcho. Exemplo de determinação, ele é hoje um dirigente classista que orgulha os colegas e engrandece as tradições gaúchas de retidão profissional e ética" - declarou Frederico Antunes.
Vergilio Perius
Gaúcho de Campinas das Missões, Vergilio Perius é graduado em Direito, Filosofia e Pedagogia pela Pontifíca Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS). Tem pós-graduação em Cooperativismo pela Unisinos e pela Universidade de Münster, na Alemanha.
É professor da Universidade Federal de Santa Maria, Unisinos e Universidade Estadual de Ponta Grossa, além de ser autor de inúmeras publicações sobre cooperativismo.
Assumiu a presidência do Sistema OCERGS-SESCOOP/RS em 2006, com mandato até o ano de 2010.
Representação
Lista de aprovados no processo seletivo do
Curso Superior em Gestão de Cooperativas
Curso Superior em Gestão de Cooperativas
Nº de Inscrição
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Nome do Candidato
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Classificação
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2 | Adelaide Brenner Cesar | 30º |
4 | Adilson Carlos Metz | 8º |
5 | Adilson Cord | 10º |
7 | Alexandre Pedro Rodrigues | 25º |
8 | Anderson Miguel Finger | 16º |
9 | Andrea Aparecida Sita | 39º |
11 | Antonio Francisco Gil | 44º |
17 | Claudete Frey Wolsschick | 42º |
18 | Claudio Simioni de Carvalho | 3º |
19 | Clovis Espindola Vicente | 4º |
20 | Cristina Izabel Machado da Silva | 20º |
23 | Daiana Cunha | 26º |
26 | Daniel Augusto Dalprá | 29º |
28 | Darlei da Rosa Bernardes | 31º |
29 | Débora Costa Souza | 21º |
30 | Deborah Simões Machado | 11º |
33 | Diego Ismael Lansing | 43º |
36 | Eduardo Miguel da Silva | 18º |
39 | Elton José Fischer | 22º |
41 | Fábio Júnior Scherer | 36º |
46 | Fernando Luiz Hammes | 35º |
48 | Flávio da Costa Lerina | 2º |
49 | Flávio Moreira Ferreira | 6º |
51 | Francine Bergmann | 32º |
52 | Gabriel Simas da Silva | 37º |
54 | Gianmarco Barzotto | 34º |
55 | Gilnei Luís Soares | 7º |
56 | Giovana Bresciani | 27º |
58 | Gladys Vinci | 23º |
61 | Henrique Lopes da Silva | 12º |
65 | Jaime Sulzbach | 14º |
70 | Jéssica Evelise da Costa Corrêa | 45º |
71 | João Batista Gravina | 1º |
73 | João Miguel da Silva Lima | 33º |
74 | Jose Vanderlei Pioner | 17º |
81 | Luiz Roberto de Oliveira Junior | 9º |
82 | Mara Beatriz Heineck | 19º |
84 | Márcia Melo Alcântara | 28º |
88 | Maria Regina Widholzer Moreira | 5º |
93 | Mirian Conceição Dias Caldas | 13º |
103 | Rafael Werle | 24º |
109 | Rose Klein | 40º |
113 | Sergio Baldasso | 41º |
114 | Sérgio Lutz | 15º |
119 | Varlei Baixer | 38º |
As aulas do Curso Superior em Gestão de Cooperativas (GESCOOP), promovido pelo Sistema OCERGS-SESCOOP/RS em parceria com o Centro Universitário Univates, iniciam no dia 4 de outubro.
As matrículas serão feitas nos dias 28 (das 8h às 12h e das 13h às 22h30min) e 29 de setembro (das 8h às 11h30min), no Setor de Atendimento ao Aluno da Instituição – Prédio 9 do Câmpus Lajeado.
O aprovado deve apresentar fotocópia de RG, CPF, quitação com o Serviço Militar, Título Eleitoral e quitação com a Justiça Eleitoral; comprovante de Conclusão de Ensino Médio (Certificado de Conclusão e Histórico Escolar, original e fotocópia); uma foto 3 x 4 atual. Os beneficiados com bolsa do SESCOOP deverão, além dos documentos acima, apresentar também Carta de Encaminhamento, assinada pelo presidente da cooperativa à qual está vinculado; comprovante de regularidade da Coooperativa junto à OCERGS e comprovantes de regularidade da Cooperativa perante à União (CNDs do FGTS, INSS, SRF e PGFN).
Mais informações pelos fones 0800-7070809 e (51) 3222-1947 ou no site da Univates (www.univates.br)
Representação
O pacote fiscal do governo do Estado e sua repercussão nas cooperativas foram discutidos nesta quinta-feira (18/10) por dirigentes cooperativistas e parlamentares, durante a reunião da Frente Parlamentar de Apoio ao Cooperativismo (Frencoop/RS). A reunião, que ocorreu na sede do Sistema OCERGS-SESCCOP/RS, foi coordenada pelo presidente do Sistema, Vergilio Perius e pelo coordenador da Frencoop/RS, deputado Giovani Cherini (PDT). Durante o encontro, representantes de diferentes Ramos do Cooperativismo apresentaram seus argumentos, negativos aos aumentos propostos no pacote.
“O Cooperativismo é a maior organização não governamental do Estado e possui identidade definida, na medida em que se encontra fundamentado em princípios seculares e alicerçado nos mais diversos setores da economia gaúcha”, afirmou Perius. De acordo com o assessor técnico da Federação das Cooperativas Agropecuárias do Rio Grande do Sul (FECOAGRO), Ricardo Núncio, no caso do agronegócio, a competitividade será a principal perda. “O Estado perde em termos de competição com os outros estados. No caso do trigo, o Paraná, por exemplo, tem uma taxa de 2%, uma vantagem muito grande sobre o RS”.
Em relação aos transportes, o presidente da Câmara Temática de Transporte Internacional (CTTI), Abel Paré, afirmou que o aumento do óleo diesel e da alíquota básica irão acentuar as taxas, já bastante altas, pagas pelos transportadores autônomos ligados ás cooperativas. “O preço do combustível subiu 124% de 2001 a 2006. O aumento da alíquota básica fará com que o preço das peças e, assim, a manutenção dos caminhões encareça. Esses números são elevados, considerando que o impacto do transporte no preço da mercadoria no País chega a 7,2%”, explicou.
O presidente da Câmara Temática do Leite (CTL), José Mario Hansen, apresentou o cenário da indústria leiteira no Estado e apontou que o Rio Grande do Sul representa 17, 39% da produção do País. Existem atualmente 60 mil fornecedores de leite nas cooperativas gaúchas, que serão atingidos com o aumento do imposto sobre o leite. De acordo com Hansen, grande parte do leite produzido no solo gaúcho é destinado a outros estados, e também perderá em termos competitivos.
O aumento de 25 para 30% no setor energético representa um acréscimo de 7% para o consumidor. A afirmação é dosuperintendente da Federação das Cooperativas de Energia, Telefonia e Desenvolvimento Rural do Rio Grande do Sul (FECOERGS), José Zordan. Segundo ele, o principal prejudicado é o pequeno produtor rural, que consome menos de 100Kw/ hora, que hoje é isento.
Diante dos problemas apontados, o secretário de Relações Institucionais, Celso Bernardi reafirmou a preocupação de mostrar para a governadora Yeda Crusius o espaço que o cooperativismo merece. “O levantamento de problemas do aumento do ICMS para as cooperativas do RS propõe linhas de debate e reforça o papel do governo do Estado em ajudar o interesse cooperativista”, salientou. A deputada Zilá Breitenbach (PSDB), líder da bancada governista, apresentou a mesma opinião, mas considerando o momento que o Estado está passando. “A situação orçamentária difícil não nos permite acatar com todos os problemas propostos, mas a discussão é válida para esclarecer idéias e criar subsídios para avaliar a proposição”, disse.
O deputado Alexandre Postal (PMDB), também presente na reunião, afirmou que o aumento do ICMS do óleo diesel não será aprovado pela sua bancada. “Todo aumento que for reduzir a competitividade não terá o meu apoio, e será visto como negativo”, ressaltou.
PLANO INTERCOOPERATIVO DE SAÚDE – Durante a reunião, o Sistema OCERGS-SESCOOP/RS assinou um convênio com a Federação Unimed e a Federação Uniodonto, que irá beneficiar, a partir de agora, todos os associados de cooperativas com a possibilidade de planos de saúde.
Representação
Dirigentes cooperativistas e integrantes da Frente Parlamentar de Apoio ao Cooperativismo (Frencoop/RS) participarão, amanhã (18/10), de uma reunião-almoço na sede do Sistema OCERGS-SESCOOP/RS (Rua Félix da Cunha, 12). A reunião ocorrerá a partir das 11h, e será presidida pelo presidente do Sistema OCERGS-SESCCOP/ RS, Vergilio Perius e pelo presidente da Frencoop/RS, deputado Giovani Cherini (PDT). O Objetivo do encontro é discutir estratégias de ação em defesa das cooperativas relacionadas com políticas públicas estaduais, analisar o pacote fiscal enviado pelo governo do Estado para a Assembléia Legislativa e sua repercussão no sistema cooperativista, além de examinar projetos e pré-projetos de interesse do cooperativismo.
Também constituem a pauta da reunião o tratamento tributário aplicável às sociedades cooperativas e seus reflexos, o pré-projeto Trigo, antigas reivindicações do Sistema Sul- rio-grandense e assuntos gerais de interesse do cooperativismo e Frencoop/RS.
Representação
O Conselho Estadual do Cooperativismo (CECOOP) se reuniu na manhã de hoje (04/10), na sede do Sistema OCERGS-SESCOOP/RS – Rua Felix da Cunha, 12. A reunião tratou da apresentação do relatório do grupo de trabalho do CECOOP, aprovação da ata da reunião anterior, além de assuntos gerais de interesse dos representantes dos ramos e do Governo.
As ações apresentadas pelo grupo de trabalho do CECOOP incluíram as tratativas para a mudança no edital da Secretaria da Fazenda (SEFAZ), para que as cooperativas de crédito possam realizar arrecadação de IPVA e multas de trânsito. O cooperativismo de crédito pretende prestar também serviços como: Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais (GNRE), taxas (DETRAN e DPVAT) e folha de pagamento dos servidores públicos ativos e inativos.
Entre os assuntos abordados, foi destacada, ainda, a necessidade de uma maior integração do Conselho com a Junta Comercial do Estado, para que os interesses do cooperativismo sejam priorizados. A próxima reunião tem data prevista para o dia 28 de novembro.
CECOOP - O Conselho Estadual do Cooperativismo foi criado para definir políticas públicas para o setor, através da Lei Estadual 11.995/03. É composto por nove secretários e nove representantes dos ramos do cooperativismo, que se reúnem a cada 60 dias. O secretário de Relações Institucionais, Celso Bernardi, assumiu como presidente, no dia 07 de julho.
GT - O grupo de trabalho do CECOOP é formado por técnicos, designados pelo Conselho para operacionalizar as demandas e executar as tarefas discutidas pelo Conselho. Integram o grupo: Luiz Felipe dos Santos (SRI), Mário De Conto (OCERGS), Clairton Walter (SICREDI), Laison Flores (SEFAZ), representando Eduardo Rosemberg Lacher (SEFAZ), Lino Ivânio Hamann (SRI).
Representação
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- Artigo Inferior 2
Papel estratégico do cooperativismo na agenda de descarbonização será discutido
ESG
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- Artigo Secundário 2
Construir um futuro sustentável já era palavra de ordem há um bom tempo. Quem não tinha compromissos socioambientais claros, hoje corre para colocar isso em seus planejamentos, bem como comunicá-los ao mercado e aos consumidores. A tragédia de maio no Rio Grande do Sul, especialmente, mostrou que precisamos agir nesse sentido.
Enquanto vários procuram saídas para mudar processos e ser parte dessa transformação, há um grande conhecido dos gaúchos que já está acostumado à sustentabilidade: o cooperativismo. Essa forma de organização econômica tem o respeito ao meio ambiente e às pessoas em sua essência.
Se alguns ainda tateiam nos conceitos de ESG, as cooperativas estão bastante avançadas nestas práticas. Em seu centro está o crescimento sustentável como forma de beneficiar as comunidades, de preservar recursos e de garantir um futuro melhor para todos. É uma atuação participativa, em que todos fazem parte das tomadas de decisão - que precisam estar alinhadas aos objetivos comuns dos cooperados.
No campo, por exemplo, técnicas sustentáveis como a agroecologia, o uso adequado do solo, da água e o respeito à biodiversidade são práticas que estão no dia a dia das cooperativas. Com a tecnologia, há um avanço ainda maior neste tema, com a adoção de energias renováveis e controle das emissões de carbono. Outro exemplo são as cooperativas de reciclagem, fundamentais para a gestão adequada dos resíduos sólidos, que têm a destinação correta e são reaproveitados na forma de novos produtos - além de serem importantes fontes de emprego e renda.
Em que pesem essas virtudes, ainda há desafios para fazer chegar a toda a população esse papel do cooperativismo. As cooperativas devem colocar o marketing no centro das suas ações. Muitos avanços ocorreram nos últimos anos, mas há um bom espaço para avançar. Mais do que vender os produtos, as empresas devem vender também sua imagem como negócios que investem na sustentabilidade, fazendo sua parte por um planeta melhor para todos.
Mas é preciso um alerta: todas essas ações precisam conversar com a verdade da sua cooperativa. Não pode ser algo forçado, o que inclusive colocaria sua reputação em risco. O compromisso com a sustentabilidade deve ser legítimo - o que favorecerá, também, uma comunicação orgânica e com repercussão entre seus stakeholders.
O Sistema Ocergs, como entidade representativa do cooperativismo gaúcho, busca fomentar essa cultura entre os negócios no Rio Grande do Sul. Realizamos, por exemplo, workshops focados em comunicação, ajudando as cooperativas a aproveitarem as oportunidades e inovações existentes. Este ano, na Casa do Cooperativismo na Expodireto Cotrijal, reunimos dezenas de gestores para uma qualificação sobre o tema. No dia internacional do Cooperativismo, 6 de julho, celebraremos o já tradicional "Dia C" com uma grande ação solidária em todo o país. Momento de apresentar a prestação de contas da nossa campanha que já ajudou mais de 12 mil pessoas - e que também reforça o lado social das cooperativas.
Um trabalho contínuo que deve ser praticado por todas as empresas - e especialmente agora, quando o planeta mostra sinais cada vez mais evidentes de que não está bem. Melhorá-lo e garantir um futuro melhor é algo que o cooperativismo já faz. Mostrar isso a todos é fundamental para envolver mais pessoas neste esforço, num ciclo de transformação positiva para o Rio Grande do Sul e todo o mundo.
ESG
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- Artigo Inferior 1
Depois de se transformar em central de logística da campanha de doações do Sistema Ocergs, o pátio da cooperativa Cooperlíquidos, em Canoas, deu espaço a homenagens e agradecimentos a quem contribuiu na reconstrução do Estado. O Dia C, que aconteceu neste sábado (6), Dia Internacional do Cooperativismo, marcou o encerramento do Centro de Distribuição da campanha Coopera RS, liderada pelo Sistema Ocergs para garantir que a ajuda de cooperativas de todo o Brasil chegasse a mais de 12 mil pessoas. A partir de agora, as doações serão enviadas diretamente para as entidades parceiras.
Foi ao som de Renato Borghetti e os gaiteiros da Fábrica de Gaiteiros que voluntários, associados de cooperativas, autoridades e a direção do Sistema Ocergs se reuniram em Canoas. Segundo o presidente do Sistema Ocergs, Darci Hartmann, o cooperativismo teve um papel fundamental na reconstrução do Rio Grande do Sul. “Nós temos a função de cuidar das pessoas e gerar resultados para elas – e assim fizemos, com os cooperados atuando em suas frentes de trabalho e mostrando a união que o nosso Estado precisa”, destaca Darci.
Mais de 30 cooperativas fizeram parte do Coopera RS, que arrecadou cerca de 950 toneladas de alimentos, cerca de 40 mil peças de roupas, mais de 20 mil litros de água mineral, além de uma média de 400 toneladas de produtos de limpeza. Para a gerente de Comunicação e Marketing do Sistema Ocergs, Simone Zanatta, o Dia C simboliza os esforços das cooperativas que se uniram para ajudar os gaúchos. “Sabemos que temos muito pela frente ainda, mas nos orgulha ver o resultado conquistado até aqui, fruto de uma grande rede de solidariedade e responsabilidade que é o cooperativismo”, ressalta Simone.
Painéis destacaram a importância dos apoiadores, doadores e entidades
No evento, painéis destacaram a solidariedade e colaboração entre as cooperativas. O primeiro painel, liderado por Mario De Conto, Superintendente do Sistema Ocergs, destacou o apoio essencial da Unimed, Sicredi Origens e Fecoagro/RS. Paola Londero, coordenadora da Escoop, conduziu o segundo painel, que destacou importantes doadores como Cotraibi, Cooperlíquidos e Sicoob São Miguel do Oeste. A Copacol, do Paraná, também foi reconhecida como uma parceira chave no movimento cooperativista.
No terceiro painel, que contou com a mediação da Daniela Ungaretti, foram destacadas as entidades beneficiadas, que receberam doações do evento. Participaram representantes de entidades como Cootravipa, Coometal e Viaduto Cairu.
Homenagens a quem cooperou para reconstruir o RS
Entre as atividades, o momento mais aguardado da manhã foi a homenagem aos voluntários. Desde o início das ações, 31 colaboradores do Sistema Ocergs auxiliaram no recebimento, organização, logística e envio das doações, que chegavam de todo o Brasil e partiam para diversos lugares do Estado.
Uma delas é a Ana Lúcia Assis, voluntária do Sistema Ocergs que, durante mais de dois meses, esteve à frente das atividades. “Só agora que vou voltar ao meu trabalho normalmente. Todo esse tempo, fiquei ajudando a descarregar caminhões de doações, organizando a logística de entrega, auxiliando as famílias”, conta Ana.
Durante o evento do Dia C, os voluntários foram homenageados com a entrega de medalhas. O Dia C é uma ação de voluntariado que acontece em todo o Brasil, além da ação de Canoas, cooperativas de todo o Estado marcaram a data com a realização de mais de 40 ações, como atividades de arrecadação de doações, promoção de saúde e bem estar.
Resultados da campanha Coopera RS:
- Mais de 12 mil pessoas atendidas com doações
- Mais de 30 cooperativas envolvidas
- 950 toneladas de alimentos
- 200 colchões
- 40 mil peças de roupas
- 500 travesseiros
- Mais de 380 abrigos e entidades beneficentes atendidas
- 20 mil litros de água mineral
- 11 mil cobertores
- 400 toneladas de produtos de limpeza
- 500 kilos de ração para pets
Mais de mil pacotes de fraldas
ESG
Com o intuito de ampliar o impacto positivo e reforçar o compromisso com o desenvolvimento sustentável, o Sicredi realizou uma série de ações em 2023 com base nos aspectos ESG (ambiental, social e de governança, na sigla em inglês), apresentadas em seu Relatório de Sustentabilidade. Somente em investimento social foram mais de R$ 390 milhões aplicados ao longo do ano, valor aproximadamente 30% superior em relação a 2022.
O montante foi direcionado ao desenvolvimento das comunidades onde o Sicredi está presente. Dos R$ 390 milhões, R$ 306,2 milhões foram investidos via FATES (Fundo de Assistência Técnica, Educacional e Social), enquanto R$ 60 milhões por meio do Fundo Social, que apoiou mais de 7,3 mil projetos voltados à educação, cultura, esporte, meio ambiente, segurança, inclusão social e demais temas alinhados aos princípios do cooperativismo.
“Os temas ESG fazem parte da essência do Sicredi desde sua origem, pois nosso modelo de negócio é baseado na cooperação e no interesse pelas comunidades, gerando uma cadeia de valor que beneficia o associado, a cooperativa e as regiões onde estamos presentes. Por meio do Relatório, damos transparência para as nossas ações e mostramos o quanto evoluímos em diferentes aspectos ao longo do ano”, ressalta César Bochi, diretor presidente do Banco Cooperativo Sicredi.
Valor para as comunidades
O Relatório de Sustentabilidade destaca o impacto dos programas educacionais realizados por meio da Fundação Sicredi. Há mais de 28 anos, a instituição financeira cooperativa desenvolve o Programa A União Faz a Vida, que só em 2023 beneficiou mais de 530 mil crianças e adolescentes, de mais de 3 mil escolas em todo o Brasil. Com uma metodologia própria baseada em pedagogias ativas, o Programa propõe o aprendizado baseado no desenvolvimento de projetos por parte dos alunos e enfatiza as interações, interesses e curiosidades dos estudantes. Foram capacitados mais de 44,5 mil educadores com a metodologia em 620 municípios ao longo de 2023. Já por meio do Programa Cooperativas Escolares, que amplia o aprendizado de crianças e adolescentes sobre os princípios e valores do cooperativismo, foram impactados 7,5 mil alunos de 137 municípios.
O tema educação financeira também foi prioridade para a instituição e guiou uma série de ações e iniciativas realizadas ao longo do ano, com o intuito de contribuir diretamente para o bem-estar financeiro de seus associados e da sociedade. Em 2023, o Sicredi participou da 10ª edição da Semana ENEF (Semana Nacional de Educação Financeira) e foi reconhecida como a instituição que mais realizou iniciativas, sendo responsável por 62% de todas as ações desenvolvidas pelo Sistema Financeiro Nacional. No ano passado, por meio de uma parceria com a Mauricio de Sousa Produções, ainda foram distribuídos cerca de 925 mil gibis da Turma da Mônica com a temática educação financeira.
Valor para o meio ambiente
Direcionado para a geração de impacto positivo na sociedade e no meio ambiente, o Sicredi fechou o ano com uma carteira de crédito de R$ 51 bilhões para a Economia Verde, valor que representa mais de 24% dos recursos da carteira total do Sicredi. As linhas alinhadas a essa categoria estão relacionadas à melhoria do bem-estar das pessoas, à igualdade social e à redução dos riscos ambientais e escassez ecológica e seguem a taxonomia verde desenvolvida pela Febraban. O critério de Economia Verde ainda considerou, neste ano, as linhas de produtos para Educação e Acessibilidade, além das linhas de crédito para micro, pequenas e médias empresas lideradas por mulheres empreendedoras e o crédito para mulheres no agronegócio. Conforme a classificação, do montante total da carteira de Economia Verde, mais de R$ 8,4 bilhões foram para Agricultura de Baixo Carbono, R$ 7,8 bilhões para mulheres empreendedoras de micro, pequenas e médias empresas, e R$ 5,8 bilhões para mulheres do agronegócio.
Integrante do Pacto Global das Nações Unidas (ONU), o Sicredi ainda realizou a neutralização das emissões calculadas no seu Inventário de Gases de Efeito Estufa de 2022 e projetadas para o ano de 2023. Ao todo, foram neutralizadas 34.565 toneladas de carbono provenientes da operação de todas as sedes administrativas e agências, por meio de apoio a sete projetos de créditos de carbono de diferentes regiões do Brasil. Em 2023, a instituição financeira cooperativa seguiu investindo na utilização de energia elétrica renovável em suas instalações, evitando a emissão de 1.143,6 toneladas de CO2 equivalente na atmosfera.
Valor para os associados
Como cooperativa de crédito, o Sicredi realiza a distribuição dos resultados aos associados, conforme as operações financeiras realizadas por cada um ao longo do ano. Ao final de cada exercício fiscal, é contabilizado o resultado operacional – diferença entre as receitas e as despesas da cooperativa no período – o qual é apresentado na assembleia geral para os associados, que deliberam sobre a distribuição de resultados. Em 2023 foram distribuídos um total de R$ 2,54 bilhões, sendo R$ 1,215 bilhão a partir de decisão dos associados em assembleia e R$ 1,323 bilhão em pagamento de juros ao capital. Os valores foram provenientes do resultado de 2022 da instituição.
Além do valor distribuído, o Sicredi atingiu um marco significativo em 2023 de R$ 23,5 bilhões em benefícios econômicos gerados aos seus associados. É o que aponta o Benefício Econômico Total (BET), indicador calculado pela instituição cooperativa com base em metodologia do Banco Central, com o objetivo de mostrar os benefícios econômicos tangíveis da sua atuação e reforçar o compromisso em oferecer serviços financeiros acessíveis e vantajosos. O valor representou uma economia média de R$ 3.119,78 para cada um dos seus 7,5 milhões de associados no ano passado.
O cálculo do índice BET é formado por três indicadores: o Benefício Econômico de Crédito (BEC), que mensura a economia sobre operações de crédito por meio de taxas médias mais baixas em comparação a instituições do Sistema Financeiro Nacional; o Benefício Econômico do Depósito (BED), que mostra o ganho adicional com depósito por meio de remuneração mais elevada e os Benefícios Econômicos do Exercício (BEE), que mede a distribuição de resultados, o pagamento de juros ao capital e o valor revertido ao associado por meio de ações educacionais e sociais.
“Nossas cooperativas fomentam a economia por meio da expansão do acesso a serviços financeiros para a população local, do apoio ao desenvolvimento de micro, pequenos e médios empreendedores e a produtores rurais, além da distribuição de resultados entre os associados. Temos muito potencial para fazer a diferença na vida de mais pessoas e queremos continuar aumentando a relevância nas comunidades de forma sustentável, mantendo a essência do cooperativismo”, finaliza Bochi.
O Relatório de Sustentabilidade 2023 do Sicredi está disponível em https://bit.ly/impactopositivo23. O documento adota as normas da GRI (Global Reporting Initiative) e SASB (Sustainability Accounting Standards Board) e o padrão TCFD (Task Force on Climate-related Financial Disclosures), além de ter sido auditado pela Ernst & Young.
Fonte: Assessoria de Comunicação Sicredi das Culturas RS/MG – Ijuí
ESG
A Escola Superior do Cooperativismo (Escoop) realizou a solenidade de formatura da turma 2024 do curso superior de Tecnologia em Gestão de Cooperativas no último dia 23 de fevereiro, na Casa do Cooperativismo do Sistema Ocergs na Expointer, em Esteio. A mesa da sessão solene contou com as presenças do diretor geral da Escola Superior do Cooperativismo, José Máximo Daronco, do patrono da turma e superintendente do Sistema Ocergs, Mário De Conto, da paraninfa da turma, professora Rosane Oliveira Duarte Zimmer, da coordenadora do curso de Graduação, Rejane Inês Kieling, do professor homenageado, Carlos Alberto Oliveira de Oliveira, e do funcionário homenageado, Kleiton dos Santos Ramos.
Em sua fala, o diretor José Máximo Daronco parabenizou os seis formandos e destacou a importância do momento, ressaltando que essa é a décima turma formada pela Escoop, totalizando 129 diplomados. Ele salientou o compromisso da instituição em oferecer o melhor ensino, mencionando com orgulho a nota máxima obtida pelo curso de graduação em Gestão de Cooperativas na avaliação do MEC em 2023.
Daronco garantiu que a Escoop vai continuar trabalhando para proporcionar a todos os alunos e ao sistema cooperativista, soluções inovadoras e de excelência na aprendizagem e pesquisa, destacando os aspectos da inclusão, diversidade e inovação. Completando, ele aconselhou os alunos para "primar sempre, pelos princípios da razoabilidade e da legalidade em suas vidas profissionais, defendendo suas posições com elegância, sutileza e objetividade, sendo cidadãos e cooperativistas exemplares".
O Curso Superior de Tecnologia em Gestão de Cooperativas ostenta um histórico de mais de uma década no fornecimento de qualificação profissional para liderança e gestão em cooperativas de todos os ramos de atividade. Com aulas que combinam teoria e prática, o curso proporciona uma experiência imersiva no mundo real das cooperativas, a partir de vivências e elaboração de projetos que integram conhecimentos teóricos com práticas de gestão eficazes observadas em cooperativas de excelência.
Na Escoop, a convicção é de que a educação desempenha um papel fundamental na sustentabilidade das cooperativas e do movimento cooperativista. A busca incessante pelo conhecimento não só prepara para os desafios do presente, mas também garante a viabilidade e a prosperidade das organizações cooperativas. Tanto na graduação quanto na pós-graduação, o objetivo é aprimorar habilidades e fornecer ferramentas essenciais para a administração eficaz das coops.
Além disso, os projetos educacionais da Escoop vão além do ensino de conhecimentos técnicos e científicos, abordando também os valores e princípios fundamentais do cooperativismo. A formação de novas lideranças comprometidas com o fortalecimento do sistema cooperativista é uma prioridade constante.
O patrono da turma e superintendente do Sistema Ocergs, Mário De Conto, aconselhou os formandos a terem um pensamento crítico e explicou porque isso é importante para gestores de cooperativas. "Em um mundo cada vez mais complexo e interconectado, é fundamental ser capaz de analisar e compreender as diferentes perspectivas, identificar oportunidades e desafios, e tomar decisões que beneficiem não apenas a organização, mas também a sociedade como um todo", ensinou.
Para a paraninfa da turma, Rosane Oliveira Duarte Zimmer, são muitos os registros de memória que confirmam o cooperativismo como a expressão legítima da concretude de sonhos. "Hoje se reverbera na boniteza desta formatura", constatou. "Que as curvas da vida nos permitam muitos reencontros, muitas ágoras, muitos abraços e muito sonhamentos cooperativistas por um mundo menos feio, mais sustentável e com mais dignidade", acrescentou.
O último a se pronunciar na sessão solene foi o orador Alisson da Silva Bacelar. Ele lembrou que a caminhada foi, não apenas feita de teorias e conceitos, mas também de valores fundamentais que moldaram o caminho e a visão para o futuro. "A Escoop não apenas nos forneceu conhecimento acadêmico, mas também nos guiou na compreensão da importância da colaboração, solidariedade e coletividade no mundo das cooperativas", ressaltou.
Ele finalizou destacando que o verdadeiro sucesso não está apenas na obtenção do diploma, mas na aplicação dos valores e conhecimentos adquiridos para criar um impacto positivo nas comunidades e organizações.
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O presidente do Sistema Ocergs, Darci Hartmann, participará na próxima quinta- feira (22) da abertura do painel “O Jovem e o Cooperativismo", que acontecerá no Dia do Cooperativismo, durante a 8ª Expoagro Cotricampo, em Campo Novo. O evento contará com a presença de integrantes dos 17 comitês de jovens cooperativistas da Cotricampo e representantes do setor, que discutirão temas como a necessidade de incentivar os jovens a permanecerem no campo e a importância da participação deles na renovação do cooperativismo. Além disso, o presidente responderá cinco perguntas elaboradas pelos presentes.
“A juventude e a inovação tecnológica nos desafiam a sermos ágeis, velozes e certeiros. Não podemos nos dar ao luxo de errar, temos a responsabilidade de minimizar os riscos para nos tornarmos uma opção de destaque para essa juventude. Os jovens precisam estar preparados para mudar o cooperativismo e moldar um futuro no qual eles serão líderes exemplares desse modelo de negócio. A inclusão estratégica deles no movimento é fundamental para impulsionar e garantir a sustentabilidade das cooperativas”, destaca o presidente.
O Sistema Ocergs está empenhado em impulsionar e valorizar a participação dos jovens no cooperativismo. E para reforçar ainda mais o papel como agente de transformação, a instituição passou a integrar, em 2022, o Comitê Nacional de Jovens (Geração C), um ano depois criou o comitê estadual com o objetivo de fortalecer a participação democrática da juventude no cooperativismo, oferecendo um espaço para que possam apresentar suas demandas e necessidades específicas.
A ideia é construir projetos e propostas em conjunto, visando um cooperativismo mais justo, igualitário e inclusivo. Para fazer parte do Geração C, é necessário ter entre 18 e 34 anos, ser colaborador ou associado de uma cooperativa e ter pelo menos um ano de envolvimento com o cooperativismo.
Programação Dia do Cooperativismo
Quinta-feira - 22/02
9h – Abertura: Darci Hartmann, Presidente do Sistema Ocergs
Jovens do Comitê Geração C
Mediação: Jéssyca Bolzan - Geração C
9h50 – Painel: O jovem e o cooperativismo.
Jéssyca Bolzan - Geração C
Dyonatan Kaufmann - Jovem Aprendiz da Cooperconcórdia
Piá do Valmet - Geração C da Cotricampo
10h40 – Atividade: O empreendedorismo e o jovem empreendedor rural
Alexandre Garcia - Consultor em Inovação
12h – Encerramento
A oitava edição da ExpoAgro Cotricampo acontecerá de 21 a 24 de fevereiro, no campo experimental da cooperativa, às margens da ERS-518, em Campo Novo. A programação da feira também contará com painéis, palestras e seminários, incentivando a troca de conhecimento com os associados que buscam qualificar a gestão da propriedade rural.
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A Cootravipa tem a honra de compartilhar o destaque de uma de suas associadas, Michelly Silva de Almeida, que será uma das homenageadas do Troféu Visibilidade Trans, promovido pela Secretaria de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos do Estado, em uma cerimônia especial no Teatro Renascença na próxima segunda-feira, dia 29 de janeiro.
Michelly, uma mulher trans paraibana que chegou a Porto Alegre aos 24 anos, encontrou na Cootravipa um espaço de desenvolvimento profissional e pessoal. Desde sua integração à cooperativa em 2021, ela tem se destacado como Supervisora de Núcleo, contribuindo não apenas para o sucesso da cooperativa, mas também para a visibilidade e inclusão da comunidade trans na sociedade.
Ao abordar sua jornada, Michelly compartilha: "Quando cheguei a Porto Alegre, estava iniciando minha transição, e foi um período desafiador. As pessoas ainda encaravam a situação com estranheza. Hoje, cresci na cooperativa e estou muito realizada."
Além de seu papel crucial na Cootravipa, Michelly é uma talentosa apresentadora, influenciadora digital e atriz, refletindo a diversidade de talentos que a comunidade trans possui. Foi indicada ao ao Troféu Visibilidade Trans pela Coordenadoria de Diversidade da Prefeitura de Porto Alegre por destacar sua contribuição significativa nos critérios de visibilidade, empregabilidade e atuação.
O Troféu Visibilidade Trans, em sua primeira edição, presta homenagem a Verônica Oliveira, mulher trans de Santa Maria que, infelizmente, foi vítima de transfobia em 2019. Este ano, a premiação reconhecerá 50 transexuais destacadas de diversas cidades do Rio Grande do Sul.
Fonte: Assessoria de comunicação cooperativa Cootravipa
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O ano de 2023 encerra com a conquista de um recorde para a Cooperativa Vinícola Garibaldi: a comercialização de 6,5 milhões garrafas de espumantes, maior volume anual registrado desde a data de sua fundação, em 1931. Isso equivale a 4,5 milhões de litros de espumantes, ou seja, 16% do total produzido no Brasil. O número histórico representa, também, crescimento acima de 5% no comparativo com os resultados de 2022 e tem sido comemorado de forma especial por ocorrer em um momento de praticamente estagnação do setor vinícola no mercado nacional (que deve fechar o ano de forma estável).
O protagonista das vendas é o multipremiado Espumante Garibaldi Moscatel, que responde por 20% das garrafas comercializadas. Os rótulos de variedade rosé somam 45% do total, em uma reconhecida trajetória ascendente na preferência dos consumidores brasileiros – cinco anos atrás, por exemplo, esse tipo de bebida representava 23% da produção e venda na Cooperativa Vinícola Garibaldi. Essa aposta na diversificação do mix é, inclusive, um dos motivos pelos quais a marca vem avançando em participação de mercado. "Temos produtos para atender todo perfil de consumidor, desde rótulos de entrada, para quem está começando a consumir espumantes, até outros mais complexos, inclusive com opções que atendem a proposta cada vez mais procurada pela combinação da bebida com a gastronomia", explica Maiquel Vignatti, gerente de Marketing da Cooperativa Vinícola Garibaldi. Atualmente, a marca mantém em seu portfólio 81 produtos (entre espumantes, vinhos e sucos), organizados em 17 marcas.
Em 2023, foram envasados, entre sucos, vinhos e espumantes, cerca de 20 milhões de litros. A expectativa para 2024 é crescer, em volume, entre 7% e 9%.
Recebimento de uva inicia em janeiro
O sucesso desse trabalho começa com a entrega das uvas – que darão origem às bebidas – iniciada em 4 de janeiro de 2024. A safra da Cooperativa Vinícola Garibaldi advém de seus 450 cooperados provenientes de 270 famílias. Eles cultivam aproximadamente 1,2 mil hectares espalhados por 18 municípios da Serra gaúcha, sendo a maioria estabelecidas em Garibaldi, Santa Tereza, Monte Belo do Sul, Coronel Pilar e Farroupilha.
Em 2023, a Cooperativa Vinícola Garibaldi recebeu 26.861.415 quilos de uva, volume cerca de 3% superior ao registrado na safra anterior, em 2022. Para 2024, a estimativa é manter essa médica, com safra estimada entre 25 milhões e 27 milhões de quilos. Serão recebidas uvas de 55 variedades. A Cooperativa Vinícola Garibaldi tem capacidade para processar 75 toneladas da fruta por hora.
Ao longo de todo o ano, os cooperados receberam orientações e capacitações para o trabalho no campo, inclusive no período de safra – segundo uma prática de qualificação em vigência há anos. Em 2018, a Cooperativa Vinícola criou o programa 'Somos Garibaldi', que reúne sete subáreas para que pautas como inclusão da mulher e compliance façam parte da rotina das pessoas da cooperativa, de modo a facilitar a comunicação dos diversos valores que regem nossa atuação. Desde então, isso incluiu o aprimoramento da política de contratação de serviços terceirizados e alterações no processo de seleção de prestadores de serviço, bem como a institucionalização de nossa política de direitos humanos e do regimento do comitê de ética.
Além desses mecanismos para cumprir normas e diretrizes, a Cooperativa Vinícola Garibaldi segue o propósito de valorizar as pessoas, capacitando os cooperados. Neste ano, entregamos as certificações a produtores que cumpriram o Programa Alimento Seguro Uva para Processamento (PAS Uva), de boas práticas agrícolas. Com isso, as famílias cooperativadas têm treinamento com a ferramenta preventiva a riscos de contaminação dos alimentos. Em outubro, os cooperados receberam um treinamento durante a segunda edição do Seminário sobre Boas Práticas do Trabalho no Campo, tendo em vista as contratações temporárias, baseada nos princípios da lei, regimentada pela CLT. Ao final, eles receberam uma cartilha com todas as orientações.
"Nossa atuação se baseia em gerar valor fazendo bem feito, ou seja, aplicando boas práticas tanto no campo quanto nas relações com as pessoas, estabelecendo vínculos com a sustentabilidade e com as pessoas, os processos e os produtos, sempre pensando no coletivo", aponta o presidente da Cooperativa Vinícola Garibaldi, Oscar Ló.
Fonte: Comunicação Cooperativa Vinicola Garibaldi
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O Sicredi, instituição financeira cooperativa com presença em todo o país, foi reconhecido pelo Environmental Finance Impact Awards 2023, na categoria Lender of the year, por financiar projetos nacionais ecologicamente corretos, entre eles, de energias renováveis, eficiência energética, agricultura sustentável e pequenos e microempresas. A premiação foi divulgada neste mês de dezembro, considerando as operações no recorte de abril de 2022 até setembro de 2023.
Entre os fatores que colaboraram com o reconhecimento ao Sicredi estão o volume de empréstimos concedidos alinhados à sustentabilidade, transparência nas métricas de impacto positivo e o planejamento da instituição para melhoria contínua de suas estratégias e resultados de investimentos de impacto positivo. “Entendemos que a ligação entre meio ambiente e economia é cada vez maior, por isso nosso papel na disseminação da agenda ESG é fundamental. Como uma instituição financeira cooperativa, esperamos apoiar, cada vez mais, projetos sustentáveis que resultam em equidade social ao mesmo tempo que reduzem os riscos ambientais e as captações internacionais têm sido fundamentais para isso”, diz João Pedro Stephanou, gerente de Finanças Sustentáveis do Sicredi.
Atualmente, a carteira relacionada à Economia Verde do Sicredi totaliza mais de R$ 35 bilhões. Essa carteira compreende produtos e serviços financeiros que possibilitam igualdade social, ao mesmo tempo em que reduzem riscos ambientais e escassez ecológica. Do saldo da carteira, 23% correspondem à agricultura de baixo carbono e 16% à energia renovável. A carteira de crédito destinada especificamente a micro, pequenas e médias empresas lideradas por mulheres é de R$ 15,7 bilhões.
Integrante do Pacto Global da Organização Mundial das Nações Unidas (ONU), o Sicredi é comprometido com os 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS). Nas operações de financiamento sustentável estão sendo atendidos os objetivos números 3, 5, 7, 8, 9, 10, 11, 12 e 13, que buscam promover iniciativas para o gerenciamento de riscos ambientais, sociais e climáticos.
O prêmio Environmental Finance Impact Awards é concedido pela revista britânica Environmental Finance, especializada em conteúdo voltado para investimentos sustentáveis, e procura reconhecer e recompensar o trabalho de investidores de impacto em todo o mundo, destacando as melhores práticas em todas as classes de ativos e geografias. Seu processo de avaliação é feito por um painel de jurados composto por investidores, juntamente com a equipe editorial da revista que avaliam individualmente cada inscrição.
Fonte: Assessoria de comunicação Sicredi das Culturas RS/MG - Ijuí
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A inclusão das mulheres no movimento cooperativista é estratégia importante para assegurar a sustentabilidade das cooperativas.
Seguindo o alinhamento com o Sistema OCB, o Sistema Ocergs dá início ao Comitê Elas pelo Coop no Rio Grande do Sul, a fim de construir alicerces sólidos para um processo permanente e natural de ocupação de espaços pelas mulheres.
Para que isso aconteça, precisamos viabilizar o acesso das mulheres às ações de desenvolvimento pessoal e profissional para que possam cada vez mais colaborar com o crescimento sustentável das coops.
Para tanto, convidamos as federações das cooperativas gaúchas para eleger suas representantes para participar da iniciativa. A indicação deve observar os seguintes aspectos:
• 5 (cinco mulheres) de cooperativas vinculadas à federação (que já possuem ou não comitê de mulheres ou atividades direcionadas a esse público);
• A indicada pode ser colaboradora ou cooperada da cooperativa;
• A indicada deve possuir envolvimento com o cooperativismo há, pelo menos, 1 ano.
IMPORTANTE: A federação deve indicar apenas uma mulher por cooperativa.
O objetivo é que as indicadas participem de atividades específicas como reuniões, capacitações e palestras, bem como criação de diretrizes e estratégias do Comitê Elas pelo Coop do Sistema Ocergs.
A indicação da representante deverá ser realizada por meio do formulário disponível no link https://forms.office.com/r/g0p1jGKu3R até o dia 8 de janeiro de 2024.
A primeira atividade presencial está prevista para o dia 8 de março de 2024, durante a Expodireto Cotrijal 2024 sobre o papel do Comitê no cooperativismo gaúcho e suas atividades na construção de estratégias do Sistema Ocergs.
Para mais informações sobre o Comitê Elas pelo Coop no RS entre em contato com a agente de cooperativismo do Comitê, Rafaeli Minuzzi (
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A Cooperativa Central Gaúcha Ltda (CCGL) foi palco nessa quinta-feira (23/11) do evento "Solos do Futuro para Produtores do Futuro". A iniciativa, promovida pela CCGL, em parceria com a Rede Técnica Cooperativa (RTC), a plataforma Smartcoop e o Sistema Ocergs, contou com o apoio do Fundo Social do Sescoop/RS, a partir do projeto “Qualificação e incentivo à agricultura de baixo Carbono e a intensificação sustentável na produção de alimentos no Sistema Cooperativo do RS”.
O evento, que contou com palestra do professor e pesquisador na UFSM campus de Frederico Westphalen, Antônio Luis Santi, e do professor doutor do Departamento de Ciência do Solo da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq/USP), Maurício Roberto Cherubin, foi mediado pelo gerente de pesquisa da CCGL e coordenador da RTC, Geomar Corassa e teve participação de 17 cooperativas e cerca de 130 participantes, todos técnicos ou produtores rurais participantes da Operação 365.
Desafios da agricultura
Durante o evento, foram abordados os desafios enfrentados pela agricultura e a importância de ações que foquem no aumento da produtividade e rentabilidade, destacando a Operação 365, projeto que em parceria com a Embrapa busca promover a melhoria da qualidade química, física e biológica dos solos agrícolas no Rio Grande do Sul. A iniciativa visa elevar a sustentabilidade, a estabilidade produtiva das lavouras e, consequentemente, maximizar a rentabilidade das propriedades rurais.
Em sua fala, Santi abordou o tema “Produtividade e sistemas de produção para produtores do futuro”. O professor e pesquisador na UFSM campus de Frederico Westphalen destacou ainda a contribuição inegável das tecnologias, como a agricultura de precisão, para a melhoria do solo, mas criticou a falta de uma visão abrangente de sistema de produção, muito necessária na agricultura. Ele enfatizou a necessidade de reconstruir o carbono do solo como caminho indispensável para assegurar a qualidade do solo.
Cherubin compartilhou insights valiosos sobre a evolução do conhecimento científico em saúde do solo. Ele destacou a relevância da saúde do solo como base para uma agricultura mais produtiva e resiliente.
Cherubin ainda ressaltou o potencial de retornos ambientais e financeiros através de práticas pioneiras de manejo sustentável do solo. O pesquisador enfatizou a capacidade única da agricultura no seu papel crucial para o sequestro de carbono. Ao abordar os desafios da saúde do solo, o pesquisador apontou áreas prioritárias, como melhorar a eficiência do uso de nutrientes, otimizar o uso da água, sustentar a alta atividade e diversidade biológica, além de promover a estabilização do carbono no solo.
O evento proporcionou um momento de discussão e informação, reunindo pesquisadores, técnicos e produtores em busca de soluções para garantir um futuro da agricultura. Participaram do evento também o presidente do Sistema Ocergs, Darci Hartmann, o presidenta da CCGL, Caio Vianna, e dirigentes de cooperativas agropecuárias.
Fonte: Assessoria de Comunicação e Marketing da CCGL
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