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Manual detalha criação de comitê de mulheres nas cooperativas

Manual detalha criação de comitê de mulheres nas cooperativas

O Comitê Nacional de Mulheres do Sistema OCB Elas pelo Coop quer aumentar a participação feminina no movimento cooperativista. Reunindo pautas estratégicas e prioritárias, o Manual de implantação de Comitês de Mulheres nas Cooperativas traz os sete princípios de empoderamento da ONU Mulheres.

O documento constrói o passo a passo para implementar o comitê de mulheres dentro de uma cooperativa, detalhando desde o planejamento até a formação continuada. O manual relata sobre os espaços ocupados por elas no âmbito da Aliança Cooperativa Internacional (ACI) e também dentro do Sistema OCB, que reúne a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), a Confederação Nacional das Cooperativas (CNCoop) e o Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop).

O presidente Márcio Lopes de Freitas, destaca que a iniciativa é fundamental para colaborar com o crescimento e fortalecimento do movimento no país. “Nossa obrigação é construir alicerces sólidos para um processo permanente e natural de ocupação de espaços pelas mulheres. Para que isso aconteça, precisamos viabilizar o acesso às ações de desenvolvimento pessoal e profissional. Só assim elas poderão, cada vez mais, colaborar com o crescimento sustentável das coops. Este manual é mais um passo para fomentarmos a participação feminina em cargos de decisão”.

A Coordenadora do Comitê Nacional de Mulheres, Jamile Guimarães, instiga as cooperadas a participarem do projeto. “Marcamos presença no movimento cooperativista como a força que move o mundo e que gera sustentabilidade. Representamos quase metade dos cooperados do Brasil e temos ocupado a cada dia novas posições, em especial, de lideranças. Nossa base sólida é o que nos dá segurança de uma colheita certa. Precisamos nos capacitar para conquistarmos mais espaços. Topam o desafio?”, indagou.

A superintendente Tânia Zanella, destacou que a instituição está alinhada às demandas da sociedade com estratégicas de igualdade de gênero. Segundo ela, o manual é mais uma solução para que a inclusão aconteça na prática. “Vamos em busca de mais espaço e oportunidade para continuarmos contribuindo para o desenvolvimento socioeconômico e impactando positivamente comunidades onde atuamos. Já está mais que provado que, com isso, todo mundo ganha. É na diversidade que o coop mostra sua força”, frisa Tânia.

Fonte: Sistema OCB

Governo do Estado abre seleção para projetos do Energia Forte no Campo

Governo do Estado abre seleção para projetos do Energia Forte no Campo

O Governo do Rio Grande do Sul abriu, nessa quarta-feira (4/5), o processo de seleção de projetos do Programa Energia Forte no Campo. Esta terceira fase do programa contará R$ 40 milhões do Estado, com recursos do Avançar na Sustentabilidade, que serão disponibilizados às 15 cooperativas de eletrificação rural de forma proporcional ao número de consumidores classificados com tarifa rural.

“Este será o maior valor já destinado ao programa. É uma importante entrega do Avançar na Sustentabilidade que estamos concretizando. O Energia Forte no Campo foi lançado em 2019 e já beneficiou centenas de famílias rurais no Rio Grande do Sul, por meio da qualificação da rede de distribuição de energia elétrica”, afirmou a secretária do Meio Ambiente e Infraestrutura, Marjorie Kauffmann.

O programa conta, ainda, com linha de financiamento do BRDE às cooperativas. As condições de pagamento são de até 24 meses de carência e 120 meses para amortização. As cooperativas repassarão aos clientes rurais com projetos selecionados que tiverem interesse no financiamento, as mesmas condições pactuadas entre o BRDE e a cooperativa.

O prazo limite para manifestação e encaminhamento do Plano de Trabalho e informações complementares é o dia 18 de maio de 2022. Os documentos deverão ser encaminhados para o e-mail Este endereço para e-mail está protegido contra spambots. Você precisa habilitar o JavaScript para visualizá-lo..

Para selecionar os projetos, serão utilizados indicadores como o custo médio de rede de distribuição de energia elétrica trifásica, o número médio de consumidores por quilômetro, o impacto do projeto na economia local e a participação financeira do município no programa. Os resultados serão publicados em 27 de maio de 2022, no Diário Oficial do Estado (DOE).

O processo é coordenado pela Secretaria do Meio Ambiente e Infraestrutura (Sema) e conta com a participação do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) e da Federação das Cooperativas de Energia, Telefonia e Desenvolvimento Rural do Rio Grande do Sul (Fecoergs).

O programa

O Programa Energia Forte no Campo, lançado em 2019, prevê a qualificação das redes de distribuição de energia elétrica no meio rural, incluindo investimentos em obras de complementação de fases, substituição de postes de madeira por postes de concreto, reformas na rede elétrica, instalação de transformadores e adequação dos níveis de tensão.

Os objetivos são a qualificação da rede de distribuição de energia elétrica no meio rural, a ampliação da produção no campo e a melhora na qualidade de vida no meio rural.

Na primeira fase do programa, o Estado disponibilizou R$ 4 milhões do orçamento. Na segunda etapa, R$ 5,98 milhões. Nesta terceira fase, serão oferecidos R$ 40 milhões do Estado, com recursos do Avançar na Sustentabilidade, o maior valor já destinado ao programa.

Avançar na sustentabilidade

A Secretaria Estadual do Meio Ambiente e Infraestrutura (Sema)  coordena o Programa Avançar na Sustentabilidade, lançado pelo governo do Estado em 26 de janeiro de 2022. Serão destinados R$ 193 milhões do Tesouro para projetos voltados ao incentivo de energias limpas e renováveis, o desenvolvimento sustentável, as boas práticas para combater as mudanças climáticas e a recuperação do patrimônio ambiental do Rio Grande do Sul. 

As ações são divididas em quatro eixos: clima (R$ 115,3 milhões), água (R$ 3,9 milhões), parques (R$ 22 milhões) e energia (R$ 52 milhões).

Todas as iniciativas estão alinhadas aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Organização das Nações Unidas e fazem parte das ações para tornar possível atingir as metas assumidas na 26ª Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2021 (COP26), de neutralizar as emissões de carbono no Estado em 50% até 2030.

Fonte: Ascom Sema/Fepam

Crédito da foto: Felipe Dalla Valle/Secom

Inscrições para o 11º Concurso Cultural do Instituto Sicoob estão abertas

Inscrições para o 11º Concurso Cultural do Instituto Sicoob estão abertas

Estão abertas as inscrições para a 11ª edição do Concurso Cultural do Instituto Sicoob. Nesta edição, o tema é “Cooperar para transformar” e podem participar estudantes dos 3º, 5º, 7º e 9º ano do Ensino Fundamental, regularmente matriculados nas escolas das redes pública, privada e de cooperativas educacionais. 

O Concurso Cultural, que está em sua 11ª edição, vem realizando um trabalho fundamental de envolver escolas, alunos e a comunidade para o fortalecimento da cultura da cooperação. Ao longo dos anos, o Instituto estimulou ações que visam o conhecimento do tema pelos alunos, bem como a valorização do cooperativismo entre professores, com sugestões de estratégias para colocar o assunto em debate.

Até 31 de maio, as cooperativas do Sicoob poderão convidar escolas parceiras para efetuar a inscrição no programa de forma gratuita. A matrícula deve ser realizada por um representante da escola que precisará preencher corretamente todos os campos da ficha, sendo obrigatória a inclusão dos nomes da Central e Singular.  

Em agosto e setembro, os alunos mais novos poderão expressar seu aprendizado por meio de desenhos e aprendendo a fazer uso sustentável de materiais, enquanto aqueles em idade mais avançada, irão produzir crônicas, poemas e tiras (dependendo do grau escolar). 

As premiações serão em três etapas:
- Até 31 de outubro, premiação local pela cooperativa singular. Serão premiados os três melhores trabalhos de cada categoria, que ganharão um kit escolar, no valor de até R$ 100.

- Até 25 de novembro, premiação regional pela cooperativa Central. O vencedor de cada categoria ganhará um tablet e o professor responsável, R$ 1 mil.

- No mês de dezembro, ocorrerá a premiação nacional. O aluno vencedor de cada categoria receberá um notebook, o professor responsável, um curso de até R$ 3 mil, em instituição juridicamente legalizada e validado pela comissão avaliadora, e a escola ganhará um data show e uma caixa de som.

Serviço

Concurso Cultural 2022 “Cooperar para transformar”.

Inscrições até 31 de maio de 2022.

Premiações nos meses de outubro, novembro e dezembro.

Para saber mais, acesse o site: https://concursocultural.institutosicoob.org.br

Fonte: Assessoria de Imprensa Sicoob

Projeto social surge como oportunidade para fora dos muros da prisão

Projeto social surge como oportunidade para fora dos muros da prisão

Por entre as grades exala o cheirinho de esfirras e pasteis. Na cozinha, expectativa com o resultado do trabalho em equipe. Ao tilintar do forninho, olhos “recheados” de satisfação com a receita que tomou forma, enchendo as cozinheiras de orgulho. Está pronto mais um prato preparado por detentas do Presídio Estadual Feminino Miguel Alcides Feldens, de Lajeado (PEFL), no programa “Na Cozinha com a Languiru”, edição “Estabelecimentos Prisionais”. Com encontros mensais ao longo do primeiro semestre de 2022, elas participam de aulas de culinária ofertadas pela Cooperativa.

Oportunidade

Aos 43 anos, a detenta que iremos identificar apenas como “T”, está há cerca de três anos no presídio lajeadense. Natural de Sobradinho, tem do lado de fora dos muros uma filha e os irmãos. Na oficina de culinária é uma das mais empolgadas. Seu maior “apetite” é pelo preparo de doces e salgados. Olhando em frente, vislumbra uma mesa cheia, com a família satisfeita.

Vinda de outra casa prisional, T está sempre ligada às oportunidades no PEFL. “Qualquer curso que apareça é válido, pois aprendizado nunca é demais. Foi isso que me motivou a participar desse curso de culinária”, frisa.

O primeiro pão

T recorda do tempo de criança. Sem a mãe e com o pai trabalhando fora, sentiu a necessidade de ajudar. “Eu era um toquinho de gente, subi num banquinho de madeira, lembrei como ele e minha mãe faziam, e assei um pão. Ele não acreditou que tinha sido eu e pediu que fizesse outro pra ver. Não tinha brinquedo e desde essa época eu já gostava de cozinhar”, revela.

Futuro

Pensando no futuro, T espera pelo certificado do curso de culinária. “Prefiro começar como empregada, não com negócio próprio, quem sabe mais adiante. O curso é uma grande oportunidade, mas sei que também vai depender de mim”, destaca, calculando mais seis a sete meses para cumprir.

Espiando de canto de olho a aula prática que acontece na cozinha enquanto é entrevistada, ela já adianta: “quando sair, a primeira coisa que vou preparar pra minha família é a banoffee (torta de banana)”, na expectativa de que o curso também lhe ensine a deixar um prato bem decorado “pra impressionar”.

Ao fim da conversa, T faz questão de deixar uma mensagem: “não tenham medo de apostar em presas, sabemos muito e sabemos aprender, a maioria quer uma oportunidade, mostre que essas pessoas não estão sozinhas. Se é difícil pra quem está lá fora, imagine alguém que sai daqui e precisa recomeçar”.

Processo de mudança

A diretora do PEFL, Rita de Cássia Donini Antocheviz, qualifica o “Na Cozinha com a Languiru” como uma iniciativa que contribui para a mudança do sistema prisional gaúcho. “Vem somar ao trabalho de ressocialização e de reinserção na sociedade. A comida pode ser um agente de mudança na vida destas mulheres, possibilitando que aprendam receitas simples e até mais requintadas”, avalia.

A escolha das participantes para as oficinas priorizou detentas que já trabalham no setor de alimentação do Presídio. As outras vagas foram preenchidas com apenadas que demonstraram interesse pela culinária e têm um bom comportamento e convívio com as demais.

Gratidão também da chef

Christiana Garcia é uma das chefs contratadas pela Languiru para cursos de culinária. É ela quem ministra a formação no Presídio. Assim como numa receita, vive um mix de sentimentos a cada novo prato. “Em palavras não consigo dar a grandiosidade que é esse projeto. Tenho consciência de que nem tudo é fácil, mas vale a pena dar uma oportunidade, ali há muitas mulheres só querendo isso. Quando não fazemos nossa parte, o mundo do crime faz.”

O projeto

Para esta turma, serão seis aulas na cozinha industrial do PEFL, com teoria e prática sobre receitas, boas práticas no preparo de alimentos e na cozinha. Corte de saladas e carnes, preparo de pães, pizzas, salgados para eventos, doces, toda linha de confeitaria e técnica de preparos integram o cronograma. Os principais ingredientes são produtos Languiru.

A escolha dos pratos leva em consideração a estrutura disponível e o olhar da chef. “Sei das necessidades das empresas e restaurantes, avaliamos as possibilidades de inclusão no mercado. Prepará-las para uma nova vida é algo sem explicação, um sentimento mútuo de acolhimento, também aprendo muito com tudo isso”, conclui a “profe Chris”, como as detentas se dirigem à chef.

O projeto é uma realização da Cooperativa Languiru, com apoio da Secretaria Estadual de Justiça e Sistemas Penal e Socioeducativo (SJSPS) e entidades de segurança pública.

Fonte: Assessoria de Comunicação Languiru

Frigorífico de frango da Cooperativa Dália Alimentos em Palmas completa dois anos de atividade

Frigorífico de frango da Cooperativa Dália Alimentos em Palmas completa dois anos de atividade

Nesta quinta-feira dia 17, a unidade do frigorifico de frango, pertencente a Divisão Frango de Corte (DFC) da Cooperativa Dália Alimentos, completa dois anos de atividade. A unidade avícola se localiza no bairro Palmas em Arroio do Meio e concentra, além do abate de frangos, produção de farinha (base da ração animal) e as unidades de tratamento de água.

Para o gerente da divisão, Eduardo Koefender, esse ciclo de dois anos já foi marcado como um grande processo de aprendizado. “Essa experiência é muito importante em qualquer atividade, muda a forma de atuação, muda a resolução de problemas e de enfrentar diversidades”, relata.

Koefender lembra da trajetória da cooperativa, enquanto que a atividade avícola ainda se caracteriza como recente. “São 75 anos de experiência na suinocultura, que cuida com maestria do manejo, criação e abate do animal. No entanto, se tratando do mercado de frango, temos muito a aprender”, avalia.

Conforme o gerente, há adequações importantes sendo realizadas em algumas atividades da planta, a fim de atender exigências das habilitações e, assim comercializar os produtos Dália buscando mais participação no mercado externo.

Pollo D’oro

Atualmente o frigorífico de frango em Palmas, trabalha com a linha de produtos Pollo D’oro, que em italiano significa frango dourado. “Como a região e a cooperativa juntamente com seus associados, tem forte ligação com a descendência Italiana, a proposta foi de homenagear a aproximação dessa cultura com a nossa linha de produtos”, afirma Koefender.

Os produtos Dália resfriados da linha Pollo D’oro, atualmente correspondem a oito tipos de cortes, todos embalados em bandeja e são: coxa, sobrecoxa, coxinha da asa, meio da asa, coração, meio peito sem osso, meio peito sem pele, filezinho, coxa e sobrecoxa com osso.

Já os congelados, são produtos disponíveis com todos os cortes e miúdos: frango inteiro, coxa e sobrecoxa com e sem osso, meio peito com e sem osso, meio peito sem pele, coxa de frango, meio das asas, coxinha da asa, coração, sambiquira, filezinho, moela, fígado e coração. 

55 mil aves por dia

Após a chegada do frango vivo, o processo de abate é iniciado. Ele é descarregado e em seguida passa para a sangria com certificação Halal, que permite a exportação dos produtos Dália para países muçulmanos. Essa habilitação possui exigências de acordo com a religião islâmica. Para assegurar a certificação, o Centro de Disseminação Islâmico na América Latina (CDIAL), possui um representante que visita o setor pelo menos uma vez por semana para conferir o abate.

Na sequência, próximo setor é a evisceração, responsável por limpar e avaliar as condições sanitárias das carcaças. Seguindo o fluxo de produção, as carcaças são transportadas para a sala de cortes onde são gerados diversos tipos de cortes. Após essa etapa, os cortes são embalados e encaminhados para a área de congelamento. Por fim, passa para a expedição que é responsável na distribuição do produto. Ao todo são cerca de 55 mil aves que são abatidos por dia. 

Área de Utilidades

Além disso, Eduardo revela que em breve a unidade deve iniciar uma ampliação na capacidade de gerar vapor em uma caldeira nova que deverá entrar em operação no segundo semestre deste ano. “Isso nos exigiu muito planejamento para definirmos o equipamento e fornecedor adequado para atender a nossa necessidade”, comenta.

Fonte: Assessoria de Comunicação Dália Alimentos

Aplicativo criado pela Cootravipa qualifica coleta seletiva para grandes geradores de resíduos

Aplicativo criado pela Cootravipa qualifica coleta seletiva para grandes geradores de resíduos

Em três meses de execução, o Coleta Tri já cadastrou cerca de 500 estabelecimentos entre lojas e condomínios, aumentando assim, o volume de resíduos recolhidos e garantindo maior segurança e conforto para donos de estabelecimentos comerciais e residenciais de Porto Alegre.

O Coleta Tri é uma iniciativa da Cooperativa dos Trabalhadores Autônomos das Vilas de Porto Alegre - Cootravipa - em parceria com a Prefeitura Municipal, com o objetivo de captar e conscientizar os grandes geradores de resíduos da capital –  condomínios, shoppings, supermercados, centros comerciais – para que os resíduos recicláveis desses locais sejam entregues para a Coleta Seletiva da Prefeitura, garantido assim que o destino dos resíduos  seja as Unidades de Triagem (UTs)-  instituições contratadas e fiscalizadas pelo município, formadas por trabalhadores moradores da periferia da cidade, que tem como meio de subsistência a triagem e a venda desse material. Anteriormente, muito desse material tinha como destino a coleta irregular, que era revendida para terceiros, prejudicando o trabalho nas UTs.

Tecnologia

Por meio de um aplicativo, desenvolvido pela Cootravipa, agentes de relacionamento - que realizam uma busca ativa pela cidade -  cadastram os estabelecimentos que aceitarem entregar o resíduo reciclável regularmente para a Coleta Seletiva. O sistema acompanha a frequência e o volume das coletas, entregues pelos grandes geradores, através de um QR Code, instalado na entrada dos locais e por fotos.

Além disso, um chat de atendimento é colocado à disposição desses geradores, para dúvidas e reclamações sobre a coleta. Os geradores de resíduos também recebem um cartão-semente com um QR Code que leva a uma animação e um e-book com apresentação do caminho correto dos resíduos recicláveis e suas vantagens, bem como o caminho irregular e seus prejuízos para a economia, sociedade e meio ambiente.

Conforme a diretora-presidente da Cootravipa, Imanjara Marques de Paula, a intenção desse projeto é desenvolver uma parceria junto aos geradores de resíduos, transformando-os em parceiros de nossa cidade através do ciclo virtuoso da sustentabilidade, oferecendo um canal de comunicação direta que permite o estabelecimento de vínculo entre esses novos parceiros da cidade e a coleta seletiva de resíduos recicláveis da Porto Alegre. “Já podemos dizer que o saldo é positivo. O conjunto de ações já está aumentando o volume de resíduos recicláveis entregues a coleta oficial da cidade e, dessa forma, estamos conseguindo suprir, com mais material, as unidades de triagem que dependem dessa coleta, garantido assim, trabalho e renda às famílias”, finaliza.

Quem pode se cadastrar?

> Qualquer gerador de resíduos que possua CNPJ

Como se cadastrar?

> Baixe o aplicativo da Coleta Tri no celular Android, através do Play Store.

> Clique na opção “solicitar cadastro”

> Preencha os dados necessários

> Aguarde a visita de nossos agentes para explicarem como funciona os serviços prestados pela coleta seletiva e concluírem o cadastro.

Fonte: Assessoria de Comunicação Cotravipa

Certel é alternativa para recarga de carros elétricos no Vale do Taquari

Certel é alternativa para recarga de carros elétricos no Vale do Taquari

Instalado em Teutônia, o eletroposto da Certel é a solução para quem precisa recarregar carros elétricos no Vale do Taquari. Recentemente, o empresário portoalegrense Diego Machado voltava de Encantado quando percebeu que seu carro possuía autonomia de somente 40% da bateria. Foi então que pesquisou no Google e localizou o eletroposto da Certel, situado junto à sede da cooperativa.

“Foi uma necessidade, e que bom que encontramos esse eletroposto, porque a região ainda é carente nessa área. Foi até uma bênção quando soube que a Certel oferece um. Graças a Deus, está dando tudo certo”, comentou, durante a recarga. “A Certel está à frente, o futuro é esse, e a cooperativa começou na frente de todos nesta região. Acredito que o futuro é o elétrico ou o híbrido, e parabenizamos a Certel pela iniciativa, pois ficamos extremamente surpresos com o fato de Teutônia contar com um eletroposto”, complementou.

A exemplo do que já é comum em Porto Alegre, o eletroposto da Certel é gratuito e pode estimular que o Vale do Taquari passe a contar com mais carros elétricos em breve. A capital também já conta com algumas estações de eletropostos gratuitos, um benefício para viajar sem emitir nada de gás carbônico, contribuindo com a preservação do meio ambiente. “E o melhor, sem ter de pagar pela recarga que, por enquanto, é gratuita. Quando retornar ao interior do Estado novamente, quero voltar a Teutônia não só para abastecer na Certel, mas, com mais tempo, poder conhecer um pouco mais deste bonito e acolhedor município, bem como o Vale do Taquari”, enfatizou.

O presidente da Certel, Erineo José Hennemann, observa que a cooperativa quer ser, cada vez mais, uma aliada da sociedade, disponibilizando soluções e alternativas que se alinhem ao tripé da sustentabilidade. “Convidamos os associados e clientes que possuam carros elétricos para que venham abastecer no eletroposto, e que aproveitem para também visitar e conhecer melhor a sede da cooperativa. Será uma grande alegria recebê-los”, assinala Hennemann.

Fonte: Assessoria de Comunicação da Certel

Inscrições para o Prêmio Mulheres Rurais – Espanha Reconhece encerram em 31 de janeiro

As inscrições para o Prêmio Mulheres Rurais Espanha Reconhece acabam de entrar na reta final e o prazo encerra na próxima segunda-feira (31/1). A premiação visa aumentar a visibilidade e conquistas das mulheres rurais (agricultoras, pescadoras, apicultoras, extrativistas, etc.) e as soluções inovadoras empreendidas por elas para o bem-estar de suas famílias, organizações e comunidades.  

O prêmio é uma iniciativa do Escritório de Agricultura, Pesca e Alimentação da Embaixada da Espanha no Brasil, desenvolvido em parceria com o Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA), a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e a ONU Mulheres, com apoio do Ministério Da Agricultura Pecuária e Abastecimento (Mapa), da Organização dos Estados Ibero-Americanos (OEI), do Serviço Social do Comércio (Sesc), Sistema OCB e da Associação Brasileira das Entidades Estaduais de Assistência Técnica e Extensão Rural (Asbraer).

Categorias convocatórias

Podem se inscrever na convocatória empreendimentos coletivos de organização de mulheres voltados para a autonomia econômica das mulheres rurais. Serão consideradas as experiências de mulheres apresentadas na forma de produtos e/ou serviços que contribuam para:

  • Segurança alimentar e nutricional;
  • Redução da pobreza e que promovam o acesso equitativo a recursos produtivos, com impacto socioambiental positivo;
  • Busca da saúde e bem-estar social;
  • Fomentar comunidades sustentáveis;
  • Preservação da (agro) biodiversidade. 

Cada coletivo de mulheres pode inscrever até três experiências!

Inscrição online

Para formalizar a sua inscrição, as organizações ou coletivo de mulheres devem preencher o formulário online disponível aqui! As perguntas previstas no formulário de inscrição e a descrição das experiências/empreendimentos com informações complementares devem ser enviadas em formato de texto (máximo em uma página) e vídeo (máximo de cinco minutos), a serem anexados no link da inscrição, em campos específicos.

Reconhecimento

O prêmio consistirá em:

  • 1° Prêmio: R$ 20.000,00 (destinado a melhorar o empreendimento);
  • 2° Prêmio: R$ 10.000,00 (destinado a melhorar o empreendimento);
  • 3° Prêmio: R$ 5.000,00 (destinado a melhorar o empreendimento).

As três experiências mais bem pontuadas receberão, além dos valores citados anteriormente, as seguintes premiações:

  • Acompanhamento e assistência técnica ao empreendimento, por parte da Asbraer/Rural Commerce;
  • Um curso, na modalidade ensino à distância EAD, da OEI, voltado para o Empoderamento pessoal e econômico das mulheres rurais;
  • Um notebook HP 256 G8 Intel Core i3 8GB 256GB SS;
  • Um (1) ano de uso gratuito da Plataforma Rural E-commerce. Isso significa que os empreendimentos terão acesso aos seguintes serviços durante esse período:
  1. Diagnóstico empresarial;
  2. Plano de Negócios (Modelo Canvas);
  3. Plano de lnternacionalização (digitalização do negócio, construção de portfólio de produtos, estruturação financeira, entre outros);
  4. Assistência Técnica para lmplementação do Plano de lnternacionalização (Negócios e Produtiva);
  5. Prospecção de Mercado.
  • Publicações técnicas das instituições promotoras relacionadas às questões de gênero;
  • Certificado de Reconhecimento Internacional de Experiência que contribui para o Trabalho e Autonomia Econômica das Mulheres Rurais, Redução da Pobreza e da Insegurança Alimentar e Nutricional.

Entrega do Prêmio

O prêmio será entregue no dia 8 de março de 2022, no Dia Internacional da Mulher, pelo embaixador da Espanha no Brasil. Para mais informações acesso o site http://www.premiomulheresrurais.com.br/.

Colaboradores da Unimed Vale do Caí realizam ação de meio ambiente nas escolas

Colaboradores da Unimed Vale do Caí realizam ação de meio ambiente nas escolas

Na última semana, os integrantes da Comissão das Práticas de Sustentabilidade da Unimed Vale do Caí estiveram em cinco creches e escolas do município realizando o plantio das mudas de árvores, acompanhados das equipes inscritas nas Práticas 2021. No total, foi realizado o plantio de 30 mudas de árvores frutíferas: Araçá, Cereja, Pitanga, Guabiroba, Guabiju. Cada instituição recebeu seis mudas, que foram distribuídas nas áreas verdes dos locais.
 
O projeto do plantio de árvores, assim como as diversas tarefas trabalhadas durante todo o ano nas Práticas, tem o objetivo de fortalecer o relacionamento com a sociedade e a conscientização do ambiente em que vivemos. A ideia de escolher as creches e escolas (com as turmas de Jardim) foi justamente para mostrar às crianças a importância de preservar e cuidar do meio ambiente. “A atividade, além de ser muito importante, foi divertida, pois as crianças interagiram e deram um show de explicações, mostrando que quanto mais pequenos eles são, mais conscientes estão em questão de preservar o meio ambiente”, destacou a assistente de Qualidade e integrante da Comissão Organizadora, Elisandra Moraes.
 
As escolas foram escolhidas mediante sorteio. No primeiro plantio, as instituições foram: EMEI Gente Miúda, Creche Pingo de Gente, Creche Lar do Menor (Soc. Beneficente Espiritualista), Escola Cinco de Maio e Escola Tanac. Em todas elas, as atividades foram realizadas com crianças da faixa etária entre 3 e 7 anos.

Fonte: Assessoria de Comunicação Unimed

Sicredi neutraliza Emissões de Gases de Efeito Estufa

Sicredi neutraliza Emissões de Gases de Efeito Estufa

Com o intuito de gerar impacto ambiental positivo ao mesmo tempo que gera crescimento econômico e social nas comunidades, o Sicredi, instituição financeira cooperativa com presença em 25 estados e Distrito Federal, neutralizou suas emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) em nível nacional. A neutralização das mais de 21 mil toneladas de GEE emitidas em 2020 pela instituição foi realizada por meio de apoio a cinco diferentes projetos de créditos de carbono, um em cada região do Brasil.

O Sicredi, integrante do Pacto Global do ONU, utilizou como critérios de escolha projetos que tenham impactos sociais, ambientais e econômicos positivos, auditados e certificados e que seguem padrões de qualidade reconhecidos internacionalmente, além de contribuírem para os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS).

"É importante destacar que as escolhas por esses respectivos projetos têm como objetivo, além de ratificar o nosso compromisso com a sustentabilidade, favorecer diretamente as regiões onde estamos presentes, apoiando projetos que estão próximos às comunidades", afirma Romeo Balzan superintendente da Fundação Sicredi.

Esta é a segunda iniciativa do Sicredi em nível nacional com foco em neutralização de Gases de Efeito Estufa e visa aprimorar as práticas sustentáveis de suas 108 cooperativas de crédito, localizadas em 25 estados brasileiros e no Distrito Federal. No último ano, a instituição financeira cooperativa apoiou o Projeto REDD+ Jari Pará, projeto de créditos de carbono voltado a conservação florestal na Amazônia. A aferição das emissões da instituição é realizada por meio do Inventário Sistêmicos de Emissões de GEE , publicado junto ao Programa Brasileiro GHG Protocol, sendo reconhecido pela organização com o Selo Ouro, maior nível de qualificação para inventários de emissões corporativos.

Conheça os cinco projetos apoiados pelo Sicredi:
Projeto Compostagem : o projeto acontece em várias localidades de Santa Catarina, sendo direcionado a 13 famílias de pequenos produtores rurais de suínos, e contempla créditos de carbono de compostagem de resíduos da suinocultura. A iniciativa apresenta melhorias nos processos produtivos, proporciona a diversificação de renda para os produtores locais, a proteção de recursos hídricos e do solo e novos mercados para compostos orgânicos.

Projeto Aterro Sanitário Bandeirantes : trabalha com geração de energia elétrica renovável por meio de coleta de biogás de aterro na cidade de São Paulo, com foco na melhoria da qualidade local do ar. Minimiza riscos de contaminação de águas subterrâneas, possibilita a recuperação de terrenos degradados e geração de emprego e renda às comunidades locais.

Projeto Agrocortex : situado no Acre e no Amazonas, é voltado para créditos de carbono de conservação florestal na Amazônia. Visa a conservação de mais de 186 mil hectares do bioma amazônico, a proteção de espécies da fauna e flora ameaçadas de extinção, o manejo florestal sustentável, geração de fontes de renda alternativas para a comunidade local e incentivo a cooperativas de produtos florestais não madeireiros.

Projeto Buenos Aires situado no município de Buenos Aires, em Pernambuco, o projeto é destinado a substituição de lenha nativa como combustível por biomassa renovável, em uma fábrica de cerâmicas. O projeto gera investimento em educação para a comunidade local, apoio à cultura e ao lazer na comunidade e proteção do bioma Caatinga.

Projeto Reunidas : de Cristalândia, no Tocantins, o projeto também realiza a substituição da lenha como combustível por biomassa renovável em fábrica de cerâmicas, protegendo o bioma Cerrado. Entre seus benefícios também estão a melhoria nas condições de trabalho e a inclusão social através de oportunidades para a comunidade local.

"Consideramos a busca por uma operação ecoeficiente essencial para a nossa estratégia de sustentabilidade, que visa a gestão do negócio sempre com foco no impacto positivo, seja ele ambiental, social ou econômico. Por isso, estamos sempre aprimorando a nossa Gestão de Emissões de Gases de Efeito Estufa, contribuindo com uma agenda positiva de combate às mudanças climáticas", finaliza Balzan.

Saiba mais sobre a Estratégia de Sustentabilidade do Sicredi.

Fonte: Assessoria de Comunicação Sicredi

BNDES divulga linha Finame Baixo Carbono

BNDES divulga linha Finame Baixo Carbono

O BNDES divulgou nesta semana, a linha Finame Baixo Carbono para aquisição de equipamentos com maiores índices de eficiência energética ou que contribuam para redução da emissão de gases de efeito estufa.  

A divulgação da linha faz parte de uma estratégia do BNDES para colaborar com a adoção de tecnologias que possibilitem o alcance da neutralidade de carbono nos diversos setores da economia brasileira.  

São itens financiáveis, por exemplo: sistemas de geração de energia renovável, aquecedores solares, ônibus e caminhões elétricos, híbridos e movidos exclusivamente a biocombustível e demais máquinas e equipamentos ambientalmente mais eficientes. Todos os produtos devem ser novos, de fabricação nacional e credenciados no Credenciamento Finame (CFI) do Sistema BNDES.  

Assista ao vídeo no canal do Youtube do BNDES, e saiba tudo sobre a nova linha de financiamento: https://youtu.be/rt52e7ecidc.  

INICIATIVAS COOP DE BAIXO CARBONO 

No início de novembro o movimento cooperativista foi destaque no Espaço Brasil na COP26, em Glasgow, onde foram apresentados cases de cooperativas brasileiras que colaboram para o alcance da neutralidade de carbono. O cooperativismo está um passo à frente em ações e soluções nesse sentido. Para conhecer os principais cases e o manifesto em relação aos desafios apresentados COP26, acesse: www.cooperacaoambiental.coop.br

Fonte: Sistema OCB

OCB lança manifesto e site em defesa da sustentabilidade

OCB lança manifesto e site em defesa da sustentabilidade

A Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) acredita que o Brasil tem vocação para ser protagonista na construção de uma economia de baixo carbono e que, unindo esforços com outros países, é possível deter o avanço do aquecimento global. Em manifesto divulgado nesta segunda-feira (8), a entidade compartilhou a visão e o posicionamento do cooperativismo brasileiro a respeito da sustentabilidade e preservação ambiental do planeta. A posição da OCB será reforçada em um painel na COP26, na sexta-feira (12), apresentado pela gerente-geral Fabíola Nader Motta.

O documento faz parte do conteúdo do site Cooperação Ambiental, também lançado nesta segunda, que traz ainda exemplos de casos de sucesso protagonizados por cooperativas na área da sustentabilidade, além de depoimentos de cooperativistas sobre as experiências compartilhadas. Um dos objetivos é mostrar que toda cooperativa já nasce com o compromisso de cuidar da comunidade onde atua, aliando produtividade e desenvolvimento com sustentabilidade e responsabilidade social.

Carbono

O manifesto publicado pela OCB apresenta cinco princípios norteadores voltados para os debates da COP 26 e enaltece a cooperação ambiental como estratégia para deter o avanço do aquecimento global.

No documento, as cooperativas defendem a regulamentação do mercado de carbono; o combate inflexível e abrangente ao desmatamento ilegal da Amazônia e dos demais biomas brasileiros; a regulamentação de leis que estimulem a adoção de medidas de proteção e preservação do meio ambiente; a produção brasileira de alimentos para o combate à fome e à segurança alimentar no mundo; e a adoção de políticas públicas de fomento ao cooperativismo como arranjo produtivo sustentável.

Para o cooperativismo brasileiro, reduzir as emissões de gases do efeito estufa na atmosfera é fundamental e uma das maneiras mais inteligentes de se fazer isso é regulamentando o mercado internacional de carbono e valorizando modelos produtivos de baixa emissão e captura de poluentes, além de viabilizar o acesso facilitado a recursos para projetos em prol da preservação, conservação e recuperação do meio ambiente.

Preservação

O desmatamento ilegal na Amazônia e em outros biomas brasileiros requer, de acordo com o manifesto, a plena e imediata aplicação da legislação ambiental e fundiária vigentes, com destaque para as normas do Código Florestal (Lei 12.651/2012), marco fundamental para a preservação ambiental do Brasil e que deve ser visto como exemplo para todas as nações.

A Política Nacional de Pagamento por Serviços Ambientais, sancionada em janeiro de 2021 é citada pela OCB como um bom exemplo de leis que estimulam a adoção de medidas de preservação e proteção ambiental. A norma institui incentivo — monetário ou não — a produtores rurais que adotem medidas efetivas de proteção e promoção da qualidade do meio ambiente. Essa remuneração depende da verificação e comprovação das ações implementadas.

A emissão de títulos verdes (green bonds) e o incentivo à produção de energia renovável também são ações defendidas pelo cooperativismo para aumentar o interesse de pessoas e instituições por projetos sustentáveis. “Consideramos de suma importância o reconhecimento global da necessidade de diversificação e da sustentabilidade da matriz energética, com a construção de políticas públicas e incentivos econômicos nacionais e internacionais de fomento ao setor”.

Políticas Públicas

Acabar com a fome, proporcionar acesso a alimentos seguros e nutritivos, além da garantia e disponibilidade de alimentos, são pilares direcionadores do cooperativismo. Para atingir esses objetivos, o manifesto da OCB defende o fomento de políticas públicas para o comércio internacional livre e um fundo global voltado para promover a fome zero, que ultrapasse as barreiras geográficas e políticas em zonas de conflito, especialmente para as populações mais vulneráveis.

Políticas públicas de fomento ao cooperativismo também são pleiteadas para fortalecer o modelo de negócios do movimento que busca proporcionar inclusão produtiva, economia de escala, geração de renda e desenvolvimento regional e local. Nesse sentido, o cooperativismo é considerado uma importante alternativa para o acesso a serviços de interesse público em diversas cidades e comunidades ao redor do mundo e precisa de incentivo para continuar a crescer.

Leia o manifesto na íntegra: https://www.cooperacaoambiental.coop.br/

Fonte: Assessoria de Comunicação do Sistema OCB

Cooperativismo: produção sustentável não é utopia

Cooperativismo: produção sustentável não é utopia

“O cooperativismo brasileiro é referência em sustentabilidade e um exemplo que deve ser reconhecido, valorizado e replicado”. Essa foi uma das afirmações de destaque feitas pela gerente-geral da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Fabíola Nader Motta, durante apresentação de painel sobre o tema Brasil Verde no estande Glasgow da COP 26 no dia 12 de novembro. Em sua fala, Fabíola ressaltou uma vez mais que o Brasil pode ser protagonista na construção de uma economia de baixo carbono e que, unindo esforços com outros países, é possível deter o avanço do aquecimento global. 

Para mostrar a força do cooperativismo na produção sustentável, a gerente-geral utilizou como principal exemplo o caso da Cooperativa Agrícola Mista Camta, localizada em Tomé-Açu no Pará, e a história de Hajime Yamada, imigrante japonês hoje com 94 anos que chegou ao local em 1929. A história de vida de Yamada se confunde com a da cooperativa fundada em 1931 e que, desde meados da década de 1970, viu a região crescer e se desenvolver cada vez mais com a implantação do Sistema Agroflorestal de Tomé-Açú (Safta). 

“O senhor Yamada aprendeu com os povos ribeirinhos, os nativos que vivem nas margens dos rios da Amazônia, que as árvores não sobrevivem sozinhas na floresta. Elas precisam uma das outras e de outros tipos de plantas e vegetais para crescerem e se fortalecerem. E esse aprendizado foi fundamental para o desenvolvimento desse sistema depois que os agricultores da região viram sua principal cultura, a pimenta do reino, ser completamente devastada por uma praga”, explicou Fabíola. 

Com o Safta, atualmente, continuou ela, o açaí, o cacau, a mandioca e a pimenta do reino, entre outras culturas, convivem em harmonia, dividindo terreno umas com os outras e também com a floresta nativa. “São cinco mil hectares nos quais as plantas de uma cultura servem de adubo para o crescimento e fortalecimento das outras. O sistema agroflorestal mantém o solo úmido e fértil, respeita o clima e a biodiversidade local, não empobrece o solo e aumenta a produtividade”. 

Entre os resultados alcançados pela Comta, Fabíola citou a recuperação total da área degradada com o tempo e a redução da emissão dos gases de efeito estufa em até cinco vezes quando comparada com outros sistemas da região. “A Camta transformou a região e gera impactos positivos para mais de 10 mil pessoas, além de seus 800 associados. Sua produção é exportada para vários países e, além disso, a cooperativa conta com uma agroindústria que produz polpas de frutas, geleias, sorvetes e óleos vegetais. O cacau, inclusive, recebeu o selo de produto das Olimpíadas em Tóquio 2020”.

Energia limpa

Outro exemplo de sucesso apresentado por Fabíola é o da energia limpa e renovável gerada por meio de pequenas centrais hidrelétricas, usinas fotovoltaicas e biomassa. “Já conseguimos produzir mais de 316 megawatts de energia renovável nas mais de 540 iniciativas de cooperativas distribuídas por todo o país”, destacou.

A gerente-geral também citou um projeto da unidade estadual da OCB em Minas Gerais, a Omceg, que inaugurou neste mês 30 usinas fotovoltaicas e pretende chegar a 100 em 2022 com o programa Minas Coop. “Um ponto importante a ressaltar é que parte dessa energia limpa é doada para entidades filantrópicas da região, atendendo, inclusive, um dos objetivos de desenvolvimento sustentável (ODS) propostos pela ONU. Além disso, o projeto trabalha ao mesmo tempo três pilares: o econômico, o social e o ambiental”.

Fabíola destacou ainda a importância do Código Florestal Brasileiro, reconhecido como uma das legislações mais modernas e eficazes para a preservação ambiental da atualidade, o Plano ABC (Agricultura de Baixo Carbono) e a Política Nacional de Pagamento por Serviços Ambientais como iniciativas que precisam ser reconhecidas e incentivadas não apenas no Brasil, mas em todo o mundo.

“Para que as metas propostas sejam atingidas é fundamental que tenhamos recursos financeiros, capacitação, equipamentos e assistência técnica. O Brasil ainda tem muito a avançar, mas não podemos deixar de reconhecer as iniciativas de sucesso já implantadas pelo governo e essas três são exemplos extremamente positivos e para os quais o cooperativismo contribui efetivamente”, concluiu. 

O ministro do Meio Ambiente, Joaquim Leite, destacou a força do cooperativismo na busca de soluções coletivas e que trabalham a união de forças para fazer a diferença. “É o que o Brasil e outros países estão fazendo aqui na COP 26. Nosso país é uma potência capaz de transmitir tecnologias importantes e o cooperativismo é um deles. Levar esse conceito e exemplos do que o cooperativismo vem desenvolvendo para outros países, com certeza, tornará o mundo mais forte e unido”.

Para conferir a apresentação completa da OCB na COP 26, acesse o link: https://youtu.be/owVhXaBERmY?t=298.

E, para saber mais sobre os projetos de sustentabilidade das cooperativas com resultados sólidos e positivos, bem como o posicionamento do setor sobre a importância da preservação ambiental, acesse o site da OCB dedicado ao tema em www.cooperacaoambiental.coop.br.

Fonte: Sistema OCB

COP26: Painel da OCB destaca a força do coop em defesa da sustentabilidade

COP26: Painel da OCB destaca a força do coop em defesa da sustentabilidade

A OCB apresenta nesta sexta-feira (12), durante a COP 26 em Glasgow, na Escócia, o painel Cooperativismo como ferramenta para a economia de baixo carbono. A apresentação será feita dentro do tema Brasil Verde e mostrará cases, dados e histórias que comprovam que é possível aliar produtividade e desenvolvimento com responsabilidade social, equilíbrio ambiental e viabilidade econômica.

O painel será transmitido ao vivo às 7h (horário de Brasília) no Youtube do Ministério do Meio Ambiente (MMA).

O convite para a participação da OCB foi feito pelo ministro do Meio Ambiente, Joaquim Leite, em função do importante papel que as cooperativas desempenham em prol da sustentabilidade e preservação ambiental.

Entre os cases de sucesso, um dos destaques é o da Cooperativa Agrícola Mista Camta, localizada em Tomé-Açu no Pará. Fundada em 1931 por imigrantes japoneses e colhe, atualmente, os frutos do desenvolvimento do Sistema Agroflorestal de Tomé-Açu (Safta) inspirado na vivência dos povos ribeirinhos, habitantes das margens dos rios da Amazônia, que plantavam em seus quintais árvores frutíferas e florestais, imitando a Floresta.

O local reúne um mosaico de plantações e é considerado um verdadeiro laboratório agroflorestal, gerando impactos positivos para mais de 10 mil pessoas. O sistema de produção gera redução dos gases de efeito estufa em cinco vezes e é referência no desenvolvimento, inovação e disseminação da tecnologia Safta no Brasil, Bolívia e Ghana (África).

Outro exemplo de sucesso é protagonizado pela Cooperativa de São Gabriel do Oeste (Cooasgo), uma das primeiras do país a negociar créditos de carbono com parceiros internacionais, a partir do manejo sustentável de dejetos nas granjas de suínos, garantindo também o aumento da produtividade.

A iniciativa já garantiu a redução da emissão de 194,9 milhões de m3 de gás metano; a produção de 2,45 milhões de toneladas de biofertilizantes; a geração de 27,8 milhões de KW em energia elétrica sustentável; e a comercialização de R$ 3,5 milhões em créditos de carbono.

Para saber mais sobre os projetos de sustentabilidade das cooperativas com resultados sólidos e positivos, bem como o posicionamento do setor sobre a importância da preservação ambiental, acesse o site da OCB dedicado ao tema em www.cooperacaoambiental.coop.br.

Fonte: Sistema OCB

Languiru inaugura loja Agrocenter em São Lourenço do Sul

Languiru inaugura loja Agrocenter em São Lourenço do Sul

Iniciamos as atividades no dia 17 de agosto e já estamos obtendo resultados. Ampliamos a participação de produtores rurais no quadro de associados, ampliamos o volume de captação de matéria-prima e temos realizado bons negócios. Viemos para ficar no Sul do Estado, podemos contribuir para o agronegócio da região.” A citação é do presidente da Languiru, Dirceu Bayer, na solenidade oficial de inauguração da loja Agrocenter de São Lourenço do Sul, realizada no dia 11 de novembro.

O evento integra programação da semana de aniversário da Languiru, que comemora 66 anos neste sábado, dia 13. O presidente ainda proferiu palestra à associados, parceiros e fornecedores da região. “Contamos com uma equipe qualificada, trabalhamos com grande diversidade de negócios e primamos pela agregação de valor à matéria-prima, levando ao consumidor produtos e serviços de qualidade”, frisou, falando também sobre mercados e cenários econômicos. “Se há crise, ela existe para todos. Sobrevive quem possui melhor produtividade, planejamento e estratégia.”

O vice-presidente Cesar Wilsmann referendou a intenção da Languiru em estar próxima dos seus associados. “Estamos entusiasmados e muito bem estruturados para atender a comunidade da região Sul do Estado. Temos grandes expectativas e apostamos muito nos próximos anos.”

Valor ao campo

“A instalação da Cooperativa Languiru em São Lourenço do Sul é muito importante. É um avanço e uma oportunidade de valorização dos diversificados produtos agrícolas encontrados no município. O acompanhamento técnico realizado pela Cooperativa e a venda de equipamentos e tecnologia para melhora das atividades no campo são extremamente positivos, com reflexos significativos também para a nossa economia. Dá mais segurança aos produtores rurais, que têm ao seu lado uma Cooperativa a quem entregar sua produção”, valorizou o prefeito Rudinei Härter, agradecendo pela vinda da Languiru.

Infraestrutura

A unidade é a 11ª loja Agrocenter Languiru. A área ocupada possui 4.400m², com amplo espaço de estacionamento e de manobra para caminhões. O prédio conta com 990m², dos quais 300m² de loja. Está localizado na Rua Coronel Nono Centeno, número 1184.

Oferece produtos para o campo e para a cidade, como itens de bazar, jardinagem e ferramentas, material elétrico e hidráulico, espaço pet, acessórios para ordenha, nutrição animal, forrageiras, farmácia veterinária e insumos para plantio, ferragens, fertilizantes, máquinas e implementos agrícolas, além do serviço de manutenção e pós-venda. O horário de atendimento é de segunda a sexta-feira, das 08h às 12h e das 13h30min às 18h; e aos sábados, das 08h às 12h. O local conta com 13 empregados, além de dois profissionais para assistência técnica aos associados. Mais informações pelo fone (53) 3251-3988.

Fonte: Assessoria de Comunicação da Languiru

Santa Clara recebe certificação pela utilização de energia renovável

Santa Clara recebe certificação pela utilização de energia renovável

O comprometimento com o meio ambiente é um dos princípios da Cooperativa Santa Clara. Assim, entre as ações realizadas em prol da sustentabilidade investe na utilização de energia limpa e totalmente renovável. Nesta semana, a Cooperativa recebeu a certificação da Ludfor Energia Ltda.

Em 2020, foram reduzidas 1.688,342 tCO2 totalizando 14.584,026 tCO2 nos últimos 11 anos. Os dados dos cálculos de emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) seguem as reconhecidas metodologias internacionais para essa finalidade. Os índices referentes ao período certificado representam:

  • 46.652 mudas de árvores conservadas por 20 anos;
  • 16.777 veículos leves à gasolina, percorrendo 500km;
  • 4.203 transportes rodoviários de 1 toneladas de carga por 500km e 718 toneladas de papel/papelão enviadas para aterro sanitário.

A entrega da certificação ocorreu no dia 26 de outubro ao diretor Administrativo e Financeiro da Cooperativa, Alexandre Guerra, pelo presidente da Ludfor Energia Ltda Valdir Ludwig e pela diretora Financeira Inês Ludwig. Para Guerra, “a partir da política de sustentabilidade é possível adquirir energia renovável atendendo o propósito da Cooperativa. Esta é a nossa essência que se soma a importância socioeconômica de manter mais de 2.500 famílias na produção de leite junto ao campo, além dos 2.200 colaboradores em todas as nossas operações, e assim contribuir na satisfação das pessoas de uma forma mais sustentável”.

Atualmente, Cooperativa Santa Clara utiliza energia proveniente de usinas de fontes incentivadas pelo Governo Federal seja eólica, solar, biomassa, Pequenas Centrais Hidrelétrica (PCH) e Centrais Geradoras Hidrelétricas (CGH), com o objetivo de obter uma matriz energética ambientalmente limpa e sustentável.

Fonte: Assessoria de Comunicação Santa Clara

MMA lança Floresta+ Agro

MMA lança Floresta+ Agro

Os agricultores têm, agora, mais um incentivo para a produção sustentável. Nesta quarta-feira (27), o ministro do Meio Ambiente, Joaquim Leite, assinou uma portaria que cria o Floresta+ Agro, iniciativa que estimula a remuneração ou a recompensa dos produtores rurais que protegem áreas de preservação permanente (APPs) e reservas legais. O lançamento ocorreu durante cerimônia na sede da pasta, em Brasília (DF).

A ideia é reconhecer o esforço da cadeia produtiva de bens, insumos ou serviços em manter atividades e empregos sustentáveis desde a origem do produto e, portanto, consolidar o mercado de pagamento por serviços ambientais.

Para isso, empresas ou pequenos agricultores devem comprovar a compensação por meio do aumento e da manutenção dos estoques de carbono; da regulação do clima; e da proteção e a fertilidade do solo, entre outras medidas.

Na prática, a iniciativa estimula que aquela roupa feita de algodão que é vendida na loja, por exemplo, tenha a matéria-prima oriunda de uma atividade sustentável. “Vai ser possível expandir a informação e chegar aos compradores dos produtos”, explicou o ministro.

Segundo o presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), Júlio Busato, o setor é referência mundial em sustentabilidade. “81% do algodão brasileiro possuem selo [de certificação] e estão de acordo com [os requisitos do] Código Florestal”, disse.

Busato acrescentou que o agro preserva 282,8 milhões de hectares no país. “Queremos unir esforços para mudar a imagem distorcida que o Brasil tem. Precisamos mostrar ao mundo que, em questão de preservação, nós brasileiros somos os mocinhos”, enfatizou.

A poucos dias de viajar para Glasgow, na Escócia, para participar da Cúpula do Clima, o ministro do Meio Ambiente elencou ações da agenda ambiental brasileira, como o lançamento do Programa Nacional de Crescimento Verde, na segunda-feira (25). “O Brasil é uma potência econômica e natural. Nunca, nenhum país, vai ter a agricultura que temos”, destacou. A iniciativa vai incentivar o uso de linhas de crédito para projetos verdes.

De acordo com a equipe técnica do Banco do Brasil, presente na cerimônia, a carteira de negócios sustentáveis do agro supera R$ 100 bilhões, e cresceu 17% no último plano safra. O banco representa 70% das contratações do Plano ABC (Agricultura de Baixa Emissão de Carbono), com crescimento de 50% nos investimentos para redução do desmatamento.

ADESÃO AO FLORESTA+ AGRO

A adesão dos produtores rurais ao Floresta+ Agro poderá ser feita de forma individual, coletiva, por projetos, por microrregião e por produto. O registro deverá ser realizado na Plataforma do Floresta+ e depende da inscrição no Cadastro Ambiental Rural (CAR).

Fornecedores ou compradores do agronegócio poderão conectar suas iniciativas aos produtores rurais por meio de fidelização: pontuação, premiação e outras iniciativas monetárias e não monetárias. A comprovação dos resultados de conservação e os prazos para monitoramento das áreas deverão ser estabelecidos por profissional ou empresa.

COOPERATIVISMO

Para o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, o Floresta+ Agro é uma excelente oportunidade para reconhecer o trabalho que já é feito, na prática, pelas cooperativas e seus produtores, com foco na sustentabilidade de seus negócios, sob o ponto de vista ambiental, e, também, relacionado à mudança da imagem do Brasil no exterior. “Nós sabemos que o agro brasileiro é um só, por isso, todos precisam fazer a sua parte, cuidando dos recursos naturais e reconhecendo o que já é feito, sempre pensando nas pessoas, no meio ambiente e, claro, no país”, avalia o líder cooperativista.

Fonte: Ascom MMA com acréscimo do Sistema OCB

Estudantes participam de oficina prática sobre recuperação e preservação de nascentes

Estudantes participam de oficina prática sobre recuperação e preservação de nascentes

O dia 05 de outubro foi diferenciado para os estudantes da Escola Estadual Giovana Margarita, da comunidade de Floresta, em Ijuí. Todos os alunos, da pré-escola ao nono ano do ensino fundamental, saíram de suas salas de aula para participar de uma oficina prática voltada a conhecer um trabalho de recuperação de nascentes. A ação aconteceu na propriedade de Celso e Jane Buzetto, onde há 15 anos ocorre um trabalho de reposição florestal para proteção de uma nascente, por iniciativa da família junto com a própria escola. No entanto, nesse ano, a iniciativa passou a integrar o Projeto Água Viva, desenvolvido pela Ceriluz, com o apoio da Unijuí e JS Florestal, que ampliou a área de plantio de espécies nativas e cercou o local. O projeto da Cooperativa contempla o plantio de 8 mil mudas na região que compreende a bacia que abastece as barragens das Pequenas Centrais Hidrelétricas José Barasuol e RS-155, incluindo 600 mudas na propriedade dos Buzetto.

Uma das etapas do projeto contempla a educação ambiental e foi nesse sentido que as crianças e adolescentes compareceram à nascente protegida para compreender todo o ciclo da água e a importância da proteção das Áreas de Preservação Permanentes (APPs) com vegetação nativa. A ação contou com a abertura do diretor secretário da Ceriluz, Romeu de Jesus, o depoimento dos proprietários, Celso e Jane, e as apresentações técnicas da engenheira química e mestranda em Sistemas Ambientais e Sustentabilidade pela Unijuí, Márcia Sostmeyer Jung, e do engenheiro florestal, Jorge Schirmer. Enquanto que Márcia explicou o papel das nascentes no processo de formação de rios e a preservação da vida, Jorge apresentou a importância das árvores nesse sistema, como facilitadoras no processo de absorção da água pelo solo.

“Nós acreditamos que a melhor forma de ensinar sobre os cuidados com as questões ambientais é vivenciar com os alunos atividades práticas, pois as falas muitas vezes são esquecidas, mas os exemplos, as vivências são levadas para a vida toda”, avalia a diretora da escola, Leila Jacoboski Denes. Nesse sentido, Romeu de Jesus acrescenta que o objetivo do projeto é formar pessoas mais conscientes. “Não estamos focados apenas na execução prática do plantio, mas queremos que essa experiência sirva de exemplo e que essas crianças e jovens que nos acompanharam hoje possam dar continuidade a esse trabalho, talvez o expandindo nas propriedades de suas famílias”.

Esse trabalho de educação terá continuidade, a partir da realização de seminários na escola e uma viagem de estudos percorrendo o curso do Rio Cipó, da sua nascente à foz no Rio Ijuí, encerrando na PCH José Barasuol, observando o uso dessa água, inclusive na geração de energia elétrica.

O projeto Água Viva atende a Licença Única 341/2019, emitida pela FEPAM/RS, que solicita reposição florestal para compensar o impacto gerado pelo manejo de espécies nativas na chamada Faixa de Segurança das redes de distribuição de Energia da Cooperativa, espaço de 15 metros sob as redes. Até o momento foram plantadas 6,7 mil mudas nativas, distribuídas em sete áreas diferentes, uma delas da própria Ceriluz e outras seis cedidas por famílias residentes na região, onde também estão sendo realizadas acoleta e a análise de águas superficiais de nascentes em áreas de APPs. Além da família Buzetto, cederam espaços para plantio as famílias Busanello, Ledermann e Jacoboski.

Fonte: Assessoria de Comunicação Ceriluz

Cooperativa Vinícola Garibaldi produz quarto lote de bebidas biodinâmicas

Cooperativa Vinícola Garibaldi produz quarto lote de bebidas biodinâmicas

É crescente - e justificável - a busca por produtos que respeitem o equilíbrio entre ser humano, natureza e universo, com processo de elaboração o mais natural possível. Afinal, é cada vez mais consistente a relação entre esse tipo de item com os conceitos de bem-estar e qualidade de vida.

Adepta e praticante do propósito de agregar harmonia ao dia a dia, a Cooperativa Vinícola Garibaldi tem apostado em bebidas biodinâmicas - criações diferenciadas que atendem ao pensamento sustentável e têm como resultado qualidade, sabor e saúde. Desde 2018, a coop disponibiliza no mercado espumantes e sucos com esse método de processo - os produtos da linha Astral, primeiros espumantes e sucos biodinâmicos no País certificados por uma auditoria (no Brasil, pela empresa IBD Certificações e pela ABD - Associação Biodinâmica) e detentores do selo Demeter, gerido pela Associação Demeter Internacional - modelo de cooperação mundial baseado em responsabilidade, transparência e autonomia regional.

Essa série rica em significados - e diferenciais - aguarda a maturação do quarto lote da produção. As garrafas de espumantes estão em fase de maturação (quando a bebida é engarrafada e aguarda naturalmente o fim do processo). Serão 2.600 unidades, numeradas, que estarão à disposição do consumidor a partir do início de 2022. Quem não quiser esperar até lá pode adquirir rótulos do terceiro lote da linha Astral de espumantes, ainda disponíveis no Complexo Enoturístico Garibaldi (Avenida Independência, 845, em Garibaldi/RS), ou em lojas online parceiras, indicadas no site da vinícola.

Há, também, garrafas de suco de uva biodinâmicos para quem deseja agregar esse alimento cheio de benefícios para o organismo na dieta. O espumante Astral Brut Champenoise é comercializado a partir de R$ 79,00 a unidade, e o suco de uva Astral a partir de R$ 14,00.

O que são os biodinâmicos

O diferencial dos biodinâmicos nasce já no material escolhido. As bebidas não vêm de sementes tratadas, mas sim de plantas medicinais, esterco (não de origem agroindustrial) e outros produtos para adubar o solo, sempre observando fatores astronômicos como as fases da lua para o manejo dos cultivos, com menor dependência de insumos externos. O resultado é um fortalecimento das plantas junto às forças da natureza e, por consequência, bebidas mais intensas e saborosas. No caso da Cooperativa Vinícola Garibaldi, a técnica é aplicada às uvas, oferecendo no mercado uma série de produtos únicos já com três anos de produção disponibilizados ao cliente.

Fonte: Assessoria de Comunicação da Cooperativa Vinícola Garibaldi

Crédito das fotos: Augusto Tomasi

Coopermil realiza campanha de recolhimento de óleo de cozinha utilizado

Coopermil realiza campanha de recolhimento de óleo de cozinha utilizado

Em alusão ao Dia Internacional do Cooperativismo, comemorado no primeiro sábado do mês de julho de cada ano, a Coopermil, lançou na última sexta-feira, 02/07, a campanha de recolhimento de “óleo de cozinha usado” como parte do Programa de Sustentabilidade e Incentivo a Reciclagem de Óleo de Cozinha Usado, com o tema “Óleo Reciclado Meio Ambiente Preservado”.

A campanha desenvolvida pela Coopermil em parceria com a empresa Reco Óleo de Horizontina, busca reforçar as ações desenvolvidas pela Cooperativa na preservação do meio ambiente, e que vem desenvolvendo através de diversas atividades sociais ao longo de sua história de 66 anos.

O recolhimento do óleo entregue pelos clientes acontecerá junto a Rede de Supermercados São Luiz, onde foram instalados recipientes específicos para tanto, bastando ao cliente realizar a entrega do óleo utilizado em embalagens pet devidamente lacradas. Como forma de incentivar e valorizar a participação da comunidade, para cada litro de óleo que o cliente entregar na cooperativa, ele receberá gratuitamente uma barra de sabão ecológico artesanal produzido a partir do óleo entregue para a empresa parceira.

A Campanha “Óleo Reciclado Meio Ambiente Preservado” estará sendo realizada pela Coopermil de forma continua, comemorando o Dia Internacional do Cooperativismo, mas também buscando a conscientização da comunidade regional todos os dias.

Mais informações podem ser obtidas junto às lojas da Rede Super São Luiz ou nas unidades da Coopermil.

Fonte: Assessoria de Comunicação Coopermil

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