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Sicredi lança curso para qualificar mulheres empreendedoras

Sicredi lança curso para qualificar mulheres empreendedoras

No mês da mulher, o Sicredi lançou o Curso Mulher Empreendedora, online e totalmente gratuito na plataforma Sicredi na Comunidade. A qualificação é indicada para mulheres associadas e não-associadas à instituição financeira cooperativa que buscam aprimorar as habilidades e competências relativas ao tema e auxilia na criação e expansão de seus negócios. Para participar do curso, basta acessar  [./#NOP]www.sicredi.com.br/nacomunidade.

Com atuação em 33 municípios do Vale do Paranhana, Litoral e Vale do Sinos, a Sicredi Caminho das Águas conta com mais de 27 mil associadas, o que representa aproximadamente 35% do total de cooperados. A empresária Claudia Silvanna Timenn Korpalski, 49, conta que a ampliação do espaço físico da Escola de Educação Infantil Brincar e Ser Feliz, que administra há 12 anos em Rolante, só foi possível graças à parceria com a cooperativa, por meio de um empréstimo imobiliário. “Passamos por um período muito complicado economicamente que foi a pandemia. Em dois anos, ficamos nove meses sem poder trabalhar, sem faturar, com os funcionários para pagar e todas as contas para manter a empresa aberta. Depois disso, qualquer obstáculo é brincadeira. É preciso muito planejamento e dedicação”, conta a pedagoga, ao falar dos principais desafios da mulher empreendedora. Os planos da administradora para o futuro da empresa incluem quitar o financiamento e fazer uma reserva financeira. Cláudia é associada PF da Sicredi Caminho das Águas desde 1986.

Incentivo ao empreendedorismo feminino
A fim de ajudar a desenvolver o empreendedorismo feminino, o Sicredi, com mais de 6,5 milhões de associados e atuação em todas as regiões do Brasil, tem realizado captações no mercado nacional e internacional para fomentar o crédito. A carteira de crédito para empresas lideradas por mulheres (mais de 50% do capital social) fechou 2022 em R$ 7,7 bilhões em mais de 228 mil operações.

“O acesso a crédito com taxas justas é essencial para o desenvolvimento de todos os negócios, principalmente os pequenos, que são nosso foco principal. Temos tido uma atenção especial em direcionar recursos para o público feminino, pois sabemos dos desafios que as mulheres, muitas vezes, encontram para empreender”, comenta o diretor executivo de Crédito do Sicredi, Gustavo Freitas. “Acreditamos na força da diversidade e inclusão, e temos orgulho em ajudar milhares de mulheres em suas jornadas profissionais, o que beneficia toda uma cadeia a partir da geração de empregos e pagamento de fornecedores”, complementa. 

Somente em 2022, a instituição realizou mais de 134 mil operações, concedendo R$ 4,6 bilhões em crédito para mulheres empreendedoras.

Sobre a Sicredi Caminho das Águas
Constituída em 1923, a Sicredi Caminho das Águas oferece um portfólio completo para liberar o potencial das pessoas e dos negócios. Com mais de 300 soluções financeiras, a cooperativa reúne mais de 77 mil associados em 33 municípios no Vale do Paranhana, Vale do Sinos e Litoral do Rio Grande do Sul. Sua área de abrangência contempla os municípios de Araricá, Arroio do Sal, Balneário Pinhal, Campo Bom, Capão da Canoa, Capivari do Sul, Caraá, Cidreira, Dom Pedro de Alcântara, Igrejinha, Imbé, Itati, Mampituba, Maquiné, Morrinhos do Sul, Mostardas, Nova Hartz, Osório, Palmares do Sul, Parobé, Riozinho, Rolante, Santo Antônio da Patrulha, Sapiranga, Taquara, Tavares, Terra de Areia, Torres, Tramandaí, Três Cachoeiras, Três Coroas, Três Forquilhas e  Xangri-lá. Com sede em Rolante/RS, a Sicredi Caminho das Águas é integrante do Sistema Sicredi, composto por 108 cooperativas distribuídas pelo Brasil.

Fonte: Assessoria de Imprensa da Sicredi Caminho das Águas

Cooperativismo é atribuição de nova Secretaria do Ministério da Agricultura e Pecuária

Cooperativismo é atribuição de nova Secretaria do Ministério da Agricultura e Pecuária

No início do ano, o Ministério da Agricultura e Pecuária foi reestruturado. Na nova disposição, que começou a vigorar nesta terça-feira (24), a antiga Secretaria de Inovação, Desenvolvimento Sustentável e Irrigação (SDI) passou a agregar também o Cooperativismo. Com o decreto publicado em 1º de janeiro de 2023, a Secretaria continuará encarregada de temas importantes como Sustentabilidade, Inovação, Camada de Competitividade, Cooperativismo e Bioeconomia Agrícola.

“A SDI é focada na sustentabilidade, na inovação, competitividade, na agregação de valor às cadeias produtivas, mas com o foco no território com suas peculiaridades e autonomia. Esta Secretaria guarda a responsabilidade de modernizar e harmonizar o nosso sistema de produção, em relação à qualidade de vida da população brasileira e do mundo”, afirma Renata Bueno Miranda, a primeira mulher a assumir o comando da Secretaria. De acordo com o decreto, a Secretaria será responsável por formular políticas públicas para a inovação e o desenvolvimento rural, fundamentadas em práticas agropecuárias inovadoras e sustentáveis, com o objetivo de promover a sua integração com outras políticas públicas.

A partir dessas políticas se buscará a melhoria do ambiente brasileiro de inovação para a agricultura, pecuária e florestas plantadas; a modernização e inovação na agropecuária, incluídos programas de conectividade, de ecossistema digital, de bioeconomia e de novas tecnologias; competitividade e sustentabilidade das cadeias produtivas agrícolas, pecuárias e de florestas plantadas; cooperativismo e associativismo rural. A estrutura estará dividida em seis departamentos: a SDI contará com o Departamento de Apoio à Inovação para a Agropecuária; o Departamento de Desenvolvimento das Cadeias Produtivas e Indicações Geográficas; o Departamento de Produção Sustentável e Irrigação; Departamento de Reflorestamento e Recuperação de Áreas Degradadas; a Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac); e o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Foco na produção sustentável e agregação de valor

A Secretaria continuará buscando o aumento da produção sustentável da agricultura, a partir da implementação de planos, programas, ações e atividades. A recuperação de áreas degradadas também permanecerá sendo um dos principais objetivos da pasta. Além disso, cabe à SDI promover o desenvolvimento e a disseminação de tecnologias sustentáveis e boas práticas que visem à adaptação e à mitigação dos impactos causados por mudanças climáticas na agropecuária.

Segundo a secretária Renata, a modernização e harmonização fazem parte da transformação de um sistema produtivo mais sustentável, capaz de responder com altíssima eficiência, baixo impacto ambiental, alta competitividade e grandes frutos a colher em ativos ambientais. “Nós temos competência para isso. Cada vez mais vamos trabalhar com ciência, junto com a Embrapa e toda rede de pesquisa”, avalia Miranda.  

Em se tratando do Cooperativismo, o foco da SDI está na agregação de valor aos produtos dos pequenos, médios e grandes produtores. Há a preocupação da área em valorizar os produtos das cooperativas brasileiras de forma tangível, aumentando a agregação de valor na cadeia de valor. Ou seja, além do produto ser primário (milho em grão, por exemplo), será também secundário e terciário (derivados). É também intangível, que são produtos com processos de baixa emissão carbono, ou de regiões tradicionais que têm Indicação Geográfica (IG).

“O Ministério da Agricultura, junto com o MDA, vai trabalhar o Cooperativismo e o Associativismo para agregar valor ao produto. Todos de mãos dadas em prol do produtor”, disse a secretária.

Para acessar a matéria na íntegra, acesse o site do Ministério da Agricultura e Pecuária.

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária (adaptado).

Sicredi neutraliza emissões de carbono relativas a 2021 e 2022

Sicredi neutraliza emissões de carbono relativas a 2021 e 2022

O Sicredi – instituição financeira cooperativa com mais de 6 milhões de associados e atuação em todas as regiões do Brasil – avança em sua estratégia de Gestão de Emissões e Mudanças Climáticas. Por meio do apoio a seis projetos de créditos de carbono localizados em diferentes regiões do Brasil, neutralizou mais de 45 mil toneladas de carbono, relativas às emissões calculadas em seu Inventário de Emissões de 2021 e projetadas para todo o ano de 2022.

Integrante do Pacto Global da Organização das Nações Unidas (ONU), o Sicredi utilizou como critério de escolha projetos auditados, certificados e com rígido padrão de qualidade, que resultem em impacto positivo nos âmbitos social, ambiental e econômico, em linha com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU.

“Ter uma operação ecoeficiente é essencial para a nossa Estratégia de Sustentabilidade. Por isso, em 2022 aprovamos a criação do Programa de Ecoeficiência do Sicredi, que vem para direcionar o tema dentro de nossa estratégia. O programa se subdivide nas frentes de Operação Ecoeficiente e Gestão de Emissões e Mudanças Climáticas, que têm como objetivos ampliar a nossa contribuição com uma agenda positiva de ação contra a mudança global do clima e com o desenvolvimento das regiões onde estamos presentes", contextualiza Romeo Balzan, superintendente da Fundação Sicredi.

Além da neutralização anual das emissões calculadas no Inventário, o Sicredi vem evoluindo em iniciativas próprias de ecoeficiência para reduzir seu impacto. Só em 2021 a autogeração de energia solar evitou a emissão de 580 toneladas de carbono na atmosfera, e a intenção da instituição é ampliar cada vez mais essas iniciativas. Também há investimento em construções ecoeficientes como agências e sedes construídas a partir de critérios de sustentabilidade que contemplam por exemplo, reaproveitamento de água da chuva, baixíssimo desperdício de materiais, aproveitamento da iluminação natural, eficiência energética e autogeração de energia solar fotovoltaica.

Recentemente, o Centro Administrativo Sicredi (CAS), localizado em Porto Alegre, recebeu a recertificação LEED (categoria operação e manutenção de prédios já existentes) com a pontuação mais alta do Brasil. A LEED – Leadership in Energy and Environmental Design (Liderança em Energia e Design Ambiental em tradução livre) é uma certificação internacional para construções sustentáveis.

A medição das emissões da instituição é realizada a partir do Inventário de Emissões de Gases de Efeito Estufa Sistêmico, que contempla dados de todas as cooperativas e CAS. O inventário abrange três escopos de categorias de emissões: o escopo 1 refere-se às emissões diretas, como por exemplo as provenientes dos gases de sistemas de ar-condicionado utilizados em suas estruturas; o escopo 2 diz respeito às emissões relacionadas à compra de energia elétrica; e o escopo 3 é relativo às emissões indiretas, mas que são necessárias à operação, como as viagens a negócios e o transporte de numerários.

“Para as instituições financeiras, o escopo 3 ainda precisa ter um importante olhar sobre as emissões das atividades financiadas. Como cooperativa de crédito, sabemos da necessidade de evoluirmos na mensuração das emissões de nossa atividade financiada e já iniciamos esse trabalho. Entendemos que essa evolução nos trará mais insumos para auxiliar nossos associados e a sociedade na transição para uma economia de baixo carbono”, finaliza Balzan.

Conheça os projetos apoiados pelo Sicredi:

Projeto Buenos Aires

Situado no munícipio de Buenos Aires, em Pernambuco, o projeto Buenos Aires utiliza biomassa renovável em uma fábrica de cerâmicas, em substituição à lenha nativa da Caatinga anteriormente usada como combustível. Ao investir em equipamentos que possibilitam a alimentação dos fornos com biomassa renovável, como glicerina, algaroba e lenha de plano de manejo, a fábrica reduziu emissões de gases de efeito estufa e passou a gerar créditos de carbono. Com isso, a comunidade local também é favorecida pelo projeto, que gera investimentos em educação, cultura e lazer para a comunidade local, além de ajudar a proteger o bioma Caatinga.

Projeto Reunidas

Oriundo de Cristalândia, no Tocantins, o projeto Reunidas realiza a substituição da lenha nativa do Cerrado, anteriormente utilizada como combustível, por biomassas renováveis (como a casca de arroz) em uma fábrica de cerâmicas. Assim, além de ajudar a proteger o bioma Cerrado, o projeto possibilita o investimento em melhorias nas condições de trabalho e geração de benefícios para a comunidade local, a partir da renda extra proveniente da venda dos créditos de carbono.

Projeto Unitor REDD+

O projeto Unitor REDD+ atua na preservação de uma área de mais de 99.000 hectares de floresta Amazônica. Localizado no estado do Amazonas, o projeto contribui para desenvolvimento de aspectos sociais, econômicos e ambientais, investindo em capacitação das comunidades locais, como formação técnica comunitária de gestão florestal sustentável e desenvolvimento de alternativas de renda para as comunidades extrativistas. O projeto trabalha ainda o cuidado com a biodiversidade, uma vez que a conservação dessa área colabora com a proteção de cerca de 302 espécies de anfíbios, répteis, aves e mamíferos terrestres identificadas na região, incluindo algumas ameaçadas de extinção.

O que significa REDD+?

Redução de Emissões provenientes de Desmatamento e Degradação Florestal (REDD) somado à conservação e aumento dos estoques de carbono florestal e o manejo sustentável das florestas (+).

Projeto Compostagem Santa Catarina

O projeto Compostagem Santa Catarina é um programa de sustentabilidade junto a 13 granjas de confinamento de suínos, em várias localidades de Santa Catarina. O projeto visa melhorar os sistemas de manejo de dejetos animais, reduzir as emissões de gases de efeito estufa e melhorar as condições de vida da população do entorno. A iniciativa proporciona a diversificação de renda para os produtores locais, a proteção de recursos hídricos e do solo e novos mercados para compostos orgânicos.

Projeto BT Geradora

O BT Geradora é um projeto de geração de energia renovável por meio da construção de pequenas centrais hidrelétricas (PCHs) localizadas na região de Erval Seco, no Rio Grande do Sul. O principal objetivo do Projeto é ajudar a atender à demanda crescente de energia do Brasil e melhorar a oferta de eletricidade, contribuindo com a disponibilização de fontes de energia renováveis. O projeto entrega benefícios ambientais, sociais e econômicos através do aumento da participação das energias renováveis no consumo total de eletricidade no Brasil.

Projeto Pequena Central Hidrelétrica Itaguaçu

O projeto PCH Itaguaçu consiste em uma Pequena Central Hidrelétrica para geração de energia elétrica renovável, contribuindo com o desenvolvimento e qualidade de vida entre os municípios de Pitanga e Boa Ventura de São Roque, no Paraná. O objetivo do projeto é fornecer energia renovável para o Sistema Interligado Nacional, evitando a utilização de combustíveis fósseis. Pequenas hidrelétricas como essa, fornecem energia de maneira distribuída localmente e apresentam impacto ambiental reduzido quando comparadas a hidrelétricas de grande porte. O projeto proporciona a redução de 14.818 toneladas de carbono ao ano.

Saiba mais sobre a Estratégia de Gestão de Emissões de Carbono e Mudanças Climáticas em: www.sicredi.com.br

Fonte: Assessoria de Comunicação da Sicredi

Cooperativa Vinícola Garibaldi valoriza mulheres associadas em encontro temático

Cooperativa Vinícola Garibaldi valoriza mulheres associadas em encontro temático

Parte fundamental da filosofia cooperativista, o compromisso com a valorização do associado ganhou mais uma importante demonstração com a realização da 9ª edição do ‘Garibaldi Mulher’, encontro temático destinado ao público feminino para momentos de integração e atualização de informações acerca da Cooperativa Vinícola Garibaldi. A programação reuniu cerca de 180 convidadas ao longo do dia 24 de novembro, com atividades na Associação dos Motoristas de Garibaldi e, também, no novo Complexo Enoturístico da vinícola.

O compartilhamento dos bons resultados alcançados pela Cooperativa Vinícola Garibaldi, especialmente no decorrer de 2022, abriu a agenda de trabalho. Apresentados pelo presidente Oscar Ló, os números positivos destacaram o crescimento sólido e cadenciado que o negócio tem conquistado. “Estamos evoluindo de forma permanente, com avanços ano após ano, nos tornando cada mais eficientes, produtivos e rentáveis”, disse. Nos últimos cinco anos, a Cooperativa Vinícola Garibaldi praticamente dobrou seu volume de produção e faturamento. A meta é seguir por esse caminho. “Se quisermos continuar crescendo, precisamos seguir investindo, e é isso que estamos fazendo. Somente em 2022, aplicamos R$ 15 milhões na Cooperativa – sendo R$ 9 milhões em tecnologia e equipamentos e outros R$ 6 milhões em turismo”, explicou o presidente.

Esse filão está entre os nichos mais promissores para os negócios, na avaliação do presidente. O Complexo Enoturístico está passando por um vigoroso processo de requalificação – cujos resultados já podem ser previamente conferidos pelo público antes mesmo da reinauguração oficial, prevista para janeiro do ano que vem – que deve render importantes avanços. “Devemos fechar esse ano com a previsão de 65 mil visitantes recebidos em nosso espaço, o que deverá gerar cerca de R$ 6,5 milhões em faturamento com o enoturismo, e já projetando algo em torno de R$ 8 ou 9 milhões para 2023”, estima Ló.

Propósito e sustentabilidade

O crescimento da Cooperativa Vinícola Garibaldi caminha na cadência dos propósitos do cooperativismo, apresentados pela gerente de controladoria, Elizabeth Rossi. “Esses números e conquistas são fruto do trabalho e do envolvimento de cada um dos mais de 450 associados e 217 colaboradores e estão alicerçados em um tripé de sustentabilidade. O primeiro pilar é o econômico, que nos desafia a pensar no futuro e agir, hoje, para edificar os próximos 90 anos da vinícola. Outro é o da sustentabilidade ambiental, que nos exige o compromisso de deixamos um mundo melhor para as gerações que estão por vir. O último é o aspecto social, e está ligado à responsabilidade que temos por todas as pessoas envolvidas no negócio da Cooperativa Vinícola Garibaldi, inclusive na nossa comunidade”, disse.

Com dinâmicas interativas, Elizabeth engajou o público em reflexões acerca da importância do cooperativismo e também o papel de cada uma das associadas nesse movimento. A programação teve, ainda, palestra com Helena Brochado, tratando de temas como sororidade, valorização feminina, bem-estar individual e reflexões acerca do papel da mulher na sociedade.

Fonte: Assessoria de Comunicação da Vinícola Garibaldi

Coop brasileiro está alinhado aos objetivos globais de sustentabilidade

Coop brasileiro está alinhado aos objetivos globais de sustentabilidade

Criação de fundo de redução de perdas e danos para países menos abastados, mercado de carbono e metano, segurança alimentar, recuperação de áreas degradadas e proteção da biodiversidade foram temas evidenciados na 27ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, a COP27, realizada no Egito, entre os dias 6 e 20 de novembro, e que reuniu cerca de 200 países.

O cooperativismo brasileiro vem atuando de forma propositiva e significativa para o alcance das metas globais. Na conferência, um painel foi reservado para que as coops falassem sobre a importância das cooperativas para o agro sustentável. As cooperativas CCPR (MG), Coopercitrus (SP), Cocamar (PR) e Coplana (SP) apresentaram suas ações em defesa de um ambiente produtivo mais sustentável.

O coop brasileiro, em cumprimento da Agenda 30, como os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) pode reverberar suas boas práticas para todo o mundo. O Brasil integrou, ainda, painéis sobre agro sustentável, economia de baixo carbono, mobilidade e futuro verde.

Para saber mais sobre os compromissos assumidos pelas nações durante a COP 27, acesse aqui.

Fonte: Sistema OCB

BC define como instituições devem registrar créditos de carbono

BC define como instituições devem registrar créditos de carbono

A partir de 1º de janeiro, as instituições financeiras deverão padronizar a forma como registram os créditos de carbono e os demais ativos de sustentabilidade. O Banco Central (BC) editou hoje (21) a instrução normativa para regulamentar a contabilidade de instrumentos financeiros ligados a mecanismos de sustentabilidade climática e socioambiental.

Em nota, o BC informou que a medida contribuirá para o crescimento dessas operações ao definir os critérios como esses ativos são reconhecidos e classificados nos balanços das instituições financeiras. Segundo o órgão, a regulamentação também aumentará a transparência no setor.

"A medida tem como objetivo dar maior transparência à utilização desses ativos pelas instituições financeiras, assim como dirimir eventuais incertezas e padronizar o seu registro contábil, de modo que o BC possa monitorar os ativos de sustentabilidade mantidos por essas instituições em suas carteiras de investimento, acompanhar a evolução do mercado e, quando necessário, adotar medidas de forma tempestiva", disse o BC em nota.

Entre os ativos de sustentabilidade estão os créditos de carbono e de descarbonização, instrumentos usados quando um emissor de gás carbônico quer financiar projetos. A regulamentação estabelece que esses ativos serão classificados dependendo da forma como serão administrados pela instituição financeira.

Registro

Se for comprado para venda futura e para a geração de lucros com base nas variações dos preços de mercado, o ativo de sustentabilidade registrado pelo valor justo (valor no momento do balanço), com os ganhos e as perdas incluídos no cálculo dos lucros ou dos prejuízos trimestrais. Caso a instituição compre o ativo para usar nas próprias atividades, ele será medido pelo menor valor entre o custo de compra e o valor justo, prevalecendo o menor montante.

As duas formas de registro estão previstas em resoluções do Conselho Monetário Nacional (CMN) editadas no ano passado. Caso não sigam o modelo, as instituições financeiras que fazem o registro de outra forma deverão atualizar os valores. Se estiverem listados em outras rubricas contábeis, os ativos deverão ser reclassificados a partir de janeiro.

A instrução normativa também regulamenta o registro de eventuais obrigações, legais ou não, assumidas pelas instituições financeiras ao comprarem ou venderem ativos de sustentabilidade. Os compromissos deverão ser registrados nos títulos contábeis destinados à provisão para contingências (reserva para imprevistos). Segundo o BC, todos os critérios estão alinhados com as melhores práticas internacionais de contabilidade.

Fonte: Assessoria de Comunicação - Agência Brasil

Prorrogado prazo para preenchimento da Pesquisa da ACI sobre Identidade Cooperativa

Mais de 1.200 cooperados em todo o mundo responderam à Pesquisa de Identidade Cooperativa, que permanece disponível até 31 de outubro. Trata-se de um grande levantamento mundial sobre a diversidade e as convergências no entendimento do que é cooperativismo em todo o planeta. A pesquisa, que pode ser respondida em no máximo dez minutos, já está disponível em português e outros dez idiomas: árabechinêsinglêsfrancêsgregoitalianojaponêscoreanonepalês e espanhol.

Os cooperados são incentivados a continuar compartilhando a pesquisa, enfatizando a oportunidade de respondê-la em qualquer um dos 11 idiomas listados acima. Aqueles que desejam aumentar a conscientização sobre a iniciativa podem fazê-lo usando o  kit de ferramentas de mídia criado pela Aliança Cooperativa Internacional (ACI).

“A pesquisa é um passo importante em nosso exame para saber se a identidade cooperativa – nossos princípios e valores, nossa diferença cooperativa – está bem definida e compreendida. Você e seus membros responderam? Queremos ouvir sua voz!”, disse a presidente do Grupo Consultivo de Identidade Cooperativa da ACI, Alexandra Wilson.

Responda aqui a pesquisa!

Fonte: Aliança Cooperativa Internacional

Sicredi lança seguro para equipamentos de energia solar

Sicredi lança seguro para equipamentos de energia solar

Sicredi, instituição financeira cooperativa com mais de 6 milhões de associados e presença em todos os Estados brasileiros e no Distrito Federal, lança um seguro para equipamentos de energia solar (placas fotovoltaicas e componentes). Denominado "Equipamento Energia Solar", o produto é oferecido em parceria com a Liberty Seguros e cobre danos materiais decorrentes de causa externa, além de roubos ou furtos qualificados.

O seguro está disponível para associados que adquirem crédito ou não para investir em equipamentos de energia sustentável no Sicredi. O produto tem cobertura em todo o Brasil com contratos de no mínimo 12 meses.

Os serviços incluem contratação e emissão da apólice na hora para projetos de até R$ 700 mil, cobertura para o valor total do projeto, incluindo mão-de-obra, amparo para quaisquer danos de causa externa como incêndio, queda de raio, explosão, granizo, roubo e furto qualificado e cobertura para danos elétricos.

Com a alta demanda e projeções de que o Brasil atingirá quase 25 gigawatts de capacidade instalada em energia solar no final de 2022, buscamos proporcionar aos associados proteção contra possíveis danos que possam ocorrer a seus equipamentos. Por esse motivo, procuramos por uma solução no mercado que trouxesse proteção, tranquilidade e confiança tanto para os associados, quanto para as agências que comercializam o seguro. Quem investe em energia solar colabora com o planeta, mas principalmente investe em sustentabilidade -, afirma o superintendente de Seguros, Consórcios e Previdência do Sicredi, Sávio Susin.

O seguro para equipamentos de energia solar faz parte do portfólio variado de ofertas do Sicredi que abrangem proteção para automóveis, residências, patrimonial, rural, acidentes pessoais e de vida, por meio de parcerias com as principais corretoras de seguro do Brasil.

Consórcio para energia solar

Além do seguro, o Sicredi possui modelos de financiamento a projetos de energia solar, por meio do Consórcio Sustentável. A modalidade é um sistema de compra cooperativada para energia solar e outros equipamentos ecoeficientes, em que o associado contribui mensalmente por meio de autofinanciamento, como uma poupança programada, e pode adquirir os equipamentos a partir de sorteios ou lances fixos e livres.

Crescimento de 30% no financiamento em energia solar

Sicredi tem fomentado fortemente projetos em energia solar no Brasil. No primeiro semestre de 2022, a instituição concedeu mais de R$ 1,6 bilhão em financiamentos disponibilizados para a finalidade, o que representa um aumento de 30% em relação ao mesmo período do ano passado. Do total concedido, 53,9% foram a empresas, 26,2% a pessoas físicas e 19,9% ao agronegócio. Já a carteira de crédito para compra e instalação de equipamentos fotovoltaicos no mesmo período atingiu a marca de mais de R$ 5,2 bilhões, representando um aumento de 65% no saldo em relação a 2021.

Fonte: Assessoria de Comunicação da Sicredi

Unicred apresenta programa remunerado para a formação de profissionais em TI

Unicred apresenta programa remunerado para a formação de profissionais em TI

O mercado de Tecnologia da Informação (TI) é um dos mais aquecidos no mundo e cresce cada vez mais. Ainda assim, em 2021, o Brasil ofereceu 159 mil vagas para o setor e formou apenas 53 mil profissionais, segundo um levantamento da Brasscom. Consciente de seu papel no desenvolvimento de novos talentos, a Unicred acaba de lançar o programa Go <Tech>, que visa estimular a formação e colocação no mercado de trabalho de novos profissionais em TI de forma remunerada e com a possibilidade de efetivação.

O programa Go <Tech> será desenvolvido com especialistas da área em uma parceria da Unicred com a Zallpy Digital ao longo de 12 meses, com aprendizado teórico e prático no segmento de desenvolvimento mobile (iOS e Android) e evolução de função, a partir do seguinte cronograma: Estágio e Capacitação: três meses; Estágio e Onboarding em Produtos: três meses; DEV (desenvolvedor) Trainee: seis meses.

As inscrições para a primeira turma do programa Go <Tech> estão abertas até o dia 13 de outubro, voltadas para estudantes que cursam ensino superior na área de tecnologia e possuem noções básicas de lógica de programação. Também é necessário ter disponibilidade nos turnos de manhã e tarde, além de, nesta primeira edição, residir em Porto Alegre ou região metropolitana. Serão 14 vagas, sendo sete contratações diretas via Unicred do Brasil e sete via Zallpy Digital no modelo outsourcing.

Para o Diretor de Produtos e Tecnologia da Unicred do Brasil, Luis Augusto Soares Schuler, o Go <Tech> oferece uma oportunidade singular para a integração entre estudantes e o mercado de trabalho: “O programa Go <Tech> oferece vantagens tanto para os novos talentos, que buscam por aperfeiçoamento e pela oportunidade de inserção no mercado de trabalho, quanto para nós, da Unicred e Zallpy, em apoiar o desenvolvimento de novos profissionais – que podem inclusive trabalhar conosco no futuro. Além disso, será possível ao participante do programa se conectar a um ecossistema cooperativo de referência nacional, com mais de 250 mil cooperados”, declara.

Promovendo continuamente uma cultura voltada para inclusão da diversidade, a Unicred reitera que todas as pessoas candidatas qualificadas serão consideradas para a vaga, sem distinção de etnia, religião, orientação sexual, identidade de gênero, idade, nacionalidade ou deficiência. Para saber mais sobre o programa Go <Tech> e participar da iniciativa é possível acessar o site gotechunicred.gupy.io.

Fonte: Assessoria de Comunicação da Unicred

Cooperativas são agentes de inclusão do produtor no mercado de carbono

Cooperativas são agentes de inclusão do produtor no mercado de carbono

As cooperativas devem ser os agentes de inclusão dos produtores rurais gaúchos no mercado de créditos de carbono, um segmento com potencial de geração de US$ 100 bilhões ao ano, sendo US$ 75 bilhões em atividades ligadas ao uso da terra. Com regulamentação ainda em curso no Brasil, a comercialização dos créditos de carbono é uma fonte promissora de renda, ainda praticamente inexplorada pelo agronegócio. “O Brasil tem um potencial incrível e, particularmente, as cooperativas têm como ajudar os produtores a acelerarem a transição para uma agricultura de baixo carbono por meio da assistência técnica”, citou o CEO da My Carbon, Eduardo Bastos, nessa quinta-feira (15/9), durante o segundo dia da 2ª Jornada RTC, em Gramado (RS). O executivo está envolvido em projetos pioneiros de produção de carbono neutro da companhia, que integra o grupo Minerva Foods. Ele indica que o Brasil tem potencial para ser o maior trading de carbono do planeta e é preciso ajudar os setores que trabalham com o uso da terra a fazer a transição. “O mercado de carbono já deu certo e está rodando, só a gente é que não está lá”, frisou.

Segundo o presidente da CCGL, Caio Vianna, é preciso intensificar a produção vegetal em busca tanto da sustentabilidade ambiental quanto de soluções econômicas para o campo. E as cooperativas, disse ele, são o caminho para alcançar esse propósito por meio de empresas de gestão aberta e democrática. “As plantas são máquinas naturais para captar o CO2, e projetos como a RTC são a reposta para acessar esses mercados. Nós somos os responsáveis pelas transformações e seremos os responsáveis por fazer a coisa acontecer”. A RTC desenvolve o projeto Operação 365 lastreado exatamente em uma produção sustentável baseada na cobertura do solo durante todos os dias do ano.

A venda de créditos de carbono no Brasil ocorre apenas no chamado mercado voluntário, uma vez que não há regulamentação formalizada. A expectativa é que ela chegue entre 3 e 5 anos. Atualmente, o País dispõe apenas de decreto, publicado em maio deste ano, que traz linhas gerais e parâmetros. O processo consiste em compensar as emissões de gases do efeito estufa (metano, óxido nitroso e gás carbônico) do processo produtivo ou monetizar seus excedentes comercializando-os a outros setores da economia. “O Brasil precisa acelerar esse processo. É uma agenda incrível a destravar”, afirma o CEO da My Carbon, Eduardo Bastos. Uma das ideias propostas por ele foi valer-se do atributo de gerador de créditos como atrativos para negociações com países importadores de grãos como a China, onde esse mercado está mais avançado.

Bastos ainda citou que a questão ambiental deixou há tempo de ser uma preocupação de alguns nichos da sociedade. Em 2021, citou ele, lideranças do capitalismo mundial reuniram-se no Fórum Econômico Mundial e indicaram que quatro de cinco das suas principais preocupações da atualidade estão ligadas à temática ambiental: risco de questões de clima extremo, falha no combate às mudanças climáticas, destruição ambiental e perda de biodiversidade.

“Desenvolvimento não se sustenta sem a questão ambiental. Contem as boas histórias que vocês têm porque, se não contarem, alguém vai contar ela por vocês. E deve contar errado”, recomendou o painelista incitando a plateia a falar mais sobre as boas práticas de suas propriedades.

Fonte: Jardine Agência de Comunicação

Crédito da foto: Carolina Jardine

Cooperativas têm até 23 de setembro para preencherem planejamento do Aprendiz Cooperativo para 2023

Abrir as portas do mercado de trabalho para jovens em um dos segmentos que mais crescem no Brasil: o cooperativismo. Essa é a proposta do Programa Aprendiz Cooperativo, desenvolvido pelo Sescoop/RS. E para organizar o fluxo de trabalho e projetar o orçamento de 2023, as cooperativas têm o prazo até 23 de setembro para preencherem o formulário com o planejamento para o ano que vem. O objetivo é mapear as necessidades das cooperativas para 2023 e quantificar o número de aprendizes cooperativos que serão demandados no próximo ano, por trimestre.

O Programa Aprendiz Cooperativo beneficiou em 2021 um total de 2.141 jovens no Rio Grande do Sul. E para que cada vez mais estudantes possam aprender uma profissão e entrar em contato com a cultura cooperativista, a sua coop é protagonista nesse projeto. Acesse aqui nosso formulário, preencha os dados e garanta as vagas solicitadas para 2023.

Sobre o Programa Aprendiz Cooperativo

Programa Aprendiz Cooperativo do Sescoop/RS abre as portas do mercado de trabalho para estudantes entre 14 anos (completos) e 24 anos (incompletos no momento do encerramento do curso). Trabalhando em uma cooperativa, os jovens aprendem uma profissão e também entram em contato com a cultura cooperativista, pautada em valores como igualdade, solidariedade, honestidade e transparência. Além da formação técnico-profissional, o programa contribui para a inclusão social e o desenvolvimento das comunidades. 

Dúvidas? Entre em contato conosco!

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Clarissa Friedrich – (51) 3323-0035

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Casa Unicred é inaugurada na Expointer

Casa Unicred é inaugurada na Expointer

Unicred RS está presente na 45ª edição da Expointer. Durante este período, recebe suas cooperativas, parceiros, cooperados e visitantes da feira de agronegócios na nova Casa Unicred, espaço preparado para proporcionar momentos de troca sobre o cooperativismo e também oportunidades especiais de negócios para quem fizer uma visita. A Casa Unicred encontra-se na Quadra 32, em frente ao Pavilhão Internacional.

Com o tema “O agro do amanhã é hoje”, a instituição cooperativa oferece produtos, serviços e condições exclusivas ao longo de toda a feira, voltados à sustentabilidade e energias renováveis, como crédito e financiamento para veículos híbridos e elétricos, placas solares e outros novos equipamentos e tecnologias de ponta do agronegócio – considerando o público desta que é considerada a maior feira agropecuária da América Latina.

A inauguração da nova Casa Unicred aconteceu na tarde da quarta-feira, dia 31/08 e teve a participação do presidente do Sistema Ocergs, Darci Hartmann, e do gerente de Relações Institucionais e Sindicais do Sistema, Tarcisio Minetto.

A nova casa serve como espaço para encontros das singulares do Sistema Unicred e reuniões de representantes de diversas instituições, além de cooperados e do público geral do evento que desejarem conhecer o espaço. Para Paulo Abreu Barcellos, presidente do Conselho Administrativo da Unicred Central RS, a feira oferece uma vitrine única para a cooperativa: “É muito gratificante participar com a Casa Unicred na Expointer, ainda mais após os anos sem este encontro presencial. A feira proporciona às nossas cooperativas a realização de encontros e eventos, momentos de troca sobre o cooperativismo e, principalmente, nos aproximar e estreitar o relacionamento com nossos cooperados e o público vinculado ao agronegócio que nos visita”, destaca.

Fonte: Assessoria de Comunicação Unicred

Seminário discute o Programa Alimenta Brasil

Seminário discute o Programa Alimenta Brasil

A Casa do Cooperativismo na Expointer recebeu, no dia 31/08, o Seminário Sobre Aquisições de Alimentos da Agricultura Familiar pelos Órgãos Federais no RS, promovido pela Emater/RS, Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Superintendência Regional da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), com o apoio da Ocergs e da Associação da Rede de Cooperativas da Agricultura Familiar e Economia Solidária (Redecoop) e participação de entidades ligadas ao cooperativismo no Rio Grande do Sul.

O evento teve como objetivo discutir o marco legal da modalidade Compra Institucional do Programa Alimenta Brasil e os desafios e oportunidades nas aquisições de alimentos da agricultura familiar por órgãos federais. O evento foi idealizado para promover uma aproximação entre as instituições e entidades com vistas a fomentar a comercialização junto às Forças Armadas e demais órgãos, buscando um fornecimento de alimentos de melhor qualidade para os seus públicos e proporcionando o desenvolvimento da agricultura familiar regional e de suas organizações. Participaram o gerente de Relações Institucionais e Sindicais do Sistema Ocergs, Tarcisio Minetto, e o coordenador do ramo Agropecuário do Sistema OCB, João Prieto.

O presidente do Sistema Ocergs, Darci Hartmann, em sua fala de abertura do evento, destacou o avanço da Agricultura Familiar nos últimos anos e a importância do cooperativismo nas relações de mercado, bem como das cooperativas que através da união fazem o alimento chegar com qualidade no consumidor final. "Cerca de 70% dos produtores rurais de cooperativas são da agricultura familiar. Discussões como essa são importantes para pensarmos conjunta e sistematicamente o desenvolvimento do cooperativismo com tecnologia, assistência técnica e inovação e tornar o cooperativismo cada vez mais competitivo no mercado", reiterou.

Sobre o Programa

O Programa Alimenta Brasil, criado pelo Medida Provisória 1.061, de 9 de agosto de 2021, convertida na Lei 14.284, de 29 de dezembro de 2021, possui duas finalidades básicas: promover o acesso à alimentação e incentivar a agricultura familiar.

Para o alcance desses dois objetivos, o programa compra alimentos produzidos pela agricultura familiar, com dispensa de licitação, e os destina a pessoas em situação de insegurança alimentar e nutricional. Atendidos pela rede socioassistencial, pelos equipamentos públicos de segurança alimentar e nutricional e pela rede pública e filantrópica de ensino também são contemplados.

O Alimenta Brasil promove ainda o abastecimento alimentar por meio de compras governamentais de alimentos; fortalece circuitos locais e regionais e redes de comercialização; valoriza a biodiversidade e a produção orgânica e agroecológica de alimentos; incentiva hábitos alimentares saudáveis e estimula o cooperativismo e o associativismo.

O Alimenta Brasil é uma das ações do governo federal voltadas para a Inclusão Produtiva Rural das famílias mais pobres.

Teutofrangofest: mais de 3,8 mil pessoas prestigiam três dias de evento em Teutônia

Teutofrangofest: mais de 3,8 mil pessoas prestigiam três dias de evento em Teutônia

Muita alegria e diversão, comida e bebida farta e de qualidade, momentos de reencontro de famílias e amigos. Essa foi a 4ª Teutofrangofest, evento que reuniu, de 19 a 21 de agosto, mais de 3,8 mil pessoas na Associação dos Funcionários da Languiru. Considerado o principal evento gastronômico de Teutônia, valoriza a cadeia produtiva da avicultura. Foram mais de 35 opções de comidas e bebidas, além de atrações musicais.

A 4ª Teutofrangofest foi uma realização da CIC Teutônia, em parceria com a Cooperativa Languiru e apoio da Prefeitura de Teutônia, patrocínio de Languiru e outras cooperativas como Sicredi Ouro Branco, Certel, Santa Clara, Aurora e Unimed VTRP.

Sucesso

A comissão organizadora considera que o evento foi coroado de sucesso. O presidente da Cooperativa Languiru, Dirceu Bayer, idealizador do evento, se disse feliz com a repercussão. “A presença do governador Ranolfo Vieira Júnior atesta o reconhecimento estadual ao evento e à importância da avicultura para a economia do Rio Grande do Sul. Se o Vale do Taquari busca o selo de ‘Vale dos Alimentos’, com certeza a Teutofrangofest dá sua importante contribuição para isso, além de divulgar a força do cooperativismo, do agronegócio e outras riquezas regionais.”

Recomeço

Entre outras autoridades, o governador Ranolfo Vieira Júnior participou da solenidade de abertura da 4ª Teutofrangofest e referendou a força do agronegócio ao fazer uso da palavra. “A diversidade de produtos oriundos do trabalho no campo gera empregos e renda. O agronegócio representa cerca de 40% do Produto Interno Bruto (PIB) do Estado e o Rio Grande do Sul é o terceiro maior produtor de aves do Brasil.”

Ele também parabenizou a organização do evento. “Vivemos momento de saída da pandemia, então um evento dessa natureza tem também o significado de recomeço, de retomada e até mesmo de resiliência”, disse, acompanhado da Primeira-Dama do Estado, Sônia Vieira.

Além-fronteiras

Os discursos na abertura do evento qualificaram a proporção que a Teutofrangofest passa a ter. O presidente da CIC Teutônia, Airton Roque Kist, valorizou sua consolidação. “É uma programação que toma proporções com status de grande evento, elevando a cadeia produtiva da avicultura”, disse, agradecendo o apoio dos patrocinadores desde a primeira edição.

Próximo evento

Reunião da comissão organizadora deve ocorrer nos próximos dias para tratar dos pontos positivos e oportunidades de melhoria para a próxima edição, programada para 2023, com a possibilidade de nova denominação e ações que permitam a participação de maior quantidade de público. “Almejamos a inclusão do evento no calendário oficial do Estado e, por isso, a Teutofrangofest passaria a se chamar de Frangofest, com o selo de evento oficial da cadeia produtiva da avicultura no Rio Grande do Sul. Ele nasceu para valorizar o trabalho dos produtores no campo e, hoje, já ganha uma proporção ainda maior”, concluiu Bayer.

Fonte: Languiru

Cooperativas do Vale do Taquari crescem 23,5% e faturam mais de R$ 6,5 bilhões em 2021

Cooperativas do Vale do Taquari crescem 23,5% e faturam mais de R$ 6,5 bilhões em 2021

As cooperativas do Vale do Taquari registraram o crescimento de 23,5% e faturaram mais de R$ 6,5 bilhões em 2021. O resultado positivo é impulsionado pelo desempenho dos ramos agropecuário e crédito, que registraram expansão de 51% e 24%, respectivamente.

No acumulado de 2021, o saldo de empregos com carteira assinada nas cooperativas do Vale do Taquari obteve um crescimento de 8,3%. O crescimento dos postos de trabalho no setor, que em 2021 registrou 8.579 empregos diretos, representa 11,4% dos novos empregos gerados em cooperativas no Rio Grande do Sul. Com a expansão, a região amplia a sua participação na geração de postos de trabalho e passa a concentrar mais de 11,6% dos empregos diretos em cooperativas do Estado.

O ramo agropecuário registrou incremento de 8% nos empregos, com a abertura de 479 postos de trabalho em 2021. Outro setor que gerou novos empregos foi o crédito, impulsionado pela abertura de sete novos postos de atendimento cooperativo inaugurados no período. As cooperativas de crédito registram 946 postos de trabalho, o que corresponde um incremento de 19,9% em 2021. Atualmente, as instituições financeiras cooperativas estão presentes em todos os municípios do Vale do Taquari, com 64 postos de atendimento cooperativo distribuídos em 36 cidades.

Crescimento do número de associados

O número de associados cresceu 11% e chegou a 439.937 pessoas. Pela capilaridade e diversidade das atividades econômicas em que está presente, o cooperativismo reúne muitas vezes cooperados em mais de um ramo, o que explica o fato de o número total de associados ser 22,8% superior à população estimada da região do Vale do Taquari, de acordo com dados do IBGE.

Cooperativismo no Vale do Taquari

Ramo Agropecuário: 6 cooperativas

Ramo Crédito: 4 cooperativas

Ramo Transporte: 3 cooperativas

Ramo Infraestrutura: 3 cooperativas

Ramo Saúde: 2 cooperativas

Total: 18 cooperativas

Expressão do Cooperativismo Gaúcho 2022

As cooperativas gaúchas registraram em 2021 o faturamento recorde de R$ 71,2 bilhões, com incremento de 36,8% em relação ao período anterior. No último ano, o crescimento registrado nas sobras apuradas foi de 20,7%, atingindo o valor de R$ 3,6 bilhões. O saldo de empregos com carteira assinada nas cooperativas gaúchas em 2021 foi de 5.791, o que aponta variação relativa de 8,5%. O número de associados às 423 cooperativas gaúchas passou de 3,01 milhões para 3,2 milhões em 2021, o que reforça a confiança da sociedade no sistema cooperativista.

Sicredi das Culturas RS/MG investe em usinas solares para geração própria de energia

Sicredi das Culturas RS/MG investe em usinas solares para geração própria de energia

Além de viabilizar projetos voltados para a instalação de energia solar a seus associados, tanto em empresas, quanto em residências e propriedades rurais, a Sicredi das Culturas RS/MG também tem investido em soluções ecoeficientes para suas agências. A cooperativa conta com geradores fotovoltaicos instalados em suas agências de Santo Augusto e Nova Ramada, que atualmente fornecem energia para a agência e para o auditório de Santo Augusto, agência de Nova Ramada, agência de Coronel Barros e agência de Bozano. Além disso, foi implantada recentemente e aguarda apenas a ativação, a usina solar em São Valério do Sul, que irá fornecer energia para as agências de São Valério do Sul e Jóia, assim que iniciar suas operações.

O uso de energia renovável está alinhado a um movimento global em busca da redução das emissões de gases de efeito estufa, ao qual o Sicredi está engajado em todo o Brasil. Na usina solar da agência Santo Augusto, por exemplo, a energia gerada é suficiente para manter 8 mil geladeiras funcionando e evita que sejam liberadas 20,84 mil toneladas de carbono no meio ambiente, o que reduz o índice de poluição do ar. Na agência Nova Ramada, as 140 placas fotovoltaicas instaladas, com potência de 530 watts-pico cada, geram uma média mensal de 6.191 KW/h. Já na agência São Valério do Sul, a projeção é de que seja gerada, a partir das 68 placas, uma média mensal de 4.065 KW/h.

“Nossa gestão tem como foco a ampliação do nosso impacto positivo econômico, social e ambiental, reduzindo os impactos adversos e gerando valor para os associados, colaboradores, comunidade e demais partes interessadas. Internamente, o Sicredi segue uma Política de Sustentabilidade e Responsabilidade Socioambiental que tem entre seus pilares a difusão da sustentabilidade, a gestão de riscos socioambientais e operação com eficiência. Além disso, nossas iniciativas estão alinhadas com os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), com os quais o Sicredi é comprometido enquanto integrante do Pacto Global da ONU”, explica o diretor de Operações da Sicredi das Culturas RS/MG, Roberto Cortiani Ibanez.

O Sicredi também disponibiliza linhas de crédito para que seus associados possam financiar o projeto, a aquisição e a instalação dos recursos da tecnologia fotovoltaica para geração de energia elétrica, como sistemas de montagem, inversores e placas de captação. Com a linha de financiamento para energia solar do Sicredi, é possível adquirir equipamentos ecoeficientes e, assim, economizar na conta de luz e reduzir o impacto do consumo de energia no meio ambiente.

Fonte: Assessoria de Comunicação e Marketing da Sicredi das Culturas RS/MG

Congresso derruba veto em Lei de incentivo à reciclagem

Congresso derruba veto em Lei de incentivo à reciclagem

Sancionada no final de 2021, a Lei 14.260/21, que dispõe sobre incentivos para o setor da reciclagem, teve seu texto original (Projeto de Lei 7.535/17) vetado de forma significativa no que diz respeito às renúncias fiscais e criação de fundos. A justificativa do governo foi de que o impacto orçamentário seria de R$ 5 bilhões. Nesta quinta-feira (24), o Congresso Nacional derrubou o Veto 65/21, trazendo novamente a possibilidade da criação do Fundo de Apoio para Ações Voltadas à Reciclagem (Favorecicle) e de Fundos de Investimentos para Projetos de Reciclagem (ProRecicle). 

O projeto encaminhado à sanção previa que o Ministério do Meio Ambiente faria a avaliação sobre quais entidades estariam aptas a receber doações e, além das renúncias fiscais, os fundos seriam constituídos também por meio de doações de pessoas físicas e jurídicas. 

O Sistema OCB atuou a favor da matéria durante toda a tramitação na Câmara e no Senado, manifestando, inclusive, que as 97 cooperativas que reúnem cerca de 4 mil catadores de materiais recicláveis são imprescindíveis para a aplicação da Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei 12.305/10), e na neutralização de carbonos. 

“As cooperativas de reciclagem contribuem para dignificar a atividade dos catadores e isso favorece a inclusão social e econômica de trabalhadores em sua maioria não qualificados e à margem da sociedade. Estas cooperativas figuram como possibilidade de trabalho formal para catadores, propiciando um ambiente de menor insalubridade e com equipamentos de proteção individual”, explica o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas.  

O presidente da entidade também afirma que “é importante destacar que a atuação destas cooperativas em defesa do meio ambiente é bastante salutar. Elas evitam que um conjunto vasto de resíduos e rejeitos sejam destinados de maneira incorreta em lixões e aterros sanitários.   

Ainda segundo Freitas, os trabalhadores da reciclagem contribuem para desonerar não apenas o poder público, mas toda a sociedade que paga alto pela manutenção de aterros sanitários. “Os catadores permitem que os resíduos sejam reinseridos na cadeia produtiva após o consumo e, por consequência, favorecem a economia circular”, completa.

Fonte: Sistema OCB

Uniodonto POA realiza ações do Dia C

Uniodonto POA realiza ações do Dia C

Nos anos anteriores, as ações do Dia C realizadas pela Uniodonto Porto Alegre envolviam, tradicionalmente, o atendimento odontológico para a população carente que não tinha acesso a dentistas ou tratamento odontológico em seu dia a dia por meio do atendimento com uma unidade móvel. Com a pandemia, esse serviço teve que ser suspenso e buscou-se intensificar a demais ações realizadas pela Cooperativa.

O Uniosocial é o programa da Uniodonto que engloba todas as ações voltadas para a comunidade. São desenvolvidas atividades que visam a saúde bucal e assistência odontológica de crianças, adolescentes e adultos, campanhas de conscientização sobre a importância da saúde bucal para a qualidade de vida da população, campanhas para minimizar o frio e a fome da população vulnerável nos municípios onde a Uniodonto Porto Alegre está inserida, dentre outras ações.

Para representar a Cooperação no Dia C deste ano, a cooperativa realizou a ação “Campanha do Agasalho 2022”, que tem como essência a colaboração e o envolvimento de colaboradores, cooperados, clientes e comunidade. A campanha contou com pontos de coleta nas unidades de pronto atendimento Porto Alegre, Pelotas e Guaíba onde foram recebidas doações de peças de inverno em bom estado de conservação. Neste ano os agasalhos serão repassados para as instituições PROJARI, em Guaíba, e para o Centro Social Padre Pedro Leonardi, no bairro Restinga, em Porto Alegre.

Em 30 dias de campanha, que aconteceu durante o mês de junho, foram arrecadadas cerca de 600 peças, dentre elas agasalhos femininos, masculinos, infantis e calçados. Toda a ação foi planejada e executada pelo Comitê de Sustentabilidade, composto por colaboradores da Uniodonto.

Para o Dia de Cooperar, foi publicado nas redes sociais um vídeo mostrando como foi a campanha do agasalho. Além disso, um post no blog com um texto sobre Cooperativismo, escrito pelo Vice-Presidente, Luis Carlos Montanari, e pelo superintendente, José Augusto Rodrigues.

Fonte: Assessoria de Comunicação Uniodonto POA

Governo anuncia R$ 340 bi para o Plano Safra 22/23

Governo anuncia R$ 340 bi para o Plano Safra 22/23

Em cerimônia realizada no Palácio do Planalto, o governo federal lançou nesta quarta-feira (29/06) o Plano Safra 2022/2023, com R$ 340,88 bilhões para apoiar a produção agropecuária nacional até junho do próximo ano. O valor reflete um aumento 36% em relação ao Plano anterior.

Do total de recursos disponibilizados, R$ 246,28 bilhões serão destinados ao custeio e comercialização, uma alta de 39% em relação ao ano anterior. Outros R$ 94,6 bilhões serão para investimentos (+29%).  Os recursos com juros controlados somam R$ 195,7 bilhões (alta de 18%) e com juros livres R$ 145,18 bilhões (alta de 69%). O montante de recursos equalizados cresceu 31%, chegando a R$ 115,8 bilhões na próxima safra.

O evento contou com a presença do presidente Jair Bolsonaro, dos ministros Marcos Montes (Agricultura), Paulo Guedes (Economia), do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto e do presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, além de diversos parlamentares e representantes de entidades da cadeia produtiva no Brasil.

Em seu discurso, o presidente Márcio destacou a importância do crédito rural para o agronegócio nacional e para a segurança alimentar do mundo. “O agro continua sendo o principal motor da economia nacional. É indiscutível que um dos eixos fundamentais para o alcance de resultados cada vez mais positivos é o adequado desempenho do crédito rural no país. O fomento ao agro brasileiro via políticas públicas não pode ser visto apenas como uma questão setorial, mas sim, como garantia da produção e fornecimento alimentar, tanto no âmbito doméstico quanto no global, principalmente em momentos de desafios como os impostos atualmente”.

O dirigente também ressaltou a importância das cooperativas no cenário agro brasileiro. “Por sua atuação predominante junto aos pequenos e médios produtores, as cooperativas agropecuárias prestam grande contribuição à promoção de justiça social por meio da maior distribuição de renda, pela produção econômica coletiva e por seu envolvimento com as comunidades onde atuam, motivo de serem legítimas beneficiárias do crédito rural. Já as cooperativas de crédito garantem capilaridade à distribuição dos recursos, atuando prioritariamente junto aos pequenos produtores e possibilitando o adequado acesso ao financiamento de suas atividades”.

O ministro da Agricultura, Marcos Montes, afirmou que o agro tem conquistado o reconhecimento merecido também nas políticas públicas. “É um protagonismo há tempos aguardado e que agora estamos conseguindo conquistar. O Plano Safra 22/23 traz um conjunto de recursos capaz de atender as necessidades do setor produtivo em suas mais diversas necessidades, com um montante expressivo e juros abaixo dos praticados pelo mercado”. 

Já o presidente Jair Bolsonaro, lembrou a relevância do agro brasileiro no cenário mundial. “Nosso agro, muitas vezes criticado, mas tão essencial para todos nós. E o Brasil é um exemplo para o mundo em produtividade, além de protagonista da segurança alimentar”, declarou. 

Principais destaques do novo Plano Safra:

  • Montante de R$ 340,88 bilhões (+36%)
  • R$ 94,6 bi para investimento (+29%)
  • R$   53,61 bi para o Pronaf (+36%)
  • R$ 6,19 bi para o Programa ABC (23%)

Articulação

O Sistema OCB participou ativamente do processo de construção do Plano Safra, apontando as principais demandas das cooperativas em diversas reuniões com os ministérios da Agricultura e da Economia, e também com o Banco Central. “Nosso esforço focou na ampliação dos recursos disponibilizados, na priorização das linhas de investimento, na equalização da taxa de juros e no ajuste de normas operacionais, sempre com a contínua preocupação de manter as bases do modelo atual de financiamento rural, fundamental para que o país possa continuar produzindo e alimentando nossa população e a do mundo”, explicou o presidente Márcio.

Fortalecimento de pequenos e médios

Os produtores pequenos e médios continuam sendo prioridade no Plano Safra, com aumento da disponibilidade de recursos de custeio e taxas de juros favoráveis.

Os recursos para os pequenos produtores rurais tiveram um acréscimo de 36%. Serão destinados R$ 53,61 bilhões para financiamento pelo Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), com juros de 5% ao ano (para produção de alimentos e produtos da socio biodiversidade) e 6% ao ano (para os demais produtos).

Para o médio produtor, no âmbito do Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp), foram disponibilizados R$ 43,75 bilhões, um aumento de 28% em relação à safra passada, com juros de 8% ao ano.

Outro destaque foi o aumento das subexigibilidades do Pronaf e do Pronamp, que passou de 22% e de 28% para 35%, respectivamente, refletindo a prioridade do Plano Safra para os pequenos e médios produtores.

Sustentabilidade

O incentivo a técnicas sustentáveis de produção agropecuária também são destaque. O Programa ABC, que financia a recuperação de áreas e de pastagens degradadas, a implantação de sistemas de integração lavoura-pecuária florestas e a adoção de práticas conservacionistas de uso, manejo e proteção dos recursos naturais, contará com R$ 6,19 bilhões. As taxas de juros serão de 7% ao ano para ações de recomposição de reserva legal e áreas de proteção permanente e de 8,5% para as demais.

Além do Programa ABC, o Plano Safra prevê o incentivo à utilização de fontes de energia renovável. Outra novidade é o financiamento de remineralizadores de solo (pó de rocha), que tem o potencial de reduzir a dependência dos fertilizantes importados.

Também será mantida a priorização do programa Proirriga, que contempla o financiamento de todos os itens inerentes aos sistemas de irrigação, inclusive infraestrutura elétrica, reserva de água e equipamento para monitoramento da umidade no solo. Serão disponibilizados R$ 1,95 bilhão, maior aumento de recursos entre os programas de investimento (+44%), com carência de três anos e prazo máximo de reembolso de 10 anos.

Inovação

Por meio de programas como o Inovagro, o novo Plano Safra disponibiliza recursos para o incentivo à inovação tecnológica e para investimentos necessários para a adoção de boas práticas agropecuárias e de gestão da propriedade. Na próxima safra, o Inovagro terá R$ 3,51 bilhões em recursos, com juros de 10,5% ao ano.

Entre os financiamentos previstos no Plano Safra 2022/2023 estão os investimentos relacionados a sistemas de conectividade no campo, softwares e licenças para gestão, monitoramento ou automação das atividades produtivas, além de sistemas para geração e distribuição de energia produzida a partir de fontes renováveis.

Pesca e Aquicultura

O Ministério da Agricultura também vem trabalhando para ampliar a inserção da pesca no crédito rural, com o fortalecimento do apoio à comercialização de produtos da pesca e da aquicultura e o acesso a financiamentos de investimento nas áreas de inovação e modernização das atividades pesqueiras.

Armazéns

O Programa para Construção e Ampliação de Armazéns (PCA), que financia investimentos necessários à ampliação e à construção de novos armazéns, terá R$ 5,13 bilhões disponíveis na próxima safra, com taxas de juros de 7% ao ano para investimentos relativos à armazenagem com capacidade de até 6 mil toneladas, e de 8,5 % ao ano para os demais investimentos. O prazo de reembolso é de até 12 anos, com carência de até 3 anos.

Neste ano, foi instituído um limite de financiamento de R$ 50 milhões para investimentos relativos a armazenagens de grãos. Para o armazenamento dos demais itens, o limite continua sendo de R$ 25 milhões.

Clique aqui para conhecer todos os detalhes do plano. 

Fonte: Sistema OCB

Cooperativismo apresenta contribuições para agenda do próximo governo

Cooperativismo apresenta contribuições para agenda do próximo governo

O Sistema OCB lançou nesta quarta-feira (1º) a publicação Propostas para um Brasil Mais Cooperativo, que tem como objetivo nortear os candidatos à Presidência da República na elaboração de políticas públicas voltadas ao movimento. Dividido em cinco eixos temáticos, a publicação apresenta as principais contribuições das cooperativas em prol do desenvolvimento do país e destaca as ações, projetos e normas que necessitam da ação do governo para a sua continuidade, ampliação ou implementação. A obra está disponível no link

O primeiro eixo foca no protagonismo do movimento cooperativista na busca por uma nova economia, caracterizada pela demanda cada vez maior da sociedade por negócios pautados em propósito, com valores e resultados compartilhados, senso de comunidade, transparência, sustentabilidadede e integridade. Neste contexto, são defendidas propostas de adequado tratamento tributário ao ato cooperativo, legislações e políticas públicas de apoio e estímulo ao cooperativismo, inserção do modelo de negócios em novos mercados e espaços de representatividade e de participação.

Já o segundo eixo trata do cooperativismo como modelo econômico de desenvolvimento sustentável, no qual são destaque as propostas em prol da segurança alimentar, do combate à fome, da agregação de valor às cadeiras produtivas e de transição para uma economia de baixo carbono. As cooperativas são responsáveis por grande parte dos alimentos que consumimos em nossas casas todos os dias e por isso devem estar no centro da Agenda 2030, estabelecida pela ONU. Aliás, enquanto o mercado incorpora aos poucos as dimensões ESG (Ambiental, Social e Governança, em português), para o cooperativismo, estes fatores fazem parte das suas raízes, estão presentes em seu DNA.

A atuação das cooperativas em prol de cidades e comunidades mais prósperas é o tema central do terceiro eixo. Nele, são destacadas a importância das cooperativas na prestação de serviços de interesse público com maior dinamismo e eficiência. Neste aspecto, destacamos as principais contribuições do cooperativismo para a inclusão financeira e desenvolvimento local e regional, bem como o papel do nosso movimento para o acesso ao crédito a produtores e pequenos negócios. Este eixo aborda também as propostas do cooperativismo no desenvolvimento do Norte e do Nordeste; para o acesso universal aos serviços de saúde; energia de qualidade no campo e nas cidades; para a educação inclusiva, equitativa e de qualidade; além da questão da mobilidade urbana, do aproveitamento do potencial turístico e de lazer e da moradia própria para a população.

O quarto eixo está direcionado à construção do futuro do trabalho pela cooperação. A ideia é desenvolver ações para promover a proteção social e a geração de renda por meio das cooperativas. Assim, pensar em cooperativismo é também refletir sobre políticas públicas de incentivo às novas tendências de se trabalhar em rede, conectar pessoas e colocá-las no centro das tomadas de decisão de seus próprios negócios, por meio do empreendedorismo coletivo e da autogestão

As bases estruturantes para impulsionar o Brasil estão no último eixo da publicação. Nele são detalhados pontos de relevância que precisam estar na pauta do futuro governo para garantir um ambiente de negócios favorável ao desenvolvimento do país, como previsibilidade e estabilidade econômica, contas públicas e responsabilidade fiscal, investimento em infraestrutura e aumento da competitividade. O eixo traz ainda, sugestões de soluções para a promoção da educação como base de desenvolvimento e para o estímulo a instituições públicas mais eficazes, responsáveis e transparentes.

Números

A publicação Propostas para um Brasil Mais Cooperativo traz ainda dados consolidados sobre os sete ramos do cooperativismo e o papel das cooperativas enquanto modelo de negócio sustentável, ambientalmente responsável e socialmente justo.

Em números, o Brasil conta atualmente com 4,8 mil cooperativas, sendo 2,4 mil delas com mais de 20 anos de atuação no mercado. O movimento tem 17,1 milhões de cooperados e gera cerca de 455 mil empregos diretos. O total de ativos do cooperativismo ultrapassa R$ 655 bilhões, por ano. 

O Ramo Agro, por exemplo, representa 53% da produção de grãos do país e 71,2% dos produtores são da agricultura familiar. Congrega ainda, mais de 8 mil profissionais dedicados à assistência técnica e extensão rural. O setor conta com 1.173 cooperativas, mais de 1 milhão de cooperados e é responsável por gerar mais de 200 mil empregos diretos.

O Ramo Crédito, por sua vez, se destaca por possuir a maior rede de atendimento entre as instituições financeiras do país. Conta com mais de 7,6 mil pontos, chegando em municípios onde grandes bancos não estão presentes. São 775 cooperativas, 11,9 milhões de cooperados e mais 79 empregos diretos gerados.

O Ramo Saúde, com suas 758 cooperativas, 292 mil cooperados e mais de 116 mil empregos gerados, representa 32% do mercado de saúde suplementar. As cooperativas do setor estão presentes em 85% dos municípios brasileiros e são responsáveis pela administração de 11,9 mil leitos em 149 hospitais distribuídos em 25 estados.

O Ramo Infraestrutura, com cooperativas localizadas majoritariamente no meio rural e em municípios do interior do país, hoje conta com mais de 4 milhões de usuários em 806 municípios brasileiros, com as maiores notas na qualificação do Índice Aneel de Satisfação do Consumidor.

Outro ramo relevante, o de Transportes, conta com 984 cooperativas, mais de 89 mil cooperados e gera cerca de 5 mil empregos diretos. É responsável ainda por 450 milhões de toneladas de carga movimentada anualmente, sem contar o transporte de passageiros.

Prosperidade

Para além dos pontos destacados na publicação, o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, destaca que o modelo de negócios cooperativista é capaz de garantir prosperidade para a sociedade, ao impulsionar a geração de trabalho e renda, o acesso a mercados (nacional e internacional) e o desenvolvimento das regiões brasileiras.

“Ao longo dos últimos anos, o cooperativismo tem se consolidado como alternativa para o sistema econômico do Brasil, uma vez que conseguimos, em um mesmo movimento, trabalhar todos os aspectos do desenvolvimento sustentável e da nova economia. E esse é nosso diferencial competitivo. Esta publicação registra o empenho do nosso movimento em colaborar com a economia brasileira. Então, ao apontar as demandas mais urgentes do setor, acreditamos que, de forma conjunta, os Três Poderes podem contribuir para o desenvolvimento do país, construindo um Brasil mais forte e cooperativo”, afirma Freitas.

Confira a publicação na íntegra: https://in.coop.br/propostas_coop

Fonte: Sistema OCB

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