O governador eleito do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, foi recebido na manhã desta terça-feira, dia 20 de novembro, pela diretoria e conselheiros do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, na sede do Centro de Formação Profissional Cooperativista (CFPC) – Escoop. Além de Leite, participaram o vice-governador eleito, Ranolfo Vieira Júnior e os deputados estaduais Sérgio Turra e Lucas Redecker. Em sua fala, Eduardo Leite fez uma exposição sobre sua plataforma de governo, colocando ênfase na necessidade de parcerias entre os setores público e privado, especialmente com o cooperativismo.
O presidente do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, Vergilio Perius, disse ao governador eleito que o novo governo terá naturalmente o apoio do setor cooperativo gaúcho. “Está em nosso DNA, na nossa natureza, cooperar. Seja com governos, com a sociedade, com as comunidades. Uma das virtudes do cooperativismo é estar próximo das pessoas. Nossa riqueza se enraíza nas comunidades e dela não sai”, lembrou Perius, ao afirmar que o governador eleito poderá contar com as cooperativas gaúchas. O presidente discorreu ainda sobre a plataforma para os governos, entregue ao então candidato durante o pleito eleitoral, onde elencou algumas necessidades do cooperativismo gaúcho em diferentes ramos de atividades, em questões que vão desde a agilidade para a liberação de licenças ambientais até créditos fiscais presumidos para o ressarcimento em investimentos feitos pelas cooperativas agropecuárias em assistência técnica.
Ao agradecer a acolhida do cooperativismo, o governador eleito Eduardo Leite destacou a pujança do setor e os destacados números, ao ressaltar a necessidade de união das forças políticas para que o Rio Grande do Sul saia da crise em que se encontra. Aos cooperativistas e jornalistas presentes, Leite destacou as medidas que já está tomando para o mais rápido possível se encontre caminhos para a retomada do crescimento econômico, assinalando que todos os setores da economia gaúcha são importantes neste processo. "Os números colocados aqui sempre impressionam. O sistema cooperativo é fato gerador de emprego, renda, riqueza, é exemplo pro nosso Estado. É característica do nosso povo o talento e a vocação para empreender e o sistema cooperativo é a prova disso. O sistema cooperativo impulsiona essa vocação empreendedora, articulando toda uma rede, uma cadeia de produtores para alavancar suas competitividades, de seus produtos, para conseguir se inserir no mercado de forma a agregar valor à produção que nós temos, especialmente no setor agrícola, mas não apenas nesse setor", destacou o governador eleito.
Cooperativismo no próximo governo
Vergilio Perius destacou ao governador a necessidade do cooperativismo em ser atendido em suas demandas pelo futuro governo. Frisou a importância de todo o trabalho que foi realizado pelo atual secretário de Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo, Tarcísio Minetto, mas constatou que muitas vezes as cooperativas possuem reivindicações que ultrapassam a esfera do setor agropecuário, ao destacar a necessidade de uma espécie de sub-secretaria que possa atender com agilidade todos os treze ramos de atividades econômicas das cooperativas.
Participaram do café da manhã, servido com produtos das cooperativas gaúchas, os diretores da Ocergs Irno Pretto, Margaret Garcia da Cunha e Valdir Bernardo Feller. Em nome do Conselho de Administrativo do Sescoop/RS, José Zordan e Márcio Port, além do presidente do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, Vergilio Perius, e os superintendentes Gerson Lauermann e Norberto Tomasini. Diversas federações e centrais, além de cooperativas singulares, estiveram representadas por seus dirigentes.
Dirigentes representantes de centrais cooperativas, como a Federação Unimed, Fecoergs e Fetrabalho/RS colocaram-se à disposição do governo para contribuir com ideias, e destacaram projetos que estão em andamento no âmbito do governo estadual e outros em que poderão ser parceiros do Executivo estadual para a sua execução. Pronunciaram-se em nome destas federações Alcides Stumpf, José Zordan e Margaret Garcia da Cunha.
Representação
O Sistema Ocergs-Sescoop/RS receberá o governador eleito, Eduardo Leite, no dia 20 de novembro, às 8 horas, na sede do Centro de Formação Profissional Cooperativista (CFPC) – Escoop. Em um café da manhã, diretores e conselheiros do Sistema Ocergs-Sescoop/RS recepcionarão o futuro governador e reforçarão a reivindicação de pautas do setor, já apresentadas aos então candidatos durante o período eleitoral, em um documento intitulado Plataforma para Governo e Parlamento Gaúchos 2019-2022 .
Em 2017, as cooperativas gaúchas geraram R$ 43 bilhões de faturamento e o valor das sobras alcançou R$ 1,8 bilhão, o que representa uma média per capita de R$ 640,00 de renda adicionada aos sócios. Além dos números do cooperativismo gaúcho que demonstram a força do setor e a contribuição para o desenvolvimento econômico e social do RS, o documento entregue também destaca projetos e programas desenvolvidos pelo Sistema Ocergs-Sescoop/RS, juntamente com as cooperativas, para promover a educação e cultura das comunidades.
Conheça as propostas do cooperativismo gaúcho:
1 – Ampliação da disponibilidade de energia elétrica e internet aos pequenos municípios do Estado e dar continuidade de abertura e desburocratização na liberação das licenças ambientais;
2 – Crédito Fiscal Presumido em 50% do valor investido na Assistência Técnica;
3 – Realização de convênios com cooperativas de Crédito para prestação de serviços de arrecadação de tributos estaduais e acesso aos canais de desconto e consignação em folha, beneficiando os servidores públicos;
4 – Linhas de Crédito do BRDE (BNDES) em condições especiais para investimentos em todos os ramos do cooperativismo;
5 – Investimento na logística de transportes, priorizando a integração das rodovias, ferrovias, hidrovias e portos;
6 – Apoio ao fortalecimento das cooperativas de Trabalho como alternativa de trabalho e renda;
7 – Realização de convênios com as cooperativas de Saúde, visando à prestação de serviços.
Representação
O projeto sustentabilidade do Ramo Trabalho, aprovado pela diretoria da OCB, em abril, será o grande norte das ações previstas para 2019. Esse é o resultado da reunião do Conselho Consultivo do Ramo Trabalho, ocorrida na última terça-feira (30/10), em Brasília, que também tratou da recondução de Margaret Cunha ao cargo de coordenadora das atividades do colegiado.
Uma das ideias para ampliar a competitividade das cooperativas de trabalho por meio da melhoria das práticas de governança e da realização de ações institucionais estratégicas voltadas à conformidade legal como forma de fortalecer o modelo cooperativista de trabalho. Assim, com maior segurança jurídica, espera-se que as cooperativas acessem o mercado em que atuam com maior tranquilidade, por meio do acompanhamento e estímulo do cumprimento integral dos dispositivos da Lei nº 12.690/12.
Em 2019, também está prevista a divulgação do Manual Contábil e Tributário. O material servirá de ferramenta de trabalho para todas as cooperativas de prestação de serviços e que são reguladas pela referida lei.
Informações: OCB
Representação
O ano de 2019 promete ser cheio de atividades para o Ramo Educacional. Dentre as principais demandas elencadas nessa segunda-feira (29/10), durante a reunião do Conselho Consultivo, estão, por exemplo, a realização de um fórum que discutirá temas ligados à gestão do negócio. A pauta do evento que deve ocorrer em julho do próximo ano será definida em breve pelas cooperativas, em conjunto com o Sistema OCB. As informações são de Ricardo Lermen, reconduzido na reunião dessa segunda, ao cargo de coordenador do Conselho Consultivo do Ramo Educacional.
Além do Seminário Nacional das Cooperativas Educacionais, o ramo deverá contratar, por meio da Organização das Cooperativas Brasileiras, uma consultoria para indicar qual ou quais os melhores arranjos de parceria público-privada podem ser firmados no setor da educação. Segundo Lermen, atualmente existe apenas uma única cooperativa no País com o modelo. “Nós temos a certeza de que podemos ampliar a atuação das cooperativas educacionais com esse modelo de PPP”, argumenta.
APOSENTADORIA
As cooperativas educacionais também planejam articular um projeto de lei que prevê a igualdade de direitos entre os professores cooperados ou contratados com os profissionais da rede pública de ensino. Atualmente, quem trabalha em escolas públicas pode se aposentar com 25 anos de trabalho enquanto que, para os professores das cooperativas, valem as atuais regras da Previdência Social.
INTERCOOPERAÇÃO
Também faz parte do escopo do Plano de Trabalho do Ramo Educacional ações de intercooperação com outros ramos e o Crédito é o primeiro da lista. “Uma das grandes demandas das cooperativas educacionais são linhas de financiamento específicas. Por isso, nossa intenção é mostrar que vale a pena reconhecer as cooperativas educacionais como potenciais clientes”, conclui o coordenador.
Fonte: Assessoria de Imprensa da OCB
Representação
Com o tema “Como será o cooperativismo no futuro?” o Sistema OCB realizou no dia 31 de outubro, em Brasília, o Encontro de Comunicadores do Sistema OCB, no hotel Manhattan Plaza. Outro objetivo do Encontro foi a construção de propostas para a comunicação cooperativista, com foco no XIV Congresso Brasileiro do Cooperativismo (CBC), que será realizado em maio de 2019. O evento foi aberto pela gerente de Comunicação do Sistema OCB, Daniela Lemke, que apresentou toda a equipe de comunicação do Sistema OCB/Sescoop.
Através do método Future Wheel, coordenado por Mário Rosa, da empresa Echos, foram colocadas situações de pensamento criativo para a construção de uma proposta viável para o sistema. “Construir de forma participativa, como é um dos princípios do cooperativismo”, disse Daniela. O evento contou com a presença de 60 profissionais de todos os estados. Pelo Rio Grande do Sul, participou a publicitária Ana Martha Bulow e o jornalista coordenador de Comunicação do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, Luiz Roberto de Oliveira Junior. No encerramento do Encontro, os superintendentes do Sistema OCB, Renato Nóbile e Tânia Zanella, acompanhados do diretor da entidade, João Nicédio Alves Nogueira, falaram aos comunicadores, ressaltando a importância do trabalho realizado e o compromisso da entidade com as pautas propostas.
Representação
Os produtores e empresas ligadas ao agronegócio brasileiro mostraram-se moderadamente otimistas no terceiro trimestre de 2018. O Índice de Confiança (IC Agro) do setor encerrou o período marcando 100,3 pontos – uma alta de 1,9 ponto sobre o 2º trimestre. O resultado reflete uma gradual recuperação dos problemas da primeira metade do ano, como os causados pela greve dos caminhoneiros, embora uma boa dose de incertezas tenha permanecido sobre o setor.
De acordo com a metodologia do estudo, realizado pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e pela Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), resultados superiores a 100 pontos demonstram otimismo. Resultados abaixo disso indicam pessimismo.
Houve avanço também no Índice de Confiança da Indústria (Antes e Depois da Porteira), que subiu 0,8 ponto, atingindo 99,3 pontos. Porém, observa-se um comportamento distinto entre as empresas classificadas como Antes da Porteira, cuja desconfiança aumentou – e as indústrias situadas Depois da Porteira, que recuperaram um pouco do entusiasmo.
Na Indústria Antes da Porteira (Insumos Agropecuários), a queda no 3º trimestre foi de 3,8 pontos, para 95,4 pontos. As incertezas com relação à economia brasileira pesaram para o esfriamento dos ânimos. Mas nem todos os aspectos que compõem o índice são negativos. “De fato, a percepção sobre as condições do negócio melhorou no trimestre – o que era de esperar diante de entregas recordes de fertilizantes em julho, agosto e setembro, que mostraram recuperação frente aos problemas causados pela greve dos caminhoneiros e pela indefinição dos fretes, que travou o mercado”, disse o diretor titular do Departamento do Agronegócio (Deagro) da Fiesp, Roberto Betancourt.
No acumulado do ano (janeiro/setembro), as entregas de fertilizantes somaram 25,9 milhões de toneladas, 4,4% acima do recorde registrado no mesmo período do ano passado. O setor de máquinas agrícolas também mostra sinais de recuperação. As vendas acumuladas de junho a setembro são 18% maiores do que no mesmo período do ano passado (embora, no acumulado do ano, de janeiro a setembro, o mercado ainda esteja abaixo de 2017).
As indústrias Depois da Porteira (Alimentos) recuperaram um pouco da confiança no atual levantamento. O Índice desse segmento chegou a 101 pontos, alta de 2,7 pontos, o suficiente para sair de uma faixa moderadamente pessimista para uma situação de leve otimismo.
De maneira geral, a recuperação se deve à melhora da percepção em relação às condições atuais do setor. “É bom lembrar, por exemplo, que no terceiro trimestre houve a retomada das negociações de grãos, praticamente interrompidas durante a greve dos caminhoneiros e no período subsequente”, destacou o presidente da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Márcio Lopes de Freitas.
Favorecidas pela guerra comercial entre Estados Unidos e China, as exportações brasileiras de soja seguem em ritmo forte e o mercado já trabalha com a possibilidade de chegarem a 80 milhões de toneladas – recorde absoluto, 12 milhões de toneladas acima do registrado em 2017. “O resultado só não é melhor porque o milho brasileiro perdeu competitividade – e num ano de quebra da safrinha, os embarques do grão devem ficar cerca de 5 a 6 milhões de toneladas abaixo do volume do ano passado”, complementa Freitas.
Para o setor de carnes, os embarques da proteína bovina também aumentaram nos últimos meses, acumulando volumes recordes e amenizando o tom pessimista de parte da indústria, especialmente aves e suínos – que ainda tenta lidar com os problemas causados pelo fechamento de diversos mercados aos produtos brasileiros. Outro segmento cuja situação melhorou foi o sucroenergético. De junho para setembro, os preços do etanol hidratado no mercado doméstico subiram 5%, acompanhando o aumento do petróleo no mercado externo e a desvalorização do real, aliviando a situação das usinas, que vinham pressionadas pela baixa no mercado de açúcar, apontou ainda a pesquisa.
Já para o índice de confiança do produtor agropecuário (agrícola e pecuário), houve recuperação da confiança perdida no levantamento anterior. Seu Índice subiu para 101,7 pontos na pesquisa atual, avanço de 3,3 pontos. O aumento ocorreu tanto entre os produtores agrícolas quanto entre os pecuaristas, com maior otimismo com as condições do negócio do que com as condições gerais da economia para ambos. A pesquisa mostra que os motivos para isso sustentam-se em três pilares: preços, crédito e produtividade.
O Índice de Confiança dos produtores agrícolas chegou a 106 pontos, crescimento de 3,1 pontos sobre o trimestre anterior e 13,1 pontos a mais do que o mesmo período de 2017. Um dos principais aspectos que impulsionaram a alta é a produtividade: os agricultores mostram-se confiantes em um novo bom desempenho nas lavouras. “O clima colaborou nas regiões em que o plantio começou em setembro. É o caso do milho de 1ª safra no Sul do Brasil e em São Paulo e da soja no Paraná e em boa parte do Centro-Oeste (principalmente Mato Grosso e Mato Grosso do Sul)”, disse Freitas.
Diretor titular do Deagro, Betancourt destaca ainda que outro aspecto em que aumentou o otimismo está relacionado ao crédito. “Neste ano agrícola, as taxas de juros caíram não só no crédito oficial e nos recursos postos à disposição pelo Plano Safra, mas nos financiamentos em geral, a mercado, abrindo mais alternativas de crédito para os produtores”, disse.
Entre os pecuaristas houve melhora na confiança no trimestre, com seu índice chegando a 88,9 pontos (alta de 3,6 pontos). O avanço foi puxado pelos pecuaristas de corte – com o maior ganho relacionado aos preços, refletindo a recuperação do mercado no período de junho a setembro. Isso ainda não foi o suficiente para fazer com que o ânimo dos pecuaristas saísse da faixa considerada pessimista pela metodologia do estudo. Os produtores pecuários compõem o segmento de menor confiança entre todos os analisados.
Fonte: Assessoria de Imprensa do Sistema OCB
Representação
Os Ajustes SINIEF 18/2017 e 11/2018 visam à instituição de códigos que retratam especificamente as operações entre associado e cooperativa, assegurando, assim, o reconhecimento e a aplicação do ato cooperativo. O propósito dessa orientação é também fortalecer o sistema cooperativo, por meio do uso adequado e assertivo dos Códigos Fiscais de Operações e Prestações (CFOP). Pensando nisso, o Sistema OCB disponibiliza para as cooperativas a cartilha “Série Cooperativa Legal - Conheça e aplique os novos CFOPS”.
Objetivo
A cartilha tem como objetivo a orientação do departamento contábil/fiscal das cooperativas no emprego das previsões constantes nos ajustes, afastando assim a interpretação e aplicação equivocadas de seus dispositivos.
Anteriormente, por inexistirem CFOPs específicos para as operações de sociedades cooperativas, essas precisavam se valer de outras soluções e códigos não específicos, sujeitando-se a possíveis questionamentos e até mesmo a autuações por parte dos órgãos públicos.
O Sistema OCB, em conjunto com a unidade estadual do Paraná, trabalhou intensamente para a aprovação dessas normas perante o Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), buscando atender aos interesses e às necessidades do cooperativismo brasileiro.
Dessa forma, a criação de CFOPs específicos para o setor configura avanço para o cooperativismo nacional, por garantir o seu enquadramento nas disposições normativas vigentes, inserindo esse setor no Sistema Nacional Integrado de Informações Econômico-Fiscais, sem negligenciar suas peculiaridades.
Clique aqui e acesse a cartilha.
Representação
A ITG 2004 visa estabelecer, para as entidades cooperativas, critérios e procedimentos específicos de registro das variações patrimoniais e de estrutura das demonstrações contábeis, de avaliação e informações mínimas incluídas em notas explicativas. E é com o propósito de fortalecer o sistema cooperativo, por meio do uso adequado e assertivo da contabilidade, que o Sistema OCB divulga a publicação “ITG 2004 Comentada”.
Objetivo
A cartilha tem como objetivo guiar os aplicadores das normas contábeis no emprego das previsões constantes na ITG 2004, afastando, assim, a interpretação e aplicação equivocadas de seus dispositivos.
A orientação não visa limitar ou restringir o cumprimento das normas e interpretações contábeis existentes, mas sim simplificar sua prática, prezando pela manutenção de diretrizes alinhadas com o fim de dar consistência às práticas contábeis das cooperativas, evitando, assim, questionamentos e incompreensões pelas autoridades fiscalizadoras.
Reclassificação das quotas-partes de associados
A redação da norma soluciona uma das principais preocupações das sociedades cooperativas brasileiras a respeito da possibilidade de reclassificação das quotas-partes de associados do Patrimônio Líquido para o Passivo.
Estudos apontaram que sua aplicação acarretaria a mudança dos índices financeiros dessas sociedades, o que dificultaria a obtenção de financiamento, bem como o enfraquecimento da situação financeira, provocando restrições de crescimento. Além disso, poderia ainda levá-las a um cenário de descontinuidade e patrimônio líquido negativo.
Contudo, as definições trazidas pela ITG 2004 pacificaram o entendimento de que as quotas-partes da entidade cooperativa deverão ser registradas no Patrimônio Líquido e transferidas ao Passivo apenas nas situações de demissão, eliminação e exclusão do associado, conforme já confirmado pelo § 4º do Art. 24 da Lei nº 5.764/1971.
Conquista
A aprovação da norma representa uma das mais relevantes conquistas na esfera contábil para o Sistema Cooperativista Nacional, resultado de mais de sete anos de atuação técnica, contábil e jurídica do Sistema OCB sobre o tema.
Confira o documento na íntegra nesse link.
Representação
O exemplo das cooperativas escolares no Rio Grande do Sul merece atenção. Reunidos no centro de eventos de Nova Petrópolis, 100 cooperativas escolares comprovaram que esta proposta é uma realidade a ser respeitada.
Com a abertura das jovens Stela Rodrigues e Sara Freitas, associadas da Fecoopes Pioneiro e Cooebompa, de Nova Petrópolis, os mais de 950 participantes receberam autoridades e participaram da palestra de Roberto Martini, que criou literalmente a Teia Cooperativa, tema de sua apresentação, com a participação de todos.
Para Martini, essa é uma grande oportunidade para fortalecer os princípios do cooperativismo entre os jovens. "É como se você encontrasse uma grande tribo de pessoas que estão espalhadas em diferentes cidades", afirmou.
Para o vice-presidente da Superintendência Regional Sicredi Pioneira RS, Mário Konzen, o evento é uma grande oportunidade para os jovens aprenderem um pouco mais com as palestras, que conseguiram mostrar para eles como o futuro será diferente e qual a importância das cooperativas escolares em auxiliar os jovens a pensar no futuro.
Na sequência, Soraia Schuttel deu dicas de como se preparar para o trabalho no futuro e a importância da Felicidade nesta busca e falou como as cooperativas escolares já são alternativas de sucesso nessa direção. Mais tarde, o analista de Comunicação do Sistema OCB, Iago Carvalho, apresentou o movimento Nacional SomosCoop. Ele explicou que o movimento SomosCoop serve pra mostrar para a sociedade por que o cooperativismo é bom. "Hoje em dia, 25% da população brasileira está impactada pelo cooperativismo. Nós não somos pequenos. O cooperativismo é grande", destacou.
O evento também contou com a participação do presidente do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, Vergilio Perius. O dirigente agradeceu o Sicredi pela organização do evento, os professores e os jovens. "Aqui é o presente. Vocês fazem a história". E fez um pedido. “Que aqui, em 2020, seja organizado o primeiro congresso internacional de cooperativas escolares”, afirmou.
O evento encerrou com um talk show entre os jovens e um show com a banda Overdriver Duo.
Representação
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso, participou nessa quinta-feira, 18/10, da abertura do II Seminário Jurídico do Sistema OCB. Em sua palestra, sob o tema “A Constituição de 1988, conquistas democráticas e alguns aspectos do cooperativismo”, Barroso ressaltou a importância dos instrumentos legais que garantem e estimulam a prática cooperativista em todo o País.
“A Constituição repetidamente dá centralidade a essa forma de organização, de produção e de funcionamento societário”, afirmou. Ele citou os artigos 5º (dos Direitos Individuais e Coletivos), 146 (do Sistema Tributário) e 174 (da Ordem Econômica e Financeira) como as principais referências da Carta, além do Código Civil Brasileiro que estabelece regimes específicos para as cooperativas. Diante dos números do Sistema OCB que expressam a força do modelo de negócio, o ministro afirmou que se deve incluir no radar da sociedade brasileira, uma expansão da atividade cooperativa como forma de organização social que vem dando certo. Hoje, o Sistema OCB reúne cerca de 7 mil cooperativas em todo o País, que juntas movimentam aproximadamente 7% do PIB em 13 ramos de atividades.
O ministro do STF foi recebido pelo presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas. “Estamos celebrando os 30 anos da Constituição Federal de 1988, em defesa dos princípios constitucionais que nos trouxeram até aqui. O cooperativismo, com seus valores, tem construído, cada vez mais, ações voltadas para o futuro do nosso País e do mundo”, afirmou o presidente.
O II Seminário Jurídico do Sistema OCB reuniu cerca de 100 representantes das unidades estaduais e contou com a participação do gerente jurídico do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, Mário De Conto. A iniciativa tem o objetivo de promover estudos, atualização profissional e debates sobre os temas jurídicos relacionados ao cooperativismo.
Ao longo de sua exposição, o ministro Luís Roberto Barroso também fez algumas reflexões sobre vários momentos da conjuntura nacional. Para ele, apesar de todas as dificuldades em diversas esferas, os direitos constitucionais foram preservados. “Nesses 30 anos de democracia brasileira, a estabilidade institucional representa uma realização muito expressiva para o Brasil”, disse. O ministro ressaltou que a estabilidade monetária impediu o retorno da hiperinflação, bem como reconheceu que houve um movimento de enfrentamento contra a corrupção. Para o futuro, Barroso salientou a importância de políticas públicas voltadas para a educação com o objetivo de melhorar a alfabetização, a evasão escolar e o déficit de aprendizado.
Fonte: Assessoria de Imprensa do Sistema OCB
Representação
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) anunciou na última quarta-feira (10/10), durante uma reunião com representantes do ramo Infraestrutura do Sistema OCB, a redução do montante necessário para contratação direta de financiamentos junto à instituição - o valor passou de R$ 20 milhões para R$ 10 milhões. A decisão vai beneficiar as cooperativas de todo o País, que necessitam de recursos para impulsionar novos projetos e ampliar a produção.
Desde 2017, a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) iniciou um trabalho junto ao BNDES para a adequação das linhas de crédito em diversos ramos do cooperativismo, com o objetivo de melhorar as condições de captação de investimentos e capital de giro, e dentre os principais pleitos estava a redução do montante de recursos necessários para o relacionamento direto com o banco de fomento. A medida representa um avanço para o cooperativismo, um modelo de negócio que busca promover o desenvolvimento econômico e o bem-estar social para as comunidades em que se inserem.
“A iniciativa permitirá que as cooperativas melhorem ainda mais o serviço prestado aos seus cooperados como, por exemplo, a construção de subestações necessárias para a melhoria da tensão das linhas de distribuição nos pontos mais distantes. Esse tipo de projeto diminui perdas, uma vez que permite uma distribuição de energia com qualidade a um preço menor”, destaca o coordenador nacional do ramo de Infraestrutura da OCB e presidente da Infracoop, Jânio Stefanello.
Para a gerente técnica da OCB, Clara Maffia, a medida traz benefícios para o cooperativismo. “A redução dos valores permitirá que mais cooperativas, de todos os ramos, acessem recursos diretamente no BNDES, com taxas mais atrativas, aumentando assim a competitividade das mesmas. Isso é fruto de um trabalho estruturado de relacionamento com a instituição”, conclui.
Representação
Com a intenção de debater o tema O mercado quer mais de nós, a Uniodonto do Brasil realizou entre os dias 3 e 5/10, em Natal (RN), sua 28ª Convenção Nacional. O evento reuniu 62 singulares de todos os estados brasileiros que contam com representação do Sistema Uniodonto. Esta foi considerada uma Convenção estratégica pela Uniodonto. Realizada às vésperas das eleições que vão definir o futuro do país, exige dos participantes trabalho e foco para enfrentamento dos desafios trazidos pelo cenário econômico do país.
“Em nossa tomada de decisão, devemos ter a responsabilidade de não perder tempo, retardando as definições do que precisa ser feito, e também evitar o afã que antecipa o momento correto de decidir aumentando os riscos. Não podemos perder espaço no mercado, significa perder espaço e oportunidade de trabalho para nossos cirurgiões-dentistas cooperados. Somos eleitos para defendê-los”, destacou o diretor presidente da Uniodonto do Brasil, José Alves de Souza Neto.
O diretor vice-presidente Político e Institucional, Adalberto Baccarin, coordenador da convenção ressaltou a importância de patrocinadores e apoiadores do evento: “diante de tantas questões importantes sendo abordadas em nossa País, precisamos muito dessas quase 20 horas para repensarmos aspectos importantíssimos do nosso Sistema Uniodonto. É hora de refletirmos sobre nossa estratégia comercial. Independente dos rumos políticos que o povo brasileiro escolher para o nosso Brasil uma coisa é certa, nunca poderemos deixar de trabalhar muito para atingirmos nossos objetivos e atender às expectativas de um mercado sempre é cada vez mais competitivo. Estarmos aqui custa caro, dá trabalho e para que tudo aconteça adequadamente contamos sempre com nossas parceiros, patrocinadores e apoiadores!”, agradeceu.
Para o superintendente do Sistema OCB, Renato Nobile, a convenção da Uniodonto mostra a força do cooperativismo, especialmente no segmento de dentistas, profissionais dedicados a transformar a realidade de seus beneficiários. Para ele, “cooperativismo é competitividade... é gente... é coração!”.
INTERCOOPERAÇÃO
“O Sescoop está aqui para apoiar o Sistema Uniodonto para enfrentar os grandes desafios diários. Como empresários cooperativistas temos que dominar todas as técnicas das empresas capitalistas e mais as das cooperativas. Toda cooperativa é uma sociedade humana, as características humanas norteiam todas as nossas decisões. Precisamos aprender a desenvolver a consciência cooperativa”, afirmou o superintendente da Organização das Cooperativas do Estado de São Paulo, Aramis Moutinho Júnior.
“O tema desta Convenção é uma realidade que deve ser vista por nós, empresários cooperativistas, nos antecipando às necessidades do mercado. Falamos muito em intercooperação, mas na prática há competição entre as instituições, o que não é salutar. Devemos trabalhar divulgando nossa marca cooperativa”, destacou o diretor presidente da Central Sicredi Norte Nordeste, Wilson Ribeiro de Moraes Filho.
“Vemos o futuro com muita cautela. A concorrência cresceu muito e disputa o delta de 30 milhões de brasileiros que possuem planos de saúde, mas ainda não contrataram planos odontológicos. Precisamos pensar fora da caixa, sair de nossas singulares e pensarmos a Uniodonto como o grande Sistema que é”, conclamou o Diretor Vice-Presidente de Operações e Mercado, Dr. José Clovis Tomazzoni de Oliveira.
Fonte: Uniodonto do Brasil e Sistema OCB
Representação
Em 2017, o Sescoop/RS promoveu o Encontro de Presidente e Executivos (Epecoop), que debateu o tema Intercooperação, compreendida como uma fortaleza do movimento cooperativo gaúcho. A partir do evento, o Sistema Ocergs-Sescoop/RS passou a desenvolver ações contínuas e efetivas para fomentar o tema entre suas cooperativas.
Após ações do primeiro semestre de 2018 para conhecer os processos utilizados pelas cooperativas para desenvolver sua gestão, o Sistema OCB, em parceria com o Sistema Ocergs-Sescoop/RS, ao cumprir o seu papel de representar e defender as cooperativas brasileiras, realiza no dia 26 de outubro o I Fórum de Compartilhamento de Soluções Tecnológicas, no Centro de Formação Profissional Cooperativista (Escoop), em Porto Alegre/RS.
O objetivo é possibilitar oportunidades de intercooperação como vantagem competitiva e economia de escala para cooperativas agropecuárias, de infraestrutura e demais ramos de interesse. O evento também é uma das ações do projeto de cooperação com a DGRV e contará com a participação de representantes dos estados do PR, ES e SP.
As vagas são limitadas e o prazo limite para as inscrições é até o dia 19 de outubro.
As inscrições podem ser feitas AQUI
Mais informações:
Matheus Loro:
Programação
8h30_Credenciamento e Welcome Coffee 9h00_Abertura 9h30 - 10h30_Palestra Cenário Global e Local – A Importância da Colaboração e do Compartilhamento 10h30 - 10h50_Coffee Break 10h50 - 12h_Painel 1: Cenários e Oportunidades - Compartilhamento de Soluções Tecnológicas e Serviços 12h - 13h30_Intervalo de Almoço 13h30 - 14h30_Painel 2: Cases de Cooperativas Brasileiras 14h30 - 15h30_Painel 3: Cases Alemanha - Plataformas cooperativas de vendas 15h30 - 17h_Encaminhamento de Propostas de Trabalho 17h_Encerramento com Coffee Break
Representação
O 2º Seminário Jurídico do Sistema OCB ocorrerá no próximo dia 18/10, na Casa do Cooperativismo, em Brasília. O evento contará com a participação do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso, que falará sobre a Constituição de 1988, suas conquistas democráticas e alguns aspectos do cooperativismo. O seminário é destinado a advogados das organizações estaduais e também das cooperativas brasileiras.
PROGRAMAÇÃO
Além do ministro do STF, Luís Roberto Barroso, o seminário também contará com a participação do ex-ministro da Controladoria Geral da União (CGU) Valdir Simão e o chefe do Departamento de Supervisão de Cooperativas e Instituições Não Bancárias (DESUC) do Banco Central do Brasil, Harold Paquete Espínola Filho, que falarão sobre compliance aplicado ao cooperativismo.
No período da tarde, o evento tratará dos aspectos da tributação de cooperativas, com opiniões e análises de especialistas das áreas de Direito Tributário e Direito Constitucional, conduzidos, respectivamente, pelos advogados Roberto Quiroga Mosqueira e Saul Tourinho Leal.
O encerramento fica por conta da professora de Direito Empresarial da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Mônica Gusmão, que abordará os reflexos da recente reforma trabalhista para as sociedades cooperativas. Os debates ficarão a cargo de assessores jurídicos ligados às Unidades Estaduais do Sistema OCB, Mario De Conto (Ocergs), Micheli Iwasaki (Ocepar) e José Henrique Vigo (Fecoop Centro-Oeste e Tocantins).
Fonte: Sistema OCB

Representação
Construir e administrar conjuntos habitacionais para os cooperados, essa é a missão das cooperativas habitacionais. Além disso, elas são essenciais para solucionar parte da carência de moradias no País, estimada pelo IBGE em cerca de 6,5 milhões de residências. E para fortalecer esse ramo tão fundamental para o equilíbrio social, a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) disponibiliza um questionário cujas respostas serão a base de um diagnóstico.
O documento será uma espécie de raio x das cooperativas habitacionais e, por meio dele, será possível conhecer os gargalos que impactam no desenvolvimento do ramo e, ainda, qual o melhor caminho para garantir que esse segmento do cooperativismo brasileiro continue fazendo sua parte na transformação do País em um lugar mais justo, equilibrado e com melhores oportunidades para todos.
O objetivo principal é traçar um panorama da situação vivenciada no ramo e coletar subsídios para a definição de estratégias em prol do setor junto ao Governo Federal. Os dados obtidos também servirão de fonte para que a OCB, por meio do Conselho Consultivo do Ramo Habitacional, possa formular seus planos de trabalho.
ENVOLVIMENTO
“O trabalho da OCB é respaldado pela base, ou seja, pelas cooperativas, por isso, é fundamental o envolvimento das nossas organizações estaduais nesse processo de sensibilização dos cooperados. É esse comprometimento que fará com que o Diagnóstico do Ramo Habitacional espelhe a realidade e cumpra seu papel que é o de apontar os melhores caminhos para o desenvolvimento das cooperativas”, destaca o superintendente do Sistema OCB, Renato Nobile.
COMO PARTICIPAR
O questionário deve ser respondido por meio eletrônico, mediante a utilização da plataforma estatística Survey Monkey. Além de economizar recursos materiais, as questões on line asseguram economia de tempo para quem se encarregará de elaborar as respostas.
O preenchimento pode ser feito até o dia 18 de outubro. Posteriormente, a Gerência Técnica e Econômica da OCB irá reunir todas as informações, analisá-las e disponibilizar o resultado da pesquisa por meio de uma publicação on-line. O endereço eletrônico da pesquisa já está sendo encaminhado pelas organizações estaduais às cooperativas registradas. No Rio Grande do Sul, o ofício já foi encaminhado para as 12 cooperativas que integram o ramo no Estado, que serão visitadas e receberão todo o suporte para participação da pesquisa.
O questionário é composto por perguntas que abrangem diversos setores, tais como: situação legal da cooperativa, necessidades como linhas de financiamento, problemas do dia a dia, como leis e normativos, tributação, iniciativas socioambientais, planejamento estratégico, dentre outros.
Clique aqui e acesse o questionário.
NÚMEROS
Atualmente, o ramo Habitacional conta com 284 cooperativas, 106,6 mil cooperados e gera 577 empregos diretos. No Rio Grande do Sul, as 12 cooperativas do ramo reúnem 31,5 mil associados e 60 empregados. Juntas, elas registraram um faturamento de R$ 4 milhões e um patrimônio líquido de R$ 17,9 milhões em 2017.
Para mais informações sobre o questionário e o diagnóstico entre em contato com a analista administrativa do Monitoramento do Sescoop/RS, Andreza Mainardi, pelo e-mail
Fonte: Assessoria de Imprensa do Sistema OCB
Representação
A Federação das Cooperativas Agropecuárias do Estado do Rio Grande do Sul (FecoAgro/RS), com o apoio do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, realizou no dia 26 de setembro, em Lajeado, o Fórum de Mercados e Tendências - O Agronegócio e o Cooperativismo. Dirigentes e técnicos das cooperativas assistiram a palestras dos especialistas em inovação digital, Martha Gabriel e em mercados e tendências, André Pessoa, e ainda, receberam a devolutiva do Programa de Autogestão das Cooperativas Agropecuárias, em palestra ministrada pelo superintendente técnico-operacional do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, Gerson Lauermann.
O presidente da FecoAgro/RS, Paulo Pires, ressaltou que um dos objetivos principais do encontro foi a discussão do Programa de Autogestão, com ênfase nos avanços conquistados até o momento, de forma transparente e proativa, e também de traçar os próximos passos rumo à consolidação do setor agropecuário cooperativista, sempre em busca da harmonia e convergência dos interesses das cooperativas associadas.
O presidente do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, Vergilio Perius, enfatizou a importância do ramo Agropecuário e a relevância das cooperativas para a economia gaúcha, ressaltando que o Vale do Taquari, que sediou o Fórum, é um dos vales mais prósperos do País em relação ao número de associados de cooperativas. O presidente destacou ainda o trabalho do Sistema Ocergs-Sescoop/RS em relação aos projetos em andamento, em especial o Programa de Autogestão das Cooperativas Agropecuárias, que terá um papel fundamental no futuro do cooperativismo do Rio Grande do Sul e que está sendo implementado em parceria com a FecoAgro/RS. Perius concluiu com a questão do Planejamento Estratégico das cooperativas agropecuárias, que está em tratativas entre a organização cooperativa e a federação para a implementação de um trabalho conjunto.
Transformação Digital no Agronegócio
A especialista em tecnologias e influenciadora digital, Martha Gabriel, falou sobre a Transformação Digital no Agronegócio. Com exemplos do mercado, trouxe uma reflexão sobre as transformações que as tecnologias vêm trazendo para a sociedade e, especialmente, para o mundo dos negócios. Lembrou aos participantes que a tecnologia nunca é neutra e sempre traz coisas boas e coisas ruins, quer o público use ou não. Reforçou também que o digital está transformando a sociedade, o nosso corpo, o nosso cérebro. “O ser humano é o que é, devido a estas transformações. A tecnologia vai mudando a gente", salientou.
Autogestão
O superintendente técnico-operacional do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, Gerson Lauermann, apresentou os números parciais do Programa de Autogestão das Cooperativas Agropecuárias, realizado pelo Sistema Ocergs-Sescoop/RS em parceria com a FecoAgro/RS. Na oportunidade,
foram entregues também os resultados das devolutivas para 27 cooperativas participantes do programa de Autogestão, e ressaltado que a ferramenta de autogestão das cooperativas agropecuárias é de fundamental importância para a boa gestão das cooperativas, e que seus benefícios econômicos e financeiros para o sistema serão evidenciados com clareza e transparência.
Mercado e Tendências para soja e milho
Diferentemente de riscos climáticos ou de mercado, onde o produtor pode prever, se planejar e se proteger, as incertezas no País, como o cenário eleitoral, a guerra comercial entre China e Estados Unidos e a polêmica da tabela do frete, criam um cenário dos mais difíceis dos últimos tempos para o produtor. A avaliação é do consultor da Agroconsult, André Pessoa, que participou do Fórum. O especialista comparou este início de safra com uma estrada, que não está ruim, mas que a viagem começará com muita neblina. Sobre as eleições, disse que a polarização entre dois extremos ainda trará uma tensão na expectativa até a definição do resultado final. Já em relação à tabela do frete, Pessoa salientou que até a colheita se chegará a uma solução, mas não se sabe ainda se terá um tabelamento valendo e qual vai ser. Já da guerra comercial Estados Unidos e China, o consultor ressaltou: “Esta briga pode acabar amanhã ou daqui a dez anos. Mas quando mudar pode causar um terremoto no mercado”.
Com números da consultoria, Pessoa lembrou que na safra passada o Brasil exportou 49 milhões de toneladas para os chineses ante os 37 milhões de toneladas dos Estados Unidos. Se calculados os últimos 12 meses, o quadro é de 58 milhões de toneladas dos brasileiros e 30 milhões de toneladas dos americanos. A perspectiva, de acordo com o especialista da Agroconsult, é de que o Brasil pode alcançar até 80 milhões de toneladas devido à decisão do governo chinês de taxar em 25% a importação da soja dos americanos.
Fonte: Assessoria de Comunicação da FecoAgro/RS
Representação
Hoje, a Aliança Cooperativa Internacional está junto com 25 organizações em todo o mundo para lançar uma Carta Internacional do Comércio Justo. Esta carta estabelecerá os valores fundamentais do Comércio Justo e define uma visão comum para alcançar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).
Os negócios habituais não fornecerão a mudança necessária para atender aos ODS, adotados pelos países do mundo. Longe de seguir um caminho firme para alcançar essas metas globais até 2030, em algumas áreas estamos até mesmo retrocedendo. Um recente relatório das Nações Unidas mostra que a fome aumentou nos últimos três anos após um longo período de declínio, deixando uma em cada nove pessoas subnutridas (O Estado de Segurança Alimentar e Nutrição no Mundo de 2018).
A Carta do Comércio Justo Internacional estabelece uma visão diferente: um mundo no qual a justiça, a equidade e o desenvolvimento sustentável estão no centro das estruturas comerciais, modelos de negócios e práticas para que todos possam, através do seu trabalho, manter um sustento digno e digno e desenvolver seu pleno potencial humano.
A Carta, iniciada pela Fairtrade International e pela Organização Mundial de Comércio Justo, tem três objetivos principais:
1 - Apoiar o trabalho das Organizações de Comércio Justo na conscientização dos consumidores e cidadãos sobre a importância e o impacto do Comércio Justo, para que mais pessoas se inspirem para participar e apoiá-lo.
2 - Facilitar a colaboração entre as Organizações de Comércio Justo, conectando suas missões e estratégias específicas com a filosofia comum do movimento, e promover a colaboração com a economia solidária, os movimentos da agricultura orgânica e outros que lutam por objetivos semelhantes ao movimento do Comércio Justo.
3 - Permitir que outras pessoas que trabalham com Organizações de Comércio Justo (no governo, na educação ou no setor privado) reconheçam os valores e abordagens que unem o movimento global.
“Colocando a justiça e a igualdade em primeiro lugar, as cooperativas em todo o mundo estão permitindo que as pessoas criem empresas sustentáveis que geram empregos de longo prazo e prosperidade. É por isso que somos parceiros naturais do movimento do Comércio Justo Internacional e apoiamos a Carta que define uma visão comum para alcançar os ODS”, disse o diretor geral da ACI, Bruno Roelants.
Na plataforma on-line “Co-ops for 2030” (www.coopsfor2030.coop), criado sob o ACI parceria da União Europeia, há muitos exemplos de como as cooperativas estão prometendo alcançar os objetivos dos ODS que podem servir de inspiração para outros.
O movimento global de Comércio Justo exorta os formuladores de políticas, líderes empresariais, cidadãos e consumidores a adotar a visão da Carta Internacional do Comércio Justo, para criar um sistema de comércio global povoado por cadeias de suprimento e modelos de negócios que não deixam ninguém para trás.
Para saber mais sobre a Carta do Comércio Justo Internacional, visite https://www.fair-trade.website.
Fonte: ACI
Representação
Jânio Stefanello, presidente da Confederação Nacional das Cooperativas de Infraestrutura (Infracoop) é o novo coordenador do Conselho Consultivo do Ramo Infra, da OCB. A eleição ocorreu nesta quarta-feira (12/9), em Brasília, durante reunião ordinária do colegiado. O mandato tem dois anos e já entrou em vigor.
Para o cooperativista, um dos grandes desafios para o Ramo Infraestrutura é a modernização do setor, sobretudo em aspectos como redes inteligentes e telecomunicação, que trazem mais conforto à vida dos cooperados e eficiência no uso de energia elétrica. “Além disso, temos desafios na implementação da geração distribuída no país e, também, devemos lutar por linhas de crédito mais adequadas às nossas atividades”, argumenta.
Atualmente, o Ramo Infraestrutura é composto por: 135 cooperativas, mais de 1 milhão de cooperados e gera cerca de seis mil empregos diretos.
PERFIL
Jânio Vital Stefanello é natural de Ibirubá/RS. É formado em administração pela Universidade de Passo Fundo/RS – UPF e em Direito pela Universidade de Cruz Alta/RS (Unicruz). Tem Especialização em Marketing e Propaganda pela ESPM – Escola Superior de Propaganda e Marketing de São Paulo/SP.
Atualmente preside as seguintes entidades: Coprel Cooperativa de Energia; INFRACOOP - Confederação Nacional das Cooperativas de Infraestrutura; FECOERGS - Federação das Cooperativas de Energia do Estado do Rio Grande do Sul e a usina geradora Boca do Monte Energia Rincão do Ivaí.
Fonte: Sistema OCB
Representação
A Unicred Erechim promoveu café da manhã de negócios com empresários, que contou com a presença do economista Jeferson Lemos, que atua na Unicred Central RS, em Porto Alegre, e palestrou sobre o tema “Xadrez Eleitoral 2018: quem sofrerá o xeque-mate?”. A iniciativa da área de negócios, teve como objetivo principal fortalecer o relacionamento com o cooperado Pessoa Jurídica.
O evento realizado na manhã do dia 4 de setembro foi aberto pelo presidente, o médico Antônio Gabriel Teixeira, que deu as boas-vindas pontuando que a Unicred Erechim vive um novo ciclo, visando também à excelência dos serviços prestados às empresas. A diretora-geral, Vânia Bez Balestrin, reforçou a importância da educação, por meio da informação e da formação. Enfatizou, ainda, a franca expansão da cooperativa que nos próximos meses inaugura duas novas agências na cidade, momento oportuno ao novo posicionamento da marca Unicred, focando a prosperidade, onde todos podem ganhar.
Formado em Ciências Econômicas pela PUC e com mais de 16 anos de experiência no mercado, Lemos abordou os possíveis cenários de recuperação da economia brasileira, orientando tomadores de crédito e aplicadores. “A nossa visão é a de mercado, partindo do pressuposto de que é ele que faz as coisas acontecerem e a engrenagem girar. Avaliando como o mercado enxerga cada cenário e qual a percepção dele acerca de certos indicadores, é possível sinalizar os rumos da economia que para o restante deste ano de 2018 deve se desdobrar por conta própria uma vez que a agenda de reformas fiscais para o exercício não foi implementada. Até o final de outubro, com a probabilidade de um segundo turno das eleições gerais, o mercado inteiro, principalmente os segmentos produtivos, vão permanecer em compasso de espera para aguardar o vencedor do pleito, e a partir disso estudar a política econômica que possa ser implementada e então se posicionar para 2019, avaliar as possibilidades e definir o que vai acontecer”, observou.
Quanto a 2019, o economista ressaltou a necessidade de restaurar a confiança do mercado e do investidor estrangeiro para que a estabilidade e a sustentação da economia ao longo do mandato ganhem força. “Todavia, independente do candidato que vença o pleito, existe um consenso de que as reformas precisam ser implementadas”, assinala.
Conforme Lemos, dependendo do partido que vencer as eleições, a economia pode ter um viés mais estimulativo com redução da Selic, e, num médio prazo, um pouco mais de inflação, o que pode exigir retorno desta taxa a patamares elevados. “Se for um governo mais comprometido com a estabilidade macroeconômica, podemos ter Selic estável ou aumentando já no início do próximo mandato. Logo de cara veremos o compromisso com os fundamentos da economia, talvez até a retomada do antigo tripé – câmbio flutuante, inflação controlada e estabilidade orçamentária e inflacionada”, ponderou.
Considerando os interesses do cooperado Unicred, o economista referiu que a tendência é que a Selic volte a subir, em razão da mesma ter ficado estagnada por um tempo. “Sabemos que hoje tem um efeito inercial e uma defasagem na política monetária, ou seja, qualquer decisão demora cerca de seis meses até se disseminar pela economia de forma abrangente e gerar seu efeito. Por isso é possível que a partir de meados de 2019, o Copom resolva aumentar a Selic, aí, neste caso, para o cooperado que tem ou pretende fomentar crédito, o momento mais adequado é agora, embora a Selic comece a subir é mais oportuno pagar juros maiores de forma gradual, do que de forma cheia. Se esperar um pouco mais para investir e pegar Selic mais perto do seu possível topo, o desembolso será maior para saldar os compromissos. Para os endividados, o ideal seria aproveitar os juros baixos para resolver a situação”, opina.
Quanto aos aplicadores, Lemos assinala que eles já convivem com uma realidade de rendimentos nominais mais baixos. “A tendência é que com a alta da Selic, melhorem os ganhos na renda fixa, compensando um pouco o efeito de perda recente, com a queda da Selic de 14,25% para os atuais 6,5%. Quem migrou para fundos mais arriscados pode garantir rendimentos muito semelhantes aos que tinha na renda fixa com a Selic mais alta, porém com risco de perda patrimonial. O conselho, neste momento, é avaliar se aquela aplicação ainda mantém um custo-benefício atrativo, porque na renda fixa tem segurança, estabilidade e, consequentemente, elevação do seu rendimento”, orienta.
O empresário Gilmar Cavaletti avalizou o evento. “A palestra com dados importantes só reforçou minhas convicções. O economista foi muito seguro e feliz nas suas colocações. Parabéns à Unicred pela iniciativa”, declarou.
Conforme o empresário Lasie Biolo, o evento foi muito oportuno. “Gostei muito da abordagem técnica e conjuntural. Bem propícia para o momento, com análise não apenas econômica da realidade, mas das tendências do mercado em relação às eleições. Foi muito bacana e bem produtivo”, disse.
Fonte: Jornal Boa Vista
Representação
As inscrições para participar do Prêmio SomosCoop – Melhores do Ano terminaram, mas o trabalho da comissão julgadora está prestes a começar. Nesta edição, 265 cooperativas inscreveram um total de 435 projetos, número 25% maior do que o resultado da última edição do prêmio, ocorrida em 2016, quando foram registradas 349 iniciativas. Os finalistas devem ser conhecidos no dia 25/9 e a cerimônia de entrega do troféu ocorrer no dia 30 de outubro, em Brasília/DF.
“Estamos muito satisfeitos com o engajamento de nossas cooperativas. Isso mostra o quanto elas estão se preparando para enfrentar os desafios do mercado, sempre de olho nas pessoas, nos resultados e na melhoria de seus processos”, avalia o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas.
O Prêmio SomosCoop – Melhores do Ano está na 11ª edição e objetiva reconhecer e valorizar nacionalmente as iniciativas realizadas pelas cooperativas que melhoram a vida dos brasileiros. Está dividido em sete categorias: Comunicação e Difusão do Cooperativismo, Cooperativa Cidadã, Desenvolvimento Sustentável, Fidelização, Inovação e Tecnologia, Intercooperação e, a partir desta edição, a categoria Cooperjovem. Alusiva ao programa nacional homônimo, a nova categoria premia os projetos que buscam disseminar nas escolas e na comunidade a cultura da cooperação, por meio de atividades educativas baseadas nos princípios e valores do cooperativismo.
COOPERATIVAS GAÚCHAS QUE RECEBERAM A DISTINÇÃO 1ª edição: 2004 Tema: Cooperativismo Agropecuário Categoria: Inovação Tecnológica Cooperativa Tritícola Mista Alto Jacuí Ltda. – Cotrijal 2ª edição: 2005 Tema: Não é só jogador de futebol que trabalha no campo e merece reconhecimento Categoria: Educação Cooperativista Cooperativa Tritícola Mista Alto Jacuí Ltda. – Cotrijal 3ª edição: 2006 Tema: Novos Ramos Novos Rumos Categoria: Ramo Crédito Central Sicredi RS 4ª edição: 2007 Tema: O Novo Cooperativismo Categoria: Educação Cooperativista Cotripal Agropecuária Cooperativa Categoria: Ramo Infraestrutura Cooperativa Regional de Eletrificação Teutônia Ltda. – Certel Categoria: Ramo Saúde Unimed Erechim Cooperativa de Serviços de Saúde Ltda. 5ª edição: 2008 Tema: A Vitrine da Excelência Cooperativa Categoria: Ramo Crédito Cooperativa de Crédito de Livre Admissão de Associados Alto Uruguai – Sicredi Alto Uruguai RS/SC Categoria: Ramo Infraesturutra Coprel Cooperativa de Energia 6ª edição: 2009 Categoria: Responsabilidade Social Cooperativa Regional de Eletrificação Teutônia Ltda – Certel Categoria: Meio Ambiente Unimed Alto Jacuí Cooperativa de Serviços Médicos Ltda. 7ª edição: 2010 Categoria: Desenvolvimento Sustentável Cooperativa de Distribuição de Energia Teutônia – Certel Energia 8ª edição: 2012 Categoria: Cooperativa Cidadã 2º – Unimed Vales do Taquari e Rio Pardo Categoria: Fidelização 1º – Cooperativa de Crédito de Livre Admissão de Associados Alto Uruguai – Sicredi Alto Uruguai RS/SC 9ª edição: 2014 Categoria: Atendimento 3º – Cooperativa Regional de Eletrificação Teutônia Ltda – Certel Categoria: Fidelização 2º – Sicredi Pampa Gaúcho Categoria: Inovação e Tecnologia 3º – Cooperativa Tritícola Mista Alto Jacuí Ltda. – Cotrijal 10ª edição: 2016 Categoria: Cooperativa Cidadã 1º lugar – Unimed Nordeste-RSQuer saber mais? Acesse www.premiosomoscoop.coop.br.
Fonte: Assessoria de Comunicação do Sistema OCB
Representação