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Cooperativismo discute plano de eventos do Ano Internacional

     
 
 
      A ONU definiu 2012 como o Ano Internacional das Cooperativas e, por isso, o momento é de muito trabalho para os cooperativistas do mundo todo. Unidades estaduais do Sistema OCB de todo o Brasil estão definindo seu calendário de eventos, projetos e ações voltadas ao Ano Internacional, aproveitando esta oportunidade única de divulgação e promoção do sistema cooperativista. O Sistema Ocergs-Sescoop/RS está fazendo sua parte.

      Com a agenda comum definida desde o final do ano passado (clique para acessar), agora o cooperativismo gaúcho está em fase de discussão da programação dos eventos. Nesta quarta-feiira (11/01), cooperativas ligadas a jovens e crianças se reuniram no Centro de Formação Profissional Cooperativista para tratar de três eventos reservados especialmente à faixa etária de 14 a 24 anos: o Fórum do Jovem Cooperativista Gaúcho (09 de março, na Expodireto Cotrijal), “O Jovem Canta o Cooperativismo” (7 de julho, em Porto Alegre) e o “Mundo Cooperativo Jovem”, um grande encontro que será realizado em Porto Alegre no dia 1º dezembro.

      Participaram da reunião representantes de 17 cooperativas, da Casa Cooperativa de Nova Petrópolis e da Competence, agência responsável pela campanha de comunicação do Sescoop/RS. Todos contribuíram com sugestões e terão participação direta no contato com os jovens participantes dos eventos, que são promovidos pelo Sescoop/RS.

Cooperativistas e governo discutem ações para Ano Internacional das Cooperativas

       O ministro da Agricultura Pecuária e Abastecimento (Mapa), Mendes Ribeiro Filho, recebeu nesta quarta-feira (11/01) representantes da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) e outras instituições para definir ações conjuntas que coloquem o cooperativismo no centro da agenda de discussões de especialistas, governos e empresários durante todo o ano.  Participaram da reunião os superintendentes da OCB, Renato Nobile, e do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop), Luís Tadeu Prudente Santos.

       O ministro considera que o fomento a linhas de crédito que beneficiem o setor será outra forma de fortalecer o cooperativismo. “No Brasil, temos grandes exemplos de que, por meio da união e cooperação, podemos ir mais longe do que se estivéssemos sozinhos”. Em sua avaliação, o segmento conquistou importantes resultados ao longo de 2011.

       Entre os exemplos de cooperativas, a Agrária (PR) foi citada pelo secretário de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo, Erikson Camargo Chandoha. Atualmente, ela figura entre as 11 cooperativas paranaenses com maior movimentação econômico-financeira, chegando a R$ 1,27 bilhão em 2011, o que representa um crescimento de 16,5% em comparação ao ano anterior.

       Os superintendentes da OCB e do Sescoop representaram o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, no encontro. Freitas, que está em Minas Gerais participando de um evento em comemoração ao Ano 2012, avalia que ações coletivas, como a reunião de hoje, são fundamentais para a conquista de objetivos comuns e consolidação do movimento.

      Além da OCB e do Ministério da Agricultura, o evento contou com representantes dos ministérios do Desenvolvimento Agrário; Trabalho e Emprego; União Nacional de Cooperativas de Agricultura Familiar (Unicafes) e Central de Cooperativas e Empreendimentos Solidários (Unisol).

 

Cooperativas terão tratamento tributário diferenciado

 

     O parlamento gaúcho aprovou, no dia 20 de dezembro, o Projeto de Lei (PL) 392/2011, que altera a lei do ICMS. As modificações visam a criação de um sistema de tributação nos moldes do Simples Gaúcho, concedendo tratamento diferenciado por meio de redução de base de cálculo nas saídas internas promovidas por cooperativas que não podem optar pelo enquadramento no Simples Nacional.

     De acordo com o governo estadual, com a criação do Simples Nacional e a reformulação do Simples Gaúcho, as cooperativas (com exceção do ramo Consumo), independentemente de seu porte, passaram a ser enquadradas na modalidade geral de pagamento de ICMS, com alíquota na base de 17% ou 12%, o que gera perda de competitividade. O PL equipara, em termos de tributação, cooperativas a microempresas.
 
     Segundo o presidente da Federação das Cooperativas Agropecuárias do RS (FecoAgro/RS), Rui Polidoro Pinto, a redução do tributo estadual deverá ser de até 40%. Segundo ele, a maioria das cooperativas Agopecuárias será beneficiada e a regulamentação do projeto delimitará as alíquotas por faturamento.

 

Cooperativas têm superávit recorde

       O saldo da balança comercial das cooperativas, de janeiro a novembro de 2011, alcançou um superávit de US$ 5,3 bilhões. O resultado é recorde para o período e representa 37,2% mais que nos primeiros onze meses de 2010 (US$ 3,9 bilhões). Para o presidente da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Márcio Lopes de Freitas, o resultado confirma a previsão feita pelo setor com base no desempenho observado no decorrer do ano.

      “O movimento cooperativista tem alcançado resultados cada vez melhores, que são consequência de uma visão focada na gestão profissional do negócio. Esperamos, no mínimo, manter esses valores em 2012. Será um momento importante na história do movimento, a comemoração do Ano Internacional das Cooperativas", disse.  

      As cooperativas brasileiras que venderam produtos para o mercado externo, entre janeiro e novembro de 2011, atingiram o maior volume de exportações já registrado pelo setor desde 2005, quando teve início a série histórica. Na avaliação de Freitas, o setor cooperativista entrou num ciclo de evolução muito importante, refletindo diretamente no aumento das exportações. “As cooperativas têm obtido um desenvolvimento sustentável, e muitos avanços com a transferência de tecnologia e melhorias em gestão e educação”, resume.

     Nos onze meses deste ano, as vendas externas das cooperativas totalizaram US$ 5,6 bilhões, um crescimento de 36,7% sobre igual período de 2010. Já as importações realizadas por cooperativas tiveram expansão de 29,1%. Passaram de US$ 249,6 milhões, de janeiro a novembro de 2010, para US$ 322,2 milhões, no mesmo período de 2011.

      Com esses resultados, a corrente de comércio no período também foi a que apresentou o melhor desempenho da série: US$ 5,9 bilhões. Uma expansão de 36,3% em relação ao período de janeiro a novembro de 2010. No que diz respeito à participação na pauta brasileira, considerando os onze meses do ano, as exportações das cooperativas passaram de 1,9%, em 2005, para  2,4% em 2011.

Estados - Dos 27 estados da federação, 20 realizaram exportações por meio de cooperativas, de janeiro a novembro de 2011. No mesmo período de 2010, foram 18 os estados exportadores. Este ano, São Paulo foi o que registrou o maior valor nas vendas externas das cooperativas (US$ 1,9 bilhão, 33,3% do total); em seguida vem o Paraná (US$ 1,8 bilhão, 32%);  Minas Gerais (US$ 782,5 milhões, 13,9%); o Rio Grande do Sul (US$ 348,3 milhões, 6,2%); e Santa Catarina (US$ 281,9 milhões, 5%).

Produtos - Entre os principais produtos exportados pelas cooperativas, de janeiro a novembro deste ano, destacam-se o açúcar refinado (US$ 949,1 milhões); o café em grãos (US$ 740,3 milhões); a soja em grãos (US$ 691,3 milhões); e o açúcar em bruto (US$ 656 milhões, 11,6%). Já os principais produtos importados pelas cooperativas, nos onze meses de 2011, foram: cloretos de potássio (US$ 51,5 milhões); diidrogeno-ortofosfato de amônio (US$ 27 milhões, 8,4%); ureia com teor de nitrogênio (US$ 26,7 milhões, 8,3%); cevada cervejeira (US$ 23,8 milhões, 7,4%); e malte não torrado (US$ 18 milhões, 5,6%).

Mercados - No período, os produtos exportados pelas cooperativas tiveram como destino 133 países. Os principais foram: China (US$ 709,7 milhões, 12,6% do total); Estados Unidos (US$ 585,3 milhões,  10,4%); Emirados Árabes Unidos (US$ 505,5 milhões, 8,9%); e Alemanha (US$ 411,7 milhões, 7,3%).

      As importações feitas por cooperativas brasileiras foram originárias de 48 países. Os maiores exportadores foram: a Argentina (US$ 45 milhões, 14% do total); Rússia (US$ 44,1 milhões, 13,7%); Alemanha (US$ 40,8 milhões, 12,7%); e Paraguai (US$ 28,5 milhões, 8,8%).
 
Fonte: OCB
Com informações do MDIC (Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior)

 

Criação de Secretaria Nacional valorizará o cooperativismo

     O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Mendes Ribeiro Filho, reiterou a criação da Secretaria Nacional do Cooperativismo, nesta sexta-feira (16/12). O anúncio foi feito em almoço realizado pelo governo do Estado, no Palácio Piratini. Segundo ele, a medida é um reconhecimento da importância das cooperativas para o desenvolvimento do País e do Rio Grande do Sul.
     O presidente do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, Vergilio Perius, parabenizou a iniciativa em nome dos cerca de 50 mil empregados e 2 milhões de associados de cooperativas gaúchas. “A criação de uma Secretaria é merecida pelo cooperativismo no Rio Grande do Sul, que representa 10% do PIB e é responsável por 60% de tudo o que é produzido no campo em nosso Estado. O cooperativismo precisa dessa Secretaria para que as políticas públicas da União possam se desenvolver da melhor forma possível”, ressaltou.

OCB lança Ano Internacional das Cooperativas

     “O Ano 2012 é um reconhecimento de que as cooperativas realmente constroem um mundo melhor. Isso fica ainda mais claro em momentos de turbulências, como na crise vivenciada em 2008 e 2009. Naquele período, os países cooperativistas se destacaram por conseguir driblar as dificuldades e manter seus índices de crescimento. Esse é um dos diferenciais do setor, criar novas oportunidades e ser empreendedor”. Com essas palavras, o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, ressaltou a importância do movimento cooperativista para o desenvolvimento socioeconômico mundial durante a solenidade de lançamento do Ano Internacional das Cooperativas no Brasil. O evento ocorreu na quarta-feira (14/12), em Brasília (DF), e reuniu cerca de 200 pessoas, entre líderes do setor, representantes do governo federal, parlamentares e integrantes de entidade parceiras.  

     Freitas também destacou que a iniciativa da Organização das Nações Unidas (ONU) de declarar 2012 como o Ano Internacional das Cooperativas abrirá novas portas para o segmento. “Teremos a oportunidade de sensibilizar o governo e a sociedade do papel que tem o cooperativismo na geração de trabalho e renda, e na consequente redução das desigualdades sociais. Nossa intenção é fomentar a criação de novas políticas públicas voltadas ao segmento, que incentivem a sua expansão e consolidação como alternativa socioeconômica sustentável”, disse.

     O presidente do Sistema OCB lembrou ainda que o primeiro passo para o reconhecimento da ONU foi dado pelo coordenador do Centro de Agronegócio da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Roberto Rodrigues, enquanto presidente da Aliança Cooperativa Internacional (ACI), entre 1997 e 2001. Em seguida, o superintendente da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Renato Nobile, chamou a atenção do público para os indicadores do cooperativismo no Brasil e no mundo. “Já conquistamos um espaço importante e hoje nossa participação na economia do país é realmente expressiva. Tanto é assim que respondemos por praticamente 6% do PIB. No campo, cerca de 50% de tudo que é produzido internamente passa de alguma forma por uma cooperativa. E mundialmente, mobilizamos 1 bilhão de pessoas”, comentou.

     Representando o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Mendes Ribeiro Filho, o secretário-executivo da pasta, José Carlos Vaz, enfatizou que a comemoração do Ano 2012 levará a população a resgatar e fortalecer o espírito da solidariedade. “Temos que solidificar as instituições e os movimentos que resgatam o melhor do homem. Para isso, reforço aqui o compromisso do ministério em promover ações e projetos que fortaleçam as cooperativas brasileiras, em especial, as agropecuárias”, comentou Vaz, se referindo ao setor como caminho para o desenvolvimento da agricultura nacional. E finalizou: “em 2012, estaremos sempre ao lado do movimento cooperativista”.

     Já o presidente da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), senador Waldemir Moka, destacou o cooperativismo como alternativa para a geração e distribuição justa de riquezas no mundo. Ele também enfatizou o comprometimento dos integrantes da Frencoop para o desenvolvimento do setor. “Trabalhamos com esse único objetivo e temos conquistado vitórias importantes. Recentemente, aprovamos no Senado Federal uma proposição que permite o acesso das cooperativas de crédito aos recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT). Da mesma forma, buscamos a aprovação do novo Código Florestal ainda este ano. Mesmo sem conseguir isso, ratifico que estaremos ainda mais unidos no sentido de obter uma legislação ambiental realmente coerente com a realidade do nosso País”, disse.

     O coordenador do Centro de Agronegócios da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Roberto Rodrigues, mentor da ideia do Ano Internacional quando membro da Aliança Cooperativa Internacional (ACI), entusiasmou a todos os presentes anunciando seu próximo desejo: “pleitear o Prêmio Nobel da Paz para o cooperativismo”. Segundo o cooperativista, a sugestão é absolutamente plausível. “Precisamos de uma articulação mundial que promova a democracia e a paz, e o cooperativismo possui claramente as competências necessárias para defender esta bandeira”, afirmou. Em seguida, sugeriu que o Brasil lidere essa movimentação, levando a solicitação à ACI.

     Logo depois foi a vez do ministro do Esporte, Aldo Rebelo, se pronunciar. Relator do projeto do novo Código Florestal na Câmara dos Deputados, Rebelo iniciou seu discurso comemorando as conquistas alcançadas ao longo de 2011 e afirmando que o Brasil tem plenas condições de vencer os desafios que se desenham para o próximo ano. E destacou: “não se constrói um país forte economicamente sem a participação de um grande movimento cooperativista. O cooperativismo organiza a economia, alinhando o interesse dos menores com a força dos maiores”. Segundo o deputado, o Brasil precisa investir na desburocratização para o cooperativismo.

     Américo Utumi, membro do Conselho de Administração da Aliança Cooperativa Internacional (ACI), afirmou que a declaração pela Organização das Nações Unidas (ONU) de 2012 como Ano Internacional das Cooperativas é uma vitória para o movimento. E Luiz Eduardo Feltrim, que representou o presidente do Banco Central (BC), Alexandre Tombini, afirmou que a comemoração vai ao encontro da proposta anunciada recentemente pela instituição de firmar uma parceria internacional para promover inclusão financeira. “Cooperativas de Crédito têm sido um diferencial em meio a crise e estão fazendo a diferença nas comunidades onde atuam. Estamos de braços dados com o cooperativismo para que tenhamos um sistema financeiro sólido”, finalizou.

Fonte: Sistema OCB.

 

Cecoop realiza última reunião do ano

     Na manhã de segunda-feira (12/12), o Conselho Estadual de Cooperativismo (Cecoop) realizou sua última reunião de 2011 no Centro de Formação Profissional Cooperativista, em Porto Alegre. O secretário-executivo do Cecoop, Gervasio Plucinski, destacou que este ano a Assembleia Legislativa aprovou cinco projetos em prol do cooperativismo, construídos com auxílio do Grupo de Trabalho do Cooperativismo Gaúcho, como o PL 335/2011, que introduziu alterações no Fundopem/RS. “O cooperativismo está muito feliz, graças a esses instrumentos jurídicos que vão alavancar especialmente o ramo Agropecuário”, ressaltou o presidente do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, Vergilio Perius.
     O secretário de Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo, Ivar Pavan, presidente do Cecoop, reafirmou o compromisso do Conselho e do governo do Estado com as cooperativas do Rio Grande do Sul. “A cooperação é a grande estratégia para o desenvolvimento rural do Estado. Elaboramos, este ano, um conjunto de medidas com o objetivo de viabilizar o cooperativismo e queremos avançar nesse processo. Iniciamos um trabalho no cooperativismo Agropecuário e o passo seguinte será a definição de uma pauta que possa definir os eixos de atuação dos demais ramos, para fazermos de 2012 efetivamente o Ano Internacional das Cooperativas também no Rio Grande do Sul”, declarou.
     A pauta da reunião do Cecoop incluiu também a possibilidade de comercialização de produtos das cooperativas na Expointer, a mobilização para a participação de um representante do cooperativismo como titular do Conselho da Junta Comercial, o cronograma de reuniões em 2012, entre outros assuntos.

Cooperativas recebem Prêmio de Responsabilidade Social

     Na noite de quarta-feira (23/11), foram entregues as distinções do Prêmio de Responsabilidade Social da Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul (AL/RS). Foram concedidos 13 troféus, 171 certificados e cerca de 600 diplomas. Resultado de uma parceria da AL/RS com a sociedade civil organizada, a iniciativa incentiva projetos voltados para o bem-estar da sociedade e para a preservação ambiental.

     A Unimed Erechim foi uma das vencedoras, na categoria Sociedades Cooperativas. Na mesma cerimônia, foram entregues certificados às organizações que atingiram a pontuação mínima em relação aos indicadores definidos no edital e diplomas às empresas, contadores e colaboradores responsáveis pelos dados apresentados. As seguintes cooperativas foram certificadas: Sicredi Alto Uruguai, Cosulati, Cotrisal, Cotripal, Creluz, Unimed Erechim, Unimed Litoral Sul, Unimed Missões, Unimed Nordeste, Unimed Porto Alegre, Unimed Santa Rosa, Unimed Vale do Caí e Unimed Vale do Sinos.

Prêmio
     Instituída por lei estadual, a distinção é promovida pelo Parlamento gaúcho, sob coordenação de um grupo formado por representantes de entidades e instituições da sociedade civil. Essa comissão avalia os investimentos das organizações inscritas em ações sociais e decide quem será premiado. O Sistema Ocergs-Sescoop/RS faz parte do grupo, também comporto por Fiergs, Federasul, Fecomércio, Sesc, Sesi, PGQP, Associação dos Dirigentes Cristãos de Empresas, Central Autônoma dos Trabalhadores, Federação das Associações de Servidores Públicos no RS, ONG Parceiros Voluntários, Fórum de Responsabilidade Social, Conselho Regional de Contabilidade, Famurs, ARI e Secretaria do Trabalho e Desenvolvimento Social do RS. 
 
* Com informações da AL/RS.

Exportações das cooperativas chegam a US$ 5,1 bilhões

 

      As exportações das cooperativas brasileiras, entre janeiro e outubro deste ano, superaram o valor registrado nos 12 meses de 2010, chegando a US$ 5,1 bilhões. No último ano, as vendas totais do segmento ao exterior fecharam em US$ 4,4 bilhões. Os dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) também indicam crescimento de 34,6% em relação aos dez primeiros meses do ano anterior, quando foram contabilizados US$ 3,8 bilhões. A balança comercial do cooperativismo também se manteve em alta, registrando  US$ 4,9 bilhões, valor 34,7% superior ao mesmo período de 2010, quando atingiu US$ 3,6 bilhões.

      Os números, segundo o presidente da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Márcio Lopes de Freitas, confirmam a tendência de crescimento. “O resultado vem ratificar a expectativa de chegarmos ao final do ano com praticamente US$ 6 bilhões”, diz. Para o dirigente, o foco no profissionalismo dos negócios, aliado ao comportamento do mercado e à demanda mundial por alimentos, justifica os indicadores.   

Produtos
 
      No grupo de produtos exportados pelas cooperativas, continua em primeiro lugar o complexo sucroalcooleiro, com US$ 1,9 bilhão, respondendo por 37,2% do total. Em seguida, aparece o complexo soja, com US$ 1,1 bilhão e 22,4%. Café em grãos fechou o período com US$ 623,7 milhões, representando 12,1% das vendas. Carne de frango também está entre os principais itens e registrou US$ 461,2 milhões, correspondendo a 9%. Vale citar ainda o trigo, com US$ 241,5 milhões e 4,7% das exportações.    

      A permanência do complexo sucroalcooleiro na liderança pode ser explicada, de acordo com o gerente de Ramos e Mercados da OCB, Gregory Honczar, pelos mesmos condicionantes já observados no passado, principalmente pela forte demanda do etanol brasileiro aliada aos bons preços.    

Estados exportadores
 
       Na relação dos estados exportadores, São Paulo, mais uma vez, registrou o maior valor, com US$ 1,7 bilhão, representando 33,4% dos negócios do setor. Paraná, por sua vez, fechou com US$ 1,6 bilhão e 33% do total. Na terceira colocação, está Minas Gerais (US$ 666,8 milhões; 13%), seguida do Rio Grande do Sul (US$ 331,4 milhões; 6,5%) e Santa Catarina (US$ 248,9 milhões; 4,8%).

Mercados
 
      A China se mantém como o principal mercado de destino dos produtos cooperativistas. De janeiro a outubro, os chineses compraram US$ 661 milhões. O valor corresponde a 12,9% das exportações do segmento. Os Emirados Árabes ocuparam a segunda colocação, com US$ 497,2 milhões e 9,7%. Na sequência, estão Estados Unidos (US$ 483,5 milhões; 9,4%), Alemanha (US$ 384,9 milhões; 7,5%) Holanda (US$ 265,1 milhões; 5,2%) e Japão (US$ 243,5 milhões; 4,7%).
 
Fonte: OCB

 


 

Deputados e lideranças debatem Projetos de Lei para o cooperativismo

 


     Lideranças cooperativistas, deputados da Frente Parlamentar de Apoio ao Cooperativismo do Rio Grande do Sul (Frencoop/RS) e assessores parlamentares participaram de um café da manhã proposto pela Ocergs (Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado do Rio Grande do Sul), na manhã desta quarta-feira (26/10). O encontro, que contou com a presença do secretário de Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo, Ivar Pavan, teve como pauta os Projetos de Lei que tramitam na Assembleia Legislativa gaúcha, criados a partir de propostas do Grupo de Trabalho do Cooperativismo Gaúcho: o PL 335/2011, que pretende modificar a Lei do Fundo Operação Empresa do Estado do Rio Grande do Sul (Fundopem/RS) e do Programa de Harmonização do Desenvolvimento Industrial do Rio Grande do Sul (Integrar/RS); e o PL 333/2011, que institui a Política Estadual de Fomento à Economia da Cooperação. O diretor do Departamento de Cooperativismo da Secretaria de Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo, Gervásio Plucinski, também acompanhou os debates.

     De acordo com o presidente do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, Vergilio Perius, o cooperativismo gaúcho é totalmente favorável ao PL 335/2011, que trata das alterações no Fundopem/RS. Para o dirigente, a concessão de recursos do Fundo deve ser condicionada à realização de programas de fomento para a produção de matérias-primas, garantindo melhor competitividade às cooperativas. “Percebemos um avanço em termos de políticas públicas para as cooperativas no Rio Grande do Sul, especialmente para o ramo Agropecuário. Com a modificação do Fundopem/RS, veremos o crescimento não somente das cooperativas, mas de todo o Estado”, ressaltou. O cooperativismo gaúcho tem algumas ressalvas em relação ao PL 333/2011, que foram apresentadas pelo gerente jurídico do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, Mario De Conto, em forma de propostas de emendas aos Projetos de Lei.

     O secretário Ivar Pavan lembrou que o governo do Estado apresentará um pacote de medidas para o cooperativismo na próxima segunda-feira (31/10), que contemplará algumas das sugestões do Grupo de Trabalho. Segundo ele, Executivo, Legislativo e cooperativas trabalharão juntos para a bem do cooperativismo no Rio Grande do Sul. O presidente da Frencoop/RS, Heitor Schuch, assinalou que os 32 deputados da Frencoop/RS estão comprometidos com as propostas do cooperativismo gaúcho encaminhadas ao Parlamento.  

Unimed discute a judicialização da saúde suplementar

        Representantes dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário estiveram presentes no “Café da Manhã com Política”, promoção da Federação Unimed/RS e do Instituto Unimed RS. O evento foi realizado ontem (19/10), em Lajeado.

      De acordo com o presidente da Federação, Nilson Luiz May, a Unimed Vales do Taquari e Rio Pardo (VTRP), com sede em Lajeado, sugeriu que o Café com Política, que costuma ocorrer em Porto Alegre, fosse levado a outros municípios do Estado. “É a inauguração da fase de interiorização do evento”, contou May.

      A palestra do Café com Política de Lajeado foi do gerente jurídico da Central Nacional Unimed, Jeber Juabre Júnior. Ele falou sobre a Judicialização na Saúde Suplementar. Segundo o palestrante, quando as operadoras de saúde sofrem ações e cobranças que consideram indevidas, não resta alternativa senão recorrer ao Poder Judiciário. “Por isso, é preciso chegar aos conceitos de saúde, saúde pública e de atuação privada na saúde como forma de tornar mais clara essa discussão”, declarou.

       Para Juabre Júnior, é necessário respeitar os contratos firmados entre planos de saúde e seus clientes. O advogado questionou as diversas decisões judiciais que têm concedido benefícios diferentes dos previstos em contrato. Ele frisou que é preciso mostrar à sociedade e à Justiça que existem diferenças entre o que é requerido por clientes, o que está no contrato e aquilo que a operadora tem condições de arcar.

      O palestrante salientou que esse tipo de decisão prejudica as operadoras financeiramente, principalmente as cooperativas médicas, como no caso das Unimeds. Elas têm um maior volume de recursos comprometidos, imposição das várias provisões determinadas pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Juabre Júnior ainda criticou outras iniciativas, como o ressarcimento exigido às operadoras devido a atendimentos prestados pelo SUS a clientes de planos de saúde. Conforme o palestrante, o Estado não pode cobrar das instituições privadas por um serviço que é direito de qualquer cidadão. “As instituições privadas não podem pagar a conta da deficiência do Estado. É como se, por haver segurança privada em um condomínio, o morador não pudesse contar com a segurança pública”, comparou.

      Para Juabre, será uma questão de sobrevivência das operadoras, principalmente para as cooperativas Unimed, recorrer ao Judiciário para buscar soluções a essas questões. “O cooperativismo não precisa favor, o cooperativismo tem que exigir respeito”, afirmou o palestrante.

     Além de autoridades e imprensa, participaram do encontro o diretor administrativo do Instituto Unimed RS, Alcides Mandelli Stumpf, o presidente da Unimed VTRP, Carlos Antonio da Luz Rech, e médicos cooperados de diversas singulares. Após a apresentação, foi aberto espaço para perguntas ao palestrante.
 
 

 

Frencoop promove seminário sobre o ramo Agropecuário

       A Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) e a Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop) realizaram, no dia 28 de setembro, no auditório Petrônio Portela do Senado Federal, o “III Seminário da Frencoop: Desafios e Perspectivas para o Ramo Agropecuário”. O evento teve como objetivo discutir as ações e os projetos estratégicos de interesse do segmento. O vice-presidente do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, Irno Pretto, representou o Rio Grande do Sul.


     De acordo com a gerente de Relações Institucionais da OCB, Tânia Zanella, o seminário é um espaço de interlocução entre lideranças do Sistema e do Poder Legislativo. “O seminário procura sempre pautar temas influentes no Congresso Nacional, destacando o posicionamento do Sistema OCB. Promove a articulação da Frente e o fortalecimento de suas ações, de forma integrada e consistente,” afirma Tânia.

     Houve três painéis de discussão: “Desafios do Ramo Agropecuário nos Poderes Executivo e Legislativo”, com a presença dos secretários-executivos dos Ministérios da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e do Desenvolvimento Agrário; “Desmistificando o Novo Código Florestal: o texto aprovado na Câmara dos Deputados”, com presença do deputado Aldo Rebelo, relator do projeto na Câmara, e “Propostas para o Novo Código Florestal no Senado Federal”, com os relatores do projeto para o novo texto no Senado, os senadores Luiz Henrique e Jorge Viana.

     “Temos de fazer este país ‘voar’ para o primeiro mundo com as ‘asas’ do que ele tem de melhor, o agronegócio brasileiro”, ressaltou Roberto Rodrigues, coordenador do Centro de Agronegócios da Fundação Getúlio Vargas (FGV), na apresentação do painel sobre as principais bandeiras das cooperativas Agropecuárias.

     Para a consolidação do movimento cooperativista, o secretário executivo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), José Carlos Vaz, ressaltou dois pontos como fundamentais. “É preciso trabalhar a gestão das cooperativas, investir em profissionalização e seguir um modelo de governança. Além disso, temos de fortalecer a marca cooperativista como sistema. Assim, conseguiremos resultados ainda melhores”, disse. Vaz também frisou que o cooperativismo está entre as prioridades para o ministro da pasta, Mendes Ribeiro.

     Representando o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) nos debates, o secretário de Agricultura Familiar, Laudemir Müller, enfatizou que as cooperativas são elementos centrais para gerar riqueza para todo o agronegócio, em especial o familiar. “Sabemos da necessidade de se fazer ajustes, por exemplo, nas políticas públicas do ministério direcionadas às pessoas jurídicas, para que as cooperativas tenham acesso pleno a esses recursos, com menos burocracia”, comentou. Müller citou ainda três outras esferas que precisam ser trabalhadas: “É fundamental oferecermos mais capital de giro, além de investirmos fortemente na proteção e promoção comercial”, disse.

     O deputado federal Valdir Colatto, representante do ramo Agropecuário na Frencoop, também iniciou seu pronunciamento ressaltando o importante papel das cooperativas para os produtores rurais brasileiros. “Esta é a função das cooperativas, fazer frente em um mercado extremamente competitivo, reunindo agricultores e pecuaristas, em sua maioria, de pequeno e médio portes”. Em seguida, Colatto relacionou temas em tramitação no Congresso Nacional e no âmbito do Executivo, que afetam direta ou indiretamente o homem do campo. “Precisamos defender a produção nacional, remunerando os nossos produtores de forma justa, fazendo frente a outros países, inclusive na incidência de tributos. Aí entra a tributação do ato cooperativo, o que precisa ser revisto urgentemente”, disse. O parlamentar falou também de questões fundiárias, indígenas e quilombolas, além da compra de terras por estrangeiros, como pontos que merecem atenção e acompanhamento por parte de todo o setor produtivo.      
 

 
Da esquerda para a direita: deputado Giovani Cherini, ministro da Agricultura, Mendes Ribeiro Filho; presidente-executivo da União Brasileira do Biodiesel (Ubrabio), Odacir Klein; vice-presidente do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, Irno Augusto Pretto

 

OCB e DGRV propõem ações para o cooperativismo de Moçambique

 

     Brasil e Alemanha trabalham juntos para fomentar o desenvolvimento do cooperativismo em Moçambique, na África. O projeto está sob a coordenação da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) e da Confederação Alemã das Cooperativas (DGRV). O assessor estratégico da OCB, Maurício Landi, e o coordenador da DGRV no Norte/Nordeste do Brasil e Moçambique, Matthias Knoch, visitaram o país entre os dias 26 de setembro e 1º de outubro para conhecer a realidade local e formatar um plano de ação.

     O processo também conta com o apoio e envolvimento direto da Agência Brasileira de Cooperação (ABC) e Cooperação Alemã para o Desenvolvimento (GIZ). Segundo Landi, uma das ações prioritárias será adequar e instrumentalizar a Associação Moçambicana de Promoção do Cooperativismo Moderno (AMPCM) como entidade representativa do cooperativismo. “O povo moçambicano ainda não desenvolveu a cultura da cooperação. Podemos dizer que o cooperativismo está numa fase inicial no país, até mesmo embrionária. Instituir uma  representação será essencial para disseminar os benefícios do movimento à sociedade”, disse o assessor estratégico.

     Para normatizar e imprimir uma dinâmica do cooperativismo de crédito,  OCB e DGRV sugerem a adequação das normas do Banco Central de Moçambique para formalização, de forma gradual, das associações em cooperativas. A ideia, como explica Landi, é contribuir para a capilarização formal do crédito.

     Orientar as organizações para o enquadramento à nova Lei Cooperativista, em 2012, e indicar o Ministério da Indústria e Comércio de Moçambique como instituição interlocutora do cooperativismo no governo são outras ações previstas no plano.

Saiba mais - Moçambique é um país eminentemente rural, com mais de 80% de sua população presente no campo. Parte da população urbana, mais de 2 milhões, está concentrada na capital Maputo. Em desenvolvimento, seu PIB já cresce 7,5% em 2011, graças aos investimentos em mineração , petróleo, carvão e outros minerais. A característica fundiária do país está na agricultura essencialmente familiar , tendo em vista que a terra é estatal e seu uso ocorre por concessão de 50 anos renováveis.

Fonte: OCB

XXI Convenção da Uniodonto é realizada na Bahia

 

     Cooperativas de todo o Brasil ligadas ao Sistema Uniodonto se reuniram em Imbassaí, na Bahia, para a XXI Convenção Nacional Uniodonto.“Crescer com excelência valorizando o cooperado” é o tema do encontro que conta com apoio do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop). “Vamos pensar em mudanças, em um mundo ideal e agir. Daremos um passo a cada dia, mas estaremos em constante evolução, pois as coisas avançam muito rápido e precisamos acompanhar esse processo”. Esse foi o recado do presidente da Uniodonto, José Alves, na abertura do evento, na noite da última quarta-feira (05/10).

     “O mercado é ágil, feroz e voraz, e precisamos nos preparar para crescer com excelência, valorizando nossos cooperados”. Com essas palavras, o presidente da Uniodonto encerrou seu discurso e, em seguida, passou a palavra ao superintendente da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Renato Nobile. Em seu pronunciamento, Nobile destacou o tema da convenção “Crescer com excelência valorizando o cooperado” como ponto essencial não só para a Uniodonto, mas para todo o sistema cooperativista. “É sempre um grande desafio para presidentes, líderes e cooperados crescer preservando os princípios e os valores do cooperativismo”, declarou.

     Complementando a opinião de Alves sobre o crescimento contínuo e acelerado do mercado, Nobile destacou os avanços tecnológicos e a contribuição que as cooperativas podem oferecer. “Temos conhecimento técnico e ferramentas que devem ser utilizadas em nosso favor. E temos uma característica particular, a mais importante, na verdade, nosso negócio é feito com alma”, disse, enfatizando o grande diferencial dos profissionais que atuam nas cooperativas de odontólogos.

     A mesa de abertura contou também com a presença do presidente da Organização das Cooperativas do Estado da Bahia (Oceb) e da unidade estadual do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop/BA), Cergio Tecchio. 

     A XXI Convenção Nacional da Uniodonto foi encerrada no sábado (08/10).

 


 

Integrantes do Conselho Estadual de Cooperativismo tomam posse

     O Conselho Estadual de Cooperativismo (Cecoop) se reuniu na manhã desta quinta-feira (06/10), no Centro de Formação Profissional Cooperativista do Sescoop/RS, em Porto Alegre. A pauta principal do encontro foi a posse dos integrantes do Conselho, que terão mandato de dois anos. Conforme o presidente do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, Vergilio Perius, o cooperativismo gaúcho será parceiro do Cecoop, para que ações coletivas possam ser desenvolvidas em benefício dos 2 milhões de associados das cooperativas no Rio Grande do Sul.
     O presidente do Cecoop, secretário estadual de Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo, Ivar Pavan, ressaltou que o Conselho debaterá assuntos pertinentes ao sistema cooperativista e levará suas demandas ao governo do Estado. “A partir do debate, poderemos perceber o que se pode fazer em termos de políticas públicas para que o cooperativismo continue sendo uma grande força no desenvolvimento de toda a nossa sociedade”, disse. Pavan afirmou que um pacote de medidas para as cooperativas Agropecuárias já está sendo elaborado e que, no futuro, todos os ramos do cooperativismo deverão ser contemplados.
 
     Integrantes do Conselho Estadual de Cooperativismo (Cecoop):
 
Representantes das Secretarias Estaduais:
- Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo – Gervasio Plucinski (titular), Dorlei Cole (suplente);
- Fazenda – Giovanni Padilha da Silva (titular), Silvio Barbosa dos Reis (suplente);
- Agricultura, Pecuária e Agronegócio – Milton Bernardes Ferreira (titular), Cláudio Fioreze (suplente);
- Desenvolvimento e Promoção do Investimento – Sérgio Roberto Kapron (titular), Taylor Guedes (suplente);
- Trabalho e Desenvolvimento Social – Leda Maria de Vargas Momback (titular), Marly Tavares (suplente);
- Habitação e Saneamento – Elisandro Pagliari (titular), Vera Pastro (suplente);
- Saúde – Claudio Roberto da Silva (titular), José Antonio Salvador (suplente);
- Infraestrutura e Logística – Jurandir João Farias (titular), Camila de Cássia Cordova dos Santos (suplente);
- Educação – Sandra Pinho (titular), Cindi Regina Sandri (suplente).
 
Representantes do cooperativismo gaúcho:
- Abel Paré (ramo Transporte - titular), Alcides de Mendonça Lima (ramo Saúde - suplente);
- Inezio Francisco Martini (ramo Habitacional – titular), Darci Pedro Hartmann (ramo Agropecuário – suplente);
- Irno Augusto Pretto (ramo Saúde – titular), Diamantino Marques dos Santos (ramo Infraestrutura – suplente);
- Jânio Vital Stefanello (ramo Infraestrutura – titular), Eneida de Fátima Souto Brasil (ramo Turismo e Lazer – suplente);
- Orlando Borges Müller (ramo Crédito – titular), Léo Airton Trombka (ramo Crédito – suplente);
- Paulo Sergio Dias (ramo Trabalho – titular), Malvina Fandinho da Silva Amaral (ramo Mineração – suplente);
- Rui Polidoro Pinto (ramo Agropecuário – titular), Nilsa Terezinha Capiem de Figueiredo (ramo Produção – suplente);
- Valdir Bernardo Feller (ramo Educacional – titular), Perci Cardoso Costa (ramo Consumo – suplente);
- Vergilio Frederico Perius (Sistema Ocergs-Sescoop/RS/ demais ramos – titular), Vinícius Ramos Pereira da Costa (suplente).

Cooperativismo brasileiro participa de assembleia da OCPLP

       Os integrantes da Organização das Cooperativas dos Países de Língua Portuguesa (OCPLP) estão reunidos em Luanda, na Angola, até esta terça-feira (4/10) para realização da Assembleia Geral Ordinária (AGO) do colegiado. O presidente da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Márcio Lopes de Freitas, que também preside a OCPLP, participa da AGO juntamente com o assessor estratégico da entidade, Maurício Landi.

      Durante o encontro, serão votadas as alterações propostas pela OCB no estatuto da organização. “Trabalhamos na elaboração de um novo texto, com o objetivo de melhor estruturar a OCPLP e, assim, obter resultados mais concretos nas alianças estratégicas estabelecidas entre as instituições cooperativas integrantes do movimento”, explica Freitas.
    
      Com a aprovação do novo estatuto, a instituição dará início a um plano de atividades, elaborado pela Cooperativa Antônio Sérgio para a Economia Social (Cases), membro da OCPLP, com sede em Portugal, e se estenderá até o final de 2012. Também serão validados na AGO a relação das atividades previstas para o Ano Internacional das Cooperativas – 2012, o projeto de uma escola internacional do cooperativismo em Angola, além da prestação de contas referente ao exercício 2010/2011.
 

      Leia mais sobre a OCPLP.


 

Sindicato da Ocergs promove II Curso de Direito Sindical

      A Ocergs (Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado) promoveu, no dia 22 de setembro, a segunda edição do Curso de Direito Sindical, direcionado a profissionais de Direito, Administração e Recursos Humanos envolvidos em negociações coletivas entre cooperativas e sindicatos de empregados. O Curso foi ministrado por Luiz Alberto Matos dos Santos, representante da C&M Assessoria e Treinamento, que presta consultoria à Confederação Nacional das Cooperativas (CNCOOP).

     De acordo com o diretor de Relações Sindicais e vice-presidente do Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado do Rio Grande do Sul (Ocergs), Irno Pretto, a resposta do público foi bastante positiva. “Temos planos de levar o Curso para o interior do Estado. Existe um consenso sobre a necessidade de aumentar o conhecimento para tornar a relação entre direção e colaboradores cada vez mais próxima e harmônica”, afirma Pretto.

O histórico dos sindicatos no Brasil

      Professor universitário especialista em Direito Material e Processual do Trabalho pela Universidade Mackenzie, Mestre em Direito do Trabalho pela PUC/SP, doutorando em Direito pela Universidade de Coimbra (Portugal) e autor do livro “A Liberdade Sindical Como Direito Fundamental”, Santos apresentou o histórico da evolução legislativa sindical no Brasil. Segundo ele, a primeira Constituição Republicana, de 1891, declarou o direito de reunião e associação. Em 1903, o Decreto 979 permitiu a criação de sindicatos de trabalhadores rurais, enquanto os urbanos foram criados a partir de 1907, com o Decreto 1637.

      “Falta consciência sindical ao trabalhador brasileiro”, afirma Santos, que atribui o fato à forma como os sindicatos surgiram no País. “Os sindicatos brasileiros foram mais dados que conquistados. Não foi como na Europa, em que eles surgiram da relação entre explorador e explorado, da vivência, da necessidade. Falta o perfil de conquista para que a área sindical seja influente no Brasil”, declarou o palestrante.  

      Na República Nova, o presidente Getúlio Vargas, com o objetivo de queimar etapas e diminuir o atraso econômico, reformulou as relações jurídico-trabalhistas com implantação de um novo modelo econômico, alterando a estrutura rural e manufatureira para um modelo industrial e mecanizado. Em 1934, Vargas instituiu a pluralidade sindical, que foi substituída pelo modelo de unicidade sindical em 1937.

      A Constituição de 37 condicionou o funcionamento dos sindicatos ao reconhecimento oficial do Estado, estabelecendo a dependência financeira do Estado através do imposto sindical.

A estrutura sindical das cooperativas

      O Curso contou também com a palestra de Junia Queiroz Alves Dal Secchi, assessora jurídica da Confederação Nacional das Cooperativas (CNCOOP). Segundo ela, o Sistema Confederativo de Representação Sindical das Cooperativas (Siscoop) é organizado de forma piramidal, formado pela (CNCOOP), seis Federações e 50 sindicatos de cooperativas – categoria onde está a Ocergs.

      A Ocergs foi fundada em 26 de novembro de 1993, através de Assembleia Geral. Em 13 de agosto de 2001, obteve a carta sindical através da qual firmou ligação nacional com a CNCOOP. Com 535 cooperativas registradas, o Sindicato da Ocergs exerce a representação sindical, prestando assessoria e orientação jurídica na área sindical patronal, além de firmar acordos e convenções ou suscitar dissídios coletivos que abranjam a categoria patronal.

      A CNCOOP, por sua vez, é uma entidade sindical patronal de 3º grau, pessoa jurídica de direito privado, sem fins lucrativos e legítima representante da categoria econômica das cooperativas em todos os seus ramos de atividades. Foi fundada em julho de 2005 e possui sede em Brasília.

     Segundo Junia Queiroz Alves Dal Secchi, a Confederação Nacional representa e defende os interesses de mais de 7 mil de cooperativas de todo o Brasil, nos âmbitos legislativo, administrativo, extra-judical e judicial. “O Sistema aposta na sinergia com as seis Federações e 50 sindicatos para orientar, coordenar e defender as atividades de sua categoria. Assim, as entidades encontram na Confederação um canal aberto para expressar as demandas do sindicalismo e do empresariado”, afirma Junia.
 

 


 

Ramo Transporte se reúne na sede da OCB

     “O cooperativismo de Transporte de cargas e passageiros tem boas perspectivas de crescimento. É um ramo muito dinâmico, que beneficia um grande número de trabalhadores brasileiros”. A avaliação é do representante nacional do ramo, José Carneiro, que participou na terça-feira (13/9), em Brasília (DF), de uma reunião com o Conselho Consultivo do Ramo Transporte da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB).
     Apesar do cenário positivo, Carneiro sabe que tem muitos desafios pela frente, principalmente no que diz respeito à legislação para o setor. Entre os pontos destacados estão as altas cargas tributárias. A melhor saída, segundo Carneiro, é elaborar ações estratégicas para conseguir acelerar o crescimento do segmento, que reúne 1.015 cooperativas no País, gera 10.787 empregos diretos e atende a 321.893 associados. Entre as demandas do setor está a criação de um comitê para tratar de transporte de passageiros, seguindo o mesmo modelo que já existe para o transporte de cargas. “No ramo, temos várias categorias: transporte individual de passageiros (táxi e mototáxi), coletivo de passageiros (vans, ônibus), de cargas (caminhão) e de escolares (vans e ônibus). Por isso, precisamos segmentar as discussões e, assim, elaborar ações específicas”, diz Carneiro.
     Durante o encontro, o representante nacional do ramo Consumo, Márcio Valle, apresentou a experiência da Central de Cooperativas de Consumo do País (Coopbrasil). O empreendimento foi formado inicialmente por sete cooperativas, que apresentaram faturamento de R$ 2,2 bilhões em 2010. Segundo ele, o objetivo é melhorar o poder de negociação com fornecedores por meio do ganho de escala. “Temos ainda a missão de desenvolver produtos de marca própria e importados, além de ganhar estrutura logística no País. Com uma escala maior, teremos melhores oportunidades de negócios”.
     Para o presidente da Central Rede Transporte e representante do Rio Grande do Sul, Abel Moreira Paré, a possibilidade de organizar uma rede de negócios em nível nacional abre uma série de possibilidades e oportunidades para as cooperativas de Transporte. Conforme ele, o desafio é modelar um projeto inteligente que contemple as peculiaridades das singulares e potencialize a sinergia presente no ramo. “A organização do ramo através de uma rede de negócios viabilizará a composição de uma estrutura técnica para dar suporte às demandas do setor, incluindo o nivelamento tributário, contábil, tecnológico e operacional das cooperativas de Transporte”, ressalta.
 
* Com informações do Sistema OCB.

Ocergs acompanha audiência pública no Senado

      O vice-presidente da Ocergs – Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado do Rio Grande do Sul, Irno Augusto Pretto, é uma das lideranças que estão hoje (13/09) no Senado, acompanhando a audiência pública sobre o projeto de lei que altera o Código Florestal.

    O objetivo da comitiva, que além da Ocergs conta com a Contag, Fetag/RS, Afubra, Fecoagro e com o deputado Heitor Schuch, é sensibilizar os senadores sobre os benefícios que a aprovação do PL na Câmara dos Deputados gerou à agricultura. Entre eles, estão a manutenção de áreas consolidadas, o tratamento diferenciado para pequenos produtores e o pagamento por serviços ambientais.

Sistema promove café da manhã com a senadora Ana Amélia Lemos

 

 

      O Sistema Ocergs-Sescoop/RS promoveu, na manhã de hoje (08/09), um café da manhã com a presença da senadora Ana Amélia Lemos e lideranças do cooperativismo gaúcho. “Além do apreço que tenho pelo cooperativismo do meu Estado, acho que, em um sistema moderno e capitalista, a cooperação é o caminho mais indicado”, afirmou a senadora.

      O encontro ocorreu no Centro de Formação Profissional Cooperativista do Sescoop/RS, em Porto Alegre. Assuntos como legislação cooperativa, educação e saúde foram discutidos informalmente, na presença de cerca de 20 pessoas.

Educação

      Ana Amélia Lemos é representante do ramo Educacional na Frencoop (Frente Parlamentar de Apoio ao Cooperativismo) do Senado e falou sobre o projeto de Lei 250/2009, de autoria da ex-senadora Marisa Serrano, que está em caráter terminativo na Comissão de Educação. O relator, senador Pedro Simon, já deu parecer favorável ao Projeto, que visa promover alterações na Lei 11096/2005.

      A Lei de 2005 exclui do Programa Universidade para Todos (Prouni) estudantes de escolas mantidas por cooperativas. Ana Amélia defende que o critério para o acesso a bolsas de estudos deve seguir o mesmo princípio das cotas – o de renda. “A questão principal deve ser a econômica”, afirmou.

     “O Sistema Ocergs-Sescoop/RS tem um grande envolvimento com a educação. Gostaria de receber sugestões das cooperativas sobre este tema, para que este não se torne um projeto individual”, solicitou a senadora.

Saúde

      O vice-presidente da Ocergs, Irno Pretto, parabenizou Ana Amélia pelo trabalho na representação do Rio Grande do Sul e solicitou o acompanhamento de projetos que envolvam o ramo Saúde. Segundo ele, as agências reguladoras, especialmente a ANS (Agência Nacional de Saúde), têm punido gravemente cooperativas de Saúde como a Unimed e a Uniodonto.

      Para Ana Amélia, a saúde é um dos principais problemas a serem resolvidos no Brasil. “Os hospitais públicos estão uma calamidade, inclusive em Brasília, capital federal. Aí sistemas como a Unimed agem, mas são punidos. Esta é uma das incoerências deste País”, lamentou a senadora.

Agroenegócio

      Representantes do cooperativismo Agropecuário, como o presidente da FecoAgro/RS (Federação das Cooperativas Agropecuárias do RS), Rui Polidoro Pinto, levantaram a questão do acesso ao crédito para as cooperativas de produção agrícola.

      Segundo Ana Amélia, há previsão de que, em cinco anos, a Argentina ultrapasse o Brasil na produção de grãos, e um dos motivos é exatamente o acesso ao crédito e financiamentos. “A Argentina tem um território menor, mas o câmbio é mais favorável, há menos juros, tributação e regulação ambiental e o acesso ao crédito é mais fácil”, comparou.

Crédito 

      Segundo Ana Amélia, o Banco Central tem uma posição extremamente favorável a cooperativas de Crédito.

      O presidente da Central Sicredi Sul, Orlando Müller, afirmou que o Crédito é um dos ramos com a legislação mais adequada ao seu desenvolvimento e que isso foi construído ao longo do tempo. “A articulação com o governo é muito importante. Só temos a agradecer pelo seu trabalho, tanto como senadora quanto como jornalista”, disse Müller à Ana Amélia.

Trabalho pelo cooperativismo

      Ana Amélia Lemos reiterou que seu gabinete em Brasília está à inteira disposição do sistema cooperativista. “Não é necessário marcar audiência, as portas estão sempre abertas”, garantiu a senadora, que apresentou seu coordenador político, Marco Aurélio Ferreira. “Saber sua avaliação dá ainda mais responsabilidade ao meu trabalho como senadora, assim como disposição para trabalhar”, finalizou a senadora.

      Ao final, Ana Amélia foi presenteada com uma cesta de produtos de cooperativas gaúchas.
 

Banrisul promove confraternização com Agropecuárias


     Na quarta-feira (30/08), a Casa do Banrisul no Parque de Exposições Assis Brasil recebeu dirigentes das cooperativas Agropecuárias para um almoço. Na ocasião, o presidente do Banrisul, Túlio Zamin, ressaltou que o encontro foi uma oportunidade de reafirmar o foco da instituição financeira com o agronegócio. “Estamos trabalhando com o governo do Estado para contribuir com o fortalecimento das cooperativas”, acrescentou. O secretário de Desenvolvimento Rural e Cooperativismo, Ivar Pavan, garantiu que uma nova política para o Fundopem/RS está sendo construída junto ao governo do Estado, também objetivando contribuir com o cooperativismo.
     O presidente do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, Vergilio Perius, lembrou que 60% da produção agropecuária do Rio Grande do Sul vem das cooperativas. Perius ressaltou também as diferenças das cooperativas em relação a outras entidades. “Os investimentos das cooperativas ficam nas comunidades, elas geram riqueza para o Estado e renda para o produtor”, disse.