Embora a expectativa seja grande em torno da aprovação o mais breve possível do Projeto de Lei (PL) nº 1.876/1999, sobre o novo Código Florestal Brasileiro, o consultor jurídico da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Leonardo Papp, considera que essa etapa não marca o fim de um processo, mas o início de uma nova fase que deverá ser desencadeada. A matéria será levada à votação no plenário da Câmara Federal hoje, dia 24 de maio, após três adiamentos. “A aprovação do Código Florestal não é um ponto de chegada. É um ponto de partida. Depois disso, vai ser necessário muito empenho para adequar a legislação dos estados a essa nova realidade, assim como um grande esforço e vigilância para que se possa influenciar de maneira positiva na produção do decreto da presidente da República, que deverá regulamentar as atividades nas APPs (Áreas de Preservação Permanente)”, afirmou Papp nesta quinta-feira (19/05), em Curitiba, durante o Fórum de Meio Ambiente, promovido pelo Sistema Ocepar.
Papp avalia que, apesar de várias alterações que já foram realizadas no documento, as discussões sobre o tema avançaram. “Em relação à legislação atual, o texto que está para ser votado contém avanços significativos. Por outro lado, se considerarmos algumas expectativas que se tinham, os progressos foram menores que os esperados”, afirmou. Ele lembrou que desde julho de 2010 vem sendo realizado um trabalho para aprimorar o texto. “Estávamos nos preparando para a batalha. Havia muita pressão e sabíamos que em algum momento o governo iria entrar nessa luta. As discussões estavam mais tranquilas enquanto ocorriam somente entre nós, até a semana passada. O jogo mudou completamente quando o governo entrou na discussão e o projeto só não foi votado por questões políticas”, disse ele.
De acordo com Papp, os maiores ganhos foram contabilizados em relação à Reserva Legal (RL), como, por exemplo, a dispensa de recomposição da RL em propriedades com até quatro módulos. Já em relação às APPs, a expectativa era de que os estados tivessem mais autonomia para legislar sobre o assunto. “O setor vinha defendendo a bandeira de que, como o país é muito grande, com muitas peculiaridades, muitas das questões deveriam ser decididas pelos estados, inclusive a consolidação das áreas que já estão em produção. Porém, o resultado das negociações lá no Congresso foi remeter a um decreto da presidente a regularização dessas áreas, o que não é o ideal diante das expectativas iniciais mas, por outro lado, é uma oportunidade que se cria, já que na lei de hoje ela sequer existe”, disse Papp. Apesar disso, ele acredita que ainda haverá espaço para os estados. “Numa amplitude menor do que se esperava, mas os estados terão um papel mais ativo do que tem na legislação atual, na produção e na discussão da legislação ambiental”, acrescentou.
O consultor jurídico também ressaltou que o cooperativismo sai fortalecido do processo sobre o novo Código. “O cooperativismo não foi um mero coadjuvante nessa discussão. Por vários momentos assumiu o papel de protagonista. Representantes do setor foram constantemente consultados pelos políticos que estão à frente dessa discussão. O setor pode demonstrar que a forma cooperativista de produzir é própria, portanto, tem que ser vista de uma maneira diferenciada. Acho que isso foi um ganho institucional para todos nós que somos adeptos e entusiastas do modo cooperativista de produzir,” frisou.
Fonte: Ocepar - Organização das Cooperativas do Paraná
Representação
O novo adiamento da votação do Código Florestal pela Câmara dos Deputados, remarcada para o dia 17, preocupa entidades representantes dos produtores rurais, como Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado do Rio Grande do Sul (Ocergs) e a Federação dos Trabalhadores na Agricultura no Rio Grande do Sul (Fetag-RS).
A demora no processo tem tido reflexos no campo, especialmente no Vale do Taquari e na Serra, explica o vice-presidente da OCERGS, Irno Augusto Pretto. “A produção fica inviabilizada diante da incerteza dos pequenos proprietários sobre o que será válido legalmente. A agricultura também tem seu tempo, logo chega o frio e não poderá ser recuperado o que não está sendo feito agora”, diz.
Para o presidente da Fetag, Elton Weber, o impacto para os pequenos agricultores ainda não pode ser mensurado. “Isso será sentido mais adiante, por enquanto o principal prejuízo é mesmo a insegurança dos trabalhadores rurais, que querem ter amparo jurídico”, ressalta. Weber reforça a decepção da entidade com o novo adiamento. “Na nossa visão, houve um avanço na construção do texto. Consideramos que a última redação era a melhor para a agricultura familiar desde o início das discussões”, complementa.
As negociações também tinham avançado a favor das cooperativas rurais nos últimos dias, com a inclusão delas entre as possíveis beneficiárias das Áreas de Preservação Permanentes (APPs). “Estamos vendo o adiamento com muita angústia. Fizemos reuniões com o relator e com deputados em Brasília e tudo parecia encaminhado para ser votado nessa semana. Esperamos que este ponto continue no texto que será votado”, afirma Pretto.
A posição das entidades é orientar os agricultores a continuarem esperando e pressionar os responsáveis para que a votação aconteça. “Vamos seguir atuantes e não deixar de cobrar, provocando a discussão em defesa dos pequenos agricultores”, alerta Weber.
Fonte: Assessoria de Comunicação do deputado Aldo Rebelo no RS
A demora no processo tem tido reflexos no campo, especialmente no Vale do Taquari e na Serra, explica o vice-presidente da OCERGS, Irno Augusto Pretto. “A produção fica inviabilizada diante da incerteza dos pequenos proprietários sobre o que será válido legalmente. A agricultura também tem seu tempo, logo chega o frio e não poderá ser recuperado o que não está sendo feito agora”, diz.
Para o presidente da Fetag, Elton Weber, o impacto para os pequenos agricultores ainda não pode ser mensurado. “Isso será sentido mais adiante, por enquanto o principal prejuízo é mesmo a insegurança dos trabalhadores rurais, que querem ter amparo jurídico”, ressalta. Weber reforça a decepção da entidade com o novo adiamento. “Na nossa visão, houve um avanço na construção do texto. Consideramos que a última redação era a melhor para a agricultura familiar desde o início das discussões”, complementa.
As negociações também tinham avançado a favor das cooperativas rurais nos últimos dias, com a inclusão delas entre as possíveis beneficiárias das Áreas de Preservação Permanentes (APPs). “Estamos vendo o adiamento com muita angústia. Fizemos reuniões com o relator e com deputados em Brasília e tudo parecia encaminhado para ser votado nessa semana. Esperamos que este ponto continue no texto que será votado”, afirma Pretto.
A posição das entidades é orientar os agricultores a continuarem esperando e pressionar os responsáveis para que a votação aconteça. “Vamos seguir atuantes e não deixar de cobrar, provocando a discussão em defesa dos pequenos agricultores”, alerta Weber.
Fonte: Assessoria de Comunicação do deputado Aldo Rebelo no RS
Representação
Está em tramitação na Câmara dos Deputados um Projeto de Lei (PL) que objetiva permitir às empresas a restituição de valores bloqueados na Caixa Econômica Federal relativos às distorções no Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) pelos planos econômicos Collor e Bresser. O PL 993/2011 foi protocolado pelo deputado Giovani Cherini no dia 12 de abril. Na última quarta-feira (04/05), o Projeto foi encaminhado para apreciação às Comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; Finanças e Tributação; e Constituição e Justiça e de Cidadania.
A aprovação é um pleito da Ocergs e também de outras entidades representativas, pois garante direitos iguais a empregadores e empregados. No dia 21 de março, o deputado Giovani Cherini participou de uma reunião promovida pela Ocergs sobre a questão e aceitou ser o porta-voz no Congresso Nacional. Participaram o consultor jurídico Nielon José Meirelles Escouto e outras entidades - Federasul, Fiergs, Sindilojas, CDL, Iargs e Acise.Para acompanhar o andamento do PL na Câmara dos Deputados, clique aqui.
Representação
A votação do Novo Código Florestal Brasileiro, prevista para ontem (05/05), foi adiada para o dia 10, próxima terça-feira. Sem conseguir um acordo com o relator, deputado Aldo Rebelo, sobre pontos polêmicos do texto, o governo movimentou sua base aliada e adiou a apreciação da matéria. Os ministros do Meio Ambiente, Izabella Teixeira; da Agricultura, Wagner Rossi; e das Relações Institucionais, Luiz Sérgio, se reuniram com Rebelo na tentativa de desenhar um texto de consenso. Como não foi possível, no início da noite foi anunciado o adiamento. Segundo Luiz Sérgio, “este é o último esforço para a conclusão de um grande pacto sobre o novo código”.
Divergências
Os dois pontos de conflito, que dificultam um acordo, dizem respeito à recomposição da Reserva Legal e à definição de Área de Preservação Permanente (APP). O relator defende a dispensa da necessidade de recomposição da reserva legal para pequenos proprietários, com imóveis de até quatro módulos fiscais, e estende a regra a todos os agricultores, considerando o cômputo da reserva legal com o desconto dos primeiros quatro módulos. Por sua vez, o governo aceita a isenção somente para a agricultura familiar, ponto previsto na Lei 11.326/2006, mantendo a exigência para as demais propriedades, independente de seu tamanho.
Em relação às APPs, existe polêmica na definição das regras para propriedades já consolidadas, ou seja, desmatadas até julho de 2008. O deputado Aldo Rebelo defende que esses proprietários sejam obrigados a recuperar 15 metros de vegetação nas margens dos rios de até 10 metros de largura. O governo, no entanto, não aceita essa isenção e concede o benefício apenas para as propriedades de agricultura familiar. Já em rios largos, a área de preservação permanente pode chegar a 500 metros às margens em cada lado, comprometendo a sobrevivência de agricultores que sejam proprietários de terras menores.
Cooperativas atentas
Ontem, o presidente da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Márcio Lopes de Freitas, reafirmou o posicionamento do setor cooperativista quanto à necessidade de revisão e apreciação urgente da legislação ambiental do País. “É imprescindível a definição de um novo Código Florestal, que realmente concilie a preservação do meio ambiente e a continuidade da produção agropecuária brasileira. Esperamos ansiosos que isso realmente ocorra na próxima terça-feira”, disse.
Freitas assegura que todo o sistema, formado pela OCB, organizações estaduais e cooperativas, continuará vigilante, se fazendo presente inclusive no momento de votação, no dia 10, na Câmara dos Deputados.
• Com informações da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB)
Representação
O edital do 12º Prêmio de Responsabilidade Social foi lançado na manhã desta quarta-feira (04/05) e já pode ser consultado no site www.al.rs.gov.br/premios. As inscrições estarão abertas de 1º de junho a 31 de julho pelo portal www.al.rs.gov.br. A entrega das distinções está prevista para 23 de novembro, no Teatro Dante Barone. Os temas principais desta edição são Sustentabilidade e Redes de Cooperação.
Instituído por lei estadual, o Prêmio de Responsabilidade Social é promovido pelo Parlamento gaúcho, sob coordenação de um grupo formado por representantes de 16 entidades e instituições da sociedade civil. O Sistema Ocergs-Sescoop/RS é um dos integrantes. Acompanhado por uma auditoria externa, o grupo avalia os investimentos das organizações inscritas em ações sociais e decide quem vai receber os certificados, os troféus, as menções especiais e os diplomas.
Categorias e divulgação
Podem concorrer empresas privadas, sociedades cooperativas (agora em categoria específica), organizações governamentais, administrações municipais, instituições de ensino e entidades sem fins lucrativos. O objetivo é incentivar projetos voltados para o bem-estar da sociedade e para a preservação ambiental. Quem quiser concorrer ao certificado deve apresentar o balanço social. Já para disputar os troféus é necessário enviar balanço e relatório social. Para competir pela menção especial, deve haver caso comprovado de projeto de sustentabilidade ou de redes de cooperação. Os diplomas serão conferidos aos profissionais de contabilidade ou colaboradores indicados pelos participantes.
Representantes da Divisão de Prêmios da Assembleia e da comissão que coordena a distinção vão fazer um roteiro pelo Rio Grande do Sul para divulgar o edital e incentivar a participação das organizações. Serão visitados 13 municípios: Novo Hamburgo, Caxias do Sul, Lajeado, Pelotas, Rio Grande, Santa Cruz do Sul, Santa Maria, Passo Fundo, Santa Rosa, Ijuí, Santana do Livramento, Osório e Torres.
Integram a comissão, além do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, a Fiergs, Federasul, Fecomércio, Sesc, Sesi, PGQP, Associação dos Dirigentes Cristãos de Empresas, Central Autônoma dos Trabalhadores, Federação das Associações de Servidores Públicos no RS, ONG Parceiros Voluntários, Fórum de Responsabilidade Social, Conselho Regional de Contabilidade, Famurs, ARI e a Secretaria do Trabalho e Desenvolvimento Social/RS.
* Fonte: Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul.
Representação
A crise econômica abalou a imagem de instituições financeiras, mas favoreceu as cooperativas de Crédito. As 1.370 existentes tiveram aumento de 30% no volume de ativos, que foram de R$ 52,8 bilhões em 2009 para R$ 68,7 bilhões no ano passado.
"Entre os impulsionadores desse aumento estão as micro e pequenas empresas", assinala Sílvio Giusti, gestor da OCB (Organização das Cooperativas Brasileiras). Segundo ele, foi às cooperativas que elas recorreram na crise, quando o crédito nos bancos se reduziu. As relações de confiança também explicam o fortalecimento da modalidade, avalia Carlos Alberto dos Santos, diretor técnico do Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas).
Dirigidas e controladas por associados, as cooperativas oferecem atendimento personalizado e distribuição das sobras, como é chamado o lucro líquido. Também têm praticamente os mesmos produtos que os bancos de varejo, mas praticam juros menores, já que os recursos vêm dos associados.
Foi a diferença na taxa de juros que pesou na decisão do sócio da corretora de seguros Miranda & Fontana, Élcio Fontana. Ele buscou empréstimo para capital de giro no fim de 2010. No banco do qual é "correntista antigo", conseguiu taxa mensal de 3,8%. Na cooperativa da qual é associado, fechou por 2%. Fontana faz parte da Sicoob Central Cecresp, e afirma que a instituição funciona como um banco, com linhas de crédito, cheque especial e cartão de crédito. Apesar de se dizer entusiasta do sistema de cooperativas, ele tem críticas: não há tantos quiosques 24 horas para saques e outras operações, como nos bancos de varejo.
"Entre os impulsionadores desse aumento estão as micro e pequenas empresas", assinala Sílvio Giusti, gestor da OCB (Organização das Cooperativas Brasileiras). Segundo ele, foi às cooperativas que elas recorreram na crise, quando o crédito nos bancos se reduziu. As relações de confiança também explicam o fortalecimento da modalidade, avalia Carlos Alberto dos Santos, diretor técnico do Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas).
Dirigidas e controladas por associados, as cooperativas oferecem atendimento personalizado e distribuição das sobras, como é chamado o lucro líquido. Também têm praticamente os mesmos produtos que os bancos de varejo, mas praticam juros menores, já que os recursos vêm dos associados.
Foi a diferença na taxa de juros que pesou na decisão do sócio da corretora de seguros Miranda & Fontana, Élcio Fontana. Ele buscou empréstimo para capital de giro no fim de 2010. No banco do qual é "correntista antigo", conseguiu taxa mensal de 3,8%. Na cooperativa da qual é associado, fechou por 2%. Fontana faz parte da Sicoob Central Cecresp, e afirma que a instituição funciona como um banco, com linhas de crédito, cheque especial e cartão de crédito. Apesar de se dizer entusiasta do sistema de cooperativas, ele tem críticas: não há tantos quiosques 24 horas para saques e outras operações, como nos bancos de varejo.
Fonte: Folha de São Paulo
Representação
A mobilização pela aprovação urgente do novo Código Florestal, que contou com o apoio da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), já traz os primeiros resultados. O presidente da Câmara dos Deputados, deputado Marco Maia, garantiu nesta terça-feira (5/4) que, se as negociações avançarem, colocará a matéria em pauta na próxima semana. A informação foi dada na audiência com representantes de entidades do setor produtivo. O presidente da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Márcio Lopes de Freitas, compareceu ao encontro realizado em Brasília (DF) e reforçou o apoio ao projeto.
“Se houver consenso entre os líderes sobre a urgência da votação, o substitutivo ao PL 1.876/99, de relatoria do deputado Aldo Rebelo, poderá entrar na pauta do Plenário da Casa na semana seguinte”. O colegiado se reúne na próxima terça-feira (12/4). Ainda nesta quinta (7/4), os deputados Paulo Piau (PMDB/MG), vice-presidente da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), e Ivan Valente(PV/SP) apresentarão o relatório das notas técnicas entregues à câmara conciliadora do Código Florestal.
O superintendente da OCB, Renato Nobile, o líder cooperativista e coordenador do Centro de Agronegócios da Fundação Getúlio Vargas, Roberto Rodrigues, presidentes e superintendentes do Sistema OCB também participaram da audiência. A manifestação foi organizada pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil e ocorreu nesta terça.
“Se houver consenso entre os líderes sobre a urgência da votação, o substitutivo ao PL 1.876/99, de relatoria do deputado Aldo Rebelo, poderá entrar na pauta do Plenário da Casa na semana seguinte”. O colegiado se reúne na próxima terça-feira (12/4). Ainda nesta quinta (7/4), os deputados Paulo Piau (PMDB/MG), vice-presidente da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), e Ivan Valente(PV/SP) apresentarão o relatório das notas técnicas entregues à câmara conciliadora do Código Florestal.
O superintendente da OCB, Renato Nobile, o líder cooperativista e coordenador do Centro de Agronegócios da Fundação Getúlio Vargas, Roberto Rodrigues, presidentes e superintendentes do Sistema OCB também participaram da audiência. A manifestação foi organizada pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil e ocorreu nesta terça.
* Fonte: OCB
Representação
A partir desta segunda-feira (4/4), caravanas de todos os estados produtores desembarcam em Brasília para participar da mobilização pela aprovação do novo Código Florestal Brasileiro (CFB), em discussão no Congresso Nacional. Promovido pela Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) e pela Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), o evento deve reunir cerca de 20 mil produtores e representantes das entidades ligadas ao setor produtivo para pressionar os parlamentares e sensibilizá-los pela aprovação da nova legislação ambiental.
O vice-presidente da Ocergs (Sindicato e Organização das Cooperativas do Rio Grande do Sul), Irno Pretto, estará presente na manifestação. Para ele, a votação deve ocorrer o mais breve possível. "Os produtores integrados estão receosos em receber frangos e suínos para terminação porque não sabem o que vai ser daqui para frente", afirmou. A Ocergs também participará da entrega de um abaixo-assinado com mais de 100 mil adesões ao presidente da Câmara de Deputados, deputado federal Marco Maia.
Na última quinta-feira, dia 31 de março, o presidente da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Marcio Lopes de Freitas, em entrevista coletiva à imprensa, disse que a entidade apoia a mobilização e defendeu a necessidade urgente da votação da legislação nos Plenários da Câmara e do Senado “para definição deste marco regulatório”. Na oportunidade, ele lançou a cartilha “Revisão do Código Florestal: o desafio de preservar e produzir”. Para a OCB, a legislação atual está desconectada da realidade tanto no aspecto da proteção florestal quanto da atividade agrícola.
O deputado Aldo Rebelo, relator do substitutivo à Lei 4.771/65, aprovado pela Comissão Especial, também participou da entrevista na OCB e admitiu que várias propostas apresentadas pelo setor produtivo podem ser acolhidas em seu relatório. Ele citou as sugestões dos governadores da Bahia, Piauí, Tocantins e Maranhão pela suspensão da moratória de cinco anos para novos desmatamentos nas áreas de fronteira agrícola, bem assim possível flexibilização da legislação em áreas onde se encontram nascentes de água.
Rebelo relatou informações colhidas em diversas audiências públicas realizadas em todos os biomas, desde que assumiu a relatoria do projeto em 2009, das quais participaram, entre outros, representantes de órgãos públicos de gestão ambiental, sindicais, cooperativistas, institutos de pesquisa e universidades. Ele destacou o encontro promovido no município paranaense de Assis Chateaubriand, onde cerca de seis mil produtores ligados ao cooperativismo compareceram ao evento, “interessados em contribuir para o aperfeiçoamento da legislação ambiental”.
Programação
Programação
A mobilização vai acontecer na Esplanada dos Ministérios, com início na manhã de terça-feira (5/4). Das 5h às 8h, está prevista a chegada dos ônibus com as caravanas estaduais nas quatro entradas de Brasília, queima de fogos para anunciar a concentração e apresentação de berranteiros; às 9h, café da manhã com missa campal; às 10h, execução do Hino Nacional Brasileiro em frente ao Congresso, seguida de discursos e shows regionais; às 13h, almoço à base de arroz carreteiro; às 14h30, os produtores darão um abraço simbólico no prédio do Congresso Nacional e em seguida farão visitas aos parlamentares. O retorno aos estados de origem está previsto para as 17h.
Cobertura em tempo real
Além das matérias publicadas no Portal e no Informativo da OCB, será divulgado um “passo a passo” online da mobilização pelo blog OCB no Congresso. As equipes de comunicação e da assessoria parlamentar da OCB vão trabalhar em tempo integral para cobrir e divulgar os acontecimentos durante o dia da grande mobilização na Esplanada dos Ministérios, com a presença esperada de cerca de 20 mil produtores rurais, em prol da votação do novo Código Florestal. Para acompanhar, clique aqui ou acesse http://ocbnocongresso.brasilcooperativo.coop.br/.
• Com informações da OCB
Representação
No dia 29 de março, as Comissões de Agricultura e Reforma Agrária e a de Meio Ambiente e Defesa do Consumidor, ambas do Senado Federal, realizaram uma Audiência Pública conjunta para discutir as alterações no Código Florestal Brasileiro (Lei nº 4.771/65). O convidado, deputado Aldo Rebelo (SP), relator da matéria na Câmara dos Deputados, fez sua exposição baseado em seu substitutivo apresentado e aprovado, ainda em 2010, na comissão especial. Os principais pontos abordados durante a apresentação foram relativos às questões que envolvem os novos parâmetros de Áreas de Preservação Permanente (APP’s) e a Área de Reserva Legal.
De acordo com o parlamentar, muitos agricultures que seguiam as leis da época e até chegaram a ser induzidos a desmatar para produzir, agora se vêem prejudicados por decretos editados posteriormente pelo Executivo, como o decreto 6514/08. Estiveram presentes à reunião os senadores: Aníbal Diniz (AC), Jorge Viana (AC), Sérgio Petecão (AC), Eduardo Braga (AM), Vanessa Grazziotin (AM), Inácio Arruda (CE), Rodrigo Rollemberg (DF), Ana Rita (ES), Clésio Andrade (MG), Marisa Serrano (MS), Waldemir Moka (MS), Blairo Maggi (MT), Jayme Campos (MT), Pedro Taques (MT), Flexa Ribeiro (PA), Gleisi Hoffmann (PR), Acir Gurgacz (RO), Ivo Cassol (RO), Valdir Raupp (RO), Ângela Portela (RR), Ana Amélia (RS), Casildo Maldaner (SC), Luiz Henrique (SC) e Kátia Abreu (TO). Além desses parlamentares, também estiveram na reunião os deputados Marcos Montes (MG) e Valdir Colato (SC).
Para mais informações sobre a audiência pública realizada no Senado Federal, clique aqui.
Além do debate no Senado Federal, foi realizada também a segunda reunião do Grupo de Trabalho que promove a Câmara Conciliatória do Código Florestal, com a coordenação do deputado Eduardo Gomes (TO), primeiro-secretário da Câmara dos Deputados. Com a presença de 13 parlamentares, a reunião apenas deliberou sobre a prorrogação do prazo de envio das notas técnicas das entidades em 48 horas.
A OCB continua sua participação em ações que visam garantir a aprovação imediata do substitutivo do deputado Aldo Rebelo, como no apoio à mobilização que será realizada no dia 05/04, na Esplanada dos Ministérios. Hoje (31/03), o presidente da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Márcio Lopes de Freitas, apresentou oficialmente o posicionamento da entidade sobre a revisão do Código Florestal Brasileiro, em coletiva de imprensa, às 11h, na sede da OCB, em Brasília (DF). O relator do substitutivo à Lei 4.771/65, aprovado pela Comissão Especial do Código Florestal, deputado federal Aldo Rebelo, participará do evento.
Na oportunidade ainda foram apresentados os reflexos da atual legislação na produção agrícola e lançada a cartilha “Revisão do Código Florestal: o desafio de preservar e produzir”, uma publicação que busca um alinhamento institucional e a conscientização dos parlamentares sobre o tema.
* Fonte: Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB)
Representação
Uma solenidade realizada no dia 22 de março, em Brasília (DF), marcou o lançamento formal das atividades da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop) na 54ª Legislatura. O evento, que contou com a presença de 84 parlamentares, sendo 75 deputados e nove senadores, também foi voltado para a posse da nova Diretoria da Frencoop para o ano de 2011.
Com o objetivo de otimizar as atribuições da Diretoria, a Frente conta agora com coordenações políticas dividas por região, além de representantes nas áreas tributária, sindical e de meio ambiente. Desta maneira, a nova composição da Diretoria, respaldada pelo estatuto da Frente, pretende tornar a Frencoop uma instância mais atuante, integrada e representativa.
A Frente estadual (Frencoop/RS) foi definida no dia 2 de março, em um encontro promovido pela Ocergs. No Rio Grande do Sul, 30 parlamentares fazem parte do grupo.
Representação

Nesta segunda-feira (21/03), entidades representativas se reuniram no Centro de Formação Profissional Cooperativista do Sescoop/RS para discutir a viabilização de um Projeto de Lei (PL) que permita a restituição de valores bloqueados na Caixa Econômica Federal, relativos às distorções no Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) pelos planos econômicos Collor e Bresser. Conforme o consultor jurídico Nielon José Meirelles Escouto, representante das entidades no pleito, o PL deverá autorizar as empresas a sacarem estes valores. “A Lei deve atribuir aos empregadores os mesmos direitos dos empregados, como consta na Lei 8.036/1990. Esse benefício às empresas estava contido no art. 19 e foi omitido pela Lei Complementar 110/2001”, explicou.
O deputado Giovani Cherini, que participou do encontro, aceitou ser o porta-voz do assunto no Congresso Nacional. A proposta deve seguir os moldes do PL 2010/2007, de autoria do deputado Germano Bonow. O Projeto de Lei do deputado foi retirado da pauta em diversas oportunidades, até ser arquivado em janeiro deste ano.
Para o presidente do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, Vergilio Perius, a criação desta Lei é fundamental para as cooperativas e para todos os segmentos. “Isso interessa às empresas brasileiras, pois todas teriam direito ao saque dos valores”, ressaltou. Além do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, participaram da reunião representantes da Federasul (Federação das Associações Comerciais e de Serviços do RS), Fiergs (Federação das Indústrias do RS), Sindilojas (Sindicato dos Lojistas do Comércio do RS), CDL (Câmara de Dirigentes Lojistas de Porto Alegre), Iargs (Instituto dos Advogados do RS) e Acise (Associação Comercial e Industrial de Esteio).
O deputado Giovani Cherini, que participou do encontro, aceitou ser o porta-voz do assunto no Congresso Nacional. A proposta deve seguir os moldes do PL 2010/2007, de autoria do deputado Germano Bonow. O Projeto de Lei do deputado foi retirado da pauta em diversas oportunidades, até ser arquivado em janeiro deste ano.
Para o presidente do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, Vergilio Perius, a criação desta Lei é fundamental para as cooperativas e para todos os segmentos. “Isso interessa às empresas brasileiras, pois todas teriam direito ao saque dos valores”, ressaltou. Além do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, participaram da reunião representantes da Federasul (Federação das Associações Comerciais e de Serviços do RS), Fiergs (Federação das Indústrias do RS), Sindilojas (Sindicato dos Lojistas do Comércio do RS), CDL (Câmara de Dirigentes Lojistas de Porto Alegre), Iargs (Instituto dos Advogados do RS) e Acise (Associação Comercial e Industrial de Esteio).
Representação
Em 2010, as cooperativas brasileiras registraram um crescimento recorde nas exportações, fechando o ano com US$ 4.417 bilhões. O resultado mostra um crescimento na ordem de 21,76% em relação ao ano anterior, quando foram contabilizados US$ 3.63 bilhões, total que refletiu as consequências da crise financeira internacional iniciada no final de 2008. A análise faz também parte de um estudo elaborado pela Gerência de Mercados da OCB, com base em dados da Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).
“O resultado decorre da profissionalização na gestão das cooperativas e ainda a recuperação do crescimento no período pós-crise. Em 2010, o setor superou historicamente em 10% o valor exportado em 2008, de US$ 4.011 bilhões. Mesmo com a paridade cambial desfavorável às exportações e favorável às importações, a balança comercial do setor alcançou um superávit de US$ 4.14 bilhões”, informou o presidente da OCB, Márcio Lopes de Freitas. No mesmo período, as importações do segmento registraram queda de 12,96% no comparativo a 2009, com um total de US$ 273 milhões.
As quantidades exportadas também apresentaram uma recuperação significativa de 11,08%, acompanhando o desempenho da economia brasileira. No total, foram comercializadas cerca de 7,9 milhões de toneladas. Já em 2009, foram 7 milhões. Nas vendas do cooperativismo ao exterior, 99% dos produtos são oriundos do agronegócio. “Esse crescimento pode ser justificado pelo aumento na venda de açúcares e a aquisição de novos produtos por países com os quais o setor já possuía relações comerciais, como os Emirados Árabes Unidos, Nigéria e Arábia Saudita”, comenta Freitas.
Produtos
O setor sucroalcooleiro, que corresponde aos açúcares e ao álcool etílico, apresentou maior participação nas vendas diretas do setor cooperativista, representando 39,3% das exportações, US$ 1.7 bilhão e 3,9 milhões de toneladas. O álcool respondeu por US$ 285 milhões e os açúcares, US$ 1.45 bilhão. Destaca-se o aumento das exportações de açúcares de cana, beterraba e sacarose, que passaram de 47,7% em 2009 para 51,3%.
Na sequência, aparecem o complexo soja (grão, óleo e farelo), com 25,6%, US$ 1.12 bilhão e 2,8 milhões de toneladas; e as carnes, com 16,9%, US$ 747.2 milhões e 360 mil toneladas. Café, cereais, algodão, frutas, produtos hortículas e leite e laticínios participaram com 9,2%, 2,2%, 1,7%, 0,9%, 0,8% e 07%, respectivamente.
Mercados
“O resultado decorre da profissionalização na gestão das cooperativas e ainda a recuperação do crescimento no período pós-crise. Em 2010, o setor superou historicamente em 10% o valor exportado em 2008, de US$ 4.011 bilhões. Mesmo com a paridade cambial desfavorável às exportações e favorável às importações, a balança comercial do setor alcançou um superávit de US$ 4.14 bilhões”, informou o presidente da OCB, Márcio Lopes de Freitas. No mesmo período, as importações do segmento registraram queda de 12,96% no comparativo a 2009, com um total de US$ 273 milhões.
As quantidades exportadas também apresentaram uma recuperação significativa de 11,08%, acompanhando o desempenho da economia brasileira. No total, foram comercializadas cerca de 7,9 milhões de toneladas. Já em 2009, foram 7 milhões. Nas vendas do cooperativismo ao exterior, 99% dos produtos são oriundos do agronegócio. “Esse crescimento pode ser justificado pelo aumento na venda de açúcares e a aquisição de novos produtos por países com os quais o setor já possuía relações comerciais, como os Emirados Árabes Unidos, Nigéria e Arábia Saudita”, comenta Freitas.
Produtos
O setor sucroalcooleiro, que corresponde aos açúcares e ao álcool etílico, apresentou maior participação nas vendas diretas do setor cooperativista, representando 39,3% das exportações, US$ 1.7 bilhão e 3,9 milhões de toneladas. O álcool respondeu por US$ 285 milhões e os açúcares, US$ 1.45 bilhão. Destaca-se o aumento das exportações de açúcares de cana, beterraba e sacarose, que passaram de 47,7% em 2009 para 51,3%.
Na sequência, aparecem o complexo soja (grão, óleo e farelo), com 25,6%, US$ 1.12 bilhão e 2,8 milhões de toneladas; e as carnes, com 16,9%, US$ 747.2 milhões e 360 mil toneladas. Café, cereais, algodão, frutas, produtos hortículas e leite e laticínios participaram com 9,2%, 2,2%, 1,7%, 0,9%, 0,8% e 07%, respectivamente.
Mercados
Entre os principais mercados de destino dos produtos cooperativistas, se destacam a China e os Emirados Árabes, países que ampliaram as relações comerciais com as cooperativas brasileiras, aumentando substancialmente as importações dos itens comercializados. Em 2010, a China ocupou a primeira posição, passando a Alemanha, que em 2009 foi o principal parceiro comercial.
Os chineses compraram US$ 516.44 milhões, o correspondente a 11,69% do total exportado, com um crescimento de 46%. Já os Emirados Árabes alcançaram o valor de US$ 423.91 milhões, 9,6% das vendas, com aumento de 67%. Os alemães, por sua vez, aparecem em terceiro lugar, com US$ 394.84 milhões e 8,94% do total. Pode- se destacar também países como Canadá, com incremento de 79%, ocupando a 11ª colocação no ranking, a Nigéria, com 103%, respondendo pela 12ª posição, e a Bélgica, com 259%, no 6º lugar.
Para os Países Baixos, as exportações registraram retração de 39%. Este desempenho se deve principalmente a redução das vendas de dois complexos – o sucroalcooleiro, no qual o álcool etílico apresentou baixa de 63,79%, e o soja, com queda de 55,12%.
Perspectivas
Para os Países Baixos, as exportações registraram retração de 39%. Este desempenho se deve principalmente a redução das vendas de dois complexos – o sucroalcooleiro, no qual o álcool etílico apresentou baixa de 63,79%, e o soja, com queda de 55,12%.
Perspectivas
As perspectivas para os próximos anos são de expansão de mercado, com exigência dos consumidores por mais qualidade e produtos idealizados a partir de uma ótica socioambiental. Nesse contexto, ao analisar a taxa média de crescimento anual das exportações das cooperativas brasileiras, visualiza-se aumentos projetados para 2011 na ordem de 11% e projeção de que essas vendas cheguem a US$ 6,802 bilhões em 2014.
Conforme relatório OCDE-FAO Agricultural Outlook 2009-2018, até 2050 a população mundial deverá crescer dos atuais 7 bilhões para 9 bilhões e, para atender à demanda, serão necessários acréscimos na produção de grãos de aproximadamente 50% e a de carnes, de aproximadamente 100%. “Esse cenário traz para o Brasil, grande produtor de alimentos, e para as cooperativas, que têm participação expressiva nessa produção, a oportunidade de ocuparem um espaço ainda maior, tanto no mercado interno quanto no externo”, comenta o gerente de Mercados da OCB, Evandro Ninaut.
Números
Conforme relatório OCDE-FAO Agricultural Outlook 2009-2018, até 2050 a população mundial deverá crescer dos atuais 7 bilhões para 9 bilhões e, para atender à demanda, serão necessários acréscimos na produção de grãos de aproximadamente 50% e a de carnes, de aproximadamente 100%. “Esse cenário traz para o Brasil, grande produtor de alimentos, e para as cooperativas, que têm participação expressiva nessa produção, a oportunidade de ocuparem um espaço ainda maior, tanto no mercado interno quanto no externo”, comenta o gerente de Mercados da OCB, Evandro Ninaut.
Números
US$ 4,417 bilhões em exportações
7,9 milhões de toneladas exportadas
7,9 milhões de toneladas exportadas
* Fonte: OCB - Organização das Cooperativas Brasileiras
Representação

Na manhã desta quarta-feira (02/03), deputados estaduais gaúchos definiram a composição da Frente Parlamentar de Apoio ao Cooperativismo da Assembleia Legislativa do RS (Frencoop/RS) pelos próximos quatro anos. A pauta fez parte de um encontro realizado pela Ocergs (Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado do Rio Grande do Sul) no Centro de Formação Profissional Cooperativista, em Porto Alegre. O deputado Heitor Schuch é o novo presidente da Frente. Pedro Westphalen foi nomeado vice-presidente e Marisa Formolo, secretária.
Para Heitor Schuch, a Frente dará sequencia ao trabalho realizado pelo deputado Giovani Cherini, coordenador anterior da Frencoop/RS.“Vejo que as cooperativas querem igualdade. Diante disso, nós temos um trabalho importante, com participação de todos. Cada deputado tem contribuições para dar a essa Frente. Assim, representaremos bem o cooperativismo no Parlamento”, disse.
O presidente do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, Vergilio Perius, afirmou que a aliança entre a Assembleia Legislativa e o cooperativismo é fundamental. Conforme ele, o auxílio dos parlamentares garante segurança jurídica às cooperativas. “Queremos assegurar o futuro do cooperativismo gaúcho”, acrescentou. Entre os pleitos do sistema cooperativista, Perius destacou a necessidade de alterações no Fundopem/RS e aproximação com o BNDESPar.
O presidente do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, Vergilio Perius, afirmou que a aliança entre a Assembleia Legislativa e o cooperativismo é fundamental. Conforme ele, o auxílio dos parlamentares garante segurança jurídica às cooperativas. “Queremos assegurar o futuro do cooperativismo gaúcho”, acrescentou. Entre os pleitos do sistema cooperativista, Perius destacou a necessidade de alterações no Fundopem/RS e aproximação com o BNDESPar.
Frencoop/RS
A Frencoop/RS é a segunda Frente mais antiga criada na Assembleia Legislativa e primeira do País. É um grupo político, não ideológico, independente de sigla partidária, reunido para defender os interesses do cooperativismo em todos os seus 13 ramos. Atualmente, 30 parlamentares fazem parte da Frente Parlamentar de Apoio ao Cooperativismo:
Adilson Troca - PSDB
Adolfo Brito – PP
Alceu Barbosa - PDT
Alvaro Boessio - PMDB
Catarina Paladini - PSB
Chicão Gorski - PP
Daniel Bordignon - PT
Dr. Diogenes Basegio - PDT
Edson Brum - PMDB
Frederico Antunes - PP
Gerson Burmann - PDT
Giovani Feltes - PMDB
Heitor Schuch - PSB
João Fischer - PP
Jorge Pozzobom - PSDB
Jose Sperotto - PTB
Lucas Redecker - PSDB
Luis Fernando Schmidt - PT
Mano Changes - PP
Marcio Biolchi - PMDB
Marco Alba - PMDB
Maria Helena Sartori – PMDB
Marisa Formolo - PT
Marlon Santos - PDT
Miki Breier - PSB
Paulo Borges - DEM
Pedro Westphalen - PP
Ronaldo Santini - PTB
Silvana Covatti - PP
Zilá Breitenbach - PSDB
Representação
Presidentes das organizações estaduais do sistema cooperativista, produtores rurais e entidades de classe estão em Brasília para tratar da proposta de reformulação do Código Florestal. A previsão é de que uma nova lei seja votada ainda esse ano. O assunto vem sendo debatido no Congresso Nacional há dois anos, em comissão especial criada para consolidar todas as propostas de legislação florestal ou ambiental em tramitação na Câmara dos Deputados. A mobilização ocorreu ontem (01/03) e se repetirá hoje (02/03), no auditório Nereu Ramos, na Câmara dos Deputados (anexo II, subsolo).
A Comissão Especial do Código Florestal, como ficou conhecida, foi instalada em setembro de 2009 para deliberar sobre o PL 1876/1999 e 10 apensos. Os deputados integrantes da Frencoop Moacir Micheletto (PR) e Aldo Rebelo (SP) são, respectivamente, presidente e relator. Em seu período de funcionamento, realizou 50 reuniões: 12 deliberativas, 14 audiências públicas internas e 24 audiências públicas externas em 21 cidades de 16 estados. Foram ouvidos diversos biomas do Brasil e entidades do setor, incluindo a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB). Segundo a Assessoria Parlamentar da OCB, parecer do relator foi construído com base nos resultados e informações recolhidas durantes as audiências e foi apresentado à Comissão em junho de 2010. No dia 06 de julho, a Comissão Especial do Código Florestal aprovou o texto do relatório do deputado Aldo Rebelo (SP).
Agora, a matéria deve ser deliberada pelo plenário da Câmara dos Deputados antes de seguir para a análise do Senado Federal. E é para garantir a inclusão do tema no plenário da Câmara que o setor produtivo está mobilizando lideranças dos Estados. Nos dias 1º e 2 deste mês, estas lideranças visitarão os parlamentares, visando sensibilizar da necessidade de aprovação do relatório do deputado Aldo Rebelo.
Clique aqui para ler texto aprovado na Comissão Especial do Código Florestal.
Clique aqui para ler as perguntas mais frequentes sobre o novo Código Florestal.
Representação
"Cooperativas constroem um mundo melhor”, foi o slogan escolhido oficialmente pela Organização das Nações Unidas (ONU) para o Ano Internacional das Cooperativas. O diretor geral da Aliança Cooperativa Internacional (ACI), Charles Gould, disse que o slogan transmite uma imagem de modelo baseado em valores, e que os aspectos de desenvolvimento econômico e social das cooperativas coincidem com os princípios cooperativos. A ACI, segundo Gould, espera que um maior nível de reconhecimento público promova o surgimento de novas cooperativas e fomente um ambiente legislativo e regulatório favorável ao crescimento e desenvolvimento do cooperativismo no mundo.
O slogan, definido em inglês - "International Year of Cooperatives 2012: Co-operative enterprises build a better world" - foi traduzido para os seis idiomas oficiais da ONU. Lideranças do cooperativismo definiram a melhor tradução em português. Para o presidente da OCB, Márcio Lopes de Freitas, o tema sugere ações que têm por objetivo mostrar as empresas cooperativas e sua possibilidade de desenvolvimento inclusivo, tais como: ações de empoderamento feminino, inclusão de jovens e oportunidades de empregos, encorajando o empreendedorismo e mostrando o cooperativismo como instrumento minimizador da pobreza.
Freitas diz ainda que a instituição vai coordenar as ações em âmbito nacional e planeja trabalhar em conjunto com o Governo Federal para alcançar o sucesso das atividades previstas para o Ano Internacional das Cooperativas no Brasil. “Esperamos que tais iniciativas fortaleçam o cooperativismo frente à opinião pública brasileira fazendo, assim, de 2012, um ano ímpar para o cooperativismo brasileiro”, conclui Freitas.
O slogan, definido em inglês - "International Year of Cooperatives 2012: Co-operative enterprises build a better world" - foi traduzido para os seis idiomas oficiais da ONU. Lideranças do cooperativismo definiram a melhor tradução em português. Para o presidente da OCB, Márcio Lopes de Freitas, o tema sugere ações que têm por objetivo mostrar as empresas cooperativas e sua possibilidade de desenvolvimento inclusivo, tais como: ações de empoderamento feminino, inclusão de jovens e oportunidades de empregos, encorajando o empreendedorismo e mostrando o cooperativismo como instrumento minimizador da pobreza.
Freitas diz ainda que a instituição vai coordenar as ações em âmbito nacional e planeja trabalhar em conjunto com o Governo Federal para alcançar o sucesso das atividades previstas para o Ano Internacional das Cooperativas no Brasil. “Esperamos que tais iniciativas fortaleçam o cooperativismo frente à opinião pública brasileira fazendo, assim, de 2012, um ano ímpar para o cooperativismo brasileiro”, conclui Freitas.

O Ano Internacional das Cooperativas
A Organização das Nações Unidas (ONU) reconheceu o modelo de negócio cooperativo como um fator importante no desenvolvimento econômico e social dos países. No dia 18 de dezembro, durante a 64ª Assembleia Geral das Nações Unidas, foi aprovada a resolução sobre "As Cooperativas e o Desenvolvimento Social", que declara 2012 como Ano Internacional das Cooperativas. Esta é a primeira vez na história que um ano será dedicado ao setor cooperativista.
O Ano Internacional já tem site oficial: http://social.un.org/coopsyear/. A página traz informações sobre o cooperativismo e sua expressão no mundo, além de dados sobre o Ano Internacional, como o calendário de eventos previstos pela ONU e pela Aliança Cooperativa Internacional (ACI).
Representação
Deputados estaduais que lutam em defesa do cooperativismo participarão de um café da manhã promovido pela Ocergs (Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado do Rio Grande do Sul) na quarta-feira (02/03), a partir das 8h, no Centro de Formação Profissional Cooperativista – Av. Berlim, 409, Porto Alegre. O objetivo é articular a escolha dos parlamentares que serão coordenadores da Frente Parlamentar de Apoio ao Cooperativismo da Assembleia Legislativa do RS (Frencoop/RS) pelos próximos quatro anos. A pauta inclui também apresentações sobre o cooperativismo e a Frencoop/RS.
O deputado Gilmar Sossella participará do evento representando o presidente da Assembleia, Adão Villaverde. Nesta Legislatura, 28 parlamentares já aderiram à Frencoop/RS. A Frente é um grupo político, não ideológico, independente de sigla partidária, reunido para defender os interesses do cooperativismo em todos os seus ramos. Seu objetivo é trabalhar, em conjunto com a Ocergs, no fomento e promoção do cooperativismo, para divulgar e defender a doutrina cooperativista, estimulando a sua prática em todos os segmentos e em todos os níveis sociais.
Representação
A Federação das Cooperativas de Energia, Telefonia e Desenvolvimento Rural do RS (Fecoergs) está buscando, junto ao governo estadual, a retomada da isenção do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) no consumo de energia pela classe rural. Segundo os diretores da Fecoergs, presidente Jânio Stefanello, vice-presidente Iloir de Pauli e superintendente José Zordan, as expectativas são de que a isenção passe a vigorar ainda no primeiro semestre.
Em março de 2007, o decreto estadual 44.879 indeferiu a isenção de ICMS para o consumo de até 100 kWh/mês no meio rural, independente da concessionária ou cooperativa fornecedora. “É uma grande injustiça tributária, principalmente contra o pequeno produtor, que tem baixo consumo de energia e recebe a alíquota cheia. Como o cálculo é feito por dentro, a alíquota de 12% se transforma em 13,64%”, afirma Stefanello. De acordo com ele, todos os produtores rurais com inscrição estadual ativa serão beneficiados pela medida.
Os diretores da Fecoergs reuniram-se ontem (23/02) com os secretários de Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo, Ivar Pavan, e de Infraestrutura, Beto Albuquerque, para tratar da volta da isenção do imposto. Agora, o assunto será levado à Secretaria Estadual da Fazenda, para análise dos números. Segundo Zordan, a medida atingiria diretamente 80 mil produtores com consumo até 100kWh/mês e, indiretamente, outros 380 mil agricultores.
Também foi discutida, nas audiências com os secretários, a necessidade de recursos para construção de usinas de energia e melhorias nas redes das cooperativas, cujos associados transformam a energia em insumo para o aumento da produção, gerando mais emprego e renda. Segundo a Fecoergs, que representa 15 cooperativas e 250 mil associados, o valor a ser investido nos próximos quatro anos se aproxima de 400 milhões de reais.
Por determinação do secretário de energia Beto Albuquerque o presidente da concessionária CEEE, Sérgio Dias, também presente na audiência, fará o levantamento da necessidade de recursos para reforço de redes em todo Estado, com a participação das cooperativas. “Não existe divisão entre cooperativas e CEEE, a união dos interesses comuns das empresas e do governo, reforçam nossos pleitos no Governo federal”, declarou o secretário Albuquerque.
* Com informações da Fecoergs
Representação

Os integrantes da Câmara Temática do Leite da Ocergs se reuniram na manhã desta quinta-feira (10/02), no Centro de Formação Profissional Cooperativista, em Porto Alegre. A pauta incluiu a discussão de estratégias e tratativas sobre a política leiteira do Rio Grande do Sul com o governo do Estado, o nivelamento sobre o projeto de Governança Cooperativa, além de outros assuntos de interesse do setor. Esse foi o primeiro encontro do ano. O calendário de 2011 prevê reuniões nos dias 14 de abril, 9 de junho, 11 de agosto, 13 de outubro e 8 de dezembro.
Representação
Terminou na quarta-feira (09/02), em Brasília, a capacitação para o alinhamento estratégico do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop). O evento contou com a participação de superintendentes e técnicos do sistema. Participaram do encontro, representando o Rio Grande do Sul, o superintendente do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, Norberto Tomasini, e o coordenador de projetos do departamento de Formação Profissional do Sescoop/RS, Helio Loureiro de Oliveira.
Em entrevista à RádioCoop, Tomasini ressaltou a importância da iniciativa. “Está muito claro e definido que o plano estratégico do Sescoop propõe, de fato, um alinhamento institucional. É um convite ao trabalho coletivo visando nosso fortalecimento de forma sistêmica”, disse. Para ouvir a íntegra da entrevista, clique aqui. Com duração de três dias, o evento contou com a apresentação do ciclo de planejamento estratégico do Sescoop, princípios e premissas, além da metodologia de elaboração nas unidades estaduais. A programação incluiu trabalhos em grupo e sessões plenárias.
* Com informações do Sistema OCB-Sescoop.
Representação
A Organização das Nações Unidas (ONU) estabeleceu que 2012 será o Ano Internacional das Cooperativas. Já está no ar o site oficial: http://social.un.org/coopsyear/. A página traz informações sobre o cooperativismo e sua expressão no mundo, além de dados sobre o Ano Internacional, como o calendário de eventos previstos pela ONU e pela Aliança Cooperativa Internacional (ACI).
Esta é a primeira vez na história que um ano será dedicado ao cooperativismo. A Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) e suas unidades estaduais também realizarão ações de divulgação e promoção do cooperativismo durante todo Ano Internacional. O Sistema Ocergs-Sescoop/RS intensificará seus eventos em 2012 para marcar a iniciativa da ONU.
Representação